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Inadimplência registrou o índice de 38,9% em setembro


População adulta que está inadimplente no Brasil foi de 38,9% em setembro deste ano, o equivalente a 57 milhões de pessoas.

O atual cenário econômico do Brasil traz diversas consequências de caráter negativo. Um grande exemplo é quanto ao número de brasileiros inadimplentes. Segundo a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, a CNDL, até o mês de setembro 38,9% da população adulta do Brasil se encontrava na lista de inadimplentes. Portanto, isso é o equivalente a 57 milhões de pessoas.

O cenário de inadimplência é bastante preocupante. No mês de setembro, por exemplo, tivemos um aumento de 5,45% de contas atrasadas por parte dos consumidores quando a comparação é feita com setembro de 2014.

Além dos números aqui divulgados, a CNDL também destacou os principais fatores que estão contribuindo com o aumento da inadimplência em 2015: a perda do dinamismo da economia, bem como a piora nas condições do mercado de trabalho.

Outro dado importante está relacionado à quantidade de dívidas individualmente que não foram pagas: foi registrado um aumento de 6,63% em setembro quando a comparação é feita com o acumulado anual.

Em geral a maior parte da dívida é juntamente com os bancos, ou seja, as instituições financeiras do país são os principais cobradores do país. Ao todo, 48,17% é a taxa total da dívida da qual são merecedoras as instituições financeiras. Apenas no mês de setembro tivemos um aumento de 10,32% em tais débitos.

Já em relação à divisão da dívida por regiões, o grande líder de dívida éo Sudeste. No entanto, outras duas regiões se destacam quando o assunto é o crescimento de inadimplentes: Nordeste e Sul registraram aumentos de 7,85% e 6,84%, respectivamente. As outras regiões do país também registraram aumento: o Centro-Oeste teve um aumento de 6,28%; o Norte viu o número de inadimplentes subir em 4,03%; já o Sudoeste obteve um aumento de 3,18%.

Com isso, é esperado que o país chegue ao mês de dezembro com um crescimento do número de inadimplentes na casa dos 6%. Porém, é importante destacar que é bastante comum que as pessoas quitem as suas dívidas no final do ano. Dessa forma, a expectativa proposta pode variar bastante.

Por Bruno Henrique

Inadimplência



Intenção de Consumo das Famílias registrou queda em setembro


Em setembro houve um recuo de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras em comparação ao mês de agosto. Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 34,5%.

O ICF – Intenção de Consumo das Famílias – é um indicador que fica sob a responsabilidade da CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens,  Serviços e Turismo e apontou um dado preocupante: em setembro houve um recuo de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras.

A queda foi em relação a agosto deste ano e de acordo com a entidade o índice chegou a somente 79,8 pontos. Em relação ao mesmo período do ano passado a queda foi de 34,5%.

Pela oitava vez seguida o índice registra uma queda, apontando que as famílias brasileiras não acreditam que a situação econômica do país irá melhorar a curto prazo. O índice começou a ser feito em 2010 e desde então este é o mês onde os quesitos que são apurados registram os menores valores.

Em agosto a inflação apresentou uma desaceleração, mas isto não convenceu os brasileiros de que a situação vai melhorar e as famílias preferem continuar segurando na hora da compra.

Um dos componentes utilizado neste índice é o "Nível de Consumo Atual" e ficou entre os mais baixos, obtendo apenas 59,9 pontos. Uma queda de quase 4% em relação a agosto. A grande maioria das famílias brasileiras declarou que está consumindo bem menos do que em 2014.

E há vários fatores fazendo com que as famílias continuem reduzindo o consumo, por exemplo, o elevado custo do crédito tem dificultado as compras, assim como o endividamento que continua alto. Tanto é que o componente "Acesso ao Crédito" registrou nova baixa, tendo uma queda mensal de 3,2% e 37,4% anual.
Tem um componente que é responsável por apurar a satisfação do brasileiro com o seu emprego e este foi o único que ficou positivo, registrando 106,9 pontos, mesmo assim, em relação a agosto apresentou uma queda de 18,8% mostrando que a insatisfação com o emprego continua crescendo.

E a CNC revisou a expectativa de vendas no varejo para este ano e o resultado é uma queda acentuada, com retração na casa dos 3%, sendo que em agosto a expectativa era que a queda fosse de 2,4%.

Por Russel

Consumo das famílias



Compras nos supermercados diminuíram no 1º semestre


Consumidores brasileiros estão comprando menos nos supermercados neste ano.

Os efeitos da crise econômica do nosso País têm afetado grandemente todos nós brasileiros. Esse reflexo negativo vem sendo mostrado no bolso de todos os consumidores, principalmente quando temos que ir às compras nos supermercados.

A prova dessa baixa nas compras é que a cada dia estamos consumindo menos produtos, devido a um outro fator atrelado a essa crise econômica, que é a alta gritante nos preços dos produtos. É notório a cada dia, que os brasileiros ao irem aos supermercados já não conseguem comprar os mesmos produtos que consumem de um mês para o outro. A diferença é notada no carrinho de compras, que cada vez fica mais vazio, assim afirmam as pessoas.

Com essa alta nos produtos, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), que é uma entidade com foco direcionado em representar, integrar ações e defender o setor de supermercados do País, divulgou uma nota na imprensa e em seu site oficial que nos últimos dias as vendas no País diminuíram 0,2% no período de janeiro a julho de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Ainda de acordo com a própria ABRAS, a expectativa é que os empresários do ramo supermercadista, terminem 2015 com um decréscimo de 0,3% comparado a 2014.

Os empresários do ramo estão ainda com uma pequena esperança de que para o ano de 2016, as vendas possam crescer um pouco, para que haja uma retomada no cenário econômico da categoria. As projeções da entidade apesar de serem pouco pessimistas é que mesmo assim, as vendas do varejo sejam positivas com uma média de crescimento em torno de 0,4%.

Concluindo, é notório que os consumidores estão indo menos às compras, enchendo menos os carrinhos, gastando menos com itens desnecessários, fazendo a troca de produtos por outros alternativos com preço mais em conta.

Para mais informações, acesse www.abrasnet.com.br.

Por Valter Falinácio

 

Compras no supermercado



Pagamento por carnê ainda é opção para consumidores


Hábitos de compra dos consumidores mudaram, mas a compra com carnê ainda é opção para cerca de 20% dos clientes das lojas.

Os hábitos de compra dos consumidores mudaram muito nas últimas décadas. Com o avanço da tecnologia, da internet e o impressionante crescimento de vendas online, a forma de comprar e de pagar mudou bastante.

Mesmo em lojas físicas, cartões de crédito e débito significam uma boa parcela da forma como se paga. Algumas gerações pouco lembram ou sequer sabem de como era antes da tecnologia tomar proporções gigantes – o pagamento à vista em dinheiro ou parcelado, no carnê. Parece que essa forma de compra parcelada está tão longe e que perdeu totalmente a sua posição. Mas, um estudo recente mostra que, surpreendentemente, a compra com carnê ainda existe e é opção para cerca de 20% dos clientes.

Para quem achava que o carnê havia morrido, essa porcentagem mostra que ele está bem vivo e passa muito bem. De cada 10 brasileiros, 2 compram parcelado no carnê.  

Para os comerciantes, isso pode significar 15% do seu faturamento, e é um recurso muito importante, pois atrai uma classe que tem pouco acesso ao crédito, que é a classe C e D. Como opção ao carnê, alguns comerciantes utilizam a forma de boleto bancário, não sendo preciso, dessa forma, o consumidor se deslocar até o estabelecimento para efetuar o pagamento de seu carnê. Além disso, com o boleto bancário o comerciante diminui os riscos de inadimplência.  

Essa forma de pagamento é uma grande vantagem para os consumidores, mas também traz vantagens aos comerciantes, que é o que representa um menor custo financeiro, uma vez que para qualquer outro tipo de cobranças, pagará taxas de utilização dos serviços.  

Esses dados mostram que mesmo andando na contramão dos avanços, empresas têm mantido uma ótima forma de manter seus clientes e de chegar a clientes que não têm acesso a cartões. 

Na venda parcelada via carnê, os envolvidos escapariam de mais um imposto, o CIS, que seria algo como a antiga CPMF e que o governo cogitou implantar. Acabou recuando, mais pelo atual momento de impopularidade do governo do que pela preocupação com o povo, que teria mais imposto pesando no seu bolso.

Por Elia Macedo

Pagamento por carnês

Foto: Divulgação



Consumo do brasileiro está mais consciente


Com a crise econômica afetando todos os setores do Brasil, os brasileiros estão mais cautelosos e apresentam um consumo mais consciente.

Querendo ou não, o brasileiro está tendo que ter mais consciência na hora das compras, porque a crise não dá sinal de melhora, pelo contrário, a expectativa é que o segundo semestre deste ano seja tão difícil ou até mais, que o início do ano.

O brasileiro quando entra em uma crise, sempre tem aquela expectativa de que tudo vai melhorar, há de se dar um jeitinho e aos poucos as coisas vão chegando no lugar, mas desta vez é diferente, a crise se instalou para todos, sem data de ir embora.

Especialistas preveem que somente a partir do próximo ano é que as coisas começam a melhorar e mesmo assim não vai ser uma melhora como o brasileiro gostaria, pois a crise no país vai deixar sinais por muitos anos, então é bom se cuidar agora, para não se complicar depois.

A alta nos preços é o primeiro motivo que tem feito o brasileiro ser mais consciente na hora de consumir, pois basta ir ao supermercado, padaria, farmácia, posto de combustível ou qualquer outro estabelecimento comercial para ver que o dinheiro já não dá para comprar tanto como há algum tempo atrás.
E fazer dívidas agora é um péssimo negócio, porque o desemprego já está batendo na porta de muitos trabalhadores e quem está empregado sabe que não dá para confiar, é preciso manter as contas estabilizadas, para não passar muito aperto, caso seja demitido.

Consumir é algo que vem sendo feito somente em caso de real precisão. E mesmo assim, quando se consome, é feito de forma consciente e um bom exemplo está nos carrinhos de compras nos supermercados, onde o consumidor tem colocado somente os alimentos principais e os produtos que não podem ser deixados de lado.

Os postos de combustíveis também já apontam queda na venda, pois o brasileiro está evitando andar de carro, a não ser que seja realmente necessário.

E assim, em cada setor, vemos as vendas caindo, justamente porque o brasileiro está mais consciente.

E isso pelo menos tem um ponto positivo, que é o fato do consumo sendo menor, conseguir frear um pouco a inflação, porque se não fosse isso, a alta registrada nos preços seria ainda maior.

Por Russel

Consumo

Foto: Divulgação



Inflação dos Consumidores atingiu 7,9% em fevereiro


De janeiro a fevereiro deste ano a Inflação dos Consumidores aumentou 0,7%. O indicador subiu de 7,2% para 7,9% em fevereiro. Este dado foi divulgado pela Fundação Getúlio Vargas. Mensalmente, a Sondagem do Consumidor realizada por esta instituição recolhe informações de mais de 2 mil pessoas em sete capitais do país.

De acordo com a Fundação, o Índice de Inflação dos Consumidores teve uma alta muito significativa, agora, ele ocupa um patamar mais alto daquele que ele estava mantendo desde o mês de abril de 2013 (7% a 7,5%). O patamar atual é superior apenas ao mantido em setembro de 2005 (8,1%).

De acordo com Pedro Costa, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, a média da inflação foi alterada significativamente em fevereiro de 2015 se comparada com a estabilidade bastante acentuada de 7,2% durante o período de dois anos. Ainda de acordo com o economista, isso é reflexo do pessimismo da população perante o futuro. Explica que o pessimismo é fruto dos preços crescentes e das condições econômicas atuais.

Conforme os dados divulgados pela FGV, os consumidores estão mais desconfiados com o futuro do país. Entre os meses de janeiro e fevereiro aumentou o número de pessoas que preveem o aumento considerável do índice de inflação com valores superiores a 7%. Ao todo, 61% das pessoas entrevistadas acreditam nessa possibilidade, sendo que 24,9% destas citaram taxas entre 7% e 8%, já 22,8% disseram que a inflação poderia oscilar entre 6,5% e 7%. 

No ano passado, o índice manteve-se relativamente estável, mantendo-se em 7,2% nos meses de fevereiro e março, em abril o índice alcançou 7,5% (esta porcentagem também foi registrado em outubro e novembro), retornando aos 7,2% em maio. Este valor foi o mesmo dos meses de julho e agosto de 2014. A inflação dos consumidores de 7,5% foi a mais alta de 2014.

Por Melina Menezes

Infla??o



Serasa Experian espera maior concessão de crédito ao consumidor em 2013


O Serasa Experian apresentou neste mês de dezembro dados relevantes com relação ao crédito concedido no Brasil para os consumidores.

Esta avaliação permite visualizar de forma antecipada os movimentos relacionados ao crédito para os próximos seis meses.

Segundo este órgão o índice relativo a esta informação cresceu 0,5% no mês de outubro que consiste em um valor mais alto do que os vivenciados no início de 2012.

Além disso, para 2013 é esperada uma alta mais expressiva nas concessões de crédito ao consumidor que foram freadas durante o ano de 2012, dentre outras razões, pelo alto nível de inadimplência que impede a liberação de dinheiro.

Por Ana Camila Neves Morais



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Queda em Outubro de 2012


A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) indicou em seu relatório mensal que a pretensão de consumo das famílias caiu no mês de outubro. Os dados do indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) para a cidade de São Paulo mostra uma queda de 0,2% em outubro. O ICF de outubro ficou em 139,8 pontos contra um índice de 140,1 em setembro. Em relação ao mês de outubro de 2011, o índice apresentou uma subida de 3,4%, naquele mês o indicador ficou com 135 pontos.

O ICF mede o otimismo no consumo das famílias em uma escala que vai de 0 a 200 pontos. A Fecomercio-SP cogita em sua publicação que a queda do indicador deveu-se a elevação dos preços no mercado. Segundo a Federação, a elevação foi acima do esperado pelas famílias. Isso teria produzido um efeito negativo, impactando o poder de compra. Ainda segundo a nota, as famílias estariam gastando mais para comprar produtos básicos.

Segundo o indicador, o que impactou mais na queda do índice foi o item "Perspectiva Profissional". Ele aponta uma variação negativa de 1,8%. O item "Renda Atual" recuou cerca de 1,5%, enquanto o item "Emprego Atual" observou uma alta de 0,4%. A Fecomercio-SP explica que houve um impacto neste último item em virtude da continuidade na geração de emprego, em especial as de caráter temporário.

Fonte: Exame

Por Matheus Camargo



Inadimplência de pessoas físicas apresentou alta em fevereiro de 2012


A inadimplência referente à pessoa física continua alta no Brasil, as informações são do Banco Central. Segundo a instituição, apesar da média estável apresentada nos últimos meses, o patamar ainda é considerado elevado, sendo que um dos principais responsáveis por esse resultado foi a alta apresentada pelo spread das instituições bancárias. O spread representa a diferença entre os juros cobrados pelos bancos e taxa Selic. 

De acordo com os dados apresentados pelo BC, o número de pessoas devedoras apresentou taxa de 7,6%, enquanto a taxa registrada para empresas foi de 4,1%.

Para Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC, essa aparente estabilidade com relação à inadimplência cresceu gradualmente no ano passado. Mesmo com o crescimento do emprego e da renda, existe uma certa resistência ao declínio desse percentual fazendo com que esses efeitos sejam refletidos nas taxas de juros dos bancos. 

Ainda segundo os dados do BC, o spread médio dos bancos teve variação de 27,8% no mês de janeiro e 28,4% em fevereiro. O patamar para as pessoas físicas teve alta de 45,1%

Maciel atribuiu aos fatores sazonais a responsabilidade por parte da inadimplência, para ele o mês possui maior número de contas a serem pagas como diversos impostos, além de matrículas escolares, entre outras. 

Por Joyce Silva



Procura por crédito apresentou queda em janeiro de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian, o número de pessoas em busca de crédito financeiro apresentou uma queda de mais de 8% no mês de janeiro de 2012, se comparado ao mês anterior, sendo que comparado ao mesmo período de 2011 essa queda foi de 6,1%.

Segundo alguns economistas do Serasa, um dos pontos responsáveis por essa queda foi a falta de pagamento de alguns consumidores que usaram o mês anterior para quitar débitos contraídos anteriormente, isso fez com que esses consumidores optassem por não fazer novas dívidas.

As pessoas das classes mais baixas, com renda menor de R$ 500,00 por mês, foram as que menos solicitaram crédito em janeiro, nesse setor da sociedade a diminuição foi de 9,1%, já nas classes com renda mensal entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 a queda foi de 9%

Com relação aos consumidores das classes com maior poder de compra, a queda foi menor do que as apresentadas entre as outras classes, entre aqueles que recebem de R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00, a diminuição foi de 6,4%. A queda entre aqueles com salários maiores de R$ 10.000,00 foi de 5,8%

Foram levadas em consideração todas as regiões demográficas do Brasil.

Por Joyce Silva



Fecomercio – PEIC apresentou queda em maio de 2011


Com notícias envolvendo a desaceleração da economia durante os próximos meses, o governo brasileiro, valendo-se de medidas restritivas no combate à inflação, não obteve, inicialmente, o foco desejado. Por enquanto, poucas foram as áreas que apresentaram quedas de índices.

Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) registra arrefecimento no índice de inadimplência do consumidor paulistano pelo segundo mês seguido. Em maio, 45,7% dos lares descreveram algum tipo de dívida, contra 48,3% de abril.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) assinala, em números mais detalhados, que a quantidade de famílias com dívidas baixou de 1,732 milhão para 1,639 milhão entre os dois períodos.

A taxa assinalada em maio é consideravelmente inferior a de fevereiro, que na época chegou a 53,8%. A Fecomercio aprecia que essa situação reflete a baixa no nível de confiança do paulistano nos últimos meses. Ao mesmo tempo, o incremento dos índices de emprego e o aumento da renda surgem como outros dois fatores cruciais aos novos números da PEIC.

Aos que pensam que há algo de estranho na relação confiança versus endividamento, eis uma breve apreciação: a intenção de consumo mais branda, como muito quer o governo, diminui o volume de compras, uma vez que as taxas de juros mais elevadas fazem o consumidor pensar um pouco mais antes de adquirir um bem ou serviço e adiar, assim, aquilo que pretendia realmente fazer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Campanha de Recuperação Mês das Mães 2011 – Serasa Experian


As vendas do Dia das Mães responderam bem às expectativas de todo o comércio. Entretanto, parte dos consumidores, endividados desde o início de 2011, começam a apresentar dificuldades para honrar seus compromissos, fato constatado no último levantamento de inadimplência desenvolvido pela Serasa Experian.

A mesma entidade, por sinal, estende até o último dia de maio (31) a Campanha de Recuperação Mês das Mães 2011. Até o atual momento, 60 empresas do comércio dispuseram a 1,8 milhão de consumidores, por meio do programa, novas chances de renegociação de débitos atrasados com seus credores. O melhor de tudo: sem qualquer intermédio.

Uma das características do programa é possibilitar ao consumidor renegociar sua dívida de acordo com suas possibilidades de pagamento. Para Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian e da Experian Latinoamericana, essa campanha permite não apenas a quitação de dívidas e a consequente regularização, mas também a possibilidade de os compradores voltarem a adquirir – algo benéfico para ambos os lados.

A Serasa revela que esta campanha possibilitou recuperação de 20% da base de clientes de cada empresa, em média, bem como até 30% dos custos relativos a cobranças.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor – Crescimento em março de 2011


Os consumidores tiveram poucas dúvidas no momento de adquirir algum serviço ou bem durante a fase de estímulos fiscais promovida pelo governo. Após um negro período conhecido como crise financeira mundial (2008 e 2009), desonerações como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) projetaram a expansão da economia para 7,5% em 2010.

Em 2011 o comportamento deve ser diferente. Para essa ideia, basta citar que o Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor divulgado pela Serasa Experian apresentou alta de 1,4% em março último, para 99,3 pontos, em outras palavras o oitavo aumento mensal seguido.

A Serasa prevê que esse movimento deve se repetir ao longo do ano, ao menos até o início do último trimestre. A inflação em crescimento, o crédito com índices mais elevados e as perspectivas mais amenas para o Produto Interno Bruto (PIB) são, certamente, os principais motivos para essa escalada.

Apesar de um cenário menos otimista, mudanças drásticas não devem ocorrer, nos próximos meses, segundo concepções da Serasa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor apresentou crescimento em abril de 2011


Adquirir um ou mais produtos e diversos serviços pode fazer com que o consumidor, de qualquer faixa de renda, entre no rol de inadimplentes. Essa situação, nada agradável, pode ser consertada, grosso modo, com uma melhor educação financeira, algo tão recomendado por economistas.

No entanto, parece que os brasileiros não estão seguindo algumas regrinhas básicas. De acordo com o Indicador de Inadimplência do Consumidor relacionado pela Serasa Experian, a inadimplência avançou pelo segundo mês consecutivo em abril, com alta de 1,5% em comparação a março.

A Serasa avalia que essa situação provém do aumento gradual dos índices inflacionários, assim como do próprio endividamento do consumidor, que ainda com a confiança elevada (reflexo de 2010) continua sua procura por novos bens.

O aumento da inadimplência no mês passado, por sinal, foi motivado pelos gastos realizados em feriados prolongados. No período, o índice só não cresceu mais (negativamente) porque o mês contou com 19 dias úteis.

A Serasa aponta que no confronto anual de abril, a inadimplência do consumidor pulou 17,3%. No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, taxa mais assustadora: 20,3%.

O consumidor precisa ter mais que nunca precaução, sobretudo no 2º semestre de 2011. No ano passado, as dívidas adquiridas com veículos, moradia e outros quesitos de valores mais elevados podem começar a ser mais sentidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Procura por crédito apresentou queda em abril de 2011


As preocupações do governo com a possibilidade de o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) ultrapassar o teto da meta, em 2011, fizeram com que Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), sugerisse aos consumidores, há poucos dias, que poupassem dinheiro e adiassem os gastos.

Com as medidas adotadas ainda no ano passado para o controle da inflação, a procura por crédito passou a cair. De acordo com o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito edificado pela Serasa Experian, a procura arrefeceu 3,0% no mês de abril em comparação a março. O confronto anual, porém, foge um pouco dessa regra ao registrar acréscimo de 10,6%, abaixo do índice de 12,6% no acumulado do 1º trimestre ante período igual de um ano antes.

O último percentual revela, portanto, que a busca por crédito iniciou o 2º trimestre do ano em baixa. De acordo com economistas da Serasa, a menor elevação da procura por crédito a partir dos consumidores é proveniente tanto das medidas macroprudenciais do BC como, também, do ciclo de alta da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Separado por níveis de renda, os consumidores com ganhos de até R$ 500 mensais continuam à frente na procura por crédito. Em seguida figuram as pessoas com remuneração de R$ 5 mil a R$ 10 mil mensais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Abril 2011


No intuito de conter o consumo do brasileiro, o Banco Central (BC) adotou uma série de medidas, com início no final do ano passado, então estendidas para 2011. A principal delas, que deveria afetar diretamente consumidores e empresas, foi a restrição ao crédito, mas até agora poucas novidades plausíveis em relação às intenções da instituição financeira.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) manteve estabilidade entre março e abril, em 135 pontos. No confronto com o quarto mês de 2010, o indicador registrou incremento de 3,1%, mostrando, portanto, bons ares no concernente à condição econômica dos lares paulistanos.

O ICF indica bom patamar de satisfação quando o número registrado ultrapassa a barreira de 100 pontos, pois o indicador leva em conta informações de zero a 200 pontos. A Fecomercio pondera que os dados de abril devem continuar a ribombar durante o atual semestre e que as medidas do BC foram sentidas com mais ênfase ainda no primeiro bimestre de 2011.

O levantamento ilustra ascensão de 5,7% no componente Acesso a Crédito em abril perante março, retornando, pois, ao patamar de 151,7 pontos delineado em abril de 2010. A Fecomercio avalia que esse avanço pode ser entendido como um reajuste normal em relação à baixa acumulada de 13,2% entre os meses de dezembro do ano passado e março deste.

O elemento Renda Atual cresceu 1,8% na base comparativa mensal, para 151,8 pontos. O Emprego Atual, dentro do quesito, aumentou 1,9%. As duas situações na óptica da Fecomercio denotam reflexos dos patamares econômicos de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento do consumidor – Queda em março de 2011


O tema trabalho foi por vezes debatido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo atual ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. No decorrer dos últimos oito anos, aproximadamente 15 milhões de oportunidades foram preenchidas em todo o país, dados recordes para o país. Somente em 2010 constatou-se geração de 2,5 milhões de vagas, número que pode se repetir e ainda aumentar em 2011.

Considerando-se apenas a cidade de São Paulo, levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que em virtude do índice de 94% do nível de emprego dos paulistanos e outras questões, o número de endividados arrefeceu para 52,8% em março, contra taxa de 53,8% do mês passado.

Os responsáveis pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apontam dois fatores para o recuo no nível de endividamento do consumidor paulistano: confiança elevada, mesmo com recentes reduções, e nível de ocupação.

Destilado por perfis, 31,2% dos paulistanos asseguraram estar comprometidos com dívidas durante mais de um ano, enquanto 21,9% do total afirmam assim estar, mas num período entre três e seis meses, e 23,3%, por outro lado, dívidas inferiores a um trimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor – Queda em fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 são bem mais brandas se comparados os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2010. Mesmo assim, endossam economistas, o progresso da economia deve ser acima de 4% – até certo ponto satisfatório para as pretensões do país, entre as quais ser uma das cinco maiores potências em poucos anos.

O consumidor brasileiro, inicialmente, continua confiante neste princípio de ano. A inadimplência, em especial, recuou 4,99% no mês passado em comparação a janeiro. De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a diminuição do indicador se deve à baixa no número de desempregados pelos estados e o baixo movimento das vendas. Vale salientar que fevereiro tem menos dias úteis.

A CNDL assinala que no confronto anual de fevereiro, a quantidade de registros no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) cresceu 10,23%. Assim como em outros estudos, a fraca base comparativa recaiu sobre os números do mês passado, pois nos primeiros meses de 2010 a crise financeira mundial ainda apresentava alguns resquícios.

Nos próximos meses, as comparações anuais devem jogar os índices para baixo, pois no final do primeiro trimestre de 2010 o Brasil começou a experimentar bons números, sobretudo quando citado o PIB.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Demanda do Consumidor por Crédito – Queda em fevereiro de 2011


As medidas de contenção de crédito levadas adiante pelo Banco Central (BC) começaram a apresentar os primeiros e almejados sinais positivos para o controle da inflação. O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, recuou quase 2% entre janeiro e fevereiro deste ano, para 65,3% ao final do segundo período.

Com este, outros indicadores representam qual será o ambiente econômico brasileiro daqui em diante: crescimento, mas em níveis mais amenos.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, o número de pessoas que buscou crédito arrefeceu 1,2% entre janeiro e fevereiro deste ano, ou seja, a segunda baixa mensal seguida, pois no primeiro mês do ano a taxa cedeu 6,7% em relação ao período imediatamente anterior.

Embora o índice seja negativo, no confronto anual (fevereiro de 2010) houve melhora na taxa em 19,9%. A Serasa indica que o resultado foi motivado pelo Carnaval, que em 2011 passou para março – em 2010 caiu em fevereiro, ou seja, menos dias úteis. De acordo com a Serasa, levando-se em consideração o primeiro bimestre de 2011 o Indicador da Demanda acumula progresso de 16,3% em detrimento aos dois primeiros meses do ano passado.

Como já mensurado no início deste artigo, as medidas levadas adiante pelo BC incidiram diretamente no resultado. No decorrer do ano os índices devem ser estabilizados, mas se considerada a forte base comparativa de 2010, poderão ser negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Confiança na economia – IEF apresentou queda em fevereiro de 2011


O crescimento da economia brasileira, em 2010, foi um dos mais notórios em todo o mundo. Após dados sintetizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chegou-se à conclusão de que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5% no ano em comparação a 2009 (que havia recuado 0,2% em relação a 2008, o grande período da crise financeira global).

A confiança dos consumidores e empresários foi uma das principais e boas constatações. Contudo, alguns pontos começaram a apresentar recuo em 2011, entre os quais o Índice de Expectativas das Famílias (IEF), que recuou de 67,2% em janeiro para 65,3% no mês subsequente. Especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) acreditam que as medidas de restrição adotadas pelo governo, ao final do ano passado, e a diminuição no entusiasmo da população referente ao futuro explicam a baixa no indicador.

De acordo com Marcio Pochmann, presidente do instituto, de cada duas famílias consultadas uma afirmou possuir dívidas. Não bastasse esse fator, eis que surge outro: menos lares capazes de quitar contas atrasadas.

A pesquisa revela que para 15,4% das famílias o pagamento de todas as dívidas é possível, índice bem abaixo do registrado em janeiro (19,2%). Os lares aptos a quitar parcialmente seus débitos também diminuíram tal disposição, de 46,4% no início de 2011 para 44,5% em fevereiro.

Entretanto, Pochmann assevera que a maior discrepância ocorreu justamente nos lares sem condições de pagar qualquer dívida contraída, uma vez que a taxa neste quesito saltou de 32,2% para 37,7%.

Os propósitos do governo, tais como controlar a inflação por meio de medidas restritivas, parecem começar a dar certo. Aos poucos a população realmente perde o entusiasmo em sair às compras. O ímpeto visto em 2010, aos poucos, se esvai.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



Inadimplência dos consumidores paulistas apresentou alta em fevereiro de 2011


O cenário econômico brasileiro, no ano passado, correspondeu às perspectivas de economistas, políticos e instituições. Dados reunidos e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5% em 2010 em comparação a 2009.

As medidas de estímulo adotadas no ano passado incidiram positivamente sobre o aumento da confiança do consumidor e sobre a estabilidade da economia. De acordo com a Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), o nível de endividamento do consumidor paulista pulou de 51,2% em janeiro para 53,8% no mês passado.

Outro indicador que revelou tendência semelhante foi o de contas em atraso, que no início do ano era de 14,7%, avançando para 15,3% no estudo mais recente. A Fecomercio assinala que o paulista está mais confiante com a economia no início de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes em virtude do aumento da massa salarial real e do índice de ocupação.

Em termos mais detalhados, no mês passado 34,3% dos paulistas revelaram ter dívidas por mais de 365 dias, índice mais alto em comparação ao endividamento constatado de três a seis meses (25%) e mais elevado ainda ante os 22,5% referentes a débitos inferiores a três meses.

Os números poderão melhorar após o término do primeiro trimestre, pois a obrigação com o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) aos que possuem carros, bem como o início do ano escolar, permitirão mais dinheiro sobrando em caixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Conta eletrônica poderá ser oferecida aos clientes – Benefícios


A bancarização do brasileiro tem estimulado as instituições bancárias a oferecem número ilimitado de serviços. A alta geração de empregos pelo país, o maior acesso ao crédito e a massa salarial em alta são apenas algumas constatações da nova configuração do Brasil, situação que também suscita investimentos de empresas, nacionais e estrangeiras.

Desde 1º de março (terça-feira), medida encabeçada pelo Conselho Monetário Nacional já vigora. Os consumidores que quiserem efetuar transições bancárias pela rede mundial de computadores terão conta especial, isenta de cobrança de tarifas desde que a movimentação se dê apenas pela world wide web, por celulares e por caixas eletrônicos.

Mesmo assim, cada banco pode decidir, ou não, se irá oferecer o serviço. Apesar dessa característica ‘sem taxas’, o Banco Central ressalta que uma única cobrança, de cadastro para novos clientes, poderá ser feita.

Um pouco mais adiante, novas regras de tarifas sobre cartões de crédito beneficiarão as pessoas físicas. A partir de 1º de junho, contratos formalizados só poderão receber cinco tarifas concernentes à utilização de serviços do dinheiro de plástico (emissão de segunda via, anuidade, função saque, pagamento de contas e solicitação de apreciação emergencial do limite de crédito).

Em relação aos contratos efetivados até o último dia de maio, as regras também têm início a partir de junho, ou seja, até lá as atuais tarifas permanecem.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Economia Brasileira – Consumidores continuam otimistas em 2011


As previsões de desaceleração da atividade econômica brasileira se confirmam semana a semana. Depois de um ano de vasta expansão por todo o país (2010), eis que diversos setores enfrentam situações diferentes das vistas nos últimos meses. Durante 2011 é bem provável que os índices recuem ainda mais, clara alusão de que as medidas de controle de crédito, entre outras, devem ser dilatadas e restritivas com vistas no controle da inflação.

Apesar disso, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), examinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pouco se alterou entre janeiro e fevereiro. O arrefecimento no indicador foi de 0,2 pontos percentuais entre os dois períodos.

A CNI anuncia que a expectativa da população em relação às taxas de inflação também nutriu bom índice em fevereiro, ocasião em que avançou 0,4% sobre o mês antecedente. As perspectivas sobre a aquisição de bens de valor mais elevado e o desemprego contabilizaram acréscimo de 1,4% e 2,5%, respectivamente.

Diferentemente de disposições passadas, a estimativa concernente à renda pessoal cedeu 2,2% no mês de fevereiro em comparação a janeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Inadimplência do consumidor aumentou em janeiro de 2011


A boa disposição da economia brasileira, no ano passado, transformou o período do Natal como um dos melhores da última década. O maior número de pessoas no mercado de trabalho, a remuneração em alta e o acesso ao crédito mais facilitado estimularam os consumidores a realizarem compras, uma vez que este se mostrou confiante para tal.

No entanto, a euforia começa dar vazão a uma tendência nada agradável: aumento das dívidas e dificuldades em honrá-las. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, a inadimplência dos cidadãos saltou para 24,8% em janeiro de 2011 em comparação ao período igual de 2010, a maior alta no confronto anual desde julho de 2002.

Segundo a Serasa, houve queda de 3,3% em janeiro se considerada a comparação com dezembro de 2010. Para os economistas da entidade, o resultado anual reflete a expansão do endividamento dos consumidores, que aumentou consideravelmente no decorrer do ano passado.

O recuo em janeiro de 2011 sobre dezembro de 2010, porém, indica que a inadimplência do consumidor não acompanha a mesma celeridade constatada anteriormente, uma vez que entre maio e dezembro isso ocorreu sem interrupções.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Consumidores – Demanda por Crédito apresentou crescimento em janeiro de 2011


A crise econômica mundial foi fator predominante para as baixas dos Produtos Internos Brutos (PIB) de cada país, incitando, consequentemente, diminuição no otimismo geral da população. Em inúmeras ocasiões, Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil, e vários de seus ministros citaram o país como um dos últimos a adentrar no colapso e o primeiro a deixá-lo.

No decorrer de 2009, mais ainda em 2010, a economia brasileira apresentou bons resultados – número de empregos em alta e maior acesso ao crédito. Em 2011, porém, os dados devem descrever consolidação, não tanto expansão. De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de cidadãos que buscou crédito avançou 12,9% em janeiro em comparação ao período igual de um ano antes.

Segundo a Serasa, essa foi a menor taxa de crescimento anual registrada nos últimos seis meses, assinalando que após longo período de avanços salientes a demanda passa a delinear movimento de desaceleração.

Economistas da Serasa ressaltam que as recentes medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e o início do aumento das taxas de juros passaram a frear a demanda por crédito pelos consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Endividamento do Consumidor apresentou Queda em Janeiro de 2011


Estar inserido na sociedade como cidadão, ou seja, pessoa com todos os seus direitos ou parte deles alcançados, é contribuir, invariavelmente, para com o consumo. Por isso, toda atenção e controle são importantes, pois quando os gastos familiares ou individuais ultrapassam a remuneração, há endividamento e inadimplência.

Levantamento edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que as famílias apresentam-se mais otimistas com relação à nação na atualidade, mesmo em meio a adoção de medidas do governo referentes à restrição de crédito.

O Ipea aponta que o número de famílias com algum endividamento caiu de 8,4% em dezembro de 2010 para 8,3% em janeiro deste ano. Por outro lado, entre as pessoas que revelaram não ter dívidas o percentual avançou de 50,4% para 50,6% na mesma base comparativa. Segundo Marcio Pochmann, presidente do instituto, em termos proporcionais a redução do índice de endividados demonstra que 7,4 milhões de pessoas deixaram suas dívidas para trás.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



Consumidores – Inadimplência apresentou Alta em 2010


A confiança do consumidor brasileiro se mantém bem nos primeiros dias deste ano, embora estudos mais precisos ainda devam ser divulgados no transcorrer do mês. Em 2010, a economia do país experimentou bons resultados, refletidos, deste modo, nos índices do Produto Interno Bruto (PIB) e de outros mais. Em contrapartida, a inadimplência figura para atravancar um pouco a vida das famílias.

Release divulgado pela Serasa Experian revela que no ano passado a inadimplência do consumidor avançou 6,3% em confronto a 2009. O levantamento ressalta que o índice foi maior, inclusive, que aquele constatado durante o colapso financeiro global recente, uma vez que a taxa constatada fora de 5,9% no ano retrasado em comparação a 2008.

A alta foi ainda mais evidente no confronto anual entre dezembro de 2009 e 2010. A Serasa indica variação de 20,9%. No comparativo sobre novembro do ano passado, entretanto, o progresso foi de 1,1%.

Economistas da entidade sugerem que os resultados refletem o maior endividamento do cidadão, sobretudo no primeiro trimestre de 2010, quando a economia foi estimulada por meio de uma série de medidas de combate à crise mundial. É possível citar, também, os níveis mais brandos de desemprego, o acesso ao crédito e o aumento da massa salarial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Busca por Crédito – Serasa indica Crescimento em 2010


Dados enunciados na segunda-feira, dia 10 de janeiro, pela Serasa Experian revelam que o índice de consumidores que buscaram crédito avançou 16,4% no ano passado perante 2009. Somente no mês de dezembro, assoalha a instituição, a procura aumentou 19,7% no confronto anual e 1,5% em comparação a novembro de 2010.

A Serasa indica ser esse o melhor percentual já contabilizado desde 2008, ocasião em que houve incremento de 6,4% em comparação a 2007. Em 2009, devido aos efeitos do colapso financeiro global, ocorreu arrefecimento de 1,2%.

Os consumidores de baixa renda (rendimento abaixo de R$ 500) foram os principais responsáveis pela alta – nessa camada chegou a 46,3%. Na verdade, conforme relacionado em release da Serasa divulgado pelo portal Maxpress, a ampliação da demanda do consumidor por crédito no ano passado foi estimulada pela conjuntura favorável às pessoas físicas, bem como pelo patamar elevado de confiança da população e o bom cenário do emprego em todo o país.

Exercendo fator contrário, as medidas abarcadas pelo Banco Central (BC) recentemente e a probabilidade de avanço nas taxas de juros nos próximos meses poderão diminuir o nível de crescimento do crédito ao consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívida Média do Consumidor Brasileiro – Dezembro de 2010


Contrair dívidas é um ato até bastante comum para milhares de brasileiros. Compra de imóvel, carro, bens como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, televisores, viagens, entre outros, pautam o cotidiano de pessoas que possuem, ou não, bom controle da remuneração mensal – gastos menores que ganhos.

Dados do Índice de Expectativas das Famílias (IEF) relacionados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a dívida média do consumidor do país ultrapassou R$ 4,6 mil no mês passado, 1,71% inferior ao valor constatado no mês imediatamente anterior (cerca de R$ 4.680).

O estudo revela que 20% das pessoas sondadas afirmaram conterem dívidas de até metade de sua remuneração mensal, enquanto outros 22% assoalharam estar entre 50% e 100% da renda envolvida em dívidas. Somente 8,4% dos sondados afirmaram alto endividamento.

Por outro lado e infelizmente, quase 24% dos cidadãos endividados asseveraram dever entre uma a duas vezes sua renda do mês e outros 19%, de duas a cinco vezes. Para compensar esses índices, 50,4% dos consultados afirmaram estar em dia com suas contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Endividamento e Inadimplência do Consumidor – Queda em Dezembro de 2010


Especialistas de todo o Brasil e de vários setores pediram aos consumidores, principalmente no último trimestre do ano passado, para terem maior atenção aos gastos com presentes de Natal, viagens, entre outros. Alguns indicaram a necessidade de planejamento com o 13º salário para, por exemplo, o pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA) e quitação de dívidas contraídas no transcorrer de 2010.

Embora os gastos dos consumidores tenham sido considerados altos para as comemorações de final de ano, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), 46% dos lares brasileiros ilustraram dívidas, índice abaixo dos 50% abalizados em novembro de 2010 e 48% do período igual de 2009.

As contas em atraso também diminuíram. Segundo a federação, o índice de 17% em novembro foi arrefecido para 13% em dezembro, consideravelmente inferior aos 20% se levado em consideração o confronto anual.

A Fecomercio reflete serem essas quedas oriundas do consumidor brasileiro mais confiante, do aumento do número de empregos e da inserção do benefício de final de ano, vulgo 13º, na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Gastos com Compras e Viagens Estrangeiras em 2010


A valorização da moeda brasileira sobre o dólar gera inquietação a vários setores de atividades no país, sobretudo aqueles que concorrem diretamente com os produtos estrangeiros. Aos consumidores, porém, existem vantagens, tais como aquisição de mercadorias importadas sob preços mais baixos.

O poder de renda e a questão cambial propiciam projeções de viagens para várias pessoas, inclusive ao exterior. Prova dessa situação são os gastos de brasileiros fora das fronteiras tupiniquins, que devem contabilizar montante de US$ 16,5 bilhões neste ano, o maior patamar desde 1947, ocasião em que a série histórica foi iniciada.

De acordo com o Banco Central, entre janeiro e novembro os gastos dos brasileiros chegaram a US$ 14,675 bilhões, US$ 1,515 bilhão movimentado somente no mês passado. Na visão de Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, as despesas permanecem em ascensão em meio ao aumento da renda, bem como no que se refere ao câmbio.

Por outro lado, os gastos de estrangeiros no Brasil cercearam US$ 560 milhões em novembro e no acumulado anual até o mês passado, US$ 5,317 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Consumidores – Inadimplência apresenta maior índice desde 2005


Os estímulos fiscais concedidos pelo governo brasileiro entre o final do ano passado e início de 2010 realmente surtiram efeito, tanto que inúmeros setores angariaram bons resultados, entre os quais o de veículos automotores e o habitacional. Claramente, não é somente esse fator que culmina para o bom ambiente da economia, pois nesse ínterim aparece, por exemplo, acesso ao crédito menos restrito e poder de renda da população em alta.

Ao final do ano, porém, uma constatação que já vinha se anunciando foi confirmada pela Serasa Experian. A inadimplência do consumidor cresceu novamente no mês passado, em 3,5%, a sétima alta consecutiva. Devido a esse índice, novembro deste ano é o pior desde 2005.

No acumulado anual, de acordo com o portal de Economia Terra, a inadimplência sintetiza expansão de 23,2%, o pior período da série histórica desde 2001 e 5% acima do mesmo intervalo de 2009. Segundo a Serasa, o maior endividamento proveniente das datas comemorativas é o grande contribuinte à constatação.

Os itens não-bancários, entre os quais cartões de crédito, prestadoras de serviços, lojas e financeiras, foram os elementos que mais apresentaram celeridade, de 7,7%, enquanto as dívidas com bancos majoraram 2,3% e cheques sem fundo, 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Natal 2010 – Setor Varejista prevê alta no consumo


O Natal deste ano é pressagiado como um dos melhores da década. O otimismo da população brasileira, mesmo em meio às novas medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no concernente ao crédito, segue adiante com suporte no maior poder de renda e aumento das oportunidades de trabalho ao longo dos últimos meses.

Estudo realizado pela Serasa Experian com base na opinião de mais de mil executivos do segmento varejista revelou que para 69% deles é aguardado incremento próximo de 10,5% em 2010 perante 2009 em relação ao faturamento.

Matéria listada pelo portal de Economia Terra relaciona que o estudo indicou 33% dos varejistas com previsões de que o gasto médio com presentes para o Natal contemple até R$ 50. O percentual sobe no levantamento para 34% quando o valor em questão varia de R$ 51 a R$ 100. Um pouco mais baixa figura a perspectiva para gastos entre R$ 101 e R$ 200 (18%).

Por sistemas de pagamento, a Serasa prevê que 36% das compras à vista serão cunhadas com dinheiro, 25% por meio de cartão de crédito e 19% com cartão de débito. Em relação às compras a prazo, 46% das pessoas devem fazer uso do cartão de crédito e 29% delas cheque pré-datado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IEF – Compras de Bens Duráveis – Consumidores afirmam estar em Bom Momento


O estímulo para a compra de bens duráveis e não-duráveis no final do ano passado e início deste foi suficiente para incitar os consumidores a saírem de suas casas com a efetiva intenção de fechar negócios. O setor imobiliário contabiliza, há meses, ambiente favorável, tanto que atualmente o país vive momento de boom, situação que incide de modo parcial no atraso de obras e constatação de falta de mão de obra qualificada.

De acordo com o Índice de Expectativas das Famílias (IEF) do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) 56,3% dos brasileiros consultados veem o atual momento como viável para a compra de bens de consumo duráveis, enquanto para outros 38%, ruim para consumo desse tipo.

Segregado por regiões, o Nordeste é o local em que o otimismo torna-se mais claro para 63% das famílias. Nas regiões Norte e Sul o índice cai para 51,3% e 46,5%, respectivamente, porém não menos importantes.

Diretamente relacionado a esse estudo figura a intenção de financiamento ou empréstimo para a aquisição de algum bem no próximo trimestre. A média nacional, de acordo com o portal de Economia UOL, é de 8%, com disparate no Centro-Oeste (15,44%.)

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Busca por Crédito – Recorde em Novembro de 2010


Dados enunciados pela Serasa Experian em 7 de novembro, terça-feira, conjeturaram que a busca do consumidor por crédito bateu recorde em novembro após a alta de 6,2% entre outubro e o período, tido agora como correspondente ao maior patamar desde 2007, ano em que a série foi iniciada.

A Serasa avalia que o resultado foi estimulado pela inserção do 13º salário aos trabalhadores de todo o país, bem como pela confiança na economia, pelo atual momento do próprio mercado de trabalho e pelas condições de crédito às pessoas físicas, além da proximidade do Natal e Ano Novo.

Matéria expressa pelo portal R7 revela que as classes de menor renda foram as que mais avançaram na procura por crédito, principalmente entre os cidadãos com ganhos de até R$ 500 (avanço de 8,6%), seguidos pela camada com remuneração de R$ 501 a R$ 1 mil (incremento de 6,4%).

No acumulado anual até novembro os consumidores de baixa renda são os que lideram o ranking entre todas as classes na busca por crédito, com alta de 43,9% ante período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívidas dos Consumidores – Crescimento em Novembro de 2010


Estudo edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que o montante médio despendido pelo brasileiro com dívidas cresceu 10,9% no mês passado. De acordo com o Índice de Expectativa das Famílias (IEF), o valor avançou para R$ 4.680,32, ante R$ 4.220,30 de antes.

O leitor que imagina tendência de meses de crescimento pode estar enganado. Em agosto de 2010, ocasião em que o índice começou a ser divulgado, a dívida chegava a R$ 5.426,59, ou seja, nesse intervalo de tempo o tombo constatado abrange índice de 13,75%.

Entre todas as pessoas sondadas pelo Ipea, 21,1% admitem que as contas para quitações consomem metade do orçamento ou sua totalidade. Para 19,8% dos brasileiros consultados, as dívidas mordem de duas a cinco fatias da remuneração do mês e para outros 16,4% os débitos sem pagamento carcomem cinco vezes o orçamento do mês.

Matéria veiculada pela Band Online revela que para 21% dos entrevistados as despesas serão realmente colocadas em dia e outros 41,8%, diferentemente, já resolveram a situação de maneira parcial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



GfK – Instituições Bancárias – Benefícios e Satisfação para os Consumidores


Criticadas pelas taxas praticadas em vários quesitos, as instituições bancárias não representam somente a tão almejada segurança – embora existam casos de fraudes e outras incorreções –, mas também possibilidades de pagamentos de contas de várias maneiras, mesmo que o valor no final da tramitação (dependendo de qual) seja elevado para padrões vistos em outros países.

Estudo erguido pela consultoria GfK alista, porém, que a imagem dos bancos está bem-conceituada entre os consumidores. Para 65% da população residente no Brasil as instituições financeiras acrescentam mais benefícios a problemas.

A pesquisa, feita por meio da opinião de 985 pessoas em julho de 2010, em 12 cidades situadas nas regiões metropolitanas, contabiliza que um em cada quatro cidadãos assegura que bancos só trazem benfeitorias e somente 6% dos consultados assinalaram que apresentam apenas problemas.

Curiosamente, a população de baixa renda parece ser a mais satisfeita com os bancos, sobretudo entre as pessoas de 35 a 44 anos de idade localizadas nas regiões Centro-Oeste e Norte do país.

Na concepção de Mario Mattos, diretor de marketing da GfK, o entendimento em favor dos bancos não possui relação com a qualidade dos seus serviços.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Compras pela Internet – Consumidores brasileiros – Maior Índice da América Latina


A rede mundial de computadores tem vigorado como um dos meios mais eficazes na compra e venda de produtos. Ao final do ano passado o setor conheceu bons números e devido a esse crescente uso, em 2010 diretrizes que asseguram direitos aos consumidores, bem como às empresas, foram elucidadas.

Dados reunidos e analisados pela ComScore, companhia especializada em métricas online, revelam que 94% dos internautas do país visitantes de páginas virtuais de comércio eletrônicos adquirem alguma mercadoria. Esse índice é o mais alto, segundo a empresa, entre os seis países latinoamericanos analisados.

As demais nações pesquisadas representaram os seguintes percentuais: Argentina, com 89%; Colômbia, com 84%; México, 82%; Chile, 71% e Peru, 63%. De acordo com o portal de notícias G1, o estudo indica que as mulheres situadas na América Latina costumam adquirir produtos mais frequentemente em relação ao público masculino (88% contra 79%).

Mesmo em meio a ferramentas que propiciam maior segurança, esse é o principal motivo citado na pesquisa como predominante para a desistência de compras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empresas e Consumidores – Inadimplência apresenta estabilidade em Outubro de 2010


Ao longo do ano os consumidores brasileiros contraem dívidas sobre dívidas. A dificuldade em pagá-las depende da educação financeira, o que não implica, diretamente, se a renda é alta ou baixa. Aqueles que não conseguem estabelecer ganhos maiores do que gastos se prejudicam.

Informações divulgadas pela Serasa Experian neste início de semana revelam que o calote dos cidadãos apresentou estabilidade no mês passado, de 6%, após quatro meses consecutivos de baixa. Desde maio do ano passado, quando o índice estava em 8,5%, segundo o portal R7, as dívidas decrescem ou mantém certo equilíbrio.

Não é somente entre as pessoas físicas que a inadimplência é constada. Nas empresas isso também é recorrente, tanto que em outubro constatou-se calote corresponde a 3,5%.

Segundo o Banco Central, a inadimplência mantém estabilidade mesmo em meio a uma alta nos juros estritamente para as famílias, algo oriundo da greve bancária recente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Fraudes que atingem Consumidores – 2010


Entidades e empresas de vários segmentos tentam, dia após dia, emplacar novas tecnologias para oferecer maior comodidade aos seus clientes. A internet, por exemplo, não era bem vista há poucos anos como meio confiável de compra; hoje, a plataforma já é amplamente utilizada por grande número de pessoas devido a inúmeras melhorias.

Ainda existem, de fato, problemas nos mais diversificados sistemas. Levantamento recente feito pela Serasa Experian indica que as fraudes abarcando consumidores chegaram a R$ 5,8 bilhões até o mês passado – não estritamente à internet. Segundo a Band Online, o golpe mais observado é aquele em que uma terceira pessoa obtém crédito por meio de identidade falsa ou dados extraviados do cliente verdadeiro.

O estudo indica que o mês de maio deste ano foi aquele em que houve o maior volume de dinheiro corrompido com fraudes (R$ 662,5 milhões) devido ao Dia das Mães, uma vez que a data impulsiona grande aquisição de produtos, situação facilitadora para esse tipo de prática.

Quando há problemas envolvendo documentos perdidos, tais como CPF, RG, cheques e Carteira de Trabalho, a pessoa deve informar a Serasa Experian o extravio, pois não basta apenas registrar Boletim de Ocorrências.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Otimismo do Consumidor Brasileiro – Novembro de 2010


A economia brasileira tem apresentado ambiente favorável não somente e diretamente às empresas, mas também ao consumidor, que se aproveita do crédito em alta, do aumento do poder de compra e do número de postos formais criados ao longo dos últimos anos para se manter otimista.

Apesar desses fatores, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) o otimismo do brasileiro contraiu decréscimo de 1,3% neste mês em comparação a outubro, justamente o período em que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor obteve o maior patamar já registrado. Mesmo assim, com os atuais 119,1 pontos o medidor está acima da média histórica.

O levantamento pondera que houve diminuição no otimismo em relação ao desemprego para os próximos seis meses, ao mesmo tempo em que avançou a perspectiva sobre o endividamento e avanço dos índices de inflação. Embora esse fato tenha incidido negativamente, a expectativa concernente à própria renda apresentou alta de 2,9% neste mês, para 116,7 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



FGV – Índice de Expectativas de Aquisição de Bens Duráveis – Estabilidade em Novembro de 2010


A economia brasileira apresenta bons números na atualidade. O crescimento do número de empregos em praticamente todos os Estados, nos últimos meses, o poder de compra do consumidor e o acesso ao crédito, além da própria confiança, não indicam, consequentemente, que tudo segue o mesmo curso.

Estudo edificado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que mesmo sob tais fatores, o indicador de aquisição de bens duráveis não acompanha essa tendência. Para Aloísio Campelo, economista da entidade, o brasileiro pode estar aprendendo a economizar ou então passou a direcionar os gastos para outros tipos de consumo, uma vez que a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) deixou de vigorar, prevalecendo, no atual momento, o dólar em baixa – bom para compra de produtos importados e viagens ao exterior.

Em comparação a outubro, o índice de expectativas de compras de bens duráveis manteve-se praticamente imutável em novembro, em 87,5 pontos. Do total de pessoas questionadas e agregadas à entrevista, 14,5% creem que no penúltimo período do ano existem maiores chances de aquisição de um bem, contra percentagem de 14,2% do mês passado.

Na óptica de Campelo em reportagem veiculada pelo G1, outra disposição é a de que os consumidores já compraram os bens duráveis pretendidos, portanto, sem a necessidade de adquirir outros.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Consumo dos Brasileiros – Alta em 2010


O otimismo dos consumidores com a economia do país tem por base três pontos de análise bem fomentados pela imprensa nacional: crescimento do número de postos de trabalho, acesso ao crédito de maneira menos restrita e aumento da massa salarial. Cada qual contribuiu, especialmente neste ano, para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com desaceleração prevista para o terceiro trimestre.

As datas festivas, entre as quais Natal e virada de 2010 para 2011, têm incitado os brasileiros a renegociarem suas dívidas para, então, contraíram novas compras, parceladas ou não. De acordo com informações relacionadas no Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o consumo das famílias aumentou 7,4% no acumulado deste ano.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL sopesa avanço de 6,2% se analisado somente setembro de 2010 com o mês igual do ano passado. Em comparação a agosto deste ano, porém, o consumo dos lares abarca incremento de 0,7% – após ascensão anterior de 0,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Consumo de Brasileiros em Viagens Internacionais e de Extrangeiros no Brasil


Informações divulgadas recentemente pelo Banco Central revelaram que o consumo dos brasileiros em viagens fora do país continuam a ascender, tanto que em outubro chegaram a US$ 1,692 bilhão, montante que reunido aos nove meses anteriores do ano acumulam gastos de US$ 13,160 bilhões, bem acima dos US$ 10,898 acumulados nos 365 dias de 2009.

Em contrapartida, descreve a Band Online, as despesas de estrangeiros no país somam entre janeiro e outubro US$ 4,575 bilhões, também superior ao acúmulo registrado no período análogo do ano passado, de US$ 4,320 bilhões. Se relacionado somente o décimo mês de 2010 existe queda anual, dos atuais US$ 436 milhões, ante US$ 451 milhões de antes.

Estabelecendo-se comparativo entre gastos dos residentes no país contra despesas de estrangeiros dentro das fronteiras tupiniquins, há saldo negativo de US$ 8,402 bilhões no acumulado de todo o ano até outubro e de US$ 1,256 bilhão apenas no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Brasileira – Otimismo dos Consumidores – Outubro de 2010


A economia brasileira tem propiciado a elevação do otimismo dos brasileiros. Com as medidas do governo no final do ano passado e início deste – sobretudo a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – juntamente ao aumento do poder de compra e acesso ao crédito, os cidadãos tupiniquins creem que a situação pode melhorar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa DataSenado edificada no mês passado, 61% das pessoas confiam que a situação econômica tende a melhorar nos próximos meses. O otimismo é mais amplo se relacionados os cidadãos de baixa renda.

Entre os brasileiros sem qualquer fonte de renda, 64% acreditam numa melhoria. Na mesma tendência anteriormente descrita, 63% das pessoas com remuneração de até dois salários mínimos confiam nesse movimento e 59% dos questionados com ganhos entre dois e cinco salários mínimos preveem enriquecimento.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL também assinala que 55% da população com renda entre cinco e dez salários mínimos possuem perspectivas positivas, pouco acima do índice de 53% entre aqueles com rendimento superior a dez salários.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Instituto Data Popular – Pesquisa revela que Negros são os maiores Consumidores no Brasil


Dados reunidos pelo Instituto Data Popular atestam que os cidadãos negros mais pobres são aqueles que mais dispensam seus salários para compras em todo o país. A movimentação gerida pelos lares das classes C e D com renda abaixo de R$ 2 mil (aproximadamente quatro salários mínimos) foi de R$ 554 bilhões em 2010.

Com base nesse valor, o instituto considera que o consumo é mais do que a metade do realizado pelos brancos. Segundo o portal R7, o resultado é decorrente da maior participação da população negra no cenário da economia brasileira, com aumento de 58,3% em 2010 perante 1996.

Televisão, geladeira, máquina de lavar e freezer estão compreendidos entre aquelas mercadorias que passaram a ser adquiridas pelos negros, além de computadores e celulares, os dois últimos exemplos, em especial, refletindo o maior acesso dessa população aos meios de comunicação, entre os quais a internet.

O tão comentado aumento do poder de consumo dos brasileiros teve boa participação por parte dos negros. Uma das justificativas, segundo o Data Popular com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é o crescimento dos negros no mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Créditos e Compras a Prazo mais acessíveis


A economia brasileira tem conseguido crescer bem nos últimos meses, em parte pelas medidas de incentivo do governo, em parte pela boa atuação do Banco Central frente aos problemas que cercaram todos os países do globo no biênio 2008 e 2009 – em alguns pontos específicos o colapso ainda é sentido. O poder de compra dos brasileiros cedeu 1,2% entre julho passado e agosto.

Introduções à parte, famosíssima frase entre as inúmeras classes sociais reflete o momento pelo qual o país atravessa: comprar a prazo está mais tranquilo. Pois bem, isso é uma realidade sim, embora no atual mês a população brasileira esteja mais endividada. Segundo pesquisa emitida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi 62,5% o total dos entrevistados que afirmaram tal prerrogativa.

Reportagem apregoada pelo portal de Economia UOL assinala que os percentuais elevados de compras a prazo tem por base inúmeras características, tais como as rentáveis taxas de juros (40,4% ao ano, em média) e os prazos de financiamento cada vez mais longos. De acordo com o veículo de comunicação, pouco mais de 59% dos lares brasileiros apresentam algum tipo de dívida, aumento de 1,4% em comparação ao diagnosticado no mês passado. A inadimplência, por sua vez, aumentou 1,9%, passando a figurar, atualmente, 24,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Abad revela crescimento de Compras em Supermercados


Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Atacadistas Distribuidores (Abad) revelou que os brasileiros estão comprando mais nos supermercados. E isto se deve ao aumento real do salário mínimo, que levou o brasileiro em 2009 a ir 8% mais vezes ao supermercado para abastecer sua residência, em relação ao ano de 2008.

Além disso, os gastos no setor também aumentaram em 11% no período, e houve uma elevação de 2,2% no consumo de todos os produtos relacionados à cesta básica, que inclui os de higiene e limpeza e alimentação. Em 2009, o faturamento total deste segmento foi de R$ 131,8 bilhões, o que representa um crescimento de 4,1% em relação ao ano de 2008.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário Comércio Indústria & Serviços



Preços diminuem no Setor de Vestuário e Produtos Têxteis – São Paulo


Nos próximos meses os consumidores de São Paulo verão uma queda de preços no setor de vestuário e outros produtos têxteis produzidos no Estado. Isto porque a taxa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) foi reduzida de 18% para 12%, o que irá refletir diretamente nos preços dos produtos finais a serem adquiridos pelos consumidores.

De acordo com Richard Domingos, diretor-executivo da empresa Confirp de contabilidade, esta redução do preço final poderá chegar a até 13%. Isto, segundo ele, será muito positivo para o Estado, o qual já teve muitas empresas da região migradas para outras localidades em função dos altos preços comparados à realidade nacional.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band



Cresce a Taxa de Inadimplência de Consumidores


Conforme divulgado nesta última segunda-feira, 12 de julho, pelo Indicador Serasa Experian, o mês de junho deste ano apresentou um aumento de 5,2% na taxa de inadimplência do consumidor em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já com relação a maio de 2010, apesar de menor, também houve um aumento de 1,1%.

De acordo com economistas da Serasa Experian, os valores sofreram influência do maior grau de endividamento do consumidor especialmente devido a compras efetuadas em datas comemorativas como Dia das Mães e dos Namorados. Além disso, há que se considerar o endividamento em função das ofertas de produtos com IPI reduzido, como no caso de veículos e eletrodomésticos da linha branca.

A tendência é que a taxa de inadimplência sofra um aumento nos próximos meses, mas, nada que fuja ao controle, de acordo com o indicador.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Jornal O Globo



Salários dos negros é metade do concedido aos brancos


O descobrimento do Brasil, pelos portugueses, gerou uma série de problemas históricos vigentes até hoje, principalmente questões raciais, em que, ao menos no campo de empregos, ser negro é enfrentar dificuldades, preconceitos e alvos de inveja. Longe de acabar, um estudo divulgado em 13 de maio, quinta-feira, indica mudança de conceitos na própria sociedade brasileira.

O portal dinheiro UOL relata que os consumidores negros e pardos poderão encerrar este ano com renda de R$ 546 bilhões, aproximadamente 40% dos R$ 1,38 trilhão estimado para todas as famílias do país. Em outros termos, indica o veículo de comunicação, de cada R$ 10 dispostos para gastos na nação, R$ 4 deverão estar em poder da mão de obra negra e parda.

O UOL chama atenção para uma curiosidade controversa no assunto. O salário dos negros, em geral, ainda é aproximadamente metade do concedido aos brancos.

Os jovens da atual época hão de estar vivos para observar as discrepâncias ideológicas sumirem da sociedade. Quinhentos anos não permitiram mudanças, mas quem sabe isso não venha a acontecer quando menos se espera?

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL