As festas de final de ano compõem, sem qualquer contestação, o período mais almejado pelo varejo brasileiro. Presentes a parentes e amigos, maior consumo de alimentos e bebidas típicos do Natal e Ano Novo, bem como viagens fazem parte da rotina anual da população. O crescimento econômico do país, o acesso facilitado a crédito e a expansão na criação de empregos contribuíram, entre 2009 e 2010, para ampliação no endividamento da população.
Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 indica que parcela do comprometimento da renda mensal dos lares brasileiros com débito em financiamentos bancários e crediários em lojas, cresceram nos últimos meses. Diferentemente do que se possa supor, ao invés de arrefecimento (diminuição) na contração de novos compromissos, os cidadãos começaram a se endividar mais ainda.
O veículo de comunicação, baseado em estudo da Tendências Consultoria Integrada, indica que essa continuidade no acréscimo de dívidas dos lares brasileiros deve-se ao otimismo da criação de empregos e da própria renda, oferecendo, portanto, perspectivas futuras mais seguras. No entanto, a pesquisa da consultoria admite que essa expectativa não chega ao campo imobiliário.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Consumidor, Crescimento econômico, Endividamento, População
E o caso da cobrança indevida nas contas elétricas de inúmeros cidadãos pode ter, novamente, um novo capítulo. Isto porque Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, afirmou que a população precisa confiar no governo e aguardar uma solução final para essa problemática.
Lobão assegura que estudos em torno dessa situação serão feitos em conjunto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com o objetivo de averiguar se as cobranças inadequadas – supostamente decorrentes desde 2002, segundo levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União – aconteceram e ainda acontecem.
Para tanto, o ministro pediu calma às pessoas que já entraram na Justiça a fim de serem ressarcidas. Ele assevera que caso algum entrave seja constatado, em breve haverá um desfecho no que depender do governo e da Aneel.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Energia Elétrica, Governo Federal, População
Sempre que questionamos greves surgem argumentos que são favoráveis e contras, portanto para que se possa tomar uma posição de apoio ou desfavorável, é preciso verificar o quanto o movimento impacta o dia-a-dia da população.
Todos que precisam dos serviços bancários, correntistas ou não, sofrem com a greve, que por muitos são criticadas. O salário e as reivindicações, para a maioria da população, demonstra apenas um sentimento de individualismo dos bancários.
Eles já possuem remuneração e benefícios acima do mercado, e carga de trabalho, normalmente, de 6 horas. Mas, independentemente das razões, o direito de um vai até onde interfere no direito do outro, ou seja, o correntista tem as taxas cobradas mas não pode usar os serviços em épocas de greve.
Por José Alberi Fortes Junior
Admin Bancos, Brasil, Greves, População, Reajuste, Salário
Saber e poder. Numa trajetória cronológica, os tempos atuais podem ser nomeado como a época do conhecimento e ao mesmo tempo, um momento de ódio ao conhecimento. Uma época de manipulação da massa, que se deixa dominar pelo que vê, fato pelo mostrado pela mídia.
A Mídia ajuda a proporcionar muito conhecimento, mas por outro lado, muita dominação. Isto se vê na exibição das chamadas telenovelas, reality shows entre outros, com suas audiências estrondosas, fonte de faturamento imenso.
A população deixa de viver a sua vida, talvez até uma forma de esquecer a sua cruel realidade, mas que está dando um lucro quase inimaginável.
Não é a toa que chamam a mídia, principalmente televisiva de “poderosa detentora do conhecimento atual“, porque ninguém mais do que ela consegue esta “população controlada”. Portanto, Bill Gates já era, o detentor do conhecimento “Windows”, já é passado.
Admin Dinheiro, Motivação, População, Reflexão
Um levantamento executado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em benefício da Alimentação e Agricultura revelou que a produção global de alimentos terá de ascender, até o ano 2050, cerca de 70%. Essa estimativa, para o órgão, tem por alusão o abastecimento necessário à população global no futuro.
Segundo a ONU, neste ano deduzido, haverá aproximadamente 2,3 bilhões de pessoas a mais em relação à atualidade. Para tanto, para que haja alimentos necessários aos índices pressupostos, os investimentos na agricultura primária terão de ser elevar em aproximadamente 60%.
Pois é. Com essa avaliação em posse do órgão, resta aos países desenvolvidos estabelecerem mais fortemente laços com nações subdesenvolvidas e emergentes. Mesmo que o consumo dos chamados países ricos seja bem mais alto em relação aos menos favorecidos, cooperações bilaterais poderão dar ao mundo, em décadas, uma auto-sustentabilidade necessária para que todos ganhem. Resta saber, por fim, se isso interessa à ponta da pirâmide.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Agricultura, Alimentos, Crescimento econômico, ONU, População