Atualizações anteriores



IBGE – INPC cresce para 0,72 em abril de 2011


No intuito de oferecer um panorama aos consumidores sobre os principais grupos de bens e serviços, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que entre março e abril passou de 0,79% para 0,77%.

No mesmo levantamento, o IBGE apontou aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 0,66% para 0,72%. No acumulado do ano, ou seja, no primeiro quadrimestre, a taxa chegou a 2,89%, portanto mais alta em comparação à ocasião similar de um ano atrás, enquanto nos últimos 12 meses aglomerou percentual de 6,30%, praticamente idêntico aos 6,31% do momento anterior.

De acordo com o IBGE, a taxa de variação dos produtos alimentícios desacelerou para 0,63% no mês passado, ante 0,72% de março. O índice dos produtos não alimentícios, porém, subiu de 0,63% para 0,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – INPC apresentou alta em janeiro de 2011


Dados divulgados na terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) abraçou taxa de 0,94% no mês passado, exato 0,34% superior ao registrado em dezembro de 2010 (0,60%).

O IBGE ressalta que no acumulado dos últimos doze meses encerrados em janeiro de 2011, o INPC atingiu índice de 6,53%, sucintamente acima do período igual de um ano antes, quando 6,47% fora registrado.

A taxa dos produtos alimentícios variou 1,02% no mês passado, contra 1,12% de antes, ao mesmo instante em que o índice dos não-alimentícios cresceu 0,90%, ante 0,37% constatado em dezembro de 2010.

Separado por regiões, o estudo do IBGE revela que em Belo Horizonte a alta do INPC foi a mais acentuada, de 1,31%, graças ao aumento das tarifas dos ônibus urbanos, de 6,52%, e dos intermunicipais, de 6,72%. Porto Alegre, por outro lado, encabeçou o índice mais brando, de 0,30%, com alimentos e transportes com taxas respectivas de 0,19% e 0,06%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



Salário Mínimo de R$ 540, segundo Paulo Bernardo


O ministro do Planejamento Paulo Bernardo divulgou a projeção para o crescimento econômico deste ano de 6,5% para 7,5%. Durante a audiência na Comissão Mista de Orçamento, que aconteceu nessa terça-feira (16), Bernardo também divulgou uma redução na projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 5,5% para 5,3%.

A redução do INPC fez com que o salário mínimo caísse de R$ 538,15 para R$ 536,88. O reajuste é calculado de acordo com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes somado ao INPC acumulado. O ministro fez a proposta de arredondar o salário mínimo para R$ 540. Ele destacou também que valores acima do estipulado pelo ministério dependeriam da política.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa