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Serasa realiza novo feirão para o consumidor limpar o nome


Super Feirão Limpa Nome da Serasa será realizado de 28 de abril a 2 de maio

Quem está com o nome na Serasa poderá participar, a partir da semana do dia 28 de abril de 2015, de um evento para limpar o nome em mais um feirão promovido pela entidade.

O Super Feirão Limpa Nome da Serasa oferecerá alguns acordos e descontos para aqueles que querem quitar dívidas e voltar a ficar em dia com o sistema. Além da feira presencial, também será possível se reorganizar financeiramente de modo online. Assim, para quem prefere participar da feira via internet, é preciso entrar no site do evento e realizar um cadastro. Dessa forma, o candidato será, automaticamente, redirecionado a uma página que será composta pelo nome de todas as empresas que participam deste evento e que ele possua alguma dívida ativa.

Para fazer a negociação, basta clicar no nome da empresa que serão mostradas todas as dívidas ativas do cidadão, além de telefones, e-mail e chats para poder realizar valores. Já a feira presencial será realizada na cidade de São Paulo no CEU Caminho do Mar, no bairro Jabaquara. O evento inicia às 8h e termina às 18h.

A Serasa orienta, ainda, que quem quer negociar suas dívidas, deve se planejar antes, ou seja, saber se será realmente possível assumir o pagamento.

Durante o feirão presencial também estará disponível o acesso a vagas de emprego e de orientação jurídica. Também será possível realizar a emissão da carteira de trabalho, inscrição em alguns cursos profissionalizantes e informações sobre o seguro desemprego.

O Feirão Limpa Nome iniciará no próximo dia 28 de abril e terminará no dia 2 de maio de 2015. O endereço do CEU é na Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5.241, Vila do Encontro, em São Paulo. Se caso tiver interesse em participar, não esqueça de levar o documento de identidade e o CPF.

Por Andréa Corneli Ortis

Feirão Limpa Nome da Serasa



Salário na construção civil registra menor aumento em 2012


Nesta semana foram divulgados dados atualizados com relação ao INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que integra o indicador IGP-M.

Segundo as informações veiculadas, o valor da mão de obra na construção civil aumentou 9,55% durante o ano de 2012. No entanto, este valor foi menor do que o registrado nos últimos dois anos com registros respectivos de 10,72% e 9,91%.

Apesar disso, o aumentou registrado para este tipo de mão de obra foi 22% maior do que a média registrada no IGP-M.

De acordo com analistas, esta redução se deve ao menor número de imóveis sendo feitos em virtude da menor demanda dos consumidores pelo seu elevado grau de endividamento durante o ano de 2012.

A expectativa para 2013 é de que o valor da mão de obra na construção civil aumente menos do que em 2012 pela estabilização da taxa de desemprego e por possíveis repercussões no setor de trabalho da crise econômica.

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa – Demanda do Consumidor por Crédito cresceu 7,5% em 2011


O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que a quantidade de pessoas que procurou crédito em 2011 cresceu 7,5%.

Em relação ao desempenho de 2010 houve uma pequena desaceleração, pois a demanda havia sido de 16,4%.

Segundo os economistas do Serasa Experian, esse desempenho fraco se deve ao fato da alta das taxas de juros (até o final de agosto), ao maior nível de endividamento dos consumidores, a alta da inflação, ao aumento da inadimplência e ao agravamento da crise financeira européia.

Outra análise feita pelo Serasa Experian foi a de renda pessoal mensal. A procura de crédito foi comandada pelas camadas mais baixas de rendimento. Houve avanço de 20% para aqueles com rendimento abaixo de R$ 500,00 e 8,7% para quem tem como renda de R$ 500,00 a R$ 1000,00 mensais. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a diminuição da informalidade.

Em relação à região geográfica, o Nordeste se destacou e registrou crescimento de 11,7%. Em 2010 os consumidores nordestinos também lideraram a lista com crescimento de 17,7%. As demais regiões ficaram abaixo da média nacional.

Por Natali Alencar



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Abril 2011


No intuito de conter o consumo do brasileiro, o Banco Central (BC) adotou uma série de medidas, com início no final do ano passado, então estendidas para 2011. A principal delas, que deveria afetar diretamente consumidores e empresas, foi a restrição ao crédito, mas até agora poucas novidades plausíveis em relação às intenções da instituição financeira.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) manteve estabilidade entre março e abril, em 135 pontos. No confronto com o quarto mês de 2010, o indicador registrou incremento de 3,1%, mostrando, portanto, bons ares no concernente à condição econômica dos lares paulistanos.

O ICF indica bom patamar de satisfação quando o número registrado ultrapassa a barreira de 100 pontos, pois o indicador leva em conta informações de zero a 200 pontos. A Fecomercio pondera que os dados de abril devem continuar a ribombar durante o atual semestre e que as medidas do BC foram sentidas com mais ênfase ainda no primeiro bimestre de 2011.

O levantamento ilustra ascensão de 5,7% no componente Acesso a Crédito em abril perante março, retornando, pois, ao patamar de 151,7 pontos delineado em abril de 2010. A Fecomercio avalia que esse avanço pode ser entendido como um reajuste normal em relação à baixa acumulada de 13,2% entre os meses de dezembro do ano passado e março deste.

O elemento Renda Atual cresceu 1,8% na base comparativa mensal, para 151,8 pontos. O Emprego Atual, dentro do quesito, aumentou 1,9%. As duas situações na óptica da Fecomercio denotam reflexos dos patamares econômicos de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda do ICC entre Março e Abril 2011 – Índice de Confiança do Consumidor


Os consumidores tiveram inúmeras possibilidades de melhorar de vida nos últimos meses desde que a crise financeira global foi superada. Um dos pontos mais positivos em meio ao consumismo exacerbado ocorreu, sem dúvidas, quando se destacou (por várias vezes) o termo confiança.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustrou decréscimo de 1,6% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre março e abril deste ano. Os 120,1 pontos do primeiro período foram substituídos por 118,2 pontos no seguinte, em outras palavras, a segunda queda consecutiva do indicador.

De acordo com a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA) decresceu 3,0%, de 145,0 pontos para 140,6 pontos, atingindo portanto, o menor nível desde outubro do ano passado.

O Índice de Expectativas (IE) também caiu no período, porém num patamar menos enfático. De março a abril a queda abraçou taxa de 0,5%, de anteriores 106,8 pontos para 106,3 pontos.

O levantamento também revela que a apreciação sobre a conjuntura econômica no país foi o elemento que mais pressionou a baixa do ICC no mês. O índice de pessoas que estimam a situação atual como boa decresceu de 34,7% para 29,2%, ao mesmo tempo em que a taxa daqueles que a avaliam como ruim saltou de 17,3% para 21,2%.

Os resultados dão um bom entendimento de que o consumidor está atento às novas dificuldades de consumo. Mesmo assim, a aquisição de serviços e bens pouco diminuiu desde que o Banco Central (BC) adotou medidas de restrição ao crédito. A desaceleração econômica está aí, mas deve ser bastante sentida em meados de junho, julho e agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Qualidade do crédito melhora pelo país, diz Serasa


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito adotadas pelo Banco Central (BC) começaram a repercutir em alguns dados. De acordo com o Indicador da Qualidade de Crédito do Consumidor divulgado pela Serasa Experian, após três trimestres seguidos de baixa a qualidade de crédito do consumidor atingiu o nível de 80,3 pontos no período de janeiro e março de 2011, patamar que retorna ao mesmo constatado no 2º trimestre do ano passado.

Por avaliar dados numa escala de zero a 100 pontos, quanto mais elevada a pontuação melhor é a qualidade de crédito. Em outras palavras, por situar-se num nível próximo do limite, a possibilidade de inadimplência é mais amena.

A Serasa avalia que a melhora no trimestre inicial deste ano reflete o menor endividamento dos consumidores. As medidas sugestionadas pelo BC começam a ditar um ritmo mais saudável em relação à velocidade de contração de novas dívidas feitas pelo consumidor, em 2010, e a falta de dinheiro para o devido pagamento.

O consumidor que observar alguma notícia sobre elevação da inadimplência não precisa se desesperar, pois não se trata, segundo economistas da Serasa, de uma grave crise. Até o final do atual semestre essa tendência deve permanecer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do Consumidor – Aumento em Fevereiro 2011


O aumento da inadimplência do consumidor era algo esperado por economistas. A aceleração econômica de 2010 surpreendeu até os mais otimistas, mas atualmente muitos pregam moderação no consumo. Dentro dos países integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é aquele que deve apresentar uma das expansões mais amenas relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB).

O Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor divulgado pela Serasa Experian delineou alta de 1,7% em fevereiro de 2011 contra janeiro, em outros termos o sétimo crescimento mensal seguido. A entidade prevê que essa situação deve perdurar pelos próximos meses, estendendo-se inclusive ao início do próximo semestre.

A atenção dos consumidores deve ser redobrada, pois o país enfrenta, atualmente, adoções de medidas pontuais provenientes do governo, então iniciadas em 2010. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) expôs seu parecer sobre um dos mais polêmicos assuntos do campo econômico (leia aqui). Entretanto, um dos jeitos mais fáceis para entender as pautas atuais é o seguinte: cuidado com gastos, pois dificuldades poderão prejudicar a honra de compromissos, tanto no curto como no médio prazo.

Mesmo assim, a Serasa não faz muito alarde em sua página na internet. Segundo ela, o nível de inadimplência do consumidor está abaixo dos 100 pontos – atualmente em 97,8 pontos. O aumento de índices não ilustraria descontrole, mas apenas retorno a cenários anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor – Crescimento em março de 2011


O nível de inadimplência do consumidor neste início de ano é aceitável para o período, pois em dezembro houve crescimento expressivo nos números relacionados às compras de presentes, produtos natalinos e viagens de férias. O mês seguinte (janeiro) continuou a registrar gastos dos consumidores, tais como IPVA, IPTU e materiais escolares.

Mesmo com a injeção proferida pelo 13º salário, apenas uma parcela da população se dispôs a economizar. Levantamento realizado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revela que durante março 76% dos 896 consumidores com alguma pendência têm dois ou mais carnês com certo atraso, índice superior aos 73% do período igual de um ano antes e mais ainda em comparação ao mês análogo de 2009 (47%).

O estudo indica que o aumento da inadimplência, que inclui cheques, tem por causa mais evidente o desemprego, que por si respondeu por 56% das justificativas de atraso nas contas. O descontrole de gastos, situação enfrentada por muitos lares brasileiros, é o segundo motivador, com 41% do total.

O levantamento também assinalou que 41% das pessoas sondadas têm entre 21 e 30 anos e que 34% do total ganham de dois a três salários mínimos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Serasa – Inadimplência do consumidor – Crescimento em janeiro de 2011


O poderio econômico do consumidor aumentou no decorrer de 2010, último ano de gestão do segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As oportunidades de emprego também cresceram, assim como também avançou o consumo. O resultado final, que agregou outros fatores, foi expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, índice insustentável para 2011 em diante, segundo alguns especialistas.

Os primeiros efeitos gerados pelas novas medidas adotadas pelo governo já podem ser sentidos, tanto que o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência do Consumidor registrou crescimento de 2,1% em janeiro sobre dezembro de 2010, a sexta alta seguida, para 95,4 pontos.

De acordo com a Serasa, essa nova elevação ilustra que a inadimplência deve sofrer modificação, ainda neste semestre, em relação à tendência emplacada pelo indicador em 2009, período em que a inadimplência começou a registrar baixas em seus índices. Esse ano, por sinal e para efeito recordativo, marcou a “saída” do Brasil da crise financeira global.

Economistas da Serasa distinguem que as medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC), bem como o atual ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia, devem causar maiores dificuldades no orçamento mensal dos lares brasileiros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Cobrança indevida de energia pode ser revista


A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) trocou hidrômetros de inúmeras residências. Após semanas de funcionamento dos novos equipamentos, valores astronômicos em contas dos consumidores vieram à tona, acarretando em reportagens edificadas por jornais impressos e televisivos. Em alguns casos, valores médios de R$ 30 saltaram para mais de R$ 1 mil. A justificativa padrão da companhia foi problemas no encanamento do imóvel.

Essa reclamação, tanto de um lado (consumidor) como de outro (empresa), porém, também abrange outros setores, como o da energia elétrica. O consumidor que for acusado de irregularidades no referente ao medidor de luz, pelas concessionárias, não deve ser obrigado a assinar o termo de confissão de dívida, situação que se levada adiante tira todo o direito de se recorrer quanto a alguma cobrança indevida.

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) indica ao consumidor apontado como fraudador recorrer ao Juizado Especial Cível ou à Justiça comum. Se a distribuidora, por outro lado, constatar algum problema na medição do consumo, precisa informar o cliente sobre isso e elucidar os critérios utilizados na cobrança.

Primeiramente, a Proteste orienta que os consumidores procurem a concessionária de energia caso não concorde com o valor cobrado. Se um acordo não for estabelecido, deve se encaminhar à agência reguladora estadual ou diretamente à ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil



SPC – Inadimplência do consumidor cresceu em janeiro de 2011


Todo início de ano é marcado por altas contas e dinheiro escasso nos bolsos. Parcelamentos referentes ao Natal e Ano Novo, pagamentos de tributos como o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) são apenas alguns dos elementos que tornam o 1º trimestre mais complicado.

Informações do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) apontam avanço de 5,03% da inadimplência do consumidor no mês passado em comparação a dezembro de 2010. O aumento do índice elucida maior descontrole do orçamento, que, na opinião de Vitor Kock, primeiro vice-presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), é inteligível, pois o período de maiores gastos é justamente este.

Embora tenha explanado tais palavras, Kock avalia, pelos gastos, uma situação de controle, uma vez que no confronto anual entre janeiro e o período análogo do ano passado o índice arrefeceu 10,99%, algo que também reflete a fraca base de comparação em virtude do colapso financeiro global.

Segundo o SPC Brasil, as consultas em janeiro diminuíram 35,64% sobre dezembro, constatação que agrega tanto pagamentos em cheques como compras financiadas. Por outro lado, houve alta de 5,38% em relação ao mês inicial de 2010, parte do período que reuniu boa expansão do Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil



Confiança do Brasileiro está mais baixa em 2011


O aumento da confiança do consumidor brasileiro no transcorrer de 2010 teve por origem uma série de acontecimentos. Para incentivar a economia, o governo adotou inúmeras medidas, entre elas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e materiais de construção. Neste início de ano, porém, o Banco Central (BC) decidiu brecar o consumo ao restringir crédito e aumentar algumas taxas. O intuito? Controlar a inflação.

De acordo com o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os brasileiros estão menos otimistas na atualidade. Do total de consumidores sondados, 60% preveem alta da inflação. Além dessa constatação, o número de cidadãos que acredita no aumento da renda mensal baqueou para 36% em janeiro – em dezembro o índice era de 44%.

Em termos gerais, a confiança do consumidor arrefeceu 1,5% em janeiro contra o mês passado. O indicador de perspectiva de inflação, neste mês, recuou 2,4%, apontando, assim, maior preocupação dos consumidores quanto a alta dos preços.

Segundo Marcelo Azevedo, analista de Políticas e Indústrias da confederação, com esses dados em mãos é possível avaliar que a intenção de compras de maior custo venha a ser mais pessimista.

Ao convergir as informações da CNI com de outros institutos de análise, este ano deverá ser, realmente, de maior controle e estabilidade ante as últimas conquistas. O governo tem indicado tal ideia.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Serasa – Indicador da Qualidade de Crédito do consumidor de baixa renda – 4º Trimestre de 2010


Estudo listado pela Serasa Experian revela que somente os consumidores de baixa renda apreciaram a qualidade de crédito no 4º trimestre do ano passado. Segundo o Indicador da Qualidade de Crédito da instituição, nesse período o índice verificado chegou a 80 pontos, mesmo nível verificado entre julho e setembro.

O indicador, medido numa escala entre 0 e 100 pontos, assinala que quanto maior é a constatação, menor é a possibilidade de inadimplência caso o consumidor recorra ao crédito. Com esse resultado denotam-se dois pontos distintos. Embora tenha ocorrido aumento da inadimplência recentemente, o crescimento nos índices de emprego e o incremento da remuneração do trabalhador asseguraram maior aptidão de absorção de endividamento.

Os cidadãos com ganhos de até R$ 500 mensais contraíram alta de 0,2% na qualidade de crédito entre o 3º e 4º trimestres. Os demais rendimentos, por outro lado, ou registraram queda, ou sinalizaram estabilidade na mesma base de comparação. Mesmo assim, a faixa de renda mais baixa é a que menos possui qualidade de crédito, de 75,6 pontos, contra 93,5 pontos da população com ganhos superiores a R$ 10 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Queda em Novembro de 2010


Um dos alicerces do bom andamento da economia brasileira, as concessões de crédito contribuíram para que milhares de pessoas adquirissem bens e serviços em maior intensidade ao longo do ano passado. Entretanto, levantamento realizado pelo Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor apontou queda no otimismo do medidor pelo oitavo mês seguido.

Conforme menção realizada pelo UOL, em novembro de 2010 o indicador recuou 1,3%, para 99,3 pontos, no confronto com outubro do mesmo ano. Mesmo assim, segundo a Serasa, as concessões realizadas com recursos livres devem permanecer em alta, mas num ritmo mais ameno.

Análise realizada pelos técnicos da entidade assinala que as medidas adotadas pelo Banco Central no final de 2010 e a elevação dos compulsórios devem melhorar o desenvolvimento positivo do crédito para o consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência dos consumidores continua em alta


O Serasa divulgou, nesta segunda-feira (13), a 7ª alta seguida de inadimplência dos consumidores, que cresceu 3,5% em novembro, em comparação com o mês de outubro. A expansão foi a maior desde 2005.

Em comparação com o mesmo mês em 2009, a inadimplência subiu 23,2%, registrando o maior crescimento desde 2001. No acumulado do ano, houve um acréscimo de 5%. Esse crescimento é resultado do aumento do endividamento do consumidor, que acumulou dívidas desde o dia das crianças.

A pesquisa do Serasa também divulgou que a expectativa empresarial de vendas para o Natal é positiva. A venda de varejo será tão forte nessa época que a maioria dos consumidores vai ampliar seu endividamento e destinar seu 13º ao pagamento de dívidas.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Outubro de 2010 – Tendência de Desaceleração


A economia brasileira sustenta bons números desde o início do ano, embora, no decorrer de cada mês, uma desaceleração fora constatada. O aumento do poder de compra dos consumidores, o crescimento das vagas formais e o acesso ao crédito são três dos fatores mais mencionados por especialistas como justificativas para o ambiente atual atravessado pelo país.

Contudo, levantamento realizado pela Serasa Experian assinala que o crédito aos brasileiros deverá apresentar desaceleração daqui a um semestre, pois o indicador de Perspectiva de Crédito ao Consumidor contraiu arrefecimento de 1,6% em outubro, o oitavo recuo seguido.

A Serasa estima que mesmo com as baixas os recursos livres devem continuar a crescer, porém numa cadência mais amena nos próximos seis meses. Para a entidade, de acordo com a agência de notícias Reuters, um novo ciclo de aperto monetário e o incremento do endividamento do cidadão deverão realizar contraponto à ascensão da massa real de rendimentos e do coeficiente de confiança.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Fraudes que atingem Consumidores – 2010


Entidades e empresas de vários segmentos tentam, dia após dia, emplacar novas tecnologias para oferecer maior comodidade aos seus clientes. A internet, por exemplo, não era bem vista há poucos anos como meio confiável de compra; hoje, a plataforma já é amplamente utilizada por grande número de pessoas devido a inúmeras melhorias.

Ainda existem, de fato, problemas nos mais diversificados sistemas. Levantamento recente feito pela Serasa Experian indica que as fraudes abarcando consumidores chegaram a R$ 5,8 bilhões até o mês passado – não estritamente à internet. Segundo a Band Online, o golpe mais observado é aquele em que uma terceira pessoa obtém crédito por meio de identidade falsa ou dados extraviados do cliente verdadeiro.

O estudo indica que o mês de maio deste ano foi aquele em que houve o maior volume de dinheiro corrompido com fraudes (R$ 662,5 milhões) devido ao Dia das Mães, uma vez que a data impulsiona grande aquisição de produtos, situação facilitadora para esse tipo de prática.

Quando há problemas envolvendo documentos perdidos, tais como CPF, RG, cheques e Carteira de Trabalho, a pessoa deve informar a Serasa Experian o extravio, pois não basta apenas registrar Boletim de Ocorrências.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Otimismo do Consumidor Brasileiro – Novembro de 2010


A economia brasileira tem apresentado ambiente favorável não somente e diretamente às empresas, mas também ao consumidor, que se aproveita do crédito em alta, do aumento do poder de compra e do número de postos formais criados ao longo dos últimos anos para se manter otimista.

Apesar desses fatores, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) o otimismo do brasileiro contraiu decréscimo de 1,3% neste mês em comparação a outubro, justamente o período em que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor obteve o maior patamar já registrado. Mesmo assim, com os atuais 119,1 pontos o medidor está acima da média histórica.

O levantamento pondera que houve diminuição no otimismo em relação ao desemprego para os próximos seis meses, ao mesmo tempo em que avançou a perspectiva sobre o endividamento e avanço dos índices de inflação. Embora esse fato tenha incidido negativamente, a expectativa concernente à própria renda apresentou alta de 2,9% neste mês, para 116,7 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Serasa Experian – Consumo dos Brasileiros – Alta em 2010


O otimismo dos consumidores com a economia do país tem por base três pontos de análise bem fomentados pela imprensa nacional: crescimento do número de postos de trabalho, acesso ao crédito de maneira menos restrita e aumento da massa salarial. Cada qual contribuiu, especialmente neste ano, para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com desaceleração prevista para o terceiro trimestre.

As datas festivas, entre as quais Natal e virada de 2010 para 2011, têm incitado os brasileiros a renegociarem suas dívidas para, então, contraíram novas compras, parceladas ou não. De acordo com informações relacionadas no Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o consumo das famílias aumentou 7,4% no acumulado deste ano.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL sopesa avanço de 6,2% se analisado somente setembro de 2010 com o mês igual do ano passado. Em comparação a agosto deste ano, porém, o consumo dos lares abarca incremento de 0,7% – após ascensão anterior de 0,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPCA-15: Prévia da inflação tem alta em Novembro


O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) apresentou uma variação de 0,86% em novembro de 2010. Os números foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice superou a taxa de outubro deste ano, que foi de 0,62%. O IPCA-15 é uma prévia do IPCA, que serve para fixar as metas da inflação. O resultado do índice elevou o acumulado do ano para 5,07% e o dos últimos doze meses para 5,47%. No mesmo período do ano passado, o IPCA-15 havia sido de 0,44% e nos doze meses anteriores, a taxa ficou em 5,03%.

O grupo de alimentação e bebidas, de acordo com o IBGE, foi o responsável pela elevação do índice, atingindo 2,11%, com destaque para o preço da carne. Neste mês, o consumidor chegou a pagar 6,10% a mais pelo preço da carne, que, durante 2010, já acumulou 20,49% de alta.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Instituto Data Popular – Pesquisa revela que Negros são os maiores Consumidores no Brasil


Dados reunidos pelo Instituto Data Popular atestam que os cidadãos negros mais pobres são aqueles que mais dispensam seus salários para compras em todo o país. A movimentação gerida pelos lares das classes C e D com renda abaixo de R$ 2 mil (aproximadamente quatro salários mínimos) foi de R$ 554 bilhões em 2010.

Com base nesse valor, o instituto considera que o consumo é mais do que a metade do realizado pelos brancos. Segundo o portal R7, o resultado é decorrente da maior participação da população negra no cenário da economia brasileira, com aumento de 58,3% em 2010 perante 1996.

Televisão, geladeira, máquina de lavar e freezer estão compreendidos entre aquelas mercadorias que passaram a ser adquiridas pelos negros, além de computadores e celulares, os dois últimos exemplos, em especial, refletindo o maior acesso dessa população aos meios de comunicação, entre os quais a internet.

O tão comentado aumento do poder de consumo dos brasileiros teve boa participação por parte dos negros. Uma das justificativas, segundo o Data Popular com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é o crescimento dos negros no mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor cresce em outubro


Levantamento edificado pela Serasa Experian, então divulgado na quarta-feira, 10 de novembro, assinalou avanço do índice de inadimplência em 1,8% no mês passado ante setembro. A entidade acredita que o incremento do endividamento e o comprometimento da remuneração mensal com aquisição de bens foram os elementos que nutriram a alta no percentual.

Entre janeiro e setembro a inadimplência acumula avanço de 3,3% em comparação ao período similar do ano passado. No confronto de outubro ante mês igual de 2009, de acordo com o portal de Economia Terra, percebe-se crescimento de 16,9%.

As grandes responsáveis pelo aumento no Indicador de Inadimplência do Consumidor foram as dívidas não bancárias (em 3%), que representam lojas, prestadoras de serviços básicos, financiamentos e cartões de crédito. Por outro lado, considerando-se somente dívidas bancárias constata-se arrefecimento de 1,2%.

Mesmo com a alta da inadimplência entre setembro e outubro, a Serasa confia que ocorrerá atenuação do indicador em breve, causada principalmente pela injeção do 13º salário nos bolsos do consumidor e consequentemente na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC) tem queda em São Paulo


Informações divulgadas nesta quarta-feira, 4 de novembro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista sofreu desaceleração em conformidade a índices já aguardados por especialistas na primeira quadrissemana deste mês.

O aumento mais ameno nos valores dos alimentos influenciou o resultado, que avançou 0,97% na primeira quadrissemana de novembro, pouco abaixo da percentagem de 1,04% do mês passado. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters estimavam esse índice com base na mediana de respostas anteriores as quais tiveram acesso.

No período em questão os custos de Alimentação majoraram 2,50% após crescimento de 2,84% em outubro. Mesmo com sucinta essa queda, o grupo é aquele que responde como o componente de maior inflação abarcado pelo IPC.

Os custos de Transportes, por outro lado, avançaram 0,85%, ante 0,88% do mês passado. Os valores de Saúde também contraíram alta, porém de 0,43% sobre anteriores 0,37%, juntamente aos de Vestuário, do novo 0,03% sobre a queda de 0,22% de outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda por Crédito recua em outubro, diz Serasa


Segundo dados do Serasa Experian, a demanda do consumidor por crédito recuou em outubro após ter atingido nível recorde em setembro desse ano. A quantidade de consumidores que usaram o crédito durante o mês de outubro caiu 3,2% em relação aos outros meses do ano.

Ao comparar com outubro de 2009, o Serasa constatou que houve um avanço de 15,2% na procura por crédito. O crescimento acumulado anual atingiu elevação de 15,7% comparativamente ao período de janeiro a outubro do ano de 2009.

A demanda do consumidor por crédito em outubro foi prejudicada pela menor quantidade de dias úteis em relação ao mês de setembro (20 contra 21), segundo o Serasa. Alguns consumidores também anteciparam a compra do Dia das Crianças, via crédito.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Índice de Preços ao Consumidor – Aumento em Outubro 2010


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal, atualizado em 7 de outubro, ficou em 0,66%, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. O índice ficou 0,2 ponto percentual acima do resultado apurado anteriormente.

Segundo a Fundação, este é o maior resultado obtido desde a primeira semana do mês de maio deste ano, quando o índice atingiu a marca de 0,78%.

O principal responsável pelo aumento do Índice de Preços ao Consumidor foi o grupo da alimentação, que disparou de 0,84% a 1,41%, puxado pelo aumento das frutas, arroz e feijão e dos laticínios, que subiram de 1,83% para 3,74%, 1,53% para 3,72% e de 0,70% para 1,31%, respectivamente.

Por Luana Neves



Aumento da Inadimplência não abala Crédito do Consumidor


O consumidor brasileiro percebeu uma mudança de ares há alguns meses – aliás, poucos meses. Quem antes custava a acreditar na aquisição de bens duráveis e alguns não-duráveis teve de ser obrigado, se esses são os termos ideais, a pensar diferente. Prova dessas preliminares palavras são fruto de tudo o que a imprensa nacional propagou; veículos automotores, produtos da linha branca e, mais além, residências sofreram alta nas vendas.

Após o término da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, especialistas estimavam queda nas vendas de mercadorias e aumento no número de inadimplentes. O Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor, para ninar os cidadãos, relacionou no início desta semana que embora essa seja uma tendência até o final do ano, pouco intervirá na perspectiva de crédito ao consumidor.

Em junho, final do primeiro semestre, o indicador retrocedeu 0,5%, chegando, pois, ao nível de 96,2 pontos, configurando o segundo arrefecimento mensal consecutivo – em maio o tombinho foi de 0,2%. Embora os antenados no assunto possam vir a se preocupar, reportagem apregoada pelo portal de notícias G1 assegura contínuo caminho de ampliação do crédito às pessoas físicas, mesmo que mais amena.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice Nacional de Expectativa do Consumidor INEC – tem sua segunda melhor marca desde 2001


A sociedade brasileira começou a perceber que pode sim conseguir sobreviver com a renda atual enquanto adquire bens entre imóveis, veículos automotores, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Mesmo com dívidas como: supermercado e contas mensais.

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicou crescimento do otimismo dos consumidores do país em 1,8% em julho, considerada, pois a segunda marca mais positiva do Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), que teve série histórica principiada em 2001. A melhor marca até o momento pertence a dezembro de 2009.

Os pontos anteriormente destilados compõem algumas das seis categorias-base do INEC, que são a expectativa do desemprego, da situação financeira, do rendimento pessoal, da aquisição de bens de valores altos, do endividamento e, por último, da inflação. De acordo com o portal de Economia UOL, aquele que melhor se posicionou foi a perspectiva em relação ao trabalho, seguido pela contração de menos dívidas por parte dos consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Amplia-se endividamento da população devido ao otimismo econômico


As festas de final de ano compõem, sem qualquer contestação, o período mais almejado pelo varejo brasileiro. Presentes a parentes e amigos, maior consumo de alimentos e bebidas típicos do Natal e Ano Novo, bem como viagens fazem parte da rotina anual da população. O crescimento econômico do país, o acesso facilitado a crédito e a expansão na criação de empregos contribuíram, entre 2009 e 2010, para ampliação no endividamento da população.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 indica que parcela do comprometimento da renda mensal dos lares brasileiros com débito em financiamentos bancários e crediários em lojas, cresceram nos últimos meses. Diferentemente do que se possa supor, ao invés de arrefecimento (diminuição) na contração de novos compromissos, os cidadãos começaram a se endividar mais ainda.

O veículo de comunicação, baseado em estudo da Tendências Consultoria Integrada, indica que essa continuidade no acréscimo de dívidas dos lares brasileiros deve-se ao otimismo da criação de empregos e da própria renda, oferecendo, portanto, perspectivas futuras mais seguras. No entanto, a pesquisa da consultoria admite que essa expectativa não chega ao campo imobiliário.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumir cresce 1,9% em maio


O melhor ambiente econômico brasileiro permitiu à população sonhar mais alto, tanto que nos últimos meses o otimismo e o melhor acesso ao crédito fizeram as compras dispararem em alguns setores. Somado a isso também se confere aos segmentos automotivo, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e construção civil a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até março passado.

Como já era aguardado por especialistas, a inadimplência do consumidor assinalou em maio elevação de 1,9% em relação ao mês igual do ano passado, a primeira alta no confronto anual desde outubro de 2009, conforme informações obtidas no indicador Serasa  Experian.

Reportagem do portal mercado UOL descreve que analistas estimam perspectivas otimistas para o crescimento econômico, permitindo avaliar que não existirá um aumento muito acima dos atuais níveis de inadimplência no próximo semestre.

Em dados mensurados, as dívidas não cumpridas com financeiras e cartões de crédito ascenderam 8,1% no mês passado em comparação a abril, à frente de débitos com as instituições bancárias, que suplantaram o percentual de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidor está mais confiante na Economia do Brasil


A imprensa é conhecida entre os estudantes de Jornalismo e interessados nos meios de comunicação como 4º do poder do país, pois sua sagacidade em noticiar informações X ou Y pode gerar efeitos positivos, como, também, negativos. Há casos distorcidos divulgados pela imprensa, como foi o famoso “Escola Base”, talvez um dos temas mais abordados dentro da academia.

Em contrapartida, já na atualidade, notícias diárias dão conta de que a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva é uma das mais saudáveis do planeta num contexto geral, devido ao bom ambiente econômico puxado pela melhor distribuição de renda ao trabalhador e maiores percentuais de investimentos em diversos setores.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) teve alta de 0,6% entre abril e maio, conquistando, agora, 116,1 pontos. Reportagem emitida pelo veículo Folha UOL relata que a satisfação dos consumidores brasileiros em relação à economia foi a que mais contribuiu para a ascensão do medidor.

O estudo indica que embora a expectativa por uma melhor situação familiar tenha sido conquistada, por outro lado as estimativas ante a situação econômica local, aos próximos meses, cresceram 3 pontos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Classe B será a mais participativa na economia em 2010, avalia estudo


A Classe C do Brasil tem feito Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, comemorar com grande intensidade os resultados obtidos, que convergem, pois, com suas propostas defendidas com unhas e dentes desde que ingressou na carreira política, embora almeje que as camadas D e E também consigam notoriedade.

Apesar disso, o estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target aponta que as famílias e cidades pertencentes à classe B serão aquelas que melhor representarão o consumo pelo país em 2010. Segundo reportagem do portal de notícias G1, o aumento do crédito, do emprego e da renda serão os responsáveis pela dilatação com despesas em viagens e aquisição de automóveis, eletrodomésticos, móveis e roupas.

O estudo mencionado, que contou com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assinala o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 6,1% para 2010 como referência substancial à expectativa.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor diminui


De acordo com estudo da Serasa Experian, a inadimplência do consumidor no primeiro trimestre de 2010, em relação a igual período de 2009, caiu 6,7%. Foi o maior recuo registrado em comparações do primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 2000. Os economistas da Serasa apontam como motivos principais o aquecimento do mercado de trabalho e o crescimento da renda do brasileiro.

Vale ressaltar, no entanto, que no primeiro trimestre de 2009 o Brasil ainda sofria mais intensamente os efeitos da crise. Os economistas preveem que a inadimplência do consumidor continuará em queda no restante do primeiro semestre do ano.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto



Oi lidera reclamações no Procon de Pernambuco


A operadora de telefonia celular “Oi” lidera os registros de queixas no Serviço de Proteção ao Consumidor da capital pernambucana (Procon-Recife). Das 333 reclamações feitas no mês de março, 29 delas foram feitas contra a Oi.

As queixas contra a operadora são as mais diversas, mas principalmente as relacionadas ao descumprimento do contrato de prestação de serviços e  cobranças indevidas.

Depois da Oi, os maiores números de reclamações são contra a loja de eletrodomésticos Eletro Shopping (24 queixas) e a rede de supermercados Wal Mart (antigo Bompreço), com 21 queixas. Em seguida vem empatados, com 13 reclamações, as Lojas Insinuante, o Banco Ibi e a administradora de cartões Hipercard.

Por: Alexandre de Souza Acioli



Código de Defesa do Consumidor precisa de atualização


Para o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamin o Código de Defesa do Consumidor não é eficiente para o dia-a-dia do brasileiro.

De acordo com Benjamim falta para o código, que completa 20 anos em setembro, a garantia que o consumidor não seja importunado.

O ministro também destaca a omissão do código em relação ao crédito para o consumidor e regular o mercado da internet, que praticamente inexistia quando foi criado o texto.

Benjamin acredita que somente a punição com multa para companhias que infringem o direito do consumidor possa mudar a atual situação. Mas para isso acontecer ela ser inserida na legislação.



Produtos Típicos Carnaval tem Aumento de Preços


A menos de uma semana para o Carnaval, pesquisas se encarregam de ilustrar ao consumidor quais os melhores locais para a aquisição de produtos típicos, bem como indicativas para onde as pessoas podem comprar mercadorias por um custo menor. Porém, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IPBT), em 2010 os preços aumentaram significativamente devido a cargas tributárias embutidas.

Para efeito contextual, o percentual (ou taxa) de tributos sobre a cerveja chega a 54,8%. Com base nisso, João Eloi Onenike, presidente do IPBT, ressalta que os produtos considerados de menor importância sofreram mais com a crise mundial, pois o governo brasileiro, segundo ele, teve foco principal em diminuir os impostos de carros e da linha branca, entre outros.

Alguns dos percentuais divulgados pelo Instituto podem deixar a população de orelha em pé. A famosa água de coco, tão consumida no calor, tem carga tributária de 34,13%. Os músicos também saíram prejudicados porque o Agogô, o Violão e o Cavaquinho, por exemplo, possuem quase 39% de tributos embutidos cada um.

Na hora da folia, a melhor iniciativa é pensar bem e pesquisar muito mais, sobretudo, antes de gastar.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Confiança do Consumidor cresce no Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou informações relevantes em relação ao Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro. Em janeiro deste ano, houve uma recuperação em âmbito nacional de 0,6% ante o último mês do ano passado. Em dezembro, o índice teve queda de 2,4% em comparação com novembro.

De percentuais para pontuação, em dezembro de 2009 foram constatados 113 pontos, um pouco além do meio termo do índice de análise, pois o ICC é uma escala calculada com pontuação apurada entre zero e 200 pontos, ou seja, quanto mais perto de 200, maior é o nível de confiança do consumidor brasileiro.

No entanto, apesar de ter existido um aumento significativo, a FGV foi cuidadosa ao analisar o resultado conquistado. Segundo o instituto, existem dois movimentos diferenciados na apreciação: a melhoria na avaliação sobre a circunstância atual coligada a um arrefecimento no ritmo de otimismo para os próximos meses deste ano.

Fonte: Agencia Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda da Inadimplência do consumidor em 2009


A empresa de análise de crédito Serasa Experian, instituto responsável pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, revelou que a inadimplência do consumidor, no Brasil, fechou o ano de 2009 com um percentual de quase 6%. O resultado é menor que o constatado em 2008, que atingiu 8%.

Para especialistas, essa queda deve-se ao fato de que o país passou a se recuperar com austeridade da crise financeira mundial, além, claro, da geração de vagas de emprego e da regularização do crédito. No ápice da crise, conforme divulgou a Agência Estado, a inadimplência de pessoa física tinha crescido, em dezembro de 2008, 12,8% em relação ao período igual de 2007.

O desenvolvimento do país, conforme avalia a própria Serasa Experian, deram maior segurança econômica e possibilitaram que esse índice avaliativo apresentasse o baque apresentado no primeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Mundial abala os Britânicos


Sabe-se que a configuração de mundo globalizado pode levar o acontecimento de um país a refletir em outros. Nesta semana, a medida geral de confiança do consumidor da Nationwide Building Society, índice do Reino Unido, revela que houve um pessimismo dos consumidores em relação à economia no final de 2009.

Conforme dados concretos, a pontuação do medidor acima citado caiu de 74 para 69 pontos, o maior baque registrado em um mês desde novembro de 2008, ocasião na qual já acontecia o aumento da crise financeira mundial.

Por conta disso, estima a reportagem veiculada pela Agência Estado, Gordon Brown, primeiro-ministro, poderá não vencer as eleições que ocorrerão no início de junho deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empresas ainda descumprem decreto do Call Center


A mídia divulgou em larga escala, em 1º de dezembro – aliás, Dia Mundial de Combate à AIDS –, informações fresquinhas a respeito do serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Um ano após as novas regulamentações, com suporte no Decreto 6.523, pouco mudou, mesmo com uma sensível melhora.

Segundo as entidades de defesa do consumidor, inúmeras falhas ainda persistem, tais como o tempo de espera para que o cliente, de fato, tenha acesso direto a um atendente e às gravações com o “menu” dos telefones (disque 1 para… disque 2 para… disque 3 para…).

Segundo Estela Guerrini, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o cumprimento formal, que engloba maior objetividade dos itens de atendimento, com as opções primordiais ao consumidor, foi conquistado, mas o tempo, realmente, ainda se apresenta falho.

Por outro lado, a Associação Brasileira de Tele-serviços (ABT) atesta que as companhias, apesar das inúmeras reclamações, continuam melhorando seu atendimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei