Contas de luz ficarão mais altas a partir de 2 de março



  

As contas de luz vão subir em média 23,4% e o aumento já começa a valer a partir desta segunda-feira, dia 2 de março, pois estarão vigorando a nova revisão que foi feita de forma extraordinária pela Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica.

Os consumidores da região Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil vão ter um aumento na conta de luz de 28,7% em média, sendo até 4,5 vezes a mais do que os consumidores das regiões Norte e Nordeste do país, onde o aumento será de 5,5% em média.

O motivo do aumento no valor da conta de luz ser maior para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, é porque para estas 3 regiões há um custo mais alto a ser coberto, por exemplo, a energia elétrica fornecida pela hidrelétrica de Itaipu foi reajustada em quase 50% este ano, sendo repassado este aumento somente aos consumidores destas 3 regiões onde o aumento será maior.

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Das 63 distribuidoras de energia no país, 58 foram autorizadas pela Aneel a realizar o reajuste que será maior no estado do Rio Grande do Sul, onde os consumidores da AES Sul, cerca de 1,2 milhão de pessoas, terão um reajuste de 39,5%.

O aumento entre as maiores distribuidoras do país ficará com a Copel, que atende o Paraná, cujo reajuste foi de 36,4%. Em São Paulo, a Eletropaulo reajustou as contas em 31,9% e a CEMIG, que atende os consumidores de Minas Gerais, teve um reajuste de 28,8%.





Porém, os clientes de 4 distribuidoras não sofrerão com o reajuste na conta de luz, são eles:
CEA, que atende o Amapá, pois a empresa não pediu revisão extraordinária à Aneel; Energia, no Amazonas; Boa Vista e CERR, em Roraima que não dependem do SIN – Sistema Interligado Nacional.

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E os consumidores podem esperar por mais um aumento nas contas de luz ainda neste ano de 2015, pois este aumento foi autorizado de forma extraordinária e a Aneel ainda irá autorizar um novo reajuste ordinário, que é o reajuste feito uma vez ao ano.

Atualmente, as contas estão com "bandeira vermelha" que cobra uma taxa extra de R$ 5,50 a cada 100 kWh – quilowatts-hora – de energia utilizada.

Por Russel

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