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Intenção de Consumo das Famílias registrou queda em setembro


Em setembro houve um recuo de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras em comparação ao mês de agosto. Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 34,5%.

O ICF – Intenção de Consumo das Famílias – é um indicador que fica sob a responsabilidade da CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens,  Serviços e Turismo e apontou um dado preocupante: em setembro houve um recuo de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras.

A queda foi em relação a agosto deste ano e de acordo com a entidade o índice chegou a somente 79,8 pontos. Em relação ao mesmo período do ano passado a queda foi de 34,5%.

Pela oitava vez seguida o índice registra uma queda, apontando que as famílias brasileiras não acreditam que a situação econômica do país irá melhorar a curto prazo. O índice começou a ser feito em 2010 e desde então este é o mês onde os quesitos que são apurados registram os menores valores.

Em agosto a inflação apresentou uma desaceleração, mas isto não convenceu os brasileiros de que a situação vai melhorar e as famílias preferem continuar segurando na hora da compra.

Um dos componentes utilizado neste índice é o "Nível de Consumo Atual" e ficou entre os mais baixos, obtendo apenas 59,9 pontos. Uma queda de quase 4% em relação a agosto. A grande maioria das famílias brasileiras declarou que está consumindo bem menos do que em 2014.

E há vários fatores fazendo com que as famílias continuem reduzindo o consumo, por exemplo, o elevado custo do crédito tem dificultado as compras, assim como o endividamento que continua alto. Tanto é que o componente "Acesso ao Crédito" registrou nova baixa, tendo uma queda mensal de 3,2% e 37,4% anual.
Tem um componente que é responsável por apurar a satisfação do brasileiro com o seu emprego e este foi o único que ficou positivo, registrando 106,9 pontos, mesmo assim, em relação a agosto apresentou uma queda de 18,8% mostrando que a insatisfação com o emprego continua crescendo.

E a CNC revisou a expectativa de vendas no varejo para este ano e o resultado é uma queda acentuada, com retração na casa dos 3%, sendo que em agosto a expectativa era que a queda fosse de 2,4%.

Por Russel

Consumo das famílias



Vendas nos supermercados caíram 3% em junho de 2015


Valor da cesta básica teve aumento em várias regiões do Brasil. Item que apresentou maior alta foi a Cebola, com alta no preço de 16,72%.

De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, as vendas no setor caíram 3% só no mês de junho e a expectativa não é nada animadora para os próximos meses.

Em comparação com o mês de maio, a queda nas vendas chegou a 4,72% e em comparação a junho do ano passado, a queda foi de 3,04%.

A Abras – Associação Brasileira de Supermercados, utiliza 35 produtos que são amplamente consumidos pelos brasileiros, para a realização de sua pesquisa e levando em consideração esta "cesta básica" da Abras, houve uma elevação de 1,19% com o valor destes produtos indo de R$ 406,20 em maio, para R$ 411,03 no mês de junho.

Confira os itens que apresentaram maior alta nos preços, na "cesta" utilizada pela Abras:

Cebola: aumento de 16,72%;

Batata: aumento de 8,99%;

Sabão em pó: aumento de 4,42%;

Xampu: aumento de 4,12%.

Mas alguns produtos apresentaram queda nos preços, entre eles:

Tomate: queda no preço de 12,79%;

Biscoito Cream Cracker: queda no preço de 4,44%;

Massa sêmola espaguete: queda no preço de 1,47%;

Desinfetante: queda no preço de 0,98%.

Em todas as regiões do Brasil foi registrada alta na cesta, sendo que a região Norte foi onde a alta ficou maior, em 2,54%, chegando o valor da cesta a R$ 463,35.

Em seguida veio a região Nordeste, com alta de 1,91% e o preço da cesta chegando a R$ 452,54. No Sul a alta foi de 0,96% com valor de R$ 448,70. No Sudeste a alta chegou a 0,44% e o valor da cesta a R$ 392,91. E na região do Centro Oeste, a alta registrada foi de 0,13% com o valor da cesta a R$ 390,12.
Para João Sanzovo, vice-presidente da Abras, o aumento nos preços é resultante da crise econômica que afeta o Brasil e também da crise política. E somado a estes dois fatores, estão outras questões, como o desemprego e também a inflação.

E levando em consideração estes fatores, fica fácil analisar os próximos meses, que deverão ser de mais queda nas vendas dos supermercados, uma vez que a inflação não será controlada a curto prazo e o desemprego ainda vai continuar alto neste segundo semestre.

Por Russel

Consumo nos supermercados

Foto: Divulgação



Consumo do brasileiro está mais consciente


Com a crise econômica afetando todos os setores do Brasil, os brasileiros estão mais cautelosos e apresentam um consumo mais consciente.

Querendo ou não, o brasileiro está tendo que ter mais consciência na hora das compras, porque a crise não dá sinal de melhora, pelo contrário, a expectativa é que o segundo semestre deste ano seja tão difícil ou até mais, que o início do ano.

O brasileiro quando entra em uma crise, sempre tem aquela expectativa de que tudo vai melhorar, há de se dar um jeitinho e aos poucos as coisas vão chegando no lugar, mas desta vez é diferente, a crise se instalou para todos, sem data de ir embora.

Especialistas preveem que somente a partir do próximo ano é que as coisas começam a melhorar e mesmo assim não vai ser uma melhora como o brasileiro gostaria, pois a crise no país vai deixar sinais por muitos anos, então é bom se cuidar agora, para não se complicar depois.

A alta nos preços é o primeiro motivo que tem feito o brasileiro ser mais consciente na hora de consumir, pois basta ir ao supermercado, padaria, farmácia, posto de combustível ou qualquer outro estabelecimento comercial para ver que o dinheiro já não dá para comprar tanto como há algum tempo atrás.
E fazer dívidas agora é um péssimo negócio, porque o desemprego já está batendo na porta de muitos trabalhadores e quem está empregado sabe que não dá para confiar, é preciso manter as contas estabilizadas, para não passar muito aperto, caso seja demitido.

Consumir é algo que vem sendo feito somente em caso de real precisão. E mesmo assim, quando se consome, é feito de forma consciente e um bom exemplo está nos carrinhos de compras nos supermercados, onde o consumidor tem colocado somente os alimentos principais e os produtos que não podem ser deixados de lado.

Os postos de combustíveis também já apontam queda na venda, pois o brasileiro está evitando andar de carro, a não ser que seja realmente necessário.

E assim, em cada setor, vemos as vendas caindo, justamente porque o brasileiro está mais consciente.

E isso pelo menos tem um ponto positivo, que é o fato do consumo sendo menor, conseguir frear um pouco a inflação, porque se não fosse isso, a alta registrada nos preços seria ainda maior.

Por Russel

Consumo

Foto: Divulgação



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Queda em Outubro de 2012


A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) indicou em seu relatório mensal que a pretensão de consumo das famílias caiu no mês de outubro. Os dados do indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) para a cidade de São Paulo mostra uma queda de 0,2% em outubro. O ICF de outubro ficou em 139,8 pontos contra um índice de 140,1 em setembro. Em relação ao mês de outubro de 2011, o índice apresentou uma subida de 3,4%, naquele mês o indicador ficou com 135 pontos.

O ICF mede o otimismo no consumo das famílias em uma escala que vai de 0 a 200 pontos. A Fecomercio-SP cogita em sua publicação que a queda do indicador deveu-se a elevação dos preços no mercado. Segundo a Federação, a elevação foi acima do esperado pelas famílias. Isso teria produzido um efeito negativo, impactando o poder de compra. Ainda segundo a nota, as famílias estariam gastando mais para comprar produtos básicos.

Segundo o indicador, o que impactou mais na queda do índice foi o item "Perspectiva Profissional". Ele aponta uma variação negativa de 1,8%. O item "Renda Atual" recuou cerca de 1,5%, enquanto o item "Emprego Atual" observou uma alta de 0,4%. A Fecomercio-SP explica que houve um impacto neste último item em virtude da continuidade na geração de emprego, em especial as de caráter temporário.

Fonte: Exame

Por Matheus Camargo



Bacen – Consumo de turistas no Brasil tem aumento de 17,3% em abril


O segmento turístico se prepara para receber da melhor maneira possível os turistas estrangeiros que passarão por aqui em 2014, ano da Copa do Mundo. Enquanto as obras estão em andamento, os viajantes do exterior transitam em meio à diversidade cultural do país e os brasileiros, por sua vez, buscam aproveitar as melhores condições financeiras para conhecer destinos de outras nações.

Matéria divulgada pelo Ministério do Turismo (MTur) com base em anúncio realizado pelo Banco Central (BC) aponta que os gastos de turistas estrangeiros no Brasil saltaram para 17,3% em abril ante mês igual de um ano atrás, para R$ 540 milhões.

De acordo com Mario Moysés, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR), os dados enunciados ilustram que o trabalho realizado pelo país em fomentar os serviços e atrações, além de toda qualidade disposta em cada destino, assegura o Brasil no cenário mundial e o torna cada vez mais competitivo.

Entretanto, muito ainda precisa ser feito para o país não dar vexame durante a Copa do Mundo, como várias vezes observa o ex-jogador de futebol Pelé. O Brasil, por enquanto, tem se preocupado em salientar números sobre números, mas a verdadeira prova será conceituada daqui a três anos, de maneira qualitativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – 74% das famílias apresentam melhores condições econômicas em 2011


Sob o slogan de ‘produzir, articular e disseminar conhecimento para aperfeiçoar as políticas públicas e contribuir para o planejamento do desenvolvimento brasileiro’, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) leva à público a nona edição do Índice de Expectativa das Famílias (IEF).
O documento, divulgado na quinta-feira passada (5 de maio), mas referente ao mês de abril, aponta que 74% dos lares brasileiros têm melhor situação econômica nos dias atuais em comparação ao ano passado. Para 59% das famílias sondadas, nos próximos doze meses o Brasil enfrentará momentos melhores. Destaque para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, as mais otimistas de acordo com o Ipea.
Ainda considerando o campo econômico, o levantamento apura que 73% dos domicílios se rotulam como pouco endividados ou sem qualquer dívida. Os pedidos feitos pelo Banco Central (BC) e o governo brasileiro, num geral, parecem ter chegado aos ouvidos dos lares:  92% das famílias não têm a intenção de adquirir empréstimos ou financiamentos nos próximos meses.
Marcio Pochmann, presidente do Ipea, acredita que os números refletem justamente as medidas de restrição ao crédito adotadas há poucas semanas pelo BC. Levando-se em apreço os dados, realmente o consumidor parece estar mais precavido, mais consciente – ao menos na fala. Na prática, porém, o consumo ainda permanece em alta, e prova disto são os índices de vendas do Dia das Mães.
Por Luiz Felipe T. Erdei



APAS – Mulheres das Classes C, D e E compram mais produtos de beleza


O crescimento da economia brasileira expôs uma nova realidade não apenas aos próprios consumidores brasileiros, mas também aos empresários. A população cada vez mais exigente e adepta a adquirir bens e serviços diferenciados passou a obrigar os supermercados, por exemplo, a se adequarem ao ambiente basicamente inédito.

Neste início de semana, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) divulgou balanços sobre o panorama brasileiro no setor. Por meio do relatório "Tendências do Consumidor" com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, a cesta de beleza e higiene cresceu consideravelmente se destacada a classe C. De dois anos atrás para 2010, o volume aumentou 7%, índice pouco inferior aos 8% constatado nas classes D e E.

Esta pequena fatia do levantamento ilustra o otimismo do setor supermercadista para 2011, que prevê avanço de 4% nas vendas gerais em comparação a 2010. De acordo com Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), esse avanço precisa acompanhar o endividamento do consumidor, que no ano passado obteve renda média de R$ 2.146, mas que gastou, em contrapartida, R$ 2.171.

Por Luiz Felipe T. Erdei



APAS – Classes C e D estão consumindo mais no país


O consumo das classes mais baixas da sociedade aumentou com astúcia nos últimos meses, motivando ao governo e empresários a estimarem projeções positivas para o futuro, mesmo em meio a uma anunciada desaceleração econômica. O poder aquisitivo em alta, a massa salarial em constante progresso e a diminuição das desigualdades são pontos elucidados sempre que possível em uma análise sobre o cenário brasileiro.

Um levantamento denominado Tendências do Consumidor aponta que as classes D e E são as grandes consumidoras dos dias atuais. Criada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em parceria com a Kantar Worldpanel e Nielsen, a pesquisa revela que juntas as duas castas apresentaram aumento de 16% no consumo de serviços e produtos no ano passado, ao mesmo tempo em que as classes A, B e C somaram incremento de 13%.

O estudo indica que nos últimos cinco anos 2,2 milhões de lares brasileiros migraram para a classe média, a nova classe média. Para elucidar em percentuais, significa dizer que os 33% de participação de consumo da classe C no ano de 2005 avançou para 38% em 2010. Perspectivas miram novo aumento: 41% em 2011.

Produtos perecíveis, além de bebidas alcoólicas e não-alcoólicas, foram mais procurados pela classe média. Bom para os supermercados, que cada vez mais apostam no potencial da demanda para veicular promoções e renovar estoques.

De acordo com a pesquisa, cerca de 80% dos consumidores do país transitam por mais de três pontos de comércio para abastecerem suas moradias, crescimento também transpassado no número de vezes em que as pessoas vão aos supermercados, de 106 nos últimos dois anos, para 123 vezes de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Abril 2011


No intuito de conter o consumo do brasileiro, o Banco Central (BC) adotou uma série de medidas, com início no final do ano passado, então estendidas para 2011. A principal delas, que deveria afetar diretamente consumidores e empresas, foi a restrição ao crédito, mas até agora poucas novidades plausíveis em relação às intenções da instituição financeira.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) manteve estabilidade entre março e abril, em 135 pontos. No confronto com o quarto mês de 2010, o indicador registrou incremento de 3,1%, mostrando, portanto, bons ares no concernente à condição econômica dos lares paulistanos.

O ICF indica bom patamar de satisfação quando o número registrado ultrapassa a barreira de 100 pontos, pois o indicador leva em conta informações de zero a 200 pontos. A Fecomercio pondera que os dados de abril devem continuar a ribombar durante o atual semestre e que as medidas do BC foram sentidas com mais ênfase ainda no primeiro bimestre de 2011.

O levantamento ilustra ascensão de 5,7% no componente Acesso a Crédito em abril perante março, retornando, pois, ao patamar de 151,7 pontos delineado em abril de 2010. A Fecomercio avalia que esse avanço pode ser entendido como um reajuste normal em relação à baixa acumulada de 13,2% entre os meses de dezembro do ano passado e março deste.

O elemento Renda Atual cresceu 1,8% na base comparativa mensal, para 151,8 pontos. O Emprego Atual, dentro do quesito, aumentou 1,9%. As duas situações na óptica da Fecomercio denotam reflexos dos patamares econômicos de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda do ICC entre Março e Abril 2011 – Índice de Confiança do Consumidor


Os consumidores tiveram inúmeras possibilidades de melhorar de vida nos últimos meses desde que a crise financeira global foi superada. Um dos pontos mais positivos em meio ao consumismo exacerbado ocorreu, sem dúvidas, quando se destacou (por várias vezes) o termo confiança.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustrou decréscimo de 1,6% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre março e abril deste ano. Os 120,1 pontos do primeiro período foram substituídos por 118,2 pontos no seguinte, em outras palavras, a segunda queda consecutiva do indicador.

De acordo com a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA) decresceu 3,0%, de 145,0 pontos para 140,6 pontos, atingindo portanto, o menor nível desde outubro do ano passado.

O Índice de Expectativas (IE) também caiu no período, porém num patamar menos enfático. De março a abril a queda abraçou taxa de 0,5%, de anteriores 106,8 pontos para 106,3 pontos.

O levantamento também revela que a apreciação sobre a conjuntura econômica no país foi o elemento que mais pressionou a baixa do ICC no mês. O índice de pessoas que estimam a situação atual como boa decresceu de 34,7% para 29,2%, ao mesmo tempo em que a taxa daqueles que a avaliam como ruim saltou de 17,3% para 21,2%.

Os resultados dão um bom entendimento de que o consumidor está atento às novas dificuldades de consumo. Mesmo assim, a aquisição de serviços e bens pouco diminuiu desde que o Banco Central (BC) adotou medidas de restrição ao crédito. A desaceleração econômica está aí, mas deve ser bastante sentida em meados de junho, julho e agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio – ICF apresentou queda em fevereiro de 2011


O início do ciclo de aperto monetário instaurado pelo Banco Central (BC) começou a dar os primeiros sinais de sucesso. A intenção do governo é evitar que a inflação se eleve nem que para isso seja necessário aumentar em mais alguns décimos a taxa básica de juros da economia, a Selic de 2011.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela por meio do Índice de Consumo das Famílias (ICF) que o consumo dos lares paulistanos recuou 3,8% no mês passado em comparação a janeiro, para 136,2 pontos. Esta, diga-se de passagem, é a segunda baixa seguida do indicador.

Apesar dessa queda, o ICF se mantém positivo, pois numa escala entre zero e 200 pontos há constatação de satisfação das condições financeiras da família quando o indicador supera 100 pontos. De acordo com a Fecomercio, o arrefecimento reflete o crescimento do endividamento da população.

O Nível de Consumo Atual, integrante do ICF, cedeu 15,2%, chegando a 98,9 pontos em fevereiro, apontando, portanto, que as medidas adotadas pelo governo estão surtindo os efeitos esperados. O Acesso ao Crédito, por sua vez, caiu 7,9% entre os dois períodos, para 148,9 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Classe C – Consumo em 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a classe C brasileira representa 50,5% de toda a população. Essa casta, como muito bem mensuram jornais impressos e onlines, tem se mostrado propensa a participar ativamente da economia, tanto por meio da aquisição de bens duráveis como, também, através de produtos perecíveis e outros mais.

Segundo pesquisa edificada pelo instituto Data Popular, a classe C consumiu, neste ano, 41,35% do total de serviços e bens situados nas áreas urbanas. Unidas, as classes A e B consumiram índice pouco superior, de 42,9%. Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que todas as hierarquias arroladas gastaram R$ 2,1 trilhões em 2010.

Nos últimos anos, o avanço do consumo da nova classe média foi se robustecendo. Para se ter ideia, em 2002 representava 25,8% do total de serviços e bens, enquanto as castas A e B respondiam por 58,1%.

Na concepção de Renato Meirelles, diretor do instituto, o desempenho reflete o incremento das famílias emergentes na sociedade e o discernimento de escolha popular, fundamentado no custo vs benefício de mercadorias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Natal 2010 – Setor Varejista prevê alta no consumo


O Natal deste ano é pressagiado como um dos melhores da década. O otimismo da população brasileira, mesmo em meio às novas medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no concernente ao crédito, segue adiante com suporte no maior poder de renda e aumento das oportunidades de trabalho ao longo dos últimos meses.

Estudo realizado pela Serasa Experian com base na opinião de mais de mil executivos do segmento varejista revelou que para 69% deles é aguardado incremento próximo de 10,5% em 2010 perante 2009 em relação ao faturamento.

Matéria listada pelo portal de Economia Terra relaciona que o estudo indicou 33% dos varejistas com previsões de que o gasto médio com presentes para o Natal contemple até R$ 50. O percentual sobe no levantamento para 34% quando o valor em questão varia de R$ 51 a R$ 100. Um pouco mais baixa figura a perspectiva para gastos entre R$ 101 e R$ 200 (18%).

Por sistemas de pagamento, a Serasa prevê que 36% das compras à vista serão cunhadas com dinheiro, 25% por meio de cartão de crédito e 19% com cartão de débito. Em relação às compras a prazo, 46% das pessoas devem fazer uso do cartão de crédito e 29% delas cheque pré-datado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Consumo dos Brasileiros – Alta em 2010


O otimismo dos consumidores com a economia do país tem por base três pontos de análise bem fomentados pela imprensa nacional: crescimento do número de postos de trabalho, acesso ao crédito de maneira menos restrita e aumento da massa salarial. Cada qual contribuiu, especialmente neste ano, para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com desaceleração prevista para o terceiro trimestre.

As datas festivas, entre as quais Natal e virada de 2010 para 2011, têm incitado os brasileiros a renegociarem suas dívidas para, então, contraíram novas compras, parceladas ou não. De acordo com informações relacionadas no Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o consumo das famílias aumentou 7,4% no acumulado deste ano.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL sopesa avanço de 6,2% se analisado somente setembro de 2010 com o mês igual do ano passado. Em comparação a agosto deste ano, porém, o consumo dos lares abarca incremento de 0,7% – após ascensão anterior de 0,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Consumo de Brasileiros em Viagens Internacionais e de Extrangeiros no Brasil


Informações divulgadas recentemente pelo Banco Central revelaram que o consumo dos brasileiros em viagens fora do país continuam a ascender, tanto que em outubro chegaram a US$ 1,692 bilhão, montante que reunido aos nove meses anteriores do ano acumulam gastos de US$ 13,160 bilhões, bem acima dos US$ 10,898 acumulados nos 365 dias de 2009.

Em contrapartida, descreve a Band Online, as despesas de estrangeiros no país somam entre janeiro e outubro US$ 4,575 bilhões, também superior ao acúmulo registrado no período análogo do ano passado, de US$ 4,320 bilhões. Se relacionado somente o décimo mês de 2010 existe queda anual, dos atuais US$ 436 milhões, ante US$ 451 milhões de antes.

Estabelecendo-se comparativo entre gastos dos residentes no país contra despesas de estrangeiros dentro das fronteiras tupiniquins, há saldo negativo de US$ 8,402 bilhões no acumulado de todo o ano até outubro e de US$ 1,256 bilhão apenas no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Instituto Data Popular – Pesquisa revela que Negros são os maiores Consumidores no Brasil


Dados reunidos pelo Instituto Data Popular atestam que os cidadãos negros mais pobres são aqueles que mais dispensam seus salários para compras em todo o país. A movimentação gerida pelos lares das classes C e D com renda abaixo de R$ 2 mil (aproximadamente quatro salários mínimos) foi de R$ 554 bilhões em 2010.

Com base nesse valor, o instituto considera que o consumo é mais do que a metade do realizado pelos brancos. Segundo o portal R7, o resultado é decorrente da maior participação da população negra no cenário da economia brasileira, com aumento de 58,3% em 2010 perante 1996.

Televisão, geladeira, máquina de lavar e freezer estão compreendidos entre aquelas mercadorias que passaram a ser adquiridas pelos negros, além de computadores e celulares, os dois últimos exemplos, em especial, refletindo o maior acesso dessa população aos meios de comunicação, entre os quais a internet.

O tão comentado aumento do poder de consumo dos brasileiros teve boa participação por parte dos negros. Uma das justificativas, segundo o Data Popular com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é o crescimento dos negros no mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Créditos e Compras a Prazo mais acessíveis


A economia brasileira tem conseguido crescer bem nos últimos meses, em parte pelas medidas de incentivo do governo, em parte pela boa atuação do Banco Central frente aos problemas que cercaram todos os países do globo no biênio 2008 e 2009 – em alguns pontos específicos o colapso ainda é sentido. O poder de compra dos brasileiros cedeu 1,2% entre julho passado e agosto.

Introduções à parte, famosíssima frase entre as inúmeras classes sociais reflete o momento pelo qual o país atravessa: comprar a prazo está mais tranquilo. Pois bem, isso é uma realidade sim, embora no atual mês a população brasileira esteja mais endividada. Segundo pesquisa emitida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi 62,5% o total dos entrevistados que afirmaram tal prerrogativa.

Reportagem apregoada pelo portal de Economia UOL assinala que os percentuais elevados de compras a prazo tem por base inúmeras características, tais como as rentáveis taxas de juros (40,4% ao ano, em média) e os prazos de financiamento cada vez mais longos. De acordo com o veículo de comunicação, pouco mais de 59% dos lares brasileiros apresentam algum tipo de dívida, aumento de 1,4% em comparação ao diagnosticado no mês passado. A inadimplência, por sua vez, aumentou 1,9%, passando a figurar, atualmente, 24,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Energia Elétrica – Tributos que encarecem a conta


De acordo com dados do Instituto Acende Brasil, no ano de 2009 dos valores pagos pelo consumo de energia elétrica no país, quarenta e sete por cento do total referem-se a pagamentos de encargos e impostos.

O valor registrado em 2009 foi maior em relação ao ano de 2008, onde foi registrado que cerca de quarenta e cinco por cento dos valores pagos com energia elétrica foram para os cofres públicos. Há vários impostos que incidem sobre as contas de energia elétrica e, de acordo com o instituto, os que mais oneram são os impostos estaduais e federais.

Só a Confins por exemplo, passou de 3,48% para 6,942%, no decorrer dos anos de 1999 a 2008. Além disto, encargos como o CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) também são relevantes na contribuição para o aumento da carga tributária no setor elétrico.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Tempo Online, Correio do Estado



Comercialização de cimento cresce 16% em abril


A expansão imobiliária com origem em diversos segmentos, desde comerciais a residenciais, sobretudo em virtude do programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”, tem beneficiado inúmeros segmentos fornecedores de produtos para a edificação de casas, condomínios e prédios.

Dados anunciados pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) indicam que as vendas de cimento, pelo Brasil, devido à maior renda do consumidor e à oferta de crédito, continua ascendendo consideravelmente. Em abril, por exemplo, a comercialização foi superior em quase 16% em relação ao mês igual de 2009.

Nos primeiros quatro meses do ano, de acordo com o portal de notícias G1, a venda acumulada foi maior em 15,7% se os dados comparativos forem relacionados ao mesmo período do ano passado. O setor estima vender, até o final de 2010, mais de 56 milhões de toneladas de cimento.

Critique quem quiser, mas com essa expansão, outro indicativo de que o país continua a crescer a seu modo e com seus defeitos, aparece.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Classe B será a mais participativa na economia em 2010, avalia estudo


A Classe C do Brasil tem feito Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, comemorar com grande intensidade os resultados obtidos, que convergem, pois, com suas propostas defendidas com unhas e dentes desde que ingressou na carreira política, embora almeje que as camadas D e E também consigam notoriedade.

Apesar disso, o estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target aponta que as famílias e cidades pertencentes à classe B serão aquelas que melhor representarão o consumo pelo país em 2010. Segundo reportagem do portal de notícias G1, o aumento do crédito, do emprego e da renda serão os responsáveis pela dilatação com despesas em viagens e aquisição de automóveis, eletrodomésticos, móveis e roupas.

O estudo mencionado, que contou com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assinala o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 6,1% para 2010 como referência substancial à expectativa.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Indústria do Consumo – O Que Realmente é Necessário Comprar?


Trabalhamos, trabalhamos e trabalharmos para comprar, comprar e comprar. Comprar o necessário e também o desnecessário.

O trabalho é fundamental para o ser humano, pois além dele ocupar o seu cérebro, o homem pode comprar aquilo que ele almeja. Contudo nem tudo o que  almejamos é útil para as  nossas  vidas .

A indústria do consumo persuade o ser humano, a comprar tudo aquilo que ele vê pela frente. Um exame de consciência nessa ocasião é imprescindível, o que realmente necessitamos comprar, aquilo é essencial ou supérfluo. São essas questões que devem rodear a vida do trabalhador.

Também não sejamos radicais, não faz mal a ninguém comprar algo supérfluo de vez em quando. Porém viver de consumismo impulsivo é um mal que devemos combater.



Queda ICC – Confiança do Consumidor diminui em Fevereiro


Nem sempre o que as lideranças do país fomentam é visto igualmente pelo restante da população. Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliou, por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que o cidadão está menos otimista em 2,2% em fevereiro em comparação com o primeiro mês do ano.

A pontuação, que detém uma avaliação entre 0 e 200 pontos (ou seja, quanto mais próximo de 200, mais confiança o consumidor tem), para o atual mês foi de 110,2 pontos, contra 113 de janeiro.

Embora isso represente um estado negativo, para a atualidade o consumidor acredita que a situação financeira é positiva, mas a eventos futuros, isso não é bem lá verdade. No ICC, segundo o Portal de Economia do Estadão, o percentual de pessoas que acreditam em melhorias na conjuntura do lar para os próximos meses caiu de 29,6% em janeiro deste ano para 28,4% em fevereiro de 2010.

A pesquisa sondou mais de 2 mil domicílios em sete capitais brasileiras, do dia 1º ao dia 19 de fevereiro. Para ler mais informações, acesse o Portal do Estadão aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produtos Típicos Carnaval tem Aumento de Preços


A menos de uma semana para o Carnaval, pesquisas se encarregam de ilustrar ao consumidor quais os melhores locais para a aquisição de produtos típicos, bem como indicativas para onde as pessoas podem comprar mercadorias por um custo menor. Porém, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IPBT), em 2010 os preços aumentaram significativamente devido a cargas tributárias embutidas.

Para efeito contextual, o percentual (ou taxa) de tributos sobre a cerveja chega a 54,8%. Com base nisso, João Eloi Onenike, presidente do IPBT, ressalta que os produtos considerados de menor importância sofreram mais com a crise mundial, pois o governo brasileiro, segundo ele, teve foco principal em diminuir os impostos de carros e da linha branca, entre outros.

Alguns dos percentuais divulgados pelo Instituto podem deixar a população de orelha em pé. A famosa água de coco, tão consumida no calor, tem carga tributária de 34,13%. Os músicos também saíram prejudicados porque o Agogô, o Violão e o Cavaquinho, por exemplo, possuem quase 39% de tributos embutidos cada um.

Na hora da folia, a melhor iniciativa é pensar bem e pesquisar muito mais, sobretudo, antes de gastar.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Gastos Familiar – Adolescentes ajudam no Aumento Despesas de Casa


Um estudo feito pela Kantar Worldpanel revela que as famílias mais endividadas do Brasil possuem adolescentes em casa. Isso suscita, pois, a idéia de que os hábitos consumistas desses jovens fazem com que a média de gastos mensais de cada lar seja 5% além de sua receita.

Os principais itens constatados para esse aumento estão em gastos em restaurantes e roupas. Telefone e internet, obviamente, não passaram despercebidos e são 9% superiores, afinal, o acesso da classe C ao mundo virtual passou a contribuir para maiores despesas.

Segundo a Agência Estado, os adolescentes pertencentes às classes A e B são os que mais geram custos em seus lares, diferentemente dos vigentes na classe C, que administram com exatidão seus recursos e economizam mais do que ganham.

De acordo com  a pesquisa, a renda média mensal de cada membro de famílias com adolescentes é R$ 218, com gasto médio estimado em R$ 196.

Saiba mais informações e percentuais sobre o curioso assunto aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dívidas colocam Daslu a Venda


A tão comentada e por muitas vezes mal falada Daslu não alcançou seu principal objetivo: abrir seu capital neste ano. Após inúmeros escândalos envolvendo sua direção, principalmente relacionada a imagem da empresária Eliane Tranchesi, a loja foi colocada a venda e oferecida a empresários e fundos investidores.

De acordo com reportagem noticiada pela Agência Estado, a Daslu deu início às suas negociatas com a Inbrands, empresa comandante de grifes de renome, como Isabela Capeto, Herchcovitch e a Ellus. No entanto, revela o artigo, não há nada finalizado.

As dívidas da Daslu somam quase R$ 1 bilhão, portanto, é considerada um investimento de risco. A principal dificuldade, senão a monetária, será estabelecer uma nova imagem à loja, que teve muitos escândalos de subfaturamento de importação.

Confira outros pontos da notícia aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumo de Sorvete no Brasil em 2009 – Aumenta em 70% com Verão


O calor pede sempre um sorvetinho geladinho, ou, então, isotônicos, sucos naturais, entre outros. A Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS) fez um levantamento sobre o consumo de sorvete do brasileiro durante o ano.

No período do Verão, entre setembro e março, a ingestão representa aproximadamente 70% do total comercializado durante o ano, desde picolés e softs a sorvetes de massa. O ano passado representou um aumento de 3% nas vendas, ilustrando, assim, que o mercado tem feito a ampliação de variedades, bem como melhorado a tecnologia e mão-de-obra empregadas na produção.

De acordo com os últimos estudos, o brasileiro consome 4,7 litros de sorvete por ano, aproximadamente 30% do visto em países mais frios, como a Dinamarca e a Finlândia. Isto porque, revela Eduardo Weisberg, presidente da ABIS, existe uma diferença cultural, pois nas duas nações citadas neste parágrafo, o consumo no Inverno é feito normalmente, diferentemente do visto no Brasil, quando se acredita que tomar sorvete nessa época faz mal.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Alshop prevê que Vendas no Natal 2009 será o melhor da década


Um estudo feito pela Associação de Lojistas de Shoppings (Alshop) indica que o Natal de 2009 será o melhor já visto nesta década. Isto porque no último final de semana (dias 12 e 13 de dezembro) houve um crescimento de 7% nas vendas, em geral, pelos estabelecimentos distribuídos pelo Brasil.

Em reportagem publicada pela Agência Estado, Nabil Sahyoun, presidente da Alshop, afirma que o fator chuva, juntamente com as vésperas de Natal e o 13º salário do brasileiro contribuíram para esse solavanco nas vendas. Por outro lado, revela a mesma reportagem com base em dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o comércio de rua foi o grande prejudicado.

Um grupo administrador de dez Shoppings Centers pelas terras tupiniquins revela que houve um movimento entre 6% e 8% maior de clientes pelos corredores dos shoppings, com crescimento das vendas em 13% a 14% em relação ao mesmo período do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Corte do IPI em Eletrodomésticos Favorece Classe Média Brasileira


O novo e recente corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca – fogão, geladeira e máquina de lavar –, automóveis, móveis e materiais de construção gerará um abatimento, de acordo com informações divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, de R$ 210 milhões aos brasileiros de classe média.

Essa cifra estimada corresponde a 21% do custo do benefício Bolsa-Família por mês, um amparo para quase 11 milhões de famílias carentes, revela Alexandre Andrade, economista da Tendências Consultoria Integrada, órgão praticante deste levantamento e vinculado à reportagem.

Além disso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que o 13º salário, em suas duas parcelas, deverá injetar na economia brasileira um montante de R$ 84,6 bilhões, exatamente 8,5% maior que o relacionado no ano passado. Se tudo correr bem e dentro do previsto, este poderá ser o melhor Natal da década, afirma o Estadão em consonância com economistas, industriais, executivos e comerciantes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lei da Entrega com Hora Marcada não é cumprida por Lojistas


A lei que determina às lojas entregarem produtos aos clientes com data e hora marcada entrou em vigor há poucas semanas. Porém, o consumidor ainda defronta-se com inúmeros atrasos, estendidos, em alguns casos, em 24 horas ou mais. De acordo com reportagem veiculada pelo Jornal da Tarde, poucas lojas visitadas conseguem cumprir a meta.

A Lei Estadual 13.747/09, em funcionamento desde 7 de outubro deste ano, prevê que os prestadores de serviços e estabelecimentos proporcionem a seus clientes a possibilidade de efetuar o agendamento de entrega em data e turno demarcados. Caso não haja cumprimento, a multa pode variar de R$ 212,81 a R$ 3,192 milhões.

Como era de se esperar, desculpas não faltam. Algumas grandes lojas alegam que a logística no processo foi a culpada. Para Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), as iniciais dificuldades adaptativas são relevantes, pois quando a lei foi criada, mal se buscou a opinião do varejo e se levou em consideração as dificuldades no trânsito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Estudo mostra que Classe Baixa gasta mais que Classe Alta


Os Estados brasileiros mais focados na segunda campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva surpreenderam. De acordo com um estudo, que levantou dados dos últimos 12 meses até setembro deste ano, a população das classes D e E do Norte e Nordeste do Brasil consumiram mais que a massa rica do Sudeste.

Informações denotam que os menos favorecidos – socialmente – daqueles Estados gastaram R$ 8,8 bilhões, 5% a mais que os ricos do Sudeste brasileiro, que desembolsaram R$ 8,4 bilhões. Estes dados cerceiam cestas de alimentos, produtos de limpeza e de higiene pessoal.

Para Christine Pereira, diretora da empresa responsável pela pesquisa, a LatinPanel – considerada a mais notória companhia de estudo domiciliar da América Latina –, houve uma reversão nesses quesitos, pois, anteriormente, os ricos gastavam, aproximadamente, 5% a mais que os pobres.

Segundo ela, inflação em baixa, melhor renda dos trabalhadores que ganham salários mínimos e o fato de a crise financeira não ter atingido as camadas com menor renda explicam esses dados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reunião deve definir Ressarcimento das Contas de Energia Elétrica para os Consumidores


Parece que finalmente o governo decidiu tomar frente e assegurar o bem-estar da população brasileira. Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Edison Lobão, ministro de Minas e Energia, se encontrarão com Nelson Hubner, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com a finalidade de ressarcir os consumidores que têm pago a mais contas desde 2002.

As distribuidoras do sistema elétrico, ao que se sabe, almejam participar dos embates entre a cúpula deste caso, porém, com uma ressalva: que todo e qualquer processo de ressarcimento seja único e exclusivamente apresentado pela Aneel, que é a grande responsável pela fiscalização do setor.

Em conformidade com um levantamento executado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o consumidor brasileiro tem efetuado seu pagamento além do preço justo por conta de erros de cálculos nos reajustes tarifários. Se fossem corretamente baixados, provavelmente trariam valores menores à sociedade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário mínimo deveria valer R$ 1,9 mil para cobrir as despesas básicas do cidadão


De acordo com dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor do salário mínimo deveria valer R$ 1.994,82 em julho de 2009 para poder cobrir as despesas básicas do trabalhador e seus familiares.

O valor do salário mínimo vigente no Brasil é de R$ 465, ou seja, 4,29 vezes menor do que seria necessário para suprir necessidades básicas como moradia, saúde, alimentação, vestuário, educação, higiene, transporte, lazer e previdência do cidadão e sua família, fatores determinados pela Constituição Federal e que o Dieese levou em conta para o cálculo do valor do salário mínimo brasileiro.



De acordo com Dieese o salário mínimo do brasileiro deveria ser de R$ 2.005,57


Levantamento divulgado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), revelou que o salário mínimo necessário, para o trabalhador brasileiro suprir suas necessidades básicas e de sua família, deveria ser de R$ 2.005,57 no mês de março.

O cálculo, para chegar a este valor, foi feito com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica em março, realizada em 17 capitais brasileiras. 

Na pesquisa foi considerado o presuposto na Constituição Federal, de que “o salário mínimo fixado em lei deverá suprir as necessidades vitais básicas e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social”. O gasto familiar foi ponderado, considerando o maior valor da ração essencial das localidades pesquisadas para uma família de dois adultos e duas crianças.



O aumeto da venda de produtos populares no Brasil está gerando novos empregos


A preocupação do consumidor em economizar está fazendo com que o Setor de Produtos Populares cresça a cada dia. 

Com o aumento da procura por produtos bons e baratos, comerciantes comemoram e indústrias aumentam a produção. Isso faz com que aumenta a demanda por mão-de-obra, gerando mais empregos neste setor.

No Rio, foi inaugurado um Shopping popular, para atingir o consumo de comunidades da Baixada Fluminense. Só o shopping gerou 2,5 mil empregos.

Confira a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Cuidado com as faturas que recebe em casa que podem ter cobranças indevidas


Muitas pessoas recebem em sua casa faturas de serviços que não foram utilizados nem solicitados pelo consumidor e, muita gente acaba pagando estas cobranças por que não reparou nos detalhes da fatura.

O Procon alerta para que o consumidor observe todos os detalhes da fatura que recebe e se todos os serviços cobrados foram realmente utilizados. Cobrar serviços que não foram utilizados e nem solicitados é uma prática abusiva, passível de multa e indenização.

A multa, em caso de cobrança indevida, pode variar de R$ 200 a R$ 3 milhões, segundo o Procon.



Portabilidade numérica facilita a vida dos usuários de telefonia fixa e móvel


Até o início de março, todos os usuários de telefonia fixa ou móvel poderão mudar de operadora e manter o mesmo número.

Desde que foi implantada, a portabilidade já foi usada por mais de 230 mil consumidores

Muitas pessoas temiam trocar de operadora para evitar o transtorno de ter que enviar o seu novo número para todos os seus contatos. Agora, além de poder manter o seu número, o usuário ele poderá escolher a operadora que oferecer melhores condições, planos mais acessíveis e melhores serviços.



Governo irá incentivar troca de geladeiras velhas por novas


Até o início de março, o Governo Federal deverá lançar um programa que irá ajudar as famílias de baixa renda a substituirem geladeiras velhas por novas. O objetivo é diminuir o gasto energético e dar um “empurrãozinho” no setor de vendas de eletrodomésticos, que está prejudicado com a crise econômica. A meta é susbtituir 1 milhão de geladeiras por ano.

Haja vista que geladeiras antigas são as que gastam mais energia, o programa trará uma economia anual de R$100 na conta de luz da população de baixa renda, afirma o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. 

Uma forma de cumprir a meta é através da utilização do fundo de eficiência energética para a distribuição de geladeiras, através de sorteio, para a população de muito baixa renda.  Outra forma de conseguir a troca da geladeira será através de descontos e juros menores no financiamento ao entregar a geladeira velha na hora da compra. 

A estimativa é que este programa resultará numa economia de enregia equivalente ao que é gerado por uma turbina da Hidrelétrica de Itaipu, cerca de 5,26 gigawatts/hora, afirma o Ministro.



Como fazer seu salário durar mais tempo


Mesmo com o aumento do salário mínimo, é muito difícil fazer o dinheiro durar até o final do mês, o que leva ao aumento de dívidas e inadimplências.

Mas como conseguir sobreviver com o salário durante o mês inteiro? Segue abaixo algumas dicas úteis que irão ajudá-lo a economizar e “esticar” o seu dinheiro:

  • Faça uma tabela com o orçamento familiar mensal, veja todos os gastos que você pode cortar no mês, ou seja, aqueles que não são essenciais;
  • Defina uma quantidade do seu salário que você irá poupar mensalmente, por menor que seja o valor, haverá sempre um valor maior com o passar dos meses ou até mesmo dos anos;
  • Controle as suas prestações, se possível pague à vista e, caso não consiga, faça com que o valor das prestações (cartão de crédito, casa, carro) não ultrapasse 40% de seu rendimento mensal;
  • Antes de ir ao supermercado, faça uma lista do essencial e seja fiel à ela. É bom fazer compração de preços entre marcas e supermercados, a variação tende a ser grande. Uma dica: nunca vá ao supermercado com fome, você tende a comprar mais coisas supérfulas;
  • Economize água! Veja se há algum vazamento, se as torneiras estão mais fechadas, tome banhos mais rápidos. Com isso a economia pode chegar a 200m³ de água ao ano;
  • Utilize lâmpadas econômicas (fluorescentes), elas gastam menos luz e duram mais. Evite deixar os aparelhos elétricos em “stand-by”, desligue-os;
  • Se possui dívidas, tente negociar com os bancos prestações mais suaves.  


É possível sobreviver com um salário mínimo?


De acordo com a Constituição, o valor do salário mínimo deverá atender as necessidades vitais básicas do trabalhador e de sua família, como moradia, alimentação educação, saúde, vestuário,  transporte, lazer, higiente e previdência social.

Nos tempos atuais, é muito difícil um trabalhador conseguir sustentar uma casa com um salário de R$465,00. Mas não é impossível!

Evite gastar mais do que tem, evite se endividar com cartões de crédito ou financiamenmtos. Economize!!

Corte gastos desnecessários, recicle, reaproveite, evite desperdícios e, o mais importante, invista em você. Estude!! Só depende de você conseguir um emprego melhor, um salário mais alto para levar uma vida com um pouco mais de qualidade.

Uma coisa é certa, POUPE!! Só assim você conseguirá sobreviver com um salário mínimo. 



Segredos para poupar nas compras no supermercado e economizar água


Você reaproveita alimentos? Poupa nos supermercados? Sabe economizar água?

A dica no mercado é: compre exatamente o que você precisa. Evite o desperdício!

Cuide também com o prazo de validade dos produtos. Nunca se empolgue com promoções pois muitas vezes são feitas devido a um vencimento muito próximo da validade.

Quanto a consumo elétrico, os vilões das casas brasileiras são o ferro elétrico e a cafeteira elétrica. Saiba que após 20 minutos de preparado, o café já perde as suas propriedades originais.