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FGV – INCC-M tem aumento para 2,03% em maio


Indexador utilizado como base para o cálculo de reajuste das parcelas dos imóveis no período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil – M (INCC-M) acelerou para a alta de 2,03% em maio, taxa bem elevada em comparação ao 0,75% de abril. No acumulado do ano a variação chegou a 4,04% após esse levantamento e nos 12 últimos meses, a 8,18%.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que a variação atinente a Mão de Obra subiu de 1,16% em abril para 3,70% no estudo de maio. O índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,36% para 0,45% na mesma relação.

Esmiuçado em grupos, a taxa de variação de Materiais e Equipamentos subiu de 0,40% para 0,43%. Destaque para o subgrupo materiais para instalação, cujo índice ascendeu de -0,01% para 0,98%. Não menos distante ficaram as diferenças positivas de materiais para acabamento, com salto de 0,54% para 0,59%, e equipamentos para transporte de pessoas, de 0,12% para 0,18%.

A taxa concernente a Serviços subiu de 0,21%, registrada em abril, para 0,53% no mês de maio. Neste caso, destaca-se a alta do subgrupo serviços técnicos, que cresceu de 0,12% para 1,01%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI lança portal de compras coletivas para a indústria


O e-commerce, ou comércio eletrônico, avança com solidez no Brasil. Além dos números geridos pelos grandes portais de compras, os brasileiros já têm acesso a sites de compras coletivas, com descontos em produtos que podem chegar a até 90%, bem como as curiosas páginas de leilões de um centavo.

A ideia de compras coletivas foi cooptada, no bom sentido, e lançada ao setor industrial na quinta-feira, 26 de maio, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O intento, basicamente igual ao voltado aos consumidores, propiciará que empresas adquiram produtos bem mais em conta em comparação aos valores praticados no dia-a-dia.

Por meio do Clube Indústria de Benefícios, nome dado ao empreendimento, 600 mil indústrias poderão comprar produtos e serviços. Para Emerson Casali, gerente-executivo da Unidade de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Associativo da confederação, o sistema beneficiará especialmente as micro e pequenas indústrias.

Para conferir os aspectos gerais e conhecer a ferramenta, mesmo como consumidor, acesse o site www.clubeindustria.com.br/portal/abertura.php.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – ICC caiu para 2,4% entre abril e maio


O governo consegue, aos poucos, atingir o objetivo de diminuir a intenção de consumo dos brasileiros, tanto que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) arrefeceu 2,4% entre os meses de abril e maio, de 118,2 pontos para 115,4 pontos.

A FGV assinala que essa situação ocorre pela terceira vez consecutiva, atingindo, assim, o menor patamar desde janeiro do ano passado, quando 112,6 pontos foram registrados. Tanto as expectativas aos próximos meses como ao momento atual despencaram.

O Índice de Expectativas (IE) baixou 2,4% entre abril e maio, passando de 106,3 pontos para 103,8 pontos, nível abaixo da média histórica e o mais tímido desde fevereiro de 2010. O Índice da Situação Atual (ISA), por sua vez, também recuou 2,4%, de 140,6 pontos para 137,2 pontos.

O medidor da fundação assinala diminuição no percentual das pessoas que julgam a situação econômica local como boa, de 29,2% para 25,8%. Proporcionalmente, opiniões dos consultados que a ponderam como ruim ascendeu de 21,2% para 21,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – IPC-S registrou alta na 3ª prévia de maio de 2011


A possível volta da inflação deixa o governo e a população de cabelos em pé. Para tanto, o Banco Central (BC) vem anunciando desde o final de 2010 medidas para conter o consumo, que embora não tenham exercido o efeito desejado, agora parecem realmente corresponder.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), desacelerou para 0,96% na semana encerrada em 22 de maio, diferença de 0,13% em comparação ao índice de 1,09% do levantamento anterior.

Pelo estudo, as quedas de destaque dentro do IPC-S ocorreram nos grupos Alimentação, cuja taxa desceu de 1,52% para 1,27%, e Transportes, que descreveu arrefecimento de 1,56% para 1,04%. O componente hortaliças e legumes merece ênfase, pois cedeu de 7,89% para 6,84%, enquanto a gasolina registrou baixa de 5,12% para 3,81% entre a pesquisa anterior e a mais recente.

Outras três categorias representaram queda no IPC-S. Em Saúde & Cuidados Pessoais a taxa cedeu de 1,04% para 0,88%, enquanto Despesas Diversas registrou queda de 0,61% para 0,46%. O último grupo na mesma tendência foi Vestuário, cujo índice passou de 1,38% para 1,04%.

As duas únicas classes de variação no sentido foram Habitação, com elevação de 0,76% para 0,91%, e Educação, Leitura & Recreação, com alta discreta de 0,26% para 0,27%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA-15 tem queda de 0,07% em maio


As preocupações com a alta da inflação estão na ponta da língua dos consumidores. O governo cunhou medidas como restrição ao crédito e aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic, para evitar que esse leão volte a rugir em todo o país. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no dia 20 (sexta-feira), em sua página na internet, o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), o qual registrou variação de 0,70% em maio.

O índice apurado se situa, portanto, abaixo da taxa de 0,77% do mês de abril, mas no acumulado do ano o IPCA-15 apresenta resultado positivo de 3,86%, acima da variação do período análogo de um ano atrás (3,16%).

Nos últimos 12 meses encerrados na primeira quinzena de maio, o indicador aglomera taxa de 6,51%, sensivelmente acima dos 6,44% do mesmo intervalo anterior.

O IBGE pondera que a diferença de 0,07% de abril para maio tem por origem, em especial, os índices dos grupos Alimentação e Bebidas, cuja taxa arrefeceu de 0,79% para 0,54%, e Transporte, que recuou de 1,45% para 0,93%.

Variação em recuos também foi constada no grupo Artigos de Residência. Neste caso, o índice cedeu de -0,07% para -0,28%, movimento semelhante ao registrado em Vestuário, de 1,46% para 1,30%, e em Educação, de 0,07% para 0,05%.

No sentido oposto, o IBGE constatou aumento de 0,06% para 0,09% na categoria Educação, de 0,72% para 0,93% em Habitação, de 0,51% para 0,81% no grupo Despesas Pessoais e de 0,57% para 0,96% em Saúde e Cuidados Pessoais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da cesta básica apresentou queda em São Paulo – Maio de 2011


O consumidor do município de São Paulo pode começar a comemorar, ao menos pelos próximos dias. Levantamento realizado pela parceria formada entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinalou baixa de 0,31% na cesta básica da semana encerrada em 19 de maio.

O valor anterior (do dia 12 deste mês) recuou de R$ 319,75 para R$ 318,76. Das três categorias sondadas pelo estudo, apenas Higiene Pessoal teve variação acrescida em termos positivos, de 1,50%. Em Limpeza e Alimentação as taxas baixaram 0,99% e 0,41%, respectivamente.

Os produtos que mais subiram, de acordo com a pesquisa, foram extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), alta de 4,12%; salsicha avulsa comercializada por quilo, 3,54%; alho (quilo), 2,96%; frango resfriado inteiro (quilo), 2,76% e papel higiênico fino branco (pacote de 04 unidades), 2,60%.

No sentido inverso, as quedas mais elevadas foram registradas na batata inglesa (quilo), cujo índice cedeu 12,10%; na margarina (pote de 250 gramas), -3,64%; na linguiça fresca (quilo), -2,35%; no arroz (pacote de 05 quilos), -1,82% e no sabão em pó (pacote de 01 quilo), -1,71%.

Na variação semanal, 17 dos 31 produtos examinados subiram de preços, outros 12 diminuíram e somente dois nutriram os mesmos valores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Nível de confiança das empresas continua alto


Uma das palavras-chave mais abordadas pela imprensa, consumidores e empresários em 2010 foi otimismo. Essa situação não aconteceu à toa, pois a expansão da economia, a qual atingiu índice de 7,5%, e a atenção do mundo para com o Brasil possibilitaram projeções a perder de vista.

Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que o empresário da indústria permanece confiante quanto aos rumos de sua empresa e da economia tupiniquim. Apesar de constatações positivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) baixou para 57,5 pontos em maio, diferença de 2,2% em comparação a abril.

Como a escala do medidor registra pontuação de zero a 100, a confiança é atestada quando o valor ultrapassa 50 pontos.

A CNI assinala que o ICEI do mês arrefeceu 8,8% no comparativo anual, situando-se, portanto, inferior à média histórica, que é de 59,7 pontos. A pesquisa aponta, portanto, diminuição dos investimentos nos próximos meses.

O ICEI caiu no período principalmente em função dos últimos seis meses da economia, não mais os mesmos em termos de otimismo de vários meses de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI (Assessoria de Imprensa)



FGV – INCC avançou para 1,67% na 2ª prévia de maio de 2011


A atual expansão do setor imobiliário promove acesso de praticamente todas as classes sociais a uma moradia mais segura, com todos os recursos geridos pela Constituição do país. Em grandes centros ou periferias, as construtoras têm aumentado a oferta de imóveis novos, adquiridos nas plantas.

Durante o período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é utilizado como indexador para o reajuste das parcelas do financiamento. De acordo com dados difundidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na quarta-feira (18 de maio), a variação do indicador chegou a 1,67% no segundo decêndio de maio, taxa bastante superior à registrada no período similar de abril, de 0,50%.

A FGV assinala que o índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu de 0,27% para 0,50%. O índice concernente ao custo da Mão de Obra variou com maior consistência, de 0,75% do segundo decêndio do mês passado para 2,90% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Banco Central – Novas regras para devoluções de cheques


Os brasileiros dispõem de diversas modalidades de pagamentos para produtos e serviços. O mais comum, nos dias atuais, ainda é a cédula em papel, embora o "dinheiro de plástico", ou cartão de crédito e débito, venha apresentando participação mais elevada entre a população. Além desses dois há também sistemas como crediários e cheques.

É deste último caso (cheques) que o Banco Central (BC) deu maior tratamento na segunda-feira (16). Nota divulgada em sua página na internet abrange novas regras para sua devolução. A partir de agora, as instituições bancárias só poderão devolver cheques sob a argumentação de conta encerrada ou falta de fundos.

Outros motivos, como erros de preenchimento nos campos ou assinatura incorreta, por exemplo, deverão ser a causa declarada da devolução. Vale salientar que em função de conta encerrada ou falta de fundos o consumidor tem seu nome abrigado no cadastro de emissores de cheques sem fundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Provar – Preço no varejo online tem redução de 0,8% em maio


O varejo virtual cresce a cada dia. As melhorias no sistema de telefonia, que abrange também a internet, estimulam o avanço dos números de sites especializados em vendas de diversos produtos como eletroeletrônicos, artigos de perfumaria, vestuário e outros. A elevada concorrência entre as empresas online, por sinal, tem feito muito bem ao consumidor, que eventualmente encontra preços mais baixos nos chamados sites de e-commerce em detrimento às lojas físicas.

Dados sondados pela parceria realizada entre a Felisoni Consultores Associados e a Fundação Instituto de Administração (FIA), por meio do Programa de Administração do Varejo (PROVAR), revelam que em maio o índice e-Flation recuou 0,8%. Embora seja um dado positivo, revela-se negativo quando comparado a abril, uma vez que a taxa baixou 1,5% no período.

O levantamento pondera que as categorias CDs e DVDs registraram arrefecimento de 3,1% nos preços praticados no mês, movimento semelhante ao observado no grupo eletrônicos, cuja queda chegou a 2,4%, em livros, de -2,2%, em cine & fotos, de -2,1%, nos eletroportáteis, de -1,1%, nos perfumes & cosméticos, de -0,7%, nos brinquedos, de -0,3%, e no ramo da informática, queda de 1,1%.

As três categorias sondadas que representaram sentido inverso, no medidor, foram a linha branca, cujo incremento chegou a 0,1%, o segmento de telefonia & celulares, 0,7%, e os medicamentos, salto de 2,3%.

Cláudio Felisoni de Angelo, coordenador-geral do PROVAR, admite que a manutenção da deflação nos índices em questão é reflexo da maior variedade de sites de e-commerces, principalmente os de compras coletivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



FGV – IPC apresentou índice de 0,98% em maio de 2011


O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), anunciado na segunda-feira (16 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou praticamente o mesmo nível no novo estudo em relação ao levantamento realizado entre os dias 11 de março e 10 de abril. A taxa cedeu de 0,56% para 0,55%.

Integrando o medidor, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou para 0,98% em maio, considerável diferença em comparação ao índice de 0,77% de abril. Das sete classes de despesas sondadas, cinco delinearam movimento de alta. Vale salientar a variação ocorrida em Habitação, cuja taxa subiu de 0,33% para 0,68%. Tarifa de eletricidade residencial, de 0,19% para 1,40%, e taxa de água e esgoto residencial, de 0,00% para 1,63%, foram as subcategorias com a mais ampla aceleração.

A FGV revela em seu estudo que o índice do grupo Vestuário passou de 0,91% para 1,51%, curso semelhante ao descrito por Despesas Diversas, cuja taxa subiu de 0,20% para 0,73%. Saúde e Cuidados Pessoais, com incremento de 0,71% para 1,13%, e Transportes, de 1,54% para 1,74%, completam a lista.

O único grupo que apresentou tendência contrária foi Alimentação, pois sua taxa cedeu de 1,11% para 1,04%. Neste caso, vale destacar o menor preço de hortaliças e legumes, de 6,95% para 4,75%, pescados frescos, de 4,41% para 0,98%, e aves e ovos, de 2,05% para 0,32%.

A categoria Educação, Leitura e Recreação, no entanto, permanece com a mesma taxa apreciada no IGP-10 de abril, de 0,36%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA – Queda em maio de 2011


Com base em preços colhidos entre os dias 11 de abril e 10 de maio, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (16 de maio) dados referentes ao Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período apresentou breve desaceleração em comparação ao estudo anterior. A taxa de antes, de 0,56%, passou para 0,55%.

A FGV avalia que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) arrefeceu para 0,26% no atual levantamento, contra taxa antecedente de 0,49%. O índice relativo a Bens Finais caiu de 0,86% do mês de abril para 0,23% em maio, pressionado pelo subgrupo alimentos processados, cuja variação caiu de 0,29% positivo para 0,74% negativo. Bens Finais, que desconsidera os subgrupos combustíveis e alimentos in natura, por sua vez, baixou de 0,23% para -0,08%.

Acréscimo foi constatado, por outro lado, na categoria Bens Intermediários, cuja taxa saiu de 0,49% do estudo precedente para 0,90% de agora. Das cinco subcategorias analisadas quatro registraram aceleração. O índice atinente a Bens Intermediários, sondados sem as subcategorias lubrificantes e combustíveis voltados à produção, avançou de 0,46% para 0,89%.

De acordo com a FGV, a taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas recuou de 0,07% para -0,52%, com destaque para as baixas do algodão em caroço, da laranja e de bovinos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S tem aumento de 1,09% em 15 de maio


O consumidor, em geral, parece se preocupar com gastos imediatos, ou seja, aqueles que são sentidos diretamente, em poucos segundos, nos bolsos. Obviamente, qualquer despesa a mais causa certa dor de cabeça, mas ao se destacar os combustíveis, por exemplo, é fácil observar matérias envolvendo pessoas indignadas com os preços elevados.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou na segunda-feira (16 de maio) uma série de dados que envolvem não apenas combustíveis, mas uma grande cadeia diretamente envolvida no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de 15 de maio, cuja taxa subiu de 1,05% para 1,09%.

Dos sete grupos abrangidos pelo estudo, apenas dois tiveram avanço em suas taxas. A categoria Alimentação descreveu salto de 1,26% para 1,52%, enquanto Habitação pulou de 0,63% para 0,76%. No primeiro caso, os progressos em hortaliças e legumes, de 5,7% para 7,89%, frutas, de 0,12% para 0,33%, e alimentos prontos e congelados, de 1,05% para 1,26%, foram os principais motivadores à alta. Na segunda situação destaca-se o incremento nos índices de água e esgoto residencial, de 1,29% para 2,27%, e tarifa de eletricidade residencial, de 1,31% para 1,63%.

Em contrapartida, os grupos Transportes, cuja taxa cedeu de 1,94% para 1,56%, Vestuário, de 1,60% para 1,38%, Despesas Diversas, de 0,76% para 0,61%, Educação, Leitura e Recreação, de 0,35% para 0,26%, e Saúde e Cuidados Pessoais, de 1,06% para 1,04%, foram aqueles que contrabalancearam a tendência de alta do IPC-S.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Cesta básica tem preço elevado para R$ 319,75


O consumidor do município de São Paulo continua sentindo no bolso o custo, semanalmente elevado, da cesta básica. Levantamento divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) exprime que o preço médio da semana passada subiu de R$ 319,73 para R$ 319,75 esta semana, diferença de 0,01%.
Dos três grupos avaliados, apenas Higiene Pessoal registrou baixa em sua taxa de variação, com índice negativo de 1,33%. Enquanto isso, nas categorias Alimentação e Higiene ocorreram acréscimos de 0,01% e 1,09%, respectivamente.
Os produtos que apresentaram maior elevação de preços na semana de 06 a 12 de maio foram sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), com alta de 3,13%, carne de segunda sem osso (quilo), 2,73%, sabão em barra (unidade), 2,63%, leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), 1,66%, e carne de primeira (quilo), 1,40%.
Por outro lado, as maiores quedas foram sentidas no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cuja taxa variou negativamente em 7,25%, batata (quilo), -4,42%, biscoito maizena (pacote de 200 gramas), -3,94%, margarina (pote de 250 gramas), -2,65%, e feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), -2,50%.
Dos 31 produtos sondados e presentes na cesta básica, 12 descreveram alta de valores na semana encerrada em 12 de maio, outros 17 delinearam baixa de preços e apenas dois ficaram inalterados.
Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC avançou para 0,87% na 1ª prévia de maio de 2011


Conforme anunciado na quarta-feira (11 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou taxa de variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ante 0,55% do período igual de abril. Vários são os quesitos avaliados dentro do medidor, entre os quais o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que na mesma base comparativa avançou de 0,46% para 0,87%.

A FGV pondera que das sete classes de despesas sondadas, seis apresentaram alta em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,28% para 0,75%. Acompanhando essa categoria, Vestuário apresentou acréscimo de 1,14% para 1,91%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,61% para 1,29%, Transportes, de 1,12% para 1,78%, Despesas Diversas, de -0,04% para 0,48%, e Habitação, por fim, de 0,30% para 0,51%.

No sentido oposto às categorias acima descritas, o grupo Educação, Leitura & Recreação teve taxa decrescida de 0,40% para 0,38%. Destaque, neste caso, para o item “hotel”, cujo índice arrefeceu de 3,54% para 1,55%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou alta na 1ª prévia de maio de 2011


Informativo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) considera que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) registrou variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ou seja, entre os dias 21 e 30 de abril, contra taxa de 0,55% do período anterior.

Segundo a FGV, a variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) foi de 0,60% no decêndio inicial de maio, pouco abaixo da constatação do período análogo de um mês atrás (0,63%). O índice atinente a Bens Finais passou de 0,87% para 0,14%, influenciado pela subcategoria alimentos processados, cuja taxa recuou de 1,05% para -1,04%.

Aceleração de 0,69% para 0,80% no primeiro decêndio deste mês foi constatada no estágio dos Bens Intermediários, com contribuição capital da subcategoria materiais e componentes voltados à construção, uma vez que o índice avançou de -0,16% para 0,87%.

Ainda abrangido pelo IGP-M, a taxa relacionada a Matérias-Primas subiu de 0,29% do primeiro decêndio de abril para 0,87% no período igual e imediatamente sucessor. Minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca, em ordem respectiva, foram os principais responsáveis pelo aumento. Por outro lado, decréscimos ocorreram no algodão em caroço, na soja em grão e na laranja.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S cresce para 1,05% em 07 de maio de 2011


Ao zapear fóruns econômicos e políticos de diferentes portais de notícias, o internauta pode observar a preocupação de inúmeros cidadãos com a temida volta da inflação. Para acalmar os ânimos, Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e sua equipe econômica salientam por meio de discursos ou medidas as vontades de “frear” esse tema que tanto devastou os bolsos dos brasileiros há alguns bons anos.
Para atualizar a população sobre os principais setores de bens e serviços, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (9) informações sobre a aceleração da taxa do Índice de Preços ao ConsumidorSemanal (IPC-S) de 07 de maio, de 0,95% de uma semana atrás para 1,05%.
Das quatro classes de despesas sondadas no levantamento da fundação, quatro registraram aumento em suas taxas. Destaque, novamente, para a categoria Alimentação, uma vez que seu índice subiu de 1,04% para 1,26%. Em seguida, de acordo com a FGV, apareceram Habitação, de 0,47% para 0,63%, Vestuário, de 1,34% para 1,60%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,32% para 0,35%.
O levantamento assinala que as hortaliças e os legumes, assim como taxa de água e esgoto residencial, roupas e salas de espetáculo foram os itens que mais colaboraram para o aumento do IPC-S.
Os grupos que planificaram sentido inverso foram Transportes, uma vez que seu índice decresceu de 2,10% para 1,94%, assim como Despesas Diversas, de 0,81% para 0,76%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 1,10% para 1,06%. Vale salientar que as principais contribuições provieram dos artigos de higiene e cuidado pessoal, álcool combustível e alimentos para animais domésticos.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Preço da cesta básica aumenta em 0,20%


Dados divulgados pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que o custo da cesta básica no município de São Paulo avançou 0,20% na semana entre 29 de abril e 05 de maio em comparação ao período anterior. O valor anterior, de R$ 319,10, passou para R$ 319,73.

O único grupo a apresentar aceleração no índice de variação foi Higiene Pessoal, com taxa positiva de 3,08%. As categorias Limpeza e Alimentação delinearam recuo de 0,01% e 0,45%, respectivamente.

Os aumentos mais relevantes foram sentidos no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cujo índice avançou 8,95%; na margarina (pote de 250 gramas) e na batata (quilo), ambas com alta de 4,63%, alho (quilo), 3,75%, e salsicha avulsa (quilo), 3,37%.

De acordo com o levantamento, as maiores quedas foram registradas na dúzia de ovos branco, com decréscimo de 1,75%, no absorvente aderente (pacote de 10 unidades), -1,46%, na carne de segunda sem osso (quilo), -1,44%, no extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), -1,16%, e no leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), -1,09%.

O estudo também revela que dos 31 produtos sondados na semana em questão, 13 descreveram alta de preços, 12 recuaram e apenas seis mantiveram seus números.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Impostômetro – Arrecadação atingiu o valor de R$ 500 bilhões no início de maio de 2011


A arrecadação de impostos pelas esferas municipais, estaduais e federal aumenta a cada ano. Em 2010, o Impostômetro, instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atingiu níveis recordes, tendência que deve prevalecer em 2011. No dia 4 de maio o medidor atingiu a casa de R$ 500 bilhões, valor só alcançado há um ano no dia 25 do mesmo mês.

Por volta das 23h da terça-feira (3 de maio), o Impostômetro alcançou a marca de R$ 497,840 milhões. De acordo com João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), até hoje no acumulado do ano, cada cidadão do país já pagou aproximadamente R$ 2,5 mil em impostos, montante que deve subir para R$ 7,5 mil até o final de dezembro.

O Impostômetro foi implantado em 20 de abril de 2005 em conjunto entre o IBPT e a ACSP. Para acompanhar os dados atualizados em tempo real, basta acessar o endereço www.impostometro.org.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei