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Geração de empregos na indústria de São Paulo registra queda em novembro


Nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou dados sobre o setor no mês de novembro.

Segundo a pesquisa, os empregos na indústria de transformação do estado tiveram uma queda de 0,33% com o fechamento de aproximadamente 8 mil vagas de emprego no mês de novembro; já no acumulado dos 11 meses do ano de 2012 houve um aumento de 0,49% nos empregos gerados com cerca de 13 mil novas vagas sendo geradas.

Ao estratificar estes dados nas regiões do estado a maior queda foi no interior do estado com 0,43% a menos de empregados enquanto na Grande São Paulo esta redução foi de apenas 0,17%.

Ao considerar de forma mais específica os 22 tipos de indústria existentes em São Paulo 15 demitiram funcionários, 04 admitiram novos funcionários e 03 ficaram no mesmo patamar de empregados.

Dentre os setores as demissões foram maiores em indústrias de biocombustível, confecção e calçados enquanto que novos empregos foram criados principalmente em indústrias de produtos farmacêuticos, bebidas e produtos químicos.

Por Ana Camila Neves Morais



Valor dos aluguéis de imóveis residenciais em São Paulo apresentou alta em março de 2012


O índice que avalia o valor dos aluguéis na cidade de São Paulo cresceu 1,4% em março quando comparado ao mês imediatamente anterior.

A alta foi registrada no segmento de imóveis residenciais novos. A informação é do Sindicato da Habitação (Secovi), em dados divulgados na quinta-feira (19/04). De acordo com a entidade, foi registrada alta de 16,16% no acumulado dos últimos 12 meses.

Este resultado foi a variação mensal mais alta desde o mês de novembro do ano passado, quando o crescimento no valor do aluguel foi de 1,7%. Apesar disso, o valor acumulado dos últimos 12 meses ficou abaixo do registrado em meses anteriores, sendo que, em fevereiro, o acumulado estava em 16,96% e em janeiro em 17,9%.

O levantamento ainda apontou que os imóveis de 1 dormitório tiveram valor mais alto do que fevereiro, em 1%. Os apartamentos e casas de 2 quartos sofreram alta de 1,5%. Os imóveis de 3 quartos ficaram com aumento de 1,9%.

Em relação aos contratos de aluguel o tipo de garantia mais utilizado em março foi o fiador, presente em 48,5% do total. O depósito de cheque caução ficou com 32% e o seguro-fiança teve a preferência de apenas um contrato a cada cinco.

Por Matheus Camargo

Fonte: Secovi



Quantidade de cheques devolvidos apresentou alta em março de 2012


Uma pesquisa feita pela Serasa Experian revelou que o percentual de cheques compensados devolvidos no mês de março chegou a 2,19%. No mês imediatamente anterior, o total tinha sido de 2% e, em março do ano passado, o índice ficou em 2,13%. Avaliando-se o acumulado do ano, o índice também sofreu alta, sendo que, no primeiro trimestre deste ano, ficou em 2,04% e no ano passado fechou em 1,89%.

Os especialistas da empresa que realizou a pesquisa avaliam que o resultado foi impulsionado pela sazonalidade e eventos da economia, como os pagamentos de impostos como IPVA, compra do material escolar e gastos com férias e carnaval.

Avaliando-se os Estados e regiões, a unidade da federação que teve o maior percentual de cheques devolvidos foi Roraima, com 15,81%. Já São Paulo foi o Estado com menor índice, chegando a apenas 1,51%. Quanto às regiões, o Norte apresentou a maior devolução de cheques, chegando a 4,42%. Já o Sudeste foi a região que apresentou menor índice, registrando 1,64% de devolução de cheques compensados.

Outros Estados que apresentaram resultado acima do registrado no país foram Acre (14,59%), Amapá (9,44%), Sergipe (7,53%), Piauí (7,21%), Maranhão (7,16%), Rondônia (6,13%), Paraíba (6,05%), Tocantins (5,38%), Rio Grande do Norte (5,11%), Mato Grosso (4,91%), Alagoas (4,81%), Pará (4,32%), Ceará (3,22%), Distrito Federal (3,08%), Bahia (3,04%), Goiás (2,53%) e Rio Grande do Sul (2,21%).

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian



FGV registra Alta do IPC-C1 em Março de 2012


O estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1) registrou alta de 0,55% no mês de março, sendo que nos últimos 12 meses o acumulado do índice foi de 5,09%.

No mesmo mês, o IPC-BR teve alta de 0,6%, sendo que o acumulado dos últimos 12 meses foi de 5,5%.

Das oito classes analisadas, cinco grupos sofreram aumento no indicador. O setor de Alimentação passou de -0,04% para 0,62%; a Habitação saiu de 0,38% para 0,72%; o segmento de Saúde e Cuidados Pessoais cresceu de 0,39% para 0,77%; o Vestuário foi de -0,04% para 0,59% e o setor de Educação, Leitura e Recreação saiu de 0,16% para 0,75%. As acelerações foram motivadas principalmente pelos seguintes itens: carnes bovinas, taxa de água e esgoto residencial, artigos de higiene e cuidado pessoal, roupas e show musical.

Já segmento de Despesas Diversas apresentou o mesmo resultado da avaliação anterior, ou seja, 0,27%.

Por fim, os segmentos de Transportes e Comunicação registraram recuo, o primeiro passou de 0,71% para 0,13% e o segundo passou de 0,06% para -0,34%. As taxas de telefone e de ônibus urbano foram os itens que mais influenciaram estes resultados.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo



CNI – Brasileiros estão satisfeitos com a vida


O Índice de Satisfação com a Vida, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou leve queda, segundo relatório divulgado na quarta-feira (28/03). Apesar disso, os brasileiros ainda estão satisfeitos com a vida que levam.

O índice é feito trimestralmente e, neste mês, quando comparado a dezembro do ano passado, teve retração de 0,5%, passando de 105,3 pontos para 104,8 pontos. A pesquisa completa também avalia o Índice de Medo do Desemprego, que totalizou 73,5 pontos, sofrendo queda de 3,9% se comparado a dezembro. O resultado indica que os brasileiros acreditam na estabilidade do índice de empregos.

De acordo com o gerente executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, a satisfação da população é devido ao fato de a crise mundial não ter afetado diretamente as pessoas. Isto aconteceu porque a economia continuou crescendo, assim como a criação de novas vagas de emprego, a renda e a oferta de crédito.

Por regiões, a que contém o maior número de pessoas satisfeitas é o Sudeste, com 106,6 pontos. As cidades com mais de 100 mil habitantes também contêm o maior número de brasileiros contentes, com 106,1 pontos.

Por Matheus Camargo

Fonte: CNI



Índice de Confiança do Consumidor (ICC) – Março de 2012


A confiança do consumidor registrou alta no mês de março, quando comparado a fevereiro deste ano, segundo a pesquisa do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Os dados divulgados na segunda-feira (dia 26 de março) demonstraram que o crescimento no indicador foi de 2,8%, sendo que o ICC passou de 119,4 pontos para 122,7 pontos. Este foi o nível mais alto desde julho do ano passado, quando foram registrados 124,4 pontos.

O ICC avalia cinco itens que compõem a Sondagem de Expectativas do Consumidor. Avaliando-se os quesitos, foram registradas melhoras nas avaliações sobre o momento atual e também quanto ao esperado para os próximos meses.

O Índice da Situação Atual (ISA) teve alta de 1,6%, indo de 140,5 para 142,7 pontos. Já o Índice de Expectativas apresentou resultados melhores, com alta de 3,6%, passando de 108,3 para 112,2 pontos.

Ainda segundo a pesquisa, 29,8% dos consumidores acreditam que a situação econômica do país é positiva. Já 17,6% têm avaliação ruim sobre o momento atual.

O item que mais influenciou a alta do ICC foi a intenção de compras de bens duráveis.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas

Por Matheus Camargo



Inflação apresentou alta em janeiro de 2012


O Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados oficiais sobre a inflação no país. De acordo com o instituto a inflação de janeiro de 2012 foi de 0,56%. Esse número teve como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e apresentou aumento se comparado a dezembro, que foi de 0,5%

De acordo com os dados do IBGE, nos últimos 12 meses a taxa acumulada sofreu uma alta de 6,22%, número abaixo do resultado apresentado nos 12 meses anteriores que foi de 6,5%. No último mês a taxa teve uma variação de 0,83%. 

Os fatores que mais influenciaram o resultado foram os reajustes com relação à alimentação e bebidas que foram de 0,86% e o reajuste em transportes, 0,69%, esses dois fatores juntos representam 61% do IPCA. 

Vale lembrar que o IPCA é responsável por medir a inflação para famílias com renda de até 40 salários mínimos.

Neste ano foram incorporados os resultados dos gastos de consumo da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. 

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é o responsável por medir a inflação das famílias que possuem renda de até 6 salários mínimos, teve um aumento de 0,51% em janeiro, a mesma de dezembro.

Por Joyce Silva



AbrasMercado – Alta em abril de 2011


Ao divulgar os números referentes ao Índice Nacional de Vendas, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) afirmou que a Páscoa foi bastante positiva para o segmento. Não à toa, em abril as vendas reais de supermercados avançaram 13,60% em relação ao mês igual de 2010 e outros 7,17% sobre março de 2011.

Na mesma ocasião do anúncio, realizado em 25 de maio, a associação expôs os índices da AbrasMercado em parceria com a empresa de pesquisa de mercado GfK. Considerando 35 produtos consumidos em ampla escala, o indicador subiu 1,05% entre março e abril. No comparativo anual, ou seja, contra o quarto mês de 2010, o crescimento chegou a 7,59%.

Os números indicam, deste modo, que a cesta passou de R$ 279,32 para R$ 300,52. De todos os produtos consultados, a batata, com margem positiva de 28,04%, a cebola, com incremento de 14,73%, o feijão, com alta de 5,27%, e o extrato de tomate, com aumento de 5,18%, foram os que mais contribuíram para a elevação da AbrasMercado. Em contrapartida, as principais baixas ocorreram no tomate, com decréscimo de 14,63%, no açúcar, -2,25%, na farinha de mandioca, -1,70%, e no queijo mussarela, -1,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) registrou queda na 3ª quadrissemana de maio de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), registrou queda na taxa de variação da 3ª quadrissemana de maio, para 0,47%, ante 0,56% delineada na 2ª quadrissemana do mês.

Dos sete grupos pesquisados, quatro assinalaram baixas em seus índices, com destaque para Saúde, cuja taxa cedeu de 1,36% para 0,98%. Em seguida, de acordo com o levantamento, figuraram as categorias Despesas Pessoais, com queda de 0,91% para 0,61%, Transportes, com arrefecimento de 0,87% para 0,59%, e Habitação, de 0,33% para 0,28%.

No sentido oposto, revela a FIPE, a maior alta na taxa de variação da 2ª para a 3ª prévia do mês foi encabeçada pelo grupo Alimentação, com avanço de 0,20% para 0,34%. Na categoria Vestuário o índice subiu de 1,13% para 1,17% e em Educação de 0,06% para 0,07%.

O IPC é formado com base em informações de famílias com renda de um a 20 salários mínimos mensais (R$ 545 a R$ 10.900).

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC avançou para 1,67% na 2ª prévia de maio de 2011


A atual expansão do setor imobiliário promove acesso de praticamente todas as classes sociais a uma moradia mais segura, com todos os recursos geridos pela Constituição do país. Em grandes centros ou periferias, as construtoras têm aumentado a oferta de imóveis novos, adquiridos nas plantas.

Durante o período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é utilizado como indexador para o reajuste das parcelas do financiamento. De acordo com dados difundidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na quarta-feira (18 de maio), a variação do indicador chegou a 1,67% no segundo decêndio de maio, taxa bastante superior à registrada no período similar de abril, de 0,50%.

A FGV assinala que o índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu de 0,27% para 0,50%. O índice concernente ao custo da Mão de Obra variou com maior consistência, de 0,75% do segundo decêndio do mês passado para 2,90% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou crescimento na 2ª prévia de maio de 2011


Enquanto o consumidor volta seus olhos aos preços da gasolina, outros itens também apresentam altas e baixas. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) sondado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) acelerou de 0,65% do segundo decêndio de abril para 0,97% no período análogo de maio.

Das sete classes de despesas examinadas seis registraram alta em suas variações. O destaque, neste caso, ficou a cargo da categoria Alimentação, cujo índice passou de 0,64% para 1,09%. Em seguida figuraram os grupos Vestuário, com aceleração de 0,97% para 1,61%, Habitação, de 0,31% para 0,71%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,72% para 1,11%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,29% para 0,31%.

De acordo com os grupos respectivos, as principais altas ocorreram nos itens: roupas, cujo incremento foi de 0,98% para 2,05%; tarifa de eletricidade residencial, de 0,21% para 1,73%; medicamentos em geral, de 1,02% para 3,26%; cigarro, de 0,86% para 1,13%; e show musical, de -0,56% para 1,75%.

A única categoria que apresentou baixa foi Transportes, uma vez que sua taxa arrefeceu de 1,71% para 1,61%. Neste caso, os principais decréscimos ficaram por conta do álcool combustível (etanol), de 15,58% para 0,25%, e seguro facultativo para carros, de 2,18% para -0,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou crescimento na 2ª prévia de maio de 2011


Com a economia em movimento de desaceleração, o governo brasileiro passou a adotar discursos mais cautelosos em relação ao presente e ao futuro do país. Na finalidade de conter o ânimo dos consumidores devido a uma possível volta da inflação em níveis céleres, o Banco Central (BC) restringiu o acesso ao crédito e iniciou ciclo de alta da taxa básica de juros, a Selic.

Embora o período de acentuação pareça ter chegado ao limite, inclusive voltando a arrefecer, o panorama atual ainda preocupa. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou variação de 0,66% no segundo decêndio de maio, taxa 0,11% acima da do período igual de um mês atrás (0,55%).

A FGV assoalha que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,40% entre os dias 21 de abril e 10 de maio, inferior ao percentual do período imediatamente precedente, de 0,51%. O maior contribuinte à baixa partiu da subcategoria alimentos processados, cuja variação foi de 0,96%, contra -0,85% de antes.

O levantamento da FGV assinala que a taxa da categoria Bens Intermediários subiu de 0,51% do segundo decêndio de abril para 0,75% de agora. O destaque ficou por conta da subcategoria materiais e componentes para manufatura, cujo índice avançou de 0,58% para 0,88%.

A taxa relativa a Matérias-Primas Brutas acelerou para a alta de 0,24%, ante 0,07%. Os componentes que mais pressionaram esse avanço foram: minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca. No sentido inverso, algodão em caroço, soja em grão e laranja descreveram os itens de maior baixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA – Queda em maio de 2011


Com base em preços colhidos entre os dias 11 de abril e 10 de maio, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (16 de maio) dados referentes ao Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período apresentou breve desaceleração em comparação ao estudo anterior. A taxa de antes, de 0,56%, passou para 0,55%.

A FGV avalia que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) arrefeceu para 0,26% no atual levantamento, contra taxa antecedente de 0,49%. O índice relativo a Bens Finais caiu de 0,86% do mês de abril para 0,23% em maio, pressionado pelo subgrupo alimentos processados, cuja variação caiu de 0,29% positivo para 0,74% negativo. Bens Finais, que desconsidera os subgrupos combustíveis e alimentos in natura, por sua vez, baixou de 0,23% para -0,08%.

Acréscimo foi constatado, por outro lado, na categoria Bens Intermediários, cuja taxa saiu de 0,49% do estudo precedente para 0,90% de agora. Das cinco subcategorias analisadas quatro registraram aceleração. O índice atinente a Bens Intermediários, sondados sem as subcategorias lubrificantes e combustíveis voltados à produção, avançou de 0,46% para 0,89%.

De acordo com a FGV, a taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas recuou de 0,07% para -0,52%, com destaque para as baixas do algodão em caroço, da laranja e de bovinos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor apresentou crescimento em abril de 2011


Adquirir um ou mais produtos e diversos serviços pode fazer com que o consumidor, de qualquer faixa de renda, entre no rol de inadimplentes. Essa situação, nada agradável, pode ser consertada, grosso modo, com uma melhor educação financeira, algo tão recomendado por economistas.

No entanto, parece que os brasileiros não estão seguindo algumas regrinhas básicas. De acordo com o Indicador de Inadimplência do Consumidor relacionado pela Serasa Experian, a inadimplência avançou pelo segundo mês consecutivo em abril, com alta de 1,5% em comparação a março.

A Serasa avalia que essa situação provém do aumento gradual dos índices inflacionários, assim como do próprio endividamento do consumidor, que ainda com a confiança elevada (reflexo de 2010) continua sua procura por novos bens.

O aumento da inadimplência no mês passado, por sinal, foi motivado pelos gastos realizados em feriados prolongados. No período, o índice só não cresceu mais (negativamente) porque o mês contou com 19 dias úteis.

A Serasa aponta que no confronto anual de abril, a inadimplência do consumidor pulou 17,3%. No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, taxa mais assustadora: 20,3%.

O consumidor precisa ter mais que nunca precaução, sobretudo no 2º semestre de 2011. No ano passado, as dívidas adquiridas com veículos, moradia e outros quesitos de valores mais elevados podem começar a ser mais sentidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou alta em abril de 2011


Dias agitados permeiam os principais noticiários do país. Após o assunto da morte de Osama Bin Laden pelas tropas norte-americanas, um dos motes que mais aparece nos noticiários é o temor por uma possível volta da inflação, tanto que coube a Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), intercederem oralmente.

Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração na taxa do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de 0,61% para 0,50% entre os meses de março e abril. Enquanto isso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu de 0,71% para 0,95%, com destaque para a categoria Transportes.

Outro indicador salientado pela FGV na segunda-feira (9 de maio) foi o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC). No período, a taxa saltou de 0,43% para 1,06%, mas mesmo assim, apenas o item Mão de Obra teve índice em elevação, de 0,37% do mês antepassado para 1,74% no período seguinte. Exerceram sentido contrário os componentes Materiais & Equipamentos, com baixa de 0,52% para 0,46%, e Serviços, de 0,34% para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou alta em abril de 2011


O consumidor brasileiro passou a protestar contra a alta da gasolina em quase todos os postos brasileiros, alguns lugares já bem próximos de R$ 3 por litro abastecido. Para evitar qualquer tumulto desagradável, lideranças do governo afirmam que o preço começará a cair nas próximas semanas.

Mesmo assim, cabe ilustrar ao leitor o recente levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que acusou decréscimo de 0,61% para 0,50% do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) entre março e abril. Cerceando o mesmo estudo, a entidade registrou alta para 0,95% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do mês, contra 0,71% de março.

De acordo com a FGV, em todas as classes de despesa foram constatadas altas, com destaque justamente para a ala Transportes, cujo índice subiu de 1,23% para 2,10%. O preço da gasolina foi o destaque, com avanço de 1,58% para 5,98%, seguido também pelo famigerado caso de alta do álcool combustível, de 9,32% para 10,47%.

As taxas nas demais categorias, como já citado, seguiram essa demarcação. Em Despesas Diversas, o índice passou de 0,07% para 0,81%, em Saúde e Cuidados Pessoais de 0,68% para 1,10%, em Vestuário de 1,01% para 1,34%, Alimentação de 0,98% para 1,04%, Habitação de 0,41% para 0,47% e Educação, Leitura e Recreação de 0,98% para 1,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Abril 2011


No intuito de conter o consumo do brasileiro, o Banco Central (BC) adotou uma série de medidas, com início no final do ano passado, então estendidas para 2011. A principal delas, que deveria afetar diretamente consumidores e empresas, foi a restrição ao crédito, mas até agora poucas novidades plausíveis em relação às intenções da instituição financeira.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) manteve estabilidade entre março e abril, em 135 pontos. No confronto com o quarto mês de 2010, o indicador registrou incremento de 3,1%, mostrando, portanto, bons ares no concernente à condição econômica dos lares paulistanos.

O ICF indica bom patamar de satisfação quando o número registrado ultrapassa a barreira de 100 pontos, pois o indicador leva em conta informações de zero a 200 pontos. A Fecomercio pondera que os dados de abril devem continuar a ribombar durante o atual semestre e que as medidas do BC foram sentidas com mais ênfase ainda no primeiro bimestre de 2011.

O levantamento ilustra ascensão de 5,7% no componente Acesso a Crédito em abril perante março, retornando, pois, ao patamar de 151,7 pontos delineado em abril de 2010. A Fecomercio avalia que esse avanço pode ser entendido como um reajuste normal em relação à baixa acumulada de 13,2% entre os meses de dezembro do ano passado e março deste.

O elemento Renda Atual cresceu 1,8% na base comparativa mensal, para 151,8 pontos. O Emprego Atual, dentro do quesito, aumentou 1,9%. As duas situações na óptica da Fecomercio denotam reflexos dos patamares econômicos de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pontualidade no pagamento de micro e pequenas empresas chega a 94,6%


Ter negócio próprio é o grande desejo de parte da população. Algumas pessoas não precisam necessariamente de cursos de graduação, especialização e técnicos para gerir seu estabelecimento, enquanto outros profissionais, porém, buscam por meio de professores, livros e trocas de experiências com colegas informações para conduzir bem um empreendimento.

Administrar o caixa é um dos fundamentos. Qualquer problema relacionado a isso pode acarretar decreto de falências. Segundo a Serasa Experian, a pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas atingiu índice de 94,3% no mês passado, ou seja, a primeira retração registrada em 22 meses no comparativo anual (em março de 2010 a taxa chegou a 94,6%).

A última situação deste tipo ocorreu em maio de 2009, período em que a crise financeira mundial ainda afetava o país. Porém, a Serasa pondera que o Carnaval, realizado logo no início de março, prejudicou o volume de negócios, situação que somada ao ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia, incidiu na baixa anual.

A Serasa alvitra que os principais recuos foram sentidos nos setores de serviços e industriais, com baixa de 0,9% em cada um no mês passado sobre março de 2010. Por outro lado, o ramo comercial melhorou seu índice ao apresentar elevação de 0,3% na pontualidade, para 94,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S apresentou alta na última semana de março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em 31 de março (sexta-feira) dados referentes ao Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que delineou alta de 0,71%, 0,02% superior ante a taxa descrita no último levantamento. No ano o índice acumula incremento de 2,49% e nos últimos 12 meses, de 5,86%.

A FGV relaciona que a categoria Alimentação foi aquela que apresentou maior variação, de 0,86% da semana passada para 0,98% nesta. As principais contribuições neste grupo provieram de hortaliças e legumes, que estancaram progresso de 6,65% para 7,03%, enquanto carnes bovinas representaram avanço para -1,63%, contra -2,33% de antes, e pescados frescos, cuja taxa passou de 2,46% para 4,31%.

Houve alta também em Vestuário, de 0,89% para 1,01%, em Educação, Leitura & Recreação, de 0,25% para 0,29%, em Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,64% para 0,68%, e em Transportes, de 1,18% para 1,23%. No sentido oposto apareceram Habitação, com decréscimo de 0,47% para 0,41%, e Despesas Diversas, cujo índice passou de 0,40% para 0,07%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Perspectiva do Crédito às Empresas apresentou queda em fevereiro de 2011


A crise financeira mundial foi motivada pela quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos. O efeito gerado por esse princípio atingiu o mundo sorrateiramente, tal qual já fez objetos do espaço ainda na época dos dinossauros. O comparativo, de certo modo irônico, possui alguma similaridade. Durante bom tempo os países de todos os cantos do globo se envolveram numa grande massa negra de perspectivas negativas, ocasionado fechamento de empresas, aumento do desemprego e instabilidades econômicas.

Após vários meses desde que o problema financeiro começou, algumas nações já apresentam bons dados. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) são um dos bons exemplos, com crescimentos trimestrais positivos. Aos brasileiros, porém, determinações do Banco Central (BC) devem diminuir índices e propensão de gastos mais elevados por parte de consumidores e empresários.

O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas erguido pela Serasa Experian registrou queda de 0,4% em fevereiro sobre janeiro, ou seja, a quarta baixa mensal seguida, para 102,1 pontos. Economistas da entidade distinguem que esse dado aponta que as medidas de restrição do BC devem continuar a exercer pressão durante os próximos meses, sobretudo porque o crédito aos consumidores também vem sofrendo impactos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor – Crescimento em março de 2011


O nível de inadimplência do consumidor neste início de ano é aceitável para o período, pois em dezembro houve crescimento expressivo nos números relacionados às compras de presentes, produtos natalinos e viagens de férias. O mês seguinte (janeiro) continuou a registrar gastos dos consumidores, tais como IPVA, IPTU e materiais escolares.

Mesmo com a injeção proferida pelo 13º salário, apenas uma parcela da população se dispôs a economizar. Levantamento realizado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revela que durante março 76% dos 896 consumidores com alguma pendência têm dois ou mais carnês com certo atraso, índice superior aos 73% do período igual de um ano antes e mais ainda em comparação ao mês análogo de 2009 (47%).

O estudo indica que o aumento da inadimplência, que inclui cheques, tem por causa mais evidente o desemprego, que por si respondeu por 56% das justificativas de atraso nas contas. O descontrole de gastos, situação enfrentada por muitos lares brasileiros, é o segundo motivador, com 41% do total.

O levantamento também assinalou que 41% das pessoas sondadas têm entre 21 e 30 anos e que 34% do total ganham de dois a três salários mínimos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



FGV – IGP-M, IPA e IPC – Março de 2011


Indexador utilizado por muitos setores como base de reajuste, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,62% no mês de março, contra taxa de 1,00% de fevereiro.

A FGV também aponta desaceleração no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cujo qual passou da taxa de 1,20% no mês passado para 0,65% em março. O índice referente a Bens Finais contraiu variação de 0,77% no período, contra 0,17% de antes. O índice concernente à categoria Bens Intermediários desacelerou da alta de 0,76% de fevereiro para 0,57% no período seguinte.

Na fase inicial da produção, ressalta a FGV, o índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu de 2,97% em fevereiro para 0,61% em março. Contribuíram para esse decréscimo a soja em grão, com taxa passando de -0,72% para -6,20%, o milho, que decresceu de 9,84% para 1,46%, e o minério de ferro, de 3,80% para -0,05%. Café em grão, bovinos e arroz em casca registraram movimento contrário.

O levantamento da Getúlio Vargas apontou variação de 0,62% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março, quase estável se comparado à taxa de 0,67% de fevereiro. Dos sete grupos sondados pelo estudo quatro apresentaram baixas nos índices.

O grupo Educação, Leitura & Recreação abrangeu a maior diferença no comparativo mensal ao ceder de 1,63% para 0,18%. A categoria Despesas Diversas observou decréscimo de 1,57% para 0,49%, o grupo Transportes de 1,82% para 1,15% e a classe Habitação de 0,51% para 0,47%. No sentido contrário, Vestuário subiu de -0,55% para 0,78%, Alimentação de 0,24% para 0,69% e Saúde & Cuidados Pessoais de 0,33% para 0,62%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) – 3ª prévia de março de 2011


A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou na última sexta-feira (25/03) dados do último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo com famílias de renda entre um e 20 salários mínimos. Na 3ª quadrissemana de março, a taxa do medidor subiu para 0,37%, 0,01% acima do índice registrado na 2ª prévia do mês.

De sete categorias analisadas pelo IPC, quatro registraram decréscimo nos preços, com destaque para Despesas Pessoais, cujo índice arrefeceu para 0,46% na 3ª quadrissemana do mês frente a 0,79% da prévia anterior. No grupo Transportes, revela a Fipe, a taxa passou de 1,07% para 0,94%, em Habitação de 0,42% para 0,34% e em Educação de 0,11% para 0,09%.

Em contrapartida, a alta mais elevada entre todas as categorias analisadas ocorreu em Vestuário, de 0,10% da 2ª prévia de março para 0,56% na 3ª quadrissemana. Em Alimentação o movimento foi igual, mas com diferença mais breve, de -0,41% para -0,13%. A taxa no grupo Saúde saltou de 0,55% para 0,67%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



IBGE – IPCA-15 apresentou queda em março de 2011


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ganha fama popular, infelizmente, durante os Censos. Em todos os meses, de todos os anos, a instituição elucida ao país vários medidores econômicos, como é o caso do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que em março ilustrou variação de 0,60%, taxa abaixo da registrada no mês anterior, de 0,97%.

Responsável por explanar dados acumulados dos últimos três meses do IPCA-15, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) abraçou taxa de 2,35% entre janeiro e março de 2011, superior, portanto, à variação de 2,02% do período igual de um ano antes. Enfatizando os últimos 12 meses, 6,13% foram registrados, também acima do intervalo análogo imediatamente anterior, de 6,08%.

O IBGE aponta ter ocorrido diminuição no IPCA-15 deste mês em função da categoria Educação, uma vez que o efeito dos reajustes sazonais de janeiro se manifestou no mês seguinte. O grupo, pondera o instituto, contraiu acréscimo de 1,03% no primeiro período do ano, pulando para 5,88% em fevereiro.

O destaque no sentido oposto (baixa) ficou ao cargo da categoria Alimentação, cujo índice decaiu para 0,57% em fevereiro, contra 0,46% de antes. Houve quedas e altas nos preços individuais, tanto pelo tomate, com índice aumentando 16,57%, como pelas carnes, com taxa decrescendo 2,33%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abras – Vendas reais em supermercados – Fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do setor supermercadista brasileiro para a Páscoa são as mais otimistas possíveis. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o avanço nas vendas deve chegar a 10,6%, índice parcialmente justificado em função das encomendas mais elevadas de produtos ligados à ocasião.

Enquanto o segmento se prepara, preocupa-se também em divulgar dados passados. Segundo o Índice Nacional de Vendas da Abras, as vendas reais do ramo saltaram 2,77% no mês passado em comparação a fevereiro de 2010, porém recuaram 7,1% no confronto com janeiro de 2011. No acumulado bimestral, a taxa registrada foi positiva: 3,24%.

De acordo com Sussumu Honda, presidente da associação, o arrefecimento de fevereiro contra janeiro era aguardado, pois esse período possui menos dias (28 ao todo, contra 31 do mês imediatamente anterior). Mesmo assim, outros fatores acabaram prejudicando as vendas, como é o caso da volta às aulas e o pagamento de impostos, como o IPVA.

Sussumu, porém, prevê bons índices a partir do próximo mês, que culminará, em sua óptica, no crescimento das vendas em 4% ao final de 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Atividade econômica avançou 0,6% em janeiro de 2011


O Banco Central (BC) previu no relatório Focus desta semana avanço de 4,03% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, índice que se confirmado – deve, efetivamente, apresentar alterações, podendo ser para cima ou para baixo – será quase metade do registrado no ano passado.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Atividade Econômica (ou PIB mensal) cresceu 0,6% em janeiro deste ano perante dezembro de 2010, já com descontos das influências sazonais. No comparativo com o mês análogo de um ano antes, o progresso do indicador chegou a 5,4%.

A Serasa também assinala crescimento de 7,3% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, taxa sucintamente inferior em relação ao PIB de 2010 (7,5%).  O consumo dos lares brasileiros possibilitou o aumento do PIB mensal, uma vez que foi registrado progresso de 0,5%.

O segmento de serviços, de acordo com a Serasa, é um dos principais motivadores em favor da economia brasileira, tanto que em janeiro seu incremento foi de 0,3% em comparação ao mês imediatamente anterior, livre de influências sazonais. Em compensação, a agropecuária e a indústria incitam de maneira negativa o crescimento, com índices de -0,5% e -0,9%, respectivamente, nesse período.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S avançou na 3ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,69% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de março, elevação de 0,05% em comparação ao levantamento anterior.

Das sete classes de despesas sondadas, cinco registraram avanços em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,67% para 0,86%. Os itens que mais apresentaram crescimento nessa categoria foram hortaliças e legumes, com ascensão de 5,51% para 6,65%, e carnes bovinas, que saltaram de -2,80% para -2,33%.

O índice da categoria Vestuário pulou de 0,59% para 0,89%, mesma tendência observada em Educação, Leitura & Recreação, de 0,15% para 0,25%. A taxa no grupo Saúde & Cuidados Pessoais cresceu de 0,62% para 0,64% e de 1,17% para 1,18% se delimitado Transportes.

A FGV aponta decréscimo de 0,74% para 0,40% no grupo Despesas Pessoais, diferença menor em comparação à taxa registrada em Habitação, que arrefeceu para 0,47%, contra 0,52% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no segundo decêndio de março (dados de 21 de fevereiro até o último dia 10) para 0,59%, contra taxa de 0,88% do período igual de fevereiro.

Um dos índices que contribui na composição do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,37% no segundo decêndio deste mês, podendo esta ser considerada uma desaceleração em comparação à taxa anterior, de 0,42%.

Materiais, Equipamentos e Serviços descreveram variação de 0,56% entre os dois decêndios, ante índice precedente de 0,67%. Custo de Mão de Obra, por outro lado, manteve sua taxa anterior, de 0,17%.

O setor da construção civil passou a ser uma das boas fontes de investimento para as pessoas que querem simplesmente ter moradia própria como a outras que almejam lucrar ao comprar e vender, poucos meses depois, um imóvel. Estar atento a esse índice é de vital importância, pois é com ele que construtoras reajustam valores de financiamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) estudado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou desaceleração de alta para 0,59% no segundo decêndio deste mês, contra variação de 0,88% do período igual do levantamento de fevereiro. O estudo compreende o intervalo de 21 de fevereiro a 10 de março.

A FGV assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou baixa de 1,07% para 0,68% na taxa do segundo decêndio de fevereiro para o de março. O Índice relacionado a Bens Finais subiu de -0,24% de antes para 0,69% de agora. Em Bens Intermediários, a variação registrada decaiu de 0,87% para 0,66%.

A taxa pautada em Matérias-Primas Brutas arrefeceu no segundo decêndio de março, para 0,68%, ante 2,86% do período igual de um mês atrás. De acordo com a FGV, a soja em grão, o minério de ferro e o milho em grão apresentaram destaque na queda, sentido diferente do constatado em aves, café e bovinos, que apontaram avanço.

Outro indicador presente no IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou recuo do segundo decêndio de fevereiro para o intervalo igual de março, de 0,54% para 0,45%. Das sete categorias de despesas apreciadas, três contraíram queda em suas taxas, com destaque à classe Educação, Leitura e Recreação, que passou de 1,68% para 0,05%.

Os outros dois grupos, Despesas Diversas e Transportes, apresentaram arrefecimento de 1,39% para 0,42% e de 1,56% para 0,96%, respectivamente.

Na contramão das categorias do IPC descritas acima, Vestuário registrou aceleração de -0,45% para 0,76%, Alimentação de -0,07% para 0,19%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,31% para 0,56% e Habitação de 0,48% para 0,53%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fipe – IPC Paulista – Queda na 2ª prévia de março de 2011


A nova prévia deste mês do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), registrou índice de 0,36%, diferença de 0,08% em comparação ao 0,44% abalizado na primeira quadrissemana de março.

Dos sete componentes sondados pela Fipe, apenas um apresentou aceleração na taxa: Transportes, que passou de 0,89% da quadrissemana anterior para 1,07% no levantamento mais recente.

O grupo de maior destaque no recuo foi Despesas Pessoais, ao registrar desaceleração da alta de 1,12% da 1ª leitura do mês para 0,79% na 2ª quadrissemana. A categoria Habitação decresceu de 0,58% para 0,42% na mesma base de comparação, seguida por Saúde, que arrefeceu de 0,69% para 0,55%.

A taxa registrada no grupo Educação chegou a 0,19% na 2ª prévia de março, ante 0,11% de antes, enquanto Vestuário baixou de 0,16% para 0,10% e Alimentação de -0,39% para -0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Consultas de cheques e vendas a prazo – Queda na 1ª quinzena de março de 2011


O Carnaval deste ano ocorreu num momento propício em termos econômicos. Com o aquecimento da economia do país no ano passado, alguns dos bons índices se estenderam a 2011, próximo ao limiar entre as previsões de baixa do consumo da população e diminuição do ímpeto na procura por crédito.

Mesmo com os impostos e despesas de início de ano, tais como IPVA e gastos com materiais escolares, os dados em relação ao feriado prolongado, de Carnaval, devem ser consideravelmente positivos, sobretudo no segmento turístico.

Dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) indicam, entretanto, que as vendas realizadas a prazo na primeira quinzena de março no comércio da cidade de São Paulo baixaram 5,2% em relação ao período igual de um ano antes. Outro ponto passível de consideração foi o de menor índice (-9,8%) de consultas de cheques no Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), na mesma base comparativa anual.

A associação aprecia que essa baixa refletiu o menor número de dias úteis em março de 2011 contra o mês igual de 2010, pois o Carnaval de um ano atrás foi comemorado em fevereiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Inadimplência das Empresas – Crescimento em janeiro de 2011


O bom 2010 para a economia brasileira levou quase todos os consumidores e empresários a encararem com mais otimismo suas condições financeiras. A população passou a adquirir bens de valores mais elevados, como serviços diversos, enquanto empreendedores, inclusive do exterior, aumentaram suas margens de investimentos.

Após os números registrados em praticamente todos os meses do ano passado, por quase todos os setores, alguns índices começam a apresentar queda. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência das Empresas, houve avanço de 0,3% no número de empresas inadimplentes em janeiro deste ano em comparação a dezembro de 2010, para 86,1 pontos no período.

A Serasa indica ser esse o primeiro avanço mensal do indicador depois de 20 meses seguidos de baixas. As perspectivas mais amenas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) convergem com o panorama desenvolvido pelo medidor, uma vez que ele tem por característica antever os abalos periódicos da inadimplência em cerca de seis meses.

Em suma, a probabilidade de aumento da inadimplência das empresas é quase certa, mas em índices ligeiros. As medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC) refletem sobre o índice divulgado, situação já prevista desde que a iniciativa fora abordada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



IPC-S – Variação de 0,64% na 2ª prévia de março de 2011


Dados sondados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,64% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 15 de março, taxa superior à constatada no levantamento anterior, de 0,59%. A entidade revela que das sete categorias de despesas sondadas, quatro registraram aumento em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,54% para 0,67%.

O item de maior destaque na classe anteriormente citada foi frutas, com acréscimo para 2,46%, contra 1,46% de antes, seguido por carnes bovinas, que após um período de baixas avançou de -3,10% para -2,80%. Hortaliças e legumes completam a lista, uma vez que a despesa subiu de 5,38% para 5,51%.

O grupo Vestuário arcou com alta de -0,16% para 0,59%, mesma tendência observada na categoria Transportes, que saltou de 1,08% para 1,17%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,54% para 0,62%.

As demais categorias examinadas pela FGV, diferentemente, registraram arrefecimento em suas taxas. São elas Despesas Diversas, de 1,08% para 0,75%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,26% para 0,15%, e por fim Habitação, de 0,59% para 0,52%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC apresentou queda em março de 2011


A manutenção da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de materiais de construção, até 31 de dezembro, foi obtida graças à potencialidade do ramo e o fato de os índices serem importantes para o almejado crescimento do Brasil, entre os quais está a infraestrutura.

Especialistas da área acreditam que 2011 será um ano igualmente bom e importante para o ramo se citado 2010. Grande número de empreendimentos deverá ser entregue nos próximos meses, na medida em que lançamentos e pré-lançamentos são anunciados semanalmente por todo o país, seja por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, seja sem qualquer benefício dessa categoria.

Refletindo diretamente as ações pelo setor, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,33% neste mês, taxa abaixo da constatada em fevereiro, de 0,42%. Dos três grupos sondados no levantamento, dois historiaram baixa em seus índices, com destaque para Serviços e Mão de Obra, que arrefeceram de 1,50% para 0,53% e de 0,12% para 0,11%, respectivamente.

A taxa relacionada à categoria Materiais e Equipamentos, porém, acelerou para 0,55% em março, contra índice de 0,50% do mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-10, IPA e IPC apresentaram queda em março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em sua página virtual dados sobre o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período do dia 11 de fevereiro a 10 de março registrou variação de 0,84%, discretamente inferior à taxa constatada no mês passado, de 1,03%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) cerceou índice de 0,99% neste mês, contra variação de 1,16% de antes. Entre fevereiro e março, Bens Finais minutou alta de -0,19% para 0,94%, com destaque para a subcategoria alimentos processados, que saltou de -1,72% para 0,48%. A FGV assinala que Bens Intermediários computou taxa de 0,67% no período (março), diferença de 0,20% em relação ao índice antecedente (0,87%).

A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 3,10% em fevereiro para 1,48% no novo levantamento. As maiores contribuições para a baixa provieram do minério de ferro, da soja e do milho em grão.

A fundação também ilustra baixa no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de fevereiro a março. No primeiro período, a taxa registrada foi de 0,92% e no segundo, de 0,59%. Das sete categorias analisadas, três delinearam arrefecimento em seus índices, com ênfase para a Educação, Leitura & Recreação, de 2,69% para 0,20%. Transportes e Despesas Diversas decaíram de 2,45% para 1,10% e de 1,43% para 0,98%, respectivamente.

Os demais grupos – Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Habitação e Alimentação – descreveram sentido inverso, com destaque para o primeiro acima citado, que avançou de -0,30% para 0,28%. Nos demais, a aceleração registrada foi de 0,38% para 0,54%, de 044% para 0,53% e de 0,54% para 0,57%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Demanda do Consumidor por Crédito – Queda em fevereiro de 2011


As medidas de contenção de crédito levadas adiante pelo Banco Central (BC) começaram a apresentar os primeiros e almejados sinais positivos para o controle da inflação. O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, recuou quase 2% entre janeiro e fevereiro deste ano, para 65,3% ao final do segundo período.

Com este, outros indicadores representam qual será o ambiente econômico brasileiro daqui em diante: crescimento, mas em níveis mais amenos.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, o número de pessoas que buscou crédito arrefeceu 1,2% entre janeiro e fevereiro deste ano, ou seja, a segunda baixa mensal seguida, pois no primeiro mês do ano a taxa cedeu 6,7% em relação ao período imediatamente anterior.

Embora o índice seja negativo, no confronto anual (fevereiro de 2010) houve melhora na taxa em 19,9%. A Serasa indica que o resultado foi motivado pelo Carnaval, que em 2011 passou para março – em 2010 caiu em fevereiro, ou seja, menos dias úteis. De acordo com a Serasa, levando-se em consideração o primeiro bimestre de 2011 o Indicador da Demanda acumula progresso de 16,3% em detrimento aos dois primeiros meses do ano passado.

Como já mensurado no início deste artigo, as medidas levadas adiante pelo BC incidiram diretamente no resultado. No decorrer do ano os índices devem ser estabilizados, mas se considerada a forte base comparativa de 2010, poderão ser negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Confiança na economia – IEF apresentou queda em fevereiro de 2011


O crescimento da economia brasileira, em 2010, foi um dos mais notórios em todo o mundo. Após dados sintetizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chegou-se à conclusão de que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5% no ano em comparação a 2009 (que havia recuado 0,2% em relação a 2008, o grande período da crise financeira global).

A confiança dos consumidores e empresários foi uma das principais e boas constatações. Contudo, alguns pontos começaram a apresentar recuo em 2011, entre os quais o Índice de Expectativas das Famílias (IEF), que recuou de 67,2% em janeiro para 65,3% no mês subsequente. Especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) acreditam que as medidas de restrição adotadas pelo governo, ao final do ano passado, e a diminuição no entusiasmo da população referente ao futuro explicam a baixa no indicador.

De acordo com Marcio Pochmann, presidente do instituto, de cada duas famílias consultadas uma afirmou possuir dívidas. Não bastasse esse fator, eis que surge outro: menos lares capazes de quitar contas atrasadas.

A pesquisa revela que para 15,4% das famílias o pagamento de todas as dívidas é possível, índice bem abaixo do registrado em janeiro (19,2%). Os lares aptos a quitar parcialmente seus débitos também diminuíram tal disposição, de 46,4% no início de 2011 para 44,5% em fevereiro.

Entretanto, Pochmann assevera que a maior discrepância ocorreu justamente nos lares sem condições de pagar qualquer dívida contraída, uma vez que a taxa neste quesito saltou de 32,2% para 37,7%.

Os propósitos do governo, tais como controlar a inflação por meio de medidas restritivas, parecem começar a dar certo. Aos poucos a população realmente perde o entusiasmo em sair às compras. O ímpeto visto em 2010, aos poucos, se esvai.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea



FGV – IPC-S apresentou crescimento na 1ª prévia de março de 2011


Informações expressas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) salientam que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) variou 0,59% na semana de 7 de março, taxa 0,10% superior à constatada no levantamento anterior. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram avanço em seus índices, com destaque para Alimentação, ao passar de 0,12% para 0,54%, então estimulada pelas frutas, subgrupo que avançou para -0,42%, contra 1,46% de antes.

A FGV enfatiza que a taxa em Saúde & Cuidados Pessoais pulou de 0,41% para 0,54%, incentivada pela alta proveniente de dentistas (0,39% para 0,72%), enquanto a Habitação apresentou alta de 0,58% para 0,59% e Vestuário, por sua vez, de -0,17% para -0,16%.

Diferentemente das classes acima, a taxa na categoria Educação, Leitura & Recreação recuou de 0,44% para 0,26%, a de Despesas Diversas de 1,49% para 1,08% e a de Transportes de 1,16% para 1,08%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Inadimplência dos consumidores paulistas apresentou alta em fevereiro de 2011


O cenário econômico brasileiro, no ano passado, correspondeu às perspectivas de economistas, políticos e instituições. Dados reunidos e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5% em 2010 em comparação a 2009.

As medidas de estímulo adotadas no ano passado incidiram positivamente sobre o aumento da confiança do consumidor e sobre a estabilidade da economia. De acordo com a Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), o nível de endividamento do consumidor paulista pulou de 51,2% em janeiro para 53,8% no mês passado.

Outro indicador que revelou tendência semelhante foi o de contas em atraso, que no início do ano era de 14,7%, avançando para 15,3% no estudo mais recente. A Fecomercio assinala que o paulista está mais confiante com a economia no início de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes em virtude do aumento da massa salarial real e do índice de ocupação.

Em termos mais detalhados, no mês passado 34,3% dos paulistas revelaram ter dívidas por mais de 365 dias, índice mais alto em comparação ao endividamento constatado de três a seis meses (25%) e mais elevado ainda ante os 22,5% referentes a débitos inferiores a três meses.

Os números poderão melhorar após o término do primeiro trimestre, pois a obrigação com o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) aos que possuem carros, bem como o início do ano escolar, permitirão mais dinheiro sobrando em caixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 apresentou alta em fevereiro 2011


O crescimento da economia brasileira deverá ser mais ameno neste ano, mas poucas pessoas parecem ter sentido os efeitos das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final do ano passado. Por enquanto, as dificuldades se baseiam no pagamento do IPVA e do IPTU e na aquisição de materiais escolares. Após o primeiro trimestre, possivelmente, as iniciativas da entidade monetária ficarão mais claras.

Independente deste fato simplesmente introdutório, informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,32% do Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de fevereiro. A elevação, portanto, contribui para o acúmulo da taxa em 1,72% desde janeiro e 6,79% nos últimos 12 meses.

Dos sete grupos cerceados pelo estudo, cinco registram baixa em seus índices. Transportes cedeu de 5,11% para 0,89%, Educação, Leitura & Recreação arrefeceu de 3,51% para 0,25%, Alimentação de 1,32% para 0,05%, Vestuário de 0,06% para -0,20% e Saúde & Cuidados Pessoas, finalmente, de 0,27% para 0,11%.

Diferentemente dos grupos anteriores, Despesas Diversas ilustrou avanço para 2,02% em fevereiro, contra variação de 0,45% do levantamento anterior. Habitação, por sua vez, saltou de 0,26% para 0,38%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Selic – Nova alta da taxa gera opiniões contraditórias


A nova alta da Selic, a taxa básica de juros da economia, em meio ponto percentual, para 11,75% ao ano, é justificada pelo Banco Central (BC) como medida para conter o avanço da inflação. O anúncio, como já esperado, desagradou a muitos setores que estavam ansiosos pela manutenção do índice anterior, de 11,25%.

Para Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o incremento da Selic não leva em consideração o atual ambiente de aumento de preços e da atividade econômica pelo país. Em sua visão, indicadores recentes atestam já existir desaquecimento nas atividades, situação originada a partir das medidas de contenção de crédito adotadas pelo próprio BC, bem como a desvalorização cambial.

Andrade atesta que o aumento da inflação é resultado do avanço dos preços das commodities no mercado global e dos alimentos, ambos sem influência da taxa de juros do país. Contudo, essa alta gera fenômenos negativos em relação à produção da indústria e em relação aos investimentos, tão importantes no ano passado.

A medida realmente gera opiniões contrárias. O país precisa dar continuidade e incitar o consumo sustentável dos brasileiros. As perspectivas para o Produto Interno Bruto (PIB) são mais modestas em 2011. Em analogia, muitos consumidores sentem-se como crianças quando lhe são tirados pirulitos da boca. Em 2010 houve muito estímulo, gerando endividamento, e neste ano ocorrerá a contenção.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Demanda Doméstica eleva o PIB de 2010 para 7,5%


Os bons números da economia brasileira no ano passado foram cruciais para a constatação de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, conforme anúncio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira, 3 de março. O índice, deste modo, converge com as expectativas de meses enunciadas pelo Banco Central (BC) e por economistas.

Comunicado divulgado pelo BC salienta que a expansão do PIB ratifica que a economia do país iniciou novo ciclo de crescimento após a célere recuperação dos efeitos gerados pela crise econômica mundial do biênio 2008 e 2009. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dadas oportunidades, relacionava que o colapso seria apenas uma “marolinha”. Mesmo em tom de deboche, sua fala pode ser levada mais a sério.

O BC avalia que a demanda doméstica continua sendo a grande base de apoio da economia, pois o consumo dos lares brasileiros obteve alta de 7%, o sétimo ano consecutivo dessa recorrência. A partir dessa constatação, o aumento do número de empregos ofertados e preenchidos, o crescimento da renda e o acesso ao crédito são, efetivamente, os fatores que estimularam a expansão desse componente.

Como se comportará o país em 2011 diante dos números anunciados? Certamente, a forte base de comparação do ano passado levará alguns índices para baixo, mas nada que desestimule consumidores e empresários. Mesmo com o novo anúncio de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 11,75%, é hora de manter tranquilidade e confiança, mesmo que para isso o consumo precise ser reduzido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Fecomercio – ICF apresentou queda em fevereiro de 2011


O início do ciclo de aperto monetário instaurado pelo Banco Central (BC) começou a dar os primeiros sinais de sucesso. A intenção do governo é evitar que a inflação se eleve nem que para isso seja necessário aumentar em mais alguns décimos a taxa básica de juros da economia, a Selic de 2011.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela por meio do Índice de Consumo das Famílias (ICF) que o consumo dos lares paulistanos recuou 3,8% no mês passado em comparação a janeiro, para 136,2 pontos. Esta, diga-se de passagem, é a segunda baixa seguida do indicador.

Apesar dessa queda, o ICF se mantém positivo, pois numa escala entre zero e 200 pontos há constatação de satisfação das condições financeiras da família quando o indicador supera 100 pontos. De acordo com a Fecomercio, o arrefecimento reflete o crescimento do endividamento da população.

O Nível de Consumo Atual, integrante do ICF, cedeu 15,2%, chegando a 98,9 pontos em fevereiro, apontando, portanto, que as medidas adotadas pelo governo estão surtindo os efeitos esperados. O Acesso ao Crédito, por sua vez, caiu 7,9% entre os dois períodos, para 148,9 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) – Queda na 4ª prévia de fevereiro de 2011


Novo levantamento do Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) avalia que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC), baseado na faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, voltou a desacelerar. Na 4ª quadrissemana de fevereiro, o índice caiu para 0,60%, contra 0,70% de antes.

Dos sete grupos abrangidos pelo IPC do Fipe,quatro registraram queda em suas taxas, com destaque para Educação, que recuou de 1,50% na 3ª quadrissemana para 0,32% no estudo atual. O índice em Transportes arrefeceu de 1,87% para 1,16%, a taxa em Saúde diminuiu de 0,85% da prévia anterior para 0,72% de agora e a de Vestuário, de -0,01% para -0,03%.

Na contramão do descrito acima, a alta mais relevante foi registrada em Despesas Pessoais, de 1,09% da 3ª prévia de fevereiro para 1,24% da 4ª quadrissemana do mês. O Grupo Alimentação, por sua vez, contabilizou incremento para -0,17%, contra -0,31% de antes, e Habitação, por fim, de 0,69% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



FGV – IPC-S apresentou queda na última semana de fevereiro de 2011


Apresentado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 1º de março, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 28 de fevereiro variou 0,49%, taxa inferior à registrada no levantamento anterior, de 0,61%. No ano, observa a entidade, o indicador acumula índice de 1,77% e nos últimos 12 meses, de 6,02%.

A FGV pondera que de todos os grupos constatados foi o de Transportes que registrou a maior contribuição ao decrescer de 1,76% para 1,16%. Além deste, Educação, Leitura & Recreação cedeu para 0,44%, contra 1,16% de antes, Alimentação de 0,17% para 0,12% e Despesas Diversas para 1,49%, ante 1,51% do estudo antecedente.

Por outro lado, a FGV contabilizou alta nos índices de variação em Vestuário, que subiu de -0,65% para -0,17%, em Habitação, de 0,54% para 0,58%, e em Saúde & Cuidados Pessoais, que progrediu discretamente, de 0,40% para 0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – ICI apresentou queda de 0,3% entre janeiro e fevereiro de 2011


Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 28 de fevereiro expuseram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 0,3% entre janeiro e fevereiro deste ano, de 112,8 do mês passado para novos 112,5 pontos. Com essa informação, trata-se do segundo recuo seguido do indicador.

A FGV ressalta que o Índice da Situação Atual (ISA) continua no nível de 112,1 pontos, considerado o mais ameno desde dezembro de 2009, ocasião em que 111,9 pontos foram registrados. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, arrefeceu para 112,8 pontos entre janeiro e fevereiro de 2011, diferença de 0,7% entre os períodos.

Entre vários pontos a se destacar, as perspectivas dos empresários do setor industrial quanto ao progresso da produção pelos próximos meses baixou para 134,6 pontos em fevereiro, o menor patamar registrado desde agosto do ano passado.

Esses indícios condizem com as perspectivas menos positivas sobre a economia brasileira neste ano. A diferença da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) poderá superar três pontos percentuais, pois para 2010 há previsões de índice na casa de 7,5%; para 2011 em 4,3% e a 2012, porém, 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Economia Brasileira – Consumidores continuam otimistas em 2011


As previsões de desaceleração da atividade econômica brasileira se confirmam semana a semana. Depois de um ano de vasta expansão por todo o país (2010), eis que diversos setores enfrentam situações diferentes das vistas nos últimos meses. Durante 2011 é bem provável que os índices recuem ainda mais, clara alusão de que as medidas de controle de crédito, entre outras, devem ser dilatadas e restritivas com vistas no controle da inflação.

Apesar disso, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), examinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pouco se alterou entre janeiro e fevereiro. O arrefecimento no indicador foi de 0,2 pontos percentuais entre os dois períodos.

A CNI anuncia que a expectativa da população em relação às taxas de inflação também nutriu bom índice em fevereiro, ocasião em que avançou 0,4% sobre o mês antecedente. As perspectivas sobre a aquisição de bens de valor mais elevado e o desemprego contabilizaram acréscimo de 1,4% e 2,5%, respectivamente.

Diferentemente de disposições passadas, a estimativa concernente à renda pessoal cedeu 2,2% no mês de fevereiro em comparação a janeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



FGV – INCC apresentou alta em fevereiro de 2011


Ramo com índices positivos ao país, a construção civil deve representar, nos próximos anos, toda a expectativa brasileira com relação à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. A preocupação com a infraestrutura continuará até as vésperas de cada evento, a não ser que uma mudança radical de pensamento aconteça.

Independente desta citação, dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelam alta da variação do Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) de janeiro para fevereiro.

A taxa registrada pela FGV, de 0,37% no mês passado, subiu para 0,39% no atual levantamento. Dos três elementos sondados, somente Materiais e Equipamentos registrou aceleração, de 0,22% para 0,54%. O índice da categoria Serviços baixou de 1,21% para 1,04%, enquanto Mão de Obra passou de 0,32% para 0,12%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA e IPC apresentaram variações em fevereiro de 2011


Dados apregoados no dia 25 de fevereiro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram variação de 1% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em fevereiro, 0,21 pontos percentuais acima do índice registrado em janeiro.

A FGV distingue que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou para 1,20% em fevereiro, contra taxa de 0,76% do mês passado. O indicador referente a Bens Finais registrou variação de 0,17% no levantamento atual, ante 0,08% do mesmo período de janeiro. O índice relacionado a Bens Intermediários desacelerou para 0,76%, uma vez que a taxa do mês passado foi de 0,78%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,67% neste mês, contra 1,08% de janeiro. Das sete categorias abrangidas pelo levantamento, cinco contabilizaram recuo, com destaque para Alimentação, que passou de 1,47% para 0,24%. Educação, Leitura & Recreação, por sua vez, caiu de 2,75% para 1,63%, Vestuário de 0,35% para -0,55%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,53% para 0,33% e Transportes, por fim, de 1,94% para 1,82%.

As únicas categorias com aceleração registrada dentro do IPC foram Despesas Diversas, de 0,95% em janeiro para 1,57% em fevereiro, e Habitação, de 0,22% para 0,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou queda na 3ª prévia de fevereiro de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 23 de fevereiro indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) registrou variação de 0,61% em 22 de fevereiro, taxa inferior em relação à assinalada no levantamento anterior, de 0,82%.

A entidade ressalta que esse foi o menor índice constatado desde a quarta semana de outubro do ano passado, quando a variação medida pelo IPC-S emplacou taxa de 0,59%. A FGV constata que o grupo Alimentação foi o principal responsável pela queda, pois o índice por ele abrangido decresceu de 0,55% para 0,17%.

Outros grupos cerceados pelo IPC-S também descreveram baixa. O índice em Educação, Leitura & Recreação caiu de 1,95% para 1,16% e em Transportes de 2,21% para 1,76%. Vestuário também participou do movimento ao recuar de -0,47 para -0,65%.

Por outro lado, os grupos Habitação, Saúde & Cuidados Pessoais e Despesas Diversas assinalaram alta no IPC-S. O primeiro avançou de 0,46% para 0,54%, o seguinte de 0,32% para 0,40% e o último de 1,48% para 1,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC-M apresentou Alta de 0,39% em fevereiro de 2011


Indicador diretamente relacionado ao segmento da construção, o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou variação de 0,39% em fevereiro, 0,02 pontos percentuais acima da taxa de janeiro. No acumulado de 2011, ressalta a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa abraçou percentual de 0,76% e no acumulado dos últimos meses, 7,46%.

Separado em dois índices, o relacionado à Mão de Obra registrou variação de 0,12% no mês, contra 0,32% do levantamento de janeiro. A taxa relacionada aos Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,42% para 0,65% entre os dois períodos.

A FGV atesta que a categoria Materiais e Equipamentos desempenhou variação de 0,54% em fevereiro, índice acima da taxa de 0,22% do mês passado. Todas as subcategorias contraíram aumento, principalmente materiais de instalação, que cresceu de 0,76% para 1,34%.

Destacado serviços, a taxa arrefeceu de 1,21% para 1,04% de janeiro para fevereiro. A subcategoria serviços pessoais foi o grande motivador para essa queda, uma vez que esfriou para 1,36% neste mês, contra 2,16% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Índice de Cheques sem Fundo – Queda em Janeiro de 2011


Em desuso no Brasil, cheques passaram a ser substituídos por meios mais modernos de transações eletrônicas, como é o caso dos cartões de crédito e de débito e de negócios pela rede mundial de computadores, vulgo internet. Mesmo assim, para alguns serviços e bens as tradicionais folhinhas retangulares são imprescindíveis

Informações divulgadas pela Serasa Experian por meio do Indicador de Cheques Sem Fundos assinalam que em janeiro deste ano 1,70% dos cheques emitidos em todo o país foram devolvidos, o índice mais brando para o período desde 2005, ocasião em que este chegou a 1,53%.

Economistas da Serasa matutam que essa constatação ainda reflete o bom nível do mercado de trabalho do ano passado e mesmo em meio à queda neste início de 2011, há possibilidades de as taxas apresentarem alta em fevereiro e março, uma vez que nesse período os consumidores focam suas atenções ao pagamento do IPVA e do IPTU e às aquisições de serviços e materiais escolares.

Por regiões, Roraima representou a unidade federativa de maior taxa no volume de cheques devolvidos, 11,38%, diferentemente de São Paulo (com o nível mais baixo), 1,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IVAT – Novo índice será o medidor da inflação tributária do Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a BM&FBovespa decidiram em conjunto com outros institutos criar um novo e exclusivo índice ao setor imobiliário, designado Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), que terá por escopo posicionar os empresários quanto ao preços de compra, venda e locação de imóveis comerciais.

No dia 14 de fevereiro, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) também decidiu anunciar um novo medidor, batizado Índice de Variação da Arrecadação Tributária (IVAT), que terá o objetivo de calcular, em termos percentuais, a variação da arrecadação dos tributos reunidos pelos Municípios, Estados e União.

As primeiras informações sobre essa novidade dão conta de que o IVAT concentrará dados da última década, com divulgação de informações sempre na última semana de cada mês e assim como outros indicadores, um índice final no término de cada ano.

Segundo Gilberto Luiz do Amaral, idealizador do novo medidor e coordenador de Estudos do IBPT, o IVAT possibilitará efetuar comparações entre o crescimento da arrecadação de tributos de cada esfera com os índices inflacionários assoalhados por outras instituições e órgãos. Será abrangido, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado pelo governo federal para medir as metas de inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Empresas – Demanda por Crédito apresentou crescimento em janeiro de 2011


A economia brasileira deverá atravessar, nos próximos meses, um processo de estabilização de todo o conjunto de números alcançados em 2010. O atual ambiente, dizem especialistas, não será mais cercado pela expansão vivida após o país ter deixado a crise financeira de lado.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito, o número de companhias que buscou crédito progrediu 0,6% no mês passado em comparação a dezembro de 2010. No confronto anual a alta foi um pouco mais saliente, de 0,9%, porém a mais baixa nessa relação em um semestre.

As recentes medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de restringir o crédito para pessoas físicas e jurídicas – para tentar controlar a inflação – foram crucias, de acordo com economistas da Serasa, e incidiram na menor procura por crédito no comparativo anual.

As micro e pequenas empresas registraram índice de 0,8% na demanda por crédito em janeiro sobre dezembro, as médias, por sua vez, baixa de 1,7%, e as grandes empresas, na mesma tendência, recuo de 1,8%.

Na base comparativa entre janeiro de 2010, a taxa constatada também foi positiva para as micro e pequenas empresas, com alta de 1,1%, mas nas médias e grandes companhias houve arrefecimento respectivo de 2,6% e 0,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



FGV – IPC-C1 apresentou alta em janeiro de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) registrou variação de 1,40% em janeiro, acumulando, deste modo, avanço de 7,41% nos últimos 12 meses.

Ainda em janeiro, o IPC-BR variou 1,27% e no acumulado de um ano 6,21%, portanto abaixo dos índices examinados no IPC-C1.

A FGV assinala que das sete classes sondadas no estudo, apenas Transportes e Educação, Leitura & Recreação apresentaram alta em seus índices, de 0,13% para 5,11% e de 0,02% para 3,51%, respectivamente. Estimularam para esses acréscimos as tarifas de ônibus urbanos, uma vez que saltaram de 0,12% para 5,52%, e o curso de educação infantil no nível pré-escolar, de 0,00% para 8,43%.

As demais classes, por outro lado, contraíram baixas em seus índices. Vestuário caiu de 1,42% para 0,06%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,73% para 0,27%, assim como Despesas Diversas, de 0,59% para 0,45%, Alimentação, de 1,43% para 1,32%, e Habitação, de 0,35% para 0,26%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



IBGE – Agroindústria apresentou crescimento em 2010


Um dos principais setores presentes no Brasil, a agroindústria alcançou bons números no ano passado. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o avanço do segmento foi de 4,7% no período, contra baixa de 4,8% registrada em 2009. A elevação, por sinal, é a mais robusta desde 2007, quando houve expansão de 5%.

Com crescimento de 14,6%, o grupo inseticidas, herbicidas e outros defensivos agrícolas foi um dos grandes destaques, inferior, porém, ao ramo de madeira, que obteve salto de 25,2% em seus números. Os produtos industriais, por sua vez, contabilizaram acréscimo de 12,5%, amplamente ajudados pela fabricação de equipamentos e máquinas agrícolas em maior escala.

Uma das grandes e mais recentes preocupações está relacionada às exportações, algo que para o setor foi até positivo no ano passado em comparação a 2009, graças aos dados relacionados a grãos de soja, carnes bovinas e couros e peles.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



IBGE – INPC apresentou alta em janeiro de 2011


Dados divulgados na terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) abraçou taxa de 0,94% no mês passado, exato 0,34% superior ao registrado em dezembro de 2010 (0,60%).

O IBGE ressalta que no acumulado dos últimos doze meses encerrados em janeiro de 2011, o INPC atingiu índice de 6,53%, sucintamente acima do período igual de um ano antes, quando 6,47% fora registrado.

A taxa dos produtos alimentícios variou 1,02% no mês passado, contra 1,12% de antes, ao mesmo instante em que o índice dos não-alimentícios cresceu 0,90%, ante 0,37% constatado em dezembro de 2010.

Separado por regiões, o estudo do IBGE revela que em Belo Horizonte a alta do INPC foi a mais acentuada, de 1,31%, graças ao aumento das tarifas dos ônibus urbanos, de 6,52%, e dos intermunicipais, de 6,72%. Porto Alegre, por outro lado, encabeçou o índice mais brando, de 0,30%, com alimentos e transportes com taxas respectivas de 0,19% e 0,06%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



IBGE – IPCA apresentou crescimento em janeiro de 2011


Embora desconheça alguns termos econômicos na teoria, boa parte da população sabe muitas informações de maneira prática, no dia-a-dia em mercados, pequenos estabelecimentos comerciais e feiras ao ar livre. A preocupação com a alta da inflação, porém, é sabiamente conhecida entre as pessoas de 40 ou mais anos de idade, justamente pelo Brasil ter passado longos períodos negros em sua história.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,83% no mês passado, estabelecendo-se um pouco acima do índice diagnosticado em dezembro, de 0,63%. O instituto assinala ser essa a maior taxa verificada desde abril de 2005, época em que a variação foi de 0,87%. No acumulado anual o índice chegou a 5,99%, e nos últimos 12 meses a 5,91%.

As categorias Alimentação & Bebidas e Transportes foram as que responderam com mais veemência no relativo ao IPCA de janeiro, uma vez que contribuíram com variação de 0,27% e 0,29%, respectivamente, ou 67% de todo o IPCA.

Segregado por subcategorias, refeição em restaurante apresentou decréscimo na variação de 1,98% para 0,97%, assim como frango inteiro, de 4,81% para 0,93%. Por outro lado, o índice de preços do tomate cresceu para 27,11%, contra 8,86% de antes, cenoura, de 14,93% para 22,32%, frutas, de -0,88% para 4,40%, e hortaliças, de 4,19% para 15,57%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



FGV – IPA, IPC e IGP-DI – Variações em janeiro de 2011


Informações examinadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), examinado com base nos preços analisados do 1º ao último dia de um determinado mês, apresentou variação de 0,98% em janeiro, portanto superior ao índice registrado em dezembro de 2010, de 0,38%.

A FGV indica alta na variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) para 0,96% em janeiro, contra 0,21% de um mês antes. A fatia reservada a Bens Finais variou para -0,16%, ante o percentual precedente de -0,60%. O índice de Bens Intermediários, por sua vez, apresentou variação de 0,81% no período, diante de 0,53% de dezembro.

No nível das Matérias-Primas Brutas, pondera a FGV, a variação passou de 0,74% no último mês de 2010 para 2,46% no primeiro deste ano.

Outro indicador divulgado pela FGV na terça-feira (8), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu taxa de variação de 1,27%, deste modo acima do índice constatado em dezembro de 2010, de 0,72%. O grupo Educação, Leitura & Recreação impulsionou a alta do medidor, após saltar de 0,37% para 4,01% entre dezembro e janeiro.

Os grupos Transportes, Despesas Diversas e Habitação apresentaram alta em suas taxas, para 2,68%, 1,25% e 0,35%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Materiais de Construção – Vendas apresentaram queda em janeiro de 2011


Estudo realizado em sociedade entre o Ibope Inteligência e a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) assinala recuo de 5,3% nas vendas de janeiro, do setor, em comparação às efetivadas em dezembro do ano passado. A pesquisa revela que somente o ramo de aço contraiu dados positivos, com alta de 3,5%.

De acordo com a associação, o varejo do segmento angariou acréscimo de 10,6% no ano passado em comparação a 2009, compreendendo faturamento total de R$ 49,80 bilhões. Com essa informação em posse, a perspectiva do setor é de expansão de 11% em 2011 devido à prorrogação da isenção do IPI até dezembro, além do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Em 2010, ressalta a Anamaco, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), então calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), aglomerou ascensão de 7,77%, com materiais e equipamentos crescendo 5,02% e mão de obra 10,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Anamaco