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Captação da Poupança bate Recorde em Março de 2012


Segundo o Banco Central do Brasil, no mês de março as cadernetas de poupança voltaram a ter mais depósitos do que saques, o que resulta em captação positiva em cerca de R$ 2 bilhões e meio. Esse saldo é o resultado de R$ 98,940 bilhões em depósitos e R$ 96,395 bilhões em retiradas.

Porém nos meses de Janeiro e Fevereiro, as operações de saques superaram os depósitos, resultando em uma retirada líquida de R$ 412,5 milhões. As operações de depósito e saque cresceram substancialmente em comparação ao mês de fevereiro, quando foram depositados R$ 87,816 bilhões e sacados R$ 88,228 bilhões.

Este é o melhor resultado obtido em um mês de março desde o início da história do Banco Central, no ano de 1995.

O melhor resultado anterior, para o mês de março, foi no ano de 2007, quando a captação líquida alcançou R$ 1,55 bilhão.

Ao final de março, a soma dos recursos depositados nas cadernetas de poupança é igual a R$ 428,997 bilhões.

Por Junior Beluzzo



IBC-BR apresentou queda em janeiro de 2012


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (26/03) o Índice de Atividade Econômica da entidade (IBC-BR), demonstrando que o caiu 0,13% em janeiro deste ano, comparando-se a dezembro de 2011. Este resultado avalia a taxa com reajuste sazonal. Sem o reajuste, a queda registrada foi de 4,49% em janeiro. Com relação ao mesmo mês do ano passado, a taxa foi 1,61% mais alta.

Com isso, o IBC-BR retraiu, passando de 140,91 pontos em dezembro do ano passado para 140,73 pontos em janeiro deste ano. No último mês de 2011, o índice já havia registrado retração de 0,57%.

O IBC-BR apresenta uma previsão de como o Produto Interno Bruto (PIB) vai se comportar durante o ano. O resultado de janeiro foi a primeira queda mensal do indicador desde outubro de 2011, quando registrou retração de 0,53% na série com ajuste.

Apesar disso, o Banco Central manteve a projeção para o crescimento do PIB. A expectativa é que a economia cresça 3% neste ano. Em 2011, o crescimento foi de 2,7%.

A expectativa positiva é impulsionada pelo resultado do trimestre encerrado em janeiro deste ano, que teve alta de 1,11% com relação aos três meses finalizados em outubro do ano passado, verificando-se a série sazonal.

Por Matheus Camargo

Fonte: Banco Central



Economia brasileira – Novas previsões para 2012 e 2013


A previsão de crescimento da economia do Brasil para 2012 caiu para 3,23%, o dado foi divulgado por analistas consultados pelo Banco CentralDe acordo com esses profissionais, a projeção de crescimento para 2013 também passará por mudanças, inicialmente estava cotada a 4,2% e passou para 4,29%

Os consultores também analisaram a indústria nacional, segundo eles o crescimento referente à produção industrial permanece estável em 2,03% e passou para 4,05% a previsão de 2013. 

Outro ponto abordado diz respeito à dívida do Governo brasileiro: o Produto Interno Bruto teve a projeção ajustada de 36,14% para 36,2%, já a previsão para o próximo ano é de 35%, onde as expectativas anteriores registravam um aumento de 34,79%. 

Outra preocupação dos consultores é com relação à cotação do dólar, a estimativa de venda da moeda americana é de R$ 1,76, sendo que para 2013 a previsão foi mantida em R$ 1,80
O superávit com relação ao comércio também sofreu alguns ajustes, o saldo positivo de “exportações menos importações” ficou estimado em US$ 19 bilhões para esse ano, já para o próximo ano a previsão é que esse valor seja reduzido para US$ 15 bilhões

Por Joyce Silva



Entrega da Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior 2011


O Banco Central (BC) começará a receber a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior do ano de 2011 no dia 06 de fevereiro. As declarações poderão ser entregues até às 20:00 do dia 05 de abril.

Devem prestar informações pessoas físicas ou jurídicas que morem no Brasil e que tenham no exterior valor ativo superior ou igual a US$ 100 mil.

Pessoas com valor ativo maior ou igual a US$ 100 milhões deverão apresentar essa declaração ao Banco Central a cada trimestre. A declaração dos três primeiros meses de 2012 deverá ser entregue entre 30 de abril e 06 de junho desse ano, para os meses entre março e junho a declaração deverá ser entregue entre 30 de julho e 06 de setembro.

A entrega das declarações será feita através do site do Banco Central, tanto da declaração anual quanto trimestral.

Embora uma pequena parcela da população tenha valores fora do Brasil, as declarações servem para que os economistas brasileiros e o Governo, assim como o Banco Central, tenham uma visão geral e mais ampla das riquezas, tanto dentro do Brasil quanto fora.

Fonte: Banco Central

Por Jéssica Posenato



Selic ? BC reduziu a taxa em 0,5%


O Banco Central reduziu a taxa de juros (Selic) em 0,5% na reunião encerrada na última quarta-feira, 18/01/2012. Essa medida já era esperada pelo mercado e por esse motivo as atenções se voltaram muito mais para a ata, que poderá revelar as intenções do Copom para a próxima reunião, marcada para os dias 6 e 7 de março.

A realidade é que o Copom não tinha outra alternativa, pois muito embora a inflação esteja sob controle (apesar de suas variações pontuais), o cenário externo aponta para uma necessidade de intensificação das relações comerciais internas, ou seja, o Brasil precisa movimentar internamente sua economia para mitigar os efeitos da Crise que se alastra pela Europa.

A redução da taxa básica de juros não tem efeito imediato sobre o mercado e por isso o Copom precisará monitorar todos os principais indicadores da economia de forma minuciosa, possibilitando, na próxima reunião, uma tomada de decisão adequada ao panorama.

O mercado espera por uma nova queda da Selic na reunião de março, mas isso não é consenso entre todos os economistas, já que essa redução elevaria o risco de aumento da inflação em 2013, especialmente se ocorrer uma recuperação muito rápida da economia na Zona do Euro.

Mesmo com a última decisão do BC, o Brasil continua tendo uma das taxas de juros mais altas do mundo (10,5%), o que impacta negativamente na divida interna do país e em todas as relações de investimento da indústria e do comércio.

Para obter mais informações consulte www.bcb.gov.br.

Por Luiz Moreira



BC – IPC-S registrou alta na 3ª prévia de maio de 2011


A possível volta da inflação deixa o governo e a população de cabelos em pé. Para tanto, o Banco Central (BC) vem anunciando desde o final de 2010 medidas para conter o consumo, que embora não tenham exercido o efeito desejado, agora parecem realmente corresponder.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), desacelerou para 0,96% na semana encerrada em 22 de maio, diferença de 0,13% em comparação ao índice de 1,09% do levantamento anterior.

Pelo estudo, as quedas de destaque dentro do IPC-S ocorreram nos grupos Alimentação, cuja taxa desceu de 1,52% para 1,27%, e Transportes, que descreveu arrefecimento de 1,56% para 1,04%. O componente hortaliças e legumes merece ênfase, pois cedeu de 7,89% para 6,84%, enquanto a gasolina registrou baixa de 5,12% para 3,81% entre a pesquisa anterior e a mais recente.

Outras três categorias representaram queda no IPC-S. Em Saúde & Cuidados Pessoais a taxa cedeu de 1,04% para 0,88%, enquanto Despesas Diversas registrou queda de 0,61% para 0,46%. O último grupo na mesma tendência foi Vestuário, cujo índice passou de 1,38% para 1,04%.

As duas únicas classes de variação no sentido foram Habitação, com elevação de 0,76% para 0,91%, e Educação, Leitura & Recreação, com alta discreta de 0,26% para 0,27%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB


A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.

Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Banco Central – Recomendação para troca de notas de dinheiro manchadas


A vida dos assaltantes está cada vez mais difícil, não que isso signifique o término de suas intenções. Embora esse início possa abrir leque para um longo e tortuoso discurso, o assunto deste artigo é estritamente relacionado ao novo sistema antifurto adotado aos caixas eletrônicos.

Criado pelos bancos, o sistema, que mancha as cédulas quando há furtos movidos por explosão, acabou gerando alguns empecilhos para o Banco Central (BC), tanto que em nota divulgada à imprensa a instituição aconselha que comerciantes e pessoas, em geral, deixem de receber tais notas.

Por medo ou qualquer outro motivo, cédulas furtadas (e manchadas!) circulam em todo território nacional. Para o cidadão não ser prejudicado, o BC recomenda que notas com rabiscos, desenhos, símbolos ou algo semelhante sejam trocadas diretamente em instituições bancárias, determinação assegurada desde 1993 pela Lei 8.697.

No caso de cédulas manchadas, os bancos devem recolher diretamente com o consumidor e emitir um recibo. O dinheiro, por sua vez, é encaminhado ao BC para que uma análise seja feita. Constatada a legitimidade, o cidadão é indenizado por outra nota em condições de uso.

Essa situação pode dar vazão a outros golpes. Qual instituição garantirá que o consumidor que vai ao banco para pedir a troca do dinheiro não é o assaltante?

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil,Correio Braziliense



APAS – Consumidores endividados prejudicam empresas


Os consumidores permanecem na intenção de adquirir produtos e bens pelos próximos meses, embora o governo tenha estipulado índice de 12,50% à taxa básica de juros da economia, a Selic, e medidas restritivas ao crédito. Enquanto a população se endivida, um estudo relaciona dados que não ocorriam desde 2005.

Segundo levantamento encomendado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) denominado "Tendências do Consumidor", os gastos mensais subiram mais em relação à remuneração. O déficit, no ano passado, abrangeu índice de 3%, possivelmente pelo acesso mais facilitado ao crédito.

Para Dora Ramos, especialista em contabilidade e diretora do escritório de assessoria empresarial Fharos, o nível de endividamento médio da população (1%, de acordo com o estudo) faz o Banco Central (BC) abraçar medidas restritivas na intenção de diminuir o consumo. Portanto, empresas devem ficar cautelosas ante a esse panorama, pois a falta de planejamento dos brasileiros pode acarretar em bolhas.

Toda e qualquer corporação deve ter cuidado redobrado, pois consumidor endividado é sinônimo de menores gastos e aumento de endividamento, prejudicando, assim, a geração de caixa pela empresas e crédito pouco disponível no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Banco Central – Novas regras para devoluções de cheques


Os brasileiros dispõem de diversas modalidades de pagamentos para produtos e serviços. O mais comum, nos dias atuais, ainda é a cédula em papel, embora o "dinheiro de plástico", ou cartão de crédito e débito, venha apresentando participação mais elevada entre a população. Além desses dois há também sistemas como crediários e cheques.

É deste último caso (cheques) que o Banco Central (BC) deu maior tratamento na segunda-feira (16). Nota divulgada em sua página na internet abrange novas regras para sua devolução. A partir de agora, as instituições bancárias só poderão devolver cheques sob a argumentação de conta encerrada ou falta de fundos.

Outros motivos, como erros de preenchimento nos campos ou assinatura incorreta, por exemplo, deverão ser a causa declarada da devolução. Vale salientar que em função de conta encerrada ou falta de fundos o consumidor tem seu nome abrigado no cadastro de emissores de cheques sem fundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC apresentou nova projeção do IPCA de 2011


O mercado econômico pode enfrentar um ambiente mais ameno durante as próximas semanas. Especulações envolvendo a alta da inflação ainda assombram, mas o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (16 de maio), diminuiu a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 para 6,33%, contra taxa de 6,31% da semana passada. Para o próximo ano, porém, foi mantida a perspectiva de 5,00%.

Enquanto a estimativa do IPCA apresenta, há algum tempo, oscilações, os prognósticos para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano permanecem pela oitava semana seguida em 4,00%. Para 2012, porém, o Focus aprecia nova baixa pela segunda oportunidade consecutiva, de 4,21% para 4,20%.

De acordo com os dados do BC, a taxa básica de juros da economia, Selic, foi mantida mais uma vez em 12,50% para 2011, tendência que se repete desde a semana anterior. Para o próximo ano, o relatório prevê índice de 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Inadimplência de empresas tem aumento de 1,7% em março


Os consumidores não são os únicos a enfrentarem problemas relacionados à inadimplência, pois o ambiente ainda incerto da economia brasileira também atinge as empresas. Da mesma maneira que a população passa por apertos relacionados à concessão de crédito, pequenas, médias e grandes companhias têm menos facilidades para investir e honrar compromissos.

O Indicador de Perspectiva da Inadimplência das Empresas edificado pela Serasa Experian assinalou avanço de 1,7% em março, para 91,9 pontos. Essa alta, por sinal, é a quarta recorrência mensal seguida, portanto condizente ao mesmo ambiente projetado para consumidores: movimento de crescimento da inadimplência, mas sem grandes nuances.

A perspectiva de avanço do Produto Interno Bruto (PIB) para 4,00% em 2011 (por enquanto), além de outras condições relatadas anteriormente (restrição ao crédito), devem pressionar o custo financeiro das empresas, uma vez que a capacidade de aumentar o caixa deve ficar mais restrita.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Vendas no varejo têm aumento de 1,2% em março


Em ambiente de desaceleração econômica, parte da população sente o peso das iniciativas abraçadas pelo Banco Central (BC), adotadas ainda quando Luiz Inácio Lula da Silva era presidente do país. Embora o consumo dê sinais de enfraquecimento nos dias atuais, alguns índices dos três primeiros meses do ano continuam positivos.
Em março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio varejista registrou avanço de 1,2% no volume de vendas e de 1,4% em termos de receita nominal. O crescimento, comparado a fevereiro, considera dados com ajustes sazonais.
O IBGE aprecia que sem os ajustes sazonais o varejo conquistou alta de 4,1% em relação a março do ano passado no assunto vendas, 6,9% se considerado o acumulado do trimestre inicial de 2011 e 9,5% nos últimos 12 meses. Em relação à receita nominal, as taxas encontradas foram 8,5%, 11,6% e 13,5%, respectivamente, maiores.
De acordo com o instituto, das dez atividades sondadas, oito registraram incremento em seus percentuais, com destaque para veículos & motos, partes & peças, cuja alta chegou a 3,8%. Seguiram o item equipamentos & material para escritório, informática & comunicação, 3,5%, material de construção, 2,8%, móveis & eletrodomésticos, 1,6%, livros, jornais, revistas & papelaria, também 1,6%, outros artigos de uso pessoal & doméstico, 1,4%, tecidos, vestuário & calçados, 1,1%, e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas & fumo, 1,0%.
No sentido oposto foram constatados decréscimos em combustíveis & lubrificantes e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria & cosméticos, cada qual com índice negativo de 0,1%.
No confronto anual, ou seja, sem ajustes sazonais, ressalta o IBGE, todas as atividades registraram aumento.
Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Perspectiva da inflação pelo IPCA apresentou queda – 2011


As perspectivas econômicas para o Brasil estão tensas, embora o cenário especulativo não tenha se concretizado. Pela primeira vez após semanas de pessimismo, o relatório Focus do Banco Central (BC) baixou a estimativa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 2011, de 6,37% da semana passada para 6,33%. Para o próximo ano a taxa de 5,00% foi mantida, tendência que se repete pela quinta vez seguida.

A projeção de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi sustentada no mesmo patamar pela sexta semana seguida, em 4,00%. Para 2012, porém, o BC prevê uma queda no cenário, cuja perspectiva cedeu de 4,25% de sete dias atrás para 4,21%.

Em relação à Selic (taxa básica de juros da economia), o relatório Focus reproduz pela primeira semana estabilidade no índice para 2011, em 12,50%. Para o próximo ano e repetindo pela segunda vez uma perspectiva de alta, o BC elevou o índice para 12,25%.

Esses números podem aquietar economistas e a própria população. Se a curvatura seguir a ideia como muitos pedem e como o estudo parece indicar, a inflação pode ficar mais próxima do centro da meta até o final do ano, embora a tendência seja de se situar perto do teto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação no Brasil – Previsões do IPCA, PIB e Selic para 2011 e 2012


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (2) seu mais novo levantamento sobre as perspectivas econômicas do país por meio do relatório Focus.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) sofreu nova elevação para 6,37% este ano. Já em 2012 o índice continua o mesmo 5,00%.

A projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o relatório, foi mantida em 4,00% para 2011. No próximo ano, em compensação, a trajetória de recuo de semanas foi suplantada para uma perspectiva positiva, com substituição do índice de 4,21% para 4,25%.

Após um longo período abrangendo índice de 12,25% a este ano, a taxa básica de juros da economia, a Selic, sofreu nova alta, desta vez a taxa alcançou os 12,50%. Para 2012 o BC também aumentou a sua projeção de 11,75% para 12,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da Taxa Selic de 12% ao ano


O alto consumo dos brasileiros, em 2010, foi extremamente positivo para o país conseguir superar os principais entraves postados pela crise financeira global de 2008 e 2009. Em meados de novembro e dezembro passados, o Banco Central (BC) passou a adotar medidas de contenção de gastos e, mais ainda, de restrição ao crédito. Paralelamente a esse fato, deu-se início ao ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Na quarta-feira (20), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por cinco votos a favor, incrementar a taxa da Selic para 12,00% ao ano, sem viés. A elevação, portanto, foi de 0,25 ponto percentual. Dois votos indicaram aumento de 0,50%.

Nota divulgada na página do BC indica que foram considerados como fatores para essa decisão o balanço de riscos à inflação, o nível ainda improvável de comedimento da atividade doméstica, assim como o cenário externo. Por fim, o Copom acredita que decisões como essas são ideais para assegurar a convergência da inflação para a meta do próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB, Selic e IPCA – Novas perspectivas para 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (28/03) aponta aumento da perspectiva de inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tanto para este como para o próximo ano. A taxa de 5,88% da semana passada relacionada a 2011 subiu para 6,00%, ao mesmo tempo em que a projeção para 2012 subiu de 4,80% para 4,91%.

Interrompendo uma série de altas, então ilustradas por muitos especialistas nas últimas semanas, a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, de 2011 caiu para 12,25% ao ano no novo levantamento, contra 12,50% de antes. Para 2012 e pela sexta semana consecutiva, o índice se mantém em 11,25% ao ano.

O impressionante crescimento de 7,5% da economia no ano passado não deve realmente ocorrer em 2011. Eis que pela quinta semana seguida o BC decresceu a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez para 4,00%, 0,03% abaixo dos cálculos efetivados na semana passada. Ocorreu baixa de projeção também para 2012, em que taxa passou de 4,40% para 4,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



BC – Novos dados sobre o PIB de 2011 e 2012


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC), na sexta-feira (18/03), voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No levantamento da semana passada, a taxa registrada foi de 5,82%, passando agora para 5,88%. Para 2012, o índice estimado se mantém, pela segunda semana seguida, em 4,80%.

O BC volta a prever piora no índice do Produto Interno Bruto (PIB) deste e do próximo ano. Para 2011, o Focus aponta arrefecimento de 4,10% para 4,03%, enquanto para 2012 estima baixa para 4,40%, contra taxa de 4,45% prognosticada na semana passada.

Pela sétima semana consecutiva, o BC mantém o índice de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011, situação semelhante em relação à perspectiva de 2012, pela quinta semana seguida em 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Relatório Focus mostra elevação da expectativa de inflação pelo IPCA em 2011


O mais recente relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) volta a elevar a expectativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O novo prognóstico indica taxa de 5,82%, discretamente superior ao índice de uma semana atrás, de 5,78%. Para o próximo ano o boletim indica 4,80%.

Juntamente a esse prognóstico, houve piora na perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2011 e 2012. Ao primeiro período o BC decresceu o índice de 4,29% da semana passada para 4,10%; ao segundo período, baixa para 4,45%, contra 4,50% de antes.

Pela sexta semana seguida, o BC decidiu manter a estimativa da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 12,50% ao ano para 2011, mesma tendência seguida pela quarta semana consecutiva a 2012, porém com taxa de 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

 



BC – Crescimento do PIB de 2010 representa boas expectativas para a economia brasileira


Na análise feita nos primeiros dias de março pelo presidente do Banco Central do Brasil, sobre os dados de crescimento do PIB em 2010 (conforme IBGE), ficou claro que trata-se de um crescimento representativo do quanto o país reagiu bem às crises financeiras ocorridas no período 2008-2009.

Para Alexandre Tombini, o suporte que segurou esse bom resultado foi o fato de que nossa economia continuou sendo movimentada pela demanda doméstica por consumo e produção. O consumo das famílias, que obteve novamente um crescimento positivo – agora de 7% –  foi resultado direto do aumento do crédito, do emprego e da renda geral do brasileiro.

O presidente acrescentou  que o aumento dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) no Brasil, que ficou na casa dos 21,8% em 2010, indica “que o empresariado nacional está confiante nas perspectivas para a economia brasileira neste e nos próximos anos”. Aliás, esse aumento no nível de investimentos foi também o que a própria presidente Dilma Rousseff apontou como sendo uma das formas de o Brasil seguir consolidando esse crescimento sadio. Segundo a presidente, investimento aliado ao controle dos preços ao consumidor permitirá que o país cresça sem pressões inflacionárias.

Por Alberto Vicente



BC – Conta eletrônica poderá ser oferecida aos clientes – Benefícios


A bancarização do brasileiro tem estimulado as instituições bancárias a oferecem número ilimitado de serviços. A alta geração de empregos pelo país, o maior acesso ao crédito e a massa salarial em alta são apenas algumas constatações da nova configuração do Brasil, situação que também suscita investimentos de empresas, nacionais e estrangeiras.

Desde 1º de março (terça-feira), medida encabeçada pelo Conselho Monetário Nacional já vigora. Os consumidores que quiserem efetuar transições bancárias pela rede mundial de computadores terão conta especial, isenta de cobrança de tarifas desde que a movimentação se dê apenas pela world wide web, por celulares e por caixas eletrônicos.

Mesmo assim, cada banco pode decidir, ou não, se irá oferecer o serviço. Apesar dessa característica ‘sem taxas’, o Banco Central ressalta que uma única cobrança, de cadastro para novos clientes, poderá ser feita.

Um pouco mais adiante, novas regras de tarifas sobre cartões de crédito beneficiarão as pessoas físicas. A partir de 1º de junho, contratos formalizados só poderão receber cinco tarifas concernentes à utilização de serviços do dinheiro de plástico (emissão de segunda via, anuidade, função saque, pagamento de contas e solicitação de apreciação emergencial do limite de crédito).

Em relação aos contratos efetivados até o último dia de maio, as regras também têm início a partir de junho, ou seja, até lá as atuais tarifas permanecem.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Relatório Focus apresentou nova estimativa para o IPCA de 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no dia 28 de fevereiro volta a majorar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No novo levantamento a taxa estimada é de 5,8% contra 5,79% da semana passada. Esta, diga-se de passagem, é a 12ª elevação seguida deste caso.

Em relação ao IPCA de 2012, porém, o BC mantém a previsão de uma semana atrás, em 4,78%.

O BC avalia que o Produto Interno Bruto (PIB) deva abraçar índice de 4,30% neste ano, 0,20 pontos percentuais abaixo dos cálculos da semana passada, de 4,50% (estimativa, por outro lado, mantida para 2012 pela 50ª semana seguida).

O Focus prevê, pela 4ª semana consecutiva, a Selic, taxa básica de juros da economia, em 12,50%, índice superior à projeção do ano que vem, de 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



BC – Novas estimativas do IPCA e PIB de 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no dia 14 de fevereiro voltou a elevar a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez para 5,75%, contra 5,66% de sete dias atrás. Para 2012, a perspectiva saltou de 4,61% para 4,70%.

Ao mesmo instante em que o relatório prevê alta para o IPCA, estima baixa em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 para 4,50%, contra taxa anterior de 4,60%. Para 2012, o percentual permanece em 4,50%.

O BC manteve a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, em 12,50% para 2011, diferentemente da perspectiva a 2012, que avançou de 11,00% da semana passada para novos 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



BC – Nova estimativa para o IPCA de 2011


A inflação oficial de 2011 continua sua escalada. Após subir pela oitava vez o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na semana passada, o Banco Central voltou a elevar o percentual, desta vez para 5,66%, contra 5,64% de antes. Por outro lado, o BC revisou para baixo o indicador de 2012, de 4,70% de sete dias atrás para 4,61%.

O centro da meta da inflação estipulada pelo Banco Central é de 4,50%. O índice deste ano ultrapassa a perspectiva, porém, por haver tolerância de dois pontos, para cima ou para baixo, considera-se que o IPCA está dentro da meta.

O relatório Focus também enquadra manutenção do índice do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 para 4,60%, mesma tendência nutrida para 2012, embora num nível pouco mais baixo, de 4,50%.

Em relação à Selic, taxa básica de juros da Economia, o BC decidiu manter os índices de 2011 e 2012 em, respectivamente, 12,50% e 11,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Medidas para a diminuição das taxas de juros dos Bancos


A transição do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff causou certa apreensão entre investidores, empresários e a própria população. Por enquanto, a ex-ministra-chefe da Casa Civil tem procurado estabelecer bom relacionamento com os diversos setores sociais e de atividades, bem como entre políticos de partidos adversários, mostrando-se também receptiva, bilateralmente, para com as esferas federal e estadual.

Outra preocupação gerada, até similar, foi a mudança de direção do Banco Central (BC). Alexandre Tombini, funcionário de carreira, veio a substituir Henrique Meirelles, criticado por Dilma devido à política de juros altos. No fim da primeira quinzena deste mês, a instituição estabeleceu o término da exclusividade bancária, permitindo à população realizar empréstimos no banco que melhor convier.

De acordo com Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro (Denor) do BC, a iniciativa recém-abarcada contribuirá para a diminuição das taxas de juros praticadas pelos bancos. Entretanto, a regra é válida somente para contratos novos, pois os antigos, com diretrizes de exclusividade, permanecem.

Mesmo com todas as positivas perspectivas, analistas de mercados não acreditam tanto nessa possibilidade, a de arrefecimento das taxas de juros. O principal motivador, neste caso, é o aumento da Selic, taxa básica de juros da economia, atualmente em 10,75%, podendo se distender para 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Taxa Selic – Copom determina novo percentual


Foi unânime a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de elevar a taxa Selic para 11,25% ao ano, o que significou um acréscimo de meio ponto percentual em relação à taxa anterior (10,75%).

Esta é a primeira atuação de Alexandre Tombini junto ao Copom, comandando a primeira reunião, ocorrida entre 18 e 19 de janeiro. Este aumento sinaliza que a cúpula do BC está atenta aos ajustes que precisarão ser feitos paulatinamente na taxa básica, para que as metas de desenvolvimento da economia nacional sejam alcançadas.

Ressalte-se que esse processo de ajuste também dependerá de intervenções governamentais em escala macroeconômica ou, segundo o próprio BC, “ações macroprudenciais” que contribuirão para que a “inflação convirja para a trajetória de metas”. A próxima reunião do Copom está agendada para o começo de março (1 e 2) e analistas presumem que essa taxa tenderá a subir novamente em meio ponto percentual, confirmando a tendência.

Por Alberto InfoWebMais



BC – IPCA – Novas estimativas para 2011


Pela sexta oportunidade consecutiva, o Banco Central (BC), por meio do relatório Focus, voltou a majorar a perspectiva de inflação brasileira. A estimativa relacionada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 5,34% para 5,42% em 2011, enquanto se manteve em 4,5% para 2012.

Apesar de distante do centro da meta de 4,5% estabelecido pelo BC, considera-se dentro dela por haver tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. No ano passado, de acordo com a agência de notícias Reuters, a inflação chegou a 5,91%.

O banco manteve o índice da Selic, taxa básica de juros da economia, em 12,25% para 2011, porém aumentou de 10,75% para 11% ao fim de 2012.

Diferentemente do crescimento de 7,61% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado ao ano passado, para 2011 o BC prevê avanço de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Novas Estimativas para a Inflação em 2011


Dados calculados pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus voltaram a elevar as perspectivas para a inflação de 2011, porém mantiveram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o juro.

A instituição indica que a inflação conjeturada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 passou de 5,32% abalizado na semana passada para 5,34% na nova previsão. Com esse resultado segundo a agência de notícias Reuters, verifica-se o quinto incremento seguido no medidor.

A meta de inflação para 2011 e 2012 manteve-se em 4,50%, a mesmo calculada no ano passado, quando fugiu do centro (5,91%), mas permaneceu próxima da previsão – uma vez que existe margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

À Selic, taxa básica de juros da economia, o Focus voltou a ratificar projeção de 12,25% para o final do ano atual e 10,75% a 2012. Ao PIB, o BC nutriu o índice anterior, de 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – IPCA, Selic e PIB – Perspectivas para 2011


Após as comemorações de final de ano, eis que o mercado financeiro continua suas atividades, já sob as mãos da nova equipe econômica nomeada pela presidente Dilma Rousseff. Dados divulgados nesta segunda-feira (dia 3 de janeiro) pelo Banco Central elevaram a perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, para 5,32% contra 5,31% de antes, porém, sustentou a estimativa de 2010, em 5,90%.

De acordo com o relatório Focus, a Selic, taxa básica de juros da economia, foi mantida em 12,25% no final de 2011, índice consideravelmente acima dos atuais 10,75%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) os índices permaneceram imutáveis ante os divulgados na semana passada, em 4,50% para este ano e 7,61% para 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



BC – Inflação de 2010 e 2011 – Novas Previsões


Informações divulgadas na segunda-feira, 29 de novembro, pelo Banco Central atestam novos prognósticos para a inflação de 2010 e 2011, além da Selic, a taxa básica de juros da economia (somente ao ano que vem).

De acordo com o relatório Focus, o ambiente à inflação por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,58% da semana passada para 5,72% nesta semana. Ao ano que vem foi conjeturado índice para cima, de 5,20%, ante 5,15%. Apesar desse alçamento, ambas as percentagens passeiam próximas à meta de 4,50% dos dois anos, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Selic, segundo o BC, manteve-se em 10,75% a 2010, porém a 2011 foi elevado de 12% para 12,25%.

A perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a agência de notícias Reuters, arrefeceu para 7,55%, ante 7,60% de antes, mas a 2011 permanece no mesmo índice, ou seja, 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abimaq – Apoio à indicação de Alexandre Tombini para a Presidência do BC


A presidente eleita, Dilma Rousseff, decidiu na última quarta-feira, 24 de novembro, anunciar os nomes da equipe econômica para seu governo. Como fora projetado nos últimos dias, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, não continuará no cargo. Ele próprio avisou que já havia decidido essa disposição por questões pessoais, deixando em aberto possibilidades de exercer algum cargo público em 2011.

A definição de Dilma em indicar Alexandre Tombini para o lugar de Meirelles foi comemorada por Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), sob a alegação de que, enfim, um banqueiro deu lugar a um funcionário de carreira.

No intuito de elucidar seu posicionamento, não simplesmente como mera opinião, Neto assinala que devido à taxa de juros atual o setor despende R$ 180 bilhões em juros da dívida por ano. Segundo ele, caso o índice fosse 30% menos nos últimos dezesseis anos, a economia do segmento teria sido próxima de R$ 1 trilhão.

A permanência de Guido Mantega no ministério da Fazenda também foi comemorada pelo presidente da Abimaq. Em sua visão, a destreza do ministro foi fundamental no pós-crise financeira global.

Economistas e especialistas, nacionais ou estrangeiros, só terão a exata noção da desenvoltura de Tombini quando este iniciar oficialmente a função de presidente do Banco Central. O mercado, por enquanto, parece ter recebido bem sua indicação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



BC – Consumo de Brasileiros em Viagens Internacionais e de Extrangeiros no Brasil


Informações divulgadas recentemente pelo Banco Central revelaram que o consumo dos brasileiros em viagens fora do país continuam a ascender, tanto que em outubro chegaram a US$ 1,692 bilhão, montante que reunido aos nove meses anteriores do ano acumulam gastos de US$ 13,160 bilhões, bem acima dos US$ 10,898 acumulados nos 365 dias de 2009.

Em contrapartida, descreve a Band Online, as despesas de estrangeiros no país somam entre janeiro e outubro US$ 4,575 bilhões, também superior ao acúmulo registrado no período análogo do ano passado, de US$ 4,320 bilhões. Se relacionado somente o décimo mês de 2010 existe queda anual, dos atuais US$ 436 milhões, ante US$ 451 milhões de antes.

Estabelecendo-se comparativo entre gastos dos residentes no país contra despesas de estrangeiros dentro das fronteiras tupiniquins, há saldo negativo de US$ 8,402 bilhões no acumulado de todo o ano até outubro e de US$ 1,256 bilhão apenas no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Inflação, Selic, PIB – Previsões para 2010 e 2011


Dados levantados e divulgados pelo Banco Central por meio do relatório Focus majoraram a perspectiva de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. De acordo com o documento, o índice de 5,48% da semana passada passou para 5,58%.

Para o ano que vem a projeção de 5,05% de uma semana atrás foi para 5,15%. Ambas as percentagens (a anterior e a nova) extrapolam a meta de inflação dos dois anos, de 4,50%, porém há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo a agência Reuters, o cálculo para a inflação nos próximos 12 meses apresentou leve elevação, de 5,24%, ante 5,21% de antes. A Selic, taxa básica de juros da economia, foi nutrida em 10,75% para 2010 e 12% para o final de 2011.

Os dados acima mensurados foram acompanhados também pela estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mantido em 7,60% para 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Volta do CPMF é criticada pelo ex-presidente do Banco Central


Determinadas autoridades brasileiras têm celebrado a possibilidade de a economia do país crescer num índice próximo, para mais ou para menos, de 7,5%. Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, averiguou a probabilidade de a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) alcançar o patamar de 8%.

Tanto a um caso quanto a outro, para Gustavo Franco, ex-presidente do BC e atual sócio da Rio Bravo Investimentos, existe, atualmente, superaquecimento na economia do Brasil. Em sua opinião, o percentual de 7,5% a este ano é insustentável, algo que deveria provocar um pisão no freio por parte do governo tupiniquim. Caso os gastos não sejam contidos, avalia, o Banco Central precisará elevar as taxas de juros.

Indagado sobre o possível retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), Franco mostra-se enfático. Para ele seria lamentável Dilma Rousseff, presidente eleita, se valer do início de sua gestão para voltar com esse imposto. Acredita, portanto, que se isso fosse levado adiante, seria assinalada falta de capacidade gerencial para o corte de gastos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



Taxa de Juros Selic será estável em 10,75% ao ano


Em reunião realizada em Brasília, o COPOM (Comitê de Política Monetária) decidiu, por unanimidade, manter a taxa de juros Selic estável em 10,75% ao ano. De acordo com o site do Banco Central, o cenário econômico mundial e as perspecitvas para a inflação foram os principais motivos da manutenção da taxa. Este é a segunda reunião seguida em que o COPOM decidiu não alterar os juros básicos.

A taxa brasileira de juros começou a subir no mês de abril desse ano, sofrendo mais duas elevações nos meses de junho e julho. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Central, a manutenção da taxa acompanhou a expectativa dos principais analistas do mercado financeiro.

A previsão dos economistas é que a taxa voltará a subir novamente somente no mês de abril de 2011, quando deverá chegar a 11,25% ao ano. Com a decisão do BC, a taxa de juros brasileira continua sendo a mais elevada do mundo.

Por Luiz Big Head



Crescimento econômico do país ultrapassa 9% no 1º trimestre


O Brasil é considerado, na atualidade, uma das referências mundial pela maneira como o governo tem conduzido suas decisões e, sobretudo, pelo crescimento sustentável contatado, teoricamente, nos últimos meses. No entanto, a imprensa estrangeira – Financial Times, de origem britânica, por exemplo – tem contestado o país, afirmando que não basta só crescer, mas sim se desenvolver com infraestrutura, algo que a nação ainda peca em alguns sentidos.

Apesar de algumas refutações, o Banco Central do país indicou, por meio do Índice de Atividade Econômica da entidade (IBC-Br), que a atividade econômica do Brasil pode ter içado alta de 9,84% nos três meses iniciais de 2010 ante o primeiro trimestre do ano passado. A elevação, porém, não deve ter ocorrido somente no período mencionado, pois segundo o portal de economia UOL, se janeiro a março for comparado aos três últimos meses de 2009, há elevação de 2,38%.

O UOL indica que esse índice medido aglomera informações dos segmentos agropecuários, industriais e de serviços.

Confira mais detalhes aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência cai 0,3% em março


Informações originárias do Banco Central (BC) revelam que a inadimplência de pessoas físicas no pagamento de seus empréstimos baqueou 0,3% de fevereiro para março, atingindo, então, 7%. Segundo avaliação do órgão, é o menor patamar diagnosticado desde o terceiro mês inicial de 2008.

O portal dinheiro do UOL sugere, também, que em créditos adquiridos por empresas, a inadimplência de 3,7% vista em fevereiro caiu para 3,6% em março. Neste caso, os inadimplentes só são considerados caso os empréstimos atinjam atraso superior a 90 dias corridos.

Apesar de todo início de ano a tendência ser de alta na inadimplência, o Brasil parece ter se saído bem nesse ponto, uma vez que as compras de Natal somadas ao pagamento de impostos como IPTU e IPVA, além de reajustes nos preços em diversos setores, ocasiona falta de poder aquisitivo por parte da população.

Quer saber mais informações, tais como volume de operações de crédito pelo país? Acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Sem aumento dos juros no Banco Central


Uma estimativa lançada por Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinala que o Banco Central não precisa aumentar os juros em março do ponto de análise da atividade industrial do país.

Segundo ele, não haverá problemas ao país para o atendimento à demanda doméstica neste ano, principalmente porque a tão comentada pressão da inflação não tem origem na indústria. Ainda para Branco, se algum aumento ocorrer à taxa Selic terá, simplesmente, um efeito amortecedor no crescimento econômico do Brasil.

Embora alguns dos fundamentais indicadores da atividade da indústria tenham contraído recuperação, o gerente-executivo avalia que o parque fabril do país ainda não conseguiu alcançar o mesmo ritmo visto em setembro de 2008; porém, acredita que isso acontecerá ainda nos seis primeiros meses deste ano – ou seja, faltam apenas três meses e meio para que sua análise vigore.

Por Luiz Felipe T. Erdei