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Empregos na indústria sofrem recuo de 0,1% em janeiro 2015


A pesquisa realizada pelo IBGE mostra alguns números negativos no setor

As primeiras informações divulgadas pelo IBGE em relação ao setor industrial, em especial, sobre o mês de janeiro de 2015 já se mostram negativas. De acordo com os dados levantados, o total de pessoas empregadas na indústria brasileiras sofreu um recuo de 0,1% no mês apontado, se comparado com dezembro de 2014.

Esse setor do mercado voltou a mostrar números negativos logo depois do mês ímpar de dezembro que obteve uma alta de 0,3%. Com isso, uma sequência de oitos meses consecutivos em queda havia sido interrompida.

Indo um pouco mais além, em janeiro de 2014 o emprego na indústria havia caído bem mais do que a atual medição. A queda registrada foi de 4,1%.

Seguindo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, se pegarmos como exemplo os últimos doze meses vamos encontrar um retrocesso de 3,4%. Já as áreas afetadas foram as mais variadas possíveis.

Encabeçando a fila, vamos ter o setor de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações com 11,3% negativos, os meios de transporte que registraram 7,7% negativos e produtos de metal também com recuo de 7,7%.

Apesar de todos os números apontando para o lado ruim, houve setor que registrou crescimento. Aliás, o único a apontar números positivos foi o de produtos químicos, com 0,5%.

Informações sobre como anda a produção da indústria também foram divulgadas. Segundo as análises no primeiro mês deste ano foi registrado um avanço de 2% quando comparado com o mês anterior. Lembrando que as perdas no mês de dezembro foram de 3,2% e em novembro de 1,1%.

E o que dizer sobre os salários? Bom, no mês de janeiro deste ano o salário também sofreu alterações. Houve um ajuste sazonal na folha de pagamentos que representou um recuo na faixa de 0,5% em uma comparação feita com o mês imediatamente anterior. Já no que diz respeito às horas pagas, segundo o IBGE, houve um crescimento de 0,2% em relação a dezembro.

Por Denisson Soares



Empregos na Indústria – Queda de 0,5% em Maio de 2013


De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o emprego recuou 0,5% na indústria brasileira no mês de maio se comparado com o mês de abril.

Nos primeiros meses do ano, o indicador havia apresentado estabilidade, sendo que no mês de maio aconteceu a primeira queda. Se comparar o indicador de maio de 2013 com maio de 2012, a queda foi maior, chegando a -0,7%.

No acumulado dos meses desse ano, o recuo chega a 0,8%. Já no acumulo dos últimos doze meses, o emprego na indústria brasileira teve queda de 1,3%.

Os principais setores que influenciaram a queda no indicador foram: vestuários (-2,5%), aparelhos eletrônicos (-3,5%), calçados e couro (6,5%) e equipamentos (-3,3%). Os setores que tiveram alta de emprego foram: borracha e plástico (2,7%) e alimentos e bebidas (com alta de 2,4%). Foi a alta nesses setores que impediu que o indicador fosse ainda pior.

Mesmo com a queda nos empregos, o IBGE também divulgou que houve aumentos na folha de pagamento. O aumento foi de 1,7% em comparação com abril de 2013 e de 5,8% na comparação com maio de 2012.

Por Jéssica Posenato



Ministro do Trabalho espera emprego em alta em 2013


O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, a expectativa de que se mantenham baixos níveis de desemprego durante o próximo ano.

Segundo Brizola Neto é esperado que em 2013 o mercado de trabalho fique ainda mais aquecido com aumento no número de empregos ofertados.

Ainda de acordo com o ministro, a retomada do crescimento da economia trará um novo ânimo para setores afetados pela crise econômica como a indústria demandando uma maior mão de obra e que, para isso, é necessário garantir a qualificação dos trabalhadores para este setor.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Geração de empregos na indústria de São Paulo registra queda em novembro


Nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou dados sobre o setor no mês de novembro.

Segundo a pesquisa, os empregos na indústria de transformação do estado tiveram uma queda de 0,33% com o fechamento de aproximadamente 8 mil vagas de emprego no mês de novembro; já no acumulado dos 11 meses do ano de 2012 houve um aumento de 0,49% nos empregos gerados com cerca de 13 mil novas vagas sendo geradas.

Ao estratificar estes dados nas regiões do estado a maior queda foi no interior do estado com 0,43% a menos de empregados enquanto na Grande São Paulo esta redução foi de apenas 0,17%.

Ao considerar de forma mais específica os 22 tipos de indústria existentes em São Paulo 15 demitiram funcionários, 04 admitiram novos funcionários e 03 ficaram no mesmo patamar de empregados.

Dentre os setores as demissões foram maiores em indústrias de biocombustível, confecção e calçados enquanto que novos empregos foram criados principalmente em indústrias de produtos farmacêuticos, bebidas e produtos químicos.

Por Ana Camila Neves Morais



Dieese divulga crescimento dos empregos formais no Brasil


O Dieese/PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentou nesta última quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – informações relevantes sobre os empregos formais no estado.

Segundo a pesquisa, feita a partir de dados do Ministério do Trabalho, houve um crescimento de 2% nos empregos formais da indústria de transformação paraense com 39.137 admissões e 37.217 demissões gerando um saldo positivo de 1.920 postos de trabalho no período de janeiro a outubro de 2012.

O único mês com saldo negativo de empregos formais foi durante outubro com cerca de 3.118 admissões e 3.611 demissões.

Por Ana Camila Neves Morais



Firjan anuncia resultados do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil


A Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) apresentou recentemente dados da terceira edição do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil apontando, de forma geral, que os profissionais deste tipo de mercado recebem até três vezes mais do que a média nacional de salários.

A pesquisa sobre a Indústria Criativa (com atuação nos ramos de Artes, Publicidade, Moda, Computação, Música, Tecnologia, Engenharia, Design) teve início no ano de 2008 e consiste em um levantamento aprofundado utilizando dados do ano de 2011 em todos os estados brasileiros sobre este setor do mercado apontando, assim,  questões importantes como as dez melhores remunerações, as maiores profissões criadas no país, total de trabalhadores que integram o mercado criativo, salário médio oferecido além da porcentagem de participação do PIB Criativo na economia brasileira.

Nesta última edição, a pesquisa da Firjan mostrou que a Indústria Criativa possui, atualmente, cerca de 810 mil profissionais distribuídos em mais de 240 mil empresas e contribui com um PIB Criativo de R$110 bilhões considerado um dos maiores em todo o mundo; sendo que pela primeira vez foram inseridos os setores de Pesquisa & Desenvolvimento e Biotecnologia pela relevância internacional destes ramos.

Com relação às profissões criativas são destaque atuações como de Engenheiros, Programador de Sistema de Informação, Arquitetos, Gerente de Marketing, Designer Gráfico, Analista de negócios, Designer de calçados sob medida, Analista de pesquisa e mercado, Biólogo, Agente Publicitário e Gerente de pesquisa e desenvolvimento.

Ao considerar as remunerações, os profissionais do ramo criativo ganham em média R$4.693,00 superando muito o padrão de vencimentos geral do país que oscila em torno de R$1.733,00.

De forma mais específica as remunerações no ramo criativo, em decorrência da alta formação exigida de seus profissionais e do grande valor agregado aos produtos inovadores que elaboram, possuem valores variados de salários como os mostrados a seguir:

– Geólogos: R$11.385,00

– Diretores de televisão e atores: R$10.500,00

– Biotecnologista: R$8.700,00

– Editor de Revista: R$7.594,00

– Arquitetos e Engenheiros: R$7.524,00

– Pesquisadores de forma geral: R$7.100,00

Deste modo, o Mapeamento da Indústria Criativa apresentado pela Firjan mostra um setor do mercado em ascensão crescente com grandes potencialidades de ganhos para seus profissionais e para o Brasil como um todo.

Fonte: Firjan



Hora Extra na Indústria – Redução em Setembro de 2012


Em setembro desse ano observou-se o recuo do pagamento de horas extras aos trabalhadores da indústria. Isso significa que a ligeira melhora do setor no mês ainda não se refletiu com o aquecimento do mercado de trabalho industrial. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda de cerca de 0,6% nas horas pagas aos trabalhadores em setembro. No mesmo mês, a produção industrial recuou 1,0%. As declarações foram dadas por André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

Para André, o mercado de trabalho na indústria demonstra um comportamento majoritariamente negativo. Inversamente a tendência dos dados sobre o ritmo de produção. Macedo explica que a quantidade de horas de trabalho pagas vem oscilando muito nos últimos meses e acompanhando de perto a oscilação na fabricação de bens.

Segundo ele, a redução de 0,6% na quantidade de horas de trabalho pagas, acompanha a redução de 1,0% da produção industrial no período. Ele informa também que as contratações oscilam em correspondência com a produção de maneira mais lenta. Assim, a transferência do dinamismo industrial para as contratações é mais demorada do que no volume de horas de trabalho pagas.

Ele informou ainda haver uma redução na ordem de 2,1% na folha de pagamento em taxas reais no setor da indústria em setembro.

Fonte: R7

Por Matheus Camargo



Setor industrial deverá apresentar crescimento em abril de 2012


A projeção da Sondagem Industrial de abril aponta que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) deve crescer no mês avaliado. O avanço apontado é de 0,2% se comparado ao final de março. Em números absolutos, o valor passou de 103,0 para 103,2 pontos. No acumulado do último trimestre, o resultado sofreu crescimento de 0,9%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (20/04).

Apesar do resultado positivo, o indicador mantém-se abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 106,3 pontos. No entanto, o resultado de março é a quinta alta seguida registrada pelo ICI. O fator que incentivou o leve crescimento de março foi a melhoria das análises relativas ao momento atual.

Já o Índice de Situação Atual (ISA) prévio registrou aumento de 0,9%, chegando a 104,7 pontos. Este foi o melhor resultado desde julho do ano passado, quando foram apresentados 107,4 pontos. O Índice de Expectativas de março sofreu queda de 0,5%, atingindo o patamar de 101,8 pontos. Em fevereiro deste ano, o indicador tinha atingido o valor mais elevado, de 102,3 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) manteve-se em 83,8%, o mesmo resultado dos cinco anos anteriores.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



Setor industrial apresentou alta no faturamento em fevereiro de 2012


Após duas quedas consecutivas, a indústria voltou a ter alta no seu faturamento. Em fevereiro, o crescimento foi de 1,5% ante janeiro, segundo informações com o ajuste sazonal.

Já o total de horas trabalhadas também sofreu aumento, sendo de 2,2%, quando descontados os ajustes sazonais. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na terça-feira (10/04).

Quanto à capacidade instalada, a indústria terminou o mês de fevereiro com 82,1% de utilização, registrando queda de 0,3 ponto percentual se comparado a janeiro, com os descontos sazonais. Já o nível de emprego manteve-se estável.

A pesquisa também apontou que o segmento de automotores foi o que mais sofreu retração, registrando 24,2% de queda no faturamento se comparado a fevereiro do ano passado. Além disso, de 19 itens avaliados, 10 deles tiveram redução no faturamento na comparação interanual.

De acordo com o levantamento, o resultado não apresenta melhora no setor industrial. “Esses indicadores estão variando entre queda e crescimento há alguns meses e ainda não entraram em uma trajetória de expansão contínua”, explicou o estudo. Assim, a expectativa é que o setor passe a ter uma leve melhora nos próximos meses.

Por Matheus Camargo

Fonte: CNI



Empregos na Indústria – Queda em Janeiro de 2012


Como se já não bastasse a queda do desempenho industrial, demonstrada pelo PIB de 2011, a taxa de emprego no setor também caiu 0,3% no mês de janeiro, conforme informação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em comparação a janeiro de 2011, a taxa recuou ainda mais: 0,5%, sendo a quarta negativa consecutiva.

Com relação a dezembro, pode-se notar que janeiro não foi realmente um período favorável para a indústria. O IBGE pesquisou 14 regiões, sendo que em 9 delas a produção diminuiu e em 8 a quantidade de trabalhadores caiu, chamando a atenção principalmente para São Paulo, com uma taxa de -3%.

No entanto, nesta última análise, alguns estados apresentaram taxas positivas, como o Paraná (4,6%), Minas Gerais (2,5%) e Pernambuco (4,2%).

Esta queda no número de trabalhadores na indústria pode ter sido acarretada por causa das horas pagas, que também apresentaram uma queda de 0,2% na comparação com dezembro. Isso com certeza desmotiva uma equipe e faz com que os funcionários queiram trocar de emprego ou de função.

Ainda assim, de acordo com o IBGE, o salário real dos trabalhadores do setor teve um avanço de 5,1%, sustentado pelo crescimento da indústria de transformação. Este resultado foi positivo, o que mostra que, aos poucos, o trabalhador vem sendo mais valorizado, dando importância maior às vantagens do setor industrial.

Por Anne A. Matioli Dias



Investimentos para a Qualificação de Mão de Obra na Indústria


Quem está à procura de uma boa oportunidade de emprego em 2012 pode ter surpresas ao longo do ano. O governo está ampliando o investimento em capacitação profissional.

Muitos profissionais deixam de conseguir uma boa oportunidade de emprego por não estarem qualificados. Principalmente no segmento industrial, a demanda de ofertas é alta, mas faltam profissionais qualificados e especializados em determinadas áreas.

Com o objetivo de aumentar a mão de obra qualificada na indústria brasileira, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou um financiamento de R$ 1,5 bilhão, que será destinado ao “Programa Senai para a Competitividade Industrial”.

O valor parece alto, mas tem metas bem ambiciosas.

O projeto visa aumentar as matrículas em educação profissional e tecnológica, aumentar a oferta por serviços, bem como priorizar a modernização das escolas. A organização prevê alcançar mais de 4 milhões de matrículas até 2014.

O financiamento foi concedido com a aprovação do Programa BNDES de Apoio à Qualificação Profissional do Trabalhador. Espera-se que esse aporte para estimular a especialização de mão de obra, contribua também com a competitividade da indústria brasileira.

As informações são da Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Por Natali Alencar



CNI lança portal de compras coletivas para a indústria


O e-commerce, ou comércio eletrônico, avança com solidez no Brasil. Além dos números geridos pelos grandes portais de compras, os brasileiros já têm acesso a sites de compras coletivas, com descontos em produtos que podem chegar a até 90%, bem como as curiosas páginas de leilões de um centavo.

A ideia de compras coletivas foi cooptada, no bom sentido, e lançada ao setor industrial na quinta-feira, 26 de maio, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O intento, basicamente igual ao voltado aos consumidores, propiciará que empresas adquiram produtos bem mais em conta em comparação aos valores praticados no dia-a-dia.

Por meio do Clube Indústria de Benefícios, nome dado ao empreendimento, 600 mil indústrias poderão comprar produtos e serviços. Para Emerson Casali, gerente-executivo da Unidade de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Associativo da confederação, o sistema beneficiará especialmente as micro e pequenas indústrias.

Para conferir os aspectos gerais e conhecer a ferramenta, mesmo como consumidor, acesse o site www.clubeindustria.com.br/portal/abertura.php.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – Nível de confiança das empresas continua alto


Uma das palavras-chave mais abordadas pela imprensa, consumidores e empresários em 2010 foi otimismo. Essa situação não aconteceu à toa, pois a expansão da economia, a qual atingiu índice de 7,5%, e a atenção do mundo para com o Brasil possibilitaram projeções a perder de vista.

Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que o empresário da indústria permanece confiante quanto aos rumos de sua empresa e da economia tupiniquim. Apesar de constatações positivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) baixou para 57,5 pontos em maio, diferença de 2,2% em comparação a abril.

Como a escala do medidor registra pontuação de zero a 100, a confiança é atestada quando o valor ultrapassa 50 pontos.

A CNI assinala que o ICEI do mês arrefeceu 8,8% no comparativo anual, situando-se, portanto, inferior à média histórica, que é de 59,7 pontos. A pesquisa aponta, portanto, diminuição dos investimentos nos próximos meses.

O ICEI caiu no período principalmente em função dos últimos seis meses da economia, não mais os mesmos em termos de otimismo de vários meses de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI (Assessoria de Imprensa)



Indústria do Rio de Janeiro – Vendas em 2010


Cada unidade federativa brasileira apresenta comportamentos diferenciados entre si nos quesitos econômico, industrial e sociocultural. Essas características tornam o Brasil “algo” único no mundo, tanto que em várias regiões as origens, sobretudo estrangeira, marcam vasta presença.

Segmentando-se a ideia ao setor industrial e, mais além, ao Rio de Janeiro, constata-se que as vendas reais da indústria carioca encerraram 2010 com avanço de 11,36% em comparação a 2009, deste modo o melhor resultado registrado desde o início da série histórica, em 2003.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, o segmento gerou no decorrer de 2010 cerca de 36 mil novas vagas de trabalho, incremento de 7,4% sobre 2009. Próximo a esse índice configurou-se a massa salarial, que apresentou progresso de 6,94%. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) saltou para 83,14% no ano, contra 80,25% de antes.

Na visão de Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ano passado foi distinto devido à recuperação do país ante a crise financeira mundial, bem como pelo poder de compra mais elevado da população e os maiores investimentos observados.

Com este e outros resultados divulgados nas últimas semanas por ‘N’ institutos e especialistas, 2010 não será um ano esquecido, que marcou também a transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff, a primeira presidente mulher do país. Muito, aliás, se espera da nova gestão, sobretudo o setor industrial, que vem sofrendo alguns prejuízos pela diminuição da competitividade ante outros países.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



CNI cobra maior competitividade da indústria ao governo


A economia brasileira incentivou, especialmente no ano passado, investimentos estrangeiros e nacionais. Empresas de países distintos procuraram as terras tupiniquins no intuito de aumentarem seus lucros e expandirem seus campos de atuação. Exemplo recente, já para 2011, é a edificação de três unidades fabris de veículos automotores no interior de São Paulo.

Com a desvalorização do dólar diante do real, o terreno ficou ainda mais fértil. Devido a isso, empresários brasileiros passaram a buscar produtos de preços mais rentáveis no exterior. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), por sua vez, cobra do governo, há muito tempo, medidas para diminuir essa incidência.

No intuito de fomentar ainda mais cobranças desse tipo, no último domingo (30) a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou uma campanha específica, voltada aos parlamentares, para promover e ampliar a competitividade das empresas brasileiras perante as estrangeiras.

A CNI acredita, com isso, que estímulos serão conquistados – desde que grande parte dos parlamentares vote a favor. Na visão de Robson Braga de Andrade, presidente da confederação, o Congresso pode participar ativamente para melhorar a competição das companhias brasileiras ao sancionar diretrizes em torno da alta carga tributária, das exportações e dos investimentos.

O projeto da CNI é robusto, com fundamentação. O maior patrimônio do Brasil são os brasileiros e embora o pedido da confederação e estas palavras finais soem como protecionistas, há espaço para todos, mas deve-se priorizar a população local que, qualificada ou não, pode melhorar os números econômicos em benefício do próprio país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Empresário industrial está preocupado com as exportações


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou recentemente dados sobre o setor industrial brasileiro – ilustrando certo pessimismo entre os empresários. Provavelmente, o comportamento do segmento neste ano será mais ameno em relação ao desempenho registrado em 2010.

Inicialmente, os prognósticos dos empresários em relação à demanda e à aquisição de matéria-prima diminuíram em janeiro frente ao período igual de 2010. Ao primeiro quesito, o indicador de perspectiva para os próximos seis meses recuou de 62,9 pontos para 58,1 pontos no confronto anual. Ao segundo quesito, a CNI detectou recuo no medidor para 56,8 pontos, contra 59,8 registrados no primeiro mês do ano passado.

Além desse decréscimo em relação ao otimismo com o mercado interno, o setor apresenta-se pessimista com as exportações. Em janeiro, a expectativa abarcou 49 pontos, mesmo assim superior aos 48,3 pontos de dezembro. Vale ressaltar que existe maior otimismo quando os cálculos ultrapassam 50 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Renda do trabalhador na indústria cresce em 2010


Dados enunciados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) atestam que o ritmo da atividade industrial do país se mostrou mais denso em novembro do ano passado perante os meses anteriores.

Nas seis variáveis de produção examinadas houve crescimento. São elas a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), a massa salarial real, o rendimento médio real, as horas trabalhadas, o faturamento real e o emprego. Segundo o estudo ‘Indicadores Industriais’, a alta constatada foi de 1,9% no mês em comparação a outubro. No confronto com novembro de 2009, contudo, o incremento do faturamento foi mais expressivo, de 10,6%.

Para Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, o crescimento constatado em todos os índices não pressiona a UCI (que avançou 1,6% entre outubro e novembro). Apesar do incremento nesse indicador, ele mantém-se 0,7% abaixo do constatado em setembro de 2008, período postulado como pré-crise financeira global.

A pesquisa assoalhada pela CNI revela expansão de 0,4% do emprego em novembro de 2010 perante o mês imediatamente anterior, extrapolando, deste modo, o nível pré-colapso financeiro. Em comparação a novembro, por outro lado, ocorreu alta de 5,9%.

Ainda segundo a CNI, a renda real do trabalhador do setor cresceu 4,1% na mesma base comparativa mensal e 0,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dilma Rousseff irá divulgar Isenção de Impostos para alguns setores da Indústria brasileira


Um dos setores que tem acompanhado a economia tupiniquim e representado com certa precisão o otimismo dos brasileiros, a construção civil vive plena expansão, com entregas e novos lançamentos de empreendimentos quase todos os dias. O segmento de materiais de construção conseguiu, durante as últimas semanas da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro deste ano, prognosticando o que deve ocorrer de bom pelos próximos anos.

Pelo visto, outros ramos deverão ser beneficiados em breve. Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, assinalou na quarta-feira (05/01) que alguns setores da indústria do país devem fazer parte da medida de isenção, possivelmente já nas próximas semanas.

O anúncio definitivo será proclamado por Dilma Rousseff, presidente do país. Segundo Pimentel, a ex-ministra-chefe da Casa Civil está atenta ao impacto da valorização da moeda brasileira perante as exportações e indicou a disposição de isenções em alguns setores como fator de contrabalanceamento dos efeitos cambiais sobre a indústria.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão



Abimaq – Índices dos Setores de Máquinas-Ferramenta e Bens de Encomenda


Contente com a confirmação da saída de Henrique Meirelles da presidência do Banco no governo Dilma, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mensurou que o país atravessa, atualmente, processo de desindustrialização. Seu líder, Luiz Aubert Neto, assoalhou que os ganhos das indústrias de bens de capital cresceram 11% entre janeiro e outubro passados sobre o período igual de 2009, mas mantêm-se 15% abaixo ante 2008.

Em tom de preocupação, Aubert assevera que o setor de máquinas-ferramenta e bens de encomenda registram índices bem menores, na atualidade, em relação a 2008, de 43,5% e 13%, respectivamente. Segundo ele, esses ramos são os responsáveis pela produção de máquinas a investimentos provenientes de grandes companhias nas áreas de celulose, papel e petróleo.

Embora esses índices incomodem Aubert, para o ano que vem prevê crescimento próximo de 5% ou 6%, em acompanhamento ao cenário econômico. Do início do ano até outubro, revela matéria do Estadão, o segmento apresentou avanço de 10,8% ante o mesmo período de 2009, e o saldo da balança comercial, no mesmo período, abraçou US$ 12,9 bilhões. Contudo, a previsão emitida pela própria Abimaq é encerramento de 2010 em US$ 15 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Emprego na indústria em queda no país


A criação de empregos pelo Brasil tem ilustrado o quão confiante estão os empresários brasileiros com a própria economia e o quão o país tem potencial para crescer. Essa situação tem gerado, inclusive, otimismo por parte dos trabalhadores e consequentemente de consumidores, tanto que o comércio em várias regiões permanece aquecido (não como no início deste ano), mesmo com a retirada de estímulos fiscais.

Depois de apresentar oito resultados positivos e consecutivos, o emprego na indústria do Brasil contraiu variação negativa de 0,1% em setembro no confronto ao mês imediatamente anterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação anual, porém, ocorreu avanço de 4,9%, permitindo afirmar, pois, aumento em todas as 14 regiões consultadas nessa relação.

No acumulado anual até setembro, segundo a agência de notícias Reuters, o emprego contabiliza incremento de 3,4% e nos últimos 12 meses até o mês em questão, crescimento de 1,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empregos na Indústria – Setembro 2010


O emprego na indústria brasileira caiu 0,1% no mês de setembro, de acordo com informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, a criação de vagas no setor da indústria, apesar da queda em setembro, cresceu 4,9% em relação ao mesmo mês no ano passado. O crescimento nos últimos 12 meses chega a 1,5%.

O número de horas pagas aos funcionários da indústria recuou 0,4% em relação ao mês de agosto.

Entre os setores que mais contrataram no período se destacam os setores de Máquinas e equipamentos e Borracha e Plástico, que contrataram 11 e 10,6%, respectivamente, em relação ao mês anterior.

Por Luana Neves



Emprego no Setor Industrial Cresce em Agosto 2010


O emprego no setor industrial do Brasil cresceu mais uma vez no mês de agosto, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, o crescimento registrado foi de 0,1% em relação a julho.

Este foi o oitavo crescimento consecutivo registrado pelo Instituto. Em relação ao emprego no mesmo período do ano passado, a alta no setor industrial foi de 5,2%. No acumulado do ano, a alta já é de 3,2%.

Ainda segundo a pesquisa, o valor do salário dos trabalhadores do setor caiu 2,9% em agosto se comparado ao mês de julho, quebrando dois meses consecutivos de alta. Apesar do resultado negativo, o valor da folha de pagamento dos empregados crewsceu 9% em relação ao mês de agosto do ano passado.

Por Luana Neves



Indústria brasileira deve se atentar à valorização do real


O real é uma moeda que se valorizou veementemente nos últimos anos ante o dólar, algo positivo à população brasileira, que encontrou nesse ínterim meios suficientes para, por exemplo, investir mais em viagens. Alguns mercados brasileiros têm motivos para comemorar, mas outros veem isso como fator negativo.

André Gerdau, presidente do Grupo Gerdau, é um dos empresários que enxerga essa valorização com outros olhos. Segundo ele, o país deixa de ser competitivo por conta desse fator, porque na medida em que o dólar perde seu poder ante a moeda brasileira, a nação deixa de ser forte no setor de exportação.

Outro ponto mencionado pela companhia é a alta carga tributária, conforme citado pelo presidente da Gerdau em reportagem veiculada pelo portal de economia Terra, pois um empreendimento com orçamento beirando US$ 350 milhões tem, antes de sua edificação, outros US$ 90 milhões em investimentos. Segundo ele, a asiática China não apresenta essa característica, o que a torna mais competitiva em relação a outras economias.

Fonte: Terra.



Indústria tem ótima previsão de expansão de sua capacidade em 2010


De acordo com dados da sondagem de investimentos da indústria, divulgada nesta segunda-feira, dia 22 de março de 2010 pela Fundação Getúlio Vargas, a indústria prevê para este ano a maior expansão dos últimos oito anos, projetada para 14,6%.

A pesquisa foi realizada nos dois primeiros meses deste ano, Para o período de 2010 a 2012, foi prevista uma elevação da capacidade industrial em 23,8%. A categoria de bens de consumo é a que obteve o maior destaque, com uma expansão prevista maior que as dos últimos cinco anos.

Seguem-se os setores de bens de capital e de bens intermediários. A explicação para este crescimento, segundo 80% das indústrias, além de outros fatores, vem principalmente da demanda interna, o que promoveu a realização de investimentos.



Atividade industrial brasileira apresenta crescimento expressivo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalou que a produção industrial brasileira teve elevação em 13 das 14 regiões pesquisadas em janeiro deste ano em relação ao último mês de 2009.

As regiões que melhor apresentaram crescimento foram Espírito Santo, com 5,6%, Ceará e Pernambuco, com 5,4% cada uma, e Paraná, com 4%.

As demais localidades que conseguiram estabelecer desenvolvimento no mesmo período de análise foram Nordeste, Bahia, Pará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Somente a região amazônica é que manteve total estabilidade.

De acordo com o instituto, a produção industrial brasileira teve crescimento significativo de 1,1%, sustentada, sobretudo, pelo alargamento do ritmo de produção e a baixa base comparativa, pois paralisações fora de cronograma e férias coletivas atingiram vários setores no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei