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IPC-S teve alta na 1ª quadrissemana de outubro


Índice registrado foi de 0,63% na 1ª quadrissemana de outubro, registrando alta em sete capitais brasileiras.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o IPC-S subiu na 1ª quadrissemana de outubro referente a setembro de 2015, e passou de 0,42% para 0,63%. Essa alta ocorreu em sete capitais: Brasília de 1,24% para 1,69%, Salvador de 0,30% para 0,57%, Belo-Horizonte de 0,27% para 0,48%, Recife de 0,41% para 0,58%, Rio de Janeiro de 0,15% para 0,39%, São Paulo de 0,37% para 0,52%, Porto Alegre de 0,56% para 0,69% e, no geral, o IPC-S passou de 0,45% para 0,63%.

Esse aumento no Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) teve como agravante a inflação e a alta dos produtos: alimentação (0,98%), educação (0,91%), roupas (0,78%), habitação (0,77%). Isso fez com que os índices acelerassem os gráficos para cima, gerando as elevações.   

Mas o que é o IPC-S e como ele influência na inflação?

Ele foi criado para informar a variação dos preços no comércio e o índice da inflação. É medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é calculado levando-se em conta o 1º dia ao 30º dia do mês e são realizadas pesquisas em vários setores: estabelecimentos, serviços, casas, e grupos envolvendo produtos e serviços, e há a análise geral de 465 itens e subitens.   

Com o índice do IPC-S é possível ter uma base e noção do custo de vida no país com rendimentos e médias salariais de 1 a 40 salários mínimos de moradores de capitais. O Banco Central utiliza o IPC-S como dado oficial da inflação no Brasil e através dele é possível analisar se as metas do governo para a inflação estão sendo alcançadas.   

Esse índice do IPC-S mostra que a inflação no Brasil está em ascendência, os preços subindo e o custo de vida nas capitais elevado. Os preços da gasolina, derivados e produtos e serviços estão ficando mais caros e a população fica a mercê de uma economia restritiva e abusiva. Se os preços aumentam para o produtor, o repasse vai para o consumidor e este opta por diminuir o consumo, gerando queda do comércio.    

Por Marisa Torres

IPC-S



Alta da inflação no Brasil em 2015


A alta da inflação é influenciada pela conjuntura política e econômica do País, principalmente pelo aumento dos preços como combustíveis, água e energia.

A maioria dos brasileiros observa a alta dos preços e não entende porque isso acontece. Realmente, não é fácil entender e o assunto gera um grande debate econômico. Muitos fatores podem fazer os preços subirem como, por exemplo, o aumento da demanda de um produto sem o aumento da oferta. Outro fator é o aumento nos custos de produção que impulsiona os novos preços.

Em resumo, o aumento da inflação do País se deve a uma combinação de processos. De acordo com especialistas, a inflação também é influenciada pela conjuntura política e econômica do País, principalmente ao que se refere ao aumento dos preços como combustíveis, água e energia.

Na última-sexta feira, o IBGE divulgou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, somente em julho os preços aumentaram em 0,62% enquanto em julho do ano passado o aumento foi de 0,01%. Com isso a inflação acumula uma alta de 9,56% sendo a maior desde 2003 quando o acumulado foi de 11,02%.

O governo e os analistas já assumiram que a inflação deve fechar o ano na casa dos 9%, diferente da meta de 4,5% que havia sido definida pelo Banco Central.

Entenda os preços administrados:

O que mais tem puxado a inflação neste ano é a alta dos preços administrados, como transporte público, combustíveis, energia, água e telefonia. De acordo com Thiago Biscuola, economista, o governo segurou a alta dos preços no ano passado em função da eleição, por isso tudo estourou em 2015. Só em julho, a tarifa de energia elétrica aumentou em 14% em Curitiba e 17% em São Paulo. Foram registrados aumentos nos serviços de água e esgoto em Campo Grande, São Paulo, Recife, Porto Alegre e Fortaleza.

Câmbio:

Outro fator de influência é o câmbio, o dólar já está 21,7% mais valorizado que o real em 2015 e 33% no acúmulo dos últimos doze meses. Com isso, os exportadores ganham mais vendendo os produtos fora do Brasil e cobram mais caro para deixar os produtos no mercado interno.

Por Jéssica Posenato

Alta da inflação



Valor da cesta básica caiu em 11 capitais brasileiras


De acordo com os dados do Dieese, 11 das 18 capitais brasileiras estudadas apresentaram queda no preço da cesta básica. A cesta com o valor mais baixo foi encontrada na cidade de Aracaju (SE) e com o valor mais alto, na cidade de Florianópolis (SC).

Por mais incrível que pareça o preço da cesta básica caiu em 11 das 18 capitais brasileiras, conforme dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A cesta básica levantada pelo Dieese deve ser composta basicamente por óleo de soja, tomate, feijão e também por batata, além é claro da carne bovina, que sofre uma variação enorme dependendo de cada localidade, mais o leite, o arroz e ainda o pão francês, ou seja, uma cesta com proteínas, carboidratos, etc.

Esse já é o segundo mês consecutivo onde os preços da cesta básica estão diminuindo e podemos perceber em algumas das capitais, os seguintes dados:

  • Em São Paulo a queda foi de 1,39%;
  • Já em Recife essa queda ficou registrada na marca de 1,99%;
  • Para Natal o valor ficou também em uma queda de 1,18%;
  • Já a cidade de Goiânia apresentou uma alta de 1,36%;
  • Para a cidade de Aracaju teve uma alta de 1,15%;
  • Para a capital do país Brasília é mostrado uma alta no valor de 1,10%;
  • Em Manaus ocorreu uma alta de 0,26%;
  • Na cidade de Florianópolis foi apresentada também uma alta de 0,04%;
  • E ainda temos a cidade de Porto Alegre que apresenta também uma alta de 0,62%.

Com relação aos valores das cestas básicas as mais caras ficaram na cidade de Florianópolis, seguida por São Paulo, onde os valores são respectivamente, R$ 340,76 e R$ 333,12, enquanto que a cesta que apresenta o valor mais barato é diretamente da cidade de Aracaju, que sai por exatamente R$ 233,18.

O que percebemos com tudo isso é que independente da localidade onde o brasileiro esteja uma coisa é certa, que a cesta básica conforme a Constituição Brasileira não deve faltar na mesa e ela deve ser adquirida por todas as famílias que compõem a nossa sociedade, ou seja, o brasileiro deve ter um salário mínimo que supra a todas as suas necessidades.

O salário mínimo deve suprir de imediato as necessidades relativas às despesas de porte com a alimentação, a moradia, a saúde, a educação, o vestuário, a higiene, o transporte, o lazer e a previdência, mesmo com o Dieese dizendo que esse valor deveria ficar na faixa de R$ 2.862,73, em vez do valor atual de exatamente os R$ 788,00. 

Por Fernanda de Godoi

Cesta básica

Foto: Divulgação



Itens que impactaram para os brasileiros em julho


IPCA atingiu a marca de 0,62% em julho, e acumulado dos últimos 12 meses, 9,56%. Alguns grupos caíram e outros subiram, registrando maior impacto na vida dos brasileiros.

O Brasil vive uma grande transformação em sua economia tanto que vários itens de consumo causam preocupação na mente da população, enquanto outros tiveram uma grande diminuição, onde podemos facilmente perceber que 6 grupos monitorados caíram, enquanto 3 subiram, onde sobretudo com maior peso para o grupo de Alimentação e Bebidas.

O grupo da Habitação teve um forte reajuste, sobretudo com relação às contas de energia elétrica, principalmente nas cidades de São Paulo e Curitiba.

A inflação nos últimos meses chegou à marca de 0,62%, após terem passado os 7 primeiros meses desse ano e com isso o teto da meta de inflação para este ano já excedeu, ou seja, nos últimos 12 meses essa inflação chegou ao valor de 9,56%, onde a última vez que isso aconteceu foi no mês de novembro de 2003.

Abaixo temos uma descrição detalhada de cada um dos grupos analisados:

1.       No Grupo da Habitação tem uma alta de 1,52% com impacto de 0,24 pontos percentuais;

2.       Para o Grupo de Transportes houve uma alta de 3,75% com um impacto de 0,71 pontos percentuais;

3.       Com relação ao Grupo da Alimentação e Bebidas foi apresentada uma alta de 0,65% com um impacto de 0,16 pontos percentuais;

4.       O Grupo de Artigos de Residência apresentou uma alta de 0,86% com um impacto de 0,04 pontos percentuais;

5.       No caso do Grupo de Vestuário ocorreu uma queda de 0,31% com um impacto negativo na marca de 0,02 pontos percentuais;

6.       Já para o Grupo de Saúde e Cuidados Pessoais ocorreu uma alta de 0,84% com um impacto de 0,09 pontos percentuais;

7.       No Grupo da Educação não ocorreu nenhuma alta e, consequentemente, não tiveram impactos;

8.       Já o Grupo de Comunicação teve uma alta de 0,30% com um impacto de 0,01 ponto percentual;

9.       No Grupo de Despesas Pessoais foi registrada uma alta de 0,61% com um impacto de 0,07 pontos percentuais.

Com tudo isso, o Banco Central do Brasil (Bacen) precisa contar diretamente com o impacto da alta desses juros e também da recessão econômica, além de todos os meios para colocar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no devido lugar.

Por Fernanda de Godoi

Dinheiro



Energia elétrica terá reajuste de 43,4% até o final de 2015


O reajuste da energia elétrica é consequência direta do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento.

Em meio ao difícil cenário econômico brasileiro, alta das taxas de juros e aumento de impostos, mais uma notícia desagradável surgiu: até o final de 2015 a energia elétrica deve ter um reajuste de 43,4%. A informação foi divulgada pelo Banco Central na última quarta-feira, 24 de junho. A informação veio através do relatório de inflação do segundo trimestre de 2015.

Vale ressaltar que há apenas duas semanas atrás o Banco Central havia divulgado a sua previsão para o reajuste da energia elétrica em 2015: 41% até o final do ano. E para aqueles que não sabem, esse reajuste é uma consequência direta do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento. Tais operações foram contratadas ainda em 2014 e faz parte da Conta de Desenvolvimento Energético.

Vale destacar que todo esse reajuste além da dificuldade do setor energético em 2015 é resultado direito de algumas ações do governo federal. O principal deles foi a decisão do governo de que não tinha mais interesse em fazer repasses a Conta de Desenvolvimento Energético em 2015. Era estimado um repasse de cerca de R$ 9 bilhões em 2015 para o setor. Portanto, isso explica em grande parte os aumentos enormes nas contas de energia em todo o Brasil.

Outro detalhe bastante importante e que também incide no aumento da conta de energia por todo o Brasil está relacionado ao custo de produção. Saiba que o custo de produção de eletricidade começou a aumentar a partir do final de 2012, haja vista uma queda expressiva no armazenamento de água nos reservatórios de grandes hidrelétricas do Brasil.

Com isso, visando poupar água e manter o mesmo ritmo de distribuição de energia elétrica, o país vem utilizando em maior escala os serviços das termelétricas. É importante destacar que as termelétricas funcionam a base da queima de combustíveis, portanto, geram uma energia mais cara.

Também podemos destacar o plano do governo federal no final de 2012 que acabou levando a redução das contas de luz em 20%. O ponto negativo nessa questão é que o governo teve que antecipar a renovação das concessões de geradoras e transmissoras de energia. Em decorrência disso, as mesmas tiveram que receber indenizações referentes aos investimentos que não tinham sido pagos de forma integral.

Por Bruno Henrique

Energia elétrica



Tomate representa uma grande pressão para a inflação


Entre março e abril o preço do tomate subiu quase 20%, representando grande impacto na inflação.

Não é novidade para ninguém que a economia nacional não vai bem. Os impostos estão cada vez mais altos e os gastos do cotidiano estão cada vez mais “salgados” para o consumidor, impulsionados pela inflação, que apesar de informados como “sob controle” pelo Governo, não é o que parece.

Dentre os produtos alimentícios, o tomate é mais uma vez um vilão para a economia, representando uma grande pressão para a inflação. Só no período entre março e abril, o tomate teve uma alta de quase 20%, o que indica uma grande pressão, individual, para a inflação da semana. O índice não foi pior porque a energia não subiu tanto como esperado.

O IPC-S, Índice de Preços ao Consumidor – Semanal subiu menos; 0,1% a menos de março para abril. Em março o índice ficou em 0,71% e abril 0,61%. No último ano (12 meses), a alta foi de 8,41%.

Dentre a classe de despesas componentes, três das oito classes obtiveram variações menores. O Grupo de Habitação apresentou maior contribuição para o resultado, pois a variação foi de 1,21% para 0,57%, destaca-se a tarifa de eletricidade residencial, que foi de 4,61% para 0,59%.

Outros grupos também obtiveram decréscimo: frutas (3,22% para 0,96%), show musical (3% para -2,05%), alimentação (0,94% para 0,86%) e educação, leitura e recreação (028% para 0,14%).

Por outro lado, na contramão dos itens citados acima, ficaram alguns grupos que obtiveram aumento expressivo: comunicação (0,01% para 0,07%), despesas diversas (0,52% para 0,61%), transportes (0,03% para 0,05%), vestuário (0,28% para 0,76%) e saúde e cuidados pessoais (0,97% para 1,37%).

Das classes citadas, destacam-se os seguintes itens: mensalidade para internet (0,67% para 0,05%), tarifa postal (4,43% para 7,63%), tarifa para ônibus urbano (0,13% para 0,27%), roupas (0,47% para 0,98%) e medicamentos (2,03% para 3,49%).

Apesar da ligeira baixa, os resultados apresentados são bastante pontuais, mas não refletem a atual situação da economia e da inflação, uma vez que os resultados históricos demonstram que as altas sucessivas de impostos e da inflação têm impactado de forma negativa no bolso do consumidor. Hoje o tomate é o símbolo do aumento, amanhã não se sabe qual produto ou segmento terá maior alta.

Por André César

Alta no preço do tomate

Foto: Divulgação



Preço da gasolina sobe enormemente e assusta motoristas


O preço médio da gasolina disparou em todo o Brasil e os aumentos, apesar de serem esperados, assustaram a todos.

Com um aumento médio de 7,5%, o preço médio da gasolina passou de R$ 3,03 para R$ 3,26, mas há locais onde o valor já ultrapassa os R$ 3,50. No Acre, por exemplo, o preço médio da gasolina é de R$ 3,62 sendo um dos preços mais elevados no Brasil.

O aumento no preço da gasolina é devido ao aumento das alíquotas do Programa de Integração Social e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, que está em vigor desde o último dia 1º de fevereiro.

Em Porto Alegre, o aumento da gasolina subiu R$ 0,34 em apenas 10 dias. O valor tem como base os dados oficiais da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Foi divulgado também o preço máximo encontrado nas bombas de combustível de Porto Alegre, sendo que de R$ 3,09 o litro da gasolina passou para R$ 3,45.

No Rio Grande do Norte, o preço da gasolina aumentou cerca de 5,6% de acordo com a mesma pesquisa divulgada pela ANP. O litro de gasolina está custando em média, R$ 3,273. No ranking de gasolina mais cara do Brasil, o Rio Grande do Norte ocupa a 17ª posição. O primeiro lugar ficou com o Acre, onde o preço médio da gasolina foi para R$ 3,62. A Paraíba vem em último lugar com o preço médio da gasolina no valor de R$ 3,089. No nordeste, o Maranhão ficou o 1º lugar com o preço mais alto, com o litro de gasolina custando R$ 3,37.

O preço da gasolina disparou também em Curitiba onde o aumento foi de 12%, subindo bem mais que o imposto! Até o etanol que não teve nenhum reajuste na tributação, também teve o preço aumentado.
O reajuste no PIS/Confins entrou em vigor no dia 1º de fevereiro e o aumento deveria ser de R$ 0,22, mas muitas regiões apresentaram um valor superior ao que foi calculado pela Receita Federal. Em Curitiba o preço médio da gasolina subiu R$ 0,35 indo de R$ 2,875 para R$ 3,225.

Por Russel

Gasolina



Alta do salário mínimo não compensará o aumento dos preços em 2015


Você já percebeu que todos os anos o salário mínimo tem um aumento, não é mesmo? Porém, você já verificou que o aumento do salário mínimo não compensa o aumento de preços? É isso mesmo. O salário mínimo sobe e os preços dos alimentos, petróleo, farmácia, etc, tudo sobe junto. Esse impacto não será compensatório no próximo ano.

O valor do Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 será negativamente impactado e o ganho do salário mínimo nos levará a acreditar que está cada vez menor. Antigamente, um trabalhador ia até o supermercado com R$ 100 e conseguia fazer as compras do mês. Hoje, se você for ao supermercado com esse valor pode ter certeza de que conseguirá comprar somente o básico da semana. Isto se dá porque temos juros altos e a inflação está no limite extremo.

Contudo, o cenário para 2015 é no mínimo preocupante, pois é grande a quantidade de trabalhadores que ganham um salário mínimo por mês e precisam fazer outros bicos para conseguir pagar todas as contas e trazer o sustento no fim do mês. Os cidadãos não estarão livres dos efeitos desses reajustes. Esse valor exorbitante das inflações é o que há de pior na economia, porque todos saem perdendo. Não só os trabalhadores, mas as empresas e até o governo.

Você pode estar se perguntando, por que esse ano o impacto não foi tão grande assim? Esse ano o impacto não foi muito alto por que o reajuste salarial compensou. Porém, isso não irá se repetir no próximo ano, pois haverá impacto na gasolina que interfere na vida de milhares de brasileiros que possuem carro e precisam dele para se deslocar até o trabalho. Isso irá afetar a renda familiar e em conseqüência alguns brasileiros terão de optar por outros recursos mais baratos. Claro que ter um carro é bom, porém, o custo em mantê-lo é alto no Brasil. 

Por Luciana Viturino



Divisão de gorjetas em restaurantes é regulamentada


Um assunto polêmico recebeu uma proposta de regulamentação nesta semana, pois a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público do Congresso Nacional aprovou a proposta de que o dinheiro pago como gorjeta em restaurante deve ser dividido por todos os funcionários presentes no turno.

Esta alteração está inserida no Projeto de Lei 6558/2009 que, além dessa questão, determina também a regulamentação das profissões de garçom e maître.

No entanto, a Comissão de Trabalho entende que estas profissões não precisam de regulamentação já que não oferecem nenhum tipo de risco para a sociedade que demandem o seu controle.

Apesar desta negativa a proposta sobre a divisão das gorjetas foi aprovada e a Comissão de Trabalho resolveu ainda a sua inserção na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) definindo que o valor pago pelos clientes – em valor igual ou superior a 10% do consumo – seja distribuído entre todos os empregados e não apenas entre garçons e maîtres como acontecia anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais



Reajuste nos preços dos remédios


Foi publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira (19) que os membros do Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) decidiram reajustar o preço dos remédios em até 5,85%. A medida começa a valer a partir de 31 de março.

O cálculo utilizado para o reajuste foi a informação de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou a taxa de 5,85% entre março de 2011 e fevereiro de 2012. Com isso, a partir de 31 de março, as empresas produtoras de medicamentos vendidos no Brasil poderão aplicar o reajuste.

No entanto, dependendo do nível do medicamento, o aumento será diferenciado. Para os remédios de nível 1, os medicamentos podem ter alta de até 5,85%. São englobados neste quesito os genéricos com faturamento igual ou acima de 20%. Já no nível 2, o reajuste de preços poderá ser de até 2,8%. Neste caso, estão os remédios cuja participação de genérico está entre 15% e 20%. Por último, no nível 3, o reajuste deverá ser de 0,25% para os medicamentos que têm menos de 15% dos genéricos no mercado.

O reajuste de medicamentos é permitido anualmente pelo Governo Federal.

Por Matheus Camargo



Passagens de metrô no Brasil – Preços altos


Depois de tantas manifestações envolvendo o transporte público no Brasil, finalmente uma pesquisa foi feita para revelar que realmente estamos pagando caro.

O brasileiro gasta mais do que um argentino ou um chileno para trafegar entre as linhas do metrô. Como se não bastasse, o Brasil ainda fica na frente de outros tantos países da América Latina, no quesito passagens de metrô.

Em Buenos Aires, a passagem chega a ser pouco mais que R$ 1. Na grande cidade de São Paulo este valor chega a mais de R$ 3. Já em Santiago do Chile, uma das cidades mais movimentadas e caras do continente, o passageiro só precisa gastar R$ 2,40 para andar de metrô e aproveitar os benefícios de transporte do governo.

Em cidades europeias, o nosso país chega a perder por pouco. Em Paris a passagem custa mais de R$ 4 e em Nova York, o bilhete único custa quase R$ 5.

Se compararmos o custo de vida de um europeu com o de um brasileiro e toda a estrutura dos países de lá, não precisamos de grande explicação para saber que o Brasil exagera na passagem de metrô. 

Por Jéssica Monteiro

Fonte: Uol



Valor da cesta básica apresentou queda em São Paulo – Maio de 2011


O consumidor do município de São Paulo pode começar a comemorar, ao menos pelos próximos dias. Levantamento realizado pela parceria formada entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinalou baixa de 0,31% na cesta básica da semana encerrada em 19 de maio.

O valor anterior (do dia 12 deste mês) recuou de R$ 319,75 para R$ 318,76. Das três categorias sondadas pelo estudo, apenas Higiene Pessoal teve variação acrescida em termos positivos, de 1,50%. Em Limpeza e Alimentação as taxas baixaram 0,99% e 0,41%, respectivamente.

Os produtos que mais subiram, de acordo com a pesquisa, foram extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), alta de 4,12%; salsicha avulsa comercializada por quilo, 3,54%; alho (quilo), 2,96%; frango resfriado inteiro (quilo), 2,76% e papel higiênico fino branco (pacote de 04 unidades), 2,60%.

No sentido inverso, as quedas mais elevadas foram registradas na batata inglesa (quilo), cujo índice cedeu 12,10%; na margarina (pote de 250 gramas), -3,64%; na linguiça fresca (quilo), -2,35%; no arroz (pacote de 05 quilos), -1,82% e no sabão em pó (pacote de 01 quilo), -1,71%.

Na variação semanal, 17 dos 31 produtos examinados subiram de preços, outros 12 diminuíram e somente dois nutriram os mesmos valores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Preços de medicamentos genéricos variam em até 986,95%


Sempre que uma doença aparece se faz necessário o uso de medicamentos prescritos por profissionais do setor da saúde. Deste modo, o consumidor geral corre imediatamente para farmácias e drogarias no intuito de adquirir o remédio. Muita atenção por aqui, pois nem sempre o primeiro estabelecimento apresenta os melhores preços.

Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinala enorme diferença de custos entre os medicamentos genéricos, dessemelhança que, por sinal, pode chegar a 986,95%. Isso mesmo!

O campeão dessa disparidade foi encontrado, de acordo com o levantamento, no Diclofenaco Sódico de 50 miligramas com 20 comprimidos. Enquanto num local o valor nem chegou a um real, mais precisamente R$ 0,92%, em outro foi encontrado por R$ 10.

A distinção de valores não foi tão elevada se destacados os medicamentos de referência. O Amoxil, ou Amoxicilina, de 500 miligramas com 21 cápsulas foi consultado em um estabelecimento e alcançou preço de R$ 20,86, mas ao percorrer um pouco mais a fundação verificou valor de R$ 49,00 em outro local, ou seja, diferença de 134,90%.

Uma dica é percorrer, quando há tempo disponível, as farmácias de sua região. Fazer um levantamento prévio, mesmo de medicamentos mais comuns que não precisam necessariamente de receitas médicas, tais como remédios para dores de cabeça, pode dar uma ideia se o preço vale o quanto é cobrado. Assim, quando um médico receitar algo o desespero é ser substituído pela razão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Valores apresentaram queda em abril de 2011


Todo brasileiro tem direito a moradia, alimentação, acesso a transportes, educação, lazer e entretenimento, saneamento básico e outros recursos garantidos pela Constituição. Mesmo assim, num país de tantas desigualdades é bem comum observar cidadãos transitando pelas ruas em carros luxuosos, enquanto a poucos metros vários grupos de mendigos encontram-se desamparados.

A cesta básica, que compreende itens primordiais para uma existência digna, apresentou decréscimo de preços em 14 das 17 capitais sondadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril. A maior baixa, de 7,87%, ocorreu em Salvador, seguida por Recife, com arrefecimento de 3,69%, e Aracaju, onde o recuo chegou a 3,36%.

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica apontou que o maior avanço ocorreu em Porto Alegre, cujo índice constatado foi de 1,34%. Seguiram essa cidade Florianópolis e São Paulo, com aumentos de 0,91% e 0,35%, respectivamente.

Com esses dados em mãos, o Dieese ressalta que a cesta básica de São Paulo ainda é a mais cara do país, com cotação em R$ 268,52, enquanto aos porto-alegrenses o custo subiu para R$ 264,63. No ponto oposto, a cesta mais barata no mês de abril foi a de Aracaju, por R$ 185,88, acompanhada pela de João Pessoa, R$ 198,79, e Recife, R$ 202,03.

O Dieese assinala que o tomate figurou como o principal produto a pressionar o valor da cesta básica para baixo no mês passado, tanto que em 13 dos 17 locais sondados a baixa foi acima de 10%. Em contrapartida, a batata subiu em todos os locais, com destaque para o salto de 43,1% de Curitiba.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal Brasil



Dia das Mães – Valores dos produtos em 2011


Estudo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica aquilo que os consumidores não se lembram com exatidão: diferença de preços de produtos entre um ano e outro. Assim, o Dia das Mães promete ser rentável para praticamente todos os setores com produtos dedicados às genitoras, desde sapatos e vestuário a artigos do campo tecnológico.

A FGV anuncia que os 22 produtos relacionados no levantamento apresentaram avanço médio de preços de 5,93% entre os meses de maio do ano passado e abril de 2011, índice, portanto, abaixo da inflação acumulada do período, atualmente em 6,05%. Por tratar-se de uma média, obviamente parte dos produtos contraiu elevação de dois dígitos.

O maior aumento sentido ocorreu no item relógios, que de maio de 2010 para cá acumula alta de 12,20%. Em seguida, de acordo com a FGV, aparecem livros em geral, incremento de 6,81%, e cintos e bolsas, alta de 6,47%. Descreveram tendência oposta televisores, com taxa negativa de 11,68%, celulares, -9,53%, e máquina de lavar roupas, -4,33%.

O estudo também aponta aumento superior à inflação acumulada nos setores de serviços, como restaurante, cuja taxa ascendeu 9,94%, academia de ginástica, incremento de 9,35%, e passeios e férias, índice positivo de 8,37%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste do IGP-M de maio será o menor de 2011


Alugar casa é uma das opções para quem deseja ter seu próprio espaço. Com a família, entre amigos ou simplesmente sozinho, esse sistema de acesso a residências tem ocasionado falta de imóveis na cidade de São Paulo segundo constatação do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP).

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) é utilizado como base para o reajuste dos contratos de locação. Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que em maio ocorrerá o menor reajuste de 2011, com variação percentual de 10,60% referente ao acumulado entre maio do ano passado e abril deste ano.

Para Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, aproximadamente 90% do mercado de aluguéis utiliza o indexador IGP-M como alicerce para reajustes, porém o acerto entre contratado e contratante pode ser realizado da maneira como convier às duas partes.

Mesmo assim, nos dias atuais o reajuste baseado no IGP-M precisa ser consagrado integralmente em função da pouca oferta de imóveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa (Secovi-SP)



Variação do IPC de São Paulo – Abril 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo examinado pela FIPE descreveu variação de 0,65% na 3ª quadrissemana de abril, disparidade de 0,04% em comparação à taxa da 2ª prévia do mês, de 0,61%.

Sete é o total de grupos sondados no estudo. Deles, três registraram aceleração em suas taxas, com destaques para as categorias Saúde, cujo índice saltou de 0,82% para 1,17%, e Despesas Pessoais, com variação de 0,31% para 0,66% entre a 2ª e 3ª quadrissemana deste mês. Em comum, diferença de 0,35% na celeridade. A categoria Transportes relatou alta de 1,41% para 1,50% no período.

Em sentido contrário, ou seja, de arrefecimento nos índices, destaque para o grupo Vestuário, que abandonou a taxa de 0,18% da 2ª quadrissemana de abril para variar 0,20% negativo na 3ª prévia. A categoria Alimentação cedeu de 0,71% para 0,64%, enquanto Educação passou de 0,13% para 0,10%.

O único grupo a manter o mesmo índice da 2ª para a 3ª prévia de abril foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Etanol tem alta de 11,7% em março


Abastecer um carro flex parece ser bastante simples, mas o consumidor precisa estar muito atento com relação aos preços praticados nas bombas de combustíveis. Há muitas semanas o etanol sobe de cotação e em todos os locais do país, nos dias atuais, é mais rentável abastecer o veículo com gasolina.

O Índice de Preços no Varejo (IPV) divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o avanço no custo dos combustíveis foi o grande motivador pelo aumento dos preços em São Paulo no mês passado em comparação a fevereiro.

Nesse intervalo, os preços na capital paulista cresceram 0,38% em média, dos quais 0,26% proveniente do setor de combustíveis e lubrificantes. A Fecomercio pondera que no acumulado de janeiro a março o índice registra avanço de 0,81% e nos últimos doze meses encerrados no mês, 4,54%.

Como se pode supor, o custo do etanol subiu 11,7% em março ante fevereiro. Aos que esperavam para breve uma diminuição do preço, por litro, do álcool podem se surpreender. A antecipação da safra da cana-de-açúcar, matéria-prima para a extração do combustível, deve ser retardada em função do excesso de chuvas.

Além dessa constatação, a federação assoalha que a qualidade da cana da safra atual diminuiu o material voltado à fabricação do combustível (parte da cultura também é destinada à fabricação de açúcar). Como consequência, pela gasolina utilizar em sua composição anidro (álcool hidratado), seu valor também subiu, porém 1,95% entre fevereiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços varia 0,8% na semana da Páscoa


Passada a Páscoa, um dos últimos “grandes” feriados do ano, as atividades dos brasileiros voltam à normalidade. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (25) a taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de abril. A variação registrada, de 0,80%, superou em 0,03% o índice descrito na semana anterior.

Das sete classes de despesas sondadas e que compõem o IPC-S, três registraram recuo em suas taxas, com liderança encabeçada por Alimentação, cujo índice desceu de 1,10% para 0,91% entre as duas semanas. Em Educação, Leitura & Recreação ocorreu baixa de 0,48% para 0,36% e em Vestuário de 1,08% para 1,06%.

As demais classes, como é perceptível constatar, delinearam avanço. A categoria com a maior diferença foi Despesas Diversas, ao passar de 0,34% para 0,53%. O grupo Transportes teve taxa acrescida de 1,71% para 1,82%, enquanto Saúde & Cuidados Pessoais minutou elevação de 0,81% para 0,87% e Habitação de 0,35% para 0,38%.

Os itens que apresentaram maior evolução de preços foram cigarro, com índice passando de 1,00% para 1,57%, gasolina, de 3,76% para 4,66%, e medicamentos em geral, de 1,29% para 1,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Alta nos preços das frutas em fevereiro de 2011


A imunidade de cada pessoa funciona de forma diferente. Gripe, por exemplo, é comum em qualquer época do ano, mas em transição de estações esse mal aparece com mais frequência, ocasionando, portanto, grandes filas em hospitais públicos e particulares.

Para combater essa persistente doença, o brasileiro geralmente recorre a remédios, mas também a frutas ricas em vitamina C, como é o caso do limão e da laranja. Segundo a Federação do Comércio de bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o Índice de Preços no Varejo (IPV) apresentou variação superior em 0,04% em fevereiro ante janeiro.

O IPV aponta que o valor das frutas praticado nas feiras já sobe por oito meses seguidos, com variação entre janeiro e fevereiro de 1,79%. Por isso, cuidar da gripe por métodos naturais passou a ficar mais caro.

É verdade que não foram apenas as frutas a registrarem crescimento de valores em fevereiro. Os produtos comercializados nas feiras avançaram 4,39%, com destaque para as verduras, com alta de 12,02%, legumes, com incremento de 9,57%, e ovos, com progresso de 3,79%.

A Fecomercio diagnosticou alta de 0,45% no preço dos medicamentos comercializados nas drogarias, diferente da tendência do setor Alimentação, que de acordo com o IPV arrefeceu 3,96% entre janeiro e fevereiro. Os preços das carnes de aves se apresentaram 3,78% mais baixos, enquanto bovinas -3,87% e suínas -5,83%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da cesta básica em São Paulo – Queda em fevereiro de 2011


Essencial medidor do salário mínimo do brasileiro, a cesta básica compõe produtos que são essenciais para a boa vivência de todo ser. As diferenças sociais, porém, impedem que as pessoas tenham acesso a produtos semelhantes; em alguns lares há arroz, feijão e ovo; em outros, carne de primeira e outros alimentos de custo elevado.

Pesquisa edificada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon-SP) abaliza que o valor da cesta básica caiu 2,38% em fevereiro sobre janeiro, para R$ 307,29.

Dos 31 produtos sondados na pesquisa, 18 apresentaram arrefecimento em seus preços, dez registraram avanço e outros três mantiveram seus valores. A categoria de destaque no recuo foi Alimentação, com baixa de 2,77% de janeiro a fevereiro, seguida por Limpeza, com decréscimo de 1,49%. A alta ficou a cargo da classe Higiene Pessoal, com índice positivo de 0,55%.

No acumulado do ano, o valor da cesta básica na capital paulista arrefeceu 3,70% e nos últimos meses, adquiriu alta de 7,21%.

Os produtos que apresentaram maior elevação de preço foram ovos (8,16%), absorvente (2,93%), creme dental (2,48%), óleo (1,89%) e farinha de mandioca (1,81%). No oposto, as maiores baixas ficaram a cargo da carne de primeira (9,39%), do alho (7,65%), do feijão (5,24%), do arroz (4,32%) e da linguiça (2,91%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Procon-SP – Valor da Cesta Básica apresentou alta em São Paulo


Boa qualidade de vida não significa, necessariamente, ter dinheiro para adquirir todos os bens e serviços disponíveis. É trivial que os brasileiros tenham a seu favor uma série de componentes que tragam satisfação, então ilustrados na Constituição do país – acesso à moradia, saúde, diversão, alimentação etc.

A realidade, porém, é bem diferente em comparação à idealização. O salário mínimo, de R$ 545, é insuficiente para a realização de todos os pontos ideais, principalmente se relacionados alimentos. Prova destas poucas palavras é o valor da cesta básica no município de São Paulo, que na semana de 4 a 10 de março acumulou alta de 0,27% em comparação aos sete dias anteriores.

Com esse avanço, sinaliza a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o custo da cesta-base, como muitos preferem dizer, passou de R$ 310,25 para R$ 311,09. O grupo Alimentação representou avanço de 0,33%, assim como Limpeza, cujo índice cresceu 0,19%. A única baixa foi de -0,23% no grupo de Higiene Pessoal.

Desde o início de março, ressalta a fundação, a cesta básica no município acumula avanço de 1,24% e nos últimos 12 meses, de 7,76%.

Os produtos que apresentaram maior crescimento foram a batata, por quilo (5%), a cebola, por quilo (4,69%), o sabonete, unidade de 90 a 100g (1,59%), o macarrão com ovos, pacote de 500g (1,36%) e o frango resfriado inteiro, por quilo (1,19%). Por outro lado, as maiores quedas constadas ficaram por conta do creme dental, tubo de 90g (2,38%), do biscoito maisena, pacote de 200g (1,65%), da salsicha avulsa, por quilo (1,42%), do alho, por quilo (1,36%), e do desodorante spray, em embalagem de 90 a 100 ml (1,29%).

De todos os 31 produtos sondados no levantamento, 16 contraíram alta de preços, dez tiveram custos mais baixos e apenas cinco ficaram estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Valor da Cesta Básica em fevereiro de 2011 – Queda em algumas cidades e alta em outras


Ter acesso à alimentação é uma das principais determinações estipuladas na Constituição Brasileira, embora vários habitantes passem por situações como fome e miséria. Divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apresentou baixa em nove das 17 capitais sondadas no mês de fevereiro.

As principais quedas constatadas pelo Dieese ocorreram em Florianópolis, de 2,07%, e em Brasília, de 2,02%. Em São Paulo a baixa foi bem menor, de 0,03%, ainda deixando a cidade com a cesta mais cara (R$ 261,18) do país em comparação às demais capitais. Imediatamente a seguir aparece Porto Alegre, que após a elevação de 0,71% no percentual em questão o valor da cesta chegou a R$ 256,51.

Por outro lado, Recife, Curitiba e Aracaju foram as regiões de maior destaque na alta do custo da Cesta Básica em, respectivamente, 3,20%, 3,36% e 4,32%.

Esse indicador serve de base para a determinação do salário mínimo ideal para o brasileiro ter acesso a todos os bens e serviços possíveis. Segundo o Dieese ao levar em consideração a cesta de São Paulo por ser a mais cara, o valor do mínimo, em fevereiro, deveria ter chegado a R$ 2.194,18, ou seja, mais de quatro vezes em relação aos R$ 545 do mínimo recém-acordado pelo governo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Dieese



Refeições fora de casa estão mais caras


Foi divulgada nesta terça-feira (15) uma pesquisa da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert) sobre o preço das refeições fora de casa nas diversas regiões metropolitanas do Brasil.

Realizada entre os dias 22 de novembro e 6 de dezembro de 2011, a pesquisa apontou uma alta de 15,98% no preço da refeição, se comparada ao ano de 2009. Segundo os dados divulgados pelo estudo, o brasileiro gasta, em média, R$ 21,11 para consumir fora de casa (prato principal, sobremesa, bebida e cafezinho), enquanto que em 2009 o valor médio era de R$ 18,20. Ao se observar os valores médios para as regiões do país, os consumidores do sudeste são os que pagam mais caro por este tipo de refeição: R$ 22,19, acima da média nacional. Em seguida, aparecem a região Centro-Oeste (R$ 21,21), Norte (R$ 19,96), Nordeste (R$ 18,95) e Sul (R$ 18,20).

Os valores mais altos em 2010 foram refletidos pelo crescimento econômico brasileiro, principalmente sobre as classes C e D, que passaram a demandar mais refeições fora de casa, além do aumento dos preços de produtos básicos como feijão e carne. Um aumento da demanda e uma safra menor desses produtos causa o aumento de preços das refeições.

Segundo o presidente da associação, Artur Almeida, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (ICPA), o índice geral considerado pelo governo como inflação oficial, ficou em 5,9% nos 12 meses do ano de 2010, o preço médio da refeição fora do domicílio subiu 10,34%.

A preocupação maior do governo em 2011 é conter o aumento de preços, principalmente sobre os alimentos, item básico e essencial para qualquer família brasileira.

A Assert divulgou, ainda, os preços médios para diversas cidades no país: Rio de Janeiro – R$ 26,57; Santos – R$ 26,34; Brasília – R$ 22,77; Campinas – R$ 22,26; Grande Vitória – R$ 21,57; Grande São Paulo – R$ 21,72. As capitais com valores mais baixos para as refeições foram Belo Horizonte – R$ 17,97; Curitiba – R$ 17,23; Fortaleza – R$ 17,01; Campo Grande – R$ 16,44.

Por Diego Alvim



Inflação – reajustes abusivos nos preços


O ano de 2001 iniciou com diversos reajustes nos preços, segundo uma projeção do Banco Central, teremos uma inflação de 5,66% no ano, porém, os aumentos mostram muito mais do que o projetado.

Nos alimentos, as hortaliças e verduras registraram aumento de 4% nos preços e as raízes e legumes ficaram 6,5% mais caros. A carne de boi deverá sofrer um maior reajuste, algo em torno de 70%, já as carnes de suínos e aves subiram 25%.

A educação deve sofrer um reajuste em torno de 7%, contemplando os materiais escolares, mensalidades, entre outros.

Os imóveis no Brasil tiveram uma média de reajuste de 30%. Para quem pensa em adquirir um imóvel, a época é péssima. Os preços dos lotes e imóveis sofreram o reajuste devido à grande procura. Um apartamento de três quartos que valia em média R$ 180 mil alcançou a faixa de R$ 240 mil. Os aluguéis tiveram um reajuste em média de 50%.

Nos transportes, em 05/01/2011 as tarifas de ônibus subiram 11% (de R$ 2,60 para R$ 3,00). O Metrô e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) anunciaram no dia 08/02/2011, que serão acrescidos 9,43% no valor da passagens (de R$ 2,65 para R$ 2,90) a partir de 13/02/2011.

Por Dennys Steidle



Valor da Cesta Básica apresentou queda em São Paulo


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indica que o custo da cesta básica no município de São Paulo recuou 1,11% entre os dias 28 de janeiro e 3 de fevereiro.

Na semana anterior a esta analisada, o valor era de R$ 315,61, passando, portanto, para R$ 312,11. Destacado apenas fevereiro, a variação foi de -0,85% e enfatizados os últimos 12 meses, alta de 10,01%. Dos 31 produtos estudados no confronto semanal, 13 abarcaram avanço em seus preços, outros 16 diminuíram e somente dois permaneceram iguais.

O grupo Alimentação apresentou baixa de 1,36%, com destaque para carne de segunda (sem osso), que arrefeceu 3,37%. A categoria Limpeza cresceu 0,62% e o grupo Higiene Pessoal, por sua vez, contraiu baixa de 0,66%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Apas – Índice de Preços dos Supermercados – Queda em Dezembro de 2010


Estudo semeado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) apontou, no dia 17 de janeiro, que o Índice de Preços dos Supermercados (IPS-Apas) desacelerou para 0,77% no mês passado, contra 1,06% do apurado em novembro.

No acumulado anual, de acordo com a Apas, o IPS contraiu variação de 8,77%, bem abaixo do índice de 14,16% constatado nos preços no atacado examinados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sob a responsabilidade dos estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, o medidor portou-se acima dos 6,4% calculados pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Mesmo com a desaceleração entre dezembro e novembro, revela a Apas, os custos do grupo Alimentação minutaram avanço de 0,98%, com ênfase gerida pelos produtos industrializados, que obtiveram expansão de 1,67%, diferentemente do conjunto hortifrutigranjeiros, que recuou 0,22%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



Material Escolar – Alta nos Preços em 2011


Donos de veículos automotores foram surpreendidos, antes do final de 2010, com notícias de que o valor venal de seus carros apresentariam recuo médio de 7,2%, barateando, deste modo, o IPVA. Quase simultaneamente, foi divulgado incremento de 7% sobre o Seguro Obrigatório (DPVAT).

Em meio a esse sobe e desce de índices, eis que os pais precisam se preparar, além dessas e outras cobranças, para a aquisição de materiais escolares para seus filhos. De acordo com Antonio Martins Nogueira, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório e Papelaria de São Paulo e Região (Simpa), o kit escolar mais básico sairá por, pelo menos, R$ 50.

Constituído por apontador, borracha, caderno, caneta, esquadro, estojo, entre outros, o kit tem valor médio entre R$ 47 e R$ 52, aproximadamente 8% acima do preço constatado no início de 2010. De acordo com matéria veiculada pelo portal R7, o índice de avanço dos materiais supera a inflação do ano passado calculada pelo Banco Central, de 5,91%.

As despesas podem ficar próximas ao levantamento se evitados produtos licenciados, ou seja, aqueles que contemplam personagens de desenhos animados. Se o caderno for de capa dura há também alta de preços, que pode abraçar índice de 300%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Preço da Cesta Básica em São Paulo – Queda na 2ª semana de Janeiro de 2011


Essencial a toda e qualquer família, a cesta básica na cidade de São Paulo ficou mais barata na segunda semana de janeiro em comparação à primeira semana. De acordo com estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o valor caiu 0,45%, para R$ 320,24.

Dos 31 itens avaliados pela entidade, 16 apresentaram aumento nos preços e outros 13, por outro lado, decréscimo. Apenas dois mantiveram os mesmos valores.

O preço da batata por quilo decaiu 5,92%, para R$ 1,59. Feijão carioquinha, ovos brancos, biscoito maisena e queijo mussarela apresentaram decréscimo de 4,58%, 2,75%, 2,38% e 2,07%, respectivamente.

Por outro lado, papel higiênico fino branco (pacote de quatro unidades) apresentou alta de 6,45%margarina, de 4,26%, absorvente aderente (pacote com 10 unidades), de 4,02%, e farinha de trigo, avanço de 3,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Materiais Escolares – Alta nos Preços em 2011


A aquisição de materiais escolares é uma circunstância que assegura os itens básicos e necessários aos alunos durante todo o ano letivo. A lista de elementos varia dependendo da instituição e em alguns casos ocorrem pedidos dispensáveis, podendo os pais contestarem.

Do ano passado para este houve incremento nos valores de inúmeros materiais, que chegaram a até 30%. Para Mauricio Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP), a perspectiva de faturamento dos lojistas é de 10% para 2011 em comparação ao ano de 2010.

O caderno, por exemplo, aumentou 12%. Canetas, lápis de cor, clipes, grampos e blocos de anotações também sofreram incremento de preços. Devido à alta de valores, a estimativa é de diminuição no volume comercializado e o que assegurará a estimativa de crescimento será exatamente o avanço dos valores.

Segundo Stainoff, os materiais subiram acima da inflação, com expansão média de 20%, decorrente da Substituição Tributária executada pelo Estado de São Paulo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress



Cesta Básica – Alta nos Preços em 14 capitais brasileiras – 2010


Dados reunidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalam que o valor dos componentes da cesta básica cresceu acima de 10%, no ano passado, em 14 das 17 capitais sondadas pelo estudo, com destaque para Goiânia, que contraiu alçamento de 22,9%.

Os demais locais com alta foram Recife, com avanço de 19,96%, Natal, 18,14%, Manaus, 16,73%, Fortaleza, 16,21%, São Paulo, 16,2% e Curitiba, de 15,16%. Além desses, em João Pessoa, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Vitória, Belo Horizonte e Salvador ocorreu incremento respectivo de 13,84%, 13,74%, 12,92%, 10,65%, 10,46%, 10,41% e 10,13%.

Segundo matéria veiculada pela Band Online, somente em Porto Alegre, Brasília e Aracajú ocorreram variações abaixo de 10% (6,13%, 5,15% e 3,96%, respectivamente). Embora a maior alta tenha ocorrido em Goiânia, a cesta básica mais cara do Brasil ainda foi representada por São Paulo, que ao final de 2010 chegou a R$ 265,15.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Walmart – Diminuição de Preços dos Produtos


A busca pelo menor preço é a grande obsessão dos brasileiros em meio à economia em crescimento. Percorrer gôndolas de supermercados com blocos de anotação em mãos é uma prática bastante utilizada que pode, sim, agregar boa diminuição de custos sobre a remuneração familiar ao final do mês.

O Walmart, maior varejista de todo o mundo, começou a adotar uma filosofia já praticada nos Estados Unidos, que é a ‘Preço Baixo Todo Dia’ (PBTD). O que é isso? Bom, trata-se, basicamente, de uma diminuição de preços em seus produtos – de 5% a 20% sem qualquer implicação relacionada a promoções. Inicialmente, aproximadamente dois mil itens serão abrangidos, mas a empresa expandirá essa idealização a todos.

Marcos Samaha, presidente do Walmart Brasil, assegura que o intento não é uma casualidade, mas sim uma modificação na política e no modelo de preços em conjunto com a varejista e seus fornecedores, propiciando maior volume de vendas e favorecendo todos os envolvidos, inclusive consumidores.

Em matéria veiculada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Samaha indica que isso não ocorreu anteriormente porque fora necessária buscar adaptação ao mercado brasileiro pela empresa. A ideia de cobrir preços na boca do caixa permanece.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – Carne Bovina – Alta nos Preços em 2010


Um dos itens mais consumidos nos lares brasileiros, além dos tradicionais arroz, feijão e ovos, a carne bovina registrou amplo crescimento de preços, por quilo, entre janeiro e dezembro de 2010. Cálculos feitos pela Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) examinam que a alta foi de 34,5% no ano – apenas o filet mignon subiu 67,74%.

O custo mais elevado da carne no bolso dos brasileiros também foi sentido no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela entidade (variação de 6,40% em comparação a 2009). De acordo com Antonio Evaldo Comune, coordenador do medidor, a rigorosa entressafra no meio do ano foi prejudicada pela escassez na chuva, situação que lesou o pasto. Além disso, a demanda em crescimento contribuiu para a variante de preços.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 assinala que a carne foi o grande colaborar para o ramo Alimentação avançar 12,2% no ano passado e representar 2,65% de toda a variação do índice de preços. Possivelmente, prevê, Comune, em 2011 novos aumentos deverão ser sentidos no grupo devido a outras commodities do setor agrícola.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços em São Paulo na 1ª semana de Janeiro de 2011


O bem-estar social é um dos patamares almejados por todas as pessoas. Conforto financeiro, bom relacionamento interpessoal e profissional, além de outros pontos, surtem nas pautas de grandes portais de comunicação, nas entrelinhas, e em blogs de jovens e adultos.

Um dos fatores iniciais para esse alcance é o sustento alimentar, nem sempre assistido pelo estado, mas em melhores condições ante anos atrás. A cesta básica, um dos componentes que medem tanto o preço dos alimentos de maneira individual como, também, quanto o salário mínimo deveria valer, voltou a subir para os residentes da cidade de São Paulo.

Segundo estudo veiculado pela Fundação Procon, na semana terminada em 28 de dezembro a cesta básica custava, em média, R$ 319,11, porém no início de 2011 passou para R$ 321,88. Dos 31 produtos listados, 21 apresentaram elevação de preços.

As mercadorias que contraíram alta foram a cebola, de 8,66%, a batata, de 3,8%, a margarina, de 3,19%, a salsicha (avulsa), de 2,66%, e a carne de primeira, de 2,63%. Por outro lado, feijão carioquinha, papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), queijo mussarela fatiado e linguiça fresca obtiveram recuo de 1,77%, 1,04%, 0,52% e 0,26%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal R7



Material Escolar – Preços dos Livros – Alta em 2011


O início de ano é marcado por muita expectativa. No badalar das 24 horas de 31 de dezembro para os primeiros segundos de 1º de janeiro os tradicionais desejos, promessas e outros termos adjacentes permeiam a mente de cada pessoa, tanto para uma vida pessoal mais próspera como, também, a uma vida profissional mais bem sucedida.

Atualmente, é perceptível sonhar mais alto em meio ao aumento da confiança com a economia do país. E se o assunto é financeiro, nem sempre assim acontece, principalmente quando se é necessário dispensar parte da renda para impostos e outros gastos, como é o caso de materiais e livros escolares.

O último exemplo, em específico, já está mais caro. De acordo com levantamento realizado pela Associação Nacional de Livrarias (ANL), os didáticos devem ter preços mais elevados entre 6% e 10% neste ano, caso semelhante ao praticados nos paradidáticos. Segundo Vitor Tavares, presidente da entidade, as editoras determinam valores e como as livrarias já têm em mãos grande parte dos livros, o aumento já fora constatado.

Tavares assinala que o consumidor deve sempre procurar negociar descontos quando o pagamento for à vista. Embora a rede mundial de computadores tenha se tornado importante instrumento de compra, Vitor sugere evitar a aquisição por esse meio devido ao preço do frete, que torna a mercadoria mais cara.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



Procon-SP – Grande diferença nos Preços de Medicamentos – Genéricos e Referenciais


A saúde requer uma série de cuidados para bem prosseguir, tais como adoção de hábitos alimentares saudáveis e práticas de esportes. Quando é necessária a prevenção ou cura para determinado sintoma ou doença, médicos recomendam utilização de medicamentos, mudança de costumes etc.

Estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) constatou entre os dias 3 e 5 do mês passado em 15 drogarias situadas na capital paulista variação de até 122,23% entre remédios de referência e de até 1.181,52% nos preços de genéricos, além de 52,41% entre um genérico e seu referencial.

Para o consumidor ter noção mais exata da discrepância, o Procon-SP tomou por base o Diclofenaco Sódico (20 comprimidos de 50 miligramas) entre os genéricos, que na Zona Sul do município era vendido por R$ 0,92 e na Zona Oeste, R$ 11,79.

O medicamento referencial relacionado pela fundação foi o antibiótico Amoxil (21 cápsulas de 500 miligramas), encontrado por R$ 22,13 em uma região da Zona Oeste e por R$ 49,18 em outro local da ZO, dessemelhança de 122,23%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



FGV – Produtos para Ceias de Final de Ano – Alta nos Preços


Levantamento edificado nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que os custos dos produtos mais procurados pelos consumidores brasileiros para as festas de final de ano (Natal e virada de 2010 para 2011) estão superior à inflação média constatada no varejo.

Para chegar a essa conclusão, a FGV apurou preços de 18 produtos mais esquadrinhados para o período e nesses a inflação, acumulada em 12 meses até o mês passado, abordou índice de 12,15%, muito acima da média varejista do período (5,34%) examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M).

Para a fundação de acordo com o Estadão, a elevação nos custos dessas mercadorias para as duas ceias de final de ano também foi mais impetuosa ante a inflação média no varejo entre os valores dos alimentos, que conglomeram avanço de 7,73% entre dezembro de 2009 e novembro de 2010.

Os produtos que sofreram maior reajuste foram o lombinho suíno, de 14,99%, o frango inteiro, de 10,21%, e o pernil suíno, de 9,71%. No período anterior acumulado apresentavam recuo de 9,58%, 7,26% e 6,18%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Preço dos Alimentos – Expectativas para Janeiro de 2011


Especulações envolvendo o futuro dos alimentos rondam o mundo. Grandes organizações e pequenas entidades avaliam que em breve o planeta sofrerá uma crise nesse quesito. Sem preocupações com essa possibilidade, pelo menos no atual momento, Guido Mantega, ministro da Fazenda, afirmou que o preço de comidas deverá baixar para o consumidor final do país em janeiro.

Para elucidar seu ponto de vista, Mantega pondera que a situação de alta não é observada somente no Brasil, mas no planeta inteiro. Em seu modo de pensar, esse é um processo cíclico, recorrente. No país, dita o ministro, existem questões climáticas que envolveram secas em algumas regiões.

Na finalidade de abranger um pouco mais suas considerações, Mantega calcula que o preço elevado dos alimentos provém também de usuras dos mercados futuros de commodities. Contudo, acredita que o trigo, o milho e o feijão já assinalam queda nos preços no atacado, mas ao varejo será experimentado, efetivamente, no próximo mês (janeiro de 2011).

O governo tem estabelecida a meta da inflação em 4,50% e atualmente o índice já chega a 5%. Para Mantega em reportagem do portal de Economia Terra, esse fator não pressiona o preço dos alimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Preços – Carnes e Eletroeletrônicos – Outubro de 2010


A alta no preço das carnes tem incidido negativamente em alguns pontos e positivamente em outros. Os consumidores passaram a ter maiores dificuldades em abastecer seus lares com esse item, porém sobrou ao frango suprir algumas necessidades – a ave também, devido à demanda, tem apresentado ascensão de preços.

Informações obtidas juntamente à Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) assinalaram que o Índice de Preços no Varejo (IPV) computou avanço de 1,18% em outubro de 2010 contra o mês imediatamente anterior, acarretando, pois, a maior expansão desde junho de 2008. No acumulado anual, revela a entidade, o medidor contabiliza incremento de 3,41%.

Para Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio-SP, em 2010 o setor de açougue é o que apresenta a maior alta, tanto que de janeiro até outubro a elevação chega a 17,08%. Apesar desse acréscimo, os eletroeletrônicos conglomeram um ano de baixas seguidas. Mercadorias abrangidas pela telefonia, imagem & som e informática decresceram, em média, 0,69% entre setembro e outubro, com deflação anual de 8,26%.

Na análise de Júlia, segundo o portal de Economia UOL, a valorização do real perante o dólar é um dos fatores recorrentes para esse setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SindusCon-SP – Preços da Construção Civil – Queda em Novembro de 2010


Dados divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) revelaram que novembro foi o terceiro mês de queda seguida dos preços da construção civil paulista. No mês passado o percentual baixou 0,13%, em outubro 0,12% e em setembro 0,15%.

O índice negativo em novembro é reflexo do baque de 0,30% dos preços de materiais de construção em comparação a outubro. O Custo Unitário Básico (CUB), que indica a variação mensal nos custos do segmento para uso nos reajustes dos contratos, envolveu 129,82 pontos, pouco abaixo dos 130 pontos de do mês antepassado.

De acordo com o portal de Economia UOL, no acumulado anual até novembro as despesas sintetizaram incremento de 5,49% e nos últimos 12 meses, 5,48%. Além dessas constatações, no período o custo da construção civil paulista, ou R8-N, atingiu R$ 902,30 por metro quadrado, dos quais R$ 398,89 concernentes a materiais e os outros R$ 479,04 atinentes à mão de obra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Frango – Alta nos Preços


Final de ano próximo e as famílias já começaram os preparativos – pelo menos na teoria – para o Natal e virada de 2010 para 2011. Geralmente atentos aos preços, os consumidores pesquisam o custo do quilo do bacalhau, a unidade do Panettone, os litros de bebidas, entre outros itens.

Algumas pessoas, neste ínterim, preferem frango a iguarias dos mares, mas a despesa para adquiri-lo tem subido devido à alta no preço da carne bovina. Recentemente, o preço da ave, por quilo, chegou a R$ 2, justamente devido à procura mais elevada.

O setor alimentício, especificamente, acumula entre janeiro e outubro, segundo a Folha UOL, incremento de 6,59%, refletindo, portanto, impacto da demanda aquecida e da seca pelo país, tanto que o grupo Alimentação representa o maior incidente na inflação deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços – São Paulo – Novembro de 2010


A alta no preço dos alimentos tem elevado o valor da cesta básica em todo o país. Levantamento feito em sociedade entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) revela que o aumento foi de 0,47% em São Paulo na semana encerrada em 25 de novembro.

Devido a esse avanço, o custo da cesta básica chegou a R$ 321,21, em média, dos quais R$ 25,06 provenientes de produtos de higiene pessoal, R$ 29,82 de mercadorias de limpeza e R$ 266,33 relacionados a gastos em componentes de alimentação. De acordo com o estudo, dos 31 itens consultados 15 registraram aumento nos preços, 13 ficaram mais em conta e outros três não sofreram qualquer tipo de modificação.

Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que o papel higiênico foi o elemento com a maior alta, de 4,95%. Em seguida figuraram a cebola, com avanço de 4,39%, o frango resfriado (por quilo), com incremento de 3,50%, e o biscoito maisena, com índice para cima em 3,42%.

Diferentemente das altas descritas anteriormente, a batata (por quilo) foi a que sofreu maior baixa entre os produtos, de 8,65%, comboiada pelo sabão em barra (unidade), –4%, e o alho (por quilo), com recuo de 2,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese e Procon-SP – Preços da Cesta Básica em São Paulo – Alta em Outubro de 2010


Dados divulgados em parceria entre a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelaram que a cesta básica cresceu 3,98% na cidade de São Paulo em outubro ante seu mês imediatamente anterior.

Confirmando informações antecedentes, o aumento dos valores praticados na carne bovina e no feijão influenciou o novo preço da cesta básica, que cresceu entre setembro e outubro de R$ 299,99 para R$ 311,94. Entre os 31 produtos abarcados no estudo, 23 sofreram elevação e os demais, baixa.

Os produtos que mais aumentaram, de acordo com o portal R7, foram os alimentícios (4,58%), e também o grupo de higiene pessoal (2,71%). A categoria de limpeza, diferentemente, apresentou leve decréscimo de 0,03%.

Para se ter ideia do descrito anteriormente, o pacote de 1 quilo do feijão carioquinha contraiu elevação de 9,94%, enquanto a carne de segunda, sem osso, cresceu 9,31%. A farinha de trigo não ficou distante, uma vez que teve preço superior em 6,85%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor – Aumento em Outubro 2010


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal, atualizado em 7 de outubro, ficou em 0,66%, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. O índice ficou 0,2 ponto percentual acima do resultado apurado anteriormente.

Segundo a Fundação, este é o maior resultado obtido desde a primeira semana do mês de maio deste ano, quando o índice atingiu a marca de 0,78%.

O principal responsável pelo aumento do Índice de Preços ao Consumidor foi o grupo da alimentação, que disparou de 0,84% a 1,41%, puxado pelo aumento das frutas, arroz e feijão e dos laticínios, que subiram de 1,83% para 3,74%, 1,53% para 3,72% e de 0,70% para 1,31%, respectivamente.

Por Luana Neves



Preço dos Remédios Genéricos – Variação em São Paulo (SP)


A Fundação Procon-SP divulgou nesta quinta-feira um levantamento a respeito dos preços dos remédios genéricos na capital paulista.

De acordo com o Procon, os preços dos remédios genérico variam até 523,81% nos estabelecimentos pesquisados, e até 100% entre os remédios de referência.

O genérico diclofenaco sódico foi o que apresentou maior variação na pesquisa. Segundo o Procon, a pesquisa encontrou o medicamento por R$ 1,89 em uma farmácia da capital e R$ 11,79 em outra farmácia.

O remédio de referência Propranolol Ayrest, do laboratório Sigma Pharma foi encontrado por R$ 3,52 e por até R$ 7,04 pelo Procon-SP nas farmácias da capital paulista.

Por Luana Neves



Cesta Básica – Preços Reduzidos em Julho de 2010


Segundo um levantamento divulgado nesta quarta-feira, 04 de agosto de 2010, pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o preço da cesta básica do brasileiro no mês de julho deste ano reduziu em dezesseis capitais do país, dentre a mesma quantidade pesquisada.

Os principais produtos responsáveis pela queda dos preços foram o tomate, o açúcar e a batata, sendo que, somente no Rio de Janeiro, o tomate obteve um decrescimento de 41,77% no valor.

Em contrapartida, o pão e o óleo apresentaram aumento de preços em julho em dez localidades. A maior diminuição de preços da cesta básica ocorreu no Rio de Janeiro, seguida por Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Já a cesta básica mais cara ficou por conta da cidade de São Paulo.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Correio Braziliense



Preços diminuem no Setor de Vestuário e Produtos Têxteis – São Paulo


Nos próximos meses os consumidores de São Paulo verão uma queda de preços no setor de vestuário e outros produtos têxteis produzidos no Estado. Isto porque a taxa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) foi reduzida de 18% para 12%, o que irá refletir diretamente nos preços dos produtos finais a serem adquiridos pelos consumidores.

De acordo com Richard Domingos, diretor-executivo da empresa Confirp de contabilidade, esta redução do preço final poderá chegar a até 13%. Isto, segundo ele, será muito positivo para o Estado, o qual já teve muitas empresas da região migradas para outras localidades em função dos altos preços comparados à realidade nacional.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band



Reformas e Construções estão mais caras no Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), relatou em recente estudo que reformar ou construir casas, apartamentos e demais tipos de edificações ficou mais custoso no Brasil devido ao reajuste de preços dos materiais de construção, bem como de correções salariais ocorridas pelno setor.

Em percentuais, o Ibre indicou que as despesas no segmento tiveram aumento de 1,15% entre o período de 21 de março a 20 de abril, muito acima do 0,45% constatado nos 30 dias antecedentes.

O Canal Executivo do UOL refere que das sete capitais avaliadas pelo levantamento, cinco delas apresentaram aumentos significativos, principalmente Porto Alegre, com 2,6%, Salvador, com 6,18%, e Rio de Janeiro, com quase 9,8%. Em Belo Horizonte houve melhorias nos índices, porém em São Paulo se manteve inalterável.

Fonte: Canal Executivo UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei