Cesta básica de São Paulo aumenta para R$ 318,21



  

Um dos quesitos utilizados para medir o salário mínimo do trabalhador, a cesta básica nem sempre converge com o real valor do piso. O pacote de produtos essenciais à existência do cidadão vem apresentando elevação nos últimos meses, com destaque ao município de São Paulo, um dentre os locais com o maior custo de vida em todo o Brasil.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o valor da cesta básica no município saltou 0,24% na semana entre os dias 08 e 14 de abril em comparação ao intervalo imediatamente precedente. Os anteriores R$ 317,37 foram “substituídos” por R$ 318,21 ao final do mais recente período.





Dos 31 produtos sondados pelo levantamento, 15 ilustraram avanço em seus valores, outros 13 diminuíram de preços e apenas três mantiveram os números. O único grupo a ilustrar desaceleração em seu custo foi Alimentação, com baixa de 0,05%. Limpeza e Higiene Pessoal, por outro lado, delinearam alta de 2,03% e 1,01%, respectivamente.

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Os produtos que mais apresentaram incremento de preços foram a batata (por quilo), com índice positivo de 4,85%, seguida por papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), +4,74%, salsicha avulsa (quilo), +4,10%, sabão em barra (unidade), +3,95%, e cebola (quilo), +3,83%. Em contrapartida, registraram decréscimos macarrão com ovos (pacote de 500 gramas), -2,70%, desodorante spray (de 90 a 100 mililitros), -2,15%, feijão carioquinha (pacote de 1 quilo), -1,67%, frango resfriado inteiro (quilo), -1,62%, e sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), -1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei