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Regras para o Pagamento do Cartão de Crédito


Confira as mudanças sobre o pagamento da fatura do cartão de crédito.

Provavelmente a partir dessa segunda-feira você já deve ter ouvido falar sobre um novo regime para o uso do rotativo do cartão de crédito. Se você perdeu alguma informação e não teve acesso para entender bem do que se tratava, aqui segue uma explicação sobre quais são as mudanças mais significativas.

A partir do dia 3 de abril, assim que um correntista, de qualquer banco privado, não conseguir pagar sua fatura integral do cartão de crédito, tendo que pagar o valor mínimo e a partir do mês seguinte o correntista ainda não possui o valor para pagar a fatura de forma integral, o banco providencia o valor dessa última fatura parcelado. O correntista só poderá voltar a pagar o valor mínimo quando quitar as parcelas da fatura parcelada.

É preciso ficar atento sobre as opções de parcelamento. Muitos bancos podem oferecer uma maior quantidade de parcelas para poder dividir a fatura. Alguns bancos podem oferecer a opção de parcelar em 12 vezes, 24 vezes ou até 48 vezes, mas conforme o número de parcelas aumenta, o valor de juros também. O valor da parcela pode ser baixo a longo prazo, mas no caso do cliente optar por quitar a dívida antes do combinado, pode sentir o peso dos juros altíssimos. Por isso, é muito importante analisar bem qual melhor plano de parcelamento que será oferecido.

Essa medida foi ordem do governo, tendo em vista a crise de grande escala em todo o território brasileiro e o índice de inadimplência estar sendo alto o bastante para ameaçar bancos até a fecharem. Não há informação se essa medida será apenas provisória ou se tornará permanente, mesmo com uma melhora no cenário econômico brasileiro.

De qualquer maneira, todo cuidado é pouco. A oscilação dos preços, o crescente desemprego, além da falta de planejamento governamental pegou todos de surpresa. Vivemos além da recessão econômica e já mergulhamos em uma depressão econômica sem previsão para melhora.

Para o orçamento familiar, é necessário que as contas estejam devidamente organizadas para que não existam mais malefícios por conta da crise do que o “comum” e o “esperado”.

Por Yamí de Araújo Couto

Cartão de crédito



Rotativo do Cartão de Crédito da Caixa – Novidades


Caixa anunciou suas novas condições para o uso do rotativo do cartão de crédito.

A CEF, Caixa Econômica Federal, recentemente, anunciou suas novas regras para fazer a utilização do rotativo por meio do cartão de crédito, começando a valer a partir do próximo dia 3 de abril.

Segundo informações divulgadas por meio de uma nota publicada pelo banco federal, atendendo às exigências do CMN, Conselho Monetário Nacional, que impôs a regra para utilização do crédito rotativo pelo prazo de no máximo trinta dias, o valor que não for liquidado de maneira integral da fatura do mês anterior estará contido de forma total no valor para que seja realizado o pagamento mínimo na fatura do próximo mês.

A instituição financeira irá manter as opções que se encontram vigentes atualmente para que você pague a sua fatura mensal, isto é, o valor total, o valor mínimo ou então qualquer valor que esteja entre o valor total e o mínimo, com vencimento a partir do dia 3 de maio de 2017, ainda contará com mais seis opções para realizar o parcelamento do valor total de sua fatura: em 24, 20, 16, 12, 8 ou então em 4 meses, de acordo com a escolha e a necessidade do cliente. Entretanto, tal tipo de pagamento da fatura terá incidência de taxas nestas opções citadas acima e elas oscilam entre a 9,90% ao mês e 3,30% ao mês.

A Caixa Econômica Federal oferecerá também uma opção para parcelar a sua fatura de modo automático, que irá acontecer no momento em que o cliente realizar o pagamento de qualquer valor que esteja abaixo do valor mínimo e diferente das seis alternativas de parcelamento dadas acima.

De acordo com Márcio Recalde, que é o diretor executivo de cartões desta instituição financeira, a Caixa Econômica Federal irá se adequar de forma integral com as novas exigências impostas para o produto cartão de crédito. A iniciar no dia 3 de abril de 2017, as Centrais de Atendimento telefônico e também todas as redes de agências serão capazes a dirimir dúvidas eventuais dos clientes que possuem cartão de crédito administrado pela Caixa Econômica.

Por Filipe Silva

Cartão Caixa



Juro do cartão de crédito chegou a 13,23% am em setembro


Em setembro deste ano, as taxas de juros para as operações com o cartão de crédito tiveram a maior alta em 19 anos.

De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), as taxas de juros para as operações com o cartão de crédito tiveram a maior alta em 19 anos. Em setembro a taxa média chegou a 13,23% ao mês (361,40% ao ano), o maior patamar desde março de 1996. A alta ocorreu em todas as seis linhas de crédito pesquisadas (comércio, cartão de crédito rotativo, cheque especial, CDC- bancos-financiamentos de veículos, empréstimo pessoal- bancos e empréstimo pessoal- financeiras), que tiveram aumento para o consumidor (pessoa física).

No comércio, os juros foram de 5,30% ao mês para 5,32% (86,26% ao ano). No cheque especial, a taxa subiu de 10,14% em agosto para 10,24% em setembro (222,16% ao ano).

O juro dos empréstimos nos bancos para a compra de automóveis (CDC) subiu de 2,14% para 2,20% (29,84%). A taxa dos empréstimos pessoais nos bancos saltou de 4,15% para 4,20% (63,84%), enquanto nas financeiras a taxa cobrada neste tipo de empréstimo foi de 7,72% para 7,80% (146,28% ao ano).

Segundo Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor de pesquisas econômicas da Anefac, esse é o resultado do aumento da inadimplência, que por sua vez é fruto do crescente desemprego e que acaba acarretando alta nos juros, pelos bancos causando um verdadeiro efeito cascata. Ele afirma ainda, que a alta dos juros para os consumidores deve seguir ainda nos próximos meses. Ainda em maio deste ano, a Anefac já evidenciava uma alta nas taxas dos juros de cartões de crédito de 300% ao ano, o que demonstra um aumento crescente desde então.

A Anefac considera ainda a alta dos juros ao avanço da Selic, a expectativa de mais aperto monetário em função da inflação e maior carga tributária.

Por Lilian de Oliveira

Cartão de crédito

Foto: Divulgação



Juros do cartão de crédito chegaram a 395,3% ao ano


Taxa de juros do cartão de crédito bateu todos os recordes e atingiu 395,3% ao ano. Consumidores devem evitar ao máximo utilizar o crédito rotativo.

A taxa de juros do cartão de crédito já chegou a 395,3% ao ano, um índice que bateu todos os recordes desde março de 2011. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (26) pelo Banco Central.

Comparando os meses de julho e junho, a taxa média teve um aumento de 23,2%.

O "rotativo do cartão de crédito" trata-se da operação onde o cliente precisa fazer o financiamento do saldo devedor do seu cartão, pagando somente uma parte da fatura, ou seja, é o que vem acontecendo com a grande maioria dos usuários do cartão de crédito que principalmente nesta época de crise, não está conseguindo pagar o valor total da fatura, pagando muitas vezes apenas o valor mínimo. Mas entram também no "rotativo do cartão de crédito" os saques que são realizados com o cartão.

Túlio Maciel, que é chefe do Departamento Econômico do Banco Central, informou aos consumidores para evitarem a todo custo o "crédito rotativo", que é válido tanto para o cartão de crédito como também para o cheque especial. O custo é altíssimo e não compensa usar estes serviços.

O crédito rotativo somente deve ser usado em caso de uma urgência e mesmo assim, por um curtíssimo espaço de tempo.

O aumento de junho para julho foi de 1,3% para a taxa de compras parceladas com juros, assim como para o parcelamento da fatura do cartão de crédito e também para os saques parcelados, ficando assim, em 119,5% ao ano.

O cheque especial também está com os juros elevadíssimos, a taxa subiu 5,6% de junho para julho e agora está em 246,9% ao ano.

Outro cuidado é quanto ao crédito consignado, aquele onde os descontos são feitos na folha de pagamento, pois apesar de ser bastante tentador, este empréstimo teve aumento nos juros, de 0,5% e está em 27,8% ao ano.

Houve uma queda registrada para os juros do crédito destinado à compra de automóveis, para ver se melhora a venda de veículos. Para este crédito, a queda foi de 0,2%, ficando em 24,5% ao ano.

Por Russel



Juros do cheque especial atingiram 241,3% ao ano em junho


Juro de cheque especial atingiu seu maior patamar desde 1995. Juros do cartão de crédito também estão em alta, registrando 372% ao ano.

Desde 1995 que não se via um juro tão alto para o cheque especial, que já soma 241,3% ao ano! A nova alta registrada em junho elevou o juro para o cheque especial a um patamar que não se via há quase 2 décadas, de acordo com as informações divulgadas pelo Banco Central na última quinta-feira (30).
No mês de maio a taxa já estava a 232% ao ano e em junho foi para 241,3% ao ano, registrando um aumento nos juros do cheque especial de 9,3%.

Para se ter uma noção mais precisa do que isso significa na vida do brasileiro, vamos tomar a título de exemplo uma dívida no cheque especial, no valor de R$ 1.000,00. Daqui a 12 meses, esta dívida estará em R$ 3.413,00.

No final do ano de 2013, os juros do cheque especial estavam em 148,1% ao ano, o que representa um aumento de 93,2% só nos últimos 18 meses.

Não precisa nem dizer que a dica dos especialistas é para que ninguém utilize o cheque especial e quem já está utilizando, trate de pagá-lo o mais rápido possível. Quem está devendo o cheque especial e tem dinheiro aplicado na poupança, deve retirar o montante da poupança para efetuar o pagamento do cheque especial, já que o rendimento da poupança não é capaz de cobrir os juros do cheque especial. E mesmo quem tem outros investimentos, deve fazer as contas, porque dificilmente vai encontrar um investimento que pague juros maiores do que é cobrado no cheque especial.

E os juros do cartão de crédito também estão em alta e eles atingem os usuários que não efetuam o pagamento total da fatura. Em junho os juros do cartão já chegaram a 372% ao ano, sendo a maior entre todas as modalidades de crédito. No mês de maio, o juro do cartão de crédito era de 360,5% ao ano. Em junho, o aumento foi de 11,5%.

O aumento da taxa de juro para o cheque especial e o cartão de crédito acompanha a alta da taxa básica, que foi fixada pelo Banco Central, no intuito de conseguir conter a inflação.

Por Russel

Juros do cheque especial



Alta nos juros do cheque especial e do cartão de crédito


No cheque especial os juros atingiram 232% ao ano e no cartão de crédito rotativo, atingiram 360,6% ao ano em maio.

O cenário econômico brasileiro não é dos melhores, porém, as taxas de juros continuam aumentando a cada mês de se passa. Dessa vez tivemos novamente o registro de aumento dos juros do cheque especial, bem como do cartão de crédito rotativo. Vale ressaltar que as taxas desses dois serviços são uma das mais caras do mercado financeiro.

Segundo dados oficiais do Banco Central, na virada de abril para maio de 2015 os juros do cheque especial conseguiram avançar 6%, ou seja, passou para 232% ao ano. Dessa forma, este é nada menos que o maior patamar dessa taxa desde dezembro de 1995. Na ocasião, a taxa dos juros do cheque especial atingiu 242,2% ao ano. A taxa de maio de 2015 é o maior patamar em 20 anos.

É importante destacar que o aumento das taxas de juros neste segmento vem crescendo de forma assustadora desde o final de 2013. Caso não saiba, em dezembro de 2013 essa taxa era de 148,1% ao ano. Se comparada a atual taxa de maio de 2015, tivemos um aumento de 83,9%.

Porém, essa não foi a única taxa a registrar aumento. Os juros do cartão de crédito rotativo, um dos maiores do mercado financeiro, também seguiram a onda de aumentos. O Banco Central informou que a taxa deste segmento alcançou nada menos que 360,6% ao ano em maio de 2015. Com isso, essa passou a ser a mais alta taxa de todas as modalidades de crédito.

Para aqueles que não sabem, os juros do cartão de crédito rotativo é a taxa resultante do não pagamento da totalidade da fatura do cartão de crédito. Além disso, é importante destacar que essa taxa atingiu o seu maior patamar desde sua série histórica iniciada em março de 2011. Tanto o BC como especialistas recomendam que os clientes não utilizem esse serviço.

Outro detalhe importante é que o aumento dos juros bancário veio juntamente com a alta da taxa básica da economia. Caso não saiba, essa taxa é estabelecida pelo Banco Central a cada 45 dias e tem como objetivo conter o avanço, bem como as consequências da inflação.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial e cartão de crédito



Nubank – Novo cartão de crédito completamente digital


Novo serviço alia a tecnologia e o setor bancário. Nubank chamou a atenção por apresentar pouca burocracia, praticidade, preços convidativos e juros baixos.

Praticamente não se passa um dia em que não vemos algum aplicativo financeiro aqui, um serviço ali e por aí vai. Parece ser algo natural e é. Mas isso tudo, formado ou não de pequenas coisas, faz parte de uma mudança natural e bem mais complexa que poucos percebem. Que o setor de finanças no Brasil está em um processo movimentado de transformação não é segredo para ninguém. Mas tem muito mais aí.

No meio do furacão temos as instituições financeiras de grande porte que correm e tentam até fazer milagres para que seus clientes sejam mantidos. Para isso não poupam esforços para criarem novas soluções que tenham como objetivo atender as necessidades desses mesmos clientes e de novos também (que são mais e mais exigentes). Na mesma linha e praticamente lado a lado temos aquelas empresas pequenas que vão surgindo repentinamente e sem que ninguém perceba, até que o serviço criado por elas passa a ser notado por pontos fundamentais como eficiência e rapidez. Lembrando que esses são os dois grandes obstáculos encontrados pelas grandes corporações.

Vamos ver um exemplo de como a tecnologia anda mexendo com o setor bancário brasileiro: um sucesso bem recente é o Nubank. Para quem não sabe trata-se de um cartão de crédito completamente digital. Esse serviço começou a operar por aqui há pouco tempo. Dito e feito, caiu nas graças das pessoas por diversos motivos dentre os quais a pouca burocracia, a praticidade, preços convidativos e juros baixos quando comparados com a concorrência.

E tem mais vindo por aí. Essa iniciativa deve mexer ainda mais e revolucionar mais profundamente o setor financeiro principalmente pela grandiosidade e pelos nomes por trás do projeto. Estamos tratando aqui do Banco Original. Da mesma maneira que o Nubank ele pretende oferecer tudo o que a concorrência oferece. Mas com o diferencial de usar apenas os meios digitais para fazer as coisas.

A principal diferença é de onde começa. Se o Nubank é quase desconhecido em termos de criadores o Banco Original já começará grande. Por trás dele estarão gigantes como a J&S, grupo que é dono do frigorífico JBS (a Friboi). Entre os nomes de peso estão Flavio Dias da Fonseca, fundador do Walmart.com no país, e Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco do Brasil.

Pois bem, se as filas e a burocracia quase que insuportáveis dos bancos andam te perturbando talvez suas orações estejam sendo ouvidas. Novidades sempre chegam e essas são mesmo para revolucionar. Afinal de contas, dificilmente vamos encontrar pessoas que gostam de ir ao banco por que são rápidos, bem atendidas e seguros.

Por Denisson Soares

Cartão Nubank

Foto: Divulgação



Pesquisa revela que estudantes universitários usam de maneira indevida os cartões de crédito


Uma preocupação que surgiu nos últimos tempos é quanto ao uso do cartão de crédito de forma indevida por parte dos estudantes universitários. Um estudo nos Estados Unidos levou ao resultado de que muitos universitários se encontravam de certa forma endividados devido ao uso de cartão de crédito por parte dos mesmos. Com isso, foram estabelecidas restrições quando o assunto era a solicitação de cartão de crédito nas universidades americanas.

No Brasil, a solicitação de cartão de crédito é algo totalmente simples e muito fácil de ser feito, com isso, o problema do endividamento de universitários em relação ao uso de cartões de crédito também se tornou comum no Brasil, aponta estudos.

Caso você não saiba os professores Wesley Mendes da Silva, Wilson Toshiro Nakamura e Daniel Carrasqueira de Moraes, da FGV-EAESP, publicaram um artigo no qual os mesmos apontam que os estudantes universitários brasileiros estão cada vez mais usando de forma indevida o seu crédito pessoal. Dentre o perfil arriscado, como eles definem, os estudantes brasileiros atendem pelo menos a uma característica que pode levá-los a problemas financeiros.

O artigo foi publicado após um estudo que abordou de forma aleatória 769 alunos que estudavam nas seguintes instituições: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), Universidade Bandeirantes (Uniban) e Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

O objetivo do estudo era justamente saber se os estudantes universitários brasileiros possuíam algum comportamento financeiro considerado de risco, nos quais são: saldo de cartão de crédito igual ou superior a R$ 1.000,00; pagamento de fatura com atraso de 60 dias no período dos últimos dois anos; ter usado o limite total do cartão nos últimos dois anos e saber se nunca ou casualmente foi pago o valor total da fatura.

Vale ressaltar que do número total de entrevistados, 552 afirmaram possuir cartão de crédito e 35% apresentavam ao menos um dos comportamentos de risco citados acima. Além disso, quase que um terço deles possuía dois os mais comportamentos que podem levá-los a prejuízos financeiros.

Um dos pesquisadores que contribuíram com o estudo, Wesley Mendes da Silva, afirmou que o motivo de tanta falta de atenção e uso incorreto do crédito está associado ao fato de que grande parte do público não possui conhecimento financeiro, sendo que 70% dos estudantes sequer sabem como funcionam as taxas de juros de seu cartão de crédito.

Um detalhe interessante é que a pesquisa buscou montar o perfil desses estudantes e constatou que através do consumo eles buscam alcançar um maior status social ou aceitação em seu grupo. Outras características encontradas foram: alguns dos estudantes dispõem de três ou mais cartões, dessa forma, optam por consumir aquilo que está além de seu orçamento financeiro; estudantes em relacionamentos estáveis eram mais propensos a terem saldo devedor mais elevado, mas esses são os que menos efetuam pagamentos parciais de suas contas.

Por Bruno Henrique

Cart?o de Cr?dito

Foto: Divulgação



Justiça do Trabalho começa uso de cartão de crédito


Uma novidade interessante veio da Justiça do Trabalho neste último dia 08 de dezembro de 2012 e a notícia do momento é o início do uso de cartão de crédito por este ramo do judiciário.

Com esta inovação, os acordos referentes a ações trabalhistas poderão ser pagas por meio do cartão de crédito com a possibilidade de parcelamento em até 12 vezes sem juros.

A novidade será colocada inicialmente no TRT da 8ª região que abrange os estados do Amapá e Pará e será implantada em outros TRT´s durante o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais



Cartão de crédito Elo terá juros mais baixos


Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, aumentar a taxa básica de juros da economia, a Selic, para 11,25%. A alta pode ser a primeira em 2011, pois a perspectiva é que alcance 12,25% até dezembro, gerou diferentes opiniões entre especialistas; alguns defendem, outros repudiam a medida.

No campo econômico e financeiro, muitas novidades já na terceira semana de janeiro. Até o final deste primeiro trimestre, a operação da nova bandeira Elo, inteiramente nacional, deverá ser iniciada. De acordo com Denilson Molina, diretor do setor de cartões do Banco do Brasil, após o ingresso da Caixa Econômica Federal na parceria – somando-se também ao Bradesco –, escolheu-se por oferecer serviço completo a todas as instituições bancárias, sobretudo às pessoas não-bancarizadas.

O cartão Elo tem por finalidade atender as classes sociais C, D e E, além das pessoas que não possuem contas em bancos. A grande expectativa pela vigência da nova bandeira é de baixas taxas de juros, justamente por ser um intento totalmente brasileiro, situação que não obriga o pagamento de royalties às marcas internacionais. Entretanto, a taxação dependerá basicamente do risco do negócio.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



Serasa – Dívidas com Cheques sem Fundo e Cartões de Crédito – Crescimento em 2010


Informações levantadas pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor carimbaram que o valor médio dos débitos dos brasileiros com cheques sem fundos progrediu 22,9% entre janeiro e dezembro do ano passado em comparação ao período igual de 2009.

No ano retrasado, o valor médio dos débitos abraçou montante de R$ 1.020,76, pulando para R$ 1.254,44 em 2010. Na mesma base comparativa, de acordo com o portal de Economia UOL, a importância média das dívidas ascendeu 6,8% se relacionados títulos protestados, para R$ 1.183,09, contra R$ 1.107,78 de antes.

A Serasa assinala que o valor médio em dívidas no cartão de crédito avançou 4% em 2010 em relação a 2009. No período anterior atingiu exatos R$ 375,29, no seguinte R$ 390,24. Por outro lado, os débitos com as instituições bancárias recuaram 3% (R$ 1.353,22 em 2009 para R$ 1.311,97 em 2010).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Anefac – Juros de Cartões de Crédito, Empréstimos Pessoais e Cheque Especial – Novembro de 2010


Informações levantadas pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) indicam que os juros em operações de crédito tornaram a crescer no mês passado após quatro períodos de recuos seguidos, com exceção para os praticados no cartão de crédito rotativo, que teve sustentada sua taxa.

Matéria exprimida pela Band Online revela que a taxa de juros para o consumidor passou de 6,69% em outubro para 6,74% em novembro, ao mês. O cheque especial, que com o passar dos dias cai em desuso perante o dinheiro de plástico, atingiu seu maior valor desde abril do ano passado para 7,59% ao mês, contra 7,44% de antes.

Em relação ao empréstimo pessoal nas financeiras houve reajuste para 9,48%, 0,06% acima do índice anterior. Para as empresas, por outro lado, o crescimento foi mais ameno entre outubro e novembro, de 3,76% para 3,79%.

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador do levantamento, o aumento reflete a crise no Banco do Grupo Silvio Santos, o Panamericano, assim como o anúncio feito pelo Banco Central (BC), que majorou os depósitos compulsórios e incrementou o requerimento de capital para as operações com prazos acima de dois anos relacionadas a crédito para pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CMN – Novas Regulamentações para os Cartões de Crédito


A utilização de cartões de crédito e/ou débito ainda gera dúvidas na cabeça de inúmeros brasileiros. O principal problema, como é possível constatar sempre que o assunto vem à tona, é como cobranças são realizadas e quais são as taxas aplicadas para cada transação. O crédito de plástico possui um dos índices de juros mais altos do mercado.

Quase no final desta semana, o Conselho Monetário Nacional (CMN) sancionou a regulamentação de tarifas cobradas especificamente no cartão de crédito no intuito de facilitar o comparativo de preços e a opção por esse tipo de cartão pelo consumidor. De acordo com o portal de Economia Terra, uma circular foi enunciada no objetivo de determinar o pagamento mínimo de 15% do valor total da fatura a partir do 1º dia de junho de 2011 e mínimo de 20% a partir de 1º de dezembro do mesmo ano.

As diretrizes têm por escopo ajudar o consumidor a se endividar menos. Além dessas medidas, o CMN também determinou que as instituições financeiras deverão oferecer para as pessoas físicas cartões de crédito com um conjunto fundamental de serviços. O documento rege que a cobrança da anuidade precisa ser a menor da cobrada pela instituição bancária entre as demais.

Outra regra determinada é a de que os bancos serão obrigados a especificar nas faturas de cartão os limites individuais para cada modalidade de operação e o limite de crédito total, desde gastos realizados numa só parcela até outros deduzidos em várias vezes, mensalmente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cartão de Crédito – Dívidas atingem 70% dos Consumidores Endividados


O cartão de crédito liderou o ranking das dívidas do povo brasileiro no mês de julho, de acordo com dados levantados pela Confederação Nacional do Comércio.

De acordo com a pesquisa, mais de 70% dos consumidores endividados no Brasil possuem dívidas com o cartão de crédito.

Dos consumidores que ganham até dez salários mínimos por mês e estão endividados, 70,8% estão devendo para o cartão de crédito. Dos que recebem mais de dez salários mínimos e possuem dívidas, 67% devem para as operadoras de cartão de crédito.

Segundo a pesquisa, 57,7% dos consumidores brasileiros possuem dívidas em geral. O número superou os 54% registrados no mês de junho.

Por Luana Neves



Inadimplência do consumir cresce 1,9% em maio


O melhor ambiente econômico brasileiro permitiu à população sonhar mais alto, tanto que nos últimos meses o otimismo e o melhor acesso ao crédito fizeram as compras dispararem em alguns setores. Somado a isso também se confere aos segmentos automotivo, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e construção civil a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até março passado.

Como já era aguardado por especialistas, a inadimplência do consumidor assinalou em maio elevação de 1,9% em relação ao mês igual do ano passado, a primeira alta no confronto anual desde outubro de 2009, conforme informações obtidas no indicador Serasa  Experian.

Reportagem do portal mercado UOL descreve que analistas estimam perspectivas otimistas para o crescimento econômico, permitindo avaliar que não existirá um aumento muito acima dos atuais níveis de inadimplência no próximo semestre.

Em dados mensurados, as dívidas não cumpridas com financeiras e cartões de crédito ascenderam 8,1% no mês passado em comparação a abril, à frente de débitos com as instituições bancárias, que suplantaram o percentual de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Compras parceladas com cartões – Vantagens e Desvantagens


O R7 conversou com alguns consultores sobre as vantagens e desvantagens em se comprar utilizando os cartões de lojas, que costumam parcelar as compras em até oito vezes.

É importante que o consumidor esteja atento para saber qual é o pagamento mais vantajoso. Geralmente, as lojas oferecem um parcelamento de até cinco vezes sem cobrança de juros, o que parece ser o mais indicado.

Mas, para quem conseguir pagar à vista e ainda obter um desconto maior, sem dúvida, é o melhor caminho. Segundo Rogério Frutuozo Canaverde, educador financeiro do Instituto DiSOP, não existem parcelamento que não tenha um juros já embutido no preço do produto.

Fonte: http://noticias.r7.com


Defesa do Consumidor – Empresas pagam multa por mal Atendimento


A nova lei criada há oito meses para melhorar o atendimento ao consumidor parece que não está sendo cumprida por algumas empresas.

De acordo com dados do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, o setor de Telefonia é o que mais recebe reclamações por causa do atendimento (57%), seguido das empresas de Cartões de Crédito (18%), Bancos (7,71%) e TV por Assinatura (5%).

Entre as empresas de telefonia fixa a Oi é a que concentra a maior concentração de queixas (59%). Nas operadoras de celular a Claro é a que possui mais reclamações (31%).

Estas empresasas de telefonia serão multadas em R$ 300 mil, cada, em desrrespeito às regras de defesa do consumidor.



Na hora do aperto qual é a melhor opção para recorrer: Cartão de crédito ou cheque especial?


Estamos passando por um mommento de inadimplência alta, e, para não ficar com o nome sujo na praça muitas pessoas recorrem ao cartão de crédito e ao cheque especial na hora das compras. Mas, qual é a melhor opção? E, quando usar os dois, qual pagar primeiro?

Economistas afirmasm que o cartão de crédito deve ser prioridade na hora do pagamento, mas atenção: só vale para liquidar o valor total da fatura. Pagar o mínimo do cartão vai fazer com que vc pague mais juros e pode entrar numa bola de neve sem fim. 

Os juros do cheque especial tendem a ser menores, porém, são automáticos, caem diretamente na conta. No caso do cartão de crédito, o consumidor tem até um mês para conseguir o dinheiro para pagar a conta.

Veja a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Cuidado com as faturas que recebe em casa que podem ter cobranças indevidas


Muitas pessoas recebem em sua casa faturas de serviços que não foram utilizados nem solicitados pelo consumidor e, muita gente acaba pagando estas cobranças por que não reparou nos detalhes da fatura.

O Procon alerta para que o consumidor observe todos os detalhes da fatura que recebe e se todos os serviços cobrados foram realmente utilizados. Cobrar serviços que não foram utilizados e nem solicitados é uma prática abusiva, passível de multa e indenização.

A multa, em caso de cobrança indevida, pode variar de R$ 200 a R$ 3 milhões, segundo o Procon.



Crise Econômica: Paulistanos estão evitando endividamentos


O percentual de endividados em São Paulo é o menor em cinco anos, segundo a Federação do Comércio do Estado de São Paulo – Fecomercio-SP. Segundo a entidade, os consumidores paulistas estão mais cautelosos por causa da incerteza dos efeitos da crise econômica mundial.

A taxa de edividamento em janeiro foi de 45% e em fevereiro alcaçou 38%, a menor desde 2004.

De acordo com a pesquisa, 12% das famílias paulistanas estão com as contas atrasadas, uma diminuição de 2 pontos com relação ao mês anterior.

A mesma pesquisa mostra que os homens são os mais endividados do que as mulheres e o principal tipo de dívida é com o cartão de crédito (46%), seguido de dívidas com carnês (28%), crédito pessoal (8%), cheque especial (4%), cheque pré-datado (2%), crédito consignado (2%) e outros tipos de dívidas alcançam 10% dos consumidores.



Alerta: Em época de juros altos evite financiamentos longos


Em época de crise, os juros ficam cada vez mais altos e o consumidor, que antes estava acostumado a comprar parcelado com juros baixos e até mesmo com juro zero, pode ficar surpreso quando fizer a conta, o valor da mercadoria parcelada chega a custar até cinco vezes mais caro do que se comprado à vista.

Evite cair no juros dos cartões de crédito, ao operadoras são as que cobram a taxa de juros mais altas do mercado. Quando fizer compras no cartão, evite atrasar o pagamento e nunca pague o mínimo da fatura, você poderá cair numa bola de neve sem fim.

Cheques especiais também estão com taxas de juros altíssimas e a variação dos valores cobrados entre os grandes também é grande.  Confira aqui a tabela do Banco Central e veja a diferença das taxas de juros cobradas pelos bancos.

Caso entre no cheque especial, evite permanecer por mais de uma semana, às vezes é até melhor tirar dinheiro da poupança para pagar a dívida.



Teve seus documentos roubados? Faça um Boletim de Ocorrência.


Você teve os seus documentos roubados? Então não deixe de realizar o Boletim de Ocorrência.

Muitas quadrilhas podem utilizar esses documentos para realizar crimes e aplicar golpes.

Se você perdeu seus documentos, dirija-se a uma Delegacia de Polícia e abra um BO. Assim você terá garantia de evitar alguns aborrecimentos no futuro.

Para cartões de crédito e cheques, as operadoras também precisam ser avisadas imediatamente.