Energia Elétrica fica mais cara no interior de SP



  

A energia elétrica é um bem intrínseco ao mundo atual. Até aldeias indígenas, que na época das séries iniciais do ensino fundamental são vistas como atrasadas tecnologicamente, fazem uso de televisores. Entretanto, todo benefício tem seu custo, e consumidores de inúmeros municípios do interior de São Paulo desembolsarão um pouco mais para acender luzes, ligar geladeiras, entre outros.

Segundo informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os clientes atendidos pelas distribuidoras Companhia Jaguari de Energia (CJE), Companhia Paulista de Energia Elétrica (CPEE), Companhia Luz e Força Santa Cruz (CFLSC), Companhia Luz e Força Mococa (CLFM) e Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista) terão reajuste médio de 11,33% nas contas, com destaque a pessoas físicas abrangidas pela CPEE, de 16,03%, e a pessoas jurídicas acolhidas pela CLFSC, de 19,26%.

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Por outro lado, as altas mais amenas à residências foram estipuladas aos atendidos pela CPFL Sul Paulista, de 6,7%, e às indústrias pela Jaguari (CJE), de 6,45%.

As tarifas entrarão em vigência a partir de 03 de fevereiro (quinta-feira) aos clientes instalados em São José do Rio Pardo, Itapetininga, Mococa, Jaguariúna, Divinolândia, Guareí, Pedreira, entre outros.





De acordo com a Aneel, os índices aprovados espelham, além de outras questões, a variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que em 2010 apresentou índice de 11,32%.

Para conferir a tabela de reajustes, acesse o site da agência.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Aneel



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