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Aumento da Escolarização e Renda dos Brasileiros pode trazer Novas Oportunidades para o país


Júlio Ramundo, diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), disse que o aumento da escolarização no Brasil, associado a maiores rendas para grandes camadas da população, poderá em 2020 abrir oportunidades novas no país para indústria de bens de consumo. Segundo ele, esses novos consumidores estão mais “sofisticados”, o que incentiva a inovação e diferenciação nesse setor da indústria.

Ramundo expôs suas projeções durante o seminário “Perspectivas para a Indústria e a Infraestrutura”, promovido pelo BNDES nessa segunda-feira, dia 29 de outubro, no Rio de Janeiro.

Segundo ele, espera-se que o mercado consumidor brasileiro de bens de consumo se amplie, em especial em produtos mais sofisticados para atender as necessidades dos novos consumidores, que estão chegando ao mercado com as políticas de distribuição de renda do governo e com o aumento médio da escolaridade da população nos últimos anos.

O diretor do BNDES avalia ainda que o contexto econômico atual teria ultrapassado a divisão entre industrialização e exportação de commodities (produtos básicos como ferro, café, entre outros). Para ele, a produção de bens primários inclui a utilização de cada vez mais tecnologia e traz oportunidades para inovações importantes no setor.

Fonte: Estado de Minas

Por Matheus Camargo



Empréstimos pelo BNDES ultrapassam R$ 168 bi em 2010


Diante da crise financeira mundial, cada país tentou, à sua maneira, buscar soluções para minimizar os prejuízos. O Brasil, por exemplo, adotou uma série de medidas de estímulo, entre elas isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores de veículos automotores e linha branca, entre outros.

O segmento produtivo do país conseguiu, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empréstimo de R$ 168,4 bilhões no ano passado, montante superior em 24% ao conquistado em 2009. Comércio e serviços, infraestrutura, agropecuária e indústria foram os ramos beneficiados.

O resultado foi alcançado devido ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI), lançado em junho de 2009 como medida para conter o colapso financeiro global – no final de março deve ser extinto. Com ele, o Brasil obteve retomada de investimentos, inclusive com extensão a bens de capital.

O setor de máquinas e equipamentos conseguiu levantar R$ 52,7 bilhões no ano passado por meio da linha de crédito Finame. O Procaminhoneiro foi outro programa com bons recursos angariados, mais precisamente R$ 6,6 bilhões, então destinados à renovação de frotas.

No total, aproximadamente 610 mil operações de crédito foram realizadas em 2010, alta de 56% frente a 2009. De todo o volume, 93% foram voltados às micro, pequenas e médias empresas, bem como a pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



The Economist contesta crescimento do BNDES


A maioria dos brasileiros está satisfeita com os progressos do país nos últimos anos, afirmação justificada com base em levantamentos entre os cidadãos com relação à aprovação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar desse ponto altamente favorável, a revista The Economist, de origem britânica, voltou a contestar algumas realizações da nação tupiniquim.

O veículo de comunicação alegou, nesta semana, existir crescimento rápido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), porém, com pouca competição e transparência. o veículo de imprensa usou como comparação os empréstimos concedidos pelo Banco Mundial, abaixo, portanto dos feitos pela instituição do Brasil.

Além de relacionar essas características, a revista cruzou alguns cargos e seus respectivos nomes. Em reportagem enunciada pelo portal de notícias G1, avaliou existir junções políticas do BNDES, tais como Guido Mantega, ministro da Fazenda, ser ex-presidente do banco brasileiro e Luciano Coutinho, atual gestor da entidade, o preferido da presidenciável Dilma Rousseff (PT) para sucedê-lo.

Embora esteja situada em outro continente, a revista parece muito bem acompanhar as entidades brasileiras. Qual é o seu objetivo principal?

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI sugere ao Brasil diminuir contenção de empréstimos


As pesquisas de intenção de votos têm envolvido vários motivos para Dilma Rousseff, presidenciável petista, estar à frente de seus demais adversários. Recentemente, estudos revelaram que a boa aceitação de sua candidatura deve-se, em parte, ao bom andamento da economia do país – situação percebida nos últimos anos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo alguns, é um dos principais responsáveis e o pilar primordial no acesso, pela população, à aquisição de bens antes inimagináveis.

O Fundo Monetário Internacional (FMI), entidade subliminarmente criticada por Lula tempos atrás, tem percebido a progressão do país, tanto que estimou crescimento da economia em 7,1% neste ano. Apesar de possivelmente ocasionar uma euforia, o órgão pediu às autoridades brasileiras políticas para a manutenção da estabilidade financeira e macroeconômica.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI, mencionou em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 que aguarda a estabilidade do crescimento brasileiro, pois seria inviável qualquer sobreaquecimento, situação já relatada anteriormente pelo Fundo meses atrás. No objetivo de indicar alguns pontos, a entidade aconselhou a contínua redução de despesas e contenção de empréstimos outorgados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Pois bem, será que a economia deve ser o único foco a ser levado em consideração por autoridades estrangeiras, pois, ao que tudo indica, só veículos de comunicação mais conservadores enxergam algumas desigualdades.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil não será afetado pela Crise Europeia, avalia presidente do BNDES


O crescimento do Brasil é um dos mais evidentes do mundo, isso ninguém duvida. Aliás, há aqueles que questionam o poderio do país, tais como o veículo de comunicação britânico Financial Times, ao declarar opiniões que poderiam colocar qualquer analista em pensamento, sobretudo em relação ao ambiente de pessimismo vivido pela Europa.

Apesar de alguns poucos contrários, Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), acredita que o momento na zona do euro e seus problemas pouco afetarão a economia brasileira, embora admita que o instante no outro continente poderá desacelerar o desenvolvimento do Brasil com pouco afinco.

Segundo ele, que teve discurso retratado pelo portal dinheiro UOL, o banco central europeu conseguiu adotar medidas para oferecer liquidez ao mercado, positivamente, para evitar que outras economias mundiais não atingidas pela crise sejam contagiadas.

Leia mais sobre o assunto e informações em relação ao pacote europeu, anunciado há algumas horas, no UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



BNDES tem lucro de R$ 6,7 bi em 2009


O Portal de Notícias G1 revelou que o lucro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao término de 2009, foi de R$ 6,7 bilhões, representando, portanto, uma ascensão de quase 27% em relação a 2008, que teve lucro de R$ 5,3 bilhões.

O BNDES afirmou que esse crescimento positivo se deve ao resultado bruto da intermediação financeira, que saltou de R$ 3,9 bilhões em 2008 ante R$ 5,8 bilhões no ano passado, em virtude do desenvolvimento das carteiras de títulos e valores imobiliários e das operações de crédito.

Uma nota divulgada pelo BNDES, noticiada pelo G1, afirma que o aumento da provisão foi decorrente da queda de rendimento da atividade econômica durante 2009 e o rebaixamento da classificação de risco de alguns de seus clientes.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



BNDES concede Financiamento a Sabesp


A Sabesp recebeu um grande reforço do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O órgão aprovou um financiamento de R$ 826 milhões à Companhia de Saneamento Básico, destinado, sobretudo, ao programa de investimentos para o período compreendido entre 2009 e 2011.

Os recursos serão divididos em três séries. O primeiro já foi fornecido, em 15 de dezembro de 2009, no valor de R$ 257,37 milhões. As outras duas, de mesmo valor, serão realizadas neste ano e em 2011.

Com isso, a Sabesp ampliará o sistema de abastecimento de água e coleta de esgoto em obras destinadas aos sistemas localizados no Rio Grande, no Litoral Norte e no Vale do Paraíba e da Mantiqueira.

Outros dados detalhados podem ser observados aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BNDES cria Índice para Estimar Companhias a Reduzir Emissão de Poluentes


A tendência deste século é o debate de políticas que almejam combater o efeito estufa e o aquecimento global. Em vista disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a BM&FBovespa apregoaram a criação de um índice estimulante às companhias de capital aberto, para que reduzam suas emissões de gases à atmosfera.

O novo intento, batizado de Índice Carbono Eficiente, deve ser configurado em 2010, e avaliará pelo inventário de emissões de gases que ferem a camada de Ozônio todas as fontes de atividades atreladas a uma empresa. Com isto, pessoas que simpatizam ou que aderem profundamente a campanhas dessa natureza poderão ter mais um motivo para comemorar.

Segundo a Agência Estado, a BM&FBovespa acredita que o peso de cada ação das companhias será deliberado com base na participação do IBrX-50, indicador ordenado pelas 50 ações mais negociadas na Bolsa de Valores. Portanto, empresas que melhor gerirem suas emissões de gases, melhor alcançarão suas eficiências.

Conheça mais sobre esse novo projeto aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BNDES aumenta equipe para continuar o atendimento de 1.500 pedidos de créditos diários


A fim de continuar a aprovação diária de 1.500 operações de crédito do Finame por meio do plano de financiamento a juros reduzidos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) arquitetou um projeto de contingência com equipes extras.

O Finame, que é uma linha exclusiva para obtenção de equipamentos e máquinas, teve seu perfil invertido devido a incentivos oferecidos pelo governo, principalmente em relação ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Em seu início, esse estímulo cerceava a compra de caminhões e ônibus, mas agora é enfocado à obtenção de máquinas para a agricultura, indústria e construção.

O Programa de Sustentação do Investimento foi germinado para proporcionar financiamentos com taxas de juros inferiores às praticadas pelo Finame. Por isso, aproximadamente 90% desse tipo de empréstimo foi utilizado através dos benefícios do PSI.

Por Luiz Felipe T. Erdei