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Materiais de Construção – Vendas apresentaram alta em abril de 2011


A expansão do setor imobiliário incentiva a criação de empregos em todo o país há vários meses. Os ramos de atividade diretamente ligados se aproveitam intensamente, como é o caso do segmento de materiais de construção, que até 31 de dezembro deste ano conta com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) como aliada.

Levantamento construído pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), em sociedade com o Ibope Inteligência, ressalta que o varejo de material de construção delineou expansão de 6,5% em abril contra o mês imediatamente anterior. No confronto anual houve avanço um pouco mais ameno, mas nem assim inexpressivo: 3%.

De acordo com a associação, o ramo de argamassas obteve o melhor desempenho entre todos os demais no período, com crescimento de 8,5%. Em seguida figurou cimento, com índice positivo de 6%.

Fios e tubos de PVC, metais sanitários e fios e cabos não registraram alta, muito menos baixa em seus números. A Anamaco também aponta que nenhum dos setores sondados apresentou taxas de decréscimo no comparativo anual.

Para Claudio Conz, presidente da Anamaco, a desaceleração da economia projetada para os próximos meses não deve influenciar veementemente nas vendas de materiais voltados à construção, tanto que a perspectiva é de expansão na casa de 8,5% para este ano em relação a 2010. As obras envolvendo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o “Minha Casa, Minha Vida” surgem como referenciais a essa constatação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Materiais de Construção – Vendas apresentaram queda em janeiro de 2011


Estudo realizado em sociedade entre o Ibope Inteligência e a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assinala recuo de 5,3% nas vendas de janeiro, do setor, em comparação às efetivadas em dezembro do ano passado. A pesquisa revela que somente o ramo de aço contraiu dados positivos, com alta de 3,5%.

De acordo com a associação, o varejo do segmento angariou acréscimo de 10,6% no ano passado em comparação a 2009, compreendendo faturamento total de R$ 49,80 bilhões. Com essa informação em posse, a perspectiva do setor é de expansão de 11% em 2011 devido à prorrogação da isenção do IPI até dezembro, além do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Em 2010, ressalta a Anamaco, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), então calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), aglomerou ascensão de 7,77%, com materiais e equipamentos crescendo 5,02% e mão de obra 10,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco



Abramat – Vendas de Materiais de Construção em 2010


A expansão do setor imobiliário acarreta aumento do número de empregos na construção civil e também no faturamento dos setores que atuam direta e indiretamente desse setor. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a comercialização interna de materiais de construção avançou 12,6% de janeiro a novembro de 2010 contra o período igual de 2009.

No mês passado, segundo o Estadão, as vendas contraíram expansão de 5,41% no comparativo anual, porém caíram 1,76% em relação a outubro deste ano. O nível de empregos criados pelo segmento cresceu 0,58% sobre o mês retrasado e 10,88% ante novembro de 2009.

A comercialização interna dos materiais básicos saltou 1,15% em relação há um ano, porém decresceu 2,10% sobre outubro de 2010. As vendas de materiais de acabamento, por outro lado, pularam 13,32% em detrimento a novembro de 2009, mas caíram 1,18% na base mensal.

Na visão de Melvyn Fox, presidente da Abramat, a alta mais significativa dos materiais de acabamento ocorreu porque em 2008 muitas obras tiveram início e agora passaram a ser entregues.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bens de Capital, Veículos de Transporte e Construção Civil – IPI reduzido até final de 2011


O pedido já decorria há meses, mas somente agora foi oficializado. De acordo com decreto publicado no Diário Oficial da União, no dia 16 de dezembro, o governo prorrogou para até 31 de dezembro do ano que vem a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a materiais de construção.

Leia mais: Isenção do IPI para Materiais de Construção – Prazo Prorrogado

Outros setores também abrangidos foram bens de capital (equipamentos e máquinas) e veículos de transporte. De acordo com o R7, houve redução para 5% às alíquotas dos painéis edificados para revestimento de pisos.

Há poucos dias, Guido Mantega, ministro da Fazenda, já havia anunciado a inclinação de extensão da prorrogação da redução do IPI a materiais de construção. Com essa definição, o setor deverá acompanhar o crescimento de outro segmento – totalmente próximo: o imobiliário.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas de Materiais de Construção – Crescimento em Novembro de 2010


O setor de materiais de construção, diferentemente do de veículos automotores e da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), permanecerá com os benefícios fiscais concedidos pelo governo para o Brasil superar a crise financeira mundial por meio do estímulo de consumo. A isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), aguardada para terminar neste mês, foi estendida para dezembro de 2011.

A venda de materiais de construção, segundo levantamento realizado pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), subiu 7,8% no mês passado em comparação a outubro. No confronto anual, indica a Band Online, o avanço foi de 8,5%.

O acumulado anual mostra-se positivo ao setor, tanto que entre janeiro e novembro fora constatada vendas 10,5% maiores e nos últimos 12 meses, acréscimo de 11%. A Anamaco prevê a continuidade da exoneração do IPI como primordial para as comercializações do próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SNIC – Vendas de Cimento – Crescimento em Novembro de 2010


Item essencial para a edificação de pequenas residências a mega-empresas, o cimento foi vendido em maior volume em novembro de 2010 ante mês igual do ano passado. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), a alta anual abrangeu 11,2% por meio da comercialização de aproximadamente 5,1 milhões de toneladas no mercado interno, ante 4,624 de um ano antes.

Matéria do portal de notícias G1 assoalha que o aquecimento da construção civil pode ser constatado por meio dos dados acumulados de 2010, os quais indicam incremento de 14,7% na venda de cimento no mercado interno, de 47,349 milhões de toneladas entre janeiro e novembro de 2009 para atuais 54,298 milhões de toneladas.

Apesar desse aumento no volume internamente, no quesito exportações a tendência não se repete. Em novembro foram 3 mil toneladas enviadas ao exterior contra 5 mil de um ano atrás, baixa de 43,9%. Desde janeiro, porém, a queda abraça índice de 20,3%, das anteriores 43 mil toneladas para 34 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Isenção do IPI para Materiais de Construção – Prazo Prorrogado


O setor de materiais de construção pediu e foi atendido. Finalmente o governo decidiu ceder e prorrogar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao segmento até dezembro do ano que vem, dilatando em 365 dias a deliberação anterior. Portanto, 45 itens continuarão com preços baixos.

Matéria veiculada pelo portal R7 retoma que em abril deste ano os empresários do setor constataram que as exonerações poderiam responder por um acréscimo extra de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país caso o benefício fosse mantido por mais dois anos. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a continuidade fornecerá ganhos próximos de R$ 38 bilhões para o país durante um triênio.

Com essa nova determinação o setor habitacional continuará a granjear bons números. Para este mês já era aguardado aumento no número de compras como antecipação ante o término do estímulo fiscal, situação observada no segmento de veículos automotores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abramat – Vendas de Materiais de Construção – Outubro de 2010


Ainda pedindo continuidade na exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e possível taxação próxima do percentual zero em 2011, o setor de materiais de construção tem corroborado – situação positiva dentro dessas pretensões – com o movimento de expansão do segmento imobiliário em todo o país nos últimos meses.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat), a comercialização doméstica de itens do ramo avançou 0,63% no mês passado em relação a outubro de 2009, porém arrefeceu 0,47% ante setembro de 2010. No acumulado de janeiro até o décimo mês, as vendas no varejo acumulam incremento de 13,4% sobre o período igual de um ano antes.

Em virtude dos novos números segundo a agência de notícias Reuters, a associação diminuiu a perspectiva de crescimento do faturamento para 2010, de 15% de antes para 12%. De acordo com a entidade, em outubro os insumos básicos decresceram 5,9%, mas os materiais de acabamento minutaram progresso de 13,85%.

Para Melvyn Fox, presidente da Abramat, em 2008 ocorreu o início de inúmeras obras, com o imediato e alto consumo de materiais de base, mas boa parte das construções já está em processo de entrega.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cresce a venda de materiais de construção mais de 15% em junho


A expansão habitacional do país, em grande parte por contribuições pleiteadas pelo “Minha Casa, Minha Vida”, tem elevado as oportunidades de emprego no Brasil. Além desse existe, já há algum tempo, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as promissoras obras envolvendo a edificação da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Os principais beneficiários nesse sentido são os comércios que vendem materiais de construção. Segundo a associação brasileira da indústria de materiais de construção (Abramat), a comercialização doméstica de artigos do segmento ascendeu 16,34% no mês passado em confronto anual. Por outro lado, ante maio de 2010, arrefecimento de 0,71% fora percebido.

Embora exista essa queda assinalada de um mês em relação ao seu sucessor, a Abramat relata que junho distinguiu o oitavo período consecutivo de resultados positivos ao varejo. A entidade acredita, com base nos primeiros seis meses de 2010 (ascensão de quase 19,8% em comparação ao período igual do ano passado), que a comercialização de materiais de construção pelo setor deverá atingir elevação de 15% ante 2009 ainda no período com término em dezembro.

Na medida em que as vendas de materiais de construção cresceram, de acordo com a agência de notícias Reuters, o número de trabalhadores na indústria nessa área, no mês passado, ascendeu 12,3% em detrimento a junho de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento nas Vendas de Materiais de Construção em Maio 2010


A construção civil assinala, ultimamente, números promissores para o país e aos próprios cidadãos. No instante em que os setores da linha branca e automotivo anunciaram extinção da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), em março, o segmento estendeu o benefício até o final deste ano.

Atrelado a esse estímulo figuram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o “Minha Casa, Minha Vida”. Ambos continuam a aquecer o setor, tanto que a Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco) divulgou em 14 de junho, segunda-feira, crescimento de 8% nas vendas no varejo em maio em comparação a abril de 2010 e 12% em confronto ao mês igual de 2009.

Cláudio Conz, presidente da entidade, avalia que o desenvolvimento contínuo na comercialização de materiais de construção é uma tendência a ser mantida durante este ano, situação que lhe permitiu conferir a premissa de ampliar a expectativa de crescimento do setor dos 10% atuais para 11% futuros.

Caso as estimativas se confirmem, materiais de construção será uma camada que muito provavelmente contribuirá para o permanente crescimento de empregos e, sobretudo, melhorias na infraestrutura do país.

Fonte Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor de materiais de construção – crescimento de 10% para este ano


Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) apregoou que as vendas no setor tiveram crescimento de 12% em fevereiro ante o mês igual de 2009 e quase 5% em relação a janeiro deste ano.

Cláudio Conz, presidente da entidade, estima uma alta de 10% para 2010, visto que o segmento, para ele, iniciou 2010 em um cenário altamente favorável se comparado a 2009, ocasião na qual a crise mundial fervilhava.

Para ele, ainda, o crescimento pode ser alcançado em virtude da confiança e disposição do consumidor para com materiais de construção, além, é claro, devido ao início das obras para a Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Segundo reportagem veiculada pelo Yahoo! Notícias, o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, bandeira do atual governo, é outro fator estimulante ao segmento, integrante, pois, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financiamento de Materiais de Construção – Caixa libera Crédito


O setor de materiais de construção conquistou um importante avanço. A Caixa Econômica Federal lançou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão voltada à aquisição de materiais de construção em lojas de varejo, com prazo de financiamento de até 24 meses.

O valor máximo estipulado é de R$ 10 mil, que dependerá do acordo estabelecido entre a Caixa Econômica e os lojistas. De acordo com a instituição, caso haja demanda nesse novo negócio, os recursos poderão sofrer uma ampliação em mais de R$ 1 bilhão.

Com base no desenvolvimento preterido por essa medida, Claudio Elias Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Construção (Anamaco), afirma que o setor poderá apresentar um maior desempenho em 2010 diante do atual ano, em aproximados 4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei