Suíça poderá ter o maior salário mínimo do mundo



O trabalho é algo extremamente essencial para o ser humano e está presente em nossas vidas desde o nosso surgimento até os dias atuais. Após as diferentes fases do trabalho, o mesmo passou a virar um emprego logo após a Revolução Industrial, sendo assim, os trabalhadores passaram a ser empregados e serem assalariados. A questão salarial varia de acordo com cada país, suas leis, bem como outros detalhes como, por exemplo, países subdesenvolvidos tendem a dispor de um piso salarial baixo.

Uma notícia que já “correu” todo o mundo é justamente quanto ao fato da Suíça ter organizado um referendo, em 18 de maio de 2014, onde através desse referendo será decidido se o país e irá dispor do maior piso salarial do mundo. Para quem ainda não sabe, a Suíça é um país localizado na Europa e também um dos mais desenvolvidos do mundo.

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Em relação à votação no referendo é importante destacar que os suíços irão, por meio de votação decidir se o piso salarial do país passará a ser de 4.000 francos, o equivalente hoje a cerca de R$ 10.000. Esse é um valor bastante alto e, por isso vem ganhando bastante destaque em toda a imprensa internacional.

Uma das curiosidades em relação ao possível novo valor do piso salarial suíço é justamente quanto ao fato de que se o mesmo for aprovado será nada menos que 13,8 vezes maior que o valor brasileiro, que atualmente é de R$ 724.

Vale ressaltar que cerca de 90% dos trabalhadores suíços já ganham mais do que o piso salarial proposto, 4.000 francos, porém os empregadores afirmam que a proposta iria aumentar o rendimento em toda a economia suíça. Além disso, a proposta ainda tem o forte apoio dos sindicatos suíços, que usam como argumento o fato dos preços praticados no país, dessa forma, o ajuste do piso salarial seria uma necessidade.

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É importante destacar que pesquisas já foram feitas em relação à opinião dos suíços sobre o ajuste do piso salarial, onde 52% estão propensos a rejeitar a proposta. Porém, no mês passado (março de 2014) outro instituto do país divulgou que esse mesmo percentual apoiava a medida.

Por Bruno Henrique