Procon-SP – Valor da Cesta Básica apresentou alta em São Paulo



  

Boa qualidade de vida não significa, necessariamente, ter dinheiro para adquirir todos os bens e serviços disponíveis. É trivial que os brasileiros tenham a seu favor uma série de componentes que tragam satisfação, então ilustrados na Constituição do país – acesso à moradia, saúde, diversão, alimentação etc.

A realidade, porém, é bem diferente em comparação à idealização. O salário mínimo, de R$ 545, é insuficiente para a realização de todos os pontos ideais, principalmente se relacionados alimentos. Prova destas poucas palavras é o valor da cesta básica no município de São Paulo, que na semana de 4 a 10 de março acumulou alta de 0,27% em comparação aos sete dias anteriores.

Com esse avanço, sinaliza a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o custo da cesta-base, como muitos preferem dizer, passou de R$ 310,25 para R$ 311,09. O grupo Alimentação representou avanço de 0,33%, assim como Limpeza, cujo índice cresceu 0,19%. A única baixa foi de -0,23% no grupo de Higiene Pessoal.

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Desde o início de março, ressalta a fundação, a cesta básica no município acumula avanço de 1,24% e nos últimos 12 meses, de 7,76%.





Os produtos que apresentaram maior crescimento foram a batata, por quilo (5%), a cebola, por quilo (4,69%), o sabonete, unidade de 90 a 100g (1,59%), o macarrão com ovos, pacote de 500g (1,36%) e o frango resfriado inteiro, por quilo (1,19%). Por outro lado, as maiores quedas constadas ficaram por conta do creme dental, tubo de 90g (2,38%), do biscoito maisena, pacote de 200g (1,65%), da salsicha avulsa, por quilo (1,42%), do alho, por quilo (1,36%), e do desodorante spray, em embalagem de 90 a 100 ml (1,29%).

De todos os 31 produtos sondados no levantamento, 16 contraíram alta de preços, dez tiveram custos mais baixos e apenas cinco ficaram estáveis.

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Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon