Atualizações anteriores



Renda média dos brasileiros caiu em maio


Renda média dos brasileiros caiu 1,9% em maio de 2015, ficando em R$ 2.117,10.

De acordo com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a renda média dos brasileiros no mês de maio caiu 1,9% ficando na média dos R$ 2.117,10 sendo que no mês anterior era de R$ 2.158,74.

A queda de 1,9% na renda média do brasileiro foi em comparação com o mês de abril. Mas se compararmos o mês de maio com o mesmo mês do ano anterior a queda chega a 5%, já que em maio de 2014 o rendimento registrado foi de R$ 2.229,28.

O IBGE também divulgou dados sobre o Rendimento Médio Real Habitual, que é o montante total da renda dos trabalhadores brasileiros, que também recuou, chegando a 1,8% se for comparado com o mês de abril. Já na comparação com maio de 2014 o recuo foi de 5,8%, sendo que o valor em maio deste ano não chegou nem a R$ 49 bilhões.

Foi detectada a queda do rendimento médio do brasileiro em 5 regiões metropolitanas, sendo que o total pesquisado pelo IBGE foram de 6 e a maior queda registrada foi em São Paulo com um déficit de -3%.
Logo depois de São Paulo veio a região metropolitana de Belo Horizonte onde a renda média apresentou uma queda de 2,9%. Em Salvador, onde foi constatada a 3ª maior queda, o déficit foi de 2,1%.
Das 6 regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, somente a de Porto Alegre conseguiu registrar uma alta no rendimento, mesmo assim ficou muito baixa, não passando de 1% se comparado com o mês de abril.
O IBGE divulgou ainda, uma pesquisa feita com grupamentos de atividades, sendo que foram estudados 7 destes grupamentos e 4 apresentaram quedas no rendimento ficando a maior queda atribuída aos serviços que são oferecidos às empresas, seguido por aluguéis, atividades imobiliárias e também intermediação financeira, sendo que a queda foi de -5,1% se comparada com o mês de abril. Se a comparação for com o mês de maio em 2014 a queda chega a -9,2%.

Por Russel

Dinheiro



IBGE divulga dados sobre concentração de renda no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – dados sobre a produção econômica do Brasil.

De acordo com o instituto um quarto desta produção está concentrada em seis municípios do país que representam apenas 0,10% do total de cidades brasileiras.

Além disso, 24,9% do PIB do ano de 2010 foi gerado pelas cidades de Curitiba, manaus, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

As principais atividades destas cidades são em setores de serviços como comércio, bancos, administração pública e financeiras.

Outros dados relevantes deste estudo foram a concentração de 50% da produção econômica brasileira em 54 cidades e o fato de que 1.325 municípios produzem apenas 1% do PIB do país.

Apesar destes dados, o IBGE registrou uma redução na concentração de renda no país de 4,3% nos últimos 10 anos bem como o fato de que os maiores valores de PIB per capita foram identificados em pequenas cidades do Brasil com estabelecimentos industriais como Confins, Porto Real, São Francisco do Conde e Louveira em uma média de 200.000 reais por habitante.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais



Renda do trabalhador na indústria cresce em 2010


Dados enunciados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) atestam que o ritmo da atividade industrial do país se mostrou mais denso em novembro do ano passado perante os meses anteriores.

Nas seis variáveis de produção examinadas houve crescimento. São elas a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), a massa salarial real, o rendimento médio real, as horas trabalhadas, o faturamento real e o emprego. Segundo o estudo ‘Indicadores Industriais’, a alta constatada foi de 1,9% no mês em comparação a outubro. No confronto com novembro de 2009, contudo, o incremento do faturamento foi mais expressivo, de 10,6%.

Para Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, o crescimento constatado em todos os índices não pressiona a UCI (que avançou 1,6% entre outubro e novembro). Apesar do incremento nesse indicador, ele mantém-se 0,7% abaixo do constatado em setembro de 2008, período postulado como pré-crise financeira global.

A pesquisa assoalhada pela CNI revela expansão de 0,4% do emprego em novembro de 2010 perante o mês imediatamente anterior, extrapolando, deste modo, o nível pré-colapso financeiro. Em comparação a novembro, por outro lado, ocorreu alta de 5,9%.

Ainda segundo a CNI, a renda real do trabalhador do setor cresceu 4,1% na mesma base comparativa mensal e 0,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Renda Anual dos Jovens da Classe C é maior do que os das Classes AB


O poderio da classe C pode ser medido de várias maneiras, desde o aumento da massa salarial ao longo dos últimos meses até a confiança e intenção de compras. O otimismo da população, num contexto geral, mantém-se elevado, embora tenha decrescido entre dezembro de 2010 e janeiro deste ano.

A remuneração anual dos jovens situados na classe média ultrapassa o dobro da renda do público semelhante das classes AB. De acordo com estudo relacionado pelo Instituto Data Popular, R$ 96,6 bilhões pertenceram à classe média em 2010, ao mesmo tempo em que o público mais endinheirado angariou cerca de R$ 41,4 bilhões.

De acordo com breve matéria veiculada pelo portal de Economia UOL, dos 21 milhões de jovens na sociedade, de 16 a 25 anos e economicamente inseridos, 19,5 milhões deles fazem parte das classes C e D.

Os setores que podem fazer bom uso desse público são, por exemplo, os de Alimentação e Vestuário, ramos bem afeiçoados pela casta.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Trabalhador – Renda Média Mensal


Economistas, especialistas e políticos muito têm relatado o crescimento do número de empregos e o acesso mais facilitado ao crédito nos últimos meses. Outro discurso comum é o maior poder de compra e aumento da massa salarial da população, porém, poucos citam dados transcritos.

Eis que a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada há poucos dias, levou adiante algumas informações. Elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o levantamento revelou que o rendimento médio do trabalhador deste país chegou a R$ 1.472,10 em agosto passado, o maior desde março de 2002, ano em que a série histórica foi iniciada.

O valor, avalia o IBGE, é superior em 1,4% ao montante notado em julho, de R$ 1.451,91, e 5,5% acima do rendimento médio de agosto do ano passado, quando as cifras alcançaram R$ 1.395,21. Para Cimar Azeredo, gerente da pesquisa, esse avanço acontece pela quarta ou quinta vez (mensal) seguida.

O maior crescimento, segundo o Canal Executivo UOL, ocorreu em Recife entre julho e o mês passado, com elevação de 4,4%. Belo Horizonte, por outro lado, manteve-se estável se relacionada a mesma base de comparação. O menor índice ficou a São Paulo, com crescimento de 3,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Renda Média das Famílias no Brasil tem Aumento Recorde em 2010


Uma pesquisa divulgada no início desta semana apontou que a renda média das famílias do país, no ano passado, atingiu R$ 1.285,00, um montante maior em comparação a 2005, quando a mesma avaliação anotou R$ 1.066,25.

Além deste ponto, a pesquisa Observador Brasil 2010, idealizada pela Cetelem e pelo órgão de estudo Ipsos, relata que os brasileiros pouparam suas cifras mais significativamente em 2009 entre aplicações, poupança e investimentos. A média obtida a partir desse quesito foi de R$ 535,31, bem acima do averiguado em 2008 (R$ 220). A região Sul do Brasil, em particular, foi o local em que os brasileiros mais pouparam, seguido do Nordeste.

Outra informação levantada pelo estudo e veiculada pelo portal de economia UOL foi a de que na última meia década o número de cidadãos que tiveram de atrasar algum pagamento diminui. Em 2005 o percentual foi estabelecido em 9%; em 2009, apenas 3%.

Leia mais sobre a pesquisa aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mulher e a Renda da Classe Média Familiar no Brasil


Há muitas décadas as mulheres deram início à igualdade social perante os homens, tanto que existe uma data especial para comemorar a manifestação que terminou em tragédia. Em 8 de março, se comemora o Dia Internacional das Mulheres.

Segundo levantamento recente, a população feminina do país tem contribuído amplamente para com o desenvolvimento sócio-econômico do Brasil, principalmente mulheres da classe C, que representam 37% da massa de renda da classe média. Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisas Data Popular, garante que a independência financeira delas surte efeito devido à participação efetiva em decisões dentro de seus lares.

Meirelles avalia, também, que a renda familiar da classe A, por exemplo, tem 25% de contribuição das mulheres, enquanto que na classe C, a participação sobe para 41%. Do total de homens que ocupam a classe média, 59% deles possuem cartão de crédito, enquanto que 62% é figurado entre as mulheres.

O estudo indica, sobretudo, que 65% da população feminina entre 16 e 25 anos da classe C atuam no mercado de trabalho, enquanto que 25% cursam ensino superior ou já o completaram.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Quando o Salário prejudica o seu Emprego


Atualmente, vários problemas do dia-a-dia podem afetar o rendimento no trabalho. Porém, um dos mais agravantes é a dificuldade financeira.

Saber administrar o salário é uma tarefa difícil que vem tentando ser desvendada há décadas. Mas quando esse problema começa a afetar o ambiente de trabalho poderá prejudicar significativamente os resultados do funcionário.

Além disso, essa dificuldade acarreta também em desmotivação, mau-humor, falta de interesse, falta de concentração e desvio de foco. Sendo assim, um funcionário que passa por esse obstáculo prejudica a si, aos colegas e principalmente a empresa.

Administrar os custos e lucros é a principal forma de evitar essa dificuldade.

Por José Alberi Fortes Junior



Valor do salário mínimo para Pensão Alimentícia


Pensão Alimentícia é o valor necessário para suprir as necessidades de alguma pessoa como moradia, alimentação, educação, saúde e lazer. É comum que a pensão seja paga aos filhos.

Cada valor da Pensão Alimentícia é variável para cada família, não havendo uma tabela que indique qual valor é mais justo. Geralmente o valor é fixado com base no salário mínimo vigente, mas pode ser estabelecido conforme o padrão de vida e os rendimentos do pagador.

Quando o pagador possui um emprego fixo, com carteira assinada ou emprego público, o valor será estipulado por um percentual da sua renda, de acordo com o número de filhos. Geralmente o valor é estipulado em 20% da renda do pai, quando este possui um filho e de 30% para dois ou mais filhos, podendo ser maior no caso de uma quantidade grande de filhos.

Caso o pagador da pensão seja profissional liberal, autônomo ou possua renda informal, o valor da pensão é estabelecida em valores certos, baseados em salários mínimos. Sendo que o valor da pensào alimentícia nunca possa ser menor do que 30% do valor do salário mínimo.

Como regra a pensão alimentícia deverá ser paga até os filhos completarem 18 anos mas poderá durar até o filhoterminar a faculdade. Caso o filho tenha alguma impossibilidade de trabalhar a pensão deverá ser paga por toda a vida.

Muitas pessoas se confundem sobre qual valor do salário mínimo utilizar para o pagamento da pensão alimentícia: nacional ou regional.

O valor do salário mínimo é sempre nacional, o que acontece é que em alguns estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, estipularam valores de Pisos Salariais regionais para trabalhadores que não possuem sindicatos ou acordos coletivos, o que gera dúvida sobre qual valor utilizar. Geralmente quando se estipula valores baseados em salários mínimos, fala-se do Nacional.



Caiu pela metade o número de brasileiros que possuem renda per capita inferior a um dólar por dia


O Brasil reduziu pela metade o número de pessoas que possuem renda per capita inferior a um dólar por dia, segundo informações do coordenador do grupo de trabalho para acompanhamento das Metas do Milênio da Casa Civil da Presidência da Repúbica, Darci Bertholdo.

Em 1990, o Brasil possuía 8,8% da sua população com uma renda inferior a um dólar por dia, hoje este percentual é de 4,2%, menos da metade. A meta é reduzir este valor para 3,3% até 2015