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Reajuste nos preços dos remédios


Foi publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira (19) que os membros do Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) decidiram reajustar o preço dos remédios em até 5,85%. A medida começa a valer a partir de 31 de março.

O cálculo utilizado para o reajuste foi a informação de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou a taxa de 5,85% entre março de 2011 e fevereiro de 2012. Com isso, a partir de 31 de março, as empresas produtoras de medicamentos vendidos no Brasil poderão aplicar o reajuste.

No entanto, dependendo do nível do medicamento, o aumento será diferenciado. Para os remédios de nível 1, os medicamentos podem ter alta de até 5,85%. São englobados neste quesito os genéricos com faturamento igual ou acima de 20%. Já no nível 2, o reajuste de preços poderá ser de até 2,8%. Neste caso, estão os remédios cuja participação de genérico está entre 15% e 20%. Por último, no nível 3, o reajuste deverá ser de 0,25% para os medicamentos que têm menos de 15% dos genéricos no mercado.

O reajuste de medicamentos é permitido anualmente pelo Governo Federal.

Por Matheus Camargo



Procon (SP) – Preços de medicamentos genéricos variam em até 986,95%


Sempre que uma doença aparece se faz necessário o uso de medicamentos prescritos por profissionais do setor da saúde. Deste modo, o consumidor geral corre imediatamente para farmácias e drogarias no intuito de adquirir o remédio. Muita atenção por aqui, pois nem sempre o primeiro estabelecimento apresenta os melhores preços.

Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinala enorme diferença de custos entre os medicamentos genéricos, dessemelhança que, por sinal, pode chegar a 986,95%. Isso mesmo!

O campeão dessa disparidade foi encontrado, de acordo com o levantamento, no Diclofenaco Sódico de 50 miligramas com 20 comprimidos. Enquanto num local o valor nem chegou a um real, mais precisamente R$ 0,92%, em outro foi encontrado por R$ 10.

A distinção de valores não foi tão elevada se destacados os medicamentos de referência. O Amoxil, ou Amoxicilina, de 500 miligramas com 21 cápsulas foi consultado em um estabelecimento e alcançou preço de R$ 20,86, mas ao percorrer um pouco mais a fundação verificou valor de R$ 49,00 em outro local, ou seja, diferença de 134,90%.

Uma dica é percorrer, quando há tempo disponível, as farmácias de sua região. Fazer um levantamento prévio, mesmo de medicamentos mais comuns que não precisam necessariamente de receitas médicas, tais como remédios para dores de cabeça, pode dar uma ideia se o preço vale o quanto é cobrado. Assim, quando um médico receitar algo o desespero é ser substituído pela razão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon-SP – Grande diferença nos Preços de Medicamentos – Genéricos e Referenciais


A saúde requer uma série de cuidados para bem prosseguir, tais como adoção de hábitos alimentares saudáveis e práticas de esportes. Quando é necessária a prevenção ou cura para determinado sintoma ou doença, médicos recomendam utilização de medicamentos, mudança de costumes etc.

Estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) constatou entre os dias 3 e 5 do mês passado em 15 drogarias situadas na capital paulista variação de até 122,23% entre remédios de referência e de até 1.181,52% nos preços de genéricos, além de 52,41% entre um genérico e seu referencial.

Para o consumidor ter noção mais exata da discrepância, o Procon-SP tomou por base o Diclofenaco Sódico (20 comprimidos de 50 miligramas) entre os genéricos, que na Zona Sul do município era vendido por R$ 0,92 e na Zona Oeste, R$ 11,79.

O medicamento referencial relacionado pela fundação foi o antibiótico Amoxil (21 cápsulas de 500 miligramas), encontrado por R$ 22,13 em uma região da Zona Oeste e por R$ 49,18 em outro local da ZO, dessemelhança de 122,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Preço dos Remédios Genéricos – Variação em São Paulo (SP)


A Fundação Procon-SP divulgou nesta quinta-feira um levantamento a respeito dos preços dos remédios genéricos na capital paulista.

De acordo com o Procon, os preços dos remédios genérico variam até 523,81% nos estabelecimentos pesquisados, e até 100% entre os remédios de referência.

O genérico diclofenaco sódico foi o que apresentou maior variação na pesquisa. Segundo o Procon, a pesquisa encontrou o medicamento por R$ 1,89 em uma farmácia da capital e R$ 11,79 em outra farmácia.

O remédio de referência Propranolol Ayrest, do laboratório Sigma Pharma foi encontrado por R$ 3,52 e por até R$ 7,04 pelo Procon-SP nas farmácias da capital paulista.

Por Luana Neves