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Queda no Índice de Cheques sem Fundos no Brasil – Janeiro de 2012


A empresa de consultoria Serasa Experian divulgou um balanço dos números de cheques sem fundos no Brasil no mês de janeiro, de acordo com o levantamento o índice passou de 1,99% (em dezembro de 2011) para 1,93%.

Segundo os especialistas da Serasa Experian, a queda na emissão de cheques sem fundos foi o resultado de um conjunto de fatores, como a redução dos juros e da inflação, além do uso do décimo terceiro salário para a quitação das dívidas.

Segundo alguns economistas, outro ponto que pode ter influenciado é que em janeiro há menos consumo devido às compras parceladas feitas durante as festas de final de ano e dos pagamentos de impostos como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

Entre os estados, Roraima foi o que apresentou maior percentual de cheques sem fundos, com 16,61%. Já o estado de São Paulo foi o que teve menor volume, com 1,45%.

Com relação às regiões, a Norte foi a que teve mais cheques devolvidos, com 4,11%. Já a região Sudeste foi a que menos teve problemas, com 1,57%.

Por Joyce Silva



Aumento do número de cheques sem fundos no Brasil


Estudo divulgado pela Serasa Experian aponta que o volume de cheques devolvidos no mês passado superou o índice de devolução constatada no período imediatamente anterior. Em março, o Indicador de Cheques Sem Fundos registrou taxa de 2,13%, contra 1,83% de fevereiro e 1,70% de janeiro.

Embora o número de cheques sem fundos tenha crescido desde o início de 2011, a Serasa assinala que o resultado acumulado do trimestre é o mais brando dos últimos seis anos – considerando-se período igual. Entre janeiro e março computou-se índice de 1,89% no volume de inadimplência com cheques, superando apenas o período análogo em 2005, quando o percentual abrangeu 1,74%.

A alta é explicada a partir de uma série de constatações. Economistas da Serasa assinalam que o apertado orçamento familiar em função do pagamento de impostos e compras de início de ano, tais como IPVA, materiais e uniformes escolares, bem como gastos relativos a férias e Carnaval, pesaram mais no bolso do consumidor.

Em conjunto aos fatores acima descritos, começa-se a perceber que as medidas de restrição ao crédito para impedir alta na inflação, além do ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, pressionaram o aumento no volume de cheques devolvidos.

A unidade federativa com o mais elevado índice no mês de março foi Roraima, com 10,88%. Na outra ponta figurou São Paulo, cuja taxa chegou a 1,45%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cheques Sem Fundos – Indicador subiu para 1,83% em fevereiro de 2011


Meio de pagamento em crescente desuso, os cheques ainda são uma das maneiras utilizadas por comerciantes e prestadores de serviço para assegurar o cumprimento da dívida assumida. A burocracia desse sistema, porém, tem aumentado a opção do consumidor por cartões de crédito e débito, além do próprio dinheiro em espécie.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, o número de cheques devolvidos, no mês passado, chegou a 1,83% do total emitido, leve avanço em comparação ao índice de janeiro, de 1,70%. Economistas da entidade avaliam ser essa alta proveniente do maior endividamento do consumidor com outras contas de início de ano, tais como IPVA, IPTU e matrículas, uniformes e materiais escolares. Outra constatação refere-se às compras para o Natal, e gastos com as férias. Em meio a isso, a Serasa pondera o ciclo de alta dos juros, como forma de controlar as taxas inflacionárias, outro fator de relevante apreciação.

No acumulado anual, segundo a Serasa, a unidade federativa com o maior acúmulo de cheques sem fundos foi Roraima, com índice de 10,06%, diferentemente de São Paulo, onde a taxa registrada chegou a 1,37%.

Aos poucos, a população começará a enquadrar mais satisfatoriamente sua renda aos gastos, pois o término dos tributos e outras despesas de final de ano ofertarão grana “extra” ao planejamento familiar. Essa sobra deve ser entendida como nova oportunidade para ajeitar as contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



Índice de Cheques sem Fundo – Queda em Janeiro de 2011


Em desuso no Brasil, cheques passaram a ser substituídos por meios mais modernos de transações eletrônicas, como é o caso dos cartões de crédito e de débito e de negócios pela rede mundial de computadores, vulgo internet. Mesmo assim, para alguns serviços e bens as tradicionais folhinhas retangulares são imprescindíveis

Informações divulgadas pela Serasa Experian por meio do Indicador de Cheques Sem Fundos assinalam que em janeiro deste ano 1,70% dos cheques emitidos em todo o país foram devolvidos, o índice mais brando para o período desde 2005, ocasião em que este chegou a 1,53%.

Economistas da Serasa matutam que essa constatação ainda reflete o bom nível do mercado de trabalho do ano passado e mesmo em meio à queda neste início de 2011, há possibilidades de as taxas apresentarem alta em fevereiro e março, uma vez que nesse período os consumidores focam suas atenções ao pagamento do IPVA e do IPTU e às aquisições de serviços e materiais escolares.

Por regiões, Roraima representou a unidade federativa de maior taxa no volume de cheques devolvidos, 11,38%, diferentemente de São Paulo (com o nível mais baixo), 1,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento de cheques sem fundos no final do ano


Os cartões de crédito e débito estão em alta e os cheques, por sua vez, em baixa. Vários fatores explicam essa tendência, tais como menor burocracia para a aprovação e utilização do dinheiro de plástico em inúmeras empresas varejistas, físicas ou virtuais.

Informações divulgadas pela Equifax revelam que o volume de cheques devolvidos no mês passado chegou a 1.664.294, incremento de 4,11% em comparação a novembro de 2010. No confronto com dezembro de 2009, porém, o montante constatado foi 9,47% mais brando.

De acordo com Alcides Leite, consultor do Centro de Conhecimento da Equifax, o aumento das vendas pelo comércio devido às festas de final de ano e o incremento das taxas de juros relacionadas a algumas operações financeiras foram cruciais para o aumento dos cheques devolvidos.

Alcides acredita na possibilidade de incremento dos juros no comércio, situação que deverá exercer certa influência no desempenho dos números da inadimplência, acarretando, com isso, leve aumento.

A assessoria de imprensa da Equifax assinala que em relação ao volume de títulos protestados houve avanço de 2,10% no mês passado ante novembro, porém com queda registrada de 0,59% sobre dezembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei