Atualizações anteriores



Passagens de metrô no Brasil – Preços altos


Depois de tantas manifestações envolvendo o transporte público no Brasil, finalmente uma pesquisa foi feita para revelar que realmente estamos pagando caro.

O brasileiro gasta mais do que um argentino ou um chileno para trafegar entre as linhas do metrô. Como se não bastasse, o Brasil ainda fica na frente de outros tantos países da América Latina, no quesito passagens de metrô.

Em Buenos Aires, a passagem chega a ser pouco mais que R$ 1. Na grande cidade de São Paulo este valor chega a mais de R$ 3. Já em Santiago do Chile, uma das cidades mais movimentadas e caras do continente, o passageiro só precisa gastar R$ 2,40 para andar de metrô e aproveitar os benefícios de transporte do governo.

Em cidades europeias, o nosso país chega a perder por pouco. Em Paris a passagem custa mais de R$ 4 e em Nova York, o bilhete único custa quase R$ 5.

Se compararmos o custo de vida de um europeu com o de um brasileiro e toda a estrutura dos países de lá, não precisamos de grande explicação para saber que o Brasil exagera na passagem de metrô. 

Por Jéssica Monteiro

Fonte: Uol



Ampliação do Metrô de São Paulo irá gerar 22 mil oportunidades de emprego


A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) teve aprovado financiamento de R$ 766 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a ampliação da rede metroviária local. Em nota divulgada à imprensa, o banco afirma que essa medida é a maior já concedida ao transporte público urbano.

O portal de Economia do Estadão afirma que o valor aplicado pelo BNDES equivale a 13% dos R$ 6 bilhões de investimentos ao projeto. As demais aplicações terão origem, segundo comunicado da entidade, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco Mundial (Bird) e, também, do próprio Estado de São Paulo.

O dinheiro será empregado em várias redes metroviárias do Metrô, entre elas a expansão da Linha 5 (lilás) em mais de 11 quilômetros, da estação Largo Treze de Maio à estação Chácara Klabin, situada na Linha 2 (verde). Os recursos também permitirão a criação de 10 mil empregos diretos durante a fase de ampliação do Metrô e outras 11 mil oportunidades indiretas nos estágios de implantação e operação dos trens.

Em vista dos investimentos e os prováveis resultados, São Paulo será, certamente, uma das cidades com melhor retorno durante a Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei