História do Salário Mínimo no Brasil



  

Por lei, os trabalhadores maiores de 18 anos com carteira assinada no Brasil devem receber pelo menos um salário mínimo. Esse direito trabalhista resulta das leis que chegaram ao país no final da primeira metade do século XX, regras instituídas por Getúlio Vargas.

No começo da década de 40, houve um primeiro decreto oficial que se relaciona com o salário mínimo no Brasil. De acordo com as regras legais, a maior quantia era paga aos trabalhadores do Rio de Janeiro (240 mil réis), capital do Brasil na época. Em São Paulo, a quantia iniciou em 220 mil réis.

Para fazer o cálculo dos valores na primeira tabela do salário mínimo brasileiro, se considerou a média salarial da região junto com o custo da cesta básica. Em 1943 aconteceu o primeiro ajuste de forma oficial.

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No ano de 1979 a revisão do salário mínimo começou com uma revisão de modo mensal. Porém, por conta dos valores altos nos índices inflacionários da década de 80, o poder público instituiu uma ordem oficial para corrigir os valores anualmente.

Em 1946 houve a ordem oficial que considera o salário mínimo como os valores ideais para que os cidadãos possam promover o sustento de sua família. De 1951 a 1964, aconteceram reajustes de forma frequente na quantia mínima recebida por trabalhadores.





Depois do período houve golpe militar. Com generais no poder, o salário mínimo tinha política na qual apenas acontecia reajuste se a nação demonstrasse melhora nos índices do ciclo da produtividade. A conta considerou os valores da inflação, que na época era alta ao extremo. Por esse motivo que no regime dos militares o mínimo ficou em patamares baixos.

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No ano de 1984 surgiu a união no valor do mínimo de forma federal. Em 2007 o salário começou a ser revisado de acordo com a inflação do ano anterior.

Por Renato Duarte Plantier



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