CSS – Fecomercio critica a criação do novo imposto da saúde



  

O Brasil é um dos países com os mais altos impostos em todo o mundo. Os brasileiros precisam trabalhar vários meses para pagar apenas tributos. O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), instalado no centro da capital paulista, contabilizou R$ 1,27 trilhão ao final do ano passado. A tendência ainda é de crescimento.

Há alguns meses, a imprensa noticiou a possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF). O assunto, porém, foi deixado de lado durante curto período, pois recentemente informações apontam para a criação de tributo semelhante, batizado de Contribuição Social para a Saúde (CSS).

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) destaca que a reforma tributária, tão essencial ao país, não deve ser encarada e atrelada à CSS. Pondera ser necessária a diminuição e aplanamento das obrigatoriedades aplicadas aos contribuintes, para, então, o país conseguir emplacar redução de carga tributária.





De acordo com a Fecomercio, os poderes Municipal, Estadual e Federal devem resolver seus interesses particulares e facilitar muitos processos recheados de burocracia, os quais, se solucionados, deixariam de estrangular a esfera privada.

Os políticos que lideram a população, em qualquer nível de poder, precisam repensar que o Brasil deve, antes de tudo, obter o tão sonhado crescimento sustentável, o qual inclui não apenas avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mas a qualidade de vida da população.

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Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fecomercio