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IGP-M, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados na sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,42 ponto percentual, passando de 0,43% em março para 0,85% em abril. Nos últimos 12 meses, o indicador já avançou 3,65%. Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o índice já tem taxa acumulada de 1,47%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também sofreu alta, chegando a 0,97% em abril ante 0,42% em março. A taxa relativa aos Bens Finais fechou em 0,78%, crescimento de 0,5 ponto percentual. O item alimentos processados foi o que mais contribuiu para o resultado.

Já o segmento Bens Intermediários fechou o mês em 1,13%, apresentando crescimento de 0,51 ponto percentual se comparado a março. O principal responsável pela alta do setor foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura.

O indicador relativo a Matérias-Primas Brutas sofreu variação positiva e passou de 0,31% em março para 0,97% em abril. A alta foi impulsionada principalmente pelos itens café em grão, minério de ferro e soja em grão.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação menor, passando de 0,48% em março para 0,55% em abril. O maior motivador para o resultado foi o grupo Despesas Diversas, que teve uma alta significativa de 0,07% em março para 2,29% em abril.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,83% em abril ante o resultado de 0,37% em março. O segmento que apresentou a maior alta foi o de Materiais, Equipamentos e Serviços.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-10, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) sofreu variação de 0,7% em abril. O resultado foi divulgado na segunda-feira (16/04). No mês imediatamente anterior, o resultado tinha sido de 0,27%. Já nos últimos 12 meses, o indicador sofreu variação de 3,43%. No acumulado do ano, o IGP-10 já está com 1,09%.

O estudo apontou também que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação de 0,76% em abril. No mês anterior, o índice tinha registrado variação de 0,24%. Os Bens Finais tiveram índice de variação de 0,63% ante 0,27%. O segmento de Alimentos Processados foi o que sofreu maior aceleração, passando de -0,65% para 0,67%.

O setor de Bens Intermediários apresentou variação de 0,82% perante 0,47% de março. Três itens avaliados sofreram alta, sendo que o principal destaque foi o segmento de materiais e componentes para a manufatura, que foi de 0,62% para 0,94%.

O grupo Matérias-Primas Brutas registrou 0,83% ante -0,09%. Os itens que mais contribuíram para o resultado do segmento foram minério de ferro (-1,16% para 0,51%), soja em grão (de 3,17% para 12,43%) e laranja (4,66% para 15,46%).

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,53% em abril perante 0,4% em março. O resultado foi extremamente influenciado pelo setor de Alimentação, que foi de 0,25% para 0,51%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,71%, ficando acima dos 0,19% registrados no mês imediatamente anterior. O segmento de Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,42%.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



FGV – IGP-10 e IPA – Queda em maio de 2011


Com base em preços colhidos entre os dias 11 de abril e 10 de maio, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (16 de maio) dados referentes ao Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período apresentou breve desaceleração em comparação ao estudo anterior. A taxa de antes, de 0,56%, passou para 0,55%.

A FGV avalia que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) arrefeceu para 0,26% no atual levantamento, contra taxa antecedente de 0,49%. O índice relativo a Bens Finais caiu de 0,86% do mês de abril para 0,23% em maio, pressionado pelo subgrupo alimentos processados, cuja variação caiu de 0,29% positivo para 0,74% negativo. Bens Finais, que desconsidera os subgrupos combustíveis e alimentos in natura, por sua vez, baixou de 0,23% para -0,08%.

Acréscimo foi constatado, por outro lado, na categoria Bens Intermediários, cuja taxa saiu de 0,49% do estudo precedente para 0,90% de agora. Das cinco subcategorias analisadas quatro registraram aceleração. O índice atinente a Bens Intermediários, sondados sem as subcategorias lubrificantes e combustíveis voltados à produção, avançou de 0,46% para 0,89%.

De acordo com a FGV, a taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas recuou de 0,07% para -0,52%, com destaque para as baixas do algodão em caroço, da laranja e de bovinos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-DI tem variação de 0,50% em abril de 2011


Enquanto a população brasileira mais antenada, tanto por meio de telejornais, revistas e diários impressos como através da rede mundial de computadores, preocupa-se com rumores de que a inflação, aos poucos, começa a voltar, economistas e institutos buscam salientar dados concretos, ainda que parte indique perigo à vista – nada confirmado na teoria.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,50% em abril, 0,11% abaixo da taxa contabilizada em março (0,61%).
A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24% no mês passado, contra 0,60% do terceiro período mensal de 2011. A taxa concernente a Bens Finais também decresceu baixa, porém de 0,80% para 0,50%. Bens Finais, resultante da supressão de combustíveis e alimentos in natura, cedeu de 0,14% para 0,04% entre março e abril.
Diferente da tendência acima descrita, a variação do grupo Bens Finais foi de 0,70% em abril, ante 0,62% de março. Ao se excluir lubrificantes e combustíveis para produção, a taxa também acelerou, de 0,61% para 0,66%.
A FGV atesta que ocorreu desaceleração no estágio conhecido por Matérias-Primas Brutas, cuja taxa arrefeceu de 0,37% no mês de março para índice negativo de 0,63% em abril. Vale destacar o recuo percebido no algodão em caroço, cujo percentual baixou de 3,82% para -10,35%, assim como na laranja, de 2,12% para -23,57%.
Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA e IPC – Março de 2011


Indexador utilizado por muitos setores como base de reajuste, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,62% no mês de março, contra taxa de 1,00% de fevereiro.

A FGV também aponta desaceleração no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cujo qual passou da taxa de 1,20% no mês passado para 0,65% em março. O índice referente a Bens Finais contraiu variação de 0,77% no período, contra 0,17% de antes. O índice concernente à categoria Bens Intermediários desacelerou da alta de 0,76% de fevereiro para 0,57% no período seguinte.

Na fase inicial da produção, ressalta a FGV, o índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu de 2,97% em fevereiro para 0,61% em março. Contribuíram para esse decréscimo a soja em grão, com taxa passando de -0,72% para -6,20%, o milho, que decresceu de 9,84% para 1,46%, e o minério de ferro, de 3,80% para -0,05%. Café em grão, bovinos e arroz em casca registraram movimento contrário.

O levantamento da Getúlio Vargas apontou variação de 0,62% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março, quase estável se comparado à taxa de 0,67% de fevereiro. Dos sete grupos sondados pelo estudo quatro apresentaram baixas nos índices.

O grupo Educação, Leitura & Recreação abrangeu a maior diferença no comparativo mensal ao ceder de 1,63% para 0,18%. A categoria Despesas Diversas observou decréscimo de 1,57% para 0,49%, o grupo Transportes de 1,82% para 1,15% e a classe Habitação de 0,51% para 0,47%. No sentido contrário, Vestuário subiu de -0,55% para 0,78%, Alimentação de 0,24% para 0,69% e Saúde & Cuidados Pessoais de 0,33% para 0,62%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10, IPA e IPC apresentaram queda em março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em sua página virtual dados sobre o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período do dia 11 de fevereiro a 10 de março registrou variação de 0,84%, discretamente inferior à taxa constatada no mês passado, de 1,03%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) cerceou índice de 0,99% neste mês, contra variação de 1,16% de antes. Entre fevereiro e março, Bens Finais minutou alta de -0,19% para 0,94%, com destaque para a subcategoria alimentos processados, que saltou de -1,72% para 0,48%. A FGV assinala que Bens Intermediários computou taxa de 0,67% no período (março), diferença de 0,20% em relação ao índice antecedente (0,87%).

A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 3,10% em fevereiro para 1,48% no novo levantamento. As maiores contribuições para a baixa provieram do minério de ferro, da soja e do milho em grão.

A fundação também ilustra baixa no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de fevereiro a março. No primeiro período, a taxa registrada foi de 0,92% e no segundo, de 0,59%. Das sete categorias analisadas, três delinearam arrefecimento em seus índices, com ênfase para a Educação, Leitura & Recreação, de 2,69% para 0,20%. Transportes e Despesas Diversas decaíram de 2,45% para 1,10% e de 1,43% para 0,98%, respectivamente.

Os demais grupos – Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Habitação e Alimentação – descreveram sentido inverso, com destaque para o primeiro acima citado, que avançou de -0,30% para 0,28%. Nos demais, a aceleração registrada foi de 0,38% para 0,54%, de 044% para 0,53% e de 0,54% para 0,57%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC – 1ª prévia de março de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (11/03) ilustraram variação de 0,48% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no primeiro decêndio de março, que compreende o período de 21 a 28 de fevereiro, contra 0,66% do intervalo igual de um mês antes.

Entre vários componentes analisados, a FGV enuncia que o Índice de Preços ao Produto Amplo (IPA) desacelerou para 0,56% no primeiro decêndio deste mês, uma vez que a taxa registrada no período análogo de fevereiro chegou a 0,76%. A variação relacionada a Bens Finais saltou de -0,64% para 0,66% na base comparativa em questão. Por outro lado, o índice concernente a Bens Intermediários recuou de 0,73% para 0,52% e a taxa em relação a Matérias-Primas Brutas despencou para 0,52%, ante 2,40% do levantamento anterior.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,35% no primeiro decêndio de março, contra taxa anterior de 0,45%. Das sete categorias de despesas sondadas, três registraram baixas em seus índices, com destaque para Educação, Leitura & Recreação, que arrefeceu de 1,63% para 0,07%.

A taxa de variação na classe Transportes passou de 1,53% para 0,80% e o índice em Despesas Diversas, por sua vez, de 0,88% para 0,27%.

As taxas nos demais grupos (com alta) foram representadas por Vestuário, que saltou de -0,63% para 0,54%, assim como Habitação, de 0,33% para 0,58%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,36% para 0,43%, e Alimentação, de -0,10% para -0,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA e IPC apresentaram variações em fevereiro de 2011


Dados apregoados no dia 25 de fevereiro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram variação de 1% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em fevereiro, 0,21 pontos percentuais acima do índice registrado em janeiro.

A FGV distingue que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou para 1,20% em fevereiro, contra taxa de 0,76% do mês passado. O indicador referente a Bens Finais registrou variação de 0,17% no levantamento atual, ante 0,08% do mesmo período de janeiro. O índice relacionado a Bens Intermediários desacelerou para 0,76%, uma vez que a taxa do mês passado foi de 0,78%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,67% neste mês, contra 1,08% de janeiro. Das sete categorias abrangidas pelo levantamento, cinco contabilizaram recuo, com destaque para Alimentação, que passou de 1,47% para 0,24%. Educação, Leitura & Recreação, por sua vez, caiu de 2,75% para 1,63%, Vestuário de 0,35% para -0,55%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,53% para 0,33% e Transportes, por fim, de 1,94% para 1,82%.

As únicas categorias com aceleração registrada dentro do IPC foram Despesas Diversas, de 0,95% em janeiro para 1,57% em fevereiro, e Habitação, de 0,22% para 0,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – Dados da 1ª apuração de fevereiro de 2011


Informações enunciadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), na quinta-feira (10), indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou aceleração de 0,66% nos primeiros dez dias de fevereiro, consideravelmente acima da taxa constatada no período igual de janeiro (0,42%).

A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou em 0,76% nesse mesmo decêndio de fevereiro, contra índice de 0,40% do período similar de janeiro. A fundação assinala que a variação do índice relativo a Bens Finais ilustrou recuo de 0,36%, de antes, para -0,64%. Em relação a Bens Intermediários, o percentual abalizado foi de 0,73%, contra 0,28%.

A taxa sobre Matérias-Primas Brutas, por sua vez, contabilizou variação de 2,40% no primeiro decêndio deste mês, ante índice anterior de 0,59%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) terminou o primeiro decêndio de fevereiro com percentagem de 0,45%, pouco superior à taxa anterior do período similar de janeiro, de 0,41%.

Outro indicador examinado pela FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) delineou variação de 0,52% no decêndio inicial deste mês, abaixo do mesmo período de janeiro, ocasião em que a taxa chegou a 0,62%. O custo da mão-de-obra representou variação de 0,24%, contra 1,22% de antes. A despesa concernente a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,06% para 0,79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPA, IPC e IGP-DI – Variações em janeiro de 2011


Informações examinadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), examinado com base nos preços analisados do 1º ao último dia de um determinado mês, apresentou variação de 0,98% em janeiro, portanto superior ao índice registrado em dezembro de 2010, de 0,38%.

A FGV indica alta na variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) para 0,96% em janeiro, contra 0,21% de um mês antes. A fatia reservada a Bens Finais variou para -0,16%, ante o percentual precedente de -0,60%. O índice de Bens Intermediários, por sua vez, apresentou variação de 0,81% no período, diante de 0,53% de dezembro.

No nível das Matérias-Primas Brutas, pondera a FGV, a variação passou de 0,74% no último mês de 2010 para 2,46% no primeiro deste ano.

Outro indicador divulgado pela FGV na terça-feira (8), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu taxa de variação de 1,27%, deste modo acima do índice constatado em dezembro de 2010, de 0,72%. O grupo Educação, Leitura & Recreação impulsionou a alta do medidor, após saltar de 0,37% para 4,01% entre dezembro e janeiro.

Os grupos Transportes, Despesas Diversas e Habitação apresentaram alta em suas taxas, para 2,68%, 1,25% e 0,35%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-10, IPA, IPC, INCC e Bens Finais – Janeiro de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou no dia 17 de janeiro dados relacionados a vários medidores econômicos. O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), por exemplo, desacelerou para 0,49% em janeiro, abaixo do percentual de 1,27% registrado entre os dias 11 de novembro e 10 de dezembro de 2010.

Além desse indicador, a FGV contabilizou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou alta de 0,35% neste mês, contra 1,46% constatado em dezembro. Os Bens Finais, segundo a fundação, recuaram para -0,35% no período, contra a taxa positiva de 0,52% de antes.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, minutou desaceleração para 0,90% no primeiro mês deste ano, ante 1,05% descrito em dezembro passado. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram queda nos índices, com destaque para a classe Alimentação, em que a taxa recuou para 1,52%, contra 2,45% notado anteriormente. As carnes bovinas, que em 2010 deram trabalho aos bolsos dos consumidores, caíram de 9,7% para 0,81% no período.

A FGV indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ilustrou variação de 0,50% em janeiro, pouco acima do percentual contabilizado em dezembro (0,49%). Neste quesito somente o grupo Serviços cresceu (0,33% para 0,83%), enquanto Mão de Obra e Materiais & Equipamentos caíram de 0,84% para 0,76% e 0,12% para 0,11%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Dados do IGP-DI, IPC e IPA em Dezembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no último dia 07 de janeiro revelaram que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,38%, portanto inferior ao registrado em novembro, de 1,58%. O Índice Geral de Preços ao Produtor Amplo (IPA), por sua vez, assinalou desaceleração para 0,21% no período, contra 1,98% de antes.

Em relação ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a FGV aponta variação de 0,72% no mês passado, contra 1% abalizada em novembro. Das sete categorias avaliadas, quatro apresentaram decréscimo, com ênfase para o grupo Alimentação, que recuou para 1,43%, contra 2,27% de antes.

Entre os componentes que impulsionaram o IPC para baixo, destacaram-se as carnes bovinas, que retrocederam de 10,71% para 2,71%, as frutas, de 3,95% para 2,32%, e o arroz e feijão, com queda de -1,25% para -4,77%.

Vestuário, Habitação e Transportes foram os outros três grupos com recuo no IPC para, respectivamente, 0,80%, 0,29% e 059%, contra, também respectivamente, 1,01%, 0,43% e 0,69% anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA – 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Enquanto a Caixa Econômica Federal lança cartão de crédito voltado exclusivamente ao aluguel de imóveis residenciais – algo que provavelmente venha a facilitar a vida de várias pessoas – o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como indicador referencial em contratos de aluguel, avançou 0,75% na segunda leitura do mês.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em novembro a inflação cresceu 1,20%. Além deste, a entidade assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) contraiu variação de 0,77% na segunda leitura de dezembro, abaixo, porém, da variação de 1,55% do mês passado.

De acordo com a Band Online, o índice de variação dos Bens Finais cedeu para 0,18%, contra 1,22% de antes. Aquele que mais cooperou para a baixa foi o subgrupo Alimentos Processados, com taxa atual de 2,58%, ante 4,71% no levantamento anterior.

O percentual de mutação da esfera bens Intermediários avançou para 0,87% neste mês, índice 0,32% acima do constatado em novembro. O subgrupo Componentes e Materiais para a Manufatura foi aquele que empurrou a alta, uma vez que cresceu de 0,58% na leitura anterior para 1,21% na atual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC – Crescimento em Novembro de 2010


No princípio desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 1,45% neste mês depois do aumento de 1,01% em outubro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam, porém, acréscimo de 1,35%.

Na mesma tendência de alta configurou-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), de 1,84% em novembro contra 1,30% do mês passado. Em relação ao IPA agrícola houve avanço, de anteriores 4,70% em outubro para 5,43% de agora. O IPA industrial também apresentou acréscimo, de 0,19% para 0,61%. Os maiores saltos ficaram por conta da soja em grão, dos bovinos, da carne bovina, do algodão em caroço e do milho em grão.

A FGV atestou em seu levantamento que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu em novembro, para 0,81% contra 0,56% do mês passado. As despesas do grupo Alimentação cresceram para 1,91% na leitura atual, bem superior ao 1,23% de antes.

Os preços praticados no grupo Vestuário, contudo, subiram consideravelmente, de 0,67% para 0,96%. Os preços em Transportes também apresentaram alta, de 0,15% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IGP-M, IPA, IPC – Índices na 2ª Prévia de Novembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalaram avanço de 1,20% no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) na segunda leitura do mês, ante aumento de 0,89% no mesmo período de outubro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou alta de 1,55%, superior ao 1,16% constatado anteriormente.

Matéria veiculada pela Reuters indica que o IPA do setor agrícola também subiu na segunda leitura de novembro, para 4,65% sobre 4,41% da mesma ocasião do mês passado. O IPA industrial, por sua vez, cresceu 0,49%, ante 0,10% de antes. Os maiores progressos individuais de custos no atacado ficaram por conta dos bovinos e da carne bovina, do açúcar cristal, do milho e da soja em grãos.

Base indicativa para cálculo da inflação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ascendeu 0,59% na segunda constatação realizada neste mês, contra 0,47% da segunda leitura de 30 dias antes.

As despesas do grupo Alimentação cresceram consideravelmente, de 0,93% para 1,26%. Mantendo a mesma tendência, os custos de Transporte aumentaram 0,75% depois de baquearem 0,06% na leitura antecedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei