Destaque em Juros

Atualizações anteriores



Taxas de juros do cheque especial subiram novamente


Taxas subiram de 13,56% ao mês em setembro para 13,72% ao mês em outubro. Segundo dados, essa é a nona alta consecutiva.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Equipe de Pesquisas da Diretoria de Estudos e Pesquisas do Procon de São Paulo, as taxas de juros do cheque especial tiveram aumento pelo nono mês consecutivo. A taxa média de 13,56% ao mês cobrada em setembro subiu para 13,72% ao mês em outubro. Ao todo, foram observadas as taxas cobradas em sete bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Safra, Itaú, Bradesco, Santander e HSBC.

Esse é nono aumento consecutivo da taxa. Em 2016, a taxa só se elevou. Em janeiro, o valor dos juros cobrados no cheque especial era de 12,52%. Observa-se um aumento de 1,2 pontos percentuais em menos de um ano. Especialistas alertam o consumidor que, por conta das altas taxas de juros, as dívidas podem se tornar impossíveis de serem quitadas e pedem cautela na hora de contrair novos gastos. Para exemplificar, um consumidor com uma dívida de R$ 1.000 no cheque especial, se deixar essa dívida acumular sem pagar nada, após um ano terá uma dívida atualizada de R$ 4.677, tomando por base a taxa de juros atual, de 13,72% ao mês.

Três bancos foram os responsáveis por mais aumento na taxa do cheque especial. Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal tiveram uma variação positiva na modalidade de crédito. No banco público foi onde se observou a maior variação nos juros: houve um aumento de meio ponto percentual em relação ao mês de setembro. A taxa, que em setembro era de 13,05% ao mês, agora está em 13,55% ao mês. Em seguida, vem o Bradesco, que teve uma variação de 13,15% ao mês para 13,55% ao mês. Apesar de mais modesta, a taxa do Itaú também subiu. Foi de 12,95% a.m. em setembro, para 13,14% ao mês agora em outubro.

Outra taxa que também registrou aumento foi a do empréstimo pessoal. A taxa média do empréstimo pessoal subiu de 6,8% ao mês em setembro para 7,05% ao mês em outubro. O aumento foi causado por uma elevação grande promovida pelo Banco do Brasil, que aumentou a taxa de 5,60% ao mês em setembro para 7,40% ao mês em outubro. Nesta modalidade de crédito, a Caixa Econômica Federal possui a menor taxa, de 5,5% ao mês, enquanto o HSBC possui a maior, de 8,99% ao mês.

Por Renato Senna Maia

Juros



Juro do cartão de crédito chegou a 13,23% am em setembro


Em setembro deste ano, as taxas de juros para as operações com o cartão de crédito tiveram a maior alta em 19 anos.

De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), as taxas de juros para as operações com o cartão de crédito tiveram a maior alta em 19 anos. Em setembro a taxa média chegou a 13,23% ao mês (361,40% ao ano), o maior patamar desde março de 1996. A alta ocorreu em todas as seis linhas de crédito pesquisadas (comércio, cartão de crédito rotativo, cheque especial, CDC- bancos-financiamentos de veículos, empréstimo pessoal- bancos e empréstimo pessoal- financeiras), que tiveram aumento para o consumidor (pessoa física).

No comércio, os juros foram de 5,30% ao mês para 5,32% (86,26% ao ano). No cheque especial, a taxa subiu de 10,14% em agosto para 10,24% em setembro (222,16% ao ano).

O juro dos empréstimos nos bancos para a compra de automóveis (CDC) subiu de 2,14% para 2,20% (29,84%). A taxa dos empréstimos pessoais nos bancos saltou de 4,15% para 4,20% (63,84%), enquanto nas financeiras a taxa cobrada neste tipo de empréstimo foi de 7,72% para 7,80% (146,28% ao ano).

Segundo Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor de pesquisas econômicas da Anefac, esse é o resultado do aumento da inadimplência, que por sua vez é fruto do crescente desemprego e que acaba acarretando alta nos juros, pelos bancos causando um verdadeiro efeito cascata. Ele afirma ainda, que a alta dos juros para os consumidores deve seguir ainda nos próximos meses. Ainda em maio deste ano, a Anefac já evidenciava uma alta nas taxas dos juros de cartões de crédito de 300% ao ano, o que demonstra um aumento crescente desde então.

A Anefac considera ainda a alta dos juros ao avanço da Selic, a expectativa de mais aperto monetário em função da inflação e maior carga tributária.

Por Lilian de Oliveira

Cartão de crédito

Foto: Divulgação



Juros do cheque especial e empréstimo pessoal aumentaram


Em setembro, a taxa de juro do cheque especial foi de 11,9% ao mês, e a do empréstimo pessoal foi de 6,26% ao mês.

Utilizar o crédito do cheque especial nunca foi uma boa opção para o consumidor.  Pior ainda em épocas de crise como a que vivemos. No mês de setembro, a taxa média de juros para o empréstimo pessoal e para o cheque especial tive uma alta, segundo o registrado pela fundação Procon em uma pesquisa divulgada na última terça-feira (dia 8).

Para o empréstimo pessoal, a taxa registrada foi de 6,26% durante o mês, valor bem mais alto do que o registrado no mês de agosto, quando o índice era de 6,23% ao mês. A única alteração de um mês para o outro foi registrada na Caixa Econômica Federal, onde a taxa passou de 4,60% para 4,80% ao mês. Os demais bancos mantiveram a sua taxa.

Já a alta registrada no cheque especial foi ainda maior: uma alta de 11,9% ao mês, logo após registrar 11,67% no mês de agosto.

Os bancos pesquisados que tiveram alta foram o Banco do Brasil, onde a taxa foi de 10,53% para 11,38%, Banco Bradesco, que registrou variação de 11,30% para 11,64%, HSBC, com variação de 13,21% para 13,76% ao mês. Todos os outros bancos mantiveram suas taxas para o cheque especial.

No mesmo dia em que a pesquisa foi realizada, o Copom informou que os juros básicos do país se manteriam em 14,25%, após sofrerem aumento por sete vezes seguidas.

A taxa de juros do país está alta e não tem previsão para baixar. Nesse cenário, o Procon recomenda que o consumidor fique longe de armadilhas do crédito, como as facilidades que os bancos oferecem. Mesmo que pareça um bom negócio, entrar no chamado crédito rotativo pode ser uma armadilha sem volta para alguns consumidores. É aconselhável ficar longe dessas facilidades e até mesmo adiar algumas decisões de consumo que precisem de um crédito específico no momento. Melhor adiar para um momento mais oportuno, dizem os especialistas. É melhor esperar o cenário financeiro do país melhorar e os juros não estarem tão altos, para só então adquirir alguma dessas linhas de crédito, mas sempre com precaução, para não se enrolar.

Por Patrícia Generoso

Taxa de juros



Juros do cartão de crédito chegaram a 395,3% ao ano


Taxa de juros do cartão de crédito bateu todos os recordes e atingiu 395,3% ao ano. Consumidores devem evitar ao máximo utilizar o crédito rotativo.

A taxa de juros do cartão de crédito já chegou a 395,3% ao ano, um índice que bateu todos os recordes desde março de 2011. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (26) pelo Banco Central.

Comparando os meses de julho e junho, a taxa média teve um aumento de 23,2%.

O "rotativo do cartão de crédito" trata-se da operação onde o cliente precisa fazer o financiamento do saldo devedor do seu cartão, pagando somente uma parte da fatura, ou seja, é o que vem acontecendo com a grande maioria dos usuários do cartão de crédito que principalmente nesta época de crise, não está conseguindo pagar o valor total da fatura, pagando muitas vezes apenas o valor mínimo. Mas entram também no "rotativo do cartão de crédito" os saques que são realizados com o cartão.

Túlio Maciel, que é chefe do Departamento Econômico do Banco Central, informou aos consumidores para evitarem a todo custo o "crédito rotativo", que é válido tanto para o cartão de crédito como também para o cheque especial. O custo é altíssimo e não compensa usar estes serviços.

O crédito rotativo somente deve ser usado em caso de uma urgência e mesmo assim, por um curtíssimo espaço de tempo.

O aumento de junho para julho foi de 1,3% para a taxa de compras parceladas com juros, assim como para o parcelamento da fatura do cartão de crédito e também para os saques parcelados, ficando assim, em 119,5% ao ano.

O cheque especial também está com os juros elevadíssimos, a taxa subiu 5,6% de junho para julho e agora está em 246,9% ao ano.

Outro cuidado é quanto ao crédito consignado, aquele onde os descontos são feitos na folha de pagamento, pois apesar de ser bastante tentador, este empréstimo teve aumento nos juros, de 0,5% e está em 27,8% ao ano.

Houve uma queda registrada para os juros do crédito destinado à compra de automóveis, para ver se melhora a venda de veículos. Para este crédito, a queda foi de 0,2%, ficando em 24,5% ao ano.

Por Russel



Juros do cheque especial atingiram 241,3% ao ano em junho


Juro de cheque especial atingiu seu maior patamar desde 1995. Juros do cartão de crédito também estão em alta, registrando 372% ao ano.

Desde 1995 que não se via um juro tão alto para o cheque especial, que já soma 241,3% ao ano! A nova alta registrada em junho elevou o juro para o cheque especial a um patamar que não se via há quase 2 décadas, de acordo com as informações divulgadas pelo Banco Central na última quinta-feira (30).
No mês de maio a taxa já estava a 232% ao ano e em junho foi para 241,3% ao ano, registrando um aumento nos juros do cheque especial de 9,3%.

Para se ter uma noção mais precisa do que isso significa na vida do brasileiro, vamos tomar a título de exemplo uma dívida no cheque especial, no valor de R$ 1.000,00. Daqui a 12 meses, esta dívida estará em R$ 3.413,00.

No final do ano de 2013, os juros do cheque especial estavam em 148,1% ao ano, o que representa um aumento de 93,2% só nos últimos 18 meses.

Não precisa nem dizer que a dica dos especialistas é para que ninguém utilize o cheque especial e quem já está utilizando, trate de pagá-lo o mais rápido possível. Quem está devendo o cheque especial e tem dinheiro aplicado na poupança, deve retirar o montante da poupança para efetuar o pagamento do cheque especial, já que o rendimento da poupança não é capaz de cobrir os juros do cheque especial. E mesmo quem tem outros investimentos, deve fazer as contas, porque dificilmente vai encontrar um investimento que pague juros maiores do que é cobrado no cheque especial.

E os juros do cartão de crédito também estão em alta e eles atingem os usuários que não efetuam o pagamento total da fatura. Em junho os juros do cartão já chegaram a 372% ao ano, sendo a maior entre todas as modalidades de crédito. No mês de maio, o juro do cartão de crédito era de 360,5% ao ano. Em junho, o aumento foi de 11,5%.

O aumento da taxa de juro para o cheque especial e o cartão de crédito acompanha a alta da taxa básica, que foi fixada pelo Banco Central, no intuito de conseguir conter a inflação.

Por Russel

Juros do cheque especial



Alta nos juros do cheque especial e do cartão de crédito


No cheque especial os juros atingiram 232% ao ano e no cartão de crédito rotativo, atingiram 360,6% ao ano em maio.

O cenário econômico brasileiro não é dos melhores, porém, as taxas de juros continuam aumentando a cada mês de se passa. Dessa vez tivemos novamente o registro de aumento dos juros do cheque especial, bem como do cartão de crédito rotativo. Vale ressaltar que as taxas desses dois serviços são uma das mais caras do mercado financeiro.

Segundo dados oficiais do Banco Central, na virada de abril para maio de 2015 os juros do cheque especial conseguiram avançar 6%, ou seja, passou para 232% ao ano. Dessa forma, este é nada menos que o maior patamar dessa taxa desde dezembro de 1995. Na ocasião, a taxa dos juros do cheque especial atingiu 242,2% ao ano. A taxa de maio de 2015 é o maior patamar em 20 anos.

É importante destacar que o aumento das taxas de juros neste segmento vem crescendo de forma assustadora desde o final de 2013. Caso não saiba, em dezembro de 2013 essa taxa era de 148,1% ao ano. Se comparada a atual taxa de maio de 2015, tivemos um aumento de 83,9%.

Porém, essa não foi a única taxa a registrar aumento. Os juros do cartão de crédito rotativo, um dos maiores do mercado financeiro, também seguiram a onda de aumentos. O Banco Central informou que a taxa deste segmento alcançou nada menos que 360,6% ao ano em maio de 2015. Com isso, essa passou a ser a mais alta taxa de todas as modalidades de crédito.

Para aqueles que não sabem, os juros do cartão de crédito rotativo é a taxa resultante do não pagamento da totalidade da fatura do cartão de crédito. Além disso, é importante destacar que essa taxa atingiu o seu maior patamar desde sua série histórica iniciada em março de 2011. Tanto o BC como especialistas recomendam que os clientes não utilizem esse serviço.

Outro detalhe importante é que o aumento dos juros bancário veio juntamente com a alta da taxa básica da economia. Caso não saiba, essa taxa é estabelecida pelo Banco Central a cada 45 dias e tem como objetivo conter o avanço, bem como as consequências da inflação.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial e cartão de crédito



Juros do cheque especial e empréstimo pessoal tiveram alta


Em maio houve uma alta nos juros do cheque especial e do empréstimo pessoal nos bancos.

O ano de 2015 foi marcado por aumento de impostos e de juros. A atual situação da economia faz com que dia após dia o poder de compra dos brasileiros seja suprimido com a alta dos juros e as condições de compra, cada vez mais inviáveis.

O Procon do Estado de São Paulo adverte aos consumidores que verifiquem a real necessidade de contratar qualquer linha de crédito devido à alta dos juros do cheque especial e do empréstimo pessoal neste mês de maio.

A novidade, que não é tão nova assim, pois segue a tendência da economia neste ano, foi constatada pelo Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) através de uma pesquisa realizada no dia 5 deste mês (maio).

O levantamento foi realizado em sete instituições bancárias. O resultado mostrou que das sete instituições duas aumentaram os juros referentes ao cheque especial e que três subiram a taxa de juros do empréstimo pessoal.

A nova taxa percentual do cheque especial nos bancos registrou média de 11% ao mês, contra 10,9% do mês anterior, o que representa um aumento médio de 0,1 ponto percentual.

Apesar da taxa parecer irrisória, os sucessivos aumentos nas taxas de juros implicam em um montante considerável a médio e longo prazo, o que demanda atenção por parte do consumidor para que não pague um valor muito acima do montante inicial.

Dentre as instituições pesquisadas, duas se destacaram pela taxa de aumento nos juros: o Banco do Brasil aumentou de 9,86% para 10,34% ao mês e o Santander corrigiu os juros com um aumento de 1,85% se comparado ao mês passado.

Sendo assim, o Procon recomenda atenção máxima aos consumidores, principalmente para evitar a famosa “bola de neve” com as dívidas. A contratação de uma linha de crédito deve ser precedida de uma avaliação que verifique uma situação de real necessidade e urgência, que justifique o endividamento e principalmente que caiba no bolso do consumidor.

Por André César

Juros



Situação da economia brasileira em 2015


Previsão da inflação para 2015 é de 8,26%. PIB com retração para 1,18% e juros estão chegando a 13,25% ao ano.

A cada início de  mês os brasileiros ficam mais apreensivos e preocupados. Tudo isso se  trata não apenas ao dia do pagamento que está chegando, mas  sim da inflação que sobe  de maneira descontrolada.

Que o nosso salário não está dando para nada, isso todo mundo  já  sabe, é só chegar ao mercado e colocar as compras  no carrinho e quando chegar ao  caixa para pagar levar um susto com o valor das  compras.

Acredito que daqui um tempo os caixas de supermercados vão precisar ter junto deles um desfibrilador, pois enfartaremos quando formos abrir a nossa carteira.

De acordo com as informações dadas pelos economistas na semana passada, a previsão da  inflação para 2015 dadas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor  Amplo (IPCA) será de 8,26% que  atingirá o maior patamar desde 2003 quando foi de  9,3%.

O Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com os  economistas, teve uma retração para 1,18%,  contra a  estimativa anterior que era de 1,10% em  2015.

O PIB que é a soma de todos os bens e serviços realizados no Brasil, independente de quem tenha produzido, serve para medir a economia brasileira.

No final de março o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, as  somas das  riquezas em  reais foram cerca de R$ 5,52 trilhões e o PIB per capita caiu para R$ 27.229, sendo assim o pior  resultado desde 2009, ano que ocorreu a crise internacional onde houve um recuo de 0,2%.

Além da inflação que vem subindo e o PIB que  despenca, algo vem subindo bem mais que a inflação, os  juros , de acordo com o Banco Central, estão em alta chegando em  torno a  13,25% ao ano, podendo aumentar 0,25 percentuais, isso faz com que tenhamos mais um aumento, fechando assim em 13,50%.

De acordo como Banco Central a  alta dos  juros é uma medida de  conter a alta pressão inflacionária.

Por André Escobar

Economia



Alta nos juros do cheque especial em fevereiro


Juros do cheque especial atingiram 214,2% ao ano

A economia brasileira vem passando por momentos difíceis, dessa forma, alta de juros se tornou algo comum em todo o país. Um grande exemplo disso foram os juros do cheque especial que subiram novamente no mês de fevereiro e chegaram à marca de 214,2% ao ano. Tais dados foram divulgados oficialmente pelo Banco Central na última quarta-feira, 25 de março. Esse é um valor recorde para a referida taxa, haja vista a mesma ter chegado ao seu maior valor desde março de 1996. Nesta ocasião a mesma chegou a 217,7%.

É importante destacar que estes aumentos nos juros cobrados pelos bancos para a linha de crédito já vem crescendo bastante desde o ano de 2014. Além disso, o Banco Central divulgou que o crescimento, nos últimos 14 meses, foi de 66,1%.

Um dos juros mais altos, segundo o Banco Central, é o juro do cartão de crédito rotativo. Para quem não sabe, este é o juro que incide quando os clientes não efetuam o pagamento total de sua fatura de cartão de crédito. A taxa deste juro atingiu a marca de 342,2% ao ano em fevereiro de 2015. Com isso, esta passou a ser a mais alta taxa das modalidades de crédito.

Neste cenário de taxas de juros bastante altas, os economistas recomendam que os clientes evitem ao máximo o uso de cheque especial, bem como cartão de crédito rotativo. Além disso, devido às grandes taxas praticadas, os economistas alertam que estas linhas de crédito só devem ser utilizadas em momentos de grande necessidade e seu uso deve ser em um período curto de tempo.

Além disso, uma pesquisa realizada pela Economatica Consultoria, destacou que mesmo com os problemas econômicos no Brasil, bem como a desaceleração econômica os bancos de capital aberto continuam com boa rentabilidade sobre patrimônio chegando a 18,23% em 2014. Essa representa mais que o dobro da rentabilidade dos bancos americanos no mesmo período, 7,68%.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial



Selic poderá ter nova alta em abril


A taxa básica de juros deverá sofrer um novo aumento em abril, conforme prevê o Relatório de Mercado Focus. Depois que o Comitê de Política Monetária, o Copom, aumentou a taxa Selic para 12,75% ao ano, na semana passada, quase não houve mudança para a Selic no Relatório de Mercado Focus, divulgado no início desta semana pelo Banco Central brasileiro.

A taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é um índice pelo qual as taxas de juros cobradas pelos bancos no Brasil se balizam. Esta taxa é utilizada como uma ferramenta de política monetária utilizada pelo principal órgão financeiro do país, o Banco Central, para atingir a meta das taxas de juros estabelecidas pelo Copom.   O Copom, por sua vez, tem a finalidade de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros. Além disso, conta com o poder e competência específica de regular a liquidez da economia, por meio de instrumentos de política monetária.

Na reunião do Copom em abril, é esperado que um novo reajuste seja firmado pelo colegiado. A expectativa é que o aumento seja de apenas 0,25 ponto percentual, passando para 13% ao ano.  Conforme já constava na edição anterior, foi mantida a projeção de que a taxa encerrará 2015 em 13% ao ano. Há 30 dias, a previsão era de que a Selic encerrasse o ano em 12,50% ao ano, um aumento considerável de 0,5 ponto percentual. Já para o fim de 2016, a mediana das projeções também foi mantida em 11,50% ao ano de uma semana para outra. Esta é a décima semana consecutiva que a taxa está estagnada no mesmo patamar. Mesmo assim, a previsão mediana para a Selic média do ano que vem caiu ligeiramente de 11,69% para 11,68% ao ano.

Segundo a pesquisa anterior da Focus, a Selic encerrará este ano em 13% e 2016, em 11,50%.

Por William Nascimento

Selic em alta



Taxa de juros para PF atingiu 52,6% ao ano


O ano iniciou com a taxa de juros em alta. Conforme as informações liberadas pelo Banco Central na quarta- feira, 25 de fevereiro, a taxa de juros média cobrada pelos bancos teve um aumento de 2,5 pontos percentuais para 52,6% ao ano. Esta taxa de juros que registrou alta é a referente às operações com recursos livres, desconsiderando o rural, BNDES e rural.

Desde 2011, não se via um patamar tão alto de juros bancários. Em fevereiro deste ano, foi modificada a forma do cálculo dos juros bancários continuando com o projeto de melhoramento das estatísticas.

O aumento dos juros segue o rumo da taxa básica da economia com o intuito de conter a inflação. Os juros têm registrado alta desde outubro de 2014, na época, era registrada uma taxa de juros 1,15%, no primeiro mês deste ano a taxa já tinha crescido para 12,25%. Para ter ideia da diferença, antes de ser aplicada a medida de aumento ininterrupto dos juros, em setembro de 2014 foi registrada que a taxa de juros ao ano para as pessoas físicas era de 49,2%, em janeiro deste ano o valor passou para 52,6%. Se compararmos o aumento da taxa de juros bancários com o aumento da Selic é perceptível que a taxa de juros aumentou quase três vezes mais que a alta da taxa básica de juros. 

Outro índice registrado que teve um aumento foi a taxa de juros média de crédito, ela subiu de 37,6% para 39,4% ao ano, este último valor foi constatado em janeiro de 2015.

A taxa de inadimplência de pessoas físicas em recursos livres e créditos bancários diminuiu de 5,5% no último mês do ano passado para 5,4% no início deste ano. Desde dezembro de 2013, não se via um patamar tão baixo. A respeito da taxa de inadimplência das operações de bancos com empresas, esta teve um aumento indo de 3,4% em dezembro para 3,5% em janeiro. Ao considerar a taxa total de inadimplência, a qual é formada pelas operações com empresas e pessoas físicas, esta subiu de 4,4% no 12° mês de 2014 para 4,5% no primeiro mês deste ano.

Por Melina Menezes

Juros PF



Procon (SP) – Novas taxas de juros dos bancos


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito, adotadas pelo Banco Central (BC) em dezembro do ano passado, foram levadas adiante como tentativa de frear a alta da inflação. Por esse e outros motivos, mudanças no cenário econômico logo apareceram. Estudo divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) aponta que as taxas médias de cheque especial e de empréstimo pessoal avançaram em maio.

O levantamento indica que no acumulado de 2010 a taxa média do empréstimo pessoal subiu 0,10%, bem abaixo do índice de 0,33% registrado no período de janeiro a fevereiro de 2010. Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Safra e Santander foram as instituições com os dados colhidos para o estudo.

A fundação Procon-SP assoalha que o cheque especial acumula, desde janeiro, taxa de 0,35%. Em todo o ano passado o índice chegou a 0,34%.

O HSBC modificou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,5% para 4,99% ao mês, alta de 0,49%. O Santander, de 5,63% para 5,99%, incremento de 0,36%, o Itaú de 6,38% para 6,41%, diferença de 0,03%, e o Bradesco, por sua vez, de 6,08% para 6,1% ao mês, avanço de 0,02%.

Diferente das instituições acima citadas, apenas o BB reduziu sua taxa de empréstimo pessoal, de 5,48% para 5,39% ao mês. Os demais bancos, porém, não alteraram seus índices.

Em relação ao cheque especial, os incrementos de taxas ocorreram na CEF, de 7,31% para 7,95% ao mês, no HSBC, de 9,8% para 9,95%, no Itaú, de 8,96% para 8,99%, no Santander, de 9,96% para 9,99%, e no Bradesco, de 8,83% para 8,85%. As outras instituições mantiveram os índices anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da inflação é esperado pelos brasileiros


O consumidor está realmente atento com o mote inflação. Algumas pessoas já sentiram nos bolsos as medidas adotadas pelo governo, as mesmas que tiveram o intuito de frear o consumo para, assim, segurar a tão temida inflação. Entre as principais iniciativas encabeçadas pelo Banco Central (BC) estão a restrição ao crédito e o ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abarca que o aumento inflacionário foi realmente percebido pela população. Dos seis componentes abrangidos pelo Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) de abril, o de expectativa de inflação figurou como aquele como o pior por meio de uma queda de 111,12 pontos para 100,8 pontos em comparação a março, diferença de 9,4%; no comparativo anual decréscimo de 11,6%.

O resultado do INEC de abril corresponde à sexta baixa seguida em vocábulos mensais, com arrefecimento de 2,2% em comparação a março e 0,5% em relação a abril de um ano antes. Essa constatação também marca otimismo mais brando sobre uma perspectiva em relação ao aumento do endividamento do consumidor e sobre sua renda pessoal futura. Nestes dois, recuos de 3,3% e 4,1%, respectivamente.

Acompanhando esse pessimismo, o INEC constatou taxa de 2,6% de março a abril entre os consumidores que aguardam crescimento do emprego. Em contrapartida, aquisições de produtos de valores mais elevados e conjuntura financeira registraram, respectivamente, avanços de 1% e 2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Tendência de Alta na Inflação: IPCA tem aumento de 6,34%


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (25) seu mais novo relatório Focus, o qual repete pela sétima oportunidade consecutiva a tendência de alta da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2011, com elevação de 6,29% da semana passada para 6,34% nesta. Para o próximo ano, porém, a taxa foi mantida em 5,00%, fato (acréscimo) que se verifica há três levantamentos.

Em relação à projeção da Selic, a taxa básica de juros da economia, o BC nutriu os índices para 2011 e 2012. Ao primeiro período, o índice estimado pela quarta semana seguida ficou em 12,25%, enquanto ao próximo ano fixou-se em 11,75%.

O relatório Focus decidiu manter o prognóstico de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 em 4,00%, porém para 2011 mostrou-se pessimista, uma vez que arrefeceu o índice de 4,25% de uma semana atrás para 4,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Elevação da taxa Selic é criticada pela CNI


A equipe econômica da presidente Dilma Rousseff tem custado a agradar todas as partes interessadas. O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou, novamente, a taxa básica de juros da economia, a Selic, desta vez em 0,25 ponto percentual, para 12,00% ao ano.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é um dos casos que não observou positivamente a decisão. Na ideia da instituição, a decisão ilustra um aspecto de luta contra o incremento dos preços situada somente na política monetária, quando, na verdade, deveria levar em consideração outros aspectos.

Para a CNI, é mais interessante ao país o controle de gastos públicos ao invés de se elevar em 0,25% a Selic, uma vez que essa recente decisão só tende a prejudicar a própria atividade produtiva. Experiências internacionais ilustram que se a concepção de comedimento de despesas da esfera pública fosse levada adiante, esta seria positiva tanto no concernente ao Produto Interno Bruto (PIB) como na durabilidade de ajustes no decorrer dos anos.

Realmente, a ideia da CNI parece ser a mais indicada. O país aumenta a arrecadação via tributos ano após ano, o que dá margem para a manutenção de investimentos e saldo em caixa. Medidas paliativas, imediatistas, podem refletir negativamente mais adiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da Taxa Selic de 12% ao ano


O alto consumo dos brasileiros, em 2010, foi extremamente positivo para o país conseguir superar os principais entraves postados pela crise financeira global de 2008 e 2009. Em meados de novembro e dezembro passados, o Banco Central (BC) passou a adotar medidas de contenção de gastos e, mais ainda, de restrição ao crédito. Paralelamente a esse fato, deu-se início ao ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Na quarta-feira (20), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por cinco votos a favor, incrementar a taxa da Selic para 12,00% ao ano, sem viés. A elevação, portanto, foi de 0,25 ponto percentual. Dois votos indicaram aumento de 0,50%.

Nota divulgada na página do BC indica que foram considerados como fatores para essa decisão o balanço de riscos à inflação, o nível ainda improvável de comedimento da atividade doméstica, assim como o cenário externo. Por fim, o Copom acredita que decisões como essas são ideais para assegurar a convergência da inflação para a meta do próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Juros das operações de créditos – Alta em janeiro de 2011


Estudo edificado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) elucida que as taxas de juros de todos os tipos de operações de créditos, exceto o rotativo, cresceram no mês passado em comparação a dezembro de 2010.

O índice de juros para pessoa física pulou de 6,79% no último mês do ano passado para 6,85% em janeiro. No acumulado dos últimos 12 meses, segundo a Anefac, a taxa de juros abraçou o percentual de 121,46%.

Para pessoas jurídicas, por outro lado, a taxa de juros chegou a 3,88% em janeiro, contra 3,80% de dezembro, com índice de 57,90% registrado nos últimos 12 meses. Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, coordenador de Estudos Econômicos da associação, esses avanços podem ser explicados com base na tomada de decisões do Banco Central (BC), entre as quais aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia, e a ascensão dos depósitos compulsórios.

Assim como muito tem falado outros especialistas, Oliveira prevê que as despesas das operações de crédito tendem a crescer no transcorrer deste ano.

Caso essa seja realmente a disposição, as vendas em vários setores, tais como o de veículos automotores, devem diminuir gradativamente. Um impulso ao segmento de materiais de construção, por outro lado, deve ser constatado ao final de 2011, pois em dezembro a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao ramo será extinta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil



Cartão de crédito Elo terá juros mais baixos


Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, aumentar a taxa básica de juros da economia, a Selic, para 11,25%. A alta pode ser a primeira em 2011, pois a perspectiva é que alcance 12,25% até dezembro, gerou diferentes opiniões entre especialistas; alguns defendem, outros repudiam a medida.

No campo econômico e financeiro, muitas novidades já na terceira semana de janeiro. Até o final deste primeiro trimestre, a operação da nova bandeira Elo, inteiramente nacional, deverá ser iniciada. De acordo com Denilson Molina, diretor do setor de cartões do Banco do Brasil, após o ingresso da Caixa Econômica Federal na parceria – somando-se também ao Bradesco –, escolheu-se por oferecer serviço completo a todas as instituições bancárias, sobretudo às pessoas não-bancarizadas.

O cartão Elo tem por finalidade atender as classes sociais C, D e E, além das pessoas que não possuem contas em bancos. A grande expectativa pela vigência da nova bandeira é de baixas taxas de juros, justamente por ser um intento totalmente brasileiro, situação que não obriga o pagamento de royalties às marcas internacionais. Entretanto, a taxação dependerá basicamente do risco do negócio.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL



BC – Novas Estimativas para a Inflação em 2011


Dados calculados pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus voltaram a elevar as perspectivas para a inflação de 2011, porém mantiveram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o juro.

A instituição indica que a inflação conjeturada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 passou de 5,32% abalizado na semana passada para 5,34% na nova previsão. Com esse resultado segundo a agência de notícias Reuters, verifica-se o quinto incremento seguido no medidor.

A meta de inflação para 2011 e 2012 manteve-se em 4,50%, a mesmo calculada no ano passado, quando fugiu do centro (5,91%), mas permaneceu próxima da previsão – uma vez que existe margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

À Selic, taxa básica de juros da economia, o Focus voltou a ratificar projeção de 12,25% para o final do ano atual e 10,75% a 2012. Ao PIB, o BC nutriu o índice anterior, de 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Anefac – Juros de Cartões de Crédito, Empréstimos Pessoais e Cheque Especial – Novembro de 2010


Informações levantadas pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) indicam que os juros em operações de crédito tornaram a crescer no mês passado após quatro períodos de recuos seguidos, com exceção para os praticados no cartão de crédito rotativo, que teve sustentada sua taxa.

Matéria exprimida pela Band Online revela que a taxa de juros para o consumidor passou de 6,69% em outubro para 6,74% em novembro, ao mês. O cheque especial, que com o passar dos dias cai em desuso perante o dinheiro de plástico, atingiu seu maior valor desde abril do ano passado para 7,59% ao mês, contra 7,44% de antes.

Em relação ao empréstimo pessoal nas financeiras houve reajuste para 9,48%, 0,06% acima do índice anterior. Para as empresas, por outro lado, o crescimento foi mais ameno entre outubro e novembro, de 3,76% para 3,79%.

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador do levantamento, o aumento reflete a crise no Banco do Grupo Silvio Santos, o Panamericano, assim como o anúncio feito pelo Banco Central (BC), que majorou os depósitos compulsórios e incrementou o requerimento de capital para as operações com prazos acima de dois anos relacionadas a crédito para pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Juros para crédito à pessoa física é o menor desde 2005


Informações divulgadas nesta quinta-feira, 11 de novembro, pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anef) revelaram que a alíquota mensal de juros cobrada nas operações de crédito para a pessoa física arrefeceu novamente, de 6,74% para 6,69%, captando, portanto, a quarta queda consecutiva.

A associação indica, também, que essa taxa é a mais branda desde janeiro de 1995, ano de início da série histórica. A exceção na queda foi constatada na modalidade cartão de crédito, que continua sem qualquer modificação em relação aos 10,69% estabelecidos em fevereiro último.

Pelo estudo, das seis linhas de crédito examinadas para pessoa física, o maior tombo ocorreu no Crédito Direto ao Consumidor (CDC), que decresceu de 2,37% em setembro para 2,29% no mês imediatamente sucessor.

Na pessoa jurídica, segundo o portal de Economia Terra, também ocorreu queda entre setembro e outubro, de 0,53%, portanto para novos 3,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de Juros para Pessoa Física – Outubro 2010


A taxa de juros para pessoa física no mercado brasileiro caiu 0,05 ponto no mês de outubro, de acordo com informações da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Com o recuo, a taxa atingiu o menor patamar desde 1995.

O juro médio cobrado ficou em 6,69% em outubro ante 6,74% registrado em setembro. Ao todo, são cobrados 117% de juros ao ano.

De acordo com a Anefac, a linha de crédito do cartão de crédito rotativo se manteve inalterada em outubro, permanecendo em 10,69% ao mês . Foi a única taxa de juros que não caiu no período.

Por Luana Neves



Juros mais baixos em 2011, afirma Mantega


Consumidores e empresários sempre mostraram preocupação, praticamente descontentamento, com as altas taxas de juros praticadas no Brasil. Especialistas creditam ao país um dos possuidores dos maiores índices em todo o mundo, porém, Guido Mantega, ministro da Fazenda, ponderou recentemente que a partir de 2011 será possível diminuí-las.

Mantega, o alcance desse desígnio será determinado pelo arrefecimento nos gastos público, pela queda das taxas de juros e pelos subsídios por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com o ministro, Dilma almeja trabalhar com percentuais menores, tanto que acompanha, nos dias atuais, todos os motes envoltos ao tema.

Como o objetivo é esse, Mantega avalia que a iniciativa privada também atue conjuntamente. Segundo ele em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, a inflação vem crescendo devido à elevação dos alimentos, sobretudo arroz e trigo, e das commodities.

No intuito de elucidar uma opinião quase pessoal, Mantega examina que a alta da inflação é oriunda de todo um cenário global e não somente de assuntos estritamente locais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de Juros Selic será estável em 10,75% ao ano


Em reunião realizada em Brasília, o COPOM (Comitê de Política Monetária) decidiu, por unanimidade, manter a taxa de juros Selic estável em 10,75% ao ano. De acordo com o site do Banco Central, o cenário econômico mundial e as perspecitvas para a inflação foram os principais motivos da manutenção da taxa. Este é a segunda reunião seguida em que o COPOM decidiu não alterar os juros básicos.

A taxa brasileira de juros começou a subir no mês de abril desse ano, sofrendo mais duas elevações nos meses de junho e julho. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Central, a manutenção da taxa acompanhou a expectativa dos principais analistas do mercado financeiro.

A previsão dos economistas é que a taxa voltará a subir novamente somente no mês de abril de 2011, quando deverá chegar a 11,25% ao ano. Com a decisão do BC, a taxa de juros brasileira continua sendo a mais elevada do mundo.

Por Luiz Big Head



Taxa de Juros no Brasil – Previsão para 2014


Às vésperas das eleições os candidatos à presidência do Brasil podem ter a certeza de que governarão um país estável. As metas de inflação são pequenas, as vagas de emprego seguem crescendo, a produção aumenta gradativamente e a tendência é de que os juros caiam.

Segundo o Banco Central a taxa real de juros caminha para chegar a um patamar histórico: apenas 2% ao ano até 2014. Atualmente essa taxa está em torno de 5,8%. O mundo todo segue essa tendência de juros mais baixos e o Brasil deve acompanhar o ritmo.

O ganho de produtividade interna favorece essa tendência, favorecida pelo crescimento econômico sem o risco de aumento da inflação.

Por Maximiliano da Rosa



Sem aumento dos juros no Banco Central


Uma estimativa lançada por Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinala que o Banco Central não precisa aumentar os juros em março do ponto de análise da atividade industrial do país.

Segundo ele, não haverá problemas ao país para o atendimento à demanda doméstica neste ano, principalmente porque a tão comentada pressão da inflação não tem origem na indústria. Ainda para Branco, se algum aumento ocorrer à taxa Selic terá, simplesmente, um efeito amortecedor no crescimento econômico do Brasil.

Embora alguns dos fundamentais indicadores da atividade da indústria tenham contraído recuperação, o gerente-executivo avalia que o parque fabril do país ainda não conseguiu alcançar o mesmo ritmo visto em setembro de 2008; porém, acredita que isso acontecerá ainda nos seis primeiros meses deste ano – ou seja, faltam apenas três meses e meio para que sua análise vigore.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI pede que taxas de juro sejam mantidas baixas


O Brasil pode ser notado como um grande espelho ao mundo financeiro e econômico. O Fundo Monetário Internacional (FMI) – com base nisso? – recomendou ao G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do planeta) que mantenha medidas de incentivo às suas economias, mas que prepare terreno para a retirada estratégica de cada uma.

Um porta-voz do FMI, segundo o Portal de Economia do Estadão, com suporte na Agência Estado, avalia que existe – e existirá – desenvolvimento das economias, mas que o processo ainda continuará lento. Embora o discurso seja conservador ao extremo, o órgão preferiu manter os percentuais de crescimento ao G-7 em 2,1% para este ano e 2,3% para 2011.

Em relação aos Bancos Centrais, o FMI pede que as taxas de juros sejam mantidas em níveis baixos até o final deste ano, bem como os estímulos fiscais previstos, que precisam ser implementados.

Clique aqui e confira mais pontos difundidos pelo FMI.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Taxa Juros Cheque Especial – Janeiro 2010


A taxa de juros empregada no cheque especial voltou a ascender no mês passado, após inúmeras quedas seguidas, informou recentemente a Anefac. A taxa média cobrada pelos bancos era de 7,27% em dezembro de 2009, mas em janeiro deste ano, o percentual subiu para 7,32%.

De acordo com informações do Portal G1 de notícias, as taxas médias cobradas no empréstimo pessoal em instituições bancárias deixaram de ser 4,82% ao mês para 4,88%, no mesmo instante em que no comércio a fixação deixou de ser de 5,74% para a nova configuração de 5,79%.

Outros percentuais subiram. Um deles é a taxa média de juros de crédito cobrada em operações feitas pelas empresas, deixando de ser 3,62% para alcançar o índice de 3,65% em janeiro deste ano.

Para saber as outras modificações ocorridas, acesse o link.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fique de olho nas taxas de juros e evite cair nas armadilhas da compra a prazo


O valor do juros no Brasil ainda é muito alto, por isso o consumidor deve ficar de olho na hora de comprar algo financiado ou parcelado.

Com os juros altos, o consumidor pode se endividar ainda mais. Para não acumular dívidas não ficar no prejuízo, fique de olho nas taxas de juros dos produtos. Comprar algo parcelado pode duplicar o valor do produto.

O ideal é economizar para tentar comprar o produto à vista, pois, além de conseguir mais descontos, você evitará cair nas armadilhas dos juros. Financiamentos e compras parceladas só devem ser feitas com juros zero. 

Assista esta reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Emprestar dinheiro – você tem este costume?


Você tem o hábito de pedir dinheiro emprestado? Sim? Que tal reorganizar o seu orçamento?

Preste muita atenção nas taxas de juros cobradas por bancos e financeiras. Se os juros forem muito altos, não vale a pena solicitar o empréstimo.

Cuidado também ao solicitar antecipação do Imposto de Renda. Muitas vezes isso pode significar uma malha fina.



Na hora do aperto qual é a melhor opção para recorrer: Cartão de crédito ou cheque especial?


Estamos passando por um mommento de inadimplência alta, e, para não ficar com o nome sujo na praça muitas pessoas recorrem ao cartão de crédito e ao cheque especial na hora das compras. Mas, qual é a melhor opção? E, quando usar os dois, qual pagar primeiro?

Economistas afirmasm que o cartão de crédito deve ser prioridade na hora do pagamento, mas atenção: só vale para liquidar o valor total da fatura. Pagar o mínimo do cartão vai fazer com que vc pague mais juros e pode entrar numa bola de neve sem fim. 

Os juros do cheque especial tendem a ser menores, porém, são automáticos, caem diretamente na conta. No caso do cartão de crédito, o consumidor tem até um mês para conseguir o dinheiro para pagar a conta.

Veja a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Bancos diminuem as taxas médias de juros


Já está surtindo efeito a divulgação do Banco Central da lista de juros cobrados pelo Bancos, no último dia 05/02.

A lista mostra o ranking da taxa média de juros cobrado pelos bancos e financeiras. Veja a lista aqui.

Segundo pesquisa realizada pelo PROCON, oito Bancos reduziram a taxa de juros dos emprétimos pessoais, sendo a maior queda a do Banco do Brasil. Para cheques especiais, sete instituições reduziram os juros cobrados e a maior redução desta taxa foi a do Banco Real.



Banco Central divulga tabela do ranking de juros cobrados pelos Bancos e Financeiras


Quem quer fazer algum tipo de empréstimo ou finaciamento agora terá uma oportunidade de consultar em qual banco ou financeira fará o melhor negócio.

A partir de hoje, o Banco Central está disponibilizando em seu site, uma tabela com o valor dos juros cobrados pelos 35 principais bancos e financeiras do país. Agora é possível identificar que as variações de taxas de juros cobradas pelos bancos e finaceiras sofrem uma grande variação.

Todos podem se beneficiar com a criação desta tabela, que fornece valores médios dos juros cobrados em crédito pessoal, cheque especial, aquisição de veículos e aquisição de bens. Pessoas jurídicas também poderão obter valores de juros em desconto de duplicatas, capital de giro prefixado, conta garantida, aquisição de bens e capital de giro flutuante.  

O objetivo é fazer com que o consumidor fique mais atento à cobrança de juros em finaciamentos e empréstimos e incentivar a concorrência entre as instituições, que se tornarão mais transparentes com o cliente.

Para ter acesso à tabela,  clique aqui ou entre no site www.bcb.gov.br.