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Carga Tributária dificulta compra de presentes para as mães


Presentear as mães em seu dia mais que especial (08 de maio), além dos outros 364, pode não sair tão barato assim. É sabido que o Brasil está entre os países com as mais altas cargas tributárias em todo o mundo, mas pesquisa desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) deixa essa constatação ainda mais evidente.

Um perfume importado de marca não revelada, obviamente por motivos éticos, tem custo estimado em R$ 260, porém poderia ser tranquilamente vendido ao consumidor final por um montante de R$ 56. Em suma, o percentual de impostos, neste caso, representa 78,43% do valor total do produto. Aos que pensam de isso ocorrer apenas na mercadoria estrangeira pode facilmente se enganar. Uma fragrância nacional tem valor apreciado em R$ 90, mas seu preço final poderia atingir estima de R$ 28 (69,13% de carga tributária).

Na visão de João Elói Olenike, presidente do instituto, neste caso, assim como em outros, os produtos apresentam alta tributação em função de dois pontos: o primeiro, não exatamente numa ordem de importância, refere-se aos diversos e necessários processos industriais; e o segundo, por ser considerado um item supérfluo.

Situações similares podem ser observadas no caso de anel e brincos, botas e bolsas de couro, assim como roupas em geral. Até serviços relacionados a alimentação contêm alta carga tributária. Ano a ano a arrecadação no país aumenta, tornando cada reajuste do salário mínimo cada vez mais insuficiente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Carga Tributária sobre Alimentos no Brasil


Nada inédito é o assunto que envolve o Brasil como um dos países com as mais altas cargas tributárias em todo o mundo. É verdade que existem nações com taxas elevadíssimas, mas levando-se em consideração o fator proximidade os consumidores querem mesmo é saber, grosso modo, de seu próprio bolso.

Estimativas creditam que os brasileiros precisam trabalhar aproximadamente 40% de todo o ano para o pagamento de taxas, tributos, impostos e quaisquer outros termos sinônimos. Um dos setores que tem penado com essa recorrência é Alimentação. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária sobre os alimentos apresenta 27,5%, em média, do valor total praticado nas mercadorias. Na Suécia, um dos únicos casos mais gritantes em relação ao Brasil, a taxa sobe para 27,56%.

Para João Eloi Olenike, presidente do IBPT, essa constatação ocorre em função de que na grande maioria das nações de primeiro mundo (desenvolvidas) existem desonerações sobre a produção de alimentos ou, então, são cobradas baixas taxas aos fabricantes locais.

A população que já foi às ruas para pedir a saída do ex-presidente Fernando Collor de Melo do poder, a mesma que de vez em quando cobra melhores salários, precisa fazer sua parte em relação aos tributos. Essa dica de cobrança, diretamente, foi dada pelo próprio Olenike.

Se a população se movimentar pelas ruas e até pela rede mundial de computadores, muitos pontos podem ser conquistados. A população de países europeus e até do Oriente Médio têm conseguido seus objetivos em casos recentes, não exatamente estritos à economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBPT – Carga tributária brasileira representou 35,04% do PIB em 2010


O Brasil é tido como o país com uma das mais altas cargas tributárias em todo o mundo. Os consumidores, que buscam formas de realizar sonhos, esbarram nos preços elevados de produtos e serviços que, em outras localidades pelo globo, custam menos.

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira cresceu consideravelmente no ano passado e representou pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), elevação nominal de R$ 195,05 bilhões em comparação a 2009.

Além dessa constatação, o IBPT assinala que a carga tributária brasileira avançou cinco pontos percentuais na última década, também em relação ao PIB, de 30,03% em 2000 para 35,04% no ano passado.

João Eloi Olenike, presidente do instituto, avalia que o aumento foi tão expressivo que durante a última década (10 anos anteriores) os governos extraíram da sociedade R$ 1,85 trilhão a mais em comparação à riqueza por aqui gerada. Em sua visão, a problemática é a aplicação inadequada dos recursos quando, na verdade, serviços públicos deveriam apresentar maior qualidade voltada à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Indústria brasileira deve se atentar à valorização do real


O real é uma moeda que se valorizou veementemente nos últimos anos ante o dólar, algo positivo à população brasileira, que encontrou nesse ínterim meios suficientes para, por exemplo, investir mais em viagens. Alguns mercados brasileiros têm motivos para comemorar, mas outros veem isso como fator negativo.

André Gerdau, presidente do Grupo Gerdau, é um dos empresários que enxerga essa valorização com outros olhos. Segundo ele, o país deixa de ser competitivo por conta desse fator, porque na medida em que o dólar perde seu poder ante a moeda brasileira, a nação deixa de ser forte no setor de exportação.

Outro ponto mencionado pela companhia é a alta carga tributária, conforme citado pelo presidente da Gerdau em reportagem veiculada pelo portal de economia Terra, pois um empreendimento com orçamento beirando US$ 350 milhões tem, antes de sua edificação, outros US$ 90 milhões em investimentos. Segundo ele, a asiática China não apresenta essa característica, o que a torna mais competitiva em relação a outras economias.

Fonte: Terra.