Atualizações anteriores



Bob´s cria embalagem comestível para sanduíche


Nesta última semana o setor alimentício teve uma notícia interessante, pois a rede de lanches fast food Bob´s iniciou testes da embalagem de sanduíche comestível.

A nova embalagem é parecida com a de papel e veio com a frase: “Não precisa controlar. Devore esse sanduíche sem tirar o papel".

Fonte: Uol

A assessoria de imprensa da rede Bob´s não deu maiores detalhes sobre a novidade sendo preciso esperar se esta inovação estará disponível no futuro nas suas lojas ou não.

Por Ana Camila Neves Morais



Carga Tributária sobre Alimentos no Brasil


Nada inédito é o assunto que envolve o Brasil como um dos países com as mais altas cargas tributárias em todo o mundo. É verdade que existem nações com taxas elevadíssimas, mas levando-se em consideração o fator proximidade os consumidores querem mesmo é saber, grosso modo, de seu próprio bolso.

Estimativas creditam que os brasileiros precisam trabalhar aproximadamente 40% de todo o ano para o pagamento de taxas, tributos, impostos e quaisquer outros termos sinônimos. Um dos setores que tem penado com essa recorrência é Alimentação. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária sobre os alimentos apresenta 27,5%, em média, do valor total praticado nas mercadorias. Na Suécia, um dos únicos casos mais gritantes em relação ao Brasil, a taxa sobe para 27,56%.

Para João Eloi Olenike, presidente do IBPT, essa constatação ocorre em função de que na grande maioria das nações de primeiro mundo (desenvolvidas) existem desonerações sobre a produção de alimentos ou, então, são cobradas baixas taxas aos fabricantes locais.

A população que já foi às ruas para pedir a saída do ex-presidente Fernando Collor de Melo do poder, a mesma que de vez em quando cobra melhores salários, precisa fazer sua parte em relação aos tributos. Essa dica de cobrança, diretamente, foi dada pelo próprio Olenike.

Se a população se movimentar pelas ruas e até pela rede mundial de computadores, muitos pontos podem ser conquistados. A população de países europeus e até do Oriente Médio têm conseguido seus objetivos em casos recentes, não exatamente estritos à economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Refeições fora de casa estão mais caras


Foi divulgada nesta terça-feira (15) uma pesquisa da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert) sobre o preço das refeições fora de casa nas diversas regiões metropolitanas do Brasil.

Realizada entre os dias 22 de novembro e 6 de dezembro de 2011, a pesquisa apontou uma alta de 15,98% no preço da refeição, se comparada ao ano de 2009. Segundo os dados divulgados pelo estudo, o brasileiro gasta, em média, R$ 21,11 para consumir fora de casa (prato principal, sobremesa, bebida e cafezinho), enquanto que em 2009 o valor médio era de R$ 18,20. Ao se observar os valores médios para as regiões do país, os consumidores do sudeste são os que pagam mais caro por este tipo de refeição: R$ 22,19, acima da média nacional. Em seguida, aparecem a região Centro-Oeste (R$ 21,21), Norte (R$ 19,96), Nordeste (R$ 18,95) e Sul (R$ 18,20).

Os valores mais altos em 2010 foram refletidos pelo crescimento econômico brasileiro, principalmente sobre as classes C e D, que passaram a demandar mais refeições fora de casa, além do aumento dos preços de produtos básicos como feijão e carne. Um aumento da demanda e uma safra menor desses produtos causa o aumento de preços das refeições.

Segundo o presidente da associação, Artur Almeida, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (ICPA), o índice geral considerado pelo governo como inflação oficial, ficou em 5,9% nos 12 meses do ano de 2010, o preço médio da refeição fora do domicílio subiu 10,34%.

A preocupação maior do governo em 2011 é conter o aumento de preços, principalmente sobre os alimentos, item básico e essencial para qualquer família brasileira.

A Assert divulgou, ainda, os preços médios para diversas cidades no país: Rio de Janeiro – R$ 26,57; Santos – R$ 26,34; Brasília – R$ 22,77; Campinas – R$ 22,26; Grande Vitória – R$ 21,57; Grande São Paulo – R$ 21,72. As capitais com valores mais baixos para as refeições foram Belo Horizonte – R$ 17,97; Curitiba – R$ 17,23; Fortaleza – R$ 17,01; Campo Grande – R$ 16,44.

Por Diego Alvim