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Fitch Ratings – Queda no Risco Brasil 2011


A Agência Fitch Ratings elevou esta semana a classificação do Brasil, na avaliação que é feita sobre o índice “Rating de Probabilidade de Inadimplência”, ou IDR (o conceito passou de "BBB -" para "BBB", sem o sinal de menos). Outro índice avaliado, o teto país ("country ceiling") também foi positivo para o Brasil (passou de “BBB” para “BBB+”). Já o IDR de curto prazo, subiu de “F3” para “F2”.

Para o ministro da Fazenda Guido Mantega, tal avaliação reflete o momento favorável no qual a economia nacional se encontra, considerada “cada vez mais sólida”. O ministério considerou que tais mudanças poderão gerar mais divisas em moeda americana para o país, atraindo investimentos externos, embora no momento atual estejamos observando que o governo tem se empenhado em conter o excesso da moeda.

A Fitch Ratings ressaltou que tivemos um período de transição Lula – Dilma sem percalços, com certa uniformidade de pensamentos sobre a macroeconomia, bem como mantemos a estabilidade a um crescimento razoável de 4% e 5% ao ano. Até mesmo a recente contenção engendrada para o orçamento foi bem avaliada pela Agência, que demonstrou preocupação com a responsabilidade que devemos ter com os gastos da máquina administrativa.

Shelly Shetty, executiva da Rating, enfatizou que o Brasil, apesar de demonstrar coerência nos avanços alcançados, precisará ainda vencer, em curto prazo, alguns “desafios macroeconômicos”, entre os quais citou a inflação e a manutenção do ritmo de crescimento do crédito.

Por Alberto Vicente



Desaceleração do Comércio no Brasil – Março 2011


Os brasileiros continuam a apresentar boa inclinação para compras, mesmo com o Banco Central (BC) restringindo o acesso ao crédito e mesmo com o alerta de economistas sobre o consumo exacerbado. Embora a preocupação seja baseada em prognósticos, o Brasil, segundo alguns, não conseguiria sustentar o mesmo índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 7,5% do ano passado.

Os primeiros sinais de desaceleração do comércio já começaram a aparecer. Segundo a Serasa Experian, o trânsito de consumidores pelas lojas em todo o país avançou 8,5% no trimestre inicial de 2011 sobre o período igual de um ano antes. Embora o índice seja positivo, se levar em consideração a expansão de 10,3% da atividade varejista durante 2010, o nível de crescimento está mais baixo.

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa aponta que no confronto de março último contra o terceiro mês do ano passado, o progresso abraçou taxa de 5,5%, ou seja, o mais tímido nível constatado desde julho de 2009, quando os efeitos da crise financeira mundial ainda podiam ser sentidos. No comparativo mensal (março contra fevereiro), arrefecimento de 0,8%.

Ainda com exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o setor de material de construção foi o grande destaque no levantamento, com alta de 14,1% no 1º trimestre de 2011 em relação ao período análogo de um ano antes. O ramo de móveis, eletroeletrônicos e informática registrou avanço de 8,9%. Por outro lado, veículos, motos e peças apresentaram baixa de 1,6%, enquanto tecidos, vestuário, calçados e acessórios -1,0%.

Realmente, as medidas do BC, entre as quais restrição ao crédito e início do ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, começam a apresentar os primeiros pontos positivos contra o consumo excessivo. Durante os próximos meses a tendência é de continuidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda na Diferença do Piso Salarial de São Paulo para o de Outros Estados


O piso salarial de São Paulo é considerado um parâmetro válido para o resto do país. Essa máxima pode ter sido verdadeira por muito tempo, mas os indicadores do IBGE sinalizam que a situação tem mudado.

Um estudo do instituto aponta que a diferença existente entre o piso salarial paulista e o piso do restante do país têm decrescido, chegando ao ponto de já ter desaparecido, em algumas regiões e setores do Brasil.

Os dados indicaram que o rendimento médio do trabalhador brasileiro da região metropolitana de São Paulo apresentou uma redução significativa, se comparado ao rendimento de outras cinco capitais: Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e Salvador (considerando suas respectivas regiões metropolitanas).

O levantamento foi realizado com base em informações colhidas de 2003 a 2011. Para se ter uma ideia, no Rio de Janeiro, o valor do rendimento médio aumentou, atingindo o patamar de cerca R$ 1.682 no mês de fevereiro. Nesse período, o assalariado de São Paulo ficou com média de rendimento em torno de R$ 1.637, portanto, 45 reais a menos. Já em Porto Alegre, os proventos se equiparam ao dos paulistanos.

Esse movimento, segundo analistas, em parte é devido ao lento volume de crescimento da massa salarial do empregado paulistano. Por outro lado, também parece indicar uma expansão do crescimento no rendimento médio em outros centros do país, até então não considerados como referência.

Por Alberto Vicente



Superávit Primário atingiu R$ 14,1 bilhões em janeiro de 2011


O Governo anunciou esta semana que a economia que fez para pagar os juros da dívida (conhecida pela expressão “superávit primário”) atingiu 14,1 bilhões de reais em janeiro deste ano. Esse valor está aquém do resultado de dezembro do ano passado (R$ 14,4 bi), mas é superior ao registrado em janeiro do ano passado (R$ 228,6 milhões a mais).

Analisando o que cada parte do Governo Central contribuiu para atingir esse superávit, observamos que o Tesouro Nacional colaborou com cerca de R$ 17,2 bilhões, mas  o Banco Central e a Previdência Social ficaram em déficit (juntas, somam mais de 3,1 milhoes de reais). Contudo, informações oficiais do Ministério da Fazenda dão conta de que “em 12 meses, o superávit acumulado corresponde a R$ 79,2 bilhões” o que corresponderia a “2,15% do Produto Interno Bruto (PIB)”, segundo Arno Agustin, secretário do ministério.

Concluindo, o secretário afirmou que, no geral, “houve um bom desempenho das receitas em janeiro e, por essa razão, o governo está confiante no cumprimento das metas fiscais para o ano de 2011”.

Por Alberto Vicente Silva



IBPT – Carga tributária brasileira representou 35,04% do PIB em 2010


O Brasil é tido como o país com uma das mais altas cargas tributárias em todo o mundo. Os consumidores, que buscam formas de realizar sonhos, esbarram nos preços elevados de produtos e serviços que, em outras localidades pelo globo, custam menos.

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira cresceu consideravelmente no ano passado e representou pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), elevação nominal de R$ 195,05 bilhões em comparação a 2009.

Além dessa constatação, o IBPT assinala que a carga tributária brasileira avançou cinco pontos percentuais na última década, também em relação ao PIB, de 30,03% em 2000 para 35,04% no ano passado.

João Eloi Olenike, presidente do instituto, avalia que o aumento foi tão expressivo que durante a última década (10 anos anteriores) os governos extraíram da sociedade R$ 1,85 trilhão a mais em comparação à riqueza por aqui gerada. Em sua visão, a problemática é a aplicação inadequada dos recursos quando, na verdade, serviços públicos deveriam apresentar maior qualidade voltada à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Crescimento do PIB Brasileiro em 2010


O Produto Interno Bruto (PIB) iniciou o terceiro trimestre de 2010 com alta de 2,7% em comparação aos três meses imediatamente anteriores e outros 9% no confronto anual. A expansão, embora abaixo da constatada em países como Índia e China, foi de primordial valia para o país, expondo ao mundo que os esforços do governo em superar o colapso financeiro surtiram efeito.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o PIB brasileiro cresceu 0,7% em dezembro do ano passado em comparação a novembro, já com abatimento das influências sazonais. Ao final do terceiro trimestre, cita a entidade, a atividade econômica brasileira ascendeu 0,8% e no acumulado do ano, 7,4%.

O índice final, o mais positivo desde 2001, ano em que a série histórica foi iniciada, poderá ser o mais alto em 15 anos caso as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) convirjam e se confirmem. Em 1986, a taxa de crescimento do PIB foi de 7,49%.

A Serasa aprecia que o mercado interno foi o grande motivador para o crescimento da economia. O maior poder de renda e o acesso de crédito a partir da pessoa física, além dos índices de emprego em ascensão, estimularam a alta. Por outro lado, o aumento das importações perante as exportações configurou-se como o ponto negativo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IGP-M – Fevereiro 2011


Dados reunidos e anunciados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentaram variação de 0,88% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no segundo decêndio de fevereiro, contra taxa de 0,63% registrada no período igual de um mês antes.

No segundo decêndio de fevereiro, que compreende apreciação de dados de 21 de janeiro até o último dia 10, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) abocanhou alta para 1,07%, superior ao índice de 0,60% do decêndio análogo de um mês atrás. Bens Finais, por sinal, apresentou baixa de 0,25% para -0,24%.

A variação da categoria Bens Intermediários foi de 0,87% no decêndio em questão, 0,30% superior ao índice constatado no intervalo de iguais proporções do levantamento anterior. A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas, por sua vez, passou de 1,03% para 2,86%.

A FGV assinala variação de 0,54% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no segundo decêndio deste mês contra 0,85% constatada no período similar de janeiro. Das sete classes de consumo analisadas, houve baixa nas categorias Alimentação, de 1,33% para -0,07%, Vestuário, de 0,59% para -0,45%, e Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,51% para 0,31%.

No sentido oposto, revela a FGV, o índice do grupo Despesas Diversas passou de 0,72% para 1,49%, ao mesmo instante em que a taxa da categoria Transportes pulou de 1,24% para 1,56%, da Habitação de 0,23% para 0,48%, e de Educação, Leitura & Recreação, de 1,54% para 1,68%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Importância da Construção Civil para a Economia do Brasil


Convergente ao panorama mais recente da economia brasileira, a construção civil tem viabilizado as pretensões de o país alcançar níveis mais elevados em várias áreas. Mesmo assim, ainda se faz necessário corrigir uma série de deficiências infraestruturais, principalmente na questão do saneamento básico.

Para Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a construção é importante para o progresso nacional, uma vez que edifica obras que sustentam o progresso, cria emprego e renda para a população e aprimora recursos tecnológicos inovadores.

Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) relacionam que os setores envolvidos pela construção representam aproximadamente 5% de todo o Produto Interno Bruto (PIB). Em 2011, presume a câmara, o ramo deverá obter avanço de 6%.

Contudo, um dos principais problemas a serem trabalhados e resolvidos, porém, ainda se refere à mão de obra, pois na visão de vários empresários da construção existe certa defasagem, em partes pela ascensão robusta do setor nos últimos anos – os trabalhadores não acompanharam o crescimento –, em partes pelo preparo insuficiente desses profissionais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Atividade Industrial brasileira apresentou alta em 2010


Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ressalta os bons números da atividade industrial no país em 2010. Embora tenha ocorrido desaceleração em dezembro, foi logo no primeiro trimestre e poucos meses subsequentes do ano passado que resultaram no comportamento positivo desempenhado pelo segmento.

A CNI assinala que o faturamento do setor avançou 9,9% em 2010 em comparação a 2009, mesma característica registrada nas horas trabalhadas, que saltaram 7,1%, assim como o emprego, com alta de 5,4%, e a massa salarial, com índice de 5,9%.

De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, outro fator que estimulou os indicadores decorreu da fraca base comparativa em 2009, visto que no período os principais efeitos da crise econômica mundial ainda se fizeram presentes.

Nos comparativos mensais, por outro lado, os dados não são positivos como os registrados na base anual. O faturamento real, por exemplo, desacelerou 0,6% em dezembro sobre novembro, assim como o emprego, que arrefeceu pela primeira vez em um ano e meio, com baixa de 0,5% nesse mesmo confronto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Produção Industrial apresentou crescimento em 14 Estados brasileiros em 2010


O setor industrial brasileiro, incomodado com o aumento das importações, procura fazer o possível para negociar com o governo medidas de estímulo para frear essa tendência e aumentar as exportações. Em termos produtivos, porém, houve crescimento nos 14 locais sondados em 2010.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalam que a produção em cinco unidades federativas ultrapassou a média nacional, de 10,5%. Espírito Santo é o caso mais evidente, pois avançou 22,3% em confronto a 2009, acompanhado por Goiás, com incremento de 17,1%, Amazonas, de 16,3%, Minas Gerais, de 15%, e Paraná, cujo índice chegou a 14,2%. Embora abaixo da média nacional, Pernambuco e São Paulo apresentaram bons índices, de 10,2% e 10,1%, respectivamente.

Em dezembro do ano passado, por outro lado, 11 dos 14 locais pesquisados abrangeram quedas em comparação a novembro, com destaque para Rio de Janeiro, com recuo de 5,7% na produção industrial, seguido por Paraná, onde a baixa foi de 5%, depois Bahia, com arrefecimento de 3,9%, Goiás, com decréscimo de 3,8% e, por fim, Rio Grande do Sul, de -3%.

Diferentemente da tendência descrita no parágrafo anterior, o confronto anual de dezembro foi positivo para dez dos 14 locais examinados, com Pará no índice mais positivo, de 13,5%, além de Goiás, com alta de 10,3%.

Segundo o IBGE, eletrodomésticos da linha marrom (TVs, aparelhos de som e eletrônicos), automóveis e as commodities, a última relacionada diretamente à exportação, marcaram o crescimento industrial brasileiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



Economia brasileira – Boas expectativas para 2011


Citar a economia brasileira como referência, atualmente, é basicamente um clichê, dado o número de informações sobre o assunto, tanto em jornais físicos como online. Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do país, destacou em muitas oportunidades o progresso do país, enquanto a oposição, dentro e fora do Brasil contestava vários números e discursos.

Embates à parte, certamente o Brasil conseguiu bons feitos, tanto que a perspectiva de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010 é de 7,61%, superior às estimativas para 2011, de 4,60%. Os empresários brasileiros do segmento privado, por sua vez, continuam otimistas com as possibilidades por aqui.

De acordo com levantamento realizado pelo International Business Report 2011, da Grant Thomton, a expectativa econômica brasileira, em termos de aumento de receitas, acompanha a latinoamericana, com índices superiores a 80% para este ano.

No quesito aumento da rentabilidade econômica, o índice constatado pelo instituto, no caso brasileiro, chegou a 71% positivos, 13 pontos percentuais acima do registrado em 2010. Segundo Jobelino Locateli, CEO da Grant Thomton Brasil, o patamar de otimismo brasileiro indica que a nação está trilhando caminhos corretamente, com inflação sob controle, sugerindo portanto que a economia local será uma das mais poderosas em todo o planeta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas



Indústrias brasileiras e chinesas – Competitividade em 2010


A invasão de produtos chineses no Brasil não é um fato de ontem, da semana passada ou do mês passado, mas de anos de investidas do país asiático em solo tupiniquim. Os produtos por aqui ofertados vão desde um simples carrinho de fricção, encontrado em barracas de vendedores ambulantes, até os recém-chegados veículos automotores, com as fabricantes Chery e Lifan em maior evidência.

O país tem perdido competitividade perante os asiáticos, situação traduzida em números, então divulgados na quinta-feira (3 de fevereiro) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a Sondagem Especial China, 45% das companhias industriais brasileiras que concorrem com empresas chinesas perderam  representação no mercado doméstico no ano passado.

A problemática ocorreu de maneira mais acentuada em quatro segmentos: têxtil, couro, calçados e produtos de metal. O recuo da participação, neste caso, abrangeu mais da metade dessas indústrias. No ramo de couro, o índice exato de perdas chegou a 31%.

A sondagem revela que as pequenas empresas foram as que mais sofreram no ano passado com a perda de competitividade. De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a valorização do real foi o principal ator desse entrave. Além desse fato, predomina a mão de obra chinesa mais barata, os juros menores e a produção mais acentuada por lá em relação à brasileira.

Não à toa, diversos setores, sempre que possível, cobram do governo soluções para melhorar a competitividade. Em breve, um dos prejudicados poderá ser o segmento de veículos automotores, que observa de camarote o ingresso de carros chineses com vários itens de série a mais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Mão de obra ainda é problema na indústria brasileira


Informações expressas na segunda-feira (31) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que a atividade na indústria da construção civil avançou para 51 pontos em dezembro do ano passado, deste modo representando crescimento acima de 50 pontos. Dentro duma escala de zero a 100 pontos há desenvolvimento.

Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da confederação, 2010 foi um ano de desenvolvimento para o setor, diferentemente da tendência observada em outros segmentos, de recuperação. O ano de 2011 deverá comportar mesma recorrência, em sua opinião, embora num ritmo mais brando.

Esse setor também apresentou bons dados com relação a contratações. De acordo com a sondagem, o resultado chegou a 53,7 pontos em dezembro, com destaque às companhias de grande porte, que ilustraram 58,2 pontos.

Para os próximos seis meses, a CNI prevê boas perspectivas entre os empresários. O setor, em si, tem conseguido números interessantes por meio de lançamentos de novos empreendimentos, situação que deve se repetir para além desse período. Por outro lado, a falta de mão de obra qualificada segue como uma das principais reclamações.

As empresas privadas, em conjunto com o governo federal, devem promover medidas de estímulo à qualificação da mão de obra. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 estão próximas. Países parceiros estão atentos e se a maior destreza estrangeira prevalecer, o Brasil pode perder.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Receita Federal – Arrecadação de Impostos em 2010


A soma de tudo o que foi arrecadado, no âmbito das receitas federais, atingiu a marca recorde de R$ 805,7 milhões entre janeiro e dezembro de 2010, o que representa um acréscimo de 15,38% em relação a tudo o que foi recolhido em 2009 (R$ 698.289). Somente em dezembro último, o valor arrecadado foi de 90.882 milhões de reais, ou seja, 23,03% a mais do que o valor nominal do ano anterior (2009).

Conforme análise da própria Receita Federal do Brasil, divulgada em seu portal, o resultado obtido, em parte, é decorrência imediata da “recuperação dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos”.

Esses indicadores (que são a produção industrial, a venda de bens e serviços e a massa salarial) foram os principais responsáveis, respectivamente, pela arrecadação de impostos como o IPI e Cofins, além da contribuição Previdenciária.

Por Alberto Vicente



Idec – Necessidade de ampliar a inserção bancária no Brasil


Estudo recente divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 39,5% da população brasileira não tem acesso aos serviços bancários, embora a dita bancarização tenha avançado consideravelmente nos últimos anos. Desse total, boa parte almeja fazer uso dos serviços de bancos.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), é necessária a ampliação da política de inserção bancária no Brasil. Na visão de Lisa Gunn, coordenadora executiva do instituto, esse público que não faz uso de bancos acabam se utilizando dos serviços por meio de correspondentes bancários, como é o caso de farmácias, caixas de supermercados e lotéricas – que permitem pagamento de contas de maneira similar às próprias instituições financeiras.

A executiva, porém, indaga o atendimento realizado pelos correspondentes, tanto que eles, a seu ver, não são reconhecidos como bancários, algo que pode tornar o serviço precário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



IBC-Br – Economia brasileira apresentou Crescimento em Outubro de 2010


O cenário econômico permanece otimista se relacionado 2010, embora o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja aguardado em menores índices no ano que vem. De acordo com o Banco Central, a economia brasileira avançou 0,51% em outubro ante setembro, a maior percentagem diagnosticada desde abril pelo IBC-BR.

Na comparação com o décimo mês de 2009, porém, o índice de crescimento arrefeceu para 5,88%, o sexto mês seguido dessa ocorrência. Em abril, para se ter ideia, a economia avançava 10,75% na mesma base comparativa.

Segundo a Folha UOL, a economia do Brasil com base no IBC-BR acumula desenvolvimento de 8,49% neste ano e 8,26% nos últimos 12 meses. Esse indicador é um dos componentes avaliados pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) no momento de deliberação da Selic, a taxa básica de juros da economia – atualmente em 10,75% ao ano.

Leia mais: BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011

Por Luiz Felipe T. Erdei



Compras pela Internet – Consumidores brasileiros – Maior Índice da América Latina


A rede mundial de computadores tem vigorado como um dos meios mais eficazes na compra e venda de produtos. Ao final do ano passado o setor conheceu bons números e devido a esse crescente uso, em 2010 diretrizes que asseguram direitos aos consumidores, bem como às empresas, foram elucidadas.

Dados reunidos e analisados pela ComScore, companhia especializada em métricas online, revelam que 94% dos internautas do país visitantes de páginas virtuais de comércio eletrônicos adquirem alguma mercadoria. Esse índice é o mais alto, segundo a empresa, entre os seis países latinoamericanos analisados.

As demais nações pesquisadas representaram os seguintes percentuais: Argentina, com 89%; Colômbia, com 84%; México, 82%; Chile, 71% e Peru, 63%. De acordo com o portal de notícias G1, o estudo indica que as mulheres situadas na América Latina costumam adquirir produtos mais frequentemente em relação ao público masculino (88% contra 79%).

Mesmo em meio a ferramentas que propiciam maior segurança, esse é o principal motivo citado na pesquisa como predominante para a desistência de compras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Produção Industrial – Índices em 2010


A indústria brasileira apresentou avanço na produção pelo segundo mês seguido em outubro, porém o nível de expansão desacelerou em comparação ao mesmo período de 2009 de acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O incremento em outubro abarcou percentagem de 0,4% sobre setembro e de 2,1% ante mês análogo do ano passado. A baixa relacionada acima se refere à comparação anual de setembro de 2010. Para André Luiz Macedo, gerente da coordenação de indústria do instituto, o índice de 2,1% é o mais ameno desse período de desenvolvimento da indústria como um todo.

Em sua concepção, as paralisações advindas de alguns setores, os estoques e o crescimento mais acanhado das exportações foram os fatores capitais que responderam a um resultado bem mitigado em relação à atividade da indústria.

Segundo a agência de notícias Reuters, o IBGE revisou para cima o índice de setembro sobre agosto, de 0,2% para variante positiva de 0,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



BC – Inflação de 2010 e 2011 – Novas Previsões


Informações divulgadas na segunda-feira, 29 de novembro, pelo Banco Central atestam novos prognósticos para a inflação de 2010 e 2011, além da Selic, a taxa básica de juros da economia (somente ao ano que vem).

De acordo com o relatório Focus, o ambiente à inflação por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,58% da semana passada para 5,72% nesta semana. Ao ano que vem foi conjeturado índice para cima, de 5,20%, ante 5,15%. Apesar desse alçamento, ambas as percentagens passeiam próximas à meta de 4,50% dos dois anos, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Selic, segundo o BC, manteve-se em 10,75% a 2010, porém a 2011 foi elevado de 12% para 12,25%.

A perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a agência de notícias Reuters, arrefeceu para 7,55%, ante 7,60% de antes, mas a 2011 permanece no mesmo índice, ou seja, 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Descaso com a saúde dos idosos – Uma história real


O envelhecimento não acontece para alguns e sim para todos, sendo assim devemos nos preparar para a aceitação dessa nova fase, que não é nada fácil. Vários fatores podem tornar esse processo ainda mais desgastante, o descaso com os idosos é o meu foco nesta postagem.

É inaceitável como se trata o idoso; relatando experiência própria fiquei indignada quando meu pai aos 73 anos precisou de atendimento médico, primeiro foi levado a um hospital onde o descaso do médico poderia ter levado ele a óbito, ficou sentado em uma cadeira no meio do corredor sentindo muita dor, foi medicado com um analgésico e em seguida o mandado para casa.

Logo tiveram que retornar para o hospital, mas para outro hospital, então veio à notícia: ele estava enfartando e o médico ficou indignado com o atendimento do seu colega, daí foram 15 dias de internação em uma emergência super lotada e condições precárias, onde acontecem atendimentos pelos corredores do hospital. Em meio tudo isso estão nossos idosos com saúde já fraca e agora ainda mais abalada por tudo que presenciam.

Gostaria muito que nossos governantes tivessem uma visão especial, um cuidado melhor para com a saúde dos nossos idosos, melhor idade depende de uma saúde bem cuidada isso é apenas um dos DIREITOS dos IDOSOS.

Se não for assim, afinal, pra que existem estatutos e leis se não funcionam?

Por Aline Medeiros da Silva



OMC – Brasil – Importações em 2010


A temeridade de inúmeros segmentos de atividade sobre a tendência atual de crescimento das importações em relação às exportações foi confirmada novamente. Segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), o ingresso de produtos importados no Brasil bateu vários recordes e entre os membros do G20 (grupos das 20 maiores economias do planeta), mais outras nações relacionadas pela organização, o país aquele que apresentou a maior alta.

Para se ter ideia do aumento, entre dezembro do ano passado e setembro de 2010, o índice saltou para 46%. De acordo com o Estadão, a valorização da moeda brasileira e a ascensão do mercado doméstico são dois dos principais agentes dessa recorrência.

Em dezembro de 2009, por exemplo, a nação tupiniquim importava montante de US$ 12,8 bilhões, mas em setembro de 2010 o valor cingiu a cifra de US$ 18,7 bilhões. Em outubro, porém, o valor caiu serenamente, mas não o suficiente para alterar a trajetória de crescimento.

O país presidido por Luiz Inácio Lula da Silva já figura nas estatísticas estadunidenses como um dos principais parceiros comerciais, pois é no Brasil que os Estados Unidos possuem o superávit mais elevado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



OCDE – Perspectivas Econômicas para o Brasil e o Mundo – 2011 e 2012


A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), órgão internacional que congrega a maioria dos países desenvolvidos e que tem sede em Paris, em seu relatório denominado Perspectivas Econômicas da OCDE, faz projeções bastante otimistas para a expansão da economia brasileira. Mas ao mesmo tempo alerta que a inflação poderá atingir taxas mais altas do que as previstas pelo governo federal nos anos de 2011 e 2012.

O estudo é publicado semestralmente e analisa as tendências mundiais para os próximos dois anos no cenário econômico. Para a economia mundial o relatório projeta que a retomada do crescimento econômico ocorrerá em um ritmo mais lento em curto prazo. Para o Brasil a entidade acredita que o PIB do país apresentará uma taxa de crescimento de 7,5% no ano de 2010. E como o país necessitará de projetos de infraestrutura esta necessidade deverá fazer com que as taxas de crescimento se mantenham altas pelos próximos dois anos. Para 2011 a OCDE projeta um crescimento de 4,3% para a economia brasileira e de 5% em 2012.

Em contrapartida na questão do controle da inflação a entidade acredita que os fatores que permitiram manter seu controle até agora não deverão manter-se e a tendência é que a inflação aumente nos dois próximos anos e sugere que o aperto monetário deveria ser retomado para tentar conter esta tendência de alta inflacionária.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG



Brasil – Economia Subterrânea – PIB 2010


Nem todos os brasileiros possuem a oportunidade de exercer atividades de maneira legalizada, ou seja, com registro em carteira de trabalho. A essa característica é atribuída a nomenclatura trabalho informal. Outra recorrência parecida acontece quando a produção de serviços e bens não é reportada para o governo, denominada, portanto, “economia subterrânea”.

Levantamento construído pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o Instituto Brasileiro de Ética Constitucional (ETCO) revela que esse tipo de economia movimentou R$ 656 bilhões em 2010, ou seja, 18,6% do Produto Interno Bruto (PIB), superior em 12,5% aos R$ 583 bilhões do ano passado.

Mesmo com esse avanço em cifras, de acordo com o portal de notícias G1, o índice nutre estabilidade na análise por índice, uma vez que o estudo leva em consideração o crescimento da soma, de cada ano, de bens e serviços produzidos no país.

Para André Franco Montoro Filho, diretor-executivo do ETCO, depois de cinco anos (2003 a 2008) crescendo abaixo do PIB, a economia subterrânea aumentou na mesma velocidade do país. Em sua visão, essa tendência é preocupante.

Na concepção de Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador da FGV, uma queda na economia subterrânea poderá ocorrer em 2011, principalmente se as expectativas positivas em relação ao mercado de trabalho forem confirmadas. Contudo, algo significativo mesmo só quando a carga tributária e a burocracia diminuírem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – Alta Salarial dos Trabalhadores garantirá a Sustentabilidade do Crescimento do Brasil


Durante as campanhas presidenciais, cada candidato procurou explorar méritos próprios e deméritos dos adversários. Dilma Rousseff, já eleita presidente, enalteceu as realizações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre as quais a transferência de renda para a população mais carente por meio do Bolsa Família, a criação de 15 milhões de empregos desde 2002, entre outros pontos.

O aumento da massa salarial foi outra questão muito utilizada pela ex-ministra-chefe da Casa Civil. Segundo economistas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento do rendimento dos trabalhadores brasileiros assegurará a famigerada e pretendida sustentabilidade do crescimento do Brasil.

Com avanço próximo de 11% no acumulado dos últimos 12 meses até outubro, o Dieese pondera que a alta foi puxada pelo incremento da remuneração média e pelo avanço no número de cidadãos ocupados no período. Para Sério Mendonça, economista da instituição, a massa de rendimentos representa aproximadamente 40% do Produto Interno Bruto (PIB). Em sua concepção, esse índice dará sustentação à economia, mesmo perante o ambiente global desfavorável.

De acordo com a Folha UOL, nos 12 meses encerrados em outubro a renda mensal das pessoas ocupadas cresceu, em média, 6,1%, para R$ 1.344. Os assalariados, por sua vez, contraíram alta de 3,6% e rendimento médio de quase R$ 1,4 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário Médio e Taxa de Desemprego no Brasil – Outubro 2010


Nesta quinta-feira, 25 de novembro, o Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou levantamento mensal, onde se constatou que ficou em R$ 1.515,40 o rendimento médio real dos trabalhadores brasileiros no último mês de outubro.

Este valor é o maior já registrado desde o ano de 2002, quando teve início a série histórica.

O recorde anterior, de acordo com o Instituto, no valor de R$ 1.511,49, havia sido verificado no último mês de setembro.

A taxa de desemprego de outubro deste ano foi a menor já registrada nos últimos oito anos, com índice de 6,1%. No mês de outubro do ano passado, esta taxa havia ficado em 7,5%.

Das seis regiões pesquisadas pelo IBGE, São Paulo foi a que apresentou o maior salário médio no último mês de outubro, registrado em R$1.610,00.

Por Elizabeth Preático



Serasa Experian – Consumo dos Brasileiros – Alta em 2010


O otimismo dos consumidores com a economia do país tem por base três pontos de análise bem fomentados pela imprensa nacional: crescimento do número de postos de trabalho, acesso ao crédito de maneira menos restrita e aumento da massa salarial. Cada qual contribuiu, especialmente neste ano, para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com desaceleração prevista para o terceiro trimestre.

As datas festivas, entre as quais Natal e virada de 2010 para 2011, têm incitado os brasileiros a renegociarem suas dívidas para, então, contraíram novas compras, parceladas ou não. De acordo com informações relacionadas no Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o consumo das famílias aumentou 7,4% no acumulado deste ano.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL sopesa avanço de 6,2% se analisado somente setembro de 2010 com o mês igual do ano passado. Em comparação a agosto deste ano, porém, o consumo dos lares abarca incremento de 0,7% – após ascensão anterior de 0,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Brasileira – Otimismo dos Consumidores – Outubro de 2010


A economia brasileira tem propiciado a elevação do otimismo dos brasileiros. Com as medidas do governo no final do ano passado e início deste – sobretudo a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – juntamente ao aumento do poder de compra e acesso ao crédito, os cidadãos tupiniquins creem que a situação pode melhorar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa DataSenado edificada no mês passado, 61% das pessoas confiam que a situação econômica tende a melhorar nos próximos meses. O otimismo é mais amplo se relacionados os cidadãos de baixa renda.

Entre os brasileiros sem qualquer fonte de renda, 64% acreditam numa melhoria. Na mesma tendência anteriormente descrita, 63% das pessoas com remuneração de até dois salários mínimos confiam nesse movimento e 59% dos questionados com ganhos entre dois e cinco salários mínimos preveem enriquecimento.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL também assinala que 55% da população com renda entre cinco e dez salários mínimos possuem perspectivas positivas, pouco acima do índice de 53% entre aqueles com rendimento superior a dez salários.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Impostômetro – Recorde de Arrecadação


A taxação de o Brasil ser considerado um dos países com as maiores cifras oriundas da arrecadação de impostos se confirma ano após ano. Ao meio dia da última segunda-feira, 22 de novembro, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou montante de R$ 1,1 trilhão, situação granjeada pela primeira vez na história.

Até o final do ano, pelo ritmo de arrecadação mensal, o Brasil deverá acumular R$ 1,2 trilhão em impostos, consideravelmente superior ante o constatado em 2009, quando houve reunião de R$ 1,088 trilhão em tributos.

Para a população brasileira sentir o peso do montante e ter ciência do que é possível fazer com o dinheiro, pode-se adquirir aproximadamente 50 milhões de carros populares, edificar 50 milhões de casas populares e comprar cinco bilhões de cestas básicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Brasil – PIB e Inflação – Previsões da OCDE e Reuters


O crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre do ano correspondeu às expectativas dos especialistas, ocasião confirmada por meio da alta de 2,7% no período em comparação aos últimos três meses de 2009. Os estímulos fiscais adotados pelo governo para superar a crise financeira global foram o principal percussor do avanço.

Já mais a frente, ou melhor, quase no final de 2010, os números prognosticados são para lá de positivos. O Banco Central avalia avanço do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,6%, mas um relatório emitido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aponta para progresso de 7,5%. Para 2012, prevê crescimento no índice de 5%.

Em outro ponto diretamente atinente à economia, segundo a agência de notícias Reuters, a entidade sopesa que a inflação deverá superar a meta fixada de 4,5% pelos próximos anos devido à retomada da atividade da economia e o término dos efeitos da mais recente valorização da moeda brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula pede para países ricos seguirem exemplo do Brasil


Uma das maiores características de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, é o seu discurso lacônico no campo da economia, informal, mas ao mesmo tempo com efeitos capazes de arrancar tanto risos como aplausos. Antes de embarcar à Coreia do Sul para a reunião do G20 (grupos das 20 economias mais desenvolvidas do mundo), o ex-sindicalista recomendou às nações ricas tirarem algum proveito (como lição) das medidas adotadas pelo país para superar a crise financeira mundial.

Na visão de Lula, anteriormente os ricos tentavam ensinar ao Brasil como fazer para suplantar algumas crises econômicas enfrentadas de modo costumeiro na região. No entanto, agora pede que cada qual encare de maneira humilde e adote políticas idênticas às realizadas no país.

Em reportagem veiculada pelo Invertia Terra o presidente repreendeu Estados Unidos e China por apresentarem, na atualidade, moedas desvalorizadas, situação que majora a competitividade de ambas no cenário internacional. A seu ver, é necessário que o câmbio seja flutuante, ao mesmo tempo em que existam reguladores entre as políticas cambiais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Diminuição da inflação do Brasil na Era Dilma


Questionada por muitos, glorificada por inúmeros, a presidente eleita Dilma Rousseff já deu início às preparações para a transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o seu, que começará a partir de 1º de janeiro do próximo ano. Enquanto isso transcorre, especulações em torno da economia para os primeiros meses de seu mandato podem levar a ex-ministra da Casa Civil a alterar algumas determinações atuais.

Questionado sobre a possibilidade de uma futura diminuição da meta de inflação do Brasil, atualmente em 4,5%, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, disse que isso ser, sim, possível. Em 2014, ano da Copa do Mundo no país, o juro real poderá baixar 2%.

Para tal escopo, Bernardo acredita ser importante começar a trabalhar para baixar a inflação para 2% ou 3%. Entretanto, de acordo com a agência de notícias Reuters, o ministro do Planejamento não mensurou um ano característico para essa mudança.

Visando efetivamente o futuro, Bernardo assegurou que sugeriu para a presidente eleita uma ação que modifique o crescimento dos gastos públicos correntes abaixo da dilatação do Produto Interno Bruto (PIB), algo que em sua opinião poderia fazer dobrar o volume de investimentos públicos em até meia década.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de Juros no Brasil – Previsão para 2014


Às vésperas das eleições os candidatos à presidência do Brasil podem ter a certeza de que governarão um país estável. As metas de inflação são pequenas, as vagas de emprego seguem crescendo, a produção aumenta gradativamente e a tendência é de que os juros caiam.

Segundo o Banco Central a taxa real de juros caminha para chegar a um patamar histórico: apenas 2% ao ano até 2014. Atualmente essa taxa está em torno de 5,8%. O mundo todo segue essa tendência de juros mais baixos e o Brasil deve acompanhar o ritmo.

O ganho de produtividade interna favorece essa tendência, favorecida pelo crescimento econômico sem o risco de aumento da inflação.

Por Maximiliano da Rosa



Criação de Empregos no Brasil – Agosto 2010


O Ministério do Trabalho informou no final da semana passada que o número de empregos com carteira assinada no Brasil durante o mês de agosto voltou a bater recorde para o período.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram criados em agosto mais de 299.400 empregos em todo Brasil.

De acordo com o Ministério, foi o melhor resultado alcançado no mês de agosto desde o ano de 1992, ano em que começou a série histórica do Cadastro Geral. Entre os meses de janeiro e agosto deste ano, foram criados 1, 9 milhões de empregos com carteira assinada em todo o país. Segundo o Ministério, o número também é recorde, já que o maior recorde havia sido registrado em 2008, quando foram criados 1, 8 milhões de empregos.

A expectativa do governo é chegar ao final do ano com  2,5 milhões de empregos com carteira assinada criados durante 2010.

Por Luana Neves



Setor de Serviços ofereceu 551 mil vagas de emprego em 2010


Uma estatística em relação ao setor de serviços reforçou com satisfação que este é o setor que mais vem empregando trabalhadores no país. Ao todo foram abertas e ocupadas 61,1 mil vagas de trabalho.

A fonte é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ou CAGED, como é conhecido dos contadores e administradores. Os dados são quentíssimos e foram divulgados hoje.

Das 180 mil vagas de emprego no país somente no mês de julho, um terço foi criada por este setor, que nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho já era destaque no mercado de trabalho. Em sua totalidade o setor de serviços contratou 551 mil pessoas somente até julho de 2010. 



Crescimento econômico deve continuar, mas moderado


No período entre Guerras, eis que o mundo experimentou o gosto da grande crise financeira na Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Livros de história e artigos na internet identificam atos desesperados dos investidores, na época, para tentar reverter o colapso em questão; alguns empresários, inclusive, cometeram suicídio (palavra geralmente omitida por grande parte dos veículos de comunicação brasileiros).

As lições daquele acontecimento, como já dito há meses neste espaço, não foram suficientes para evitar o clima ruim no biênio 2008 e 2009, iniciado, ironicamente, nos Estados Unidos. Algumas nações ainda penam para entrar nos eixos, tanto na esfera própria e literalmente econômica como na questão do alto índice de desempregos.

O Brasil, um dos últimos países a fazer parte desse, grosso modo, evento, foi também um dos primeiros a sair, tanto que degusta os benefícios de estímulos adotados em tempo – pelo menos, é o que muitos querem fazer acreditar. A recuperação da atividade econômica no âmbito mundial, porém, ainda deve permanecer branda, segundo asseveração feita pelo instituto de pesquisas Ifo.

Embora existam avaliações positivas para o atual momento acima das previstas nos primeiros seis meses de 2010, as expectativas, de acordo com o portal de notícias G1, foram relacionadas para baixo, principalmente no referente à América do Norte e Ásia. O Leste Europeu, no contrafluxo, teve melhorias nas perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil está recebendo menos investimento estrangeiro


Premiado nos últimos meses como líder mundial no combate à fome e a desnutrição infantil, além de estadista do ano, Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou as cerimônias de entrega dessas recompensas, por assim dizer, para afirmar que o Brasil provou, novamente, ser um local ideal para o investimento estrangeiro. Sempre desenvolto, o ex-sindicalista relembrou eventos anteriores, quando pedia maior confiança e tinha como troco olhares desconfiados.

Após superar a crise financeira mundial, o Brasil passou a receber maior atenção do empresariado além das linhas fronteiriças. Entretanto, essa situação está próxima de diminuir. Outros emergentes como China, Índia e Rússia, sempre atentos ao cenário globalizado, têm se aproveitado dos preços de títulos em níveis menos sedutores por parte da nação brasileira, além, é claro, das expectativas em torno de quem será o próximo presidente, para crescerem e aumentarem suas participações no mercado global.

Reportagem emitida pelo portal de Economia UOL diagnostica que os fluxos de investimentos dentro do país tupiniquim cederam mais de R$ 3 bilhões desde janeiro de 2010. A China, para efeito exemplificativo, conseguiu absorver positivamente R$ 11,5 bilhões. Paul Biszko, estrategista de mercados emergentes da RBC Capital Markets, avalia que os investidores ainda prezam muito o histórico de finanças do país atualmente presidido por Lula, mas ressaltam que em 2009 a nação foi muito mais atraente.

A essas especulações, “indas” e “vindas”, o Brasil precisa se acostumar. Não é baseado em prêmios, somente em números passados que são refletidos agora, que o país tem de sempre ser o foco das atenções. Quando o assunto envolve direito, ninguém ganha para sempre.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Venda de papelão é um indicativo de crescimento econômico


A economia brasileira apresenta como referencial vários medidores, desde as atividades exercidas nas esferas habitacionais, veículos automotores, materiais de construção e linha branca, a outras não tão mencionadas pela imprensa, porém, tão significativas quanto as descritas anteriormente.

Um setor de atuação que serve como base para a constatação de índices é, sem dúvidas, o de papelão ondulado. Segundo a associação que representa o setor (ABPO), a comercialização da matéria em questão atingiu, no mês passado, volume 12% acima das vendas contabilizadas em julho de 2009, totalizando, pois, quase 217,9 mil toneladas.

Apesar de a ascensão manter perspectivas boas para os próximos meses segundo artigo exprimido pela agência de notícias Reuters, na comparação com junho deste ano a comercialização de papelão ondulado decresceu 0,21%. No acumulado anual até julho, pois, o segmento aglomera aproximadamente 1,48 milhão de toneladas comercializadas, salto de 18,3% ante período igual de 2009.

Por enquanto a Associação Brasileira do Papelão Ondulado não apresentou estimativas futuras. O Brasil tem de fazer figas, se houver tombos nos próximos meses, serem somente manutenção dentro de um crescimento saudável, sustentável. Se depender de todos os envolvidos da área, provavelmente o Brasil ingressará 2011 com presidente a manter os bons números econômicos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Infraestrutura do Brasil é considerada Precária


O Brasil atravessa uma fase de incertezas aos próximos quatro anos, os quais, ao seu final, aportarão a Copa do Mundo de 2014. Problemas nos aeroportos, nos portos, nas rodovias e nas ferrovias, para não citar mais alguns, agregam impasses à edificação tranquila do mundial de futebol. Os motoristas das principais capitais brasileiras que o digam, pois é comum perder muitas horas no trânsito, por exemplo, para o ir e vir entre a casa e o trabalho.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, tem enaltecido a arrancada pela qual a nação brasileira tem sentido nos últimos anos, mas isso não é o bastante. Veículos de comunicação estrangeiros diagnosticaram, precisamente, alguns obstáculos para o Brasil ser considerado, de fato, uma das pátrias mais desenvolvidas em todo o planeta.

Dados divulgados nesta semana atestaram o que especialistas já identificavam: infraestrutura precária. O levantamento, divulgado pela LCA Consultores, indicou que entre outros 20 países do globo, o país ocupa a 17ª colocação no âmbito de qualidade geral infraestrutural. Numa escala determinada entre 1 a 7 pontos, o Brasil conquistou somente 3,7 – a média mundial é de 4,1. A França, ocupando o extremo positivo dessa lista, tem 6,6 pontos, seguida pela Alemanha, com 6,5, e dos Estados Unidos da América, com 5,9.

A questão mais complicada ao país, segundo o portal de notícias G1, ficou mesmo por conta da infraestrutura aeroportuária, observada de perto pela esfera ferroviária.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Brasileira – cai número de inadimplentes


A economia brasileira tem possibilitado de oferecer novos nortes à população e, em especial aos empresários, que passaram a acreditar no país como fonte viável e rentável de lucro sobre lucros. O otimismo, palavra extremamente utilizada quando relacionada ao assunto, surte efeito positivo também ao cumprimento de pagamentos, tanto por parte dos cidadãos como a partir das empresas.

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas divulgado nesta quinta-feira, 29 de julho, assinalou que a inadimplência nas empresas do país cedeu 9% no primeiro semestre deste ano em confronto ao período similar de 2009, configurando portanto, o maior baque percebido nos últimos seis anos – referência aos seis meses iniciais de cada período.

A Serasa relacionou que o número de inadimplentes deverá continuar a cair até o final de 2010; se comparado junho ante maio deste ano, o baque atingiu a marca de 5,8%. De acordo com o portal de notícias G1, os economistas da entidade acreditam que embora o aguardado esfriamento econômico venha a acontecer nos próximos seis meses – até dezembro –, as empresas nacionais continuam a manter sua estrutura de capital tranquila, sem impasses consideráveis, principalmente em virtude do melhor acesso ao crédito a pessoas jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bradesco confirma Mudanças de Classe Social no Brasil


Algumas afirmações do governo brasileiro, tempos atrás, pareciam mera alucinações, especulações. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva asseverava a empresários durante reuniões internacionais para confiarem no Brasil como país capaz de gerir crescimento e lucros, algo constatado mais recentemente, conforme dados divulgados semanalmente pela imprensa. Devido aos números, o ex-sindicalista alcançou marco histórico ao conquistar prêmios de notoriedade mundial.

A população brasileira, nem sempre atenta a notícias, num contexto geral, tem adquirido bens antes impensáveis. Diversas pessoas ainda relutam em acreditar, porém, Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, há de convergir com Lula. Segundo ele, cerca de 2 milhões de correntistas da instituição deixaram de pertencer às classes D e E para ingressarem, pois, na C – classe Média-Média – nos três últimos anos.

Para Trabuco, segundo reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, a mobilidade da sociedade e o acesso mais amplo a serviços financeiros são os dois pontos que têm propiciado, inclusive, a evolução da instituição. Além dessas constatações, o presidente do Bradesco cita a localização de várias unidades do banco por todo o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil não corre Risco de Superaquecimento na Economia, diz Arno Augustin


O crescimento da economia brasileira deve-se a vários fatores percebidos, principalmente, no período pós-crise financeira mundial. A isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores de materiais de construção, veículos automotores e linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) são tidos como participantes do bom momento econômico, mas não os únicos.

Algumas autoridades estrangeiras e até nacionais acreditavam na possibilidade de o país enfrentar inúmeros impasses em meio ao otimismo da equipe econômica do governo e do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diagnósticos de superaquecimento da economia e formação de bolhas foram alguns dos motes levantados, embora Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmasse, quando o questionavam, inexistir tais preceitos.

Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional, afirmou nas últimas horas que os indicadores econômicos não assinalam qualquer um desses riscos. De acordo com informações apregoadas pela Receita Federal, segundo o Portal de Economia Terra, o governo contabilizou superávit superior a R$ 631 milhões no mês passado. Somente no primeiro semestre, por exemplo, as contas apresentaram saldo positivo de quase R$ 25 bilhões, superior em R$ 6,3 bi ao período igual de 2009.

Além de aumento na arrecadação de impostos a partir do Cofins e do PIS/Pasep, ascensão no IPI e no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foram assinalados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda na Taxa de Desemprego no Brasil – Junho 2010


A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil caiu a 7% no mês passado, menor índice registrado nos meses de junho desde 2002, quando foram iniciadas as análises. O dado foi divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE.

Em junho de 2009, a taxa era de 8%, e em maio de 2010, de 7,5%. Em uma média do primeiro semestre do ano, o índice ficou em 7,3%.

Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos trabalhadores no mês passado foi de R$ 1.423,00, o que representa um crescimento de 0,5% em relação a maio e de 3,4% no último ano.  

Por Beatriz Farrugia 



Copa do Mundo gera bons resultados à Philips Brasil


A Copa do Mundo na África teve seu fim há mais de uma semana. Certamente, o país mais conhecido pela figura carismática de Nelson Mandela começou a sentir os efeitos comuns após o término um evento de amplitude mundial, como diminuição no comércio e, por que não, trânsito menos afogado.

O país canarinho, em especial, foi eliminado precocemente da Copa em partida contra a Holanda, ainda pelas quartas-de-final. Aos que ficaram em território tupiniquim, as iniciativas para acompanhar as partidas da seleção foram diversas, principalmente aquisição de novos televisores. A Philips do Brasil, por exemplo, constatou impulso na comercialização de TVs.

Marcos Bicudo, presidente da unidade brasileira, afirma que a fábrica daqui é o motor mundial da companhia. Para exemplificar, entre abril e junho, as vendas de televisões no país mais que duplicaram, possibilitando margem de lucros superior a juros, depreciações, impostos e amortizações.

Bicudo assevera, em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, que entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), a nação governada por Luiz Inácio Lula da Silva é a mais representativa da companhia e aquela em que os esforços são tratados como prioridade nas estratégias globais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem Recorde na Criação de Empregos – Primeiro Semestre 2010


A construção civil tem sido um dos setores de maior destaque na atualidade, justamente pela expansão com a qual o país atravessa. Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), benefícios do “Minha Casa, Minha Vida” e, em breve, obras à Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 são as justificativas mais óbvias. Os índices de emprego, que em partes tem grande contribuição desse setor, figuram, também, em outras esferas.

Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, há meses detecta que ao final de 2010 o país registrará a criação de 2,5 milhões de postos de trabalho formais, algo que Luiz Inácio Lula da Silva, presidente, avalia com destreza, embora a taxa de desemprego ainda esteja longe de ser erradicada.

Em 14 de julho, quarta-feira, Lupi asseverou que o país deverá ter assinalada a geração de 1,5 milhão de vagas formais somente no primeiro semestre deste ano, recorde histórico ao período. Os números mais elevados em situações anteriores ocorreram na era igual de 2008, quando 1,36 milhão de postos com registro em carteira de trabalho foram constatados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Para Lupi em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, a economia brasileira, embora informações do Banco Central indiquem desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) após 16 meses de alta, não está passando por um momento de desaceleração.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crescimento mundial de 2010 é revisto pelo FMI


Os países emergentes e asiáticos têm puxado o crescimento mundial no âmbito financeiro e econômico. Brasil, China e Índia, por exemplo, certamente deixarão legado às demais nações e às próprias histórias locais, pois o desenvolvimento sustentável atrelado à criação de novos postos de trabalho não são vistos, atualmente, nas pátrias mais ricas.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alçou na última quinta-feira, 8 de julho, a previsão de crescimento da economia no âmbito mundial a 2010 em virtude da expansão asiática e a revigorada demanda privada estadunidense, embora, segundo a entidade, a crise na zona do euro seja motivo de preocupação.

Informações emitidas pelo portal de economia UOL relacionam que a estimativa anterior, de 4,2%, foi elevada, então, para 4,6%, apesar de ao próximo ano o índice continuar o mesmo, 4,3%. Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI, relata que o colapso europeu deve desacelerar a recuperação global ante o que já poderia ter ocorrido, porém, recaídas de amplitude elevadas não deverão atingir o mundo.

As revisões mais acentuadas ficaram, novamente, por conta das economias denominadas emergentes, tais como Brasil, de 1,6% para 7,1% a 2010 e de 0,1% para 4,2% a 2011. A China, por sua vez, teve acréscimo de 0,5% configurando, pois, 10,5% para este ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Leia mais no UOL.



Brasil disputará mercado africano com nações ricas


A relação do Brasil para com as demais nações do mundo tem acontecido em várias esferas, principalmente comerciais e políticas. Recentemente, a questão nuclear iraniana elevou a figura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, ante outras personalidades. Embora, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tenha adotado postura diferente da almejada pelo governante tupiniquim, por Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, e por Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã.

Em viagem à África, onde aproveitou para participar da festa de lançamento da Copa do Mundo de 2014, Lula cultivou debates nas primeiras horas da última quinta-feira, 8 de julho, com Rupiah Bwezani Banda, presidente da Zâmbia, autoridades zambianas e empresários locais e brasileiros. Para o governante brasileiro, o Brasil está na disputa com grandes economias globais pelo continente africano.

Em reportagem vinculada pela Folha UOL, Lula ressaltou que China, Estados Unidos e Índia concorrem, atualmente, por cada centímetro da África. Entretanto, os brasileiros não devem observar o intento sentados, como se nada estivesse ocorrendo.

Aproveitando o ensejo, o presidente brasileiro fez duras críticas ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, quando um país como Brasil ou Zâmbia estavam em crise, ambos os órgãos apareciam com regras para que as nações seguissem; agora, com o colapso atingindo as partes mais ricas, os dois permanecem em silêncio, justamente pelo fato de não saberem encarar o atual problema como imaginavam que conseguiriam.

Leia outras informações na Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Microempreendedor Individual – Cadastramento de Microempresários


Nesta terça-feira, 06 de julho, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou que desde o mês de julho de 2009, já foram legalizados cerca de quatrocentos mil microempresários que trabalhavam por conta própria e não contribuíam com o governo, através do Programa Microempreendedor Individual.

A meta deste é que um milhão de trabalhadores informais sejam legalizados. A regularização permite o acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-maternidade e auxílio doença, dentre outros.

Podem fazer o cadastro pequenos empresários que possuam um faturamento de R$36 mil por ano, e que tenham em seu estabelecimento até um funcionário empregado. O dinheiro recebido com as contribuições destina-se a Previdência Social, bem como ao pagamento dos impostos ICMS ou ISS.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Gazeta Web



Saneamento Básico no Brasil está mais acessível à População


Os problemas infraestruturais do país são mal-vistos por entidades e políticos estrangeiros, tema, inclusive, posto em xeque quando o assunto é Copa do Mundo de 2014, Jogos Olímpicos de 2016 e, principalmente, crescimento sustentável. Embora o Brasil ilustre ampliação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% no primeiro trimestre em comparação aos últimos três meses do ano passado, muito tem de ser feito para a nação atingir o status de quinta maior potencia mundial daqui alguns anos.

O aumento no número de empregos e o maior poder aquisitivo da população não são os únicos fatores mencionados em discursos de Luiz Inácio Lula da Silva, líder do país. Recentemente, o presidente se deu por satisfeito ao saber que o saneamento básico, em alguns locais ainda precários, já é realidade a grande parte das residências brasileiras, deixando de ser, somente, benefício aos ricos.

Um projeto iniciado há dois anos, segundo o portal de notícias G1, deverá ser regulamentado nos próximos dias. Trata-se de uma lei que visa instituir a lei em favor do saneamento básico a partir dos municípios do país, para que esses apresentem à esfera federal planos viáveis para a captação de recursos.

Lula revela satisfação ao saber que os prefeitos têm se preocupado em atender a população numa das questões que, anteriormente, eram estipuladas como “tema sem qualquer importância”.

Em ano eleitoral, a medida deverá surtir efeito positivo para a própria campanha de Dilma Rousseff (PT), ex-ministra da Casa Civil, que tem na figura de Lula grande trunfo a outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumir cresce 1,9% em maio


O melhor ambiente econômico brasileiro permitiu à população sonhar mais alto, tanto que nos últimos meses o otimismo e o melhor acesso ao crédito fizeram as compras dispararem em alguns setores. Somado a isso também se confere aos segmentos automotivo, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e construção civil a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até março passado.

Como já era aguardado por especialistas, a inadimplência do consumidor assinalou em maio elevação de 1,9% em relação ao mês igual do ano passado, a primeira alta no confronto anual desde outubro de 2009, conforme informações obtidas no indicador Serasa  Experian.

Reportagem do portal mercado UOL descreve que analistas estimam perspectivas otimistas para o crescimento econômico, permitindo avaliar que não existirá um aumento muito acima dos atuais níveis de inadimplência no próximo semestre.

Em dados mensurados, as dívidas não cumpridas com financeiras e cartões de crédito ascenderam 8,1% no mês passado em comparação a abril, à frente de débitos com as instituições bancárias, que suplantaram o percentual de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem a menor taxa de desemprego da história


Situada entre as nações melhor posicionadas no atual momento, mesmo em meio à crise europeia, o Brasil sustenta bons números de contratação de mão de obra nos últimos meses, fator que confere ao país estimativas plausíveis advindas de autoridades nacionais, como, também, de entidades estrangeiras.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o desemprego pelo país assinalou a menor taxa desde o início da série histórica, em 2002. De acordo com a entidade, em abril o percentual constatado foi de 7,6% contra 7,3% em março, correspondendo, então, às estimativas dos economistas da agência de notícias Reuters.

Em São Paulo – um dos principais motores econômicos e industriais do país –, o desemprego no mês passado foi de 7,7%, índice abaixo do indicado em março (8,2%). Cimar Pereira Azeredo, economista do IBGE, avalia como positivo essa constatação, embora com percentual pequeno, mas importante, pois aponta que vagas foram criadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB deve chegar a 5,5%, prevê Ipea


O Brasil tem crescido tanto assim para lideranças políticas sugerirem alta em boa parte dos índices financeiros? Parece que sim. Desta vez, outro percentual positivo é o adjudicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ao estudar a opinião de 45 associações, câmaras e federações atreladas à indústria, comércio, serviços e agropecuárias, a entidade alavancou o índice de 5,2% conferido em março em relação à expectativa da economia do país para 5,5% no mês passado.

Informações enunciadas pelo portal de notícias G1 revelam que a mediana das estimativas para a dilatação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 a 2015 é de 4,5%. Somente neste ano, as previsões inflacionárias constatadas a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiram 5,2%.

O G1 ressalta, também, que os apontadores de comércio exterior levantados pelo Sensor Econômico constataram ampliação de US$ 5 bilhões nas importações e exportações.

Será que o país conseguirá manter a alta durante muito tempo em vários segmentos. O Fundo Monetário Internacional (FMI) teme um superaquecimento econômico do país e a formação de bolhas na economia. Outras entidades também seguem esse pensamento. Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, provavelmente estão antenados e deverão segurar um pouco o acelerador do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI crê em crescimento de 7% ao Brasil ainda em 2010


O ambiente brasileiro é propício a especulações de possíveis bolhas econômicas, superaquecimento, desenvolvimento sem infraestrutura adequada, entre outros termos correspondentes, geralmente pensamento advindo da imprensa estrangeira e de alguns poucos analistas do país.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), contradisse no princípio desta semana aos que pensam dessa maneira. Segundo ele, conforme artigo gerido pelo portal de notícias G1, a nação brasileira certamente crescerá em 7% ainda em 2010.

Apesar desse anúncio, Strauss-Kahn avalia o superaquecimento como algo passível de acontecer, mas que as autoridades brasileiras já estão cientes disso, portanto, têm adotado medidas cabíveis para contar qualquer risco eminente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crescimento econômico do país ultrapassa 9% no 1º trimestre


O Brasil é considerado, na atualidade, uma das referências mundial pela maneira como o governo tem conduzido suas decisões e, sobretudo, pelo crescimento sustentável contatado, teoricamente, nos últimos meses. No entanto, a imprensa estrangeira – Financial Times, de origem britânica, por exemplo – tem contestado o país, afirmando que não basta só crescer, mas sim se desenvolver com infraestrutura, algo que a nação ainda peca em alguns sentidos.

Apesar de algumas refutações, o Banco Central do país indicou, por meio do Índice de Atividade Econômica da entidade (IBC-Br), que a atividade econômica do Brasil pode ter içado alta de 9,84% nos três meses iniciais de 2010 ante o primeiro trimestre do ano passado. A elevação, porém, não deve ter ocorrido somente no período mencionado, pois segundo o portal de economia UOL, se janeiro a março for comparado aos três últimos meses de 2009, há elevação de 2,38%.

O UOL indica que esse índice medido aglomera informações dos segmentos agropecuários, industriais e de serviços.

Confira mais detalhes aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB brasileiro pode chegar a 6,3% em 2010


Diante de tantos números positivos, alguns negativos, o Brasil tem se saído bem em relação aos últimos acontecimentos no mundo das finanças, tanto que um estudo feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) revelou, recentemente, que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deverá alcançar índice de 6,3% ainda em 2010.

O percentual descrito, referente a pesquisas realizadas em abril, é superior aos números levantados em março deste ano pela entidade, quando a estimativa de crescimento do PIB estava na casa dos 5,5%.

Em reportagem do Canal Executivo UOL, Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban, avalia que o aumento entre um mês e outro se deve à tendência de desenvolvimento de três importantes ramos da produção brasileira, que são o agropecuário, a produção industrial e os serviços.

Quer obter informações mais detalhadas e outros percentuais não mencionados? Acesse o UOL aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil não será afetado pela Crise Europeia, avalia presidente do BNDES


O crescimento do Brasil é um dos mais evidentes do mundo, isso ninguém duvida. Aliás, há aqueles que questionam o poderio do país, tais como o veículo de comunicação britânico Financial Times, ao declarar opiniões que poderiam colocar qualquer analista em pensamento, sobretudo em relação ao ambiente de pessimismo vivido pela Europa.

Apesar de alguns poucos contrários, Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), acredita que o momento na zona do euro e seus problemas pouco afetarão a economia brasileira, embora admita que o instante no outro continente poderá desacelerar o desenvolvimento do Brasil com pouco afinco.

Segundo ele, que teve discurso retratado pelo portal dinheiro UOL, o banco central europeu conseguiu adotar medidas para oferecer liquidez ao mercado, positivamente, para evitar que outras economias mundiais não atingidas pela crise sejam contagiadas.

Leia mais sobre o assunto e informações em relação ao pacote europeu, anunciado há algumas horas, no UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dinheiro destinado à Educação é desviado


Publicado no Diário Oficial da União do dia 19 de abril deste ano, o balanço das contas dos estados mostrou que houve um desvio R$1,2 bilhão nos recursos que deveriam ser destinados para a educação pública básica.

Assim, no ano passado, vinte e um estados brasileiros não repassaram corretamente parte das verbas que seriam destinadas ao Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), desviando os recursos para outras áreas.

Os tribunais de contas dos estados e municípios, responsáveis pela fiscalização do Fundeb, já tomaram conhecimento da irregularidade, através do Ministério da Educação. São Paulo é o estado com maior dívida, em termos de valores absolutos, totalizando R$660 milhões. Sem dúvida, esta questão precisa ser vista com muita atenção, pois a educação não pode ser deixada de lado em hipótese alguma.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1



Crise na Grécia – Brasil contribuirá com US$ 286 milhões


A crise grega tem atingido as bolsas de valores de quase todos os países, desenvolvidos ou não, gerando incertezas futuras, medos e medidas de várias nações para tentar frear as quedas econômicas. O dólar, que antes estava subvalorizado em relação ao real, tem dado lá suas guinadas ante à moeda brasileira em virtude dos impactos na Europa.

Em anúncio feito na última sexta-feira, 7 de maio, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, assegurou que o país colaborará com o pacote de auxílio financeiro aos gregos, elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia. Segundo a autoridade política, o Brasil fornecerá US$ 286 milhões, com recursos procedentes das reservas internacionais da nação.

Após mencionar alguns detalhes da empreitada, Mantega relatou que a crise financeira europeia não afetará o Brasil, visto que, segundo ele, a nação possui economia sólida, com mais de US$ 245 milhões em reservas.

Confira mais informações ministradas por Mantega no Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financial Times critica precariedade do Brasil


O Financial Times, veículo de comunicação de origem britânica, veiculou em seu espaço editorial um conturbador discurso sobre o bom momento econômico vivido pela América Latina e, em especial, pelo Brasil. Enfático, relatou que o bloco tem de tomar cuidado para não sofrer uma queda dentro de um ambiente especulativamente favorável.

Novamente, talvez com o intuito de alfinetar, ou de alertar, o jornal avaliou que inúmeros problemas do país, tais como o trânsito problemático, o grande número de favelas, o deficiente sistema de tratamento de água e esgoto, bem como aeroportos e estradas hipotéticas, atrapalham o futuro majestoso do país.

O Financial Times, entretanto, não deixa de ressaltar os planos futuros do Brasil, bem como seu atual poderio econômico e o aumento de investimentos estrangeiros. No entanto, ressalta, que o futuro almejado pela nação ainda está longe de acontecer.

Algo é positivo e já pensado anteriormente, nas entrelinhas, por especialistas e agora pelo FT. O país reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de veículos automotores, mas com tantos problemas para melhor gerir o trânsito, onde caberão os tantos carros?

Além desses fatores, o veículo britânico relatou, conforme espelhado pelo portal de economia UOL, as dificuldades brasileiras em organizar as obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Com tantas informações, será que o governo terá uma réplica para tais suposições?

Leia mais sobre a reportagem acessando a matéria-base, na íntegra, aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Medidas de estimulo à exportação podem ser anunciadas


Conforme já anunciado entre a imprensa, há algum tempo o Ministério da Fazenda almeja lançar pacote de estímulo voltado às exportações. Inúmeros segmentos do país reivindicam, há alguns meses, ações para beneficiar a competitividade de suas ações no exterior, como é o caso do setor automotivo.

Nesta quarta-feira, 5 de abril, o MF deve anunciar novas medidas durante encontro do Grupo de Acompanhamento do Crescimento (GAC), evento que agrupa representantes da sociedade e do governo. A expectativa a partir do intento é apressar a devolução da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos créditos do Programa de Integração Social (PIS) dos envolvidos no segmento de exportação, segundo notícia veiculada pelo portal de economia do UOL.

Outra ideia, já em estudo há alguns anos, é a criação de uma instituição focada para incentivar políticas de comércio exterior, por enquanto denominada Eximbank. O UOL relata que, em seu início, a nova entidade, por assim dizer, contaria com linhas de financiamento ao segmento exportador já vigentes no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além das propostas mencionadas acima, existem outras que visam tornar a nação brasileira mais forte nas exportações. Afinal de contas, mão-de-obra, matérias-primas e tecnologias o país tem; caberá, agora, decisões acertadas para permitir ao Brasil exportar mais do que importar, dependendo do segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



País está preparado para maior crescimento, avalia Mantega


Na linha de pensamento das principais autoridades mundiais e, também, de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegura que o país está pronto para perceber taxas mais elevadas de desenvolvimento no sentido econômico, embora prefira não arriscar qualquer percentual.

Segundo Mantega, que teve discurso mencionado pela agência de notícias Reuters, a nação brasileira já dá sinais de que pode obter crescimento de 5% de maneira sustentável, de modo a manter as contas públicas controladas e a conservação e controle da inflação.

Caso o discurso do ministro da Fazenda não seja meramente especulativo, os brasileiros poderão observar, em breve, os reais efeitos do crescimento. Maior poder aquisitivo, acesso a crédito e aumento no número de oportunidades de emprego são alguns dos principais indicativos para o otimismo e segurança do governo federal.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Economia Brasileira deve superar patamar pré-crise


Notícias diárias indicam a economia brasileira como uma das que melhor tem obtido resultados positivos após a crise financeira mundial. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicou que a indústria do país se aproxima de seu recorde produtivo, pois está a 0,1% inferior ao pico constatado em setembro de 2008, ocasião antecedente ao início do embate global.

Informações lançadas pela entidade revelam que a produção da indústria ascendeu 2,8% em março em comparação ao mês anterior, o maior salto registrado desde outubro de 2009, e 19,7% ante o mês igual do ano passado, configurando, desta maneira, o melhor percentual já visto desde abril de 1991.

André Macedo, economista do IBGE, avalia que o nível da produção está quase igualado ao recorde notado em setembro de 2008. Alguns segmentos, inclusive, já ultrapassam o nível, tais como o de bens duráveis, 3% acima do ápice mencionado.

Embora alguns setores superem expectativas, segundo a agência de notícias Reuters, o de bens de capital se encontra inferior ao cume em 7,4%.

Leia mais diretamente na agência Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Classe B será a mais participativa na economia em 2010, avalia estudo


A Classe C do Brasil tem feito Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, comemorar com grande intensidade os resultados obtidos, que convergem, pois, com suas propostas defendidas com unhas e dentes desde que ingressou na carreira política, embora almeje que as camadas D e E também consigam notoriedade.

Apesar disso, o estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target aponta que as famílias e cidades pertencentes à classe B serão aquelas que melhor representarão o consumo pelo país em 2010. Segundo reportagem do portal de notícias G1, o aumento do crédito, do emprego e da renda serão os responsáveis pela dilatação com despesas em viagens e aquisição de automóveis, eletrodomésticos, móveis e roupas.

O estudo mencionado, que contou com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assinala o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 6,1% para 2010 como referência substancial à expectativa.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumenta número de consumidores endividados no Brasil


Como já era de se esperar, assuntos pertinentes ao endividamento de consumidores brasileiros viriam, naturalmente, com o tempo. O clima de otimismo gerado pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como o bombardeio de notícias estimulando os brasileiros a consumirem, acarretaria endividamentos.

O portal Dinheiro do UOL identificou que o número de pessoas com dívidas em mais de um estabelecimento ou em agências bancárias, bem como ampliação no prazo de quitação de prestações, aumentou no mês passado. De acordo com estudo referenciado pela Associação Comercial de São Paulo, de cada 100 cidadãos endividados, 61 possuíam débitos com mais de um local.

Informações pescadas do Banco Central pela reportagem do UOL indicam que os prazos de financiamentos a partir de pessoas físicas saltaram de 488 dias, em média, em março do ano passado, para 526 dias no terceiro mês de 2010.

Uma recomendação feita pela Associação Comercial parece ser a mais sensata à atualidade: cuidados, por parte de consumidores e lojistas, pois a alta da Selic, juros básico da economia, poderá prejudicar tanto um lado quanto outro.

Fonte: Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil precisa melhorar distribuição de renda da população


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) avalia positivamente o sucesso conquistado pelo Brasil e seu governo em relação a esforços feitos durante a crise para impossibilitar a nação de sofrer grandes abalos em sua economia. Entretanto, a entidade pede que no atual momento o país se concentre em melhorar a distribuição de renda da população, pois há casos de pessoas que sobrevivem com apenas R$ 130 mensais.

Para a OIT, o grande desafio do país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva será o de criar de ferramentas capazes de melhorar as condições dos trabalhadores, pois não basta somente a geração de empregos, é necessário permitir à população maior acesso a bens de consumo e garantias de seus direitos assistidos pela Constituição.

Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, a entidade recomenda aos governos globais, paralelamente, manutenção dos pacotes de resgate à economia, no objetivo de frearem um possível salto nas taxas de desemprego que poderão vir a acontecer caso cuidados não sejam tomados.

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Por Luiz Felipe T. Erdei



Reformas e Construções estão mais caras no Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), relatou em recente estudo que reformar ou construir casas, apartamentos e demais tipos de edificações ficou mais custoso no Brasil devido ao reajuste de preços dos materiais de construção, bem como de correções salariais ocorridas pelno setor.

Em percentuais, o Ibre indicou que as despesas no segmento tiveram aumento de 1,15% entre o período de 21 de março a 20 de abril, muito acima do 0,45% constatado nos 30 dias antecedentes.

O Canal Executivo do UOL refere que das sete capitais avaliadas pelo levantamento, cinco delas apresentaram aumentos significativos, principalmente Porto Alegre, com 2,6%, Salvador, com 6,18%, e Rio de Janeiro, com quase 9,8%. Em Belo Horizonte houve melhorias nos índices, porém em São Paulo se manteve inalterável.

Fonte: Canal Executivo UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor diminui


De acordo com estudo da Serasa Experian, a inadimplência do consumidor no primeiro trimestre de 2010, em relação a igual período de 2009, caiu 6,7%. Foi o maior recuo registrado em comparações do primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 2000. Os economistas da Serasa apontam como motivos principais o aquecimento do mercado de trabalho e o crescimento da renda do brasileiro.

Vale ressaltar, no entanto, que no primeiro trimestre de 2009 o Brasil ainda sofria mais intensamente os efeitos da crise. Os economistas preveem que a inadimplência do consumidor continuará em queda no restante do primeiro semestre do ano.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto



Sistema de Saúde no Brasil é Melhor que Muitos Países


Bem ou mal, o sistema de saúde adotado no Brasil funciona, e funciona bem. Em países como a Inglaterra, onde o contribuinte chega a pagar 50% de imposto de renda dependendo do seu ganho, o sistema de saúde é tão ruim, que os europeus que trabalham no país, procuram tratamento em seus países de origem.

Italianos e franceses que vivem no Reino Unido, viajam para seus países para exames preventivos ou para tratamento. Mulheres grávidas também preferem ter o parto em seu país nativo. Apesar da Inglaterra possuir pesquisas e aparelhos de última geração, a utilização destes benefícios só se dá quando paciente já está em estado grave, alimentando a medicina curativa ao invès da preventiva.

No Brasil, apesar do SUS não ser ainda um exemplo de sistema de saúde público, pelo menos o brasileiro  sabe disso e não espera um tratamento cinco estrelas. Por isso, paga para ter planos de saúde com tratamentos que na Inglaterra, são nada além de um sonho.



Renda Média das Famílias no Brasil tem Aumento Recorde em 2010


Uma pesquisa divulgada no início desta semana apontou que a renda média das famílias do país, no ano passado, atingiu R$ 1.285,00, um montante maior em comparação a 2005, quando a mesma avaliação anotou R$ 1.066,25.

Além deste ponto, a pesquisa Observador Brasil 2010, idealizada pela Cetelem e pelo órgão de estudo Ipsos, relata que os brasileiros pouparam suas cifras mais significativamente em 2009 entre aplicações, poupança e investimentos. A média obtida a partir desse quesito foi de R$ 535,31, bem acima do averiguado em 2008 (R$ 220). A região Sul do Brasil, em particular, foi o local em que os brasileiros mais pouparam, seguido do Nordeste.

Outra informação levantada pelo estudo e veiculada pelo portal de economia UOL foi a de que na última meia década o número de cidadãos que tiveram de atrasar algum pagamento diminui. Em 2005 o percentual foi estabelecido em 9%; em 2009, apenas 3%.

Leia mais sobre a pesquisa aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Jornalista do Wall Street Journal ataca governo brasileiro


Um artigo curioso do Wall Street Journal chamou a atenção dos principais meios de comunicação do Brasil no início desta semana. Sob o título de “Contenha seu entusiasmo pelo Brasil”, sua autora, Mary Anastasia O’Grady, levanta inúmeros questionamentos sobre uma das principais riquezas do país: o petróleo.

Obviamente, suas palavras são tendenciosas, mas apimentam novos debates. O país, questiona ela, que tem comemorado o sucesso de suas parcerias público-privadas, conseguirá, efetivamente, dividir toda a riqueza em todas a todas as camadas sociais?

Com um texto ácido, a editora e colunista do jornal norte-americano indaga a representatividade de Luiz Inácio Lula da Silva. Denomina o líder do Brasil como um gestor que nada fez.

Embora Mary levante pontos importantes e contraditórios, os números não deixam margem para quaisquer dúvidas. O país tem conseguido bons resultados, diferentemente dos EUA, tanto que os percentuais para o Produto Interno Bruto (PIB) ultrapassam 5%, seja de fontes brasileiras, seja de fontes estrangeiras.

Para ler a opinião de Mary e tirar suas próprias conclusões, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil bate recorde na produção de grãos


O Brasil chega a um número recorde de produtividade, superando os 144,1 milhões de toneladas de 2007/08, para atingir o seu melhor desempenho com 145 milhões de toneladas de soja e milho.

Em quase todo território nacional os números são muito positivos, conforme dados obtidos pela Expedição Safra RPC, que percorreu 12 estados brasileiros. A soja e o milho devem chegar a sua marca histórica de produção.

O Paraná é o estado que mais produz grãos, seguido do Mato Grosso. Conforme artigo publicado no jornal Gazeta do Povo, em um ano de pouca rentabilidade como 2010, a produtividade deve aliar tecnologia, eficiência e claro, condições climáticas favoráveis, o que está de fato acontecendo.

Por Cíntia Foloni Santoro



Indústria tem ótima previsão de expansão de sua capacidade em 2010


De acordo com dados da sondagem de investimentos da indústria, divulgada nesta segunda-feira, dia 22 de março de 2010 pela Fundação Getúlio Vargas, a indústria prevê para este ano a maior expansão dos últimos oito anos, projetada para 14,6%.

A pesquisa foi realizada nos dois primeiros meses deste ano, Para o período de 2010 a 2012, foi prevista uma elevação da capacidade industrial em 23,8%. A categoria de bens de consumo é a que obteve o maior destaque, com uma expansão prevista maior que as dos últimos cinco anos.

Seguem-se os setores de bens de capital e de bens intermediários. A explicação para este crescimento, segundo 80% das indústrias, além de outros fatores, vem principalmente da demanda interna, o que promoveu a realização de investimentos.



Aumento na geração de empregos para o país – Previsões Positivas


É complicado começar qualquer texto pelo pronome “se”, mas ele é importantíssimo neste momento. Se Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, concorrer, algum dia, ao Planalto Central, pode ser que ele obtenha algum sucesso. Não satisfeito com os resultados obtidos pelo Brasil no campo empregatício, em fevereiro, o político acredita que um índice altamente igual será alcançado em março.

De acordo com o Portal de Economia do Estadão, no mês que vem o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) anotará novo recorde, o mais alto para qualquer mês de março da história desde 1992, quando o levantamento começou a ser elaborado. Segundo Lupi, mais de 207 mil empregos serão engendrados.

O ministro relata que fará esforços para melhorar as contratações em alguns setores que ainda não apresentaram dados concretos, dentre eles máquinas pesadas e tratores, bem como o segmento automotivo, que devido ao fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) apresentará menor volume de vendas – embora algumas concessionárias já planejem a volta de ofertas.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, certamente tem em Lupi um de seus braços direito. Não à toa, o ministro é um dos responsáveis pelos bons números que o Brasil tem entregado ao mundo. No entanto, o salário mínimo poderia seguir o mesmo otimismo, certo?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem Geração de Empregos Recorde


Se os números continuarem como estão, a estimativa de 2 milhões de empregos gerados no território brasileiro para 2010, emitida por Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, será concretizada. Há poucos dias, foi revelado que o Brasil criou 209.425 postos de trabalho no mês passado, o melhor resultado para fevereiro da história, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O número de pessoas contratadas no mercado foi de 1.526.312 em fevereiro, enquanto outras 1.316.896 foram demitidas, ascensão de mais de 0,6% em comparação ao primeiro mês deste ano. De acordo com Lupi, a indústria de calçados foi a que melhor contribuiu para o aumento.

Para o ministro, um país mostra-se bem no âmbito econômico quando seu mercado de trabalho apresenta alta. No caso do Brasil, o aumento real de salários dos trabalhadores foi o grande motivador para a criação recorde de empregos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor de materiais de construção – crescimento de 10% para este ano


Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) apregoou que as vendas no setor tiveram crescimento de 12% em fevereiro ante o mês igual de 2009 e quase 5% em relação a janeiro deste ano.

Cláudio Conz, presidente da entidade, estima uma alta de 10% para 2010, visto que o segmento, para ele, iniciou 2010 em um cenário altamente favorável se comparado a 2009, ocasião na qual a crise mundial fervilhava.

Para ele, ainda, o crescimento pode ser alcançado em virtude da confiança e disposição do consumidor para com materiais de construção, além, é claro, devido ao início das obras para a Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Segundo reportagem veiculada pelo Yahoo! Notícias, o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, bandeira do atual governo, é outro fator estimulante ao segmento, integrante, pois, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula defende PIB baixo em 2009


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, mostrou-se chateado com algumas pessoas que consideram o índice de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado, divulgado em 11 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, insatisfatório.

De acordo com a autoridade brasileira, que teve discurso propagado pela agência Reuters, apesar de esse baque ter sido o primeiro desde 1996, ocasião na qual foi iniciada a contabilização do PIB, o país apresentou superação, tanto que no último trimestre de 2009 a ascensão foi de 2% em relação ao período igual de 2008, bem como por outro motivo: o crescimento em 4,1% do consumo das famílias.

Lula ressalta, por outro lado, que se há um responsável para o PIB não ter ultrapassado 0%, esse culpado é a iniciativa privada, que temeu o arrastão financeiro pelo mundo e desacelerou investimentos. O governo, segundo ele, agiu na contramão, pois aumentou a oferta de crédito na finalidade de conter o fantasma da crise.

Clique aqui e leia outros pontos deste artigo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE divulga PIB 2009 Brasil – Últimos Meses do Ano


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nas primeiras horas de 11 de março, quinta-feira, que o Brasil apresentou contração de 0,2% em seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, mesmo após forte recuperação assinalada nos três últimos meses do ano, quando apresentou elevação de 2%.

O percentual, embora negativo, é apontado por analistas como notável, visto que o país superou índices de nações européias e, também, dos Estados Unidos. A China, por sua vez, teve PIB ao final de 2009 em mais de 8%, enquanto o asiático Japão teve de arcar com um percentual bem abaixo de diversas pátrias.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, relata que a economia do Brasil superou, definitivamente, a crise e que começou a enfrentar um desenvolvimento vigoroso, estimulado, principalmente, pelo crescimento da indústria e pela expansão dos investimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Atividade industrial brasileira apresenta crescimento expressivo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalou que a produção industrial brasileira teve elevação em 13 das 14 regiões pesquisadas em janeiro deste ano em relação ao último mês de 2009.

As regiões que melhor apresentaram crescimento foram Espírito Santo, com 5,6%, Ceará e Pernambuco, com 5,4% cada uma, e Paraná, com 4%.

As demais localidades que conseguiram estabelecer desenvolvimento no mesmo período de análise foram Nordeste, Bahia, Pará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Somente a região amazônica é que manteve total estabilidade.

De acordo com o instituto, a produção industrial brasileira teve crescimento significativo de 1,1%, sustentada, sobretudo, pelo alargamento do ritmo de produção e a baixa base comparativa, pois paralisações fora de cronograma e férias coletivas atingiram vários setores no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Distribuição de Renda no Brasil – Sistema Tributário Nacional (STN)


O Sistema Tributário Nacional é o instrumento utilizado para a distribuição de renda arrecadada através dos tributos pagos pelos brasileiros. O tributo é o recurso que se destaca para financiamento dos serviços públicos prestados no Brasil, tais como serviços de segurança pública, fiscalização, previdência social, entre outros.

A eficácia das políticas públicas depende da capacidade do legislativo, considerando a Constituição Federal. Portanto, se faz necessário um pequeno conhecimento sobre os princípios constitucionais a cada brasileiro,  garantindo assim, seus direitos de atendimento público, em postos de saúde, por policiais ou pela defesa civil. Justifica-se pesquisar sobre o assunto, perante as últimas evidências e dados revelados por institutos de pesquisa, quanto ao aumento dos gastos públicos do governo, observando se estes não desrespeitam os princípios tributários de nossa República.

Patricia Gujev



Guerra comercial entre EUA e Brasil


A retaliação do Brasil imposta aos Estados Unidos é manchete em muitos locais do mundo, principalmente nos próprios EUA – os mais interessados no assunto. O jornal Financial Times, de grande circulação no país, pondera que a medida adotada pela nação tupiniquim poderá gerar, em breve, guerra comercial entre ambas as partes.

De acordo com o Portal de Notícias G1, a retaliação brasileira é consequência de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos subsídios do governo norte-americano dedicados aos produtores de algodão do próprio país.

A decisão, que de acordo com o veículo de comunicação valerá daqui um mês, permite, por exemplo, que tanto EUA como Brasil tentem uma solução trabalhada. Segundo Joe Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, a única maneira de poupar qualquer guerra comercial é os norte-americanos ofereceram algo expressivo aos brasileiros.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra e conferir, também, a lista de produtos retaliados, que inclui eletrodomésticos, veículos e cosméticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Construção Civil – Aumento das atividades


Muito provavelmente impulsionados pelos eventos esportivos em 2014 e 2016 e, também, pelo “Minha Casa, Minha Vida”, os empresários da indústria da construção civil se mantêm otimistas quanto ao nível de atividade do segmento para os próximos seis meses.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, por meio do estudo ‘A Sondagem da Construção Civil’, diminuição no percentual de expectativa do nível de atividades, de 70,6 pontos no primeiro mês deste ano para 68,4 pontos em fevereiro. Embora pareça contraditório, o instituto afirma que o índice é superior a 50 pontos, denotando, pois, perspectivas de aumento das atividades do segmento.

Para Renato Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI, as medidas adotadas pelo governo brasileiro no setor da construção civil e a demanda populacional que retornou ao mercado imobiliário propiciam expectativas das melhores.

De acordo com o Portal de Economia do Estadão, Fonseca relata, inclusive, que o crédito do setor, com linhas diferenciadas, bem como recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), não sofrem tremores como vistos em outros setores – por isso o otimismo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Agricultura terá crescimento de 4% ao ano até 2020


Muito se fala sobre a criação de mais de 2 milhões de empregos até o final deste ano. Pouco se fala, porém, da produção brasileira de alimentos que, segundo Reinhold Stephanes, ministro da Agricultura, deverá manter o ritmo de desenvolvimento médio em 4% ao ano em todos os períodos dentro da próxima década.

Stephanes, ao contrário do que muitos especuladores poderão supor, acredita que esse percentual é positivo, pois a economia mundial não tem, sequer, qualquer tipo de perspectiva nesse nível.

O mercado externo, para Stephanes, que teve discurso veiculado pelo Portal de Economia do Estadão, é o segmento que ditará o ritmo de crescimento, embora a demanda interna possa ser a principal referência, principalmente em virtude do bom momento econômico brasileiro vinculado à queda do desemprego e aumento do poder de compra da população.

Para acompanhar essa estimativa, o ministro relaciona que são necessárias melhorias no manejo da pecuária, ocasionando, inclusive, liberação de vários hectares de terra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta básica do brasileiro tem aumento no consumo


Em 2009 houve um crescimento no consumo da cesta básica, por parte do consumidor, especialmente nas classes D e E, cujo aumento foi de 21% em relação ao ano anterior.

E isto se deve ao fato desta classe ter tido um aumento real em sua renda nos últimos anos, passando inclusive a incorporar produtos mais sofisticados na sua cesta básica, a qual pode ser considerada atualmente como semelhante à da classe C.

Itens como leite em pó, loções e cremes estão na lista dos que foram adicionados à cesta, que também obteve um aumento no consumo de marcas mais caras.

A pesquisa foi realizada pela Kantar Worldpanel (ex-Latin Panel), e foi publicada no site do Hoje em Dia.



Aumento Inflação Brasil – Projeção 2010 e 2011


O relatório Focus divulgado no primeiro dia de março revela que o mercado brasileiro aumentou suas projeções inflacionárias ao consumidor para 2010 e 2011, o que distancia, ainda mais, o centro da meta almejada pelo governo brasileiro.

A estimativa inicialmente mencionada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) era de 4,5% para 2010, porém, os movimentos do mercado fizeram com que houvesse aumento para 4,53%, depois para 4,86% há uma semana e agora, revisado, para 4,91%. Mesmo assim, por enquanto os especialistas não estão alarmados, visto que o índice pode configurar dois pontos para mais ou para menos, ou seja, pode cercear de 2,5% até 6,5%.

Segundo a agência de notícias Reuters, a projeção de 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 2010, bem como ao ano que vem, para 4,5%. A taxa básica de juros, Selic, também permanece a mesma até o momento, com um índice de 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Desemprego no Brasil aumentou em Janeiro 2010


Desde o final do ano passado, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, tem cogitado que o Brasil criaria, em 2010, mais de dois milhões de postos de trabalho formais, isto é, aqueles em que se caracteriza assinatura e registro em carteira de trabalho por parte da empresa.

Infelizmente, dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o índice de desemprego do cidadão brasileiro ascendeu em janeiro deste ano, mas registrou, por outro lado, a menor taxa para o primeiro mês de cada ano da série histórica iniciada em 2003.

O percentual atingido foi de 7,2%, superior em 0,4% ao constatado em dezembro de 2009, mas com queda de 1% se o índice for comparado ao mês igual (janeiro) do ano passado. Embora o primeiro parágrafo tenha se iniciado pela palavra “infelizmente”, analistas da Reuters acreditavam que 7,6% seria o percentual assinalado.

Saiba mais sobre o artigo aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia do Brasil em ótima fase


Não é só no exterior que o Brasil está bem cotado. A boa fase do Brasil está refletida nos rostos, estampado em bolsas e nas cangas nas praias, mas principalmente se faz presente em nossa economia. Nunca o país se mostrou tão rentável, houve congestionamento de estrelas no Carnaval carioca.

A onda de otimismo começou de fato, com a política de incentivo ao consumo, comandada pelo nosso presidente. O comércio agradeceu na forma de novos postos de trabalho e preços competitivos.

De acordo com os índices, as taxas de empregabilidade são as maiores do século e ainda nem terminamos o primeiro bimestre de 2010.

Outros setores da economia estão em franca expansão, como o da construção civil. Nunca a população esteve tão perto de realizar o sonho da casa própria.

Jardim das delícias para os turistas, bom lugar para investir, viver e dar forma a sonhos dourados, de todas as cores e bolsos.

Por Andrea Cardoso



Empregos Formais em crescimento no Brasil


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, bem como outras lideranças políticas parecem estar certos quanto à situação empregatícia brasileira. Recentemente, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revelou que em janeiro deste ano, o país apresentou a criação de mais de 181 mil vagas formais de emprego, configurando, deste modo, o melhor janeiro desde 2000, ocasião na qual foi dado início à pesquisa.

Os dados são superiores aos vistos em 2008, o melhor resultado já registrado anteriormente pelo levantamento. Na ocasião, o Brasil havia criado quase 143 mil postos de trabalho. Ao todo, o saldo de vagas no primeiro mês de 2010 foi de pouco mais de 1,41 milhão de trabalhadores com registro em carteira, no mesmo instante em que 1,229 milhão de cidadãos foram demitidos.

De acordo com o Portal de Notícias G1, costumeiramente, os meses de janeiro compõem uma criação menor de vagas devido a uma menor atividade constatada nos período. O Ministério do Trabalho acredita que até o final de 2010 mais de 2 milhões de empregos formais serão gerados.

Clique aqui e leia mais sobre o assunto.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Amorim afirma que Brasil não deve ser flexível aos EUA


Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, ressalta que a nação brasileira não tem por preferência efetivar retaliações aos Estados Unidos sobre os subsídios norte-americanos aos produtores de algodão, mas que o Brasil não pode ser submisso aos EUA por se tratarem de um país considerado mais forte.

Recentemente, a Organização Mundial do Comércio (OMC) foi a favor do Brasil, permitindo que o país de Luiz Inácio Lula da Silva empregasse medidas repressivas econômicas na área de propriedade intelectual a outras nações.

De acordo com Amorim, em reportagem veiculada pelo Portal de Notícias do Estadão, o único modo de o Brasil interromper a aplicação de retaliações contra os States se daria a partir de mudanças políticas, eliminando, assim, a aplicação de medidas repressivas.

Ainda para o ministro, iniciativas paliativas não serão aceitas, tais como uma casual oferta dos Estados Unidos de contrapeso em benefício de outro segmento produtivo brasileiro.

Leia mais sobre o assunto e outras palavras proferidas por Celso Amorim aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda Inadimplência do Consumidor – Janeiro 2010


O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor avaliou que a inadimplência da população brasileira apresentou queda de 8,1% em janeiro deste ano comparativamente ao mesmo mês do ano passado. Com esse dado apregoado nota-se, segundo o Portal de Economia do UOL, ser esse o maior baque constatado desde 1999.

Segundo o órgão, o percentual só atingiu tal status porque no primeiro mês de 2009 a crise financeira mundial atingia violentamente e praticamente todos os países. Além disso, revela a Serasa, as condições mais benéficas de crédito e o uso do 13º salário para a quitação de dívidas contribuíram para o alcance desse recorde.

Somente em janeiro deste ano, por exemplo, a devolução de cheques por falta de fundos a partir de pessoas físicas caiu mais de 16%, enquanto as dívidas não honradas retrocederam em aproximadamente 5%.

Para se informar sobre outros percentuais, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procura por Crédito no Brasil Cai em Janeiro


A injeção monetária no Produto Interno Bruto (PIB) advindo do 13º salário contribuiu para os cidadãos adquirirem bens e pagarem suas dívidas, por exemplo. A busca por crédito para diversos fins, por outro lado, é um dos meios utilizados pela população para ampliar poder de compra.

Após mais de um mês das datas festivas, o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito assinalou que a quantidade de pessoas que procurou crédito no primeiro mês deste ano baqueou 1,1% em relação a dezembro de 2009, o que, segundo especialistas, é uma situação normal. Entretanto, janeiro de 2010 ante o mês inicial do ano passado apresenta um aumento na busca de 14%, o que demonstra, consequentemente, que à época a crise financeira gerava muitos entraves aos consumidores.

Para o Portal de Economia do Estadão, todas as faixas de rendimento, com exceção das pessoas que ganham entre R$ 1 mil e R$ 2 mil tiveram queda. As camadas de menor de rendimento, segundo a fonte, foram as que mais sofreram retração – de 4,1% –, se somadas as pessoas que ganham até R$ 1 mil.

De todas as regiões analisadas, somente o Sudeste e o Centro-Oeste do país conseguiram ascender na procura por crédito. Nas demais, porém, o pequeno tombo foi evidente.

Confira percentuais e outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da Cesta Básica em 10 Capitais Brasileiras


O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) fez um levantamento sobre a Cesta Básica em 17 capitais brasileiras. O resultado final foi o de que ela ficou mais cara em 10 dos locais analisados. Dessas mensuradas, Goiânia foi a que teve o maior aumento, de 4,61%, segundo o Portal de Economia UOL com base em informações do Infomoney.

Os dados obtidos pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica salientaram, em janeiro deste ano em comparação com dezembro de 2009, que as outras sete capitais ponderadas tiveram queda, dentre elas São Paulo, com -1,39%, Brasília, com -3,49% e Belo Horizonte, com -3,87%.

A cidade de São Paulo registrou o valor da cesta básica em R$ 225,02 no primeiro mês deste ano. Por outro lado, Porto Alegre teve o valor mais elevado, de exatamente R$ 236,55 segundo o UOL. Aracajú foi a capital com o preço mais vantajoso, estimado em R$ 169,13.

Confira os percentuais de outras localidades aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de 1,5 milhão de novas vagas de emprego em 2010


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, parece não ser a única autoridade a elevar as estimativas de criação de novos postos de trabalho em todo o Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou que a nação brasileira encerrará 2010 com a geração de 1,5 milhão de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura o registro em carteira de trabalho.

A estimativa de Mantega supera o número de postos gerados em 2009, que foi de aproximadamente 995 mil. A massa salarial e o crédito, segundo o ministro em reportagem transmitida pela Folha Online, garantem o dinamismo do mercado.

Novamente discursando sobre a questão do Produto Interno Bruto (PIB), Mantega foi categórico: a taxa de crescimento será entre 5% e 5,5%, afinal, a projeção de desenvolvimento da nação permite esses dados otimistas.

Além disso, o ministro reafirmou sua posição sobre a política de retirada de estímulos tributários no Brasil, pois a economia já apresenta seu reaquecimento sem a necessidade de, por exemplo, efetivar a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Luiz Felipe T. Erdei



Novas cédulas do Real – Veja como vai ficar cada nota


O Banco Central lançou a segunda família de cédulas do real. As alterações foram feitas para evitar fraudes, com mais tecnologia e novos itens de segurança.

A novas notas terão as mesmas cores das antigas, com a imagem da efígie da república estampada na frentre e animais da fauna brasileira no verso.  Alguns elementos gráficos foram alterados para facilitar a identificação e a autenticidade das notas.

A grande novidade é que, a exemplo das notas do Euro, as novas notas terão tamanhos diferentes, conforme o seu valor: notas mais baixas serão menores do que as notas com valor maior.

Esta diferença de tamanhos e a existência de novas marcas táteis em relevo, facilitará a identificação das notas pelos deficientes visuais.

As primeiras notas a serem lançadas, ainda no primeiro semestre deste ano, serão as de R$ 50 e R$ 100, pois são mais suscetíveis de falsificação. As notas de R$ 10 e R$ 20 entrarão em circulação a partir do primeiro semestre de 2011. A previsão é que até 2012 todas as novas notas estarão em circulação.

As células antigas continuarão valendo até substituição integral das notas.

Confira como vai ficar cada nota do Real:

Fotos: Divulgação



Aumento Vagas Trabalho – Brasil é o País que Mais Contrata


O desempregado brasileiro tem motivos de sobra de distribuir seus currículos confiantes. Segundo dados da  PriceWaterhouseCoopers, o executivo brasileiro é o que mais contrata com 61% de respostas positivas, acima da média mundial de 40%. A pesquisa foi realizada no final de 2009, já considerando o recente aumento de empregos com carteira assinada.

Em todo o mundo os principais executivos estão otimistas e afirmam estar confiantes nas perspectivas econômica para este ano. O aumento de oferta de vagas vem de quase todos os setores, uns atrelados a outros e consequentemente beneficiando a maioria.

Quem pretende disputar uma vaga ou se recolocar no mercado tem chances de crescimento. O estado de espírito dos executivos variam entre as regiões, e quem se preparar pode logo ser notado. É importante analisar o mercado a fim de verificar as novas áreas em ascensão.

Por: Zilmara Filisbelo



Índice de Confiança do Consumidor cresce no Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou informações relevantes em relação ao Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro. Em janeiro deste ano, houve uma recuperação em âmbito nacional de 0,6% ante o último mês do ano passado. Em dezembro, o índice teve queda de 2,4% em comparação com novembro.

De percentuais para pontuação, em dezembro de 2009 foram constatados 113 pontos, um pouco além do meio termo do índice de análise, pois o ICC é uma escala calculada com pontuação apurada entre zero e 200 pontos, ou seja, quanto mais perto de 200, maior é o nível de confiança do consumidor brasileiro.

No entanto, apesar de ter existido um aumento significativo, a FGV foi cuidadosa ao analisar o resultado conquistado. Segundo o instituto, existem dois movimentos diferenciados na apreciação: a melhoria na avaliação sobre a circunstância atual coligada a um arrefecimento no ritmo de otimismo para os próximos meses deste ano.

Fonte: Agencia Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei



Construção civil poderá receber manutenção de estímulos


As medidas de estímulo adotadas pelo governo federal beneficiaram muitos setores pelo país. O mercado nacional tem respondido e reagido positivamente às iniciativas, tanto que ainda não há registros de índices inflacionários que poderiam prejudicar a economia do Brasil.

Com base nesse preceito, o governo entende que a construção civil, um dos segmentos que mais comporta trabalhadores e emprego de capital, merece a manutenção dos estímulos. Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, acredita que, com isso, o Produto Interno Bruto (PIB) será um grande beneficiário.

Em março do ano passado, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva resolveu reduzir as taxas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos itens de material de construção, permitindo, pois, um repasse de até 7% a menos no preço final de mercadorias.

Com a Copa do Mundo a ser realizada em 2014, pode ser o segmento que, de fato, impulsione a economia tupiniquim. Visto isso como um grande ideal, a idéia do presidente processa um bom efeito positivo entre a população.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fazer CPF – Documento poderá ser Feito pela Internet


O Cadastro de Pessoa Física (CPF) poderá ser feito diretamente pela internet, divulgou Otacílio Cartaxo, secretário da Receita Federal. De acordo com ele, o serviço estará disponível já no final do mês de fevereiro deste ano.

O sistema atual e burocrático só pode ser feito pelo cidadão diretamente nas agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, além de estar disponível no Correios. No ato, a pessoa tem de pagar uma taxa de R$ 5,50 para que tenha direito a preencher o formulário. Caso precise regularizar ou solicitar segunda via do CPF, outra taxa é cobrada.

De acordo com o Portal G1, a população pode ainda procurar entidades conveniadas à Receita Federal, sem o pagamento de taxas. No entanto, o documento não é fornecido fisicamente; somente o número é visualizado. Maiores informações serão dadas em breve, na medida em que o órgão anunciar todos os detalhes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bancos investem em bom atendimento aos clientes


As instituições financeiras estão cada vez mais preocupadas em atender bem os seus clientes.

Bom, podemos dizer isso pelo menos para aqueles que fazem parte do grupo seleto na carteira de um banco. Muitos nomes já existiram e alguns continuam em vigor, você pode ser Personalite, Uniclass, Prime, entre outros.

Com a fusão do Santander com o Real, que tinha o segmento Van Gogh, quem é cliente Santander vai ter todas as vantagens do segmento, isso inclui gerentes à disposição, inclusive por telefone, assessoria financeira no Portal de Investimentos e diversas orientações, como seguros, previdências e crédito imobiliário.

Então, se você tem o perfil para ser cliente desse segmento e possui conta no Santander usufrua dos benefícios oferecidos.



Descontos na Energia Elétrica para população de baixa renda


Uma informação errônea foi apresentada por Edison Lobão, ministro de Minas e Energia.

Na quarta-feira, 20 de janeiro, o político revelou que o teto salarial a famílias beneficiadas pela denominada Tarifa Social de Energia Elétrica era de três salários mínimos. No entanto, em 21 de janeiro, a autoridade se retratou e disse que essa iniciativa é destinada somente aos que ganham meio salário mínimo.

A Agência Estado divulgou que o comprovante necessário para que as famílias possam conquistar descontos no pagamento de Energia Elétrica é o Bolsa Família, ou, então, algum outro que ateste a renda familiar.

Lobão afirmou que o benefício será estendido a comunidades indígenas e quilombolas, que não precisarão pagar nenhum centavo para obterem energia elétrica, desde que consumam até 40 quilowatts.

Portadores de deficiência e pessoas com mais de 60 anos de idade, desde que comprovadas dificuldades financeiras, também obterão descontos.

O total injetado pela Conta de Desenvolvimento Energético é de R$ 2 bilhões anuais, este, que é um dos encargos presentes na conta de luz.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia brasileira impulsionada pelos Alimentos


Um levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) à Agência Estado revelou que a indústria de bens de consumo não-duráveis, dentre eles alimentos e bebidas, anseia por ter feito, em 2010, a mais arrebatadora ascensão de faturamento já observada em meia década.

Percentuais iniciais indicam que a elevação estimada pelo setor, neste ano, seja 10,6% maior do que a vista no ano passado, o que ultrapassa, inclusive, a expectativa geral da indústria nas vendas, que é de 10,1%.

Isto porque no ano passado, conforme massiçamente veiculado pela imprensa, a crise financeira mundial impactou negativamente no segmento da indústria de transformação. Portanto, espera-se que a demanda do mercado externo, somada à confiança do consumidor interno, ocasione esse levante.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei