IBGE – IPCA-15 apresentou queda em março de 2011



  

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ganha fama popular, infelizmente, durante os Censos. Em todos os meses, de todos os anos, a instituição elucida ao país vários medidores econômicos, como é o caso do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que em março ilustrou variação de 0,60%, taxa abaixo da registrada no mês anterior, de 0,97%.

Responsável por explanar dados acumulados dos últimos três meses do IPCA-15, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) abraçou taxa de 2,35% entre janeiro e março de 2011, superior, portanto, à variação de 2,02% do período igual de um ano antes. Enfatizando os últimos 12 meses, 6,13% foram registrados, também acima do intervalo análogo imediatamente anterior, de 6,08%.





O IBGE aponta ter ocorrido diminuição no IPCA-15 deste mês em função da categoria Educação, uma vez que o efeito dos reajustes sazonais de janeiro se manifestou no mês seguinte. O grupo, pondera o instituto, contraiu acréscimo de 1,03% no primeiro período do ano, pulando para 5,88% em fevereiro.

O destaque no sentido oposto (baixa) ficou ao cargo da categoria Alimentação, cujo índice decaiu para 0,57% em fevereiro, contra 0,46% de antes. Houve quedas e altas nos preços individuais, tanto pelo tomate, com índice aumentando 16,57%, como pelas carnes, com taxa decrescendo 2,33%.

Por Luiz Felipe T. Erdei