O mundo moderno, que deveria relacionar o progresso mental da população, parece seguir exatamente o contrário em algumas situações. O Brasil tem acompanhado diariamente notícias sobre a ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samúdio, que travava uma verdadeira maratona atrás do atleta para obter o reconhecimento da paternidade de seu suposto filho com o jogador.
Embora nada justifique o acontecido, se Bruno admitisse o recorrido por Eliza provavelmente não estaria preso. Devido a casos como esse e muitos outros pelo país, o Plenário do Senado aprovou na última quarta-feira, 4 de agosto, projeto de lei que prevê a consideração de pai o homem que se negar a fazer testes de DNA.
Uma emenda proposta por Tasso Jereissati (PSDB-CE), de acordo com o portal R7, foi rejeitada pelos demais senadores. O intento visava determinar que na ausência do suposto genitor, o juiz do caso poderia deliberar a realização do exame de DNA, desde que os interessados ou o próprio Ministério Público solicitassem, em parentes consaguíneos.
A medida deverá levantar muita polêmica nos próximos dias, apesar de ser algo que venha a garantir ainda mais os direitos da mulher.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin DNA, Justiça, Plenário do Senado
Diária e infelizmente, os brasileiros veem notícias envolvendo apreensão de drogas, armas, veículos e outros relacionados. Os programas sensacionalistas, meio pelo qual as informações são mais esmiuçadas, veiculam que tantos quilos de maconha foram apreendidos num local e outros tantos de crack em outro, por exemplo. Todavia, número total ao final do ano é somente um número perdido, uma estimativa ao acaso.
Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça, atendendo à necessidade da unificação de números sobre o mote, semeou na última quinta-feira, 8 de julho, o censo brasileiro de confisco de drogas. De acordo com informações veiculadas pelo portal UOL, a partir desse intento o Brasil conseguirá, pela primeira vez em sua história, registrar dados sobre a captação desse mal a partir de operações das polícias federais e estaduais, bem como armas, imóveis, aviões, veículos e embarcações.
O programa tem por base empenho mútuo do Departamento de Polícia Federal e da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Além de ambos, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República participarão da ação.
Barreto assevera que a partir da reunião de todos os dados o país poderá melhorar a maneira como as políticas públicas de combate ao narcotráfico são feitas, na atualidade.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Saiba mais no UOL.
Admin Cadastro, Justiça