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FGV registra Alta do IPC-C1 em Março de 2012


O estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1) registrou alta de 0,55% no mês de março, sendo que nos últimos 12 meses o acumulado do índice foi de 5,09%.

No mesmo mês, o IPC-BR teve alta de 0,6%, sendo que o acumulado dos últimos 12 meses foi de 5,5%.

Das oito classes analisadas, cinco grupos sofreram aumento no indicador. O setor de Alimentação passou de -0,04% para 0,62%; a Habitação saiu de 0,38% para 0,72%; o segmento de Saúde e Cuidados Pessoais cresceu de 0,39% para 0,77%; o Vestuário foi de -0,04% para 0,59% e o setor de Educação, Leitura e Recreação saiu de 0,16% para 0,75%. As acelerações foram motivadas principalmente pelos seguintes itens: carnes bovinas, taxa de água e esgoto residencial, artigos de higiene e cuidado pessoal, roupas e show musical.

Já segmento de Despesas Diversas apresentou o mesmo resultado da avaliação anterior, ou seja, 0,27%.

Por fim, os segmentos de Transportes e Comunicação registraram recuo, o primeiro passou de 0,71% para 0,13% e o segundo passou de 0,06% para -0,34%. As taxas de telefone e de ônibus urbano foram os itens que mais influenciaram estes resultados.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo



Valores da inflação em 2011 – IPC-C1, IPC-BR e IPCA


A inflação para pessoas de baixa renda ficou em 5,98% no ano de 2011. O número foi anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), através de levantamento divulgado nesta terça-feira (10/01). O indicador utilizado foi o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que faz a medição dos preços de produtos e serviços geralmente consumidos por famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos.

O índice ficou abaixo do índice utilizado para calcular a inflação das classes mais elevadas, de até 33 salários mínimos, que é o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

O IPC-BR fechou 2011 em 6,36%. Dessa forma a inflação no ano de 2011 para as famílias mais pobres castigou essa parcela da população de forma um pouco menor. A inflação corrói o poder de compra dos salários e traz prejuízos para o funcionamento da economia.

A inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 em alta de 6,5%, atingindo o limite estabelecido pelas autoridades monetárias. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o índice deverá cair para 4,7% neste ano de 2012.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1



FGV – IPC-C1 registra taxa de 0,84% em abril


No intuito de explanar aos brasileiros a gama de componentes que fazem parte do ambiente econômico, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anuncia semanalmente diferentes indicadores. O mais novo levantamento, Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), foi divulgado na terça-feira (10 de maio).
A taxa de variação do medidor chegou a 0,84% em abril, com acumulado anual em 3,39%. Nos dados relacionados aos últimos 12 meses, o percentual abraçou margem de 5,69%. No mês, de acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR) avançou para 0,95%, portanto acima do patamar contabilizado pelo IPC-C1.
Das sete classes de despesas avaliadas, cinco contraíram aumentos em suas taxas de variação, com claro destaque para o grupo Despesas Diversas, que passou de 0,05% para 1,48%. Em seguida, atesta a FGV, figuraram Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,48% para 1,44%, Vestuário, de 0,75% para 1,17%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,48% para 0,66%, e Habitação, de 0,25% para 0,31%.
As maiores elevações ocorreram nos subitens cigarros, medicamentos (em geral), calçados, show musical e tarifa de eletricidade demarcada em residências.
Apenas os grupos Alimentação, cuja taxa cedeu de 1,51% para 1,20%, e Transportes, de 0,13% para 0,11%, representaram o sentido inverso. Os componentes hortaliças & legumes e tarifa de trem urbano impulsionaram o decréscimo.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC-C1) – Março 2011


Dados divulgados na quarta-feira (6) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,80% no Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de março. No acumulado do ano o índice abraça taxa de 2,53%. Já nos últimos 12 meses, o acumulado é de 6,16%.

Das sete categorias de despesa examinadas pela FGV, quatro contabilizaram avanço em seus índices, com claro destaque para o grupo Alimentação, que passou de 0,05% para 1,51%. Em seguida, de acordo com a fundação, apareceram Vestuário, o qual avançou da taxa de -0,20% para 0,75%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,11% para 0,48%, e Educação, Leitura & Recreação, que passou de 0,25% para 0,48%.

Na outra ponta da tabela figuraram as categorias Transportes, que arrefeceu de 0,89% para 0,13% em março, Despesas Diversas, que passou de 2,02% para 0,05% no período, e Habitação, cuja taxa decresceu para 0,25%, contra 0,38% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 apresentou alta em fevereiro 2011


O crescimento da economia brasileira deverá ser mais ameno neste ano, mas poucas pessoas parecem ter sentido os efeitos das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final do ano passado. Por enquanto, as dificuldades se baseiam no pagamento do IPVA e do IPTU e na aquisição de materiais escolares. Após o primeiro trimestre, possivelmente, as iniciativas da entidade monetária ficarão mais claras.

Independente deste fato simplesmente introdutório, informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,32% do Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de fevereiro. A elevação, portanto, contribui para o acúmulo da taxa em 1,72% desde janeiro e 6,79% nos últimos 12 meses.

Dos sete grupos cerceados pelo estudo, cinco registram baixa em seus índices. Transportes cedeu de 5,11% para 0,89%, Educação, Leitura & Recreação arrefeceu de 3,51% para 0,25%, Alimentação de 1,32% para 0,05%, Vestuário de 0,06% para -0,20% e Saúde & Cuidados Pessoas, finalmente, de 0,27% para 0,11%.

Diferentemente dos grupos anteriores, Despesas Diversas ilustrou avanço para 2,02% em fevereiro, contra variação de 0,45% do levantamento anterior. Habitação, por sua vez, saltou de 0,26% para 0,38%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-C1 apresentou alta em janeiro de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) registrou variação de 1,40% em janeiro, acumulando, deste modo, avanço de 7,41% nos últimos 12 meses.

Ainda em janeiro, o IPC-BR variou 1,27% e no acumulado de um ano 6,21%, portanto abaixo dos índices examinados no IPC-C1.

A FGV assinala que das sete classes sondadas no estudo, apenas Transportes e Educação, Leitura & Recreação apresentaram alta em seus índices, de 0,13% para 5,11% e de 0,02% para 3,51%, respectivamente. Estimularam para esses acréscimos as tarifas de ônibus urbanos, uma vez que saltaram de 0,12% para 5,52%, e o curso de educação infantil no nível pré-escolar, de 0,00% para 8,43%.

As demais classes, por outro lado, contraíram baixas em seus índices. Vestuário caiu de 1,42% para 0,06%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,73% para 0,27%, assim como Despesas Diversas, de 0,59% para 0,45%, Alimentação, de 1,43% para 1,32%, e Habitação, de 0,35% para 0,26%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-C1 apresentou Crescimento em Dezembro de 2010


Dados examinados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) expuseram que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de dezembro ilustrou variação de 0,86%, contribuindo, portanto, para a elevação do indicador no acumulado dos últimos meses, em 7,33%.

No mês passado, assoalha a FGV, o IPC-BR minutou variante de 0,72%, contribuindo para o índice de 6,24% calculado nos últimos 12 meses, então inferior ao patamar do IPC-C1 anteriormente exposto.

Das sete classes sondadas pela FGV, quatro apresentaram diminuição em seus índices de variação, entre as quais Alimentação, de anteriores 2,62% para 1,43%, e Transportes, que baixou de 0,57% para 0,13%. Além desses, Educação Leitura & Recreação decresceu de 0,34% para 0,02%, bem como Habitação, para 0,35%, contra 0,38% de antes.

Na contramão das baixas figuraram as categorias Vestuário, de 0,75% de antes para novos 1,42%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,26% para 0,73%, além de Despesas Diversas, de 0,41% para 0,59%.

Por Luiz Felipe T. Erdei