The Economist contesta crescimento do BNDES



  

A maioria dos brasileiros está satisfeita com os progressos do país nos últimos anos, afirmação justificada com base em levantamentos entre os cidadãos com relação à aprovação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar desse ponto altamente favorável, a revista The Economist, de origem britânica, voltou a contestar algumas realizações da nação tupiniquim.

O veículo de comunicação alegou, nesta semana, existir crescimento rápido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), porém, com pouca competição e transparência. o veículo de imprensa usou como comparação os empréstimos concedidos pelo Banco Mundial, abaixo, portanto dos feitos pela instituição do Brasil.





Além de relacionar essas características, a revista cruzou alguns cargos e seus respectivos nomes. Em reportagem enunciada pelo portal de notícias G1, avaliou existir junções políticas do BNDES, tais como Guido Mantega, ministro da Fazenda, ser ex-presidente do banco brasileiro e Luciano Coutinho, atual gestor da entidade, o preferido da presidenciável Dilma Rousseff (PT) para sucedê-lo.

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Embora esteja situada em outro continente, a revista parece muito bem acompanhar as entidades brasileiras. Qual é o seu objetivo principal?

Por Luiz Felipe T. Erdei



2 comentários em “The Economist contesta crescimento do BNDES

  1. concorco, estamos longe ainda de um crescimento, que podemos dizer, agora sim o Pais dá condições de vida ao seu povo.
    a situação é critica em muitas cidades do interior, precisamos fazer uma REFORMA NO BRASIL E NÃO PODE DEMORAR.
    Precisamos diminuir o tamanho do ESTADO, para atender outras aress como a SAUDE ! A EDUCAÇÃO, SEM AUMENTAR IMPOSTOS, VEJA BEM, REFORMANDO ESTE BRASIL.

  2. Concordo com a reforma, mas isso é algo que nós que vivemos aqui sabemos e não apenas comparamos com linhas e acontecimentos em outros lugares.
    Infelizmente países grandes tem esse problema, ou caminha sob a bandeira da ditadura ou terá grandes diferenças economicas/sociais entre uma região e outra, caso de Brasil, China, EUA.
    Precisamos sim de mais atenção, mas cada politico só arruma as regiões onde foi mais votado, onde é mais querido para assegurar uma possivel reeleição. Quase ninguém ou ninguém se importa tanto com os outros estados e cidades onde o candidato da oposição é preferido.
    Mas isso não é só culpa do governo federal, olha para sua cidade, vai me dizer que todos os vereadores cuidam de toda ela por igual?
    Não é só o governo Lula, é todos os tipos de governo e não começa lá de cima, começa embaixo, em nós eleitores.
    Já que é ano de eleição deveríamos ver isso antes de votar e dizer:

    “Se não der certo tem o impeachment, ou espero os 4 anos passar e voto em outro.”

    Nós deveríamos de parar com essa idéia de votar no rosto bonito, no candidato de nome, no partido grande e começar a ver a pessoa por tras do politico, suas alianças, tentar descobrir suas intenções, afinal a pessoa errada pode acabar com pais e não seria necessario 4 anos de mandato pra isso.

    Agora quanto a comparação e comentarios do The Economist, lembro-me que uma vez ouvi uma comparação de que quando um time vai bem o outro tenta
    desacreditá-lo perante os outros.
    O Brasil não é nenhum modelo a se seguir em todas as questões, mas já está sendo falado, mencionado demais nas questões politicas exteriores e o mercado aqui não é lá muito apreciável para ser investido.
    Não temos ouro, petróleo apesar das recentes descobertas ainda não é uma ”grande mina” e infelizmnte não temos crises internas que possibilte uma invasão militar estrangeira.
    Já o EUA detem a maior parte do ouro apesar de toda a crise, sempre determinou quase tudo que ocorre no mundo,em outras palavras são eles que ”batem o martelo” ( ou batiam )nas decisões de quase tudo relacionado a politica mundial, e se eu tivesse meu dinheiro,se a maior parte de meus investimentos estivessem ali e um país ao qual nunca investi começasse a se destacar mais que onde está meus investimentos, eu tentaria derrubá-lo.
    É uma regra simples de negócio que envolve intriga, meias-verdades, e até provas verdadeiras, mas qual a real intenção por trás disso?
    Politicos corruptos, ligações entre empresas privadas e publicas ha em todo lugar, é só viver num país capitalista pra saber disso.
    O fato é que se eu estou em crise, eu tento prestar atenção aos meus negócios e sair dela o mais rica possivel ou reanimar o mercado onde investi, e se um outro país ou banco ou instituição que seja, se alguém está no meu caminho ,eu tento minar suas forças e defesas perante os os olhos do mundo antes de atacar.