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Arquivo da Categoria ‘IPI’
 






Prorrogação Isensão IPI Materiais de Construção

19, abril, 2010

Guido Mantega, ministro da Fazenda, decidiu prorrogar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao setor de materiais de construção até dezembro, pois o benefício, anteriormente, só seguiria até junho deste ano. Para a autoridade, isso contribuirá para amenizar a pressão no segmento e permitirá a consumidores e distribuidores melhor flexibilidade de compras.

A Secretaria da Receita Federal divulgou em 16 de abril, sexta-feira, um dia depois de tomada essa decisão, que o governo brasileiro deixará de arrecadar, com isso, R$ 723 milhões até o final de 2010.

O portal de notícias G1 indica aos mais desavisados que 30 é o total de mercadorias que tiveram redução ou percentual do IPI zerado.

Por outro lado, os demais setores que antes tinham o mesmo benefício – linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e veículos automotores – continuarão sem qualquer tipo de arrefecimento.

Fonte: Portal G1.

Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno IPI, Isenção de Impostos, Isenção do IPI, Notícias

Fim da redução do IPI – Queda nas vendas e preços mais elevados

12, abril, 2010

Analistas de diversas áreas anteviram que após o término oficial da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), setores que atendem à comercialização de veículos e produtos da linha branca, tais como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, terão queda em suas vendas e uma provável elevação de preços.

Flávio Castelo Branco, economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também pensa sob o mesmo ponto de vista. Para ele, inclusive, as altas previstas poderão, “confortavelmente”, pressionar a inflação. Outro enfoque preocupante é que os consumidores adquiriam produtos em larga escala ao final de março, dando a entender, por exemplo, que os segmentos de veículos e da linha branca poderão, de fato, saírem-se prejudicados.

Segundo o portal de economia UOL, baseado no Valor Online, Castelo Branco aguarda maiores levantamentos com informações sobre as vendas acontecidas em fevereiro e março. Ele acredita, sem dúvidas, de que os dados serão os mais otimistas, pois somente no segundo mês do ano, por exemplo, as comercializações reais da indústria de transformação conquistaram dilatação de 3,3% em relação a janeiro de 2010.

Fonte:  UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Compras, Comércio, IPI, Isenção do IPI

Fim da Redução do IPI leva aumento nas vendas

6, abril, 2010

De acordo com pesquisa feita pela Serasa Experian com dados divulgados nesta terça-feira, 05 de abril de 2010, o fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) neste mês de março promoveu um amplo aumento nas vendas do setor de varejo, especialmente no ramo de veículos.

Foi a maior taxa registrada desde setembro de 2008 neste setor, com um aumento equivalente a 13,5% em relação ao mês de março de 2009. O segmento de veículos liderou com um crescimento de 31,4%, seguido pelo setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, bem como pelo setor de materiais de construção.

Os demais segmentos pesquisados também indicaram crescimento de mais de 2% em março deste ano, em relação ao ano de 2009. Isto demonstra que houve um aumento no número de empregados e de seus rendimentos reais, assim como uma ampliação dos prazos para pagamento dos produtos adquiridos.

Fonte: Folha de São Paulo

Por Márcia V. L. Galvão

Admin Comércio, IPI, Isenção do IPI, Redução de Juros

O Que é IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

29, março, 2010

O Imposto sobre Produtos Industrializados é cobrado sobre a industrialização de produtos, que é entendida como qualquer operação que modifique a natureza, modifique a finalidade ou aperfeiçoe um produto para o consumo. Como exemplo, uma lata de extrato de tomate. Este imposto também é gerado sobre a importação da mesma categoria de produto.

O pagamento do imposto é realizado pelo industrial, pelo importador ou a quem ele a lei equiparar. A base de cálculo do valor está em acordo com o valor da operação para modificar o produto. No caso de importação, é o valor da operação mais o imposto de importação e outras despesas. O IPI possui alíquotas que variam conforme essencialidade do produto. Ou seja, se o produto for supérfluo, sua alíquota será maior; se for um produto essencial sua alíquota será menor. Como exemplo, educado, a grande quantidade de pessoas sem perfume. Afinal, usar um perfume além, obviamente e necessariamente, do desodorante é muito caro!

por Patricia Gujev

bruno IPI, Impostos

Setor de Móveis tem 5% de Redução do IPI

29, março, 2010

Programado para encerrar dia 31 de abril, o governo decidiu manter parcialmente os benefícios concedidos ao setor de moveis.

A nova alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os móveis, que entra em vigor a partir de abril, será de 5%. Se o governo tivesse mantido o plano anterior ela chegaria a 10%.

A alíquota será valida para todos os produtos, inclusive móveis estofados, que não foram beneficiados na isenção anterior.

A redução do IPI foi uma estratégia do governo para manter o consumo durante a crise financeira internacional. Não foi informado qual será o valor da renúncia fiscal do governo com a reestruturação da tabela de IPI para o setor.

Admin IPI, Móveis

Criação de 1,5 milhão de novas vagas de emprego em 2010

4, fevereiro, 2010

Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, parece não ser a única autoridade a elevar as estimativas de criação de novos postos de trabalho em todo o Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou que a nação brasileira encerrará 2010 com a geração de 1,5 milhão de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura o registro em carteira de trabalho.

A estimativa de Mantega supera o número de postos gerados em 2009, que foi de aproximadamente 995 mil. A massa salarial e o crédito, segundo o ministro em reportagem transmitida pela Folha Online, garantem o dinamismo do mercado.

Novamente discursando sobre a questão do Produto Interno Bruto (PIB), Mantega foi categórico: a taxa de crescimento será entre 5% e 5,5%, afinal, a projeção de desenvolvimento da nação permite esses dados otimistas.

Além disso, o ministro reafirmou sua posição sobre a política de retirada de estímulos tributários no Brasil, pois a economia já apresenta seu reaquecimento sem a necessidade de, por exemplo, efetivar a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crescimento econômico, Emprego, IPI, Mercado de Trabalho

Fim da Redução do IPI para carros e bens de capital

4, fevereiro, 2010

O governo brasileiro não pretende renovar as desonerações fiscais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a carros e máquinas, segundo discurso proferido por Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Para ele, os últimos sinais sobre a recuperação econômica tornam a medida possível e em tempo certo.

Otimista, o presidente revela que as iniciativas adotadas no ano passado atingiram o principal objetivo, que foi o de elevar as vendas em diversos setores e fazer o capital girar em meio a crise financeira global. O incentivo, de acordo com Portal de Economia UOL, com base em informações do Valor Online, foi encerrado no último final de semana, em 31 de janeiro.

Por outro lado, para bens de capital, que engloba equipamentos e máquinas para indústrias, o estímulo permanecerá até 30 de junho. Aos automóveis, porém, o fator redutivo do IPI será finalizado de maneira gradual até o final de março.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Bens de Capital, Carros, IPI, Isenção do IPI

Governo estuda Prolongamento da Isenção de IPI

28, janeiro, 2010

A desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ainda é debatido em muitos setores da alta cúpula brasileira. Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional, noticiou que novas avaliações sobre prolongamentos do benefício serão pleiteadas uma por uma.

Para ele, é necessário que seja feita avaliação de setores que antes foram beneficiados com as desonerações fiscais no objetivo de adotar atitudes que não prejudiquem negativamente o comércio do país. Augustin teme que se algo impensado for seguido, diversos setores podem apresentar queda em suas vendas.

Ao segmento de linha branca, por exemplo, confessou que no atual momento há análises em progresso. Se esse setor for um dos beneficiários em uma nova dilatação, as grandes redes varejistas estenderão seu estoque e não precisarão repassar uma possível alta de preços ao consumidor final após um período de 30 a 45 dias.

Informações baseadas em reportagem da Agência Estado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno Governo Federal, IPI, Impostos, Notícias

Redução do IPI em Produtos da Linha Branca está no Fim

28, janeiro, 2010

Um grande número de pessoas ainda não conseguiu aproveitar os benefícios concedidos pelo governo federal para a aquisição de produtos da linha branca – fogões, geladeiras e máquinas de lavar roupa. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) está em seu final e não há muitas possibilidades de ser renovado.

Mesmo assim, diversas redes atacadistas prometem estender um pouco mais os preços reduzidos entre 30 e 45 dias, pois um cálculo feito recentemente indica que os estoques das lojas possibilitará que as promoções continuem.

A rede do Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, manterá os valores abaixo do mercado devido a esse fato. O Walmart é outra que pretende se “unir” à mesma idéia e as Casas Bahia aguardam, segundo a Agência Estado, aval do governo para a manutenção da desoneração do IPI.

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Por Luiz Felipe T. Erdei

bruno IPI, Impostos, Notícias

Redução IPI Eletrodomésticos aumenta Vendas

19, janeiro, 2010

Quem pretende ir às compras de eletrodomésticos já começa o ano com grande vantagem, pagando menos Imposto sobre produtos Industrializados (IPI). Desde o último trimestre de 2009, os resultados de pesquisas realizadas pelo IBGE, apontam redução do IPI e aumento significativo nas vendas, beneficiando principalmente o comércio.

O volume de vendas aumentou em todos os seguimentos de mercado. Mas as vendas de eletrodomésticos tiveram seu destaque devido às altas temperaturas com a chegada do verão, onde a busca por ventiladores e ar-condicionado se tornam necessárias, segundo Nilo Lopes, técnico da coordenação do IBGE.

Em comparação com o início de 2009, momento em que a população enfrentava crise mundial, podemos ficar otimistas quanto ao poder de compra do consumidor para 2010. A redução do IPI também refletiu positivamente na venda de materiais para construção, veículos e informática. A atividade varejista registrou ao todo um crescimento acima de 5%. Diante dos indicadores, há evidência de que, tanto o IPI, quanto as condições climáticas continuarão causando o movimento da economia no país.

Fonte: InfoMoney

bruno Compras, IPI, Notícias