Previsões indicam que PIB terá redução de 0,42% em 2015



  

Você sabe o que é o PIB? Ele representa a soma de tudo que é realizado do território do país em relação a bens e serviços. Sua função é medir o crescimento da economia.

Economistas do mercado financeiro não estão nada otimistas em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), conforme previsão divulgada pelo Banco Central na última quarta-feira, dia 18, haverá “encolhimento” de 0,42% ao longo de 2015. Esse dado possui como base uma pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras.

Após sete semanas de piora do mercado para o PIB de 2015, pela primeira vez os bancos divulgaram essa precisão de encolhimento. Até duas semanas atrás, previa-se crescimento zero para o PIB em 2015. Essa mesma previsão foi divulgada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao longo do encontro reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que ocorreu em janeiro.

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No mesmo momento em que a estimativa para o PIB regrediu, a previsão de inflação para este ano subiu. A menos de duas semanas a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2015 era de 7,15%, esta semana passou para 7,27%. Se esse dado for confirmado, corresponderá a maior taxa desde 2004.





Visando reorganizar as contas públicas, o governo não repassará mais os R$ 9 bilhões que estavam estimados para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Em consequência, o preço da energia elétrica pode subir em 40% até o final do ano. Outro novo aumento será na tributação dos combustíveis ao longo das próximas semanas, está previsto 6,5% no diesel e 8% na gasolina.

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A taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano, prevê-se subir para 12,75% até o fim de 2015.

Em 27 de março o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará informações oficiais sobre o PIB do 4º trimestre de 2014, e então será possível confirmar informações a respeito de recessão ou não no último trimestre do ano passado. 

Por Rafaela Fusieger

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