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Tributos embutidos em Materiais Escolares


Pais e/ou mães que conseguem sobreviver do ponto de vista econômico ao 1º trimestre de cada ano podem se considerar vencedores. Nesses três meses, sobretudo nos lares com filhos em escolas públicas ou particulares, os gastos são encorpados, desde os impostos tradicionais do período (IPVA e IPTU) até despesas com materiais escolares.

Levantamento representado na página do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que de cada R$ 100 despendidos a cadernos, lápis, borrachas e canetas, R$ 35 são destinados ao governo em forma de impostos.

O valor total de uma caneta tem tributo estabelecido em aproximadamente 50%, não muito à frente quando lápis e cadernos são relacionados (35%). Uma simples borracha, por sua vez, tem 43,19% de seu valor representado por meio de taxas.

De acordo com João Eloi Olenike, presidente do instituto, isso ocorre porque muitos dos itens escolares são industrializados, portanto, faz-se necessário o recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em sua concepção, os materiais do setor agregam taxas de impostos acima da média de outros segmentos.

Se o consumidor ainda não adquiriu materiais para seus filhos, é necessária muita atenção com os preços. Especialistas indicam vasta pesquisa antes da derradeira compra.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBPT



Material Escolar – Alta nos Preços em 2011


Donos de veículos automotores foram surpreendidos, antes do final de 2010, com notícias de que o valor venal de seus carros apresentariam recuo médio de 7,2%, barateando, deste modo, o IPVA. Quase simultaneamente, foi divulgado incremento de 7% sobre o Seguro Obrigatório (DPVAT).

Em meio a esse sobe e desce de índices, eis que os pais precisam se preparar, além dessas e outras cobranças, para a aquisição de materiais escolares para seus filhos. De acordo com Antonio Martins Nogueira, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório e Papelaria de São Paulo e Região (Simpa), o kit escolar mais básico sairá por, pelo menos, R$ 50.

Constituído por apontador, borracha, caderno, caneta, esquadro, estojo, entre outros, o kit tem valor médio entre R$ 47 e R$ 52, aproximadamente 8% acima do preço constatado no início de 2010. De acordo com matéria veiculada pelo portal R7, o índice de avanço dos materiais supera a inflação do ano passado calculada pelo Banco Central, de 5,91%.

As despesas podem ficar próximas ao levantamento se evitados produtos licenciados, ou seja, aqueles que contemplam personagens de desenhos animados. Se o caderno for de capa dura há também alta de preços, que pode abraçar índice de 300%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Materiais Escolares – Alta nos Preços em 2011


A aquisição de materiais escolares é uma circunstância que assegura os itens básicos e necessários aos alunos durante todo o ano letivo. A lista de elementos varia dependendo da instituição e em alguns casos ocorrem pedidos dispensáveis, podendo os pais contestarem.

Do ano passado para este houve incremento nos valores de inúmeros materiais, que chegaram a até 30%. Para Mauricio Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP), a perspectiva de faturamento dos lojistas é de 10% para 2011 em comparação ao ano de 2010.

O caderno, por exemplo, aumentou 12%. Canetas, lápis de cor, clipes, grampos e blocos de anotações também sofreram incremento de preços. Devido à alta de valores, a estimativa é de diminuição no volume comercializado e o que assegurará a estimativa de crescimento será exatamente o avanço dos valores.

Segundo Stainoff, os materiais subiram acima da inflação, com expansão média de 20%, decorrente da Substituição Tributária executada pelo Estado de São Paulo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress



Material Escolar – Preços dos Livros – Alta em 2011


O início de ano é marcado por muita expectativa. No badalar das 24 horas de 31 de dezembro para os primeiros segundos de 1º de janeiro os tradicionais desejos, promessas e outros termos adjacentes permeiam a mente de cada pessoa, tanto para uma vida pessoal mais próspera como, também, a uma vida profissional mais bem sucedida.

Atualmente, é perceptível sonhar mais alto em meio ao aumento da confiança com a economia do país. E se o assunto é financeiro, nem sempre assim acontece, principalmente quando se é necessário dispensar parte da renda para impostos e outros gastos, como é o caso de materiais e livros escolares.

O último exemplo, em específico, já está mais caro. De acordo com levantamento realizado pela Associação Nacional de Livrarias (ANL), os didáticos devem ter preços mais elevados entre 6% e 10% neste ano, caso semelhante ao praticados nos paradidáticos. Segundo Vitor Tavares, presidente da entidade, as editoras determinam valores e como as livrarias já têm em mãos grande parte dos livros, o aumento já fora constatado.

Tavares assinala que o consumidor deve sempre procurar negociar descontos quando o pagamento for à vista. Embora a rede mundial de computadores tenha se tornado importante instrumento de compra, Vitor sugere evitar a aquisição por esse meio devido ao preço do frete, que torna a mercadoria mais cara.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



Quer gastar menos com Material Escolar para seus filhos?


Todos os anos a novela é a mesma: compra de material escolar. Mas… Você sabe como realmente economizar?

Tendo a lista de material em mãos, há de se fazer muitas pesquisas de preço, ou em suma, “bater pernas por aí”.

“Tem muita coisa que só se usa uma vez em um ano”, conta uma das estudantes.

É bacana o envolvimento da criança na compra dos materiais? Sim. A criança pode utilizar inclusive o material fora das aulas. Há de se pensar no material de maneira global, ou seja, otimizar a utilização do mesmo.

A escola pode vender o material? Não há nada que impeça. O que não pode é exigir que se compre na escola. Deve existir liberdade de escolha.

Qual material escolar não se pode pedir na lista? Qualquer um que não se destine a própria criança. Exemplo: material de limpeza, que algumas escolas até hoje tem colocado na lista. Isso não é permitido.

Quando o aluno é reprovado, como fazer ele continuar estudando? Primeiramente, para não reprovar, a idéia é prestar bastante atenção nas aulas. Para os que já foram reprovados, a intenção é de motivar a criança, e não tecer somente críticas. A criança precisa ter a impressão de que está sempre aprendendo algo válido.