Empregos na indústria sofrem recuo de 0,1% em janeiro 2015



  

A pesquisa realizada pelo IBGE mostra alguns números negativos no setor

As primeiras informações divulgadas pelo IBGE em relação ao setor industrial, em especial, sobre o mês de janeiro de 2015 já se mostram negativas. De acordo com os dados levantados, o total de pessoas empregadas na indústria brasileiras sofreu um recuo de 0,1% no mês apontado, se comparado com dezembro de 2014.

Esse setor do mercado voltou a mostrar números negativos logo depois do mês ímpar de dezembro que obteve uma alta de 0,3%. Com isso, uma sequência de oitos meses consecutivos em queda havia sido interrompida.

Indo um pouco mais além, em janeiro de 2014 o emprego na indústria havia caído bem mais do que a atual medição. A queda registrada foi de 4,1%.

Seguindo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, se pegarmos como exemplo os últimos doze meses vamos encontrar um retrocesso de 3,4%. Já as áreas afetadas foram as mais variadas possíveis.

Leia também:  Salário Mínimo - Valor em 2017




Encabeçando a fila, vamos ter o setor de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações com 11,3% negativos, os meios de transporte que registraram 7,7% negativos e produtos de metal também com recuo de 7,7%.

Apesar de todos os números apontando para o lado ruim, houve setor que registrou crescimento. Aliás, o único a apontar números positivos foi o de produtos químicos, com 0,5%.

Informações sobre como anda a produção da indústria também foram divulgadas. Segundo as análises no primeiro mês deste ano foi registrado um avanço de 2% quando comparado com o mês anterior. Lembrando que as perdas no mês de dezembro foram de 3,2% e em novembro de 1,1%.

Leia também:  Brasileiros que moram fora do Brasil podem sacar o FGTS Inativo

E o que dizer sobre os salários? Bom, no mês de janeiro deste ano o salário também sofreu alterações. Houve um ajuste sazonal na folha de pagamentos que representou um recuo na faixa de 0,5% em uma comparação feita com o mês imediatamente anterior. Já no que diz respeito às horas pagas, segundo o IBGE, houve um crescimento de 0,2% em relação a dezembro.

Por Denisson Soares