Atualizações anteriores



Criação de empregos formais no Brasil apresentou o pior índice em 15 anos


Levando em consideração os dados analisados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) o Ministério do Trabalho anunciou que no mês de julho deste ano foram criados no Brasil 11.796 empregos com carteira assinada.

Esse número ínfimo quando comparado com os últimos dados apresentados mostra que houve uma queda de 71,5% em comparação com mesmo mês de 2013. Na época foram criados 41.463 empregos com carteira assinada. Esse percentual vai ainda mais longe sendo o pior índice já apresentado desde o ano de 1999. Nesse ano o número de vagas criadas foi de 8.057. Os dados começaram a ser divulgados em 1992.

O cenário como um todo é bastante desanimador. Mas mesmo assim e apesar de ter dito que o fundo do poço foi atingido, o Ministro do Trabalho Manoel Dias, acredita que no decorrer dos meses de agosto e de setembro os resultados apresentados possam ser melhores. Um dos pilares que deverão ajudar nessa “melhora” são as medidas para o estímulo do crédito.

Avaliação até julho:

Do início do ano até o mês de julho, aqui, no Brasil, foram abertas 632.224 vagas formais. A queda nesse panorama foi de 30,3% em relação ao mesmo período do ano passado quando os números registrados foram de 907.214 vagas.

Mesmo com dados tão negativos o Ministério do Trabalho informou também que na visão geral o Brasil está à frente na criação de empregos inclusive de países de ponta como o Japão, Austrália, Canadá e Holanda dentre outros.

Já com relação às regiões onde o emprego formal aumentou, de acordo com os dados oficiais, o crescimento ocorreu em quatro das cinco nos sete meses iniciais do ano. A região sudeste liderou a lista de criação com 338.832 empregos e a região sul ocupou a segunda colocação com 173.274.

A pior situação acabou ficando com a região nordeste. Entre janeiro e julho foram criados apenas 10.627 postos de trabalho.

Já o setor que mais abriu vagas formais durante os sete primeiros meses deste ano foi o de serviços contabilizando 412.987 postos.

Por Denisson Soares



Mais de 46.000 empregos formais são criados no Brasil


Nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, o Ministério do Trabalho divulgou dados importantes para os trabalhadores de todo o país.

Segundo pesquisa realizada pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram criados cerca de 46.095 postos de empregos formais com carteira assinada durante o mês de novembro de 2012.

Esta informação demonstra uma melhora no mercado de trabalho sendo este total de empregos gerados bem maior do que os 42.735 do mês de novembro de 2011, mas representou uma queda em relação à outubro que criou mais de 66.900 novos trabalhos para os brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Queda na Criação de Empregos Formais – Março de 2012


De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o número de empregos formais apresentou queda de 25,8% no mês de março, em comparação ao mês de fevereiro.

Foram realizadas 1,88 milhão de admissões contra 1,76 milhão de demissões. Ao todo foram gerados mais de 111 mil novos empregos com carteira assinada no mês passado.

Os dados referentes aos primeiros três meses do ano mostraram que foram criados 442.608 empregos, o que significou uma redução de 24,1% quando comparado ao mesmo período de 2011, no ano passado foram criados 583.886 empregos.

O saldo negativo foi influenciado pela indústria de transformação, que apresentou perda de 5.048 postos de trabalho. A principal causa desse resultado foram as demissões que aconteceram na indústria alimentícia. A agricultura também teve queda e ficou com saldo negativo, nesse caso o número de perdas foi de 17.084 postos de trabalho.

Apesar desse cenário pessimista, alguns setores apresentaram aumento no número de trabalhadores empregados, foi o caso do segmento de serviços (que foi o responsável pela contratação de 38.182 profissionais) e o de construção civil (que empregou 35.935 trabalhadores).

Por Joyce Silva



Salariômetro: o valor das profissões no Brasil


Você já ouviu falar em Salariômetro? Trata-se de um medidor dos salários em todo o Brasil.

Informações sobre salários muitas vezes são muito restritas, geralmente a departamentos de Recursos Humanos. Agora poderá ser consultado o salário de determinadas profissões, segmentado por estado e até mesmo por cidade (no caso de São Paulo).

Será informado o salário médio do trabalhador, por localidade, idade, escolaridade, raça, e outros cruzamentos estatísticos.

Exemplo: arquiteto urbanista em São Paulo, com 25 anos de idade, tem um salário médio entre R$ 2,3 mil e R$ 2,4 mil. Já com 50 anos de idade, o salário médio é de R$ 9 mil. Nesse caso, o que pesa é a experiência.

Acesse o Site do Salariômetro.