Destaque em Rio de Janeiro

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Renda média do trabalhador no Rio de Janeiro – Alta em fevereiro de 2012


A renda média do trabalhador no Rio de Janeiro bateu recorde no mês de fevereiro desse ano, as informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. De acordo com o órgão, o trabalhador fluminense teve aumento de 3,7% na renda média mensal, o que representa um aumento anual de 0,4%, os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Emprego realizada pelo Instituto.

O salário no Estado do Rio de Janeiro é o melhor desde fevereiro do ano de 2003, o valor apresentado foi de R$ 1.805. Quando comparado ao primeiro mês do ano, a alta foi a maior entre as regiões consultadas para a pesquisa, chegou inclusive a superar o índice de São Paulo que ficou em 2,6%. Vale ressaltar que São Paulo é a região com a maior renda nacional.

Ainda segundo informações do IBGE, o Rio de Janeiro teve a maior média nacional com relação ao poder de compra. Outro ponto de destaque foi a taxa de ocupação do Estado, que passou de 51,6% em 2011 para 52% nesse ano. A maior taxa de emprego foi registrada nos setores de construção e comércio.

Por Joyce Silva



Aumento na Tarifa de Energia Elétrica no Rio de Janeiro


Os consumidores do Rio de Janeiro atendidos pela empresa Ampla terão aumento em suas contas de luz. A medida já foi aprovada pela Aneel e deve entrar em vigor nos próximos dias. A média do aumento foi de 6,68%, sendo 6,28% para os domicílios e 7,7% para as indústrias.

O novo preço recebeu o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica essa semana, ao todo 66 cidades do estado do Rio de Janeiro serão atingidas pela resolução.

De acordo com a Aneel, o reajuste foi baseado no cálculo que considera os custos que a empresa apresentou no período que não teve aumento, foi levada em consideração a variação desses gastos. Outros fatores usados para calcular o aumento foi o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e o Fator X (valor que tem como base a produtividade das empresas concessionárias e determina a redução que deverá ser aplicada no cálculo do novo preço).

Vale lembrar que esse não foi o primeiro reajuste sofrido no estado do Rio de Janeiro, outros serviços já receberam aumento, sendo que alguns desagradaram a população, que exige qualidade superior a oferecida atualmente.

Por Joyce Silva



Ipea revelou a renda Per Capita do Rio de Janeiro


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, apresentou um estudo referente à renda per capita do Rio de Janeiro, de acordo com a instituição o Estado brasileiro apresentou resultados preocupantes. Mesmo tendo alta renda per capita, o Rio também possui milhares de moradores abaixo da linha da pobreza.

Segundo o estudo, o Rio ocupa a terceira posição com relação ao valor da renda por família, que passou para R$ 835, em pesquisa anterior esse valor era de R$ 698. Isso fez com que o número de moradores que recebiam menos de R$ 70 por mês reduzisse em 45%, vale ressaltar que o índice usado para definir se alguém vive, ou não, na linha extrema de pobreza é de R$ 2 diário. Em 2001 cerca de 4% dos moradores do Estado do Rio viviam nessas condições, esse percentual caiu em 2009 para 2,2%.

Mesmo com essa diferença entre ricos e pobres, a entidade considerou o resultado satisfatório visto que o Rio é um Estado que tem crescido e acumulado riquezas, e que é necessário levar em consideração as características próprias da região.

O estudo teve como base os anos de 2001 a 2009, e levou em consideração dados fornecidos pelo IBGE, conseguidos durante a Pesquisa Nacional por Amostrar de Domicílios.

Por Joyce Silva



ENF irá reajustar tarifas de Nova Friburgo (RJ)


Ter acesso a energia elétrica é um bem, grosso modo, garantido pela Constituição do país. Um simples “acender de luz”, “ligar o chuveiro”, “grelhar uma carne numa assadeira elétrica” e inúmeros outros exemplos são tarefas que passam despercebidas no dia-a-dia, mas basta uma queda no sistema para que esse recurso seja bem lembrado.

No dia 18 de junho, a Energisa Nova Friburgo Distribuidora de Energia S/A (ENF) reajustará as tarifas de energia às residências de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. A decisão foi acordada na terça-feira (24 de maio) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Inicialmente, a empresa havia solicitado alteração do reajuste para 15 de março do próximo ano no intuito de o acréscimo casar com o reajuste a ser efetuado pela Ampla Energia e Serviços S/A. Caso o adiamento ocorresse, o aumento seria consideravelmente elevado porque é revisto com base na variação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Carrefour lança cartão de compras pré-pago no Rio de Janeiro


Um brevíssimo histórico precisa ser descrito para introduzir uma novidade aos consumidores. O movimento de ascensão das classes de remunerações mais baixas para novos tipos de bens e serviços culminaram na terminologia "nova classe média", a mesma que integra mais de 50% de toda a sociedade. Outro ponto positivo ocorre em relação à bancarização; atualmente, muitos cidadãos têm acesso a serviços bancários, tarifados ou não.

Essa mesma classe média, hoje mais otimista e com melhor renda mensal, passou a ser escopo de inúmeros setores, inclusive o supermercadista. O Carrefour deu início a um produto que visa facilitar o pagamento de compras de seus clientes. Ainda em fase piloto, o mecanismo financeiro é nada mais que um Cartão de Compra Pré-Pago, encontrado nos valores de R$ 30, R$ 60 e R$ 100, com bônus de até 15% sobre o montante creditado.

Por enquanto, apenas os cariocas que frequentam as lojas das regiões de Alcântara, Barra, Belfort Roxo, Campo Grande, Duque de Caxias, Manilha e Sulacap podem usufruir a novidade. Aprovada, segue para outras unidades federativas.

O poder da classe média está, ou não, contaminando as empresas? Estudos diversificados apontam que algumas companhias ainda enfrentam dificuldades em se adaptar a esse público; caso isso se mantenha, uma clientela optará pela concorrência. O Carrefour demonstra, com essa iniciativa, total interesse em atender essa casta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Paulista de Supermercados



Salário Mínimo Rio de Janeiro 2011 – Valor do Piso Salarial


Muitas pessoas quando estão à procura de um emprego  sempre querem ficar por dentro de quanto é o piso salarial da sua função.  Pois bem, vamos aqui dar o início a uma série de matérias que contemplarão vários estados brasileiros sobre a faixa salarial entre algumas funções.

Primeiramente iremos abordar o estado do Rio de Janeiro. Na localidade a faixa salarial pode variar entre os valores de R$ 553,31 e R$ 1.484,58.

Agora ficaremos sabendo as funções e os seus vencimentos propriamente ditos. Quem recebe o valor de R$ 553,31, são trabalhadores de áreas agropecuárias e também florestais.

Caso esteja em cargos como empregado doméstico, trabalhe com manutenção, auxiliar de serviços gerais e afins, terá uma base salarial de R$ 581,88.

Na faixa dos R$ 603,31 até o valor de R$ 665,77, estão as pessoas que atuam em serviços administrativos, operadores de caixa, vendedores, fiscais, despachantes, cobradores de transporte, administradores, telefonistas, datilógrafos , contadores, entre outros.

Caso você tenha atuação em áreas como contabilidade de nível técnico, telecomunicações ou atue como professor de ensino fundamental, advogados, arquivista, contador, entre outras funções, poderão receber vencimentos que ficam entre o valor de R$ 782,93 até R$ 1.484,58.

Outra informação importante é que nesta primeira semana de março entrou em vigor a lei que reajusta o salário mínimo para o valor de R$ 545. O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou que vai manter o índice de reajuste que foi estabelecido pela nossa presidente Dilma Rousseff.

Para conferir todas as informações sobre as funções e as faixas salariais, clique aqui.



Salário mínimo Brasil 2011 – e piso em SC, PR, RS, RJ, SP


Com a aprovação do novo piso regional paranaense no dia 1º de maio, todos os estados abaixo já tem definidos os seus pisos regionais para o ano de 2011. Seguem abaixo:



Valor da Cesta de Compras – Aumento no RJ


Segundo informações apregoadas pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomercio-RJ), o valor da Cesta de Compras da cidade do Rio de Janeiro aumentou 0,57% na segunda semana deste mês, passando de um custo de R$ 432,55 constatado sete dias atrás para R$ 435.

A federação avalia que todos os níveis de renda majoraram alta no valor. Os lares com até oito salários mínimos mensais avançaram suas despesas em 0,55% e entre as famílias com remuneração superior a esse patamar, o índice se destacou em 0,58%.

A Cesta é composta por 39 itens, e dentre todos, a alface foi a que apresentou maior alta (acréscimo de 8,62% em seu valor), em seguida veio o tomate e a cenoura (ascensão próxima de 5% cada). A batata, diferentemente, abraçou percentual negativo de 4,02%.

Segundo a Fecomercio, o crescimento mensal da Cesta de Compras chegou a 0,90%. No acumulado do ano, porém, avanço de 2,70% e nos últimos 12 meses, crescimento de 10,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa Preço Médio da Refeição 2011 – RJ tem Refeição Mais Cara


Com tempo cada vez mais escasso, ou por opção mesmo, parte dos brasileiros procura se alimentar fora de casa. Desde um prato feito comum , conhecido por PF, até culinárias de outros países, tais como japonesas, árabes e italianas, o custo é dessemelhante entre as regiões.

De acordo com a Pesquisa Nacional 2011 da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), os cariocas são os que pagam mais caro para comer em locais que não seus lares. Apoiado pela Sodexo Motivation Solutions, o levantamento considera “comer fora de casa” uma refeição com prato principal, refresco não alcoólico, sobremesa e café.

O estudo revela que os residentes no Rio de Janeiro destinam R$ 26,57 por refeição, mais de R$ 4 reais acima da média da região Sudeste, que é de R$ 22,19. O valor a mais aos cariocas pode ser embasado no percentual de 5,91% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Além desta recorrência, o valor dos alimentos e a economia local aquecida completam as justificativas.

Para Geraldo Franca, presidente da Sodexo, a alta dos alimentos e o maior acesso dos brasileiros a restaurantes recaíram sobre os preços médios praticados e reunidos pelo estudo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Indústria do Rio de Janeiro – Vendas em 2010


Cada unidade federativa brasileira apresenta comportamentos diferenciados entre si nos quesitos econômico, industrial e sociocultural. Essas características tornam o Brasil “algo” único no mundo, tanto que em várias regiões as origens, sobretudo estrangeira, marcam vasta presença.

Segmentando-se a ideia ao setor industrial e, mais além, ao Rio de Janeiro, constata-se que as vendas reais da indústria carioca encerraram 2010 com avanço de 11,36% em comparação a 2009, deste modo o melhor resultado registrado desde o início da série histórica, em 2003.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, o segmento gerou no decorrer de 2010 cerca de 36 mil novas vagas de trabalho, incremento de 7,4% sobre 2009. Próximo a esse índice configurou-se a massa salarial, que apresentou progresso de 6,94%. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) saltou para 83,14% no ano, contra 80,25% de antes.

Na visão de Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ano passado foi distinto devido à recuperação do país ante a crise financeira mundial, bem como pelo poder de compra mais elevado da população e os maiores investimentos observados.

Com este e outros resultados divulgados nas últimas semanas por ‘N’ institutos e especialistas, 2010 não será um ano esquecido, que marcou também a transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff, a primeira presidente mulher do país. Muito, aliás, se espera da nova gestão, sobretudo o setor industrial, que vem sofrendo alguns prejuízos pela diminuição da competitividade ante outros países.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Empresas da região Serrana do Rio recebem orientações do Sebrae


A região Serrana do Rio de Janeiro tenta se recuperar das recentes chuvas que dizimaram centenas de pessoas e deixaram outras tantas à mercê de ajuda em nível nacional. Nesta semana, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) promete aumentar o trabalho de apoio às companhias instaladas em Petrópolis e Nova Friburgo, duas das mais comprometidas.

Participarão do intento a Caixa Econômica Federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Investe Rio, o Banco do Brasil e o Bradesco. Pelo que se tem notícia, a contribuição virá em forma de treinamento e palestras por meio de agentes financeiros devidamente habilitados.

Segundo Marcelo Weber, gerente da área de serviços financeiros do Sebrae, algumas das questões abordadas contemplarão, por exemplo, acesso a crédito e suas linhas. A entidade disponibilizará tendas e consultores para que assim possam ser criados projetos e refinanciamento de dívidas, bem como distribuição de materiais com orientações.

Um dos principais pontos a serem abordados é a movimentação da economia local, até então estagnada devido aos prejuízos. Se depender da empresa Projetando Soluções, a limpeza nas empresas da região será acelerada graças a um produto para dissipar camadas de óleo.

São ações como essa que precisam de maior atenção. As pessoas não querem simplesmente receber alimentos, bebidas e roupas de maneira gratuita. Querem condições para continuar a viver, por si só, com trabalho e família.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae



Distribuição dos Royalties do Pré-Sal


Em meio à polêmica estabelecida com a emenda Ibsen Pinheiro sobre a distribuição dos royalties do petróleo, e o prejuízo que causará, em caso de aprovação, ao estado do Rio de Janeiro, com a perda de sete bilhões de reais anualmente, uma pergunta é importante : Por quê mudar as regras do jogo no meio da partida ?

A forma de distribuição atual parece a mais justa pois destina uma parcela maior para os estados e municípios onde efetivamente o petróleo é explorado. Se os recursos não são utilizados como compensação dos danos da produção e o impacto nestas regiões, ou se não são usados no desenvolvimento dos municípios ou se quer fiscalizados, isto é uma outra discussão.

A mudança agora somente causará desequilíbrios e prejuízos. Para o pré-sal, então que se discuta uma nova distribuição justa para todos e que a regra estabelecida seja mantida, porque, hoje em dia, nenhum no futebol se vira mais a mesa.

Por Mauro Câmara



Comunidades carentes pacificadas agora vão ter agências bancárias


Com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora em comunidades carentes, instituições financeiras voltam suas miras para as classes mais baixas (C e D), enxergando um filão atraente de captação de negócios para estas faixas da economia.

Além de agências que já foram implantadas em áreas onde o poder legal tornou-se presente através das UPPs, como a Rocinha,  existe a previsão de abertura de outras mais, como por exemplo uma agência do Banco Santander no complexo do Alemão.

Os serviços oferecidos são os mesmos das demais agências e específicos para estas classes até agora excluídas, tais como : pequeno crédito, cadernetas de poupança e serviços sociais (FGTS, PIS, etc), inclusive seguro por acidentes que inclui até bala perdida e custa menos de cinco reais por mês.

Como um efeito dominó, estas comunidades esperam que agora o estado além da segurança e da inclusão econômica, traga também educação, emprego, saúde, saneamento e qualidade de vida.

Fonte : Jornal O Dia


Servidoras do Rio de Janeiro terão Licença-maternidade maior


A Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou a lei que amplia o período de licença maternidade para servidoras públicas do Estado.

Anteriormente o período era de 4 meses agora passou a ser de 6 meses o tempo da licença-maternidade. Há a possibilidade de prorrogar este benefício por mais três meses em caso de aleitamento. Esta prorrogação será concedida somente as servidoras que apresentarem laudo médico do serviço de Perícia Médica do Estado.

Bom para as mães e para os bebês!



Valor do Salário Mínimo atual – nacional, PR, RJ e SP


Os valores atuais do salário mínimo no Brasil – nacional, e estados do Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo – são os seguintes:

Nacional

R$ 465,00, instituído pela MP 456, de 30 de janeiro de 2009.

São Paulo

O salário mínimo paulista foi instituído pela Lei 12.967 de 29 de abril de 2008 (clique para ver os valores), e varia de R$ 450,00 a R$ 505,00, de acordo com a ocupação. Os valores são válidos até 1º de maio de 2009.

Rio de Janeiro

O salário mínimo fluminense foi instituído pela Lei 5.357 de 23 de dezembro de 2008 (clique para ver os valores), e varia de R$ 487,50 a R$ 1.308,00 de acordo com a ocupação. Os valores são válidos para todo o ano de 2009.

Paraná

No Paraná o salário mínimo atual foi definido pela Lei 15.826 de 1º de maio de 2008 (clique para ver os valores). Varia de R$ 527,00 a R$ 548,00, de acordo com a profissão. Os valores são válidos até 1º de maio de 2009.