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IPC-S teve alta na 1ª quadrissemana de outubro


Índice registrado foi de 0,63% na 1ª quadrissemana de outubro, registrando alta em sete capitais brasileiras.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o IPC-S subiu na 1ª quadrissemana de outubro referente a setembro de 2015, e passou de 0,42% para 0,63%. Essa alta ocorreu em sete capitais: Brasília de 1,24% para 1,69%, Salvador de 0,30% para 0,57%, Belo-Horizonte de 0,27% para 0,48%, Recife de 0,41% para 0,58%, Rio de Janeiro de 0,15% para 0,39%, São Paulo de 0,37% para 0,52%, Porto Alegre de 0,56% para 0,69% e, no geral, o IPC-S passou de 0,45% para 0,63%.

Esse aumento no Índice de Preços ao Consumidor-Semanal (IPC-S) teve como agravante a inflação e a alta dos produtos: alimentação (0,98%), educação (0,91%), roupas (0,78%), habitação (0,77%). Isso fez com que os índices acelerassem os gráficos para cima, gerando as elevações.   

Mas o que é o IPC-S e como ele influência na inflação?

Ele foi criado para informar a variação dos preços no comércio e o índice da inflação. É medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é calculado levando-se em conta o 1º dia ao 30º dia do mês e são realizadas pesquisas em vários setores: estabelecimentos, serviços, casas, e grupos envolvendo produtos e serviços, e há a análise geral de 465 itens e subitens.   

Com o índice do IPC-S é possível ter uma base e noção do custo de vida no país com rendimentos e médias salariais de 1 a 40 salários mínimos de moradores de capitais. O Banco Central utiliza o IPC-S como dado oficial da inflação no Brasil e através dele é possível analisar se as metas do governo para a inflação estão sendo alcançadas.   

Esse índice do IPC-S mostra que a inflação no Brasil está em ascendência, os preços subindo e o custo de vida nas capitais elevado. Os preços da gasolina, derivados e produtos e serviços estão ficando mais caros e a população fica a mercê de uma economia restritiva e abusiva. Se os preços aumentam para o produtor, o repasse vai para o consumidor e este opta por diminuir o consumo, gerando queda do comércio.    

Por Marisa Torres

IPC-S



IPC-S se manteve estável na 1ª quadrissemana de agosto


Valor registrado foi de 0,53%, o mesmo que foi obtido na leitura anterior do IPC-S.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que a inflação medida justamente pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) se manteve estável na primeira quadrissemana de agosto. O valor ficou em 0,53%, ou seja, o mesmo resultado que foi registrado na leitura anterior.

Para esse tipo de levantamento foram analisadas 8 classes de despesas:

  • Habitação apresentava 1,03% e passou para 0,91%, que teve essa marca decorrente ao comportamento desencadeado pelas despesas com os empregados domésticos que foram de 0,49% para o registro de 0,31%;
  • Alimentação registrava o valor de 0,79% e agora está na casa dos 0,75%, com destaque para as frutas que estavam com 0,56% e passaram para -0,62%;
  • Vestuário estava em -0,33% e agora passou para -0,38%, onde um destaque é para as roupas masculinas que estava em 0,61% e agora ficaram em 0,06%;
  • Comunicação apresentava 0,21% e passou para 0,14%, onde temos uma alteração na tarifa de telefone móvel que registrava 0,40% e mudou para 0,23%;
  • Despesas Diversas estavam na casa de 0,30% e agora está registrada em 0,24%, com destaque para os alimentos para animais domésticos que de 1,48% passou para 0,89%;
  • Grupo Educação, Leitura e Recreação apresentava a marca de -0,07% e agora já está na marca de exatamente 0,38%, onde teve um destaque para a passagem aérea que estava em -16,66% e agora ficou em 5,11%;
  • Transportes não tinha registrado nenhuma marca, ou seja, estava em 0,00% e atualmente esse valor ficou em 0,10%, com relevância para o automóvel novo que era -0,40%, mas passou para -0,14%;
  • E na parte de Saúde e Cuidados Pessoais o registro era de 0,56% e atualmente ficou em 0,57%, com uma observação de o item de plano e seguro de saúde mudou de 0,96% para 0,97%.

Como podemos notar as 5 primeiras com relação às taxas de variação tiveram um decréscimo, enquanto que as  três últimas obtiveram um acréscimo.

Outros itens com destaque foram:

  • Batata inglesa de 2,06% para -4,65%;
  • Etanol de -1,07% para -1,04%;
  • Banana prata de -2,15% para -3,49%;
  • Vestido e saia de -2,18% para -1,87%;
  • Cinto e bolsa de -2,56% para -2,51%;
  • Tarifa de eletricidade residencial de 3,62% para 3,48%;
  • Refeições em bares e restaurantes de 0,30% para 0,58%;
  • Plano e seguro de saúde de 0,96% para 0,97%;
  • Condomínio residencial de 1,52% para 0,96%;
  • Leite tipo longa vida de 3,28% para 3,14%.

Por Fernanda de Godoi

IPC-S



IPC-S registrou desaceleração na 1ª quadrissemana de fevereiro de 2015


O retrocesso do Grupo Habitação de 2,01% no mês de janeiro para 1,69% em fevereiro foi a principal causa da desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor-Semanal, o IPC-S.

O resultado obtido foi conseguido através de uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas em sete capitais do Brasil. Os dados resultantes foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV, o Ibre.

Na última quadrissemana do mês de janeiro, o IPC-S foi de 1,73% já na primeira semana do mês de fevereiro foi de 1,63%, registrando uma queda de 0,10 pontos percentuais. 

Neste período houve cinco classes que diminuíram suas taxas de variação. Dessas classes destacam-se alguns grupos.  O grupo de alimentação de Legumes e Hortaliças registrou uma queda de quase 3%, já os cursos formais tiveram uma queda de 2,06%, pacotes de telefonia fixa diminuíram sua taxa para 0,75%, dentro do grupo de despesas diversas o cartão de comunicação diminuiu sua taxa para 0,33%. 

As maiores influências de alta isoladas foram registradas pelos itens referentes às tarifas de eletricidade, transporte urbano, refeição em bares e restaurantes, cursos de ensino superior e automóvel novo.

As menores influências de baixa foram detectadas nos itens: perfume, passagens aéreas, tarifas de taxi, blusa feminina, leite longa vida.

Mesmo com a recuada do IPC-S na maior parte das capitais pesquisadas (cinco de sete) em São Paulo, o IPC-S disparou. Em São Paulo o IPC-S da primeira semana de fevereiro ficou em 2,3% (índice bem alto se comparado ao registrado no país, 1,63%). Além do aumento do IPC-S na capital paulista, em Belo Horizonte também foi registrado um aumento nesse índice. Em Belo Horizonte a alta foi de 0,08%.

Nessa pesquisa, o Rio de Janeiro ficou com o terceiro lugar em termos de alta no IPC fechando com 1,65% (0,02% a mais do que o IPC nacional). Porto Alegre, capital gaúcha, registrou uma alta de 1,26%. Esta mesma alta foi registrada em Brasília (DF).

Por Melina Mariel Menezes Pereda

IPC-S



IPC-S apresentou queda na 3ª semana de maio de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) sofreu retração de 0,5% na terceira semana de maio (relativa ao dia 22), resultado 0,05 ponto percentual menor do que o índice registrado na segunda semana do mesmo mês. Os dados foram apurados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgados na quarta-feira (23 de maio).

O resultado do dia 22 de maio apresentou queda em sete dos oito segmentos avaliados. A maior retração foi no setor de Saúde e Cuidados Pessoais, cujo índice passou de 1,04% para 0,81%. Neste grupo, o item medicamentos em geral foi o que apresentou maior redução de preços, caindo de 2,29% para 1,81%.

Os outros segmentos que apresentaram decréscimo foram: Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,15% para 0,11%); Comunicação (-0,21% para -0,27%); Vestuário (0,53% para 0,44%); Transportes (0,21% para 0,17%); Alimentação (0,53% para 0,48%); e Despesas Diversas (4,12% para 3,96%).

Por outro lado, o setor de Habitação teve crescimento no IPC-S, passando de 0,47% para 0,49%. Os itens que apresentaram maior destaque foram a mão de obra para reparo em residência (que saiu de 1,16% para 1,56%), a tarifa de eletricidade residencial (-0,48% para -0,76%) e aluguel residencial (0,55% para 0,62%).

O próximo relatório do IPC-S será publicado no dia 1º de junho.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IPC-S – Dados da 2ª semana de abril de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado na terça-feira (17/04) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou com um resultado de 0,57%. O dado foi 0,01 ponto percentual menor do que o registrado no último levantamento. O IPC-S avalia sete capitais brasileiras, sendo que, em três, foi registrado queda no índice.

As cidades que tiveram resultado menor se comparado ao estudo de 7 de abril foram Salvador, Brasília e Recife. Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo tiveram crescimento no indicador.

Em Brasília, o índice passou de 0,72% para 0,6%. A desaceleração foi registrada em cinco das oito classes pesquisadas. Os principais destaques foram os grupos Habitação e Educação, Leitura e Recreação, que tiveram variação de 1,5% para 1,17% e de -0,49% para -1,09%, respectivamente. Já as classes de despesa Habitação (1,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,92%), Vestuário (1,06%) e Despesas Diversas (0,88%) sofreram alta.

Já em Recife, o IPC-S passou de 0,79% para 0,59%. Cinco de oito itens pesquisados tiveram retração no indicador, sendo que os destaques foram os grupos Habitação e Alimentação, que passaram de 0,26% para 0,07% e de 1,43% para 0,71%, respectivamente. Foram registradas altas nos segmentos Transportes (1,06%), Despesas Diversas (1,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%), Vestuário (0,6%) e Alimentação (0,71%).

Na capital gaúcha, o indicador foi de 0,63% para 0,65%. Cinco classes de despesa sofreram alta, sendo que os principais crescimentos foram verificados nos setores de Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,53% para 1,04%) e Despesas Diversas (que foi de 0,47% para 1,52%). Já os setores que sofreram desaceleração foram Vestuário (-0,35%), Transportes (-0,28%) e Comunicação (0,13%).

No Rio de Janeiro, o IPC-S foi de 0,57% para 0,58%. Sete classes registraram alta no indicador, sendo que os destaques ficaram para os grupos Comunicação e Despesas Diversas, que foram de -0,56% para -0,1% e de 0,78% para 1,99%, respectivamente. Os únicos grupos que ficaram abaixo da média foram Alimentação (-0,06%), Transportes (0,49%) e Comunicação, que, apesar da alta, ainda apresentaram resultados negativos.

A capital baiana sofreu uma variação de 0,44% para 0,3%. O indicador sofreu retração em quatro dos oito itens avaliados. As principais quedas foram nos segmentos Alimentação e Habitação, que tiveram, respectivamente, redução de 0,73% para 0,42% e de 0,65% para 0,27%. Já as pressões acima da média foram registradas nos segmentos Saúde e Cuidados Pessoais (0,88%), Despesas Diversas (1,15%) e Alimentação (0,42%).

Em São Paulo, o resultado do IPC-S foi de 0,59% para 0,66% no período avaliado. Seis das oito classes de pesquisa sofreram crescimento, sendo que os segmentos que apresentaram alta foram: Educação, Leitura e Recreação (0,08% para 0,1%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,83% para 0,88%), Habitação (0,68% para 0,88%), Comunicação (-0,69% para -0,44%), Vestuário (1,1% para 1,51%) e Despesas Diversas (0,69% para 0,88%). Os setores de Alimentação e Transportes tiveram queda no indicador, passando de 0,79% para 0,71% e de 0,43% para 0,41%, respectivamente.

Por último, em Belo Horizonte, a variação foi de 0,33% para 0,41%. Cinco itens avaliados sofreram alta, sendo que os destaques foram os segmentos de Vestuário e Despesas Diversas, que foram de 0,47% para 0,72% e de -0,13% para 1,23%, respectivamente. Os grupos que ficaram abaixo da média são Transportes (0,19%), Comunicação (0,2%), Educação, Leitura e Recreação (0,1%) e Alimentação (0,13%).

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IPC-S apresentou variação de 0,51% na 3ª prévia de março de 2012


O último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,51%. O resultado foi 0,04 ponto percentual acima do registrado na avaliação anterior. Das sete capitais pesquisadas, três apresentaram elevação no indicador: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Salvador, Belo Horizonte e Recife tiveram decréscimo no IPC-S, enquanto que Porto Alegre não sofreu nenhum tipo de variação com relação ao estudo realizado na semana do dia 15 de março.

A porcentagem para Salvador passou de 0,51% para 0,39%; a de Brasília foi de 0,64% para 0,70%; a de Belo Horizonte passou de 0,76% para 0,65%; a do Recife foi de 0,88% para 0,77%; a do Rio de Janeiro cresceu de 0,48% para 0,52%; a de Porto Alegre manteve-se em 0,47%; e a de São Paulo registrou alta de 0,22% para 0,40%.

O índice de Brasília sofreu alta principalmente pelos setores de Habitação (1,14% para 1,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (alta de 0,59% para 0,75%). No caso de Porto Alegre, a variação nula foi positiva devido ao fato de quatro itens terem apresentado alta, enquanto os outros quatro tiveram baixa. Para Recife, cinco dos oito quesitos tiveram retração, com foco nos itens Vestuário (0,79% para 0,42%) e Transportes (0,43% para 0,09%).

No caso do Rio de Janeiro, quatro classes de despesa tiveram alta, principalmente Vestuário (0,85% para 1,33%) e Habitação (0,91% para 1,22%). Em Salvador, seis de oito quesitos sofreram retração, destacando-se os segmentos Educação, Leitura e Recreação (0,45% para 0,03%) e Habitação (1,32% para 1,13%). São Paulo apresentou alta de seis de oito classes de despesa, sendo que obtiveram retração apenas os setores de Comunicação (-049% para -0,70%) e Educação, Leitura e Recreação (0,37% para 0,29%). Por último, Belo Horizonte apresentou queda em cinco de oito indicadores, destacando-se a Habitação (1,49% para 1,19%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,79% para 0,54%).

O próximo levantamento do IPC-S, avaliando-se os resultados regionais, está programado para ser divulgado no dia 3 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou queda em janeiro de 2012


De acordo com os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) da pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) o mês de janeiro teve redução de 0,12 ponto percentual na inflação se comparado ao resultado da semana anterior.

O motivo da redução geral desse índice se deve ao fato que a alimentação e o vestuário tiveram queda na velocidade inflacionária. Nos alimentos, as hortaliças e verduras tiveram redução nos preços, no vestuário a queda no índice se deu devido às grandes liquidações que acontecem no mês de janeiro nas lojas.

No setor de educação e recreação o índice inflacionário teve aumento, passou de 3,39% para 4,9%. Nos setores de habitação, saúde e cuidados pessoais os aumentos foram menos significativos a não ser pelos medicamentos que ficaram 0,17% mais caros comparados à taxa anterior, que era de 0,01%.

Na parte de transportes o índice passou de 0,77% para 0,86% em decorrência dos ajustes nas tarifas de ônibus.

Apesar do aumento em alguns setores, a média geral da inflação teve redução. No mês de janeiro o índice na primeira pesquisa foi de 0,93%, já na segunda passou para 0,97% e agora voltou a ser 0,93%.

Por Jéssica Posenato

Fonte: Agência Brasil



Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) – Janeiro de 2012


Das sete capitais brasileiras pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), três apresentaram queda nos índices de inflação. Os índices são pesquisados semanalmente, a pesquisa é chamada de Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S).

Salvador foi a cidade que teve a maior variação do índice de inflação, caiu de 1,15% para 0,94%. Em São Paulo e no Rio de Janeiro o decréscimo foi um pouco mais modesto, chegando a apenas 0,10 ponto percentual de diferença.

Embora essa variação da inflação pareça ser pouco significativa, isso ainda é melhor que em algumas cidades brasileiras, que o índice subiu e o custo de vida tem ficado a cada dia mais alto. Um exemplo disso é Brasília, que teve o maior aumento, lá a inflação passou de 0,32% para 0,59%. Mas Brasília ainda não é a cidade com a maior inflação do país, em Belo Horizonte a taxa passou de 1,06% para 1,19%.

O aumento da inflação se deve principalmente aos reajustes das taxas de ônibus e a alimentação mais cara.

A pesquisa mostrou que em dezembro de 2011 a média da inflação no Brasil estava em 0,56%, já em janeiro de 2012 está em 0,65%.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas

Por Jéssica Posenato



BC – IPC-S registrou alta na 3ª prévia de maio de 2011


A possível volta da inflação deixa o governo e a população de cabelos em pé. Para tanto, o Banco Central (BC) vem anunciando desde o final de 2010 medidas para conter o consumo, que embora não tenham exercido o efeito desejado, agora parecem realmente corresponder.

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), desacelerou para 0,96% na semana encerrada em 22 de maio, diferença de 0,13% em comparação ao índice de 1,09% do levantamento anterior.

Pelo estudo, as quedas de destaque dentro do IPC-S ocorreram nos grupos Alimentação, cuja taxa desceu de 1,52% para 1,27%, e Transportes, que descreveu arrefecimento de 1,56% para 1,04%. O componente hortaliças e legumes merece ênfase, pois cedeu de 7,89% para 6,84%, enquanto a gasolina registrou baixa de 5,12% para 3,81% entre a pesquisa anterior e a mais recente.

Outras três categorias representaram queda no IPC-S. Em Saúde & Cuidados Pessoais a taxa cedeu de 1,04% para 0,88%, enquanto Despesas Diversas registrou queda de 0,61% para 0,46%. O último grupo na mesma tendência foi Vestuário, cujo índice passou de 1,38% para 1,04%.

As duas únicas classes de variação no sentido foram Habitação, com elevação de 0,76% para 0,91%, e Educação, Leitura & Recreação, com alta discreta de 0,26% para 0,27%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S cresce para 1,05% em 07 de maio de 2011


Ao zapear fóruns econômicos e políticos de diferentes portais de notícias, o internauta pode observar a preocupação de inúmeros cidadãos com a temida volta da inflação. Para acalmar os ânimos, Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e sua equipe econômica salientam por meio de discursos ou medidas as vontades de “frear” esse tema que tanto devastou os bolsos dos brasileiros há alguns bons anos.
Para atualizar a população sobre os principais setores de bens e serviços, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (9) informações sobre a aceleração da taxa do Índice de Preços ao ConsumidorSemanal (IPC-S) de 07 de maio, de 0,95% de uma semana atrás para 1,05%.
Das quatro classes de despesas sondadas no levantamento da fundação, quatro registraram aumento em suas taxas. Destaque, novamente, para a categoria Alimentação, uma vez que seu índice subiu de 1,04% para 1,26%. Em seguida, de acordo com a FGV, apareceram Habitação, de 0,47% para 0,63%, Vestuário, de 1,34% para 1,60%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,32% para 0,35%.
O levantamento assinala que as hortaliças e os legumes, assim como taxa de água e esgoto residencial, roupas e salas de espetáculo foram os itens que mais colaboraram para o aumento do IPC-S.
Os grupos que planificaram sentido inverso foram Transportes, uma vez que seu índice decresceu de 2,10% para 1,94%, assim como Despesas Diversas, de 0,81% para 0,76%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 1,10% para 1,06%. Vale salientar que as principais contribuições provieram dos artigos de higiene e cuidado pessoal, álcool combustível e alimentos para animais domésticos.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços varia 0,8% na semana da Páscoa


Passada a Páscoa, um dos últimos “grandes” feriados do ano, as atividades dos brasileiros voltam à normalidade. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (25) a taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de abril. A variação registrada, de 0,80%, superou em 0,03% o índice descrito na semana anterior.

Das sete classes de despesas sondadas e que compõem o IPC-S, três registraram recuo em suas taxas, com liderança encabeçada por Alimentação, cujo índice desceu de 1,10% para 0,91% entre as duas semanas. Em Educação, Leitura & Recreação ocorreu baixa de 0,48% para 0,36% e em Vestuário de 1,08% para 1,06%.

As demais classes, como é perceptível constatar, delinearam avanço. A categoria com a maior diferença foi Despesas Diversas, ao passar de 0,34% para 0,53%. O grupo Transportes teve taxa acrescida de 1,71% para 1,82%, enquanto Saúde & Cuidados Pessoais minutou elevação de 0,81% para 0,87% e Habitação de 0,35% para 0,38%.

Os itens que apresentaram maior evolução de preços foram cigarro, com índice passando de 1,00% para 1,57%, gasolina, de 3,76% para 4,66%, e medicamentos em geral, de 1,29% para 1,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IPC-S – Abril 2011


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) expôs acréscimo na taxa registrada em 07 de abril. A variação do levantamento abraçou índice de 0,89%, superior aos 0,71% da semana anterior.

A FGV assinala que a maior contribuição à alta do IPC-S teve como ator principal o grupo Alimentação, que passou de 0,98% da semana passada para 1,50% no novo levantamento. Hortaliças & Legumes, Carnes Bovinas e Frutas foram os itens que mais contribuíram ao alçamento.

Outros grupos que cooperaram para a alta do IPC-S foram Transportes, que avançou de 1,23% para 1,49%, assim Despesas Diversas, de 0,07% para 0,16%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,68% para 0,73%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,29% para 0,34%, e Vestuário, que progrediu de 1,01% da semana passada para 1,03% nesta.

O único grupo a registrar baixa foi Habitação, cuja taxa regrediu de 0,41% para 0,35%. Os principais colaboradores para o decréscimo foram aluguel residencial ao arrefecer de 0,58% para 0,39% e tarifa de telefone móvel, que encerrou a semana de 07 de abril decaindo de 1,48% para 0,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S apresentou alta na última semana de março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em 31 de março (sexta-feira) dados referentes ao Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que delineou alta de 0,71%, 0,02% superior ante a taxa descrita no último levantamento. No ano o índice acumula incremento de 2,49% e nos últimos 12 meses, de 5,86%.

A FGV relaciona que a categoria Alimentação foi aquela que apresentou maior variação, de 0,86% da semana passada para 0,98% nesta. As principais contribuições neste grupo provieram de hortaliças e legumes, que estancaram progresso de 6,65% para 7,03%, enquanto carnes bovinas representaram avanço para -1,63%, contra -2,33% de antes, e pescados frescos, cuja taxa passou de 2,46% para 4,31%.

Houve alta também em Vestuário, de 0,89% para 1,01%, em Educação, Leitura & Recreação, de 0,25% para 0,29%, em Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,64% para 0,68%, e em Transportes, de 1,18% para 1,23%. No sentido oposto apareceram Habitação, com decréscimo de 0,47% para 0,41%, e Despesas Diversas, cujo índice passou de 0,40% para 0,07%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S avançou na 3ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,69% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de março, elevação de 0,05% em comparação ao levantamento anterior.

Das sete classes de despesas sondadas, cinco registraram avanços em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,67% para 0,86%. Os itens que mais apresentaram crescimento nessa categoria foram hortaliças e legumes, com ascensão de 5,51% para 6,65%, e carnes bovinas, que saltaram de -2,80% para -2,33%.

O índice da categoria Vestuário pulou de 0,59% para 0,89%, mesma tendência observada em Educação, Leitura & Recreação, de 0,15% para 0,25%. A taxa no grupo Saúde & Cuidados Pessoais cresceu de 0,62% para 0,64% e de 1,17% para 1,18% se delimitado Transportes.

A FGV aponta decréscimo de 0,74% para 0,40% no grupo Despesas Pessoais, diferença menor em comparação à taxa registrada em Habitação, que arrefeceu para 0,47%, contra 0,52% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC-S – Variação de 0,64% na 2ª prévia de março de 2011


Dados sondados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,64% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 15 de março, taxa superior à constatada no levantamento anterior, de 0,59%. A entidade revela que das sete categorias de despesas sondadas, quatro registraram aumento em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,54% para 0,67%.

O item de maior destaque na classe anteriormente citada foi frutas, com acréscimo para 2,46%, contra 1,46% de antes, seguido por carnes bovinas, que após um período de baixas avançou de -3,10% para -2,80%. Hortaliças e legumes completam a lista, uma vez que a despesa subiu de 5,38% para 5,51%.

O grupo Vestuário arcou com alta de -0,16% para 0,59%, mesma tendência observada na categoria Transportes, que saltou de 1,08% para 1,17%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,54% para 0,62%.

As demais categorias examinadas pela FGV, diferentemente, registraram arrefecimento em suas taxas. São elas Despesas Diversas, de 1,08% para 0,75%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,26% para 0,15%, e por fim Habitação, de 0,59% para 0,52%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou crescimento na 1ª prévia de março de 2011


Informações expressas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) salientam que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) variou 0,59% na semana de 7 de março, taxa 0,10% superior à constatada no levantamento anterior. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram avanço em seus índices, com destaque para Alimentação, ao passar de 0,12% para 0,54%, então estimulada pelas frutas, subgrupo que avançou para -0,42%, contra 1,46% de antes.

A FGV enfatiza que a taxa em Saúde & Cuidados Pessoais pulou de 0,41% para 0,54%, incentivada pela alta proveniente de dentistas (0,39% para 0,72%), enquanto a Habitação apresentou alta de 0,58% para 0,59% e Vestuário, por sua vez, de -0,17% para -0,16%.

Diferentemente das classes acima, a taxa na categoria Educação, Leitura & Recreação recuou de 0,44% para 0,26%, a de Despesas Diversas de 1,49% para 1,08% e a de Transportes de 1,16% para 1,08%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou queda na última semana de fevereiro de 2011


Apresentado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 1º de março, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 28 de fevereiro variou 0,49%, taxa inferior à registrada no levantamento anterior, de 0,61%. No ano, observa a entidade, o indicador acumula índice de 1,77% e nos últimos 12 meses, de 6,02%.

A FGV pondera que de todos os grupos constatados foi o de Transportes que registrou a maior contribuição ao decrescer de 1,76% para 1,16%. Além deste, Educação, Leitura & Recreação cedeu para 0,44%, contra 1,16% de antes, Alimentação de 0,17% para 0,12% e Despesas Diversas para 1,49%, ante 1,51% do estudo antecedente.

Por outro lado, a FGV contabilizou alta nos índices de variação em Vestuário, que subiu de -0,65% para -0,17%, em Habitação, de 0,54% para 0,58%, e em Saúde & Cuidados Pessoais, que progrediu discretamente, de 0,40% para 0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou queda na 3ª prévia de fevereiro de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 23 de fevereiro indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) registrou variação de 0,61% em 22 de fevereiro, taxa inferior em relação à assinalada no levantamento anterior, de 0,82%.

A entidade ressalta que esse foi o menor índice constatado desde a quarta semana de outubro do ano passado, quando a variação medida pelo IPC-S emplacou taxa de 0,59%. A FGV constata que o grupo Alimentação foi o principal responsável pela queda, pois o índice por ele abrangido decresceu de 0,55% para 0,17%.

Outros grupos cerceados pelo IPC-S também descreveram baixa. O índice em Educação, Leitura & Recreação caiu de 1,95% para 1,16% e em Transportes de 2,21% para 1,76%. Vestuário também participou do movimento ao recuar de -0,47 para -0,65%.

Por outro lado, os grupos Habitação, Saúde & Cuidados Pessoais e Despesas Diversas assinalaram alta no IPC-S. O primeiro avançou de 0,46% para 0,54%, o seguinte de 0,32% para 0,40% e o último de 1,48% para 1,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S – Alta na 2ª semana de Janeiro de 2011


Levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou para 1,06% na segunda semana de  janeiro, 0,14% superior ao índice notabilizado no último estudo. Das sete classes de despesas sondadas, cinco tiveram aumento em suas taxas.

O índice registrado no grupo Educação, Leitura & Recreação saltou de 1,46% para 2,43%. Neste, segundo a FGV, os cursos formais apresentaram avanço para 3,81%, contra 1,93% de antes, e Transportes, por outro lado, para 1,49%, ante 0,91% descrito no levantamento anterior.

As séries Despesas Diversas, Alimentação e Saúde & Cuidados Pessoais foram os outros que delinearam progresso em suas taxas, com destaque para a TV por assinatura, que subiu de 1,40% para 1,79%, além de hortaliças e legumes, de 4,55% para 8,19%, e salão de beleza, de 0,67% para 0,88%.

No sentido oposto dos grupos acima relacionados, Vestuário caiu para 0,38%, ante 0,70%, além de Habitação, de 0,24% para 0,22%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Queda na 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu para 1,06% na segunda leitura de dezembro, contra 1,14% de antes, interrompendo uma série de cinco semanas consecutivas de elevação.

O novo índice revela média de correções de preços entre 7 e 15 de dezembro sobre os 30 dias antecedentes. O principal fator dessa queda foi a diminuição no nível de aumento de custos dos alimentos, com taxa decrescendo de 2,72% para 2,45%. Colaboraram expressivamente para esse recuo as carnes bovinas e frutas.

Artigo veiculado pela Band Online ressalta que quatro dos cinco componentes com maior influência no resultado geral do medidor foram representados pela esfera alimentação (alcatra, açúcar refinado, filé mignon e mamão papaia). O único representante não pertencente a esse grupo foi aluguel residencial. Na contramão figuraram o feijão-carioquinha, a batata-inglesa, a melancia, o quiabo e o alho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Crescimento na 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicaram alta de 0,83% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre outubro e novembro, impulsionada pelo grupo Alimentação, em especial a carne, que desde o início do ano aglomera considerável avanço de preços.

A inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) também apresentou aceleração a patamares elevados, o mais alto desde fevereiro. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador cresceu 1,14% na primeira prévia deste mês, após incremento de 1% em novembro.

Em nota, a fundação assinala que os custos do grupo Alimentação ascenderam em ritmo mais avançado para 2,72% na atual leitura, ante 2,27% da vislumbrada na constatação anterior. A FGV atesta que além da carne as frutas contraíram incremento para 5,67%, contra 3,95% de antes, bem como adoçantes, de 7,14% para 9,11%.

Os custos na categoria Saúde também agregaram crescimento, de 0,39% em novembro para 0,47% na primeira prévia de dezembro. Diferentemente ocorreu no grupo Vestuário, pois houve alta para 0,76% na leitura em questão, contra 1,01% na constatada no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



FGV – IPC-S – Crescimento em Novembro de 2010


Informações divulgadas na quarta-feira (1º de dezembro) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelaram que a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a avançar no mês de novembro, abraçando, desse modo, o maior patamar desde fevereiro de 2010. Os principais motivadores da alta são as despesas de Transportes, Vestuário, Habitação e Alimentos.

Em outubro, segundo a agência de notícias Reuters, o indicador havia crescido 0,59%, mas na terceira leitura de novembro ascendeu para 0,85% e ao final do período, 1%. Analistas estimavam, porém, percentual de 0,93%.

As despesas do grupo Alimentação cresceram 2,27% em novembro, superior ao acréscimo de 1,38% de outubro e de 1,98% da terceira leitura de todo o mês. As carnes bovinas, que continuam a apresentar aumento, saltaram 10,71%, comboiadas por adoçantes e frutas.

Os preços praticados na Habitação avançaram para 0,43% no mês, contra 0,20% de outubro. Vestuários, por sua vez, atingiram 1,01%, ante 0,58% do período anterior. Os custos de Transportes cresceram para 0,69%, contra 0,45% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC-S – Crescimento na 3ª Prévia de Novembro de 2010 – FGV


Nota divulgada na terça-feira, 23 de novembro, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou aumento de 0,85% no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na terceira leitura deste mês. O percentual situa-se pouco acima da alta anterior da segunda prévia, de 0,72%.

Segundo a FGV, esse foi o maior resultado constatado desde a primeira semana de abril passado, quando o índice subiu 0,98% em comparação ao período imediatamente anterior. O principal motivador desse avançou teve por origem o grupo Alimentação, com alta de 1,98%, ante 1,93%.

Os componentes que contribuíram amplamente para essa variação foram as carnes bovinas, com incremento de 9,93%, e as frutas, que obtiveram crescimento de 2,71%.

Os custos no grupo Vestuário indicaram elevação de anteriores 0,86% na segunda prévia de novembro para 1% na terceira leitura. Os preços de Saúde também contraíram avanço na mesma base comparativa, de 0,23% contra 0,14%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters