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Maioria das empresas pretende aumentar salários em 2013


O setor de empregos não sentiu os efeitos da crise econômica mundial e mantêm a empregabilidade evitando taxas altas de desemprego.

Apesar disso, segundo o International Business Report (IBR) 2012 realizado pela Grant Thornton International com 12 mil empresas privadas distribuídas em 40 países, o ritmo de contratação em 38% da empresas do Brasil teve uma queda de 11 pontos percentuais no segundo semestre do ano.

Mesmo com este dado negativo, o Brasil conseguiu obter a 4ª colocação entre os países que mais realizam contratações de trabalho.

No entanto, não existem estímulos locais para as contratações já que no país a produção possui custos muito altos, uma elevada carga tributária e mão de obra sem a qualificação necessária.

Com isso, um dos meios usados pelas empresas é a retenção de talentos através da oferta de altos salários a seus profissionais.

Em relação a esta questão 63% das empresas afirmaram que irão aumentar os salários com valores acima da inflação e apenas 5% não irão conceder nenhum tipo de aumento salarial a seus empregados.

Por Ana Camila Neves Morais



Média Salarial no Brasil – Queda em Abril de 2012


Em abril, o salário médio do trabalhador brasileiro ficou 1,2% menor do que o registrado no mês de março. Em números absolutos, a média de remuneração foi de R$ 1.719,50. Por outro lado, o resultado apresentou crescimento de 6,2% quando comparado a abril de 2011. A informação é do IBGE, em levantamento feito em sete regiões metropolitanas e divulgado na quinta-feira (dia 24 de maio).

Avaliando-se por regiões e em comparação a março, em dois locais foi registrado aumento na média salarial: Belo Horizonte teve alta de 0,5% e Porto Alegre teve crescimento de 1%. Já em Recife (-1,6%), São Paulo (-1,7%), Salvador (-1,4%) e Rio de Janeiro (-1,6%), o IBGE registrou queda no valor da média de remuneração. Em relação a abril de 2011, todas as regiões tiveram aumento do valor médio do salário.

De todos os setores analisados, o de serviços domésticos foi o que teve o maior aumento da renda, com alta de 10,9%.

Quanto às modalidades de posição de ocupação, os que trabalham por conta própria tiveram a maior diferença salarial, chegando a uma alta de 12,9%. Os empregados em carteira no setor privado ficaram na segunda posição, com alta de 3,8%.

Fonte: IBGE

Por Matheus Camargo



Média salarial de cargos – Empresas de médio porte


Muitas vagas exigem que o candidato entregue o currículo com pretensão salarial. Para ajudar nesse requisito, ou saber se é hora de solicitar um aumento, seguem alguns exemplos da média de valores de salários correntes de alguns cargos.

Vale ressaltar que se trata de empresas de médio porte.

A divisão foi feita por áreas e os dados foram recolhidos pela Deloitte, em dezembro de 2011.

1. Serviços/Administração:

  • Advogado Júnior: R$ 4.873;
  • Assistente Administrativo: R$ 2.077;
  • Cozinheiro: R$ 1.278;
  • Motorista de caminhão: R$ 1.510;
  • Recepcionista: R$ 986.

2. Recursos Humanos:

  • Assistente de Vendas: R$ 1.876;
  • Supervisor de Atendimento ao Cliente: R$ 5.003;
  • Supervisor de Vendas: R$ 7.816;
  • Vendedor de Varejo: R$ 2.579.

3. Financeira/contábil:

  • Analista Financeiro Júnior: R$ 2.637;
  • Auxiliar de Contabilidade: R$ 1.402.

4. Saúde:

  • Auxiliar de Enfermagem: R$ 1.797;
  • Enfermeiro: R$ 3.978;
  • Nutricionista: R$ 2.978.

5. Logística:

  • Almoxarife: R$ 1.706;
  • Comprador Técnico Júnior: R$ 2.474;
  • Supervisor de Compras: R$ 5.480.

6. Industrial:

  • Desenhista Projetista: R$ 3.157;
  • Engenheiro de Manutenção: R$ 5.972;
  • Engenheiro de Desenvolvimento de Produtos Pleno: R$ 5.816;
  • Supervisor de Produção: R$ 5.422;
  • Técnico em Eletrônica: 2.149.

Para mais informações, sobre outros cargos, salários em empresas de médio e grande porte, entre outras, consultar a Tabela Geral de Salários Correntes, do jornal O Estado de São Paulo, do dia 11 de março de 2012, p. 4 do caderno de classificados.

Por Christiane Suplicy Curioni



Queda na Média Salarial de Quem tem Maior Escolaridade


No período de 2002 a 2008, o salário dos trabalhadores brasileiros que tem maior escolaridade sofreu queda, e o salário dos que tem menos escolaridade registrou alta. Foi o que indicou uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea.

Neste período, a média salarial dos trabalhadores com mais de onze anos de estudo caiu 12,76%, passando de R$ 2.607,79 em 2002 para R$ 2.275,14 no ano de 2008.

Os trabalhadores que tem entre nove e onze anos de estudo tinham média salarial de R$ 962,49 em 2002, esta média caiu 5,09%, indo para R$ 913,51 em 2008.

Já os profissionais que tem até quatro anos de estudo tiveram alta de 12,76% em sua média salarial, passando de R$ 481,91 para R$ 541,63 devido ao ganho real de 36,9% do salário mínimo entre 2002 e 2008. Os que tem entre cinco e oito anos de estudo também tiveram alta, passando de R$ 645,14 em 2002 para R$ 695,56 em 2008, um ganho de de 7,82%.

Por Mauro Tavares

Fonte: Info Money



Taxa de desemprego se mantém equilibrada


A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), estudo dirigido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou taxa de desemprego de 7,6% em março deste ano, levemente acima da averiguada em fevereiro, quando um percentual de 7,4% foi diagnosticado. Em relação ao terceiro mês de 2009 a atualidade é positiva, pois na ocasião o mesmo índice alcançou a casa de nove pontos.

De acordo com o levantamento, que indica a menor taxa para um mês de março em toda a história, iniciada em 2002 pelo IBGE, o número de pessoas desempregadas, ao todo 1,8 milhão, se manteve estável na comparação mensal e teve retração de 14,1% em comparação ao período igual do ano passado.

O rendimento médio real dos trabalhadores constatado foi de R$ 1.143,40, acima em 0,4% em relação a fevereiro e 1,5% ante março de 2009.

Segundo o Canal Executivo UOL, a taxa de desemprego indicada tem por base pesquisa feita em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo).

Fonte: UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei