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IPC registrou alta de 1,03% na 1ª quadrissemana de março


Grupo de Alimentação teve alta de 1,29% e outros grupos registraram desaceleração

Um dos índices mais importantes para os consumidores, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), registrou alta de 1,03% na primeira quadrissemana de março. O resultado apurado pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) representa uma desaceleração em relação à leitura de fevereiro, quando o índice avançou 1,22%. O IPC-FIPE mede as variações dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

O IPC trata-se de uma medida do preço médio necessário para comprar bens de consumo e serviços. O índice é utilizado para observar tendências de inflação. A variação percentual dos preços em um determinado período é uma das medidas para a inflação. Além disso, o IPC mede as mudanças de preços de uma cesta básica de consumo representando os custos de vida em um período e em uma região definida.

Na leitura do mês de março, o único grupo que ganhou força foi o de Alimentação, para 1,29%, de 1,00% em fevereiro. Enquanto este grupo sofreu aumento, outros como Habitação (de 1,82% para 1,73%), Saúde (de 0,22% para 0,11%), Educação (de 0,30% para 0,24%) e Transportes (de 2,39% para 1,13%) apresentaram desaceleração em relação ao mês de fevereiro. O grupo de Vestuário amenizou a deflação passando de -0,45% para -0,17%. Com estes números, o coordenador do IPC, André Chagas, manteve na quinta-feira (12), a projeção para taxa de inflação de março na cidade de São Paulo em 0,76%. Em entrevista concedida a Agência Estado, Chagas afirmou que o quadro imaginado para o indicador da FIPE no mês deu, logo na primeira quadrissemana de março, mostras de que será confirmado, com os reajustes de vários preços administrados ainda respondendo pela maior parte da inflação.

Chagas afirmou que “temos praticamente 70% da variação do índice explicada por fatores já esperados. De longe, o principal fator é energia elétrica, mas há também combustíveis e a água, que já começa a captar os efeitos das muitas (por consumo) e isso já aparece no IPC”.

Por William Nascimento

IPC



IGP-M, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados na sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,42 ponto percentual, passando de 0,43% em março para 0,85% em abril. Nos últimos 12 meses, o indicador já avançou 3,65%. Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o índice já tem taxa acumulada de 1,47%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também sofreu alta, chegando a 0,97% em abril ante 0,42% em março. A taxa relativa aos Bens Finais fechou em 0,78%, crescimento de 0,5 ponto percentual. O item alimentos processados foi o que mais contribuiu para o resultado.

Já o segmento Bens Intermediários fechou o mês em 1,13%, apresentando crescimento de 0,51 ponto percentual se comparado a março. O principal responsável pela alta do setor foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura.

O indicador relativo a Matérias-Primas Brutas sofreu variação positiva e passou de 0,31% em março para 0,97% em abril. A alta foi impulsionada principalmente pelos itens café em grão, minério de ferro e soja em grão.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação menor, passando de 0,48% em março para 0,55% em abril. O maior motivador para o resultado foi o grupo Despesas Diversas, que teve uma alta significativa de 0,07% em março para 2,29% em abril.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,83% em abril ante o resultado de 0,37% em março. O segmento que apresentou a maior alta foi o de Materiais, Equipamentos e Serviços.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-10, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) sofreu variação de 0,7% em abril. O resultado foi divulgado na segunda-feira (16/04). No mês imediatamente anterior, o resultado tinha sido de 0,27%. Já nos últimos 12 meses, o indicador sofreu variação de 3,43%. No acumulado do ano, o IGP-10 já está com 1,09%.

O estudo apontou também que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação de 0,76% em abril. No mês anterior, o índice tinha registrado variação de 0,24%. Os Bens Finais tiveram índice de variação de 0,63% ante 0,27%. O segmento de Alimentos Processados foi o que sofreu maior aceleração, passando de -0,65% para 0,67%.

O setor de Bens Intermediários apresentou variação de 0,82% perante 0,47% de março. Três itens avaliados sofreram alta, sendo que o principal destaque foi o segmento de materiais e componentes para a manufatura, que foi de 0,62% para 0,94%.

O grupo Matérias-Primas Brutas registrou 0,83% ante -0,09%. Os itens que mais contribuíram para o resultado do segmento foram minério de ferro (-1,16% para 0,51%), soja em grão (de 3,17% para 12,43%) e laranja (4,66% para 15,46%).

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,53% em abril perante 0,4% em março. O resultado foi extremamente influenciado pelo setor de Alimentação, que foi de 0,25% para 0,51%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,71%, ficando acima dos 0,19% registrados no mês imediatamente anterior. O segmento de Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,42%.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



Fipe – IPC (SP) registrou queda na 3ª quadrissemana de maio de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), registrou queda na taxa de variação da 3ª quadrissemana de maio, para 0,47%, ante 0,56% delineada na 2ª quadrissemana do mês.

Dos sete grupos pesquisados, quatro assinalaram baixas em seus índices, com destaque para Saúde, cuja taxa cedeu de 1,36% para 0,98%. Em seguida, de acordo com o levantamento, figuraram as categorias Despesas Pessoais, com queda de 0,91% para 0,61%, Transportes, com arrefecimento de 0,87% para 0,59%, e Habitação, de 0,33% para 0,28%.

No sentido oposto, revela a FIPE, a maior alta na taxa de variação da 2ª para a 3ª prévia do mês foi encabeçada pelo grupo Alimentação, com avanço de 0,20% para 0,34%. Na categoria Vestuário o índice subiu de 1,13% para 1,17% e em Educação de 0,06% para 0,07%.

O IPC é formado com base em informações de famílias com renda de um a 20 salários mínimos mensais (R$ 545 a R$ 10.900).

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou crescimento na 2ª prévia de maio de 2011


Enquanto o consumidor volta seus olhos aos preços da gasolina, outros itens também apresentam altas e baixas. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) sondado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) acelerou de 0,65% do segundo decêndio de abril para 0,97% no período análogo de maio.

Das sete classes de despesas examinadas seis registraram alta em suas variações. O destaque, neste caso, ficou a cargo da categoria Alimentação, cujo índice passou de 0,64% para 1,09%. Em seguida figuraram os grupos Vestuário, com aceleração de 0,97% para 1,61%, Habitação, de 0,31% para 0,71%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,72% para 1,11%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,29% para 0,31%.

De acordo com os grupos respectivos, as principais altas ocorreram nos itens: roupas, cujo incremento foi de 0,98% para 2,05%; tarifa de eletricidade residencial, de 0,21% para 1,73%; medicamentos em geral, de 1,02% para 3,26%; cigarro, de 0,86% para 1,13%; e show musical, de -0,56% para 1,75%.

A única categoria que apresentou baixa foi Transportes, uma vez que sua taxa arrefeceu de 1,71% para 1,61%. Neste caso, os principais decréscimos ficaram por conta do álcool combustível (etanol), de 15,58% para 0,25%, e seguro facultativo para carros, de 2,18% para -0,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE (SP) – 2ª prévia do IPC tem redução para 0,56%


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo apreciado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), que leva em consideração famílias com renda entre um e 20 salários mínimos (de R$ 545 a R$ 10.900), desacelerou entre a 1ª e a 2ª quadrissemana de maio, de 0,64% de antes para 0,56% de agora, diferença de 0,08%.

Cinco dos sete grupos avaliados pela FIPE registraram recuo em suas taxas de variação. O destaque no levantamento ficou para Transporte, cujo índice decresceu de 1,14% para 0,87%. Em seguida figuram as categorias Saúde, com baixa de 1,59% para 1,36%, Alimentação, de 0,30% para 0,20%, Habitação, de 0,35% para 0,33%, e Educação, com arrefecimento de 0,08% para 0,06%.

Os dois únicos grupos que descreveram movimento de alta da 1ª para a 2ª prévia do mês foram Vestuário, cuja taxa subiu de 1,02% para 1,13%, e Despesas Pessoais, com aumento de 0,88% para 0,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou índice de 0,98% em maio de 2011


O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), anunciado na segunda-feira (16 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou praticamente o mesmo nível no novo estudo em relação ao levantamento realizado entre os dias 11 de março e 10 de abril. A taxa cedeu de 0,56% para 0,55%.

Integrando o medidor, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou para 0,98% em maio, considerável diferença em comparação ao índice de 0,77% de abril. Das sete classes de despesas sondadas, cinco delinearam movimento de alta. Vale salientar a variação ocorrida em Habitação, cuja taxa subiu de 0,33% para 0,68%. Tarifa de eletricidade residencial, de 0,19% para 1,40%, e taxa de água e esgoto residencial, de 0,00% para 1,63%, foram as subcategorias com a mais ampla aceleração.

A FGV revela em seu estudo que o índice do grupo Vestuário passou de 0,91% para 1,51%, curso semelhante ao descrito por Despesas Diversas, cuja taxa subiu de 0,20% para 0,73%. Saúde e Cuidados Pessoais, com incremento de 0,71% para 1,13%, e Transportes, de 1,54% para 1,74%, completam a lista.

O único grupo que apresentou tendência contrária foi Alimentação, pois sua taxa cedeu de 1,11% para 1,04%. Neste caso, vale destacar o menor preço de hortaliças e legumes, de 6,95% para 4,75%, pescados frescos, de 4,41% para 0,98%, e aves e ovos, de 2,05% para 0,32%.

A categoria Educação, Leitura e Recreação, no entanto, permanece com a mesma taxa apreciada no IGP-10 de abril, de 0,36%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC avançou para 0,87% na 1ª prévia de maio de 2011


Conforme anunciado na quarta-feira (11 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou taxa de variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ante 0,55% do período igual de abril. Vários são os quesitos avaliados dentro do medidor, entre os quais o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que na mesma base comparativa avançou de 0,46% para 0,87%.

A FGV pondera que das sete classes de despesas sondadas, seis apresentaram alta em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,28% para 0,75%. Acompanhando essa categoria, Vestuário apresentou acréscimo de 1,14% para 1,91%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,61% para 1,29%, Transportes, de 1,12% para 1,78%, Despesas Diversas, de -0,04% para 0,48%, e Habitação, por fim, de 0,30% para 0,51%.

No sentido oposto às categorias acima descritas, o grupo Educação, Leitura & Recreação teve taxa decrescida de 0,40% para 0,38%. Destaque, neste caso, para o item “hotel”, cujo índice arrefeceu de 3,54% para 1,55%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 1ª quadrissemana de maio de 2011


Ao considerar a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), desacelerou para 0,64% na primeira quadrissemana de maio, contra 0,70% da última prévia de abril.

No total, sete classes de despesas são avaliadas. No levantamento foram constatadas altas em quatro categorias, a mais evidente em Vestuário, cuja taxa ascendeu de 0,68% para 1,02%. Em seguida, a FIPE destaca o índice em Saúde, que subiu de 1,55% para 1,59%, depois Educação, de 0,04% para 0,08%, e Despesas Pessoais, de 0,85% para 0,88%.

No sentido contrário, a FIPE apreciou desaceleração de 1,44% para 1,14% em Transportes, assim como baixa de 0,46% para 0,30% em Alimentação. A única categoria que não apresentou qualquer alteração foi Habitação, uma vez que a taxa apurada entre a quarta prévia de abril e a primeira quadrissemana de maio ficou em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou alta em abril de 2011


O consumidor brasileiro passou a protestar contra a alta da gasolina em quase todos os postos brasileiros, alguns lugares já bem próximos de R$ 3 por litro abastecido. Para evitar qualquer tumulto desagradável, lideranças do governo afirmam que o preço começará a cair nas próximas semanas.

Mesmo assim, cabe ilustrar ao leitor o recente levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que acusou decréscimo de 0,61% para 0,50% do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) entre março e abril. Cerceando o mesmo estudo, a entidade registrou alta para 0,95% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do mês, contra 0,71% de março.

De acordo com a FGV, em todas as classes de despesa foram constatadas altas, com destaque justamente para a ala Transportes, cujo índice subiu de 1,23% para 2,10%. O preço da gasolina foi o destaque, com avanço de 1,58% para 5,98%, seguido também pelo famigerado caso de alta do álcool combustível, de 9,32% para 10,47%.

As taxas nas demais categorias, como já citado, seguiram essa demarcação. Em Despesas Diversas, o índice passou de 0,07% para 0,81%, em Saúde e Cuidados Pessoais de 0,68% para 1,10%, em Vestuário de 1,01% para 1,34%, Alimentação de 0,98% para 1,04%, Habitação de 0,41% para 0,47% e Educação, Leitura e Recreação de 0,98% para 1,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE – IPC (SP) cresce para 0,70% em abril de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), voltou a acelerar dentro do mês de abril. Ao final do período, ou seja, 4ª quadrissemana, a taxa registrada foi de 0,70%, diferença de 0,05% em comparação ao índice de 0,65% da 3ª prévia.

Das sete categorias sondadas, três delinearam recuo em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa desceu de 0,64% para 0,46%. Em seguida, na mesma diferença de baixa para ambas (0,06%), apareceram Transportes, de 1,50% para 1,44%, e Educação, de 0,10% para 0,04%.

Outras três categorias, diferentemente, descreveram alta. O destaque ficou para Vestuário, uma vez que seu índice saltou da base negativa 0,20% para 0,68% positivo (diferença de 0,88%). O grupo Saúde avançou da taxa de 1,17% contabilizada na 3ª quadrissemana de abril para 1,55% ao final do mês, enquanto Despesas Pessoais passou de 0,66% para 0,85%.

O único grupo que manteve seu índice foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IPC de São Paulo – Abril 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo examinado pela FIPE descreveu variação de 0,65% na 3ª quadrissemana de abril, disparidade de 0,04% em comparação à taxa da 2ª prévia do mês, de 0,61%.

Sete é o total de grupos sondados no estudo. Deles, três registraram aceleração em suas taxas, com destaques para as categorias Saúde, cujo índice saltou de 0,82% para 1,17%, e Despesas Pessoais, com variação de 0,31% para 0,66% entre a 2ª e 3ª quadrissemana deste mês. Em comum, diferença de 0,35% na celeridade. A categoria Transportes relatou alta de 1,41% para 1,50% no período.

Em sentido contrário, ou seja, de arrefecimento nos índices, destaque para o grupo Vestuário, que abandonou a taxa de 0,18% da 2ª quadrissemana de abril para variar 0,20% negativo na 3ª prévia. A categoria Alimentação cedeu de 0,71% para 0,64%, enquanto Educação passou de 0,13% para 0,10%.

O único grupo a manter o mesmo índice da 2ª para a 3ª prévia de abril foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC varia 0,61% na 2ª quadrissemana de abril


Calculado para a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, examinado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), da 2ª quadrissemana de abril registrou variação de 0,61%, diferença positiva de 0,13% ante a taxa de 0,48% da 1ª quadrissemana.

No levantamento divulgado na terça-feira (19), a FIPE indicou aceleração em todas as sete categorias sondadas. O grupo com a maior elevação foi Vestuário, que passou de 0,29% negativo para 0,13% positivo. A segunda aceleração mais consistente partiu de Saúde, cuja taxa ascendeu de 0,51% para 0,82%.

De acordo com a fundação, a taxa descrita na categoria Alimentação subiu de 0,52% na 1ª prévia de abril para 0,71% agora. Despesas Pessoais descreveu progresso de 0,14% para 0,31% na mesma base comparativa, enquanto em Habitação o índice passou de 0,28% para 0,35%. Fecham o levantamento os grupos Educação, que saltou de 0,12% para 0,13%, e Transportes, cuja taxa progrediu para 1,41%, contra 1,40% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda do IPC-3i – 1º Trimestre 2011


O pessoal da terceira idade é ávido consumidor. Daqui a poucos anos esse público pode até triplicar de número, obrigando o governo brasileiro a pensar em medidas para não causar um rombo maior na Previdência.

Informações enunciadas na quarta-feira (13) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) desacelerou no primeiro trimestre deste ano para 2,18%, contra 2,62% do período igual ao de um ano antes. A variação acumulada nos últimos 12 meses chegou a 5,71%.

O medidor, que examina dados da cesta de consumo de lares majoritariamente circunspectos por pessoas com 60 anos de idade ou mais, registrou baixa de 0,28% entre o último trimestre de 2010 e o período de janeiro a março de 2011.

De acordo com a FGV, das sete classes de despesas sondadas, apenas duas abrangeram baixa, com destaque para Alimentação, ao recuar de 5,15% para 2,63%, seguido por Vestuário, cujo índice baixou de 2,39% para 0,60%.

As outras cinco classes examinadas apresentaram avanço em suas taxas. Em Transportes, o progresso foi de 2,23% para 4,58%, enquanto em Habitação a alta passou de 0,88% para 1,34%. Educação, Leitura & Recreação registrou avanço de 1,87% para 3,19%, Despesas Diversas de 0,85% para 2,79% e Saúde & Cuidados Pessoais de 1,22% para 1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IGP-M e IPC – Abril 2011


Com variação de 0,55% no primeiro decêndio de abril, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na segunda-feira (11), mostrou-se 0,07% superior ao levantamento do período igual de março, cujo registro abrangeu taxa de 0,48%.

A FGV salienta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPC) acelerou para 0,63% no primeiro decêndio, contra 0,56% de antes. A variação concernente a Bens Finais passou de 0,66% para 0,87%, com destaque para a subcategorias alimentos processados (que subiu de 0,27% para 1,07%) e Bens Intermediários (que subiu de 0,52% para 0,67%).

Os dados da FGV aludem que a taxa atinente a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 0,52% no primeiro decêndio de março para 0,29% no mais recente levantamento.

Algodão em caroço (de 8,14% para -0,21%), café em grão (de 9,14% para 1,03%) e a laranja (de 3,38% para -5,07%), descreveram os decréscimos, diferentemente dos aumentos notados na soja em grão (de -5,46% para -0,50%), em suínos (de -10,04% para 5,51%) e na cana-de-açúcar (de 1,25% para 3,89%).

A fundação constatou aceleração no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), cuja variação deixou 0,35% no decêndio inicial de março para situar-se em 0,46%, agora. Das sete categorias de despesa sondadas cinco registraram avanço. Destaque para Alimentação, uma vez que o índice pulou de -0,04% para 0,28%. Vestuário, por sua vez, passou de 0,54% para 1,14%, enquanto Educação, Leitura & Recreação de 0,07% para 0,40%. As taxas em Transporte e Saúde & Cuidados Pessoais subiram de 0,80% para 1,12% e de 0,43% para 0,61%, respectivamente.

As únicas duas categorias com arrefecimento nos índices foram Despesas Diversas, cujo registro abrangeu -0,04%, contra 0,27% de antes, e Habitação, que recuou de 0,58% para 0,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC de São Paulo – Abril 2011


Medidor responsável por reunir informações relativas a famílias com renda mensal de um a 20 salários mínimos, o IPC do município de São Paulo (calculado pela FIPE) acelerou para 0,48% na primeira prévia de abril, ante taxa de 0,35% do mês de março.

Entre as sete categorias examinadas no IPC, três apresentaram avanço em suas taxas de variação. A maior delas ficou a cargo de Alimentação, que saltou de 0,09% do mês passado para 0,52% na primeira quadrissemana de abril. Já na categoria Transportes, a taxa cresceu de 1,04% para 1,40%.

Em compensação, a categoria Vestuário foi aquela que melhor representou desaceleração na 1ª prévia de abril, ocasião em que a taxa cedeu 0,31%, de anteriores 0,02% para -0,29%.

O índice em Saúde arrefeceu de 0,60% para 0,51%, enquanto em Despesas Pessoais de 0,20% para 0,14%. Educação, por fim, registrou decréscimo de 0,13% para 0,12%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IPC-S – Abril 2011


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) expôs acréscimo na taxa registrada em 07 de abril. A variação do levantamento abraçou índice de 0,89%, superior aos 0,71% da semana anterior.

A FGV assinala que a maior contribuição à alta do IPC-S teve como ator principal o grupo Alimentação, que passou de 0,98% da semana passada para 1,50% no novo levantamento. Hortaliças & Legumes, Carnes Bovinas e Frutas foram os itens que mais contribuíram ao alçamento.

Outros grupos que cooperaram para a alta do IPC-S foram Transportes, que avançou de 1,23% para 1,49%, assim Despesas Diversas, de 0,07% para 0,16%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,68% para 0,73%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,29% para 0,34%, e Vestuário, que progrediu de 1,01% da semana passada para 1,03% nesta.

O único grupo a registrar baixa foi Habitação, cuja taxa regrediu de 0,41% para 0,35%. Os principais colaboradores para o decréscimo foram aluguel residencial ao arrefecer de 0,58% para 0,39% e tarifa de telefone móvel, que encerrou a semana de 07 de abril decaindo de 1,48% para 0,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC-C1) – Março 2011


Dados divulgados na quarta-feira (6) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,80% no Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de março. No acumulado do ano o índice abraça taxa de 2,53%. Já nos últimos 12 meses, o acumulado é de 6,16%.

Das sete categorias de despesa examinadas pela FGV, quatro contabilizaram avanço em seus índices, com claro destaque para o grupo Alimentação, que passou de 0,05% para 1,51%. Em seguida, de acordo com a fundação, apareceram Vestuário, o qual avançou da taxa de -0,20% para 0,75%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,11% para 0,48%, e Educação, Leitura & Recreação, que passou de 0,25% para 0,48%.

Na outra ponta da tabela figuraram as categorias Transportes, que arrefeceu de 0,89% para 0,13% em março, Despesas Diversas, que passou de 2,02% para 0,05% no período, e Habitação, cuja taxa decresceu para 0,25%, contra 0,38% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC em São Paulo – Março 2011


A Fipe divulgou na segunda-feira (4) dados sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo. O indicador encerrou março com taxa de 0,35%, abaixo em 0,02% ante o registro da 3ª quadrissemana do mês (0,37%).

Dos sete grupos sondados pelo IPC, quatro registraram baixas na taxa de variação, com destaque para o grupo Vestuário, que passou de 0,56% na 3ª prévia do mês para 0,02% ao final de março. A categoria Despesas Pessoais, embora em menor nível de diferença, também contabilizou bom decréscimo, de 046% para 0,20%.

Os outros dois grupos com arrefecimento em seus índices no mês de março foram Habitação, de 0,34% para 0,27%, e Saúde, que caiu de 0,67% da 3ª quadrissemana para 0,60% de agora.

O grupo com maior acréscimo na taxa de variação calculada pelo IPC foi Alimentação, do índice negativo de 0,13% para taxa positiva de 0,09%. Transportes, por sua vez, avançou de 0,94% para 1,04%, enquanto Educação subiu de 0,09% para 0,13%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA e IPC – Março de 2011


Indexador utilizado por muitos setores como base de reajuste, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,62% no mês de março, contra taxa de 1,00% de fevereiro.

A FGV também aponta desaceleração no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cujo qual passou da taxa de 1,20% no mês passado para 0,65% em março. O índice referente a Bens Finais contraiu variação de 0,77% no período, contra 0,17% de antes. O índice concernente à categoria Bens Intermediários desacelerou da alta de 0,76% de fevereiro para 0,57% no período seguinte.

Na fase inicial da produção, ressalta a FGV, o índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu de 2,97% em fevereiro para 0,61% em março. Contribuíram para esse decréscimo a soja em grão, com taxa passando de -0,72% para -6,20%, o milho, que decresceu de 9,84% para 1,46%, e o minério de ferro, de 3,80% para -0,05%. Café em grão, bovinos e arroz em casca registraram movimento contrário.

O levantamento da Getúlio Vargas apontou variação de 0,62% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março, quase estável se comparado à taxa de 0,67% de fevereiro. Dos sete grupos sondados pelo estudo quatro apresentaram baixas nos índices.

O grupo Educação, Leitura & Recreação abrangeu a maior diferença no comparativo mensal ao ceder de 1,63% para 0,18%. A categoria Despesas Diversas observou decréscimo de 1,57% para 0,49%, o grupo Transportes de 1,82% para 1,15% e a classe Habitação de 0,51% para 0,47%. No sentido contrário, Vestuário subiu de -0,55% para 0,78%, Alimentação de 0,24% para 0,69% e Saúde & Cuidados Pessoais de 0,33% para 0,62%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) – 3ª prévia de março de 2011


A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou na última sexta-feira (25/03) dados do último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo com famílias de renda entre um e 20 salários mínimos. Na 3ª quadrissemana de março, a taxa do medidor subiu para 0,37%, 0,01% acima do índice registrado na 2ª prévia do mês.

De sete categorias analisadas pelo IPC, quatro registraram decréscimo nos preços, com destaque para Despesas Pessoais, cujo índice arrefeceu para 0,46% na 3ª quadrissemana do mês frente a 0,79% da prévia anterior. No grupo Transportes, revela a Fipe, a taxa passou de 1,07% para 0,94%, em Habitação de 0,42% para 0,34% e em Educação de 0,11% para 0,09%.

Em contrapartida, a alta mais elevada entre todas as categorias analisadas ocorreu em Vestuário, de 0,10% da 2ª prévia de março para 0,56% na 3ª quadrissemana. Em Alimentação o movimento foi igual, mas com diferença mais breve, de -0,41% para -0,13%. A taxa no grupo Saúde saltou de 0,55% para 0,67%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Fipe – IPC Paulista – Queda na 2ª prévia de março de 2011


A nova prévia deste mês do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), registrou índice de 0,36%, diferença de 0,08% em comparação ao 0,44% abalizado na primeira quadrissemana de março.

Dos sete componentes sondados pela Fipe, apenas um apresentou aceleração na taxa: Transportes, que passou de 0,89% da quadrissemana anterior para 1,07% no levantamento mais recente.

O grupo de maior destaque no recuo foi Despesas Pessoais, ao registrar desaceleração da alta de 1,12% da 1ª leitura do mês para 0,79% na 2ª quadrissemana. A categoria Habitação decresceu de 0,58% para 0,42% na mesma base de comparação, seguida por Saúde, que arrefeceu de 0,69% para 0,55%.

A taxa registrada no grupo Educação chegou a 0,19% na 2ª prévia de março, ante 0,11% de antes, enquanto Vestuário baixou de 0,16% para 0,10% e Alimentação de -0,39% para -0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



FGV – IGP-10, IPA e IPC apresentaram queda em março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em sua página virtual dados sobre o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período do dia 11 de fevereiro a 10 de março registrou variação de 0,84%, discretamente inferior à taxa constatada no mês passado, de 1,03%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) cerceou índice de 0,99% neste mês, contra variação de 1,16% de antes. Entre fevereiro e março, Bens Finais minutou alta de -0,19% para 0,94%, com destaque para a subcategoria alimentos processados, que saltou de -1,72% para 0,48%. A FGV assinala que Bens Intermediários computou taxa de 0,67% no período (março), diferença de 0,20% em relação ao índice antecedente (0,87%).

A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 3,10% em fevereiro para 1,48% no novo levantamento. As maiores contribuições para a baixa provieram do minério de ferro, da soja e do milho em grão.

A fundação também ilustra baixa no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de fevereiro a março. No primeiro período, a taxa registrada foi de 0,92% e no segundo, de 0,59%. Das sete categorias analisadas, três delinearam arrefecimento em seus índices, com ênfase para a Educação, Leitura & Recreação, de 2,69% para 0,20%. Transportes e Despesas Diversas decaíram de 2,45% para 1,10% e de 1,43% para 0,98%, respectivamente.

Os demais grupos – Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Habitação e Alimentação – descreveram sentido inverso, com destaque para o primeiro acima citado, que avançou de -0,30% para 0,28%. Nos demais, a aceleração registrada foi de 0,38% para 0,54%, de 044% para 0,53% e de 0,54% para 0,57%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC – 1ª prévia de março de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (11/03) ilustraram variação de 0,48% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no primeiro decêndio de março, que compreende o período de 21 a 28 de fevereiro, contra 0,66% do intervalo igual de um mês antes.

Entre vários componentes analisados, a FGV enuncia que o Índice de Preços ao Produto Amplo (IPA) desacelerou para 0,56% no primeiro decêndio deste mês, uma vez que a taxa registrada no período análogo de fevereiro chegou a 0,76%. A variação relacionada a Bens Finais saltou de -0,64% para 0,66% na base comparativa em questão. Por outro lado, o índice concernente a Bens Intermediários recuou de 0,73% para 0,52% e a taxa em relação a Matérias-Primas Brutas despencou para 0,52%, ante 2,40% do levantamento anterior.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,35% no primeiro decêndio de março, contra taxa anterior de 0,45%. Das sete categorias de despesas sondadas, três registraram baixas em seus índices, com destaque para Educação, Leitura & Recreação, que arrefeceu de 1,63% para 0,07%.

A taxa de variação na classe Transportes passou de 1,53% para 0,80% e o índice em Despesas Diversas, por sua vez, de 0,88% para 0,27%.

As taxas nos demais grupos (com alta) foram representadas por Vestuário, que saltou de -0,63% para 0,54%, assim como Habitação, de 0,33% para 0,58%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,36% para 0,43%, e Alimentação, de -0,10% para -0,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 1ª prévia de março de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo sondado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) registrou desaceleração na 1ª quadrissemana de março em comparação à taxa do final de fevereiro. No levantamento mais recente divulgado na sexta-feira (11), o índice decresceu para 0,44%, contra 0,60% de antes.

Sete categorias são analisadas no IPC, mas desta vez somente uma apresentou alta na sua taxa de variação: Vestuário, ao passar de -0,03% para 0,16%. Em contrapartida, o destaque na baixa do indicador ficou por conta da categoria Transportes, que arrefeceu de 1,16% para 0,89% entre fevereiro e a 1ª quadrissemana de março.

O grupo Alimentação, por sua vez, passou de -0,17% para -0,39% nessa base comparativa, seguido pela Habitação, cujo índice cedeu de 0,72% para 0,58%. A categoria Educação decaiu para 0,19%, contra 0,32% da prévia anterior, Despesas Pessoais baixou de 1,24% para 1,12% e Saúde de 0,72% para 0,69%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Fipe – IPC (SP) – Queda na 4ª prévia de fevereiro de 2011


Novo levantamento do Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) avalia que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC), baseado na faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, voltou a desacelerar. Na 4ª quadrissemana de fevereiro, o índice caiu para 0,60%, contra 0,70% de antes.

Dos sete grupos abrangidos pelo IPC do Fipe,quatro registraram queda em suas taxas, com destaque para Educação, que recuou de 1,50% na 3ª quadrissemana para 0,32% no estudo atual. O índice em Transportes arrefeceu de 1,87% para 1,16%, a taxa em Saúde diminuiu de 0,85% da prévia anterior para 0,72% de agora e a de Vestuário, de -0,01% para -0,03%.

Na contramão do descrito acima, a alta mais relevante foi registrada em Despesas Pessoais, de 1,09% da 3ª prévia de fevereiro para 1,24% da 4ª quadrissemana do mês. O Grupo Alimentação, por sua vez, contabilizou incremento para -0,17%, contra -0,31% de antes, e Habitação, por fim, de 0,69% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



FGV – IGP-M, IPA e IPC apresentaram variações em fevereiro de 2011


Dados apregoados no dia 25 de fevereiro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram variação de 1% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em fevereiro, 0,21 pontos percentuais acima do índice registrado em janeiro.

A FGV distingue que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou para 1,20% em fevereiro, contra taxa de 0,76% do mês passado. O indicador referente a Bens Finais registrou variação de 0,17% no levantamento atual, ante 0,08% do mesmo período de janeiro. O índice relacionado a Bens Intermediários desacelerou para 0,76%, uma vez que a taxa do mês passado foi de 0,78%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,67% neste mês, contra 1,08% de janeiro. Das sete categorias abrangidas pelo levantamento, cinco contabilizaram recuo, com destaque para Alimentação, que passou de 1,47% para 0,24%. Educação, Leitura & Recreação, por sua vez, caiu de 2,75% para 1,63%, Vestuário de 0,35% para -0,55%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,53% para 0,33% e Transportes, por fim, de 1,94% para 1,82%.

As únicas categorias com aceleração registrada dentro do IPC foram Despesas Diversas, de 0,95% em janeiro para 1,57% em fevereiro, e Habitação, de 0,22% para 0,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 3ª quadrissemana de fevereiro de 2011


Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) assoalham que o Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo (IPC), focado na faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, desacelerou para 0,70% na 3ª quadrissemana de fevereiro, ante taxa de 0,95% da 2ª leitura do mês.

Dois de sete grupos compreendidos pelo IPC registraram avanço em seus índices, com destaque para Despesas Pessoais, que subiu de 0,90% no levantamento anterior para 1,09% na 3ª quadrissemana de fevereiro. A taxa de Habitação progrediu de 0,67% para 0,69%.

Em contrapartida, o grupo Educação teve arrefecido seu índice de 3,48% para 1,50%, mesma tendência contida em Transportes, que cedeu de 2,47% na 2ª prévia de fevereiro para 1,87% de agora. Alimentação apresentou decréscimo de 0,06% para -0,31%, Saúde de 0,92% para 0,85%, e Vestuário para 0,28%, ante -0,01% da 2ª prévia de fevereiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – Dados da 1ª apuração de fevereiro de 2011


Informações enunciadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), na quinta-feira (10), indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou aceleração de 0,66% nos primeiros dez dias de fevereiro, consideravelmente acima da taxa constatada no período igual de janeiro (0,42%).

A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou em 0,76% nesse mesmo decêndio de fevereiro, contra índice de 0,40% do período similar de janeiro. A fundação assinala que a variação do índice relativo a Bens Finais ilustrou recuo de 0,36%, de antes, para -0,64%. Em relação a Bens Intermediários, o percentual abalizado foi de 0,73%, contra 0,28%.

A taxa sobre Matérias-Primas Brutas, por sua vez, contabilizou variação de 2,40% no primeiro decêndio deste mês, ante índice anterior de 0,59%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) terminou o primeiro decêndio de fevereiro com percentagem de 0,45%, pouco superior à taxa anterior do período similar de janeiro, de 0,41%.

Outro indicador examinado pela FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) delineou variação de 0,52% no decêndio inicial deste mês, abaixo do mesmo período de janeiro, ocasião em que a taxa chegou a 0,62%. O custo da mão-de-obra representou variação de 0,24%, contra 1,22% de antes. A despesa concernente a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,06% para 0,79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fipe – IPC (SP) – Dados da 1ª Prévia de Fevereiro de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC) contraiu variação de 1,12% na primeira quadrissemana de fevereiro, contra 1,15% registrada na leitura anterior.

O destaque na alta ficou por conta do grupo Educação, que variou de 5,61% da quadrissemana anterior para 4,81% na atual, seguido pela categoria Transportes, cujo índice avançou de 3,18% para 3,24%.

De acordo com a Fipe, o IPC do grupo Habitação saltou de 0,41% na última leitura de janeiro para 0,58% na primeira quadrissemana deste mês, mesma tendência observada na categoria Saúde, que sofreu incremento de 0,39% para 0,73%. Na contramão de ambos figurou Alimentação, com decréscimo de 0,73% anteriores para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



FGV – IPA, IPC e IGP-DI – Variações em janeiro de 2011


Informações examinadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), examinado com base nos preços analisados do 1º ao último dia de um determinado mês, apresentou variação de 0,98% em janeiro, portanto superior ao índice registrado em dezembro de 2010, de 0,38%.

A FGV indica alta na variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) para 0,96% em janeiro, contra 0,21% de um mês antes. A fatia reservada a Bens Finais variou para -0,16%, ante o percentual precedente de -0,60%. O índice de Bens Intermediários, por sua vez, apresentou variação de 0,81% no período, diante de 0,53% de dezembro.

No nível das Matérias-Primas Brutas, pondera a FGV, a variação passou de 0,74% no último mês de 2010 para 2,46% no primeiro deste ano.

Outro indicador divulgado pela FGV na terça-feira (8), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu taxa de variação de 1,27%, deste modo acima do índice constatado em dezembro de 2010, de 0,72%. O grupo Educação, Leitura & Recreação impulsionou a alta do medidor, após saltar de 0,37% para 4,01% entre dezembro e janeiro.

Os grupos Transportes, Despesas Diversas e Habitação apresentaram alta em suas taxas, para 2,68%, 1,25% e 0,35%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fipe – IPC (SP) apresentou Crescimento na 2ª Prévia de Janeiro de 2011


O consumidor precisa estar atento aos índices inflacionários divulgados por institutos de pesquisas para constatar se o preço de determinado produto ou serviço avança num valor justo ou, do contrário, se existem certos ganhos sobre as taxas oficiais.

Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) relatam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), referente à cidade de São Paulo, acelerou para 0,86% na segunda leitura deste mês, ante índice de 0,61% verificado na prévia anterior. No confronto com o período análogo do mês passado, o IPC ascendeu 0,57% sobre o índice dessa ocasião.

Entre a primeira e segunda semana de janeiro, cinco das sete séries sondadas minutaram alta de preços, com destaque para o grupo Educação, que avançou para 2,29%, contra 0,96% de antes.

Os custos praticados em Despesas Pessoais aumentaram de 0,37% para 0,61%, enquanto em Transportes houve incremento para 1,66%, ante 0,77% da prévia anterior, bem como em Alimentação, de 1,39% para 1,54%, e Habitação, de 0,21% para 0,23%.

Diferentemente dos dados acima, os preços do grupo Saúde arrefeceram de 0,17% para 0,15%, enquanto de Vestuário para 0,03% negativo (na atual prévia) contra 0,26% positivo constatado na primeira leitura.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



FGV – IGP-10, IPA, IPC, INCC e Bens Finais – Janeiro de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou no dia 17 de janeiro dados relacionados a vários medidores econômicos. O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), por exemplo, desacelerou para 0,49% em janeiro, abaixo do percentual de 1,27% registrado entre os dias 11 de novembro e 10 de dezembro de 2010.

Além desse indicador, a FGV contabilizou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou alta de 0,35% neste mês, contra 1,46% constatado em dezembro. Os Bens Finais, segundo a fundação, recuaram para -0,35% no período, contra a taxa positiva de 0,52% de antes.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, minutou desaceleração para 0,90% no primeiro mês deste ano, ante 1,05% descrito em dezembro passado. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram queda nos índices, com destaque para a classe Alimentação, em que a taxa recuou para 1,52%, contra 2,45% notado anteriormente. As carnes bovinas, que em 2010 deram trabalho aos bolsos dos consumidores, caíram de 9,7% para 0,81% no período.

A FGV indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ilustrou variação de 0,50% em janeiro, pouco acima do percentual contabilizado em dezembro (0,49%). Neste quesito somente o grupo Serviços cresceu (0,33% para 0,83%), enquanto Mão de Obra e Materiais & Equipamentos caíram de 0,84% para 0,76% e 0,12% para 0,11%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) – Crescimento na 1ª Prévia de Janeiro de 2011


O consumidor precisa estar atento aos movimentos inflacionários. Estima-se que neste ano a inflação poderá crescer para conter, assim, vertiginosas expansões vislumbradas em vários setores desde o ano passado. Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no município de São Paulo cresceu 0,61% na primeira prévia de janeiro, contra 0,54% do percentual constatado no final de dezembro.

Com crescimento de 1,39%, a Alimentação foi o grupo de maior compressão sobre o IPC – já havia avançado 1,38% no mês passado. Educação também exerceu certa pressão, com incremento de 0,96% na primeira leitura de janeiro, ante 0,10% de dezembro.

O grupo Transportes também apresentou expansão na prévia inicial do mês, de 0,77%, contra 0,39% do último mês do ano passado. O aumento na categoria Despesas Pessoais, por sua vez, foi de 0,31% na leitura anterior para 0,37% na atual.

Na contramão dos grupos anteriores figuraram Saúde e Vestuário, que decresceram de 0,23% para 0,17% e de 0,67% para 0,26%, respectivamente. Diferente dos anteriores ocorreu na Habitação, em que a variação manteve-se no patamar de 0,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



FGV – Dados do IGP-DI, IPC e IPA em Dezembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no último dia 07 de janeiro revelaram que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,38%, portanto inferior ao registrado em novembro, de 1,58%. O Índice Geral de Preços ao Produtor Amplo (IPA), por sua vez, assinalou desaceleração para 0,21% no período, contra 1,98% de antes.

Em relação ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a FGV aponta variação de 0,72% no mês passado, contra 1% abalizada em novembro. Das sete categorias avaliadas, quatro apresentaram decréscimo, com ênfase para o grupo Alimentação, que recuou para 1,43%, contra 2,27% de antes.

Entre os componentes que impulsionaram o IPC para baixo, destacaram-se as carnes bovinas, que retrocederam de 10,71% para 2,71%, as frutas, de 3,95% para 2,32%, e o arroz e feijão, com queda de -1,25% para -4,77%.

Vestuário, Habitação e Transportes foram os outros três grupos com recuo no IPC para, respectivamente, 0,80%, 0,29% e 059%, contra, também respectivamente, 1,01%, 0,43% e 0,69% anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda em Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia 05 de janeiro de 2011 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) abalizaram que a inflação calculada ao consumidor de São Paulo recuou no mês passado em relação a novembro de 2010, fato impulsionado por elevação mais sucinta nos custos de Vestuário, Alimentação e Despesas Pessoais.

Segundo artigo veiculado pela agência de notícias Reuters, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu incremento de 0,54% no último mês de 2010, contra 0,72% constatado em novembro. O índice, portanto, está próximo do calculado por analistas examinados pelo meio de comunicação (0,50%). Em 2010, o medidor cresceu 6,4%, consideravelmente superior aos 3,65% vistos em 2009.

Por grupos, o de Alimentação saltou 1,38% no período em questão, 0,64% inferior ao percentual registrado em novembro (2,02%). O ramo de Despesas Pessoais, por sua vez, cresceu 0,31%, ante 0,59% de antes. Os preços de Vestuário mantiveram a tendência dos dois anteriores, com incremento de 0,67% em dezembro perante 0,84% de um mês antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento na 1ª Quadrissemana de Dezembro de 2010


Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na quinta-feira (9 de dezembro) revelam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,67% na primeira quadrissemana do mês, contra 0,72% de novembro.

As despesas do grupo Alimentação, que têm apresentado crescimento nas últimas semanas, proporcionaram desaceleração para 1,92% na leitura atual, contra 2,02% de antes. Os custos de Transporte, nutrindo essa tendência, também cresceram em menor volume, para 0,29% na primeira quadrissemana de dezembro ante 0,36% do mês passado.

De acordo com a Reuters, as despesas de Habitação mantiveram o mesmo preceito ao contabilizar alta de 0,10% na leitura atual, contra 0,20% no relatório anterior. Diferentemente dos demais, os preços de Despesas Pessoais e Vestuário cresceram em nível mais elevado, para 0,62% e 1,29%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento em Novembro de 2010


O aumento de preço de vários componentes abrangidos pela inflação começou a abrandar. Segundo informações emitidas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo cresceu 0,72% no mês passado, abaixo do 1,04% de outubro. Analistas previam alta de 0,70%.

Os custos do grupo Alimentação cresceram 2,02% em novembro, inferior aos 2,84% do mês imediatamente anterior. Os preços de Transportes apresentaram acréscimo mais ameno, de 0,36% no primeiro período, ante 0,88% de antes. As Despesas Pessoais mantiveram a mesma tendência, com elevação atual de 0,59% sobre 0,64% de outubro, assim como saúde (0,25% contra 0,37%).

O grupo abarcado pela Fipe que se mostrou diferentemente foi o de Vestuário, que passou de um arrefecimento de 0,22% em outubro para avanço de 0,84% em novembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



FGV – IGP-M, IPA, IPC – Crescimento em Novembro de 2010


No princípio desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 1,45% neste mês depois do aumento de 1,01% em outubro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam, porém, acréscimo de 1,35%.

Na mesma tendência de alta configurou-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), de 1,84% em novembro contra 1,30% do mês passado. Em relação ao IPA agrícola houve avanço, de anteriores 4,70% em outubro para 5,43% de agora. O IPA industrial também apresentou acréscimo, de 0,19% para 0,61%. Os maiores saltos ficaram por conta da soja em grão, dos bovinos, da carne bovina, do algodão em caroço e do milho em grão.

A FGV atestou em seu levantamento que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu em novembro, para 0,81% contra 0,56% do mês passado. As despesas do grupo Alimentação cresceram para 1,91% na leitura atual, bem superior ao 1,23% de antes.

Os preços praticados no grupo Vestuário, contudo, subiram consideravelmente, de 0,67% para 0,96%. Os preços em Transportes também apresentaram alta, de 0,15% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda na 3ª Quadrissemana de Novembro de 2010


Nota emitida à imprensa pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe) enuncia que a inflação ao Consumidor em São Paulo desacelerou em novembro, conjeturando, portanto, início de baixa da elevação de custos dos Alimentos, bem como variações mais amenas nos grupos Transportes e Habitação.

Na terceira quadrissemana do mês o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,77%, ante incremento de 0,87% contabilizado na segunda quadrissemana. Os preços de Alimentação, especificamente, elevaram-se um pouco menos, para 2,02%, sobre 2,15 de antes.

Os custos de Habitação, influenciados pelo reajuste dos combustíveis, contabilizaram ascensão de 0,54% na terceira quadrissemana de novembro, ante acréscimo de 0,73% anterior.

Por outro lado, os custos de Vestuário apresentaram tendência diferente, pois aceleraram para o avanço de 0,54%, contra 0,37% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



IGP-M, IPA, IPC – Índices na 2ª Prévia de Novembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalaram avanço de 1,20% no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) na segunda leitura do mês, ante aumento de 0,89% no mesmo período de outubro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou alta de 1,55%, superior ao 1,16% constatado anteriormente.

Matéria veiculada pela Reuters indica que o IPA do setor agrícola também subiu na segunda leitura de novembro, para 4,65% sobre 4,41% da mesma ocasião do mês passado. O IPA industrial, por sua vez, cresceu 0,49%, ante 0,10% de antes. Os maiores progressos individuais de custos no atacado ficaram por conta dos bovinos e da carne bovina, do açúcar cristal, do milho e da soja em grãos.

Base indicativa para cálculo da inflação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ascendeu 0,59% na segunda constatação realizada neste mês, contra 0,47% da segunda leitura de 30 dias antes.

As despesas do grupo Alimentação cresceram consideravelmente, de 0,93% para 1,26%. Mantendo a mesma tendência, os custos de Transporte aumentaram 0,75% depois de baquearem 0,06% na leitura antecedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC) tem queda em São Paulo


Informações divulgadas nesta quarta-feira, 4 de novembro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista sofreu desaceleração em conformidade a índices já aguardados por especialistas na primeira quadrissemana deste mês.

O aumento mais ameno nos valores dos alimentos influenciou o resultado, que avançou 0,97% na primeira quadrissemana de novembro, pouco abaixo da percentagem de 1,04% do mês passado. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters estimavam esse índice com base na mediana de respostas anteriores as quais tiveram acesso.

No período em questão os custos de Alimentação majoraram 2,50% após crescimento de 2,84% em outubro. Mesmo com sucinta essa queda, o grupo é aquele que responde como o componente de maior inflação abarcado pelo IPC.

Os custos de Transportes, por outro lado, avançaram 0,85%, ante 0,88% do mês passado. Os valores de Saúde também contraíram alta, porém de 0,43% sobre anteriores 0,37%, juntamente aos de Vestuário, do novo 0,03% sobre a queda de 0,22% de outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei