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IBGE divulga dados sobre concentração de renda no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – dados sobre a produção econômica do Brasil.

De acordo com o instituto um quarto desta produção está concentrada em seis municípios do país que representam apenas 0,10% do total de cidades brasileiras.

Além disso, 24,9% do PIB do ano de 2010 foi gerado pelas cidades de Curitiba, manaus, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

As principais atividades destas cidades são em setores de serviços como comércio, bancos, administração pública e financeiras.

Outros dados relevantes deste estudo foram a concentração de 50% da produção econômica brasileira em 54 cidades e o fato de que 1.325 municípios produzem apenas 1% do PIB do país.

Apesar destes dados, o IBGE registrou uma redução na concentração de renda no país de 4,3% nos últimos 10 anos bem como o fato de que os maiores valores de PIB per capita foram identificados em pequenas cidades do Brasil com estabelecimentos industriais como Confins, Porto Real, São Francisco do Conde e Louveira em uma média de 200.000 reais por habitante.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa – Vários setores da economia apresentaram melhora em 2010


O leitor de economia já deve estar acostumado com notícias envolvendo o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2010. Alguns pontos valem ser destacados durante o ano, tais como aumento do poder de consumo dos lares, crescimento das oportunidades de emprego e incremento da massa salarial. Participaram desse cenário medidas de incentivo fiscais e o acesso ao crédito mais facilitado.

A Serasa Experian pondera por meio do Estudo de Avaliação Setorial que ao final do 4º trimestre do período sobre os três meses análogos de 2009, 75 setores entre primário, indústria, serviços e comércio melhoraram seus números, enquanto outros 23 assinalaram estabilidade.

O setor primário, concebido por 13 ramos, nutriu melhoria em nove deles (aves, suínos, café, algodão, soja, laranja, milho, agropecuária e cacau). A indústria, por sua vez, apresentou melhora em 44 dos 54 segmentos abrangidos pelo levantamento, como é o caso do ramo de automóveis, da indústria de vestuário e têxteis, bem como de limpeza e higiene.

O segmento de serviços registrou melhoria em 18 de seus 25 setores de atuação. Um dos destaques foi o turismo, que se favoreceu da confiança do consumidor e de promoções de passagens. Outro ramo interessante foi o de cartões, sobretudo quando relacionadas as classes D e E, que passaram a ter acesso a bancos.

O breve apanhado deste artigo reforça e destaca que 2010 entrou, definitivamente, para a história do país. Apenas o tempo dirá, com precisão, motivo por motivo. Há partidários que aludem o crescimento à figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda Doméstica eleva o PIB de 2010 para 7,5%


Os bons números da economia brasileira no ano passado foram cruciais para a constatação de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, conforme anúncio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira, 3 de março. O índice, deste modo, converge com as expectativas de meses enunciadas pelo Banco Central (BC) e por economistas.

Comunicado divulgado pelo BC salienta que a expansão do PIB ratifica que a economia do país iniciou novo ciclo de crescimento após a célere recuperação dos efeitos gerados pela crise econômica mundial do biênio 2008 e 2009. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dadas oportunidades, relacionava que o colapso seria apenas uma “marolinha”. Mesmo em tom de deboche, sua fala pode ser levada mais a sério.

O BC avalia que a demanda doméstica continua sendo a grande base de apoio da economia, pois o consumo dos lares brasileiros obteve alta de 7%, o sétimo ano consecutivo dessa recorrência. A partir dessa constatação, o aumento do número de empregos ofertados e preenchidos, o crescimento da renda e o acesso ao crédito são, efetivamente, os fatores que estimularam a expansão desse componente.

Como se comportará o país em 2011 diante dos números anunciados? Certamente, a forte base de comparação do ano passado levará alguns índices para baixo, mas nada que desestimule consumidores e empresários. Mesmo com o novo anúncio de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 11,75%, é hora de manter tranquilidade e confiança, mesmo que para isso o consumo precise ser reduzido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



IBPT – Carga tributária brasileira representou 35,04% do PIB em 2010


O Brasil é tido como o país com uma das mais altas cargas tributárias em todo o mundo. Os consumidores, que buscam formas de realizar sonhos, esbarram nos preços elevados de produtos e serviços que, em outras localidades pelo globo, custam menos.

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira cresceu consideravelmente no ano passado e representou pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), elevação nominal de R$ 195,05 bilhões em comparação a 2009.

Além dessa constatação, o IBPT assinala que a carga tributária brasileira avançou cinco pontos percentuais na última década, também em relação ao PIB, de 30,03% em 2000 para 35,04% no ano passado.

João Eloi Olenike, presidente do instituto, avalia que o aumento foi tão expressivo que durante a última década (10 anos anteriores) os governos extraíram da sociedade R$ 1,85 trilhão a mais em comparação à riqueza por aqui gerada. Em sua visão, a problemática é a aplicação inadequada dos recursos quando, na verdade, serviços públicos deveriam apresentar maior qualidade voltada à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Indicador de Perspectiva Econômica – Alta em dezembro de 2010


Conforme citado várias vezes neste meio de comunicação, a economia brasileira atravessou bom período de expansão em 2010. Porém, os números do primeiro trimestre desse ano – um dos mais positivos em toda a história do país – não se repetiram, embora nos demais nove meses o nível de atividade econômica tenha sido bom.

A Serasa Experian assinala que o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em dezembro do ano passado em comparação ao mês imediatamente anterior, para 100,9. Este crescimento, por sinal, foi o sétimo seguido e por estar acima de 100 pontos indica que a economia do país deve continuar progredindo durante o primeiro semestre de 2011.

Por ter a sagacidade de prever os movimentos cíclicos da atividade econômica com um semestre de antecedência, o Indicador de Perspectiva Econômica assinala que a adoção de medidas pelo Banco Central (BC), recentemente, parecer não ter surtido como se esperava e que nos próximos meses outras poderão ser abarcadas, entre as quais a Selic, taxa básica de juros da economia.

Especialistas indicam ao país que é necessária desaceleração econômica. Desde o ano passado, inclusive, economistas defendem a ideia de o Brasil frear o consumo para evitar, assim, aumento dos níveis de inflação. Caberá ao governo e ao BC emplacarem as medidas corretas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa – Inadimplência das empresas apresentou queda em dezembro de 2010


A expressão "inadimplência" é algo que tanto pessoas físicas como jurídicas querem distância. O desejo, nem sempre real, acarreta em várias medidas, tanto para o sentido ruim como para o bom. Pessoas e empresas que refazem cálculos para melhorar suas contas, com o tempo, podem conquistar sucesso.

Dados expressos pela Serasa Experian por meio do Indicador de Perspectiva de Inadimplência das empresas assinalam baixa em 0,8% no número de inadimplentes em dezembro do ano passado ante o mês imediatamente anterior. Com esse resultado, o patamar obtido chegou a 83,6 pontos.

A Serasa distingue ser esse o 20º recuo mensal seguido do indicador, porém o mais baixo registrado desde maio de 2009. Por isso mesmo, a entidade examina que o processo de diminuição paulatina da inadimplência entre as empresas apresenta certa extenuação.

Os economistas da Serasa preveem que as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem aumentar e pressionar o ciclo de aperto monetário no decorrer deste ano, incidindo diretamente nas despesas financeiras das empresas. Com isso, a inadimplência poderá ostentar números mais neutros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



CNI – Atividade Industrial brasileira apresentou alta em 2010


Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ressalta os bons números da atividade industrial no país em 2010. Embora tenha ocorrido desaceleração em dezembro, foi logo no primeiro trimestre e poucos meses subsequentes do ano passado que resultaram no comportamento positivo desempenhado pelo segmento.

A CNI assinala que o faturamento do setor avançou 9,9% em 2010 em comparação a 2009, mesma característica registrada nas horas trabalhadas, que saltaram 7,1%, assim como o emprego, com alta de 5,4%, e a massa salarial, com índice de 5,9%.

De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, outro fator que estimulou os indicadores decorreu da fraca base comparativa em 2009, visto que no período os principais efeitos da crise econômica mundial ainda se fizeram presentes.

Nos comparativos mensais, por outro lado, os dados não são positivos como os registrados na base anual. O faturamento real, por exemplo, desacelerou 0,6% em dezembro sobre novembro, assim como o emprego, que arrefeceu pela primeira vez em um ano e meio, com baixa de 0,5% nesse mesmo confronto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



IBGE – Agroindústria apresentou crescimento em 2010


Um dos principais setores presentes no Brasil, a agroindústria alcançou bons números no ano passado. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o avanço do segmento foi de 4,7% no período, contra baixa de 4,8% registrada em 2009. A elevação, por sinal, é a mais robusta desde 2007, quando houve expansão de 5%.

Com crescimento de 14,6%, o grupo inseticidas, herbicidas e outros defensivos agrícolas foi um dos grandes destaques, inferior, porém, ao ramo de madeira, que obteve salto de 25,2% em seus números. Os produtos industriais, por sua vez, contabilizaram acréscimo de 12,5%, amplamente ajudados pela fabricação de equipamentos e máquinas agrícolas em maior escala.

Uma das grandes e mais recentes preocupações está relacionada às exportações, algo que para o setor foi até positivo no ano passado em comparação a 2009, graças aos dados relacionados a grãos de soja, carnes bovinas e couros e peles.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



Produção Industrial apresentou crescimento em 14 Estados brasileiros em 2010


O setor industrial brasileiro, incomodado com o aumento das importações, procura fazer o possível para negociar com o governo medidas de estímulo para frear essa tendência e aumentar as exportações. Em termos produtivos, porém, houve crescimento nos 14 locais sondados em 2010.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalam que a produção em cinco unidades federativas ultrapassou a média nacional, de 10,5%. Espírito Santo é o caso mais evidente, pois avançou 22,3% em confronto a 2009, acompanhado por Goiás, com incremento de 17,1%, Amazonas, de 16,3%, Minas Gerais, de 15%, e Paraná, cujo índice chegou a 14,2%. Embora abaixo da média nacional, Pernambuco e São Paulo apresentaram bons índices, de 10,2% e 10,1%, respectivamente.

Em dezembro do ano passado, por outro lado, 11 dos 14 locais pesquisados abrangeram quedas em comparação a novembro, com destaque para Rio de Janeiro, com recuo de 5,7% na produção industrial, seguido por Paraná, onde a baixa foi de 5%, depois Bahia, com arrefecimento de 3,9%, Goiás, com decréscimo de 3,8% e, por fim, Rio Grande do Sul, de -3%.

Diferentemente da tendência descrita no parágrafo anterior, o confronto anual de dezembro foi positivo para dez dos 14 locais examinados, com Pará no índice mais positivo, de 13,5%, além de Goiás, com alta de 10,3%.

Segundo o IBGE, eletrodomésticos da linha marrom (TVs, aparelhos de som e eletrônicos), automóveis e as commodities, a última relacionada diretamente à exportação, marcaram o crescimento industrial brasileiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



Indústrias brasileiras e chinesas – Competitividade em 2010


A invasão de produtos chineses no Brasil não é um fato de ontem, da semana passada ou do mês passado, mas de anos de investidas do país asiático em solo tupiniquim. Os produtos por aqui ofertados vão desde um simples carrinho de fricção, encontrado em barracas de vendedores ambulantes, até os recém-chegados veículos automotores, com as fabricantes Chery e Lifan em maior evidência.

O país tem perdido competitividade perante os asiáticos, situação traduzida em números, então divulgados na quinta-feira (3 de fevereiro) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a Sondagem Especial China, 45% das companhias industriais brasileiras que concorrem com empresas chinesas perderam  representação no mercado doméstico no ano passado.

A problemática ocorreu de maneira mais acentuada em quatro segmentos: têxtil, couro, calçados e produtos de metal. O recuo da participação, neste caso, abrangeu mais da metade dessas indústrias. No ramo de couro, o índice exato de perdas chegou a 31%.

A sondagem revela que as pequenas empresas foram as que mais sofreram no ano passado com a perda de competitividade. De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a valorização do real foi o principal ator desse entrave. Além desse fato, predomina a mão de obra chinesa mais barata, os juros menores e a produção mais acentuada por lá em relação à brasileira.

Não à toa, diversos setores, sempre que possível, cobram do governo soluções para melhorar a competitividade. Em breve, um dos prejudicados poderá ser o segmento de veículos automotores, que observa de camarote o ingresso de carros chineses com vários itens de série a mais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Indústria do Rio de Janeiro – Vendas em 2010


Cada unidade federativa brasileira apresenta comportamentos diferenciados entre si nos quesitos econômico, industrial e sociocultural. Essas características tornam o Brasil “algo” único no mundo, tanto que em várias regiões as origens, sobretudo estrangeira, marcam vasta presença.

Segmentando-se a ideia ao setor industrial e, mais além, ao Rio de Janeiro, constata-se que as vendas reais da indústria carioca encerraram 2010 com avanço de 11,36% em comparação a 2009, deste modo o melhor resultado registrado desde o início da série histórica, em 2003.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, o segmento gerou no decorrer de 2010 cerca de 36 mil novas vagas de trabalho, incremento de 7,4% sobre 2009. Próximo a esse índice configurou-se a massa salarial, que apresentou progresso de 6,94%. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) saltou para 83,14% no ano, contra 80,25% de antes.

Na visão de Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ano passado foi distinto devido à recuperação do país ante a crise financeira mundial, bem como pelo poder de compra mais elevado da população e os maiores investimentos observados.

Com este e outros resultados divulgados nas últimas semanas por ‘N’ institutos e especialistas, 2010 não será um ano esquecido, que marcou também a transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff, a primeira presidente mulher do país. Muito, aliás, se espera da nova gestão, sobretudo o setor industrial, que vem sofrendo alguns prejuízos pela diminuição da competitividade ante outros países.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Empréstimos pelo BNDES ultrapassam R$ 168 bi em 2010


Diante da crise financeira mundial, cada país tentou, à sua maneira, buscar soluções para minimizar os prejuízos. O Brasil, por exemplo, adotou uma série de medidas de estímulo, entre elas isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores de veículos automotores e linha branca, entre outros.

O segmento produtivo do país conseguiu, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empréstimo de R$ 168,4 bilhões no ano passado, montante superior em 24% ao conquistado em 2009. Comércio e serviços, infraestrutura, agropecuária e indústria foram os ramos beneficiados.

O resultado foi alcançado devido ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI), lançado em junho de 2009 como medida para conter o colapso financeiro global – no final de março deve ser extinto. Com ele, o Brasil obteve retomada de investimentos, inclusive com extensão a bens de capital.

O setor de máquinas e equipamentos conseguiu levantar R$ 52,7 bilhões no ano passado por meio da linha de crédito Finame. O Procaminhoneiro foi outro programa com bons recursos angariados, mais precisamente R$ 6,6 bilhões, então destinados à renovação de frotas.

No total, aproximadamente 610 mil operações de crédito foram realizadas em 2010, alta de 56% frente a 2009. De todo o volume, 93% foram voltados às micro, pequenas e médias empresas, bem como a pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



Renda do trabalhador na indústria cresce em 2010


Dados enunciados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) atestam que o ritmo da atividade industrial do país se mostrou mais denso em novembro do ano passado perante os meses anteriores.

Nas seis variáveis de produção examinadas houve crescimento. São elas a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), a massa salarial real, o rendimento médio real, as horas trabalhadas, o faturamento real e o emprego. Segundo o estudo ‘Indicadores Industriais’, a alta constatada foi de 1,9% no mês em comparação a outubro. No confronto com novembro de 2009, contudo, o incremento do faturamento foi mais expressivo, de 10,6%.

Para Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, o crescimento constatado em todos os índices não pressiona a UCI (que avançou 1,6% entre outubro e novembro). Apesar do incremento nesse indicador, ele mantém-se 0,7% abaixo do constatado em setembro de 2008, período postulado como pré-crise financeira global.

A pesquisa assoalhada pela CNI revela expansão de 0,4% do emprego em novembro de 2010 perante o mês imediatamente anterior, extrapolando, deste modo, o nível pré-colapso financeiro. Em comparação a novembro, por outro lado, ocorreu alta de 5,9%.

Ainda segundo a CNI, a renda real do trabalhador do setor cresceu 4,1% na mesma base comparativa mensal e 0,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Receita Federal – Arrecadação de Impostos em 2010


A soma de tudo o que foi arrecadado, no âmbito das receitas federais, atingiu a marca recorde de R$ 805,7 milhões entre janeiro e dezembro de 2010, o que representa um acréscimo de 15,38% em relação a tudo o que foi recolhido em 2009 (R$ 698.289). Somente em dezembro último, o valor arrecadado foi de 90.882 milhões de reais, ou seja, 23,03% a mais do que o valor nominal do ano anterior (2009).

Conforme análise da própria Receita Federal do Brasil, divulgada em seu portal, o resultado obtido, em parte, é decorrência imediata da “recuperação dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos”.

Esses indicadores (que são a produção industrial, a venda de bens e serviços e a massa salarial) foram os principais responsáveis, respectivamente, pela arrecadação de impostos como o IPI e Cofins, além da contribuição Previdenciária.

Por Alberto Vicente



Apas – Índice de Preços dos Supermercados – Queda em Dezembro de 2010


Estudo semeado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) apontou, no dia 17 de janeiro, que o Índice de Preços dos Supermercados (IPS-Apas) desacelerou para 0,77% no mês passado, contra 1,06% do apurado em novembro.

No acumulado anual, de acordo com a Apas, o IPS contraiu variação de 8,77%, bem abaixo do índice de 14,16% constatado nos preços no atacado examinados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sob a responsabilidade dos estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, o medidor portou-se acima dos 6,4% calculados pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Mesmo com a desaceleração entre dezembro e novembro, revela a Apas, os custos do grupo Alimentação minutaram avanço de 0,98%, com ênfase gerida pelos produtos industrializados, que obtiveram expansão de 1,67%, diferentemente do conjunto hortifrutigranjeiros, que recuou 0,22%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



Serasa – Cheques Devolvidos apresentaram Queda em 2010


Dados divulgados no dia 18 de janeiro pela Serasa Experian assinalaram que no ano passado, 1,76% dos cheques emitidos em todo o Brasil foram devolvidos, o menor índice constatado desde 2004, ocasião em que o percentual registrado chegou a 1,58%.

De acordo com o Indicador de Cheques Sem Fundos da instituição, em dezembro o índice bateu na casa de 1,72%, ante 1,87% diagnosticado no mês igual de 2009. No comparativo mensal em relação a novembro, o volume de cheques devolvidos abraçou percentagem de 1,68%.

Economistas da Serasa avaliam que o recuo constatado na devolução de cheques no acumulado do ano passado em detrimento aos períodos anteriores é consequência da disposição dos consumidores optarem por financiamentos com maior tempo de parcelamento, além do aumento no uso do cartão de crédito.

Devido às dívidas adquiridas no final do ano passado, bem como em virtude do pagamento de impostos de início de ano, o volume de cheques devolvidos, causando assim inadimplência, poderá avançar.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SPC – Inadimplência apresentou Queda em 2010


O termo inadimplência é algo que toda e qualquer pessoa quer longe de sua vida financeira. A economia brasileira tem propiciado tanto pontos positivos quanto negativos nesse ínterim e assunto, ou seja, o endividamento tem avançado sucintamente, dependendo da base comparativa, mas ao mesmo tempo a população tem adquirido bens antes inacessíveis.

De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) computou retrocesso de 1,85% na inadimplência constatada em todo 2010 em comparação a 2009. Em dezembro passado o recuo foi de 4,49% ante novembro. Entretanto no comparativo anual do último mês a entidade assinalou progresso de 2,73%.

A CNDL sopesa que as consultas ao SPC cresceram 34% no mês de dezembro em comparação a novembro, e outros 10,59% sobre o mesmo período de 2009. Segundo matéria enunciada pela Band Online, pouco mais de 23,8% dos registros foram cancelados no mês passado sobre novembro, justamente pela inserção do 13º salário na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-3i apresentou alta no 4º trimestre de 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) minutou variação de 2,46% entre outubro e dezembro do ano passado em relação ao trimestre anterior. Responsável por calcular a variante da cesta de consumo de lares compostos, em sua maior parte, por pessoas com idade superior a 60 anos, o indicador superou o percentual acumulado em 12 meses pelo IPC-BR.

De acordo com a FGV, entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado o índice de variação do IPC-3i computou incremento de 2,41%, pressionado pelos grupos Alimentação, de -1,27% para 5,15%, e Vestuário, de -0,87 para 2,39%.

Além desses setores, o de Transporte também registrou avanço, para 2,23% contra 0,33% de antes, além de Educação, Leitura & Recreação, de 0,05% para novos 1,87%. Saúde & Cuidados Pessoais e Habitação assinalaram incremento em seus índices para, respectivamente, 1,22% e 0,88%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador da Qualidade de Crédito do consumidor de baixa renda – 4º Trimestre de 2010


Estudo listado pela Serasa Experian revela que somente os consumidores de baixa renda apreciaram a qualidade de crédito no 4º trimestre do ano passado. Segundo o Indicador da Qualidade de Crédito da instituição, nesse período o índice verificado chegou a 80 pontos, mesmo nível verificado entre julho e setembro.

O indicador, medido numa escala entre 0 e 100 pontos, assinala que quanto maior é a constatação, menor é a possibilidade de inadimplência caso o consumidor recorra ao crédito. Com esse resultado denotam-se dois pontos distintos. Embora tenha ocorrido aumento da inadimplência recentemente, o crescimento nos índices de emprego e o incremento da remuneração do trabalhador asseguraram maior aptidão de absorção de endividamento.

Os cidadãos com ganhos de até R$ 500 mensais contraíram alta de 0,2% na qualidade de crédito entre o 3º e 4º trimestres. Os demais rendimentos, por outro lado, ou registraram queda, ou sinalizaram estabilidade na mesma base de comparação. Mesmo assim, a faixa de renda mais baixa é a que menos possui qualidade de crédito, de 75,6 pontos, contra 93,5 pontos da população com ganhos superiores a R$ 10 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Dívidas com Cheques sem Fundo e Cartões de Crédito – Crescimento em 2010


Informações levantadas pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor carimbaram que o valor médio dos débitos dos brasileiros com cheques sem fundos progrediu 22,9% entre janeiro e dezembro do ano passado em comparação ao período igual de 2009.

No ano retrasado, o valor médio dos débitos abraçou montante de R$ 1.020,76, pulando para R$ 1.254,44 em 2010. Na mesma base comparativa, de acordo com o portal de Economia UOL, a importância média das dívidas ascendeu 6,8% se relacionados títulos protestados, para R$ 1.183,09, contra R$ 1.107,78 de antes.

A Serasa assinala que o valor médio em dívidas no cartão de crédito avançou 4% em 2010 em relação a 2009. No período anterior atingiu exatos R$ 375,29, no seguinte R$ 390,24. Por outro lado, os débitos com as instituições bancárias recuaram 3% (R$ 1.353,22 em 2009 para R$ 1.311,97 em 2010).

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 apresentou Crescimento em Dezembro de 2010


Dados examinados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) expuseram que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de dezembro ilustrou variação de 0,86%, contribuindo, portanto, para a elevação do indicador no acumulado dos últimos meses, em 7,33%.

No mês passado, assoalha a FGV, o IPC-BR minutou variante de 0,72%, contribuindo para o índice de 6,24% calculado nos últimos 12 meses, então inferior ao patamar do IPC-C1 anteriormente exposto.

Das sete classes sondadas pela FGV, quatro apresentaram diminuição em seus índices de variação, entre as quais Alimentação, de anteriores 2,62% para 1,43%, e Transportes, que baixou de 0,57% para 0,13%. Além desses, Educação Leitura & Recreação decresceu de 0,34% para 0,02%, bem como Habitação, para 0,35%, contra 0,38% de antes.

Na contramão das baixas figuraram as categorias Vestuário, de 0,75% de antes para novos 1,42%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,26% para 0,73%, além de Despesas Diversas, de 0,41% para 0,59%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Inadimplência apresentou Alta em 2010


A confiança do consumidor brasileiro se mantém bem nos primeiros dias deste ano, embora estudos mais precisos ainda devam ser divulgados no transcorrer do mês. Em 2010, a economia do país experimentou bons resultados, refletidos, deste modo, nos índices do Produto Interno Bruto (PIB) e de outros mais. Em contrapartida, a inadimplência figura para atravancar um pouco a vida das famílias.

Release divulgado pela Serasa Experian revela que no ano passado a inadimplência do consumidor avançou 6,3% em confronto a 2009. O levantamento ressalta que o índice foi maior, inclusive, que aquele constatado durante o colapso financeiro global recente, uma vez que a taxa constatada fora de 5,9% no ano retrasado em comparação a 2008.

A alta foi ainda mais evidente no confronto anual entre dezembro de 2009 e 2010. A Serasa indica variação de 20,9%. No comparativo sobre novembro do ano passado, entretanto, o progresso foi de 1,1%.

Economistas da entidade sugerem que os resultados refletem o maior endividamento do cidadão, sobretudo no primeiro trimestre de 2010, quando a economia foi estimulada por meio de uma série de medidas de combate à crise mundial. É possível citar, também, os níveis mais brandos de desemprego, o acesso ao crédito e o aumento da massa salarial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Papelão Ondulado – Vendas apresentaram crescimento em 2010


Um dos medidores e termômetros da economia brasileira, a comercialização da indústria de papelão ondulado, que agrega chapas, caixas e acessórios, encerrou 2010 com 2,543 milhões de toneladas, ascensão de 11,85% em relação ao volume registrado em 2009, de 2,273 milhões de toneladas.

De acordo com breve artigo veiculado pelo portal de notícias G1, somente no mês passado 200,62 mil toneladas de papelão ondulado foram vendidas. De acordo com a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), a alta no confronto anual de dezembro chegou a 2,1%.

Entre novembro e dezembro do ano passado, porém, a associação assinalou queda de 7,9% na comercialização do segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços em 14 capitais brasileiras – 2010


Dados reunidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalam que o valor dos componentes da cesta básica cresceu acima de 10%, no ano passado, em 14 das 17 capitais sondadas pelo estudo, com destaque para Goiânia, que contraiu alçamento de 22,9%.

Os demais locais com alta foram Recife, com avanço de 19,96%, Natal, 18,14%, Manaus, 16,73%, Fortaleza, 16,21%, São Paulo, 16,2% e Curitiba, de 15,16%. Além desses, em João Pessoa, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Vitória, Belo Horizonte e Salvador ocorreu incremento respectivo de 13,84%, 13,74%, 12,92%, 10,65%, 10,46%, 10,41% e 10,13%.

Segundo matéria veiculada pela Band Online, somente em Porto Alegre, Brasília e Aracajú ocorreram variações abaixo de 10% (6,13%, 5,15% e 3,96%, respectivamente). Embora a maior alta tenha ocorrido em Goiânia, a cesta básica mais cara do Brasil ainda foi representada por São Paulo, que ao final de 2010 chegou a R$ 265,15.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – ICV de São Paulo – Alta em 2010 para as Famílias de baixo poder aquisitivo


Estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que o Índice do Custo de Vida (ICV) da cidade de São Paulo cresceu 6,91% no ano passado em comparação a 2009, o maior entre um período e outro já constatado desde 2004, quando 7,70% fora calculado.

De acordo com o Dieese, o maior índice foi catalogado entre os lares de poder aquisitivo mais baixo, uma vez que a esses o ICV avançou 7,67%, contra 7,44% entre as famílias com nível intermediário de remuneração. Para os mais endinheirados, por outro lado, o medidor variou 6,49%.

As despesas geradas com Alimentação foram aquelas que mais cresceram nesse ano, com variação de 11,95%. Em seguida, os custos com Habitação, Educação & Leitura e Saúde aumentaram 6,68%, 5,48% e 5,45%, respectivamente.

Os grupos que contraíram as menores variações foram Transportes e Despesas Pessoais, com alta respectiva de 4,25% e 4,72%, porém não menos que Recreação, Vestuário e Despesas Diversas, com índices de 0,51%, 0,61% e 1,66%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Busca por Crédito – Serasa indica Crescimento em 2010


Dados enunciados na segunda-feira, dia 10 de janeiro, pela Serasa Experian revelam que o índice de consumidores que buscaram crédito avançou 16,4% no ano passado perante 2009. Somente no mês de dezembro, assoalha a instituição, a procura aumentou 19,7% no confronto anual e 1,5% em comparação a novembro de 2010.

A Serasa indica ser esse o melhor percentual já contabilizado desde 2008, ocasião em que houve incremento de 6,4% em comparação a 2007. Em 2009, devido aos efeitos do colapso financeiro global, ocorreu arrefecimento de 1,2%.

Os consumidores de baixa renda (rendimento abaixo de R$ 500) foram os principais responsáveis pela alta – nessa camada chegou a 46,3%. Na verdade, conforme relacionado em release da Serasa divulgado pelo portal Maxpress, a ampliação da demanda do consumidor por crédito no ano passado foi estimulada pela conjuntura favorável às pessoas físicas, bem como pelo patamar elevado de confiança da população e o bom cenário do emprego em todo o país.

Exercendo fator contrário, as medidas abarcadas pelo Banco Central (BC) recentemente e a probabilidade de avanço nas taxas de juros nos próximos meses poderão diminuir o nível de crescimento do crédito ao consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPCA – Crescimento em Dezembro de 2010


Dados enunciados no dia 7 de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,63% no mês passado, contra 0,83% do registrado em novembro. Com isso, o medidor, em todo ano, ficou acima do centro da meta de 4,50% estabelecida pelo governo, mais especificamente em 5,91%.

Apesar de o índice se prostrar um pouco acima, ainda assim permanece dentro da meta, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a agência de notícias Reuters, esse é o maior resultado já vislumbrado desde 2004, ocasião na qual a inflação encostou na percentagem de 7,6%.

Em nota, o instituto sopesa que os produtos com maior aceleração até novembro foram responsáveis pela baixa sentida em dezembro, entre os quais do grupo Alimentação, com destaque para as carnes (10,67% no mês retrasado para 2,25% no período seguinte).

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Dados do IGP-DI, IPC e IPA em Dezembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no último dia 07 de janeiro revelaram que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,38%, portanto inferior ao registrado em novembro, de 1,58%. O Índice Geral de Preços ao Produtor Amplo (IPA), por sua vez, assinalou desaceleração para 0,21% no período, contra 1,98% de antes.

Em relação ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a FGV aponta variação de 0,72% no mês passado, contra 1% abalizada em novembro. Das sete categorias avaliadas, quatro apresentaram decréscimo, com ênfase para o grupo Alimentação, que recuou para 1,43%, contra 2,27% de antes.

Entre os componentes que impulsionaram o IPC para baixo, destacaram-se as carnes bovinas, que retrocederam de 10,71% para 2,71%, as frutas, de 3,95% para 2,32%, e o arroz e feijão, com queda de -1,25% para -4,77%.

Vestuário, Habitação e Transportes foram os outros três grupos com recuo no IPC para, respectivamente, 0,80%, 0,29% e 059%, contra, também respectivamente, 1,01%, 0,43% e 0,69% anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívida Média do Consumidor Brasileiro – Dezembro de 2010


Contrair dívidas é um ato até bastante comum para milhares de brasileiros. Compra de imóvel, carro, bens como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, televisores, viagens, entre outros, pautam o cotidiano de pessoas que possuem, ou não, bom controle da remuneração mensal – gastos menores que ganhos.

Dados do Índice de Expectativas das Famílias (IEF) relacionados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a dívida média do consumidor do país ultrapassou R$ 4,6 mil no mês passado, 1,71% inferior ao valor constatado no mês imediatamente anterior (cerca de R$ 4.680).

O estudo revela que 20% das pessoas sondadas afirmaram conterem dívidas de até metade de sua remuneração mensal, enquanto outros 22% assoalharam estar entre 50% e 100% da renda envolvida em dívidas. Somente 8,4% dos sondados afirmaram alto endividamento.

Por outro lado e infelizmente, quase 24% dos cidadãos endividados asseveraram dever entre uma a duas vezes sua renda do mês e outros 19%, de duas a cinco vezes. Para compensar esses índices, 50,4% dos consultados afirmaram estar em dia com suas contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Fipe – Carne Bovina – Alta nos Preços em 2010


Um dos itens mais consumidos nos lares brasileiros, além dos tradicionais arroz, feijão e ovos, a carne bovina registrou amplo crescimento de preços, por quilo, entre janeiro e dezembro de 2010. Cálculos feitos pela Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) examinam que a alta foi de 34,5% no ano – apenas o filet mignon subiu 67,74%.

O custo mais elevado da carne no bolso dos brasileiros também foi sentido no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela entidade (variação de 6,40% em comparação a 2009). De acordo com Antonio Evaldo Comune, coordenador do medidor, a rigorosa entressafra no meio do ano foi prejudicada pela escassez na chuva, situação que lesou o pasto. Além disso, a demanda em crescimento contribuiu para a variante de preços.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 assinala que a carne foi o grande colaborar para o ramo Alimentação avançar 12,2% no ano passado e representar 2,65% de toda a variação do índice de preços. Possivelmente, prevê, Comune, em 2011 novos aumentos deverão ser sentidos no grupo devido a outras commodities do setor agrícola.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda em Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia 05 de janeiro de 2011 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) abalizaram que a inflação calculada ao consumidor de São Paulo recuou no mês passado em relação a novembro de 2010, fato impulsionado por elevação mais sucinta nos custos de Vestuário, Alimentação e Despesas Pessoais.

Segundo artigo veiculado pela agência de notícias Reuters, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu incremento de 0,54% no último mês de 2010, contra 0,72% constatado em novembro. O índice, portanto, está próximo do calculado por analistas examinados pelo meio de comunicação (0,50%). Em 2010, o medidor cresceu 6,4%, consideravelmente superior aos 3,65% vistos em 2009.

Por grupos, o de Alimentação saltou 1,38% no período em questão, 0,64% inferior ao percentual registrado em novembro (2,02%). O ramo de Despesas Pessoais, por sua vez, cresceu 0,31%, ante 0,59% de antes. Os preços de Vestuário mantiveram a tendência dos dois anteriores, com incremento de 0,67% em dezembro perante 0,84% de um mês antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor Varejista – Crescimento nas Vendas em Dezembro de 2010


Em convergência com o otimismo do consumidor e com o Produto Interno Bruto (PIB) – estimado por especialistas e pelo Banco Central em 7,61% para 2010 – a atividade varejista do país conseguiu, no ano passado, avanço de 10,3% em comparação a 2009. Em dezembro, segundo o portal Terra, o índice cresceu 2,9% sobre seu mês imediatamente anterior.

Segundo a Serasa Experian, fonte da informação, o último mês do ano passado contraiu expansão de 12,8% no confronto anual, conquistando, desta forma, o segundo melhor índice para o período em uma década.

A entidade indica que o principal fator para a alta decorreu da expansão abalizada pelo segmento de materiais de construção, que saltou 17% em 2010 ante 2009. Vale ressaltar que esse mesmo setor conquistou a continuidade da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados para até o último dia de 2011.

Dois outros ramos com bom resultado em 2010 foram informática e eletroeletrônicos (crescimento de 14,9%) e motos, veículos e peças (incremento de 10,9%). Mesmo assim, economistas da Serasa preveem ritmo mais ameno de expansão da atividade do comércio em virtude das regras fixadas pelo Banco Central em dezembro passado e concernentes ao crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Classes C, D e E – Influência na Economia Brasileira em 2010


Participantes ativos do novo ambiente econômico do país, as classes C, D e E colaboraram, ao final do ano passado, com R$ 1,2 trilhão à economia, ou seja, basicamente um terço do total levantado no Produto Interno Bruto (PIB) nos 365 dias de 2010. Segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), os gastos foram organizados na compra de televisores de LCD, LED e plasma, móveis, computadores, materiais de construção e componentes integrantes da linha branca.

A associação ressalta que embora justificativas transitem em torno da maior disponibilidade de crédito ao longo do ano, o endividamento do consumidor tem sido pouco observado, ou melhor, não houve excessos na contração de dívidas. Inúmeros casos podem ser citados como exemplo, entre os quais pessoas que passaram a economizar parte de sua renda mensal para contrair bens duráveis ou, então, materiais para a reforma e ampliação de seus lares.

Para Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular, obviamente ocorreu amplo avanço nas modalidades de financiamento voltadas à nova classe média, porém, não existe, em seu ver, estudos que assinalem tendência de perda de controle na utilização de crédito a partir das classes C e D. Segundo a Alshop com base em levantamentos realizados pelo instituto anteriormente citado, 69% dos cartões de créditos pertencem aos cidadãos emergentes, que representam, em outras palavras, 52% do total movimentado em todo o país por meio desse sistema.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Queda em Novembro de 2010


Um dos alicerces do bom andamento da economia brasileira, as concessões de crédito contribuíram para que milhares de pessoas adquirissem bens e serviços em maior intensidade ao longo do ano passado. Entretanto, levantamento realizado pelo Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor apontou queda no otimismo do medidor pelo oitavo mês seguido.

Conforme menção realizada pelo UOL, em novembro de 2010 o indicador recuou 1,3%, para 99,3 pontos, no confronto com outubro do mesmo ano. Mesmo assim, segundo a Serasa, as concessões realizadas com recursos livres devem permanecer em alta, mas num ritmo mais ameno.

Análise realizada pelos técnicos da entidade assinala que as medidas adotadas pelo Banco Central no final de 2010 e a elevação dos compulsórios devem melhorar o desenvolvimento positivo do crédito para o consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento e Inadimplência do Consumidor – Queda em Dezembro de 2010


Especialistas de todo o Brasil e de vários setores pediram aos consumidores, principalmente no último trimestre do ano passado, para terem maior atenção aos gastos com presentes de Natal, viagens, entre outros. Alguns indicaram a necessidade de planejamento com o 13º salário para, por exemplo, o pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA) e quitação de dívidas contraídas no transcorrer de 2010.

Embora os gastos dos consumidores tenham sido considerados altos para as comemorações de final de ano, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), 46% dos lares brasileiros ilustraram dívidas, índice abaixo dos 50% abalizados em novembro de 2010 e 48% do período igual de 2009.

As contas em atraso também diminuíram. Segundo a federação, o índice de 17% em novembro foi arrefecido para 13% em dezembro, consideravelmente inferior aos 20% se levado em consideração o confronto anual.

A Fecomercio reflete serem essas quedas oriundas do consumidor brasileiro mais confiante, do aumento do número de empregos e da inserção do benefício de final de ano, vulgo 13º, na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio-SP – ICC Paulistano – Crescimento em Dezembro de 2010


A crise financeira global acarretou ansiedade aos mercados em seu princípio (e assim ainda acontece em alguns locais). Atualmente, poucos são os países que podem comemorar sucesso quanto aos principais efeitos do colapso. O Brasil é um dos casos, juntamente a outros emergentes, entre os quais China, Rússia e Índia, todos integrantes do bloco denominado BRIC.

A atividade econômica pelo Brasil, por si, tem conseguido gerar bons frutos, tanto a pessoas físicas como a jurídicas. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), a confiança do público paulistano avançou 3,1% em dezembro, para 164,2 pontos, contra 159,3 pontos do mês passado.

De acordo com a Fecomercio, o índice de confiança do consumidor do mês tem por base uma série de fatores, tais como o incremento do 13º salário no bolso dos trabalhadores, o mercado de trabalho em ascensão e as condições de acesso ao crédito estabelecidas e observadas em 2010.

A federação prevê que nos primeiros seis meses do ano que vem o medidor de confiança ainda contabilizará o desempenho mais robusto da economia, embora ao segundo semestre um desaquecimento paulatino seja esperado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Micro e Pequenas Empresas – Inadimplência e Dívidas em Novembro de 2010


Responsáveis por bom número de vagas de trabalho no país, as micro e pequenas empresas sentiram maiores dificuldades em efetuar seus pagamentos pontualmente em novembro. Pesquisa realizada pela Serasa Experian assinala que o comprometimento com as dívidas decresceu de 95,5% no mês retrasado para 95,2% no período seguinte.

A entidade medita que o recuo na pontualidade é proveniente do pagamento da primeira parcela do benefício de final de ano aos trabalhadores (13º salário). Para a entidade, uma das justificativas é de que algumas empresas não delinearam com precisão seu caixa para arcar com esse compromisso.

Embora esse retrocesso tenha se confirmado, de acordo com o portal de Economia UOL a pontualidade no mês passado mostrou-se superior à constatada em novembro de 2009, ocasião em que o índice chegou a 94,5%.

A despesa média dos pagamentos realizados com pontualidade cresceu 5,9% entre outubro e novembro deste ano, abraçando montante de R$ 1.582,29. No confronto anual, a importância média dos pagamentos precisos avançou 8,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Classe C – Consumo em 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a classe C brasileira representa 50,5% de toda a população. Essa casta, como muito bem mensuram jornais impressos e onlines, tem se mostrado propensa a participar ativamente da economia, tanto por meio da aquisição de bens duráveis como, também, através de produtos perecíveis e outros mais.

Segundo pesquisa edificada pelo instituto Data Popular, a classe C consumiu, neste ano, 41,35% do total de serviços e bens situados nas áreas urbanas. Unidas, as classes A e B consumiram índice pouco superior, de 42,9%. Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que todas as hierarquias arroladas gastaram R$ 2,1 trilhões em 2010.

Nos últimos anos, o avanço do consumo da nova classe média foi se robustecendo. Para se ter ideia, em 2002 representava 25,8% do total de serviços e bens, enquanto as castas A e B respondiam por 58,1%.

Na concepção de Renato Meirelles, diretor do instituto, o desempenho reflete o incremento das famílias emergentes na sociedade e o discernimento de escolha popular, fundamentado no custo vs benefício de mercadorias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Gastos com Compras e Viagens Estrangeiras em 2010


A valorização da moeda brasileira sobre o dólar gera inquietação a vários setores de atividades no país, sobretudo aqueles que concorrem diretamente com os produtos estrangeiros. Aos consumidores, porém, existem vantagens, tais como aquisição de mercadorias importadas sob preços mais baixos.

O poder de renda e a questão cambial propiciam projeções de viagens para várias pessoas, inclusive ao exterior. Prova dessa situação são os gastos de brasileiros fora das fronteiras tupiniquins, que devem contabilizar montante de US$ 16,5 bilhões neste ano, o maior patamar desde 1947, ocasião em que a série histórica foi iniciada.

De acordo com o Banco Central, entre janeiro e novembro os gastos dos brasileiros chegaram a US$ 14,675 bilhões, US$ 1,515 bilhão movimentado somente no mês passado. Na visão de Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, as despesas permanecem em ascensão em meio ao aumento da renda, bem como no que se refere ao câmbio.

Por outro lado, os gastos de estrangeiros no Brasil cercearam US$ 560 milhões em novembro e no acumulado anual até o mês passado, US$ 5,317 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



IBGE – IPCA-15 – Queda em Dezembro de 2010


Dados enunciados na terça-feira (21/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram decréscimo da inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de dezembro. A alta de 0,69% no mês contra 0,86% de novembro teve como fator primordial o menor custo dos alimentos.

Em nota, o IBGE pondera que a desaceleração relacionada aos preços dos alimentos abarcou índice de 1,84% em dezembro, ante 2,11% do mês passado. Apesar do arrefecimento, segundo a agência de notícias Reuters o grupo Alimentação e Bebidas ainda tem representação expressiva no IPCA-15, de 62%.

Os itens que sofreram recuo foram o pão francês, o leite e o açúcar cristal, com destaque para o feijão preto, o feijão carioca e a batata inglesa. Por outro lado, as carnes, que ilustram significativa aceleração desde o início do ano, contraíram acréscimo de 8,32% no mês, contra 6,10% em novembro.

No acumulado anual até o levantamento em questão, o IPCA-15 contabiliza elevação de 5,79%, acima do índice de 4,18% observado no período igual de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA – 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Enquanto a Caixa Econômica Federal lança cartão de crédito voltado exclusivamente ao aluguel de imóveis residenciais – algo que provavelmente venha a facilitar a vida de várias pessoas – o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como indicador referencial em contratos de aluguel, avançou 0,75% na segunda leitura do mês.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em novembro a inflação cresceu 1,20%. Além deste, a entidade assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) contraiu variação de 0,77% na segunda leitura de dezembro, abaixo, porém, da variação de 1,55% do mês passado.

De acordo com a Band Online, o índice de variação dos Bens Finais cedeu para 0,18%, contra 1,22% de antes. Aquele que mais cooperou para a baixa foi o subgrupo Alimentos Processados, com taxa atual de 2,58%, ante 4,71% no levantamento anterior.

O percentual de mutação da esfera bens Intermediários avançou para 0,87% neste mês, índice 0,32% acima do constatado em novembro. O subgrupo Componentes e Materiais para a Manufatura foi aquele que empurrou a alta, uma vez que cresceu de 0,58% na leitura anterior para 1,21% na atual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abramat – Vendas de Materiais de Construção em 2010


A expansão do setor imobiliário acarreta aumento do número de empregos na construção civil e também no faturamento dos setores que atuam direta e indiretamente desse setor. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a comercialização interna de materiais de construção avançou 12,6% de janeiro a novembro de 2010 contra o período igual de 2009.

No mês passado, segundo o Estadão, as vendas contraíram expansão de 5,41% no comparativo anual, porém caíram 1,76% em relação a outubro deste ano. O nível de empregos criados pelo segmento cresceu 0,58% sobre o mês retrasado e 10,88% ante novembro de 2009.

A comercialização interna dos materiais básicos saltou 1,15% em relação há um ano, porém decresceu 2,10% sobre outubro de 2010. As vendas de materiais de acabamento, por outro lado, pularam 13,32% em detrimento a novembro de 2009, mas caíram 1,18% na base mensal.

Na visão de Melvyn Fox, presidente da Abramat, a alta mais significativa dos materiais de acabamento ocorreu porque em 2008 muitas obras tiveram início e agora passaram a ser entregues.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Queda na 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu para 1,06% na segunda leitura de dezembro, contra 1,14% de antes, interrompendo uma série de cinco semanas consecutivas de elevação.

O novo índice revela média de correções de preços entre 7 e 15 de dezembro sobre os 30 dias antecedentes. O principal fator dessa queda foi a diminuição no nível de aumento de custos dos alimentos, com taxa decrescendo de 2,72% para 2,45%. Colaboraram expressivamente para esse recuo as carnes bovinas e frutas.

Artigo veiculado pela Band Online ressalta que quatro dos cinco componentes com maior influência no resultado geral do medidor foram representados pela esfera alimentação (alcatra, açúcar refinado, filé mignon e mamão papaia). O único representante não pertencente a esse grupo foi aluguel residencial. Na contramão figuraram o feijão-carioquinha, a batata-inglesa, a melancia, o quiabo e o alho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA-EP – Crescimento em 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) refletem que os custos dos produtos agrícolas comercializados somente no atacado cresceram 24,22% em 2010 depois de cederem 2,87% no ano passado.

Indicativo sustentado com base no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) também revelam que os preços dos produtos industriais no atacado terminaram o ano com elevação de 10,36%, consideravelmente superior ao decréscimo de 4,93% de 2009.

Segundo a FGV, a inflação atacadista verificada pelo Índice de Preços por Atacado – 10 (IPA-10) terminou 2010 com incremento de 13,73%, acima do recuo de 4,36% constatado no ano passado, porém abaixo do índice de 15,11% nos preços do atacado de 2004.

Informações relacionadas pelo portal de notícias G1 ponderam que no campo do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) os custos dos bens finais no atacado contraíram elevação de 7,55% em 2010, depois de cresceram 1,02% no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNDL – Natal 2010 – Expectativa de aumento nas Vendas


Dados expressos pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) confirmaram, nesta semana, as perspectivas levantadas ao longo deste ano em relação ao aumento das vendas por meio do setor varejista, que refletem não somente o efeito cambial no país, mas também o aumento da massa salarial e acesso ao crédito.

Na visão de Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), o Natal 2010 deverá ser o melhor da história no período pós-inflação, tanto que a perspectiva é de avanço de 12% nas vendas em comparação a 2009. Aparelhos eletrônicos oriundos do exterior devem comportar salto na comercialização em virtude do real valorizado diante do dólar.

Segundo a confederação, os maiores avanços deverão acontecer nas regiões Norte e Nordeste e o Natal, diferente de outras datas comemorativas, impulsiona todos os setores do varejo. Por essa e outras características, crê Pellizzaro, a perspectiva é de que o valor médio das mercadorias adquiridas pelos consumidores cresça 15%, situação que também assinala a alta confiança dos brasileiros.

Outro quesito importante à época do ano é a contratação de trabalhadores temporários, que deve avançar 20%, de acordo com o Estadão, em relação a 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBC-Br – Economia brasileira apresentou Crescimento em Outubro de 2010


O cenário econômico permanece otimista se relacionado 2010, embora o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja aguardado em menores índices no ano que vem. De acordo com o Banco Central, a economia brasileira avançou 0,51% em outubro ante setembro, a maior percentagem diagnosticada desde abril pelo IBC-BR.

Na comparação com o décimo mês de 2009, porém, o índice de crescimento arrefeceu para 5,88%, o sexto mês seguido dessa ocorrência. Em abril, para se ter ideia, a economia avançava 10,75% na mesma base comparativa.

Segundo a Folha UOL, a economia do Brasil com base no IBC-BR acumula desenvolvimento de 8,49% neste ano e 8,26% nos últimos 12 meses. Esse indicador é um dos componentes avaliados pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) no momento de deliberação da Selic, a taxa básica de juros da economia – atualmente em 10,75% ao ano.

Leia mais: BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Diferenças entre Salários de Homens e Mulheres em 2010


As diferenças históricas entre homens e mulheres têm decaído gradativamente ao longo das últimas décadas, porém distantes do fim. Um dos fatores mais gritantes ainda se relaciona ao mercado de trabalho, esfera em que a ala masculina leva certa vantagem em relação à feminina.

Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a participação das mulheres não ultrapassa 50% da massa salarial total ante os homens em nenhum dos locais sondados por meio da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), medidor listado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Informações mais detalhadas assinalam que a massa salarial das mulheres chegou a R$ 12,7 bilhões em outubro deste ano, contra R$ 11 bilhões de janeiro de 2009. Na mesma base comparativa, segundo o Estadão, o montante remuneratório aos homens atingiu R$ 21,2 bilhões, ante R$ 19,1 bilhões de antes.

Mesmo abaixo da massa salarial dos homens, Porto Alegre e Salvador foram as duas regiões metropolitanas em que a maior participação favorável às mulheres fora constatada (aproximadamente 40% do total). Rio de Janeiro e Belo Horizonte contraíram os números mais baixos na condição: 36,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – PIB Industrial – Estimativas para 2010 e 2011


O Banco Central previu, nesta semana, que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2010 deverá abranger índice de 7,61% e no ano que vem 4,5%, projeção última mantida há semanas. Convergindo com os dados prognosticados do BC, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estimou expansão respectiva de 7,6% e também de 4,5%.

A confederação assinala que neste ano o crescimento industrial do PIB será de 10,9%, porém cairá para 4,5% em 2011. Em nota, acredita que após ultrapassado o colapso financeiro recente e o entusiasmo da recuperação observado no início de 2010, a economia do país marcha numa trajetória convergente ao potencial de desenvolvimento.

Apesar dessa perspectiva, a CNI prevê continuidade robusta da demanda doméstica, com o consumo dos lares em ritmo de crescimento em 5,1% e os investimentos, por sua vez, em 13,5%.

De acordo com a Reuters, a CNI assinala falta de crescimento suficiente no relacionado à produção para o acompanhamento da demanda, situação que tem implicação proveniente na valorização do câmbio.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Impostômetro – Novo Recorde de Arrecadação de Impostos em 2010


A alta carga tributária brasileira é alvo de críticas de diversas camadas da sociedade, desde a população até políticos e empresários. Em outubro fora constatada arrecadação de R$ 1 trilhão, volume só alcançado no ano passado 49 dias depois (em 14 de dezembro). Pois bem, foi marcada para esta terça-feira (14 de dezembro) novo recorde de acordo com perspectivas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP): R$ 1,2 trilhão.

O Impostômetro, instalado no prédio da ACSP (centro de SP), tem por base a arrecadação de tributos municipais, estaduais e federais desde 1º de janeiro. Para se ter ideia de como o recolhimento tem crescido, na ocasião da inauguração do medidor, em abril de 2005, R$ 550 bilhões foram constatados, e no ano seguinte, já contemplando os 12 meses do período, R$ 816 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Consumidores – Inadimplência apresenta maior índice desde 2005


Os estímulos fiscais concedidos pelo governo brasileiro entre o final do ano passado e início de 2010 realmente surtiram efeito, tanto que inúmeros setores angariaram bons resultados, entre os quais o de veículos automotores e o habitacional. Claramente, não é somente esse fator que culmina para o bom ambiente da economia, pois nesse ínterim aparece, por exemplo, acesso ao crédito menos restrito e poder de renda da população em alta.

Ao final do ano, porém, uma constatação que já vinha se anunciando foi confirmada pela Serasa Experian. A inadimplência do consumidor cresceu novamente no mês passado, em 3,5%, a sétima alta consecutiva. Devido a esse índice, novembro deste ano é o pior desde 2005.

No acumulado anual, de acordo com o portal de Economia Terra, a inadimplência sintetiza expansão de 23,2%, o pior período da série histórica desde 2001 e 5% acima do mesmo intervalo de 2009. Segundo a Serasa, o maior endividamento proveniente das datas comemorativas é o grande contribuinte à constatação.

Os itens não-bancários, entre os quais cartões de crédito, prestadoras de serviços, lojas e financeiras, foram os elementos que mais apresentaram celeridade, de 7,7%, enquanto as dívidas com bancos majoraram 2,3% e cheques sem fundo, 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ABPO – Vendas de Papelão Ondulado – Crescimento em Novembro de 2010


Um dos medidores da atividade econômica, a comercialização de papelão ondulado chegou a quase 218 mil toneladas no mês passado, ou seja, incremento de 3,25% em comparação a novembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), em relação a outubro de 2010 houve recuo de 2,33%.

A associação atesta que no acumulado anual até novembro, as vendas de papelão ondulado sintetizam 2,342 milhões de toneladas, aumento de 12,8% em detrimento aos mesmos dez meses do ano passado.

Com base nesses números, de acordo com a agência de notícias Reuters, a ABPO assinala que a média mensal de vendas até o mês passado cerceia 212,97 mil toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste do Salário – Benefícios para classes C e D em 2010


Ao longo de 2010, alguns setores mais baixos da sociedade brasileira se beneficiaram com o reajuste do salário mínimo. Ainda longe de possui uma distribuição de renda igualitária, a economia do Brasil anda possuindo um avanço do consumo de classes C e D.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, setores como os de construções civis e serviços domésticos estão com maior rendimento devido ao reajuste salarial e à escassez de profissionais qualificados nos setores, sendo portanto um pouco mais valorizados.

Ainda de acordo com a publicação, algumas regiões tiveram maior distribuição de renda que outras. Nesse processo, destaca-se Recife (com um aumento de salário de 10,4%), Rio de Janeiro (aumento de 5,6%) e Belo Horizonte (aumento de 5,5%). Em São Paulo, esse crescimento de salário foi de apenas 0,5%.

Mesmo com essa melhora na distribuição de renda, o país ainda tem um longo caminho a percorrer para melhorar a qualidade de vida das classes baixas e também melhorar a educação para formar profissionais mais capacitados.

Por Adriana Arruda



Anefac – Juros de Cartões de Crédito, Empréstimos Pessoais e Cheque Especial – Novembro de 2010


Informações levantadas pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) indicam que os juros em operações de crédito tornaram a crescer no mês passado após quatro períodos de recuos seguidos, com exceção para os praticados no cartão de crédito rotativo, que teve sustentada sua taxa.

Matéria exprimida pela Band Online revela que a taxa de juros para o consumidor passou de 6,69% em outubro para 6,74% em novembro, ao mês. O cheque especial, que com o passar dos dias cai em desuso perante o dinheiro de plástico, atingiu seu maior valor desde abril do ano passado para 7,59% ao mês, contra 7,44% de antes.

Em relação ao empréstimo pessoal nas financeiras houve reajuste para 9,48%, 0,06% acima do índice anterior. Para as empresas, por outro lado, o crescimento foi mais ameno entre outubro e novembro, de 3,76% para 3,79%.

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador do levantamento, o aumento reflete a crise no Banco do Grupo Silvio Santos, o Panamericano, assim como o anúncio feito pelo Banco Central (BC), que majorou os depósitos compulsórios e incrementou o requerimento de capital para as operações com prazos acima de dois anos relacionadas a crédito para pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento na 1ª Quadrissemana de Dezembro de 2010


Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na quinta-feira (9 de dezembro) revelam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,67% na primeira quadrissemana do mês, contra 0,72% de novembro.

As despesas do grupo Alimentação, que têm apresentado crescimento nas últimas semanas, proporcionaram desaceleração para 1,92% na leitura atual, contra 2,02% de antes. Os custos de Transporte, nutrindo essa tendência, também cresceram em menor volume, para 0,29% na primeira quadrissemana de dezembro ante 0,36% do mês passado.

De acordo com a Reuters, as despesas de Habitação mantiveram o mesmo preceito ao contabilizar alta de 0,10% na leitura atual, contra 0,20% no relatório anterior. Diferentemente dos demais, os preços de Despesas Pessoais e Vestuário cresceram em nível mais elevado, para 0,62% e 1,29%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – PIB brasileiro – Crescimento no 3º Trimestre de 2010


Cálculos efetivados pelo Banco Central (BC) indicam expansão de 7,55% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano no confronto a 2009. No primeiro trimestre fora abalizado índice de crescimento em 2,7% ante três meses anteriores, denotando importante avanço, base sustentada em particular pelas medidas adotadas pelo governo no intuito de afastar a crise financeira do país.

No terceiro trimestre de 2010, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,5% ante o período entre abril e junho e 6,7% no confronto anual. De acordo com a Reuters, embora tenha superado alguns prognósticos, a retração de 1,3% e 1,5% dos setores agronegócios e indústria, respectivamente, foi o precursor do resultado.

Por outro lado, o segmento de serviços colaborou positivamente para o avanço do PIB devido ao incremento de 1%. Economistas avaliam a desaceleração como positiva, pois na medida em que os índices ilustram inflação em ascensão, existem suposições de aquecimento excessivo da economia, algo que teria de ser combatido por meio de aumento do juro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Natal 2010 – Setor Varejista prevê alta no consumo


O Natal deste ano é pressagiado como um dos melhores da década. O otimismo da população brasileira, mesmo em meio às novas medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no concernente ao crédito, segue adiante com suporte no maior poder de renda e aumento das oportunidades de trabalho ao longo dos últimos meses.

Estudo realizado pela Serasa Experian com base na opinião de mais de mil executivos do segmento varejista revelou que para 69% deles é aguardado incremento próximo de 10,5% em 2010 perante 2009 em relação ao faturamento.

Matéria listada pelo portal de Economia Terra relaciona que o estudo indicou 33% dos varejistas com previsões de que o gasto médio com presentes para o Natal contemple até R$ 50. O percentual sobe no levantamento para 34% quando o valor em questão varia de R$ 51 a R$ 100. Um pouco mais baixa figura a perspectiva para gastos entre R$ 101 e R$ 200 (18%).

Por sistemas de pagamento, a Serasa prevê que 36% das compras à vista serão cunhadas com dinheiro, 25% por meio de cartão de crédito e 19% com cartão de débito. Em relação às compras a prazo, 46% das pessoas devem fazer uso do cartão de crédito e 29% delas cheque pré-datado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Crescimento na 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicaram alta de 0,83% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre outubro e novembro, impulsionada pelo grupo Alimentação, em especial a carne, que desde o início do ano aglomera considerável avanço de preços.

A inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) também apresentou aceleração a patamares elevados, o mais alto desde fevereiro. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador cresceu 1,14% na primeira prévia deste mês, após incremento de 1% em novembro.

Em nota, a fundação assinala que os custos do grupo Alimentação ascenderam em ritmo mais avançado para 2,72% na atual leitura, ante 2,27% da vislumbrada na constatação anterior. A FGV atesta que além da carne as frutas contraíram incremento para 5,67%, contra 3,95% de antes, bem como adoçantes, de 7,14% para 9,11%.

Os custos na categoria Saúde também agregaram crescimento, de 0,39% em novembro para 0,47% na primeira prévia de dezembro. Diferentemente ocorreu no grupo Vestuário, pois houve alta para 0,76% na leitura em questão, contra 1,01% na constatada no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



IBGE – IPCA atinge o maior índice desde 2005 – Novembro de 2010


Os brasileiros podem conferir em açougues e mercados o avanço nos preços da carne. Em estabelecimentos de bairro, por exemplo, o quilo da Alcatra já fora comercializado meses atrás por R$ 14,90, mas recentemente contempla valor de R$ 19,90, em média, alta de 33,56%.

Informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de acordo com a Reuters relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou para o maior patamar desde o princípio de 2005, denotando, desse modo, o crescimento mais robusto dos alimentos desde 2002.

O instituto assinala alta de 0,83% no indicador no mês passado, acima do 0,75% de outubro. Mencionado anteriormente em meias palavras, o grupo Alimentação, acompanhado por bebidas, acelerou entre o período retrasado e novembro para 2,22%, ante 1,89% de antes.

Para Eulina Nunes dos Santos, economista do IBGE, a alta da carne, recorrente em todo o mundo, justifica-se com base na seca e o consequente prejuízo aos pastos, tanto que o gado precisa ser confinado e é necessário nutri-lo por meio da soja e do milho, também com avanços no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IEF – Compras de Bens Duráveis – Consumidores afirmam estar em Bom Momento


O estímulo para a compra de bens duráveis e não-duráveis no final do ano passado e início deste foi suficiente para incitar os consumidores a saírem de suas casas com a efetiva intenção de fechar negócios. O setor imobiliário contabiliza, há meses, ambiente favorável, tanto que atualmente o país vive momento de boom, situação que incide de modo parcial no atraso de obras e constatação de falta de mão de obra qualificada.

De acordo com o Índice de Expectativas das Famílias (IEF) do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) 56,3% dos brasileiros consultados veem o atual momento como viável para a compra de bens de consumo duráveis, enquanto para outros 38%, ruim para consumo desse tipo.

Segregado por regiões, o Nordeste é o local em que o otimismo torna-se mais claro para 63% das famílias. Nas regiões Norte e Sul o índice cai para 51,3% e 46,5%, respectivamente, porém não menos importantes.

Diretamente relacionado a esse estudo figura a intenção de financiamento ou empréstimo para a aquisição de algum bem no próximo trimestre. A média nacional, de acordo com o portal de Economia UOL, é de 8%, com disparate no Centro-Oeste (15,44%.)

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Busca por Crédito – Recorde em Novembro de 2010


Dados enunciados pela Serasa Experian em 7 de novembro, terça-feira, conjeturaram que a busca do consumidor por crédito bateu recorde em novembro após a alta de 6,2% entre outubro e o período, tido agora como correspondente ao maior patamar desde 2007, ano em que a série foi iniciada.

A Serasa avalia que o resultado foi estimulado pela inserção do 13º salário aos trabalhadores de todo o país, bem como pela confiança na economia, pelo atual momento do próprio mercado de trabalho e pelas condições de crédito às pessoas físicas, além da proximidade do Natal e Ano Novo.

Matéria expressa pelo portal R7 revela que as classes de menor renda foram as que mais avançaram na procura por crédito, principalmente entre os cidadãos com ganhos de até R$ 500 (avanço de 8,6%), seguidos pela camada com remuneração de R$ 501 a R$ 1 mil (incremento de 6,4%).

No acumulado anual até novembro os consumidores de baixa renda são os que lideram o ranking entre todas as classes na busca por crédito, com alta de 43,9% ante período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívidas dos Consumidores – Crescimento em Novembro de 2010


Estudo edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que o montante médio despendido pelo brasileiro com dívidas cresceu 10,9% no mês passado. De acordo com o Índice de Expectativa das Famílias (IEF), o valor avançou para R$ 4.680,32, ante R$ 4.220,30 de antes.

O leitor que imagina tendência de meses de crescimento pode estar enganado. Em agosto de 2010, ocasião em que o índice começou a ser divulgado, a dívida chegava a R$ 5.426,59, ou seja, nesse intervalo de tempo o tombo constatado abrange índice de 13,75%.

Entre todas as pessoas sondadas pelo Ipea, 21,1% admitem que as contas para quitações consomem metade do orçamento ou sua totalidade. Para 19,8% dos brasileiros consultados, as dívidas mordem de duas a cinco fatias da remuneração do mês e para outros 16,4% os débitos sem pagamento carcomem cinco vezes o orçamento do mês.

Matéria veiculada pela Band Online revela que para 21% dos entrevistados as despesas serão realmente colocadas em dia e outros 41,8%, diferentemente, já resolveram a situação de maneira parcial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas de Materiais de Construção – Crescimento em Novembro de 2010


O setor de materiais de construção, diferentemente do de veículos automotores e da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), permanecerá com os benefícios fiscais concedidos pelo governo para o Brasil superar a crise financeira mundial por meio do estímulo de consumo. A isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), aguardada para terminar neste mês, foi estendida para dezembro de 2011.

A venda de materiais de construção, segundo levantamento realizado pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), subiu 7,8% no mês passado em comparação a outubro. No confronto anual, indica a Band Online, o avanço foi de 8,5%.

O acumulado anual mostra-se positivo ao setor, tanto que entre janeiro e novembro fora constatada vendas 10,5% maiores e nos últimos 12 meses, acréscimo de 11%. A Anamaco prevê a continuidade da exoneração do IPI como primordial para as comercializações do próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon-SP – Grande diferença nos Preços de Medicamentos – Genéricos e Referenciais


A saúde requer uma série de cuidados para bem prosseguir, tais como adoção de hábitos alimentares saudáveis e práticas de esportes. Quando é necessária a prevenção ou cura para determinado sintoma ou doença, médicos recomendam utilização de medicamentos, mudança de costumes etc.

Estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) constatou entre os dias 3 e 5 do mês passado em 15 drogarias situadas na capital paulista variação de até 122,23% entre remédios de referência e de até 1.181,52% nos preços de genéricos, além de 52,41% entre um genérico e seu referencial.

Para o consumidor ter noção mais exata da discrepância, o Procon-SP tomou por base o Diclofenaco Sódico (20 comprimidos de 50 miligramas) entre os genéricos, que na Zona Sul do município era vendido por R$ 0,92 e na Zona Oeste, R$ 11,79.

O medicamento referencial relacionado pela fundação foi o antibiótico Amoxil (21 cápsulas de 500 miligramas), encontrado por R$ 22,13 em uma região da Zona Oeste e por R$ 49,18 em outro local da ZO, dessemelhança de 122,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



SNIC – Vendas de Cimento – Crescimento em Novembro de 2010


Item essencial para a edificação de pequenas residências a mega-empresas, o cimento foi vendido em maior volume em novembro de 2010 ante mês igual do ano passado. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), a alta anual abrangeu 11,2% por meio da comercialização de aproximadamente 5,1 milhões de toneladas no mercado interno, ante 4,624 de um ano antes.

Matéria do portal de notícias G1 assoalha que o aquecimento da construção civil pode ser constatado por meio dos dados acumulados de 2010, os quais indicam incremento de 14,7% na venda de cimento no mercado interno, de 47,349 milhões de toneladas entre janeiro e novembro de 2009 para atuais 54,298 milhões de toneladas.

Apesar desse aumento no volume internamente, no quesito exportações a tendência não se repete. Em novembro foram 3 mil toneladas enviadas ao exterior contra 5 mil de um ano atrás, baixa de 43,9%. Desde janeiro, porém, a queda abraça índice de 20,3%, das anteriores 43 mil toneladas para 34 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



GfK – Instituições Bancárias – Benefícios e Satisfação para os Consumidores


Criticadas pelas taxas praticadas em vários quesitos, as instituições bancárias não representam somente a tão almejada segurança – embora existam casos de fraudes e outras incorreções –, mas também possibilidades de pagamentos de contas de várias maneiras, mesmo que o valor no final da tramitação (dependendo de qual) seja elevado para padrões vistos em outros países.

Estudo erguido pela consultoria GfK alista, porém, que a imagem dos bancos está bem-conceituada entre os consumidores. Para 65% da população residente no Brasil as instituições financeiras acrescentam mais benefícios a problemas.

A pesquisa, feita por meio da opinião de 985 pessoas em julho de 2010, em 12 cidades situadas nas regiões metropolitanas, contabiliza que um em cada quatro cidadãos assegura que bancos só trazem benfeitorias e somente 6% dos consultados assinalaram que apresentam apenas problemas.

Curiosamente, a população de baixa renda parece ser a mais satisfeita com os bancos, sobretudo entre as pessoas de 35 a 44 anos de idade localizadas nas regiões Centro-Oeste e Norte do país.

Na concepção de Mario Mattos, diretor de marketing da GfK, o entendimento em favor dos bancos não possui relação com a qualidade dos seus serviços.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Dieese – Custo de Vida apresentou Crescimento em Novembro de 2010


O brasileiro observa o crescimento dos preços da carne desde o início deste ano. O item tem pressionado para cima alguns medidores econômicos, assim como o Índice do Custo de Vida (ICV), que cresceu 1,04% no mês passado, 0,11% acima do patamar de outubro (no mês retrasado abalizou 0,93%).

Estudo arrolado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) registra que o setor de alimentação, por si, contraiu avanço de 2,81% entre um mês e outro, com as carnes respondendo com 11,01% de alta no período e 26,12% no quadrimestre.

Além do grupo Alimentação, segundo o portal de Economia Terra, houve elevação no de Transportes, de 0,61%. Os dois ramos, indica o Dieese, representaram 0,89% de alta no ICV de outubro a novembro, que nos últimos 12 meses, especificamente, acumula incremento de 6,31%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Focus – IPCA, Selic, PIB – Novas Previsões para 2010 e 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (6/12) aponta alta na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,78%, contra 5,72% conjeturado na semana passada. Por outro lado, a projeção para o ano que vem permanece em 5,20%. Ambos estão acima da meta fixada pelo governo, de 4,50%, porém existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A perspectiva para a inflação nos próximos 12 meses avançou para 5,37%, pouco acima dos 5,35% de antes. A projeção para a Selic, a taxa de juros básicos da economia, permanece em 10,75% para 2010 e 12,25% para o ano que vem.

Ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços do país, o Focus indica baixa para 7,54%, contra 7,55% da semana passada, mas a 2011 sustenta-se no índice de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Serasa Experian – Atividade do Comércio – Crescimento em Novembro de 2010


O Natal já é anunciado no comércio por meio de promoções, descontos e eventos contendo o Papai Noel. As crianças, eufóricas pelas possibilidades de ganhos relativos a presentes, são os principais focos devido ao potencial disposto através de brinquedos, desde aqueles de valores pequenos até outros de custos exorbitantes.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram que a atividade do comércio cresceu 1,9% no mês passado em comparação a outubro e 11,2% sobre novembro de 2009, já com ajuste sazonal. No acumulado anual, avanço de 10% em comparação ao período análogo de um ano antes.

Com base nesses dados, segundo o portal de Economia Terra, a Serasa avalia que o Natal deste ano poderá figurar como um dos melhores de toda a década, impulsionado pelas vendas de acessórios, calçados, vestuário e tecidos, bem como materiais de construção. O comércio também espera boas vendas nos segmentos de informática, eletroeletrônicos, móveis, veículos, motos e peças.

Por Luiz Felipe T. Erdei



MTE – Salário Médio de Admissão – Crescimento entre 2003 e 2010


O aumento da remuneração do trabalhador é um dos pontos altos do bom ambiente econômico brasileiro, mas não o único. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego assoalham que o salário médio de admissão (descontada a inflação) cresceu 29,51% entre 2003 e 2010, justamente durante os dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva.

Com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), essa média geral, porém, ilustra dessemelhanças enraizadas há tempos entre homens e mulheres. Na primeira ala o incremento foi de 31,79%, no período, e na segunda, 25,84%.

O ministério abaliza que além dessa constatação, também ocorreu crescimento do rendimento médio dos trabalhadores com carteira assinada (formalizados) em 18,25% desde 2003 (descontada a inflação).

Matéria conduzida pelo portal de notícias G1 ressalta que nesse período de oito anos R$ 36,5 bilhões do abono salarial foram destinados diretamente a mais de 97 milhões de trabalhadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Comércio – Vendas a Prazo – Crescimento em Novembro de 2010


As formas de se comprar um produto, seja ele para presente ou consumo próprio, são inúmeras. Cartões de débito ou crédito, cheque e dinheiro, além de financiamento e carnês, compõem as opções dos consumidores brasileiros, independente de qual seja o valor em questão – as condições estão sujeitas, na verdade, ao estabelecimento em particular.

Dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) enunciados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revelam que as vendas a prazo no comércio aumentaram 14,2% no mês passado em comparação ao período igual de 2009. No sistema à vista, o crescimento foi de 10,3%.

A associação avalia que os índices espelham a manutenção do aumento da oferta de crédito no país – objeto mensurado semanalmente pelos meios de comunicação –, além da antecipação de compras para 25 de dezembro e forte competitividade de produtos estrangeiros.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o resultado assinalado ratifica que o Natal será o melhor dos últimos anos, possivelmente 12% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



FGV – Produtos para Ceias de Final de Ano – Alta nos Preços


Levantamento edificado nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que os custos dos produtos mais procurados pelos consumidores brasileiros para as festas de final de ano (Natal e virada de 2010 para 2011) estão superior à inflação média constatada no varejo.

Para chegar a essa conclusão, a FGV apurou preços de 18 produtos mais esquadrinhados para o período e nesses a inflação, acumulada em 12 meses até o mês passado, abordou índice de 12,15%, muito acima da média varejista do período (5,34%) examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M).

Para a fundação de acordo com o Estadão, a elevação nos custos dessas mercadorias para as duas ceias de final de ano também foi mais impetuosa ante a inflação média no varejo entre os valores dos alimentos, que conglomeram avanço de 7,73% entre dezembro de 2009 e novembro de 2010.

Os produtos que sofreram maior reajuste foram o lombinho suíno, de 14,99%, o frango inteiro, de 10,21%, e o pernil suíno, de 9,71%. No período anterior acumulado apresentavam recuo de 9,58%, 7,26% e 6,18%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento em Novembro de 2010


O aumento de preço de vários componentes abrangidos pela inflação começou a abrandar. Segundo informações emitidas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo cresceu 0,72% no mês passado, abaixo do 1,04% de outubro. Analistas previam alta de 0,70%.

Os custos do grupo Alimentação cresceram 2,02% em novembro, inferior aos 2,84% do mês imediatamente anterior. Os preços de Transportes apresentaram acréscimo mais ameno, de 0,36% no primeiro período, ante 0,88% de antes. As Despesas Pessoais mantiveram a mesma tendência, com elevação atual de 0,59% sobre 0,64% de outubro, assim como saúde (0,25% contra 0,37%).

O grupo abarcado pela Fipe que se mostrou diferentemente foi o de Vestuário, que passou de um arrefecimento de 0,22% em outubro para avanço de 0,84% em novembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Brasil – Produção Industrial – Índices em 2010


A indústria brasileira apresentou avanço na produção pelo segundo mês seguido em outubro, porém o nível de expansão desacelerou em comparação ao mesmo período de 2009 de acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O incremento em outubro abarcou percentagem de 0,4% sobre setembro e de 2,1% ante mês análogo do ano passado. A baixa relacionada acima se refere à comparação anual de setembro de 2010. Para André Luiz Macedo, gerente da coordenação de indústria do instituto, o índice de 2,1% é o mais ameno desse período de desenvolvimento da indústria como um todo.

Em sua concepção, as paralisações advindas de alguns setores, os estoques e o crescimento mais acanhado das exportações foram os fatores capitais que responderam a um resultado bem mitigado em relação à atividade da indústria.

Segundo a agência de notícias Reuters, o IBGE revisou para cima o índice de setembro sobre agosto, de 0,2% para variante positiva de 0,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Preços – Carnes e Eletroeletrônicos – Outubro de 2010


A alta no preço das carnes tem incidido negativamente em alguns pontos e positivamente em outros. Os consumidores passaram a ter maiores dificuldades em abastecer seus lares com esse item, porém sobrou ao frango suprir algumas necessidades – a ave também, devido à demanda, tem apresentado ascensão de preços.

Informações obtidas juntamente à Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) assinalaram que o Índice de Preços no Varejo (IPV) computou avanço de 1,18% em outubro de 2010 contra o mês imediatamente anterior, acarretando, pois, a maior expansão desde junho de 2008. No acumulado anual, revela a entidade, o medidor contabiliza incremento de 3,41%.

Para Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio-SP, em 2010 o setor de açougue é o que apresenta a maior alta, tanto que de janeiro até outubro a elevação chega a 17,08%. Apesar desse acréscimo, os eletroeletrônicos conglomeram um ano de baixas seguidas. Mercadorias abrangidas pela telefonia, imagem & som e informática decresceram, em média, 0,69% entre setembro e outubro, com deflação anual de 8,26%.

Na análise de Júlia, segundo o portal de Economia UOL, a valorização do real perante o dólar é um dos fatores recorrentes para esse setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SindusCon-SP – Preços da Construção Civil – Queda em Novembro de 2010


Dados divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) revelaram que novembro foi o terceiro mês de queda seguida dos preços da construção civil paulista. No mês passado o percentual baixou 0,13%, em outubro 0,12% e em setembro 0,15%.

O índice negativo em novembro é reflexo do baque de 0,30% dos preços de materiais de construção em comparação a outubro. O Custo Unitário Básico (CUB), que indica a variação mensal nos custos do segmento para uso nos reajustes dos contratos, envolveu 129,82 pontos, pouco abaixo dos 130 pontos de do mês antepassado.

De acordo com o portal de Economia UOL, no acumulado anual até novembro as despesas sintetizaram incremento de 5,49% e nos últimos 12 meses, 5,48%. Além dessas constatações, no período o custo da construção civil paulista, ou R8-N, atingiu R$ 902,30 por metro quadrado, dos quais R$ 398,89 concernentes a materiais e os outros R$ 479,04 atinentes à mão de obra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Outubro de 2010 – Tendência de Desaceleração


A economia brasileira sustenta bons números desde o início do ano, embora, no decorrer de cada mês, uma desaceleração fora constatada. O aumento do poder de compra dos consumidores, o crescimento das vagas formais e o acesso ao crédito são três dos fatores mais mencionados por especialistas como justificativas para o ambiente atual atravessado pelo país.

Contudo, levantamento realizado pela Serasa Experian assinala que o crédito aos brasileiros deverá apresentar desaceleração daqui a um semestre, pois o indicador de Perspectiva de Crédito ao Consumidor contraiu arrefecimento de 1,6% em outubro, o oitavo recuo seguido.

A Serasa estima que mesmo com as baixas os recursos livres devem continuar a crescer, porém numa cadência mais amena nos próximos seis meses. Para a entidade, de acordo com a agência de notícias Reuters, um novo ciclo de aperto monetário e o incremento do endividamento do cidadão deverão realizar contraponto à ascensão da massa real de rendimentos e do coeficiente de confiança.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Crescimento em Novembro de 2010


Informações divulgadas na quarta-feira (1º de dezembro) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelaram que a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a avançar no mês de novembro, abraçando, desse modo, o maior patamar desde fevereiro de 2010. Os principais motivadores da alta são as despesas de Transportes, Vestuário, Habitação e Alimentos.

Em outubro, segundo a agência de notícias Reuters, o indicador havia crescido 0,59%, mas na terceira leitura de novembro ascendeu para 0,85% e ao final do período, 1%. Analistas estimavam, porém, percentual de 0,93%.

As despesas do grupo Alimentação cresceram 2,27% em novembro, superior ao acréscimo de 1,38% de outubro e de 1,98% da terceira leitura de todo o mês. As carnes bovinas, que continuam a apresentar aumento, saltaram 10,71%, comboiadas por adoçantes e frutas.

Os preços praticados na Habitação avançaram para 0,43% no mês, contra 0,20% de outubro. Vestuários, por sua vez, atingiram 1,01%, ante 0,58% do período anterior. Os custos de Transportes cresceram para 0,69%, contra 0,45% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Frango – Alta nos Preços


Final de ano próximo e as famílias já começaram os preparativos – pelo menos na teoria – para o Natal e virada de 2010 para 2011. Geralmente atentos aos preços, os consumidores pesquisam o custo do quilo do bacalhau, a unidade do Panettone, os litros de bebidas, entre outros itens.

Algumas pessoas, neste ínterim, preferem frango a iguarias dos mares, mas a despesa para adquiri-lo tem subido devido à alta no preço da carne bovina. Recentemente, o preço da ave, por quilo, chegou a R$ 2, justamente devido à procura mais elevada.

O setor alimentício, especificamente, acumula entre janeiro e outubro, segundo a Folha UOL, incremento de 6,59%, refletindo, portanto, impacto da demanda aquecida e da seca pelo país, tanto que o grupo Alimentação representa o maior incidente na inflação deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abras – Vendas em Supermercados – Crescimento em Outubro de 2010


A economia brasileira, como muitos podem perceber, caminha bem mesmo em meio às dificuldades enfrentadas pelos países desenvolvidos em se recuperar totalmente do recente colapso financeiro global. O otimismo do consumidor responde com certa firmeza a alguns pontos, entre os quais o poder de compra mais evidente e aumento do número de postos de trabalho.

O cidadão tupiniquim tem apostado no 13º salário para quitar dívidas ou, então, para a compra de presentes. Independente dessa situação isolada, vários setores sentem melhorias em suas atividades de vendas, como é o caso dos supermercados. Em outubro, de acordo com a agência de notícias Reuters, a comercialização real desse setor avançou 3,8% sobre o mês análogo de 2009.

Levantamento edificado pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) também indica existência de alta (7,02%) se comparado o mês passado com setembro de 2010. No acumulado anual até outubro as vendas reais contabilizam aumento de 4,66% ante o período igual do ano passado.

Outro ponto positivo são os volumes de vendas, que até outubro acumulam incremento de 7% sobre os mesmos dez meses de 2009. As cestas de bebidas alcoólicas e não alcoólicas são as grandes motivadoras da alta, pois avançaram 16,5% e 11,5%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



Empresas e Consumidores – Inadimplência apresenta estabilidade em Outubro de 2010


Ao longo do ano os consumidores brasileiros contraem dívidas sobre dívidas. A dificuldade em pagá-las depende da educação financeira, o que não implica, diretamente, se a renda é alta ou baixa. Aqueles que não conseguem estabelecer ganhos maiores do que gastos se prejudicam.

Informações divulgadas pela Serasa Experian neste início de semana revelam que o calote dos cidadãos apresentou estabilidade no mês passado, de 6%, após quatro meses consecutivos de baixa. Desde maio do ano passado, quando o índice estava em 8,5%, segundo o portal R7, as dívidas decrescem ou mantém certo equilíbrio.

Não é somente entre as pessoas físicas que a inadimplência é constada. Nas empresas isso também é recorrente, tanto que em outubro constatou-se calote corresponde a 3,5%.

Segundo o Banco Central, a inadimplência mantém estabilidade mesmo em meio a uma alta nos juros estritamente para as famílias, algo oriundo da greve bancária recente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Fraudes que atingem Consumidores – 2010


Entidades e empresas de vários segmentos tentam, dia após dia, emplacar novas tecnologias para oferecer maior comodidade aos seus clientes. A internet, por exemplo, não era bem vista há poucos anos como meio confiável de compra; hoje, a plataforma já é amplamente utilizada por grande número de pessoas devido a inúmeras melhorias.

Ainda existem, de fato, problemas nos mais diversificados sistemas. Levantamento recente feito pela Serasa Experian indica que as fraudes abarcando consumidores chegaram a R$ 5,8 bilhões até o mês passado – não estritamente à internet. Segundo a Band Online, o golpe mais observado é aquele em que uma terceira pessoa obtém crédito por meio de identidade falsa ou dados extraviados do cliente verdadeiro.

O estudo indica que o mês de maio deste ano foi aquele em que houve o maior volume de dinheiro corrompido com fraudes (R$ 662,5 milhões) devido ao Dia das Mães, uma vez que a data impulsiona grande aquisição de produtos, situação facilitadora para esse tipo de prática.

Quando há problemas envolvendo documentos perdidos, tais como CPF, RG, cheques e Carteira de Trabalho, a pessoa deve informar a Serasa Experian o extravio, pois não basta apenas registrar Boletim de Ocorrências.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Otimismo do Consumidor Brasileiro – Novembro de 2010


A economia brasileira tem apresentado ambiente favorável não somente e diretamente às empresas, mas também ao consumidor, que se aproveita do crédito em alta, do aumento do poder de compra e do número de postos formais criados ao longo dos últimos anos para se manter otimista.

Apesar desses fatores, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) o otimismo do brasileiro contraiu decréscimo de 1,3% neste mês em comparação a outubro, justamente o período em que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor obteve o maior patamar já registrado. Mesmo assim, com os atuais 119,1 pontos o medidor está acima da média histórica.

O levantamento pondera que houve diminuição no otimismo em relação ao desemprego para os próximos seis meses, ao mesmo tempo em que avançou a perspectiva sobre o endividamento e avanço dos índices de inflação. Embora esse fato tenha incidido negativamente, a expectativa concernente à própria renda apresentou alta de 2,9% neste mês, para 116,7 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



FGV – IGP-M, IPA, IPC – Crescimento em Novembro de 2010


No princípio desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 1,45% neste mês depois do aumento de 1,01% em outubro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam, porém, acréscimo de 1,35%.

Na mesma tendência de alta configurou-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), de 1,84% em novembro contra 1,30% do mês passado. Em relação ao IPA agrícola houve avanço, de anteriores 4,70% em outubro para 5,43% de agora. O IPA industrial também apresentou acréscimo, de 0,19% para 0,61%. Os maiores saltos ficaram por conta da soja em grão, dos bovinos, da carne bovina, do algodão em caroço e do milho em grão.

A FGV atestou em seu levantamento que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu em novembro, para 0,81% contra 0,56% do mês passado. As despesas do grupo Alimentação cresceram para 1,91% na leitura atual, bem superior ao 1,23% de antes.

Os preços praticados no grupo Vestuário, contudo, subiram consideravelmente, de 0,67% para 0,96%. Os preços em Transportes também apresentaram alta, de 0,15% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Inflação de 2010 e 2011 – Novas Previsões


Informações divulgadas na segunda-feira, 29 de novembro, pelo Banco Central atestam novos prognósticos para a inflação de 2010 e 2011, além da Selic, a taxa básica de juros da economia (somente ao ano que vem).

De acordo com o relatório Focus, o ambiente à inflação por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,58% da semana passada para 5,72% nesta semana. Ao ano que vem foi conjeturado índice para cima, de 5,20%, ante 5,15%. Apesar desse alçamento, ambas as percentagens passeiam próximas à meta de 4,50% dos dois anos, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Selic, segundo o BC, manteve-se em 10,75% a 2010, porém a 2011 foi elevado de 12% para 12,25%.

A perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a agência de notícias Reuters, arrefeceu para 7,55%, ante 7,60% de antes, mas a 2011 permanece no mesmo índice, ou seja, 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços – São Paulo – Novembro de 2010


A alta no preço dos alimentos tem elevado o valor da cesta básica em todo o país. Levantamento feito em sociedade entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) revela que o aumento foi de 0,47% em São Paulo na semana encerrada em 25 de novembro.

Devido a esse avanço, o custo da cesta básica chegou a R$ 321,21, em média, dos quais R$ 25,06 provenientes de produtos de higiene pessoal, R$ 29,82 de mercadorias de limpeza e R$ 266,33 relacionados a gastos em componentes de alimentação. De acordo com o estudo, dos 31 itens consultados 15 registraram aumento nos preços, 13 ficaram mais em conta e outros três não sofreram qualquer tipo de modificação.

Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que o papel higiênico foi o elemento com a maior alta, de 4,95%. Em seguida figuraram a cebola, com avanço de 4,39%, o frango resfriado (por quilo), com incremento de 3,50%, e o biscoito maisena, com índice para cima em 3,42%.

Diferentemente das altas descritas anteriormente, a batata (por quilo) foi a que sofreu maior baixa entre os produtos, de 8,65%, comboiada pelo sabão em barra (unidade), –4%, e o alho (por quilo), com recuo de 2,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abimaq – Índices dos Setores de Máquinas-Ferramenta e Bens de Encomenda


Contente com a confirmação da saída de Henrique Meirelles da presidência do Banco no governo Dilma, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mensurou que o país atravessa, atualmente, processo de desindustrialização. Seu líder, Luiz Aubert Neto, assoalhou que os ganhos das indústrias de bens de capital cresceram 11% entre janeiro e outubro passados sobre o período igual de 2009, mas mantêm-se 15% abaixo ante 2008.

Em tom de preocupação, Aubert assevera que o setor de máquinas-ferramenta e bens de encomenda registram índices bem menores, na atualidade, em relação a 2008, de 43,5% e 13%, respectivamente. Segundo ele, esses ramos são os responsáveis pela produção de máquinas a investimentos provenientes de grandes companhias nas áreas de celulose, papel e petróleo.

Embora esses índices incomodem Aubert, para o ano que vem prevê crescimento próximo de 5% ou 6%, em acompanhamento ao cenário econômico. Do início do ano até outubro, revela matéria do Estadão, o segmento apresentou avanço de 10,8% ante o mesmo período de 2009, e o saldo da balança comercial, no mesmo período, abraçou US$ 12,9 bilhões. Contudo, a previsão emitida pela própria Abimaq é encerramento de 2010 em US$ 15 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei



OMC – Brasil – Importações em 2010


A temeridade de inúmeros segmentos de atividade sobre a tendência atual de crescimento das importações em relação às exportações foi confirmada novamente. Segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), o ingresso de produtos importados no Brasil bateu vários recordes e entre os membros do G20 (grupos das 20 maiores economias do planeta), mais outras nações relacionadas pela organização, o país aquele que apresentou a maior alta.

Para se ter ideia do aumento, entre dezembro do ano passado e setembro de 2010, o índice saltou para 46%. De acordo com o Estadão, a valorização da moeda brasileira e a ascensão do mercado doméstico são dois dos principais agentes dessa recorrência.

Em dezembro de 2009, por exemplo, a nação tupiniquim importava montante de US$ 12,8 bilhões, mas em setembro de 2010 o valor cingiu a cifra de US$ 18,7 bilhões. Em outubro, porém, o valor caiu serenamente, mas não o suficiente para alterar a trajetória de crescimento.

O país presidido por Luiz Inácio Lula da Silva já figura nas estatísticas estadunidenses como um dos principais parceiros comerciais, pois é no Brasil que os Estados Unidos possuem o superávit mais elevado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Economia Subterrânea – PIB 2010


Nem todos os brasileiros possuem a oportunidade de exercer atividades de maneira legalizada, ou seja, com registro em carteira de trabalho. A essa característica é atribuída a nomenclatura trabalho informal. Outra recorrência parecida acontece quando a produção de serviços e bens não é reportada para o governo, denominada, portanto, “economia subterrânea”.

Levantamento construído pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o Instituto Brasileiro de Ética Constitucional (ETCO) revela que esse tipo de economia movimentou R$ 656 bilhões em 2010, ou seja, 18,6% do Produto Interno Bruto (PIB), superior em 12,5% aos R$ 583 bilhões do ano passado.

Mesmo com esse avanço em cifras, de acordo com o portal de notícias G1, o índice nutre estabilidade na análise por índice, uma vez que o estudo leva em consideração o crescimento da soma, de cada ano, de bens e serviços produzidos no país.

Para André Franco Montoro Filho, diretor-executivo do ETCO, depois de cinco anos (2003 a 2008) crescendo abaixo do PIB, a economia subterrânea aumentou na mesma velocidade do país. Em sua visão, essa tendência é preocupante.

Na concepção de Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador da FGV, uma queda na economia subterrânea poderá ocorrer em 2011, principalmente se as expectativas positivas em relação ao mercado de trabalho forem confirmadas. Contudo, algo significativo mesmo só quando a carga tributária e a burocracia diminuírem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Índice de Expectativas de Aquisição de Bens Duráveis – Estabilidade em Novembro de 2010


A economia brasileira apresenta bons números na atualidade. O crescimento do número de empregos em praticamente todos os Estados, nos últimos meses, o poder de compra do consumidor e o acesso ao crédito, além da própria confiança, não indicam, consequentemente, que tudo segue o mesmo curso.

Estudo edificado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que mesmo sob tais fatores, o indicador de aquisição de bens duráveis não acompanha essa tendência. Para Aloísio Campelo, economista da entidade, o brasileiro pode estar aprendendo a economizar ou então passou a direcionar os gastos para outros tipos de consumo, uma vez que a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) deixou de vigorar, prevalecendo, no atual momento, o dólar em baixa – bom para compra de produtos importados e viagens ao exterior.

Em comparação a outubro, o índice de expectativas de compras de bens duráveis manteve-se praticamente imutável em novembro, em 87,5 pontos. Do total de pessoas questionadas e agregadas à entrevista, 14,5% creem que no penúltimo período do ano existem maiores chances de aquisição de um bem, contra percentagem de 14,2% do mês passado.

Na óptica de Campelo em reportagem veiculada pelo G1, outra disposição é a de que os consumidores já compraram os bens duráveis pretendidos, portanto, sem a necessidade de adquirir outros.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda na 3ª Quadrissemana de Novembro de 2010


Nota emitida à imprensa pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe) enuncia que a inflação ao Consumidor em São Paulo desacelerou em novembro, conjeturando, portanto, início de baixa da elevação de custos dos Alimentos, bem como variações mais amenas nos grupos Transportes e Habitação.

Na terceira quadrissemana do mês o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,77%, ante incremento de 0,87% contabilizado na segunda quadrissemana. Os preços de Alimentação, especificamente, elevaram-se um pouco menos, para 2,02%, sobre 2,15 de antes.

Os custos de Habitação, influenciados pelo reajuste dos combustíveis, contabilizaram ascensão de 0,54% na terceira quadrissemana de novembro, ante acréscimo de 0,73% anterior.

Por outro lado, os custos de Vestuário apresentaram tendência diferente, pois aceleraram para o avanço de 0,54%, contra 0,37% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Serasa Experian – Consumo dos Brasileiros – Alta em 2010


O otimismo dos consumidores com a economia do país tem por base três pontos de análise bem fomentados pela imprensa nacional: crescimento do número de postos de trabalho, acesso ao crédito de maneira menos restrita e aumento da massa salarial. Cada qual contribuiu, especialmente neste ano, para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com desaceleração prevista para o terceiro trimestre.

As datas festivas, entre as quais Natal e virada de 2010 para 2011, têm incitado os brasileiros a renegociarem suas dívidas para, então, contraíram novas compras, parceladas ou não. De acordo com informações relacionadas no Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o consumo das famílias aumentou 7,4% no acumulado deste ano.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL sopesa avanço de 6,2% se analisado somente setembro de 2010 com o mês igual do ano passado. Em comparação a agosto deste ano, porém, o consumo dos lares abarca incremento de 0,7% – após ascensão anterior de 0,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Consumo de Brasileiros em Viagens Internacionais e de Extrangeiros no Brasil


Informações divulgadas recentemente pelo Banco Central revelaram que o consumo dos brasileiros em viagens fora do país continuam a ascender, tanto que em outubro chegaram a US$ 1,692 bilhão, montante que reunido aos nove meses anteriores do ano acumulam gastos de US$ 13,160 bilhões, bem acima dos US$ 10,898 acumulados nos 365 dias de 2009.

Em contrapartida, descreve a Band Online, as despesas de estrangeiros no país somam entre janeiro e outubro US$ 4,575 bilhões, também superior ao acúmulo registrado no período análogo do ano passado, de US$ 4,320 bilhões. Se relacionado somente o décimo mês de 2010 existe queda anual, dos atuais US$ 436 milhões, ante US$ 451 milhões de antes.

Estabelecendo-se comparativo entre gastos dos residentes no país contra despesas de estrangeiros dentro das fronteiras tupiniquins, há saldo negativo de US$ 8,402 bilhões no acumulado de todo o ano até outubro e de US$ 1,256 bilhão apenas no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC-S – Crescimento na 3ª Prévia de Novembro de 2010 – FGV


Nota divulgada na terça-feira, 23 de novembro, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou aumento de 0,85% no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na terceira leitura deste mês. O percentual situa-se pouco acima da alta anterior da segunda prévia, de 0,72%.

Segundo a FGV, esse foi o maior resultado constatado desde a primeira semana de abril passado, quando o índice subiu 0,98% em comparação ao período imediatamente anterior. O principal motivador desse avançou teve por origem o grupo Alimentação, com alta de 1,98%, ante 1,93%.

Os componentes que contribuíram amplamente para essa variação foram as carnes bovinas, com incremento de 9,93%, e as frutas, que obtiveram crescimento de 2,71%.

Os custos no grupo Vestuário indicaram elevação de anteriores 0,86% na segunda prévia de novembro para 1% na terceira leitura. Os preços de Saúde também contraíram avanço na mesma base comparativa, de 0,23% contra 0,14%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Economia Brasileira – Otimismo dos Consumidores – Outubro de 2010


A economia brasileira tem propiciado a elevação do otimismo dos brasileiros. Com as medidas do governo no final do ano passado e início deste – sobretudo a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – juntamente ao aumento do poder de compra e acesso ao crédito, os cidadãos tupiniquins creem que a situação pode melhorar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa DataSenado edificada no mês passado, 61% das pessoas confiam que a situação econômica tende a melhorar nos próximos meses. O otimismo é mais amplo se relacionados os cidadãos de baixa renda.

Entre os brasileiros sem qualquer fonte de renda, 64% acreditam numa melhoria. Na mesma tendência anteriormente descrita, 63% das pessoas com remuneração de até dois salários mínimos confiam nesse movimento e 59% dos questionados com ganhos entre dois e cinco salários mínimos preveem enriquecimento.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL também assinala que 55% da população com renda entre cinco e dez salários mínimos possuem perspectivas positivas, pouco acima do índice de 53% entre aqueles com rendimento superior a dez salários.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Nível de Confiança das Empresas – Novembro de 2010


Conquista relativamente recente, o bom momento da economia brasileira incide de maneira positiva sobre os empresários, tanto que o otimismo deles continua alto neste mês, em 62 pontos, porém abaixo dos 62,8 de outubro. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mesmo assim o indicador está num nível avançado, pois valores superiores a 50 pontos sugerem confiança.

Em nota, a confederação examina que dos 26 segmentos da indústria de transformação relacionados no levantamento, 18 encabeçam indicadores além da média histórica. Segundo o portal de Economia Terra, a construção civil acumula 63,5 pontos e a indústria extrativa 64,1 pontos, avanço respectivo de 1,9 ponto e 0,6 ponto entre outubro e novembro.

Apesar desses bons dados, a indústria de transformação é aquela que mais apresentou recuo, de 62 pontos para 60,6 pontos. No acumulado de 2010, pois, o segmento contabiliza míngua de 6,7 pontos.

Ao bifurcar o levantamento por porte de companhias, as pequenas registraram recuo para 60,8 pontos e as médias para 61,1 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Inflação, Selic, PIB – Previsões para 2010 e 2011


Dados levantados e divulgados pelo Banco Central por meio do relatório Focus majoraram a perspectiva de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010. De acordo com o documento, o índice de 5,48% da semana passada passou para 5,58%.

Para o ano que vem a projeção de 5,05% de uma semana atrás foi para 5,15%. Ambas as percentagens (a anterior e a nova) extrapolam a meta de inflação dos dois anos, de 4,50%, porém há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo a agência Reuters, o cálculo para a inflação nos próximos 12 meses apresentou leve elevação, de 5,24%, ante 5,21% de antes. A Selic, taxa básica de juros da economia, foi nutrida em 10,75% para 2010 e 12% para o final de 2011.

Os dados acima mensurados foram acompanhados também pela estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mantido em 7,60% para 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índices Gerais de Preços – Expectativas de Crescimento até o final de 2010


O consumidor brasileiro percebe já há algumas semanas, alta nos preços de alguns produtos nas prateleiras de pequenos, super e hipermercados. O feijão carioquinha, o mais comum, e a carne de segunda subiram consideravelmente, incidindo, portanto, no custo da cesta básica.

Para Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o atual cenário de avanços nos custos das commodities no atacado pode continuar a pelo menos no curto prazo até o final de 2010, sobretudo as pleiteadas pelo segmento agrícola. Em sua visão, o movimento deve nutrir a elevação das taxas dos Índices Gerais de Preços (IGPs).

Com o aumento dos preços em meados de setembro, Quadros observa existir alguma resistência nos custos das commodities no atacado. Quando ocorreram esses primeiros aumentos, acredita, não era possível sentir que as altas abrangessem uma sustentabilidade contemporizada. Avalia, por fim, que esse fator não é pontual.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1