Destaque em Conta de Luz

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Conta de energia elétrica terá redução de 18%


Aneel aprovou a redução de 18% na conta de luz da bandeira vermelha, porém, a redução real sentida pelos consumidores deverá ser de 2% já na conta do mês de setembro.

O Brasil passa por problemas de racionamento de água nos últimos anos, mas uma notícia surgiu na última sexta-feira, dia 28 de agosto, bem animadora, no qual a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou uma redução de exatamente 18% na bandeira vermelha da conta de energia elétrica.

Para que não entende muito bem, esse sistema de bandeira tem três categorias, que são:

  • A cor verde que simboliza as condições boas na geração de energia e sem nenhum acréscimo na conta;
  • A cor amarela é um nível intermediário, no qual as térmicas com CVU realizam um processo entre os R$ 200,00 e os R$ 388,48 / MWh e já causa uma preocupação;
  • E a marca vermelha, a qual representa a situação atual do País, sendo realizado um despachamento térmico com CVU bem maior onde alcança a marca de R$ 388,48 / MWh.

O que isso provoca direto no bolso do consumidor brasileiro?

Isso mostra uma redução, em média, na casa dos 2%, que já vai poder ser notado no mês de setembro, ou seja, se antes a bandeira vermelha apresentava um preço de R$ 5,50 esse valor passou para R$ 4,50 a cada 100 quilowatts/hora que são consumidos.

Isso pode, a princípio, parecer insignificante, mas em momentos de crise hídrica e financeira, cada centavo poupado consegue mudar a sua vida e também da população em geral.

Como foi que chegamos a esse tipo de redução?

A Aneel explicou que essa redução conseguiu essa marca por causa do desligamento de 21 usinas térmicas, que apresentavam um custo que tinha uma variação unitária acima de R$ 600,00/MWh. No final, isso provocou o valor do custo da geração de energia bem menor que o original e ainda faz com que a conta tenha ao mesmo tempo uma redução de consumo e uma melhora considerável com relação aos níveis dos vários reservatórios que existem espalhados pelo País.

Por um lado temos uma pequena redução se comparado aos 48% de aumento que tivemos este ano na conta, mas mesmo com todo esse bom sinal que começa a surgir, o Banco Central do Brasil alega que mesmo faltando apenas três meses para o encerramento do ano de 2015 é bem provável que tenhamos um outro aumento e, com isso, o valor total do aumento anual das contas de energia elétrica chegue a cifra de 50%. 

Por Fernanda de Godoi

Conta de luz



Bandeira vermelha na conta de luz poderá ter redução de 18%


Várias térmicas foram desligadas e, com isso, será possível reduzir o valor da tarifa da bandeira vermelha na conta de energia elétrica.

Devido ao aumento das chuvas há a possibilidade de redução de 18% da bandeira vermelha na fatura da energia elétrica. Outro motivo é a redução no consumo de energia que se deu por conta da desaceleração da economia. O cenário mais favorável fez com que algumas térmicas fossem desligadas, diminuindo os custos para a geração de energia.

O sistema de bandeiras tarifárias foi instituído no início do ano e permite o repasse mensal dos consumidores de parte do custo extra que as distribuidoras têm, devido ao aumento do custo para se produzir energia. Cada uma das cores da bandeira é impressa nos boletos e sinaliza o custo da energia. Se estiver na cor verde, o custo é normal, na cor amarela será cobrado mais R$ 2,50 para cada 100 kWh e na bandeira vermelha a cobrança é de R$ 5,00 a mais para cada 100 kWh consumido.

A presidente Dilma já havia sinalizado uma possível redução na tarifa durante o evento de lançamento do Plano de Investimento em Energia Elétrica. Na ocasião, ela afirmou que o governo pretende reduzir o valor cobrado na bandeira vermelha em até 20%. O anúncio veio depois do ministro Eduardo Braga anunciar o desligamento de 21 usinas térmicas, que apresenta um maior custo de produção. Dessa forma, espera-se uma economia mensal de cerca de R$ 5,5 bilhões.

Devido à falta de chuvas, o armazenamento nas represas das hidrelétricas foi prejudicado. O que fez o governo manter operando todas as térmicas disponíveis desde o fim de 2012 e início de 2013. Como os custos são mais caros, o repasse foi feito para o consumidor comum, que viu suas contas de luz com valor cada vez mais elevado.

Outros motivos também ajudaram a aumentar os custos do setor de energia, como a redução do valor das contas em 20% em 2012. O governo apenas antecipou a renovação das concessões e pode fazer o repasse, que acabou tendo um efeito negativo, uma vez que o consumo e a demanda por energia aumentaram em pouco tempo. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Bandeira vermelha da conta de luz



Redução na tarifa da bandeira vermelha da energia elétrica


A Presidente Dilma Rousseff anunciou que a bandeira vermelha da energia elétrica que está em vigor sofrerá uma redução entre 15% e 20%. Tal medida começará a valer em setembro deste ano.

A presidente Dilma Rousseff anunciou que o valor da bandeira vermelha irá ter uma redução entre 15% e 20%, uma vez que houve o desligamento de várias usinas térmicas nos últimos dias. O ministro de Minas e Energia confirmou a redução e informou que elas começarão a valer a partir do mês de setembro.

Dilma disse que é lastimável que o brasileiro tenha que arcar com os aumentos nas contas de luz, mas que isso é temporário e que agora, a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, já vai providenciar a primeira redução no valor da bandeira tarifária de cor vermelha para o próximo mês.

Com a crise da falta de chuva e muitas represas não tendo condição de gerar o volume de energia necessária para o país, foi preciso ativar as usinas térmicas, que geram uma energia mais cara e o consumidor acabou arcando com este gasto a mais.

Atualmente, a cada 100 kilowatts-hora (kWh) consumidos pelo brasileiro, há um acréscimo na conta de luz no valor de R$ 5,50 que é referente ao valor da bandeira vermelha, porém, com o desligamento de 2 mil megawatts das usinas térmicas, será possível reduzir, mesmo que seja um pequeno valor, o preço da bandeira vermelha.

Desde o mês de janeiro que está vigorando em todo o Brasil a bandeira vermelha, que é a mais cara. De acordo com o Governo, por enquanto, não é possível passar para a bandeira amarela, que tem um valor inferior, pois estamos em um período de seca, onde as chuvas são raras e a situação do país requer muita cautela.

Será feita pela Aneel uma consulta pública, mas tudo indica que a redução no valor da bandeira vermelha fique entre 15% e 20%.

Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia, disse que o país ainda não tem a segurança necessária para mudar a tarifa adicional para a bandeira amarela, que por enquanto, só é possível reduzir o valor da bandeira vermelha, mas que nos meses de outubro e novembro, novas avaliações serão feitas e havendo uma estabilidade maior no sistema energético, aí sim, poderá ser acionada a bandeira amarela.

Até o próximo dia 28 de agosto, será definido o desconto para a bandeira vermelha que de R$ 5,50 para cada 100 kilowatts-hora passará para R$ 5,00 ou até R$ 4,50.

Por Russel

Bandeira vermelha



Novas medidas serão adotadas no setor de energia elétrica


Programa de Investimentos em Energia Elétrica visa ampliar a oferta de energia no País, tornar o sistema de transmissão mais forte e o preço mais baixo.

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (11), um pacote com várias medidas que serão adotadas, visando o setor de energia, sendo o investimento total de R$ 186 milhões.

O Programa de Investimentos em Energia Elétrica tem como principal objetivo ampliar a oferta de energia no País e, ainda, tornar o sistema de transmissão mais forte, garantindo, assim, o abastecimento de energia elétrica para o Brasil e ainda, sendo uma energia com preço mais em conta. Um detalhe importante deste Programa, é que a prioridade será para as fontes de energias limpas e também renováveis.

O discurso de Dilma Rousseff anunciando o programa foi no Palácio do Planalto e na cerimônia estiveram presentes os principais representantes do setor, entre eles Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia que inclusive mostrou todos os detalhes do programa, além dos valores que serão investidos e anunciou que há até um cronograma, para que o programa não se perca, afinal é um tema muitíssimo importante para o crescimento do País.

Do valor total que será gasto no programa, R$ 116 bilhões serão para as obras de geração de energia e R$ 70 bilhões serão destinados para ampliar as linhas de transmissão e também, torná-las mais seguras.

De acordo com o ministro de Minas e Energia, o programa vai permitir que o Brasil tenha um sistema mais robusto e que tenha custos cada vez menores, para garantir que a indústria não tenha mais esta preocupação, ou seja, além do medo de faltar energia, tem o problema de que se paga muito caro pela energia elétrica e isso acaba dificultando para as indústrias crescerem.

Eduardo Braga anunciou na semana passada que seriam desligadas 21 usinas térmicas, que geram uma energia mais cara, porém, não há, por enquanto, a menor possibilidade de falar em redução na conta de luz.
Desde o início deste ano que está em vigor a bandeira vermelha, que torna a conta de luz ainda mais cara e como estamos na época de poucas chuvas e há muitas represas em situação crítica, para os próximos meses deverá ser mantida esta bandeira mais cara.  

Estando em vigor a bandeira vermelha, a taxa extra na conta de luz sobre para R$ 5,50 a cada 100 kWh consumidos.

Por Russel

Energia elétrica

Foto: Divulgação



Contas de luz ficarão mais altas a partir de 2 de março


As contas de luz vão subir em média 23,4% e o aumento já começa a valer a partir desta segunda-feira, dia 2 de março, pois estarão vigorando a nova revisão que foi feita de forma extraordinária pela Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica.

Os consumidores da região Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil vão ter um aumento na conta de luz de 28,7% em média, sendo até 4,5 vezes a mais do que os consumidores das regiões Norte e Nordeste do país, onde o aumento será de 5,5% em média.

O motivo do aumento no valor da conta de luz ser maior para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, é porque para estas 3 regiões há um custo mais alto a ser coberto, por exemplo, a energia elétrica fornecida pela hidrelétrica de Itaipu foi reajustada em quase 50% este ano, sendo repassado este aumento somente aos consumidores destas 3 regiões onde o aumento será maior.

Das 63 distribuidoras de energia no país, 58 foram autorizadas pela Aneel a realizar o reajuste que será maior no estado do Rio Grande do Sul, onde os consumidores da AES Sul, cerca de 1,2 milhão de pessoas, terão um reajuste de 39,5%.

O aumento entre as maiores distribuidoras do país ficará com a Copel, que atende o Paraná, cujo reajuste foi de 36,4%. Em São Paulo, a Eletropaulo reajustou as contas em 31,9% e a CEMIG, que atende os consumidores de Minas Gerais, teve um reajuste de 28,8%.

Porém, os clientes de 4 distribuidoras não sofrerão com o reajuste na conta de luz, são eles:
CEA, que atende o Amapá, pois a empresa não pediu revisão extraordinária à Aneel; Energia, no Amazonas; Boa Vista e CERR, em Roraima que não dependem do SIN – Sistema Interligado Nacional.

E os consumidores podem esperar por mais um aumento nas contas de luz ainda neste ano de 2015, pois este aumento foi autorizado de forma extraordinária e a Aneel ainda irá autorizar um novo reajuste ordinário, que é o reajuste feito uma vez ao ano.

Atualmente, as contas estão com "bandeira vermelha" que cobra uma taxa extra de R$ 5,50 a cada 100 kWh – quilowatts-hora – de energia utilizada.

Por Russel

Energia el?trica



Contas de luz ficam mais caras em quatro distribuidoras


A população mundial com acesso a energia elétrica não valoriza um simples click no acender da luz, um chuveiro em funcionamento, horas a fio por meio de computadores. Esse fato só é considerado, na maioria das vezes, quando a conta de luz chega à residência ao final do mês ou quando o recurso é cortado (seja por falta de pagamento ou acontecimentos naturais).

Informativo divulgado na página virtual da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aponta que quatro distribuidoras de energia incrementarão os valores das contas por meio de um reajuste tarifário, já em conformidade ao calendário anual que leva em apreço a data de aniversário dos contratos de concessão anteriormente assinados.

A Caiuá Distribuidora S/A terá reajuste de 6,07%, em média, enquanto a Companhia Nacional de Energia Elétrica de 5,77%. Completam a lista a Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S/A, cujo índice de alta será de 12,04%, e a Empresa Elétrica Bragantina S/A, de 4,68%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Energia Elétrica – Tributos que encarecem a conta


De acordo com dados do Instituto Acende Brasil, no ano de 2009 dos valores pagos pelo consumo de energia elétrica no país, quarenta e sete por cento do total referem-se a pagamentos de encargos e impostos.

O valor registrado em 2009 foi maior em relação ao ano de 2008, onde foi registrado que cerca de quarenta e cinco por cento dos valores pagos com energia elétrica foram para os cofres públicos. Há vários impostos que incidem sobre as contas de energia elétrica e, de acordo com o instituto, os que mais oneram são os impostos estaduais e federais.

Só a Confins por exemplo, passou de 3,48% para 6,942%, no decorrer dos anos de 1999 a 2008. Além disto, encargos como o CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) também são relevantes na contribuição para o aumento da carga tributária no setor elétrico.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Tempo Online, Correio do Estado



Acordo entre Cielo e Light permite Parcelamento de Contas de Luz em Atraso


O Brasil é um país que confere aos estrangeiros verdadeiro calor humano. Diferentes culturas, recepção de primeira durante o Carnaval e em todos os meses do ano, bem como realidades sociais distintas, tornam a vida de cada residente brasileiro diferenciada em vários sentidos. Infelizmente, existem, ainda, disparidades salariais, algo que, por enquanto, deverá permanecer.

Para o brasileiro sustentar uma casa, o salário mínimo indicado ultrapassa R$ 2 mil, entretanto, a remuneração oficial é R$ 510. Às vezes, pagar aluguel, contas de luz, água, telefone e ainda adquirir alimentos não é tarefa fácil, ocasionando, por exemplo, atrasos em cobranças.

Devido não simplesmente a esse fator, a Cielo (ex-Visanet), que cadastra lojistas para a Visa, estabeleceu acordo com a Light Serviços de Eletricidade para o consumidor parcelar as contas de energia elétrica em atraso, em até 60 meses a partir de cartões com bandeira Visa Electron.

Segundo reportagem veiculada pelo portal de notícias do Estadão, o cidadão conseguirá o intento por meio de um limite pré-autorizado pelo banco via Crédito Direto ao Consumidor (CDC), disponível, então, em agências do Banco do Brasil e do Bradesco.

Cabe ao consumidor, porém, analisar a possibilidade. Parcelar contas em cima de outras novas poderá prejudicar a renda mensal. É importante usar essa modalidade desde que cálculos sejam feitos anteriormente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste nas Contas de Luz de MG e RJ


O setor elétrico do país movimenta notícias diárias entre a grande imprensa devido à Usina de Belo Monte e toda polêmica que a cerceia, bem como pelas informações de ressarcimento, por parte das fornecedoras, aos consumidores em virtude de apagões ocorridos nos últimos meses.

Em 15 de junho, terça-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sancionou o reajuste de tarifas anuais da Energisa Minas Geras S/A, da Energisa Nova Friburgo S/A e da Companhia Força e Luz Cataguazes Leopoldina S/A. Ambas são responsáveis pelo fornecimento de luz, por assim dizer, a 466 mil unidades consumidoras de Minas Gerais, Nova Friburgo e Rio de Janeiro.

À Energisa MG, o reajuste estipulado será de 8,29% a domicílios e outros 9,07% às indústrias. À Energisa Nova Friburgo, será repassado ascensão de 1,02%, em média, aos consumidores estabelecidos em residências, enquanto ao setor industrial, 2,39%.

Segundo o portal de notícias G1, as tarifas começarão a vigorar na próxima sexta-feira, 18 de junho, ocasião na qual as informações serão publicadas no Diário Oficial da União.

Fonte G1

Por Luiz Felipe T. Erdei