Atualizações anteriores



Inflação poderá encerrar o ano em quase 10%


Segundo especialistas do mercado, o IPCA poderá encerrar este ano em 9,91%.

Na última semana do mês de outubro, o mercado financeiro subiu a previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 2016 para 9,91%. Entretanto, especialistas do setor econômico estão prevendo uma queda maior do PIB. As previsões do mercado financeiro para a inflação do ano de 2015 e de 2016 continuaram decaindo desde a semana passada.

Na estimativa dos analistas para o setor de atividade do mercado econômico brasileiro, a previsão é uma queda tremenda.

No que se refere o ano de 2015, a expectativa dos especialistas é a que o índice da inflação oficial – IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), feche o ano em 9,91%, se aproximando da marca dos 10%. Cabe ressaltar que, para o início de outubro, a taxa esperada era de 9,85%. Se a estimativa for confirmada, teremos uma das maiores altas desde o ano 2002 – quando ficou em 12,53%.

Segundo os especialistas, a alta taxa do dólar e dos preços administrados tem forçado de forma considerável os preços neste ano de 2015. Além disso, a inflação de serviços, gerada pelos ganhos reais de salários, segue também em alta.

Para o próximo ano, os especialistas das instituições financeiras elevaram sua expectativa de inflação de 6,22% para 6,29% na última semana.

Em face do sistema de mercado que se desenvolve em território brasileiro, a meta central para o ano de 2015 e para o próximo ano é a de 4,5%. Entretanto, com o intervalo de tolerância existente, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode variar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta estabelecida seja oficialmente desestabilizada. Logo, a partir deste cenário, a inflação deve superar o teto do sistema de metas do ano de 2015, algo que não vemos acontecer desde o ano de 2003.

Por Felipe Pancheri Colpani

Inflação



Prévia da inflação ficou em 0,39% em setembro


IPCA-15 registrou 0,39% em setembro de 2015.

A inflação é um assunto que sempre esteve envolvida no cotidiano do povo brasileiro e sempre vem junto com a relação que tem nos produtos que consumimos, tanto que foi realizado um levantamento de dados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o famoso IBGE, e divulgado no último dia 22 de setembro que confirmou que a prévia da inflação ficou com o registro de 0,39% no mês de setembro de 2015 e que ainda chega em 12 meses na marca de 9,57%.

Esse é um valor que por sinal é o mesmo do mês de agosto e o maior quando compararmos com a última alta, que ocorreu no mês de dezembro de 2003, que nessa época ficou registrada em 9,86%.

Para chegar nesses dados foram consideradas as informações do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15, ou simplesmente como é conhecido IPCA-15 (ele é idêntico ao IPCA, que faz a coleta da diferença entre o período que é coletado os preços com a sua abrangência geográfica), que se baseou no aumento em relação aos preços dos produtos que consumimos nos supermercados que ficou nesses 0,39% entre o período que vai de 14 de agosto até 14 de setembro de 2.015. Após isso é feita uma comparação com os dados que foram analisados antes, que eram do período que começava em 15 de junho até 13 de agosto de 2015.

Esse indicador se baseia nas famílias que têm um rendimento que vai de 1 salário até a marca de 40 salários mínimos (R$ 788,00 a R$ 31.520,00) dentro da região das grandes metrópoles que podemos citar as cidades de Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Belém, Salvador, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Belém.

Com isso, podemos notar uma desaceleração, pois no mês de julho esse índice teve uma alta que ficou em aproximadamente 0,43%, sendo que o objetivo do Governo sempre foi de manter a alta dos preços na faixa de 4,5% ao ano, dos quais para o governo dois pontos percentuais podem ser tolerados seja para cima ou para baixo (em outras palavras um aumento ou uma queda).

A inflação deve seguir uma variação que nunca ultrapasse entre os 2,5% e no máximo 6,5%, mas após tudo isso temos uma população que está mudando os seus hábitos na hora da realização das compras.

Por Fernanda de Godoi

Inflação



IPCA registrou maior taxa desde 2003


Em agosto, o IPCA registrou a marca de 9,53% no acumulado dos últimos 12 meses.

O cenário econômico brasileiro é bastante delicado, pois enquanto o PIB retrai a inflação segue o caminho oposto e aumenta cada vez mais. No mês passado, a inflação oficial do país, que é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, chegou a marca de 9,53% no acumulado dos últimos 12 meses. Portanto, trata-se de uma taxa acima do teto da meta da inflação que o Governo Federal projetou para 2015, que é de 6,5%.

Com isso, o IPCA já registra 7,06% em um ano, o que é nada menos que a maior taxa desde 2003 quando o índice chegou a 7,22%. Porém, levando em consideração apenas o mês de agosto o resultado foi estável, haja vista a inflação ter registrado 0,22%, que se trata da menor taxa desde 2010 para o referido mês. O resultado também é positivo se compararmos o bimestre julho – agosto, pois julho registrou inflação de 0,62%.

Segundo os dados oficiais, o grande motivo para este recuo na virada de julho para agosto foi justamente recuos em cinco dos nove grupos de despesas. Dentre os quais, podemos destacar: o grupo de transportes que apresentou queda de preços de 0,27% no mês de agosto. Além disso, o grupo de alimentos também influenciou bastante o recuo citado nesta matéria, haja vista a inflação ter passado de 0,65% em julho para 0,01% em agosto. Ainda assim, o maior impacto veio do grupo de despesas relacionadas à habitação. Nesta categoria tivemos um recuo de 1,52% para 0,29% entre julho e agosto.

Apesar do resultado positivo entre julho e agosto, as coisas devem ser bem diferentes no final de 2015. Segundo o mais recente relatório Focus, os economistas do mercado financeiro já estimam que a inflação final de 2015 feche o ano em 9,29%. Caso esta expectativa seja confirmada, teremos a maior inflação em 12 anos, haja vista o índice de 9,30% em 2003.

Por Bruno Henrique

 

IPCA



IPCA subiu 1,22% em fevereiro


A inflação oficial brasileira chegou em 1,22 por cento no mês de fevereiro, tendo a principal influência da gasolina. Com isso, o valor que foi acumulado correspondeu ao índice mais alto no decorrer de 10 anos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve um crescimento de 7,70 por cento no período de doze meses até o mês de fevereiro, conforme a divulgação no dia 6 de março, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este foi o aumento de maior impacto no país se for considerado os meses de fevereiro desde o ano de 2003, quando a média de elevação era de 1,57 por cento.

Os valores do IPCA foram mais altos que os dados da pesquisa da Reuters, que previa uma elevação de 1,08 por cento no mês e de 7,54 por cento, no período de um ano.

Após a publicação, a empresa Rosenberg & Associados realizou uma nova análise para este ano de 2015 com a perspectiva do IPCA atingir 7,9 por cento, consistindo em 0,5 ponto percentual acima dos resultados anteriores, com uma elevação de 13,1 por cento dos valores administrados.

Conforme a publicação do IBGE, a gasolina foi a principal responsável por esta elevação da inflação, uma vez que os valores aumentaram 8,42 por cento por causa do crescimento das tarifas das alíquotas de PIS/Cofins.

Por causa do choque de 0,31 ponto percentual, somente a gasolina correspondeu ao índice de um quarto do índice do IPCA em fevereiro. Devido a isto, o grupo Transportes aumentou 2,20 por cento no mês de fevereiro, sendo que no mês de janeiro o índice correspondia a 1,83 por cento.

O setor de Educação teve o aumento de 5,88 por cento por causa dos reajustes que foram feitos no começo de 2015. A energia elétrica está influenciando na inflação, depois que o governo colocou a bandeira tarifária, onde o consumidor irá arcar com as tarifas mais elevadas de geração de energia, em consequência da ausência de chuvas em diversas regiões do país. 

Por Felipe Couto de Oliveira

IPCA



Reajuste do INSS para aposentados e pensionistas subiu abaixo do IPCA


Os benefícios para aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo, distribuídos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), subiram abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O reajuste foi definido em 6,23%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O valor foi publicado em portaria do Diário Oficial da União na última segunda-feira (12).

O percentual de reajuste, que tem como referência o INPC fechado no ano, ficou abaixo da inflação oficial do Brasil, IPCA. No ano anterior, o IPCA chegou a 6,41%.

Para quem recebe o salário mínimo o aumento foi mais considerável, em 2014 o mínimo foi de R$ 724,00, este ano foi reajustado em 8,8%, subindo para R$ 788,00.

A mesma portaria define que o teto da Previdência Social subiu de R$ 4.390,24 em 2014 para R$ 4.663,75 em 2015.

Em relação ao salário-família, a quantia paga por filho ou equiparado, que tenha até 14 anos de idade, será de R$ 37,18 para os segurados que recebam mensalmente valor que não ultrapasse R$ 725,02. Para os que possuem renda superior a essa quantia até R$ 1.089,72, com o reajuste o valor ficará em R$ 26,20.

A portaria traz também informações sobre o benefício de auxílio-reclusão, destinado os dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto. Terão direito ao benefício os dependentes do segurado que possua salário de contribuição igual ou inferior a R$ 1.089,72.

É possível conferir também os valores fixados das faixas salariais, que são utilizadas de base para o cálculo de contribuição previdenciária dos trabalhadores domésticos. Estão definidas as seguintes alíquotas: 8% para as pessoas que recebem até R$ 1.399,12, alíquota de 9% para quem possui faixa salarial de R$ 1.399,12 a R$ 2.331,88, e 11% na faixa salarial de R$ 2.331,89 até R$ 4.663.

Clique aqui e acesse a portaria disponível no Diário Oficial da União. 

Por Rafaela Fusieger



IPCA apresentou alta em abril de 2014


De acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do mês de abril ficou na casa de 0,78%, valor superior de 5% ao levar em conta o índice de 0,73% registrado em março. Consiste na maior variação desde janeiro do ano passado, quando a taxa subiu para 0,88%.

Ao considerar o balanço de doze meses, a inflação teve registro de 6,19%, conforme indica o IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística). Durante o ano existe acúmulo de 2,91%, diz o IPCA-15. No acumulado que leva em conta valores dos doze meses a taxa subiu 6,19%.

O IBGE indica que os setores de bebidas e alimentações tiveram destaques no sentido de aumentar a inflação, com valores de 1,84% ao mês de abril. Se considerar a lista de produtos vale o destaque por conta do aumento na batata, quase em 30%.

A valorização da batata também ocorreu por conta do verão e da seca que prejudicou as plantações. Em consequência, a inflação no setor ficou superior ao aumento da carne, produto conhecido por liderar a percentagem de aumento nos registros de inflação – para abril houve crescimento de 2,83% no setor.

Os gastos de despesas pessoais subiram 0,5%. Não se pode ignorar o fato de que aumento da inflação no mês de abril aconteceu também por conta das despesas referentes ao custo de transportes públicos, que cresceram 0,54%. Na área de habitação os preços aumentaram 0,58%.

O terceiro grande aumento da inflação em termos de setores acontece nos gastos na saúde, crescimento em quase 0,70%, de maneira principal entre os planos que se referem aos idosos, que com o tempo tem maiores gastos e menos receitas, de modo geral.

Em termos práticos a inflação consiste em mal econômico que se demonstra presente com força na economia nacional, novamente.

Por Renato Duarte Plantier



Nova proposta visa que o FGTS seja calculado pelo IPCA


O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito trabalhista, o qual tem a função de assistir financeiramente todos os trabalhadores que, por alguma razão, foram dispensados do trabalho sem justa causa. Pelo projeto do FGTS, todos os meses, fica o empregador responsabilizado em depositar na conta do funcionário (Caixa Econômica), o referente a 8% sobre o salário registrado na carteira.  

Apesar de parecer uma regra bem simples a do cálculo e arrecadação do FGTS, o Partido da Solidariedade afirma que é preciso se fazer ajustes no tributo, uma vez que a forma atual com que é calculada – pela Taxa Referencial (TR) – não acompanha as perdas causadas pela inflação.

A proposta apresentada ao Supremo Tribunal Federal, pelas lideranças do partido, almeja que a Suprema Corte dê parecer favorável para que o FGTS seja calculado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), um instrumento de cálculo que se aproxima atualmente, de forma mais precisa, das variações da inflação.

Caso seja deferido esse requerimento feito pelo Partido da Solidariedade, milhões de brasileiros que trabalham na formalidade, com carteira assinada, terão acréscimos sobre o seu FGTS, o que vai permitir que cada brasileiro tenha maiores recolhimentos quando precisarem sacar seu benefício.

O partido argumentou em protocolo apresentado que os prejuízos sobre as perdas de arrecadação estão em torno de 88,3%, se calculados de 1990 até o ano atual de 2014. Traduzindo essa porcentagem em números, significa que cerca de R$ 300 bilhões deixaram de ser distribuídos entre trabalhadores.

Sem dúvidas, uma ação como essa, se a justiça julgar favorável para os trabalhadores, será de grande ajuda para tantos trabalhadores que usam o FGTS para comprar a casa própria, reformar ou até mesmo investir em empreendimentos como o próprio negócio.

Até o momento, a Caixa tem amargado cerca de 40 mil processos de trabalhadores que querem ser ressarcidos no FGTS. O banco estatal ainda não emitiu uma nota oficial sobre esse assunto, mas, adiantou que, caso essa correção venha a ser aplicada, o mercado imobiliário – que é embasado pelo FGTS – também vai passar por reajustes na média entre 12,5% a 14,6% ao ano (atualmente a taxa é de 6,66%).

Por Michelle de Oliveira



Aumento na Estimativa do IPCA para 2012


O relatório Focus do Banco Central apresenta que as médias de projeção da inflação medida pelo IPCA, segundo o mercado financeiro, teriam subido de 5,42 por cento para 5,43 por cento. Segundo o relatório, essa é a décima quarta elevação das projeções do mercado para o IPCA.

No mês anterior, o relatório Focus apresentou também uma elevação nas projeções para o IPCA de 2012, quando a média das previsões para o ano estava em 5,26 por cento.

Para 2013 as projeções do IPCA estão em 5,42 por cento, o que representa uma queda de 0,02 ponto percentual em relação à projeção do mês anterior. Apesar da queda, a expectativa do mercado sobre o IPCA de 2013 ainda estão longe do centro da meta do Governo, que está estipulada em 4,5 por cento.

Ainda de acordo com o relatório Focus, a expectativa do mercado sobre a taxa Selic no final de 2012 está para 7,25 por cento. Isso significa que o mercado não prevê que o Copom (Comitê de Política Monetária), que determina o valor da taxa Selic, faça um novo corte na taxa ainda esse ano.

Os analistas financeiros consultados pelo BC projetam ainda um Produto Interno Bruto de 1,54 por cento para 2012 e 4 por cento para 2013.

Fonte: Jornal Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo



Valores da inflação em 2011 – IPC-C1, IPC-BR e IPCA


A inflação para pessoas de baixa renda ficou em 5,98% no ano de 2011. O número foi anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), através de levantamento divulgado nesta terça-feira (10/01). O indicador utilizado foi o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que faz a medição dos preços de produtos e serviços geralmente consumidos por famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos.

O índice ficou abaixo do índice utilizado para calcular a inflação das classes mais elevadas, de até 33 salários mínimos, que é o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

O IPC-BR fechou 2011 em 6,36%. Dessa forma a inflação no ano de 2011 para as famílias mais pobres castigou essa parcela da população de forma um pouco menor. A inflação corrói o poder de compra dos salários e traz prejuízos para o funcionamento da economia.

A inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 em alta de 6,5%, atingindo o limite estabelecido pelas autoridades monetárias. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o índice deverá cair para 4,7% neste ano de 2012.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1



ANS – Planos de saúde devem ter reajuste de 6,6%


Os consumidores brasileiros são constantemente bitributados.  O que significa esse termo, na prática? Pois bem, ao pagar impostos, a população destina parte de sua renda para as áreas da saúde, da educação, do transporte e tantas outras. Como nem sempre agradam, alguns optam por serviços particulares.

O caso da saúde é um dos melhores para ser citado, pois várias pessoas preferem qualquer plano mais simples a depender do sistema público. No entanto, este deve ficar mais caro em breve, segundo informações de um executivo consultado pelo jornal Correio Brasilienze.

Pelo visto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve reajustar os planos em 6,6%, índice que ultrapassa a taxa da inflação acumulada dos últimos 12 meses. Com isso, 7,8 milhões de conveniados terão de pagar um pouco a mais para ter acesso aos planos particulares.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) ponderam que se a metodologia de reajuste anual emplacada pela ANS se mantiver, daqui a três décadas os planos de saúde terão ascendido pouco mais de 126% sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Infelizmente, nem o serviço privado é totalmente suficiente. Basta verificar em sites de reclamações as dificuldades de marcar consultas, realizar operações e outros procedimentos. Curiosamente, falta saúde para o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil



BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB


A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.

Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC apresentou nova projeção do IPCA de 2011


O mercado econômico pode enfrentar um ambiente mais ameno durante as próximas semanas. Especulações envolvendo a alta da inflação ainda assombram, mas o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (16 de maio), diminuiu a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 para 6,33%, contra taxa de 6,31% da semana passada. Para o próximo ano, porém, foi mantida a perspectiva de 5,00%.

Enquanto a estimativa do IPCA apresenta, há algum tempo, oscilações, os prognósticos para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano permanecem pela oitava semana seguida em 4,00%. Para 2012, porém, o Focus aprecia nova baixa pela segunda oportunidade consecutiva, de 4,21% para 4,20%.

De acordo com os dados do BC, a taxa básica de juros da economia, Selic, foi mantida mais uma vez em 12,50% para 2011, tendência que se repete desde a semana anterior. Para o próximo ano, o relatório prevê índice de 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Perspectiva da inflação pelo IPCA apresentou queda – 2011


As perspectivas econômicas para o Brasil estão tensas, embora o cenário especulativo não tenha se concretizado. Pela primeira vez após semanas de pessimismo, o relatório Focus do Banco Central (BC) baixou a estimativa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 2011, de 6,37% da semana passada para 6,33%. Para o próximo ano a taxa de 5,00% foi mantida, tendência que se repete pela quinta vez seguida.

A projeção de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi sustentada no mesmo patamar pela sexta semana seguida, em 4,00%. Para 2012, porém, o BC prevê uma queda no cenário, cuja perspectiva cedeu de 4,25% de sete dias atrás para 4,21%.

Em relação à Selic (taxa básica de juros da economia), o relatório Focus reproduz pela primeira semana estabilidade no índice para 2011, em 12,50%. Para o próximo ano e repetindo pela segunda vez uma perspectiva de alta, o BC elevou o índice para 12,25%.

Esses números podem aquietar economistas e a própria população. Se a curvatura seguir a ideia como muitos pedem e como o estudo parece indicar, a inflação pode ficar mais próxima do centro da meta até o final do ano, embora a tendência seja de se situar perto do teto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA apresentou queda em abril de 2011


O final de 2010 foi marcado por mudanças no panorama econômico brasileiro, embora a população ainda não tenha sentido, em maio de 2011, os efeitos tanto desejados pelo governo. Entre novembro e dezembro passados, o Banco Central (BC) passou a seguir postura mais cautelosa quanto ao consumo dos cidadãos por meio de adoções de restrição ao crédito e ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou brevemente para 0,77% em abril, ante taxa de 0,79% do mês anterior. No acumulado do ano o avanço chega a 3,23%, ou 0,58% superior aos 2,65% do primeiro quadrimestre de 2010.

O grupo Alimentação continua em rota de baixa, tanto que a taxa de 0,75% de março passou para 0,58% em abril. Mesmo assim, o IBGE registra alta de 2,75% entre janeiro e o mês passado. Tomate, açúcar cristal, arroz e carnes foram os produtos que descreveram os maiores decréscimos no período, enquanto as grandes altas ficaram para:  batata, feijão carioca, ovos, leite pasteurizado, refeição fora de casa e pão francês.

Segundo o IBGE, o grupo Transporte delineou elevação de 1,56% para 1,57% de março para abril, enquanto Vestuário passou de 0,56% para 1,42%. Alta também foi descrita em Saúde & Cuidados Pessoas, de 0,45% para 0,98%, enquanto a taxa em Habitação subiu de 0,46% para 0,77%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – INPC cresce para 0,72 em abril de 2011


No intuito de oferecer um panorama aos consumidores sobre os principais grupos de bens e serviços, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que entre março e abril passou de 0,79% para 0,77%.

No mesmo levantamento, o IBGE apontou aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 0,66% para 0,72%. No acumulado do ano, ou seja, no primeiro quadrimestre, a taxa chegou a 2,89%, portanto mais alta em comparação à ocasião similar de um ano atrás, enquanto nos últimos 12 meses aglomerou percentual de 6,30%, praticamente idêntico aos 6,31% do momento anterior.

De acordo com o IBGE, a taxa de variação dos produtos alimentícios desacelerou para 0,63% no mês passado, ante 0,72% de março. O índice dos produtos não alimentícios, porém, subiu de 0,63% para 0,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inflação no Brasil – Previsões do IPCA, PIB e Selic para 2011 e 2012


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (2) seu mais novo levantamento sobre as perspectivas econômicas do país por meio do relatório Focus.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) sofreu nova elevação para 6,37% este ano. Já em 2012 o índice continua o mesmo 5,00%.

A projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o relatório, foi mantida em 4,00% para 2011. No próximo ano, em compensação, a trajetória de recuo de semanas foi suplantada para uma perspectiva positiva, com substituição do índice de 4,21% para 4,25%.

Após um longo período abrangendo índice de 12,25% a este ano, a taxa básica de juros da economia, a Selic, sofreu nova alta, desta vez a taxa alcançou os 12,50%. Para 2012 o BC também aumentou a sua projeção de 11,75% para 12,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Tendência de Alta na Inflação: IPCA tem aumento de 6,34%


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (25) seu mais novo relatório Focus, o qual repete pela sétima oportunidade consecutiva a tendência de alta da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2011, com elevação de 6,29% da semana passada para 6,34% nesta. Para o próximo ano, porém, a taxa foi mantida em 5,00%, fato (acréscimo) que se verifica há três levantamentos.

Em relação à projeção da Selic, a taxa básica de juros da economia, o BC nutriu os índices para 2011 e 2012. Ao primeiro período, o índice estimado pela quarta semana seguida ficou em 12,25%, enquanto ao próximo ano fixou-se em 11,75%.

O relatório Focus decidiu manter o prognóstico de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 em 4,00%, porém para 2011 mostrou-se pessimista, uma vez que arrefeceu o índice de 4,25% de uma semana atrás para 4,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IPCA em Março 2011


Dados conjeturados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) expõem variação de 0,79% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês passado, quase imutável em comparação à taxa de 0,80% de fevereiro. No acumulado anual o índice alcançou 2,44%, portanto superior aos 2,06% do 1º trimestre de 2010.

O IBGE também ressalta que a variação acumulada dos últimos 12 meses encerrados em março abraçou taxa de 6,30%, consideravelmente acima dos cálculos do período imediatamente anterior, ocasião em que 6,01% foram constatados.

Após apresentar desaceleração neste início de ano, os alimentos voltaram a subir. O IBGE indica que o índice de 1,16% de janeiro arrefeceu para 0,23% no período seguinte, mas no mês passado conquistou avanço para 0,75%. Um dos destaques foi a carne, acelerando de -2,81% em fevereiro para -1,42% em março, porém sem interferir significadamente no IPCA, uma vez que no medidor representou participação de -0,04%.

Quem acredita na alta significativa da carne entre fevereiro e março deve se atentar à batata inglesa. Nesse intervalo, a variação subiu de -3,15% para 12,40%. Em seguida apareceram os ovos, cujo índice avançou de 0,66% para 5,08%.

O grupo alimentação não foi o único a conceber alta no recente levantamento do IBGE. De acordo com o instituto, das nove categorias de produtos sondados pelo IPCA, cinco contraíram elevação.

A variação do grupo Habitação passou de 0,32% para 0,46% de março a fevereiro, mesma tendência vislumbrada em Vestuários, de -0,25% para 0,56%, assim como em Transportes, de 0,46% para 1,56%, e em Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,31% para 0,45%.

As baixas ocorreram em Artigos de Residência, de 0,44% para 0,21%, Despesas Pessoais, de 1,43% para 0,78%, Educação, de 5,81% para 1,04%, e Comunicação, de 0,49% para 0,17%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Relatório Focus – Aumento do IPCA 2011


O Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC), na segunda-feira (4), eleva novamente o prognóstico do IPCA. A taxa de 6,00% prevista para 2011 foi incrementada para 6,02%, tendência que se caracteriza pela quarta vez consecutiva.

Para 2012 o levantamento ilustra subida de 4,91% para 5,00%, comportamento ilustrado pela segunda semana seguida.

O mercado mostra-se mais uma vez pessimista sobre o PIB. O crescimento exuberante de 7,50% em 2010 mostra-se bem acima do previsto para 2011, que era de 4,50% há alguns meses, mas as estimativas desta semana focam patamar de 4,00% (mesma taxa constatada na semana passada).

O Focus decidiu manter o índice da semana passada da taxa Selic. Para 2011, o BC prevê 12,25%, ao final do período, e para 2012 estima 11,25%, ao ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB, Selic e IPCA – Novas perspectivas para 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (28/03) aponta aumento da perspectiva de inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tanto para este como para o próximo ano. A taxa de 5,88% da semana passada relacionada a 2011 subiu para 6,00%, ao mesmo tempo em que a projeção para 2012 subiu de 4,80% para 4,91%.

Interrompendo uma série de altas, então ilustradas por muitos especialistas nas últimas semanas, a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, de 2011 caiu para 12,25% ao ano no novo levantamento, contra 12,50% de antes. Para 2012 e pela sexta semana consecutiva, o índice se mantém em 11,25% ao ano.

O impressionante crescimento de 7,5% da economia no ano passado não deve realmente ocorrer em 2011. Eis que pela quinta semana seguida o BC decresceu a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez para 4,00%, 0,03% abaixo dos cálculos efetivados na semana passada. Ocorreu baixa de projeção também para 2012, em que taxa passou de 4,40% para 4,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



BC – Novos dados sobre o PIB de 2011 e 2012


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC), na sexta-feira (18/03), voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No levantamento da semana passada, a taxa registrada foi de 5,82%, passando agora para 5,88%. Para 2012, o índice estimado se mantém, pela segunda semana seguida, em 4,80%.

O BC volta a prever piora no índice do Produto Interno Bruto (PIB) deste e do próximo ano. Para 2011, o Focus aponta arrefecimento de 4,10% para 4,03%, enquanto para 2012 estima baixa para 4,40%, contra taxa de 4,45% prognosticada na semana passada.

Pela sétima semana consecutiva, o BC mantém o índice de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011, situação semelhante em relação à perspectiva de 2012, pela quinta semana seguida em 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Relatório Focus mostra elevação da expectativa de inflação pelo IPCA em 2011


O mais recente relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) volta a elevar a expectativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O novo prognóstico indica taxa de 5,82%, discretamente superior ao índice de uma semana atrás, de 5,78%. Para o próximo ano o boletim indica 4,80%.

Juntamente a esse prognóstico, houve piora na perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2011 e 2012. Ao primeiro período o BC decresceu o índice de 4,29% da semana passada para 4,10%; ao segundo período, baixa para 4,45%, contra 4,50% de antes.

Pela sexta semana seguida, o BC decidiu manter a estimativa da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 12,50% ao ano para 2011, mesma tendência seguida pela quarta semana consecutiva a 2012, porém com taxa de 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

 



IBGE – IPCA apresentou variação de 0,80% em fevereiro de 2011


Responsável pelas informações oficiais relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) do país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulga para a população outros indicadores da atividade econômica. No  dia 4 de março, anunciou variação de 0,80% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro, taxa inferior à registrada em janeiro, de 0,83%.

De acordo com o IBGE, no acumulado de 2011 o índice contabiliza percentagem de 1,64% e nos últimos 12 meses, de 6,01%. A categoria Educação sofreu avanço de 5,81% no mês e 0,41% para o IPCA, então impulsionada pelo incremento de 6,41% nas mensalidades dos cursos de ensino formal.

A categoria Despesas Pessoais saltou de 0,83% de janeiro para 1,43% de fevereiro em função da elevação nos preços dos cigarros (3,64%) e jogos de azar, que apresentaram variação de 0,86% para 9,72%. O grupo Transporte, por sua vez, decresceu de 1,55% para 0,46% na base comparativa fevereiro-janeiro. As tarifas dos ônibus urbanos (4,13% para 1,30%) foram um dos fatores que motivaram a queda da taxa.

O IBGE pondera que a categoria Habitação registrou arrefecimento de 0,61% para 0,32%. O índice da mão-de-obra para pequenos reparos, neste grupo, caiu de 1,43% para 0,47%, enquanto o condomínio passou de 1,27% para -0,90% e artigos de limpeza de 0,81% para 0,08%.

Conforme já previsto no final do ano passado, após períodos de altas durante 2010, o grupo Alimentação apresentou baixa de 1,16% para 0,23% dentro do IPCA, com destaque para carnes, que decresceram para -2,81%, contra -0,19% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



Relatório Focus apresentou nova estimativa para o IPCA de 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no dia 28 de fevereiro volta a majorar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No novo levantamento a taxa estimada é de 5,8% contra 5,79% da semana passada. Esta, diga-se de passagem, é a 12ª elevação seguida deste caso.

Em relação ao IPCA de 2012, porém, o BC mantém a previsão de uma semana atrás, em 4,78%.

O BC avalia que o Produto Interno Bruto (PIB) deva abraçar índice de 4,30% neste ano, 0,20 pontos percentuais abaixo dos cálculos da semana passada, de 4,50% (estimativa, por outro lado, mantida para 2012 pela 50ª semana seguida).

O Focus prevê, pela 4ª semana consecutiva, a Selic, taxa básica de juros da economia, em 12,50%, índice superior à projeção do ano que vem, de 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Variação do IPCA-15 em Fevereiro 2011


Dados apregoados nesta terça-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constataram variação de 0,97% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) neste mês, taxa acima da registrada em janeiro, quando a entidade constatou percentual de 0,76%.

No acumulado dos últimos 12 meses, sinaliza o IBGE, o IPCA-15 bancou índice de 6,08%, levemente superior ao período igual e imediatamente anterior, de 6,04%.

A categoria Educação foi a que registrou a maior variação dentre as demais, com avanço de 5,88%. O instituto pondera que essa alta reflete o reajuste das mensalidades escolares nos cursos de ensino formal, assim como nos cursos de informática, idiomas, entre outros.

O grupo Transportes também foi outro que teve elevação, de 0,89% no mês passado para 1,04% em fevereiro, alta que é justificada pelo reajuste nas tarifas de ônibus urbanos em várias regiões do país.

O IBGE expressa que a categoria Despesas Pessoais apresentou crescimento de 0,74% para 1,17% entre janeiro e fevereiro. No grupo Alimentação, por outro lado, diminuição de 1,21% para 0,57% entre os dois períodos.

As categorias Habitação, Vestuário e Artigos de Residência também apresentaram recuo em seus índices. A primeira registrou baixa de 0,60% para 0,28%, a segunda de 0,83% para 0,13% e a terceira, de 0,58% para -0,13%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPCA, Selic e PIB Brasileiro – Previsões para 2011 e 2012


Semanalmente, o Banco Central (BC) divulga informações sobre as principais taxas e estimativas que movimentam e refletem o passado, o presente e o futuro da economia brasileira. Nesta segunda-feira (21), o relatório Focus da instituição elevou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 e 2012.

O IPCA referente a 2011 sofreu variação para 5,79%, contra índice da semana passada de 5,75%. Em relação a 2012, o BC sustentou essa tendência e majorou a perspectiva de 4,70% para 4,78% na mesma concepção de comparação.

O Focus também decidiu manter as perspectivas da semana passada à Selic, a taxa básica de juros da economia. Para 2011, o índice permanece em 12,50%, e para 2012 em 11,25%.

Ao Produto Interno Bruto (PIB) nenhuma novidade. O BC prevê crescimento de 4,50% tanto a 2011 quanto a 2012.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Novas estimativas do IPCA e PIB de 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no dia 14 de fevereiro voltou a elevar a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez para 5,75%, contra 5,66% de sete dias atrás. Para 2012, a perspectiva saltou de 4,61% para 4,70%.

Ao mesmo instante em que o relatório prevê alta para o IPCA, estima baixa em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 para 4,50%, contra taxa anterior de 4,60%. Para 2012, o percentual permanece em 4,50%.

O BC manteve a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, em 12,50% para 2011, diferentemente da perspectiva a 2012, que avançou de 11,00% da semana passada para novos 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



IBGE – IPCA apresentou crescimento em janeiro de 2011


Embora desconheça alguns termos econômicos na teoria, boa parte da população sabe muitas informações de maneira prática, no dia-a-dia em mercados, pequenos estabelecimentos comerciais e feiras ao ar livre. A preocupação com a alta da inflação, porém, é sabiamente conhecida entre as pessoas de 40 ou mais anos de idade, justamente pelo Brasil ter passado longos períodos negros em sua história.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,83% no mês passado, estabelecendo-se um pouco acima do índice diagnosticado em dezembro, de 0,63%. O instituto assinala ser essa a maior taxa verificada desde abril de 2005, época em que a variação foi de 0,87%. No acumulado anual o índice chegou a 5,99%, e nos últimos 12 meses a 5,91%.

As categorias Alimentação & Bebidas e Transportes foram as que responderam com mais veemência no relativo ao IPCA de janeiro, uma vez que contribuíram com variação de 0,27% e 0,29%, respectivamente, ou 67% de todo o IPCA.

Segregado por subcategorias, refeição em restaurante apresentou decréscimo na variação de 1,98% para 0,97%, assim como frango inteiro, de 4,81% para 0,93%. Por outro lado, o índice de preços do tomate cresceu para 27,11%, contra 8,86% de antes, cenoura, de 14,93% para 22,32%, frutas, de -0,88% para 4,40%, e hortaliças, de 4,19% para 15,57%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



BC – Nova estimativa para o IPCA de 2011


A inflação oficial de 2011 continua sua escalada. Após subir pela oitava vez o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na semana passada, o Banco Central voltou a elevar o percentual, desta vez para 5,66%, contra 5,64% de antes. Por outro lado, o BC revisou para baixo o indicador de 2012, de 4,70% de sete dias atrás para 4,61%.

O centro da meta da inflação estipulada pelo Banco Central é de 4,50%. O índice deste ano ultrapassa a perspectiva, porém, por haver tolerância de dois pontos, para cima ou para baixo, considera-se que o IPCA está dentro da meta.

O relatório Focus também enquadra manutenção do índice do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 para 4,60%, mesma tendência nutrida para 2012, embora num nível pouco mais baixo, de 4,50%.

Em relação à Selic, taxa básica de juros da Economia, o BC decidiu manter os índices de 2011 e 2012 em, respectivamente, 12,50% e 11,00%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Valor da Cesta Básica sobe para R$ 307 em dezembro


Para assegurar sua alimentação, o consumidor precisa ir a supermercados atrás de produtos como arroz, feijão, óleo, azeite e outros itens correlatos. Obviamente, não é somente de mercadorias básicas que os cidadãos almejam viver e para conseguir uma alimentação variada, precisam desembolsar maiores valores.

A cesta básica é capaz de pontuar alguns indicadores, entre eles o do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o salário mínimo ideal para a população sanar todas as suas necessidades, além das alimentícias.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) também é responsável por análises similares, tais como o indicador da Cesta AbrasMercado, examinada pela consultoria GfK. Em dezembro do ano passado, a variação nesse quesito foi de 2,19% sobre novembro, com  acumulado anual em 17,41%.

A Cesta AbrasMercado é calculada com base no valor de 35 produtos de amplo consumo entre os brasileiros. Na opinião de Sussumu Honda, presidente da associação, o incremento é notável, pois o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 10,39% em 2010.

Com essa alta descrita, segundo a Abras, o valor da cesta básica chegou a R$ 307,40 em dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Abras



BC – IPCA – Novas estimativas para 2011


Pela sexta oportunidade consecutiva, o Banco Central (BC), por meio do relatório Focus, voltou a majorar a perspectiva de inflação brasileira. A estimativa relacionada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 5,34% para 5,42% em 2011, enquanto se manteve em 4,5% para 2012.

Apesar de distante do centro da meta de 4,5% estabelecido pelo BC, considera-se dentro dela por haver tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. No ano passado, de acordo com a agência de notícias Reuters, a inflação chegou a 5,91%.

O banco manteve o índice da Selic, taxa básica de juros da economia, em 12,25% para 2011, porém aumentou de 10,75% para 11% ao fim de 2012.

Diferentemente do crescimento de 7,61% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado ao ano passado, para 2011 o BC prevê avanço de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Novas Estimativas para a Inflação em 2011


Dados calculados pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus voltaram a elevar as perspectivas para a inflação de 2011, porém mantiveram as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) e o juro.

A instituição indica que a inflação conjeturada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 passou de 5,32% abalizado na semana passada para 5,34% na nova previsão. Com esse resultado segundo a agência de notícias Reuters, verifica-se o quinto incremento seguido no medidor.

A meta de inflação para 2011 e 2012 manteve-se em 4,50%, a mesmo calculada no ano passado, quando fugiu do centro (5,91%), mas permaneceu próxima da previsão – uma vez que existe margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

À Selic, taxa básica de juros da economia, o Focus voltou a ratificar projeção de 12,25% para o final do ano atual e 10,75% a 2012. Ao PIB, o BC nutriu o índice anterior, de 4,50%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPCA – Crescimento em Dezembro de 2010


Dados enunciados no dia 7 de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,63% no mês passado, contra 0,83% do registrado em novembro. Com isso, o medidor, em todo ano, ficou acima do centro da meta de 4,50% estabelecida pelo governo, mais especificamente em 5,91%.

Apesar de o índice se prostrar um pouco acima, ainda assim permanece dentro da meta, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a agência de notícias Reuters, esse é o maior resultado já vislumbrado desde 2004, ocasião na qual a inflação encostou na percentagem de 7,6%.

Em nota, o instituto sopesa que os produtos com maior aceleração até novembro foram responsáveis pela baixa sentida em dezembro, entre os quais do grupo Alimentação, com destaque para as carnes (10,67% no mês retrasado para 2,25% no período seguinte).

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – IPCA, Selic e PIB – Perspectivas para 2011


Após as comemorações de final de ano, eis que o mercado financeiro continua suas atividades, já sob as mãos da nova equipe econômica nomeada pela presidente Dilma Rousseff. Dados divulgados nesta segunda-feira (dia 3 de janeiro) pelo Banco Central elevaram a perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, para 5,32% contra 5,31% de antes, porém, sustentou a estimativa de 2010, em 5,90%.

De acordo com o relatório Focus, a Selic, taxa básica de juros da economia, foi mantida em 12,25% no final de 2011, índice consideravelmente acima dos atuais 10,75%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) os índices permaneceram imutáveis ante os divulgados na semana passada, em 4,50% para este ano e 7,61% para 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



IBGE – IPCA atinge o maior índice desde 2005 – Novembro de 2010


Os brasileiros podem conferir em açougues e mercados o avanço nos preços da carne. Em estabelecimentos de bairro, por exemplo, o quilo da Alcatra já fora comercializado meses atrás por R$ 14,90, mas recentemente contempla valor de R$ 19,90, em média, alta de 33,56%.

Informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de acordo com a Reuters relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou para o maior patamar desde o princípio de 2005, denotando, desse modo, o crescimento mais robusto dos alimentos desde 2002.

O instituto assinala alta de 0,83% no indicador no mês passado, acima do 0,75% de outubro. Mencionado anteriormente em meias palavras, o grupo Alimentação, acompanhado por bebidas, acelerou entre o período retrasado e novembro para 2,22%, ante 1,89% de antes.

Para Eulina Nunes dos Santos, economista do IBGE, a alta da carne, recorrente em todo o mundo, justifica-se com base na seca e o consequente prejuízo aos pastos, tanto que o gado precisa ser confinado e é necessário nutri-lo por meio da soja e do milho, também com avanços no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Focus – IPCA, Selic, PIB – Novas Previsões para 2010 e 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (6/12) aponta alta na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,78%, contra 5,72% conjeturado na semana passada. Por outro lado, a projeção para o ano que vem permanece em 5,20%. Ambos estão acima da meta fixada pelo governo, de 4,50%, porém existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A perspectiva para a inflação nos próximos 12 meses avançou para 5,37%, pouco acima dos 5,35% de antes. A projeção para a Selic, a taxa de juros básicos da economia, permanece em 10,75% para 2010 e 12,25% para o ano que vem.

Ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços do país, o Focus indica baixa para 7,54%, contra 7,55% da semana passada, mas a 2011 sustenta-se no índice de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



IPCA-15: Prévia da inflação tem alta em Novembro


O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) apresentou uma variação de 0,86% em novembro de 2010. Os números foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice superou a taxa de outubro deste ano, que foi de 0,62%. O IPCA-15 é uma prévia do IPCA, que serve para fixar as metas da inflação. O resultado do índice elevou o acumulado do ano para 5,07% e o dos últimos doze meses para 5,47%. No mesmo período do ano passado, o IPCA-15 havia sido de 0,44% e nos doze meses anteriores, a taxa ficou em 5,03%.

O grupo de alimentação e bebidas, de acordo com o IBGE, foi o responsável pela elevação do índice, atingindo 2,11%, com destaque para o preço da carne. Neste mês, o consumidor chegou a pagar 6,10% a mais pelo preço da carne, que, durante 2010, já acumulou 20,49% de alta.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Previsão da Inflação para 2011


A previsão para a inflação oficial, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), voltou a subir neste ano. A projeção passou de 5,48% para 5,58%. Semana passada, o índice tinha passado de 5,31% para 5,48%. O mercado projetou, para 2011, um aumento de 5,05% para 5,15%.

Nesta segunda-feira, o boletim Focus divulgou a projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que continuará 7,60% neste ano e passará para 4,50% no ano que vem. O dólar no final do ano ficará estável em R$ 1,70. Em 2011, a projeção é que o dólar fique em R$ 1,75.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



IPCA – Alta em Setembro de 2010 – Grupo Alimentação


O resultado de Setembro da inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o índice oficial usado pelo governo para o regime de metas de inflação, neste ano estipulado em 4,50%, conforme divulgado pelo IBGE apresentou uma alta na apuração do mês. Enquanto sua variação em Agosto ficou em apenas 0,04%, no mês passado, puxado principalmente pelo grupo alimentação, embora diversos grupos tenham apresentado movimentos de alta, o índice registrou uma alta de 0,45%. A maior para o período desde o ano de 2003.

No ano o índice já acumula a taxa de 3,60% e 4,70% nos últimos doze meses, e embora represente uma reversão da tendência de deflação ocorrida há alguns meses atrás, justamente quando o grupo alimentação teve uma desaceleração do aumento de preços, este aumento ainda encontra-se dentro das estimativas dos analistas que previram o aumento da inflação de Setembro na faixa de 0,38% a 0,51%. Também, este resultado mantém-se dentro da meta que comporta dois pontos percentuais para mais ou para menos, sem que a meta oficial seja descumprida.

Outro índice importante para a apuração da inflação, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) também registrou subida forte no mês de Setembro, passando de uma deflação de 0,07% para uma inflação de 0,54%.          

Dentro do grupo alimentação os itens que mais contribuíram para a elevação dos preços foram: carne, novamente se destacando com alta de 5,09%, seguida do açúcar cristal (5,66%), óleo de soja (5,47%) e frutas (3,98%).

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG



Reajustes no Valor da Locação de Imóveis em São Paulo


Segundo divulgação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) nesta terça-feira, o valor dos contratos de locação firmados no mês de junho na capital paulista teve uma alta de 11% em comparação ao mesmo mês em 2009. O percentual é maior que o medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que registrou um acréscimo de 4,84% no mesmo período.

Comparado ao mês anterior, maio, foram registrados 0,3% de reajuste. De acordo com entidade, este é o menor índice desde janeiro deste ano, que teve aumento de 0,2%. Para o Secovi, o número indica uma desaceleração na procura de imóveis para aluguel. Em junho, os imóveis que tiveram locação mais rápida foram casas e sobrados, enquanto o fiador foi o tipo de garantia mais usada nos contratos, com uma média de 49% do total firmado.

Os contratos de aluguel já em andamento com reajuste anual previsto para o mês e com variação atrelada ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) tiveram um aumento no aluguel de 4,18%. Para quem tem reajuste previsto para julho baseado no mesmo índice, a previsão é de um acréscimo de 5,17% no contrato.

Por Bruno Chagas



IPCA 2010 registra Menor Inflação nos últimos 4 anos


Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação teve a menor variação mensal desde 2006, quando chegou a 0,21% de deflação.

De acordo com a agência de notícias Reuters, esse número foi resultado da redução nos preços de alimentos e bebidas e do aumento de consumo de produtos relacionados à Copa do Mundo.

Esse registro possibilitou equilíbrio e estabilidade para a inflação acumulada nos seis primeiros meses do ano que ficou em 3,09%, índice maior que o registrado no primeiro semestre de 2009, mas ainda sim abaixo da meta de 4,50% proposta pelo Governo para 2010.

Por Camilla Martins (@camillavogue)



IPCA 2009 no Brasil Fica Dentro da Meta


Pelo sexto ano seguido, o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano passado ficou dentro de sua meta, o que ocasionou uma comemoração imediata de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central.

A autoridade ressaltou, em entrevista concedida à Agência Estado, que com o controle inflacionário, pode-se prever mais corretamente a economia, o que permite o aumento de investimentos e o crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) em aproximadamente 5% ao ano.

Meirelles avaliou que houve condições para o aumento da renda dos trabalhadores e o avanço no número de postos de trabalho. Portanto, com o passar dos tempos, o Brasil passará a reduzir a desigualdade entre classes.

Durante esta semana, por exemplo, estudos denotaram que até 2016, ocasião na qual o Rio de Janeiro receberá os Jogos Olímpicos, a extrema pobreza no Brasil poderá alcançar o percentual de 4%, o menor índice já observado no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei