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Variação do IPC de São Paulo – Abril 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo examinado pela FIPE descreveu variação de 0,65% na 3ª quadrissemana de abril, disparidade de 0,04% em comparação à taxa da 2ª prévia do mês, de 0,61%.

Sete é o total de grupos sondados no estudo. Deles, três registraram aceleração em suas taxas, com destaques para as categorias Saúde, cujo índice saltou de 0,82% para 1,17%, e Despesas Pessoais, com variação de 0,31% para 0,66% entre a 2ª e 3ª quadrissemana deste mês. Em comum, diferença de 0,35% na celeridade. A categoria Transportes relatou alta de 1,41% para 1,50% no período.

Em sentido contrário, ou seja, de arrefecimento nos índices, destaque para o grupo Vestuário, que abandonou a taxa de 0,18% da 2ª quadrissemana de abril para variar 0,20% negativo na 3ª prévia. A categoria Alimentação cedeu de 0,71% para 0,64%, enquanto Educação passou de 0,13% para 0,10%.

O único grupo a manter o mesmo índice da 2ª para a 3ª prévia de abril foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Tendência de Alta na Inflação: IPCA tem aumento de 6,34%


O Banco Central (BC) divulgou na segunda-feira (25) seu mais novo relatório Focus, o qual repete pela sétima oportunidade consecutiva a tendência de alta da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2011, com elevação de 6,29% da semana passada para 6,34% nesta. Para o próximo ano, porém, a taxa foi mantida em 5,00%, fato (acréscimo) que se verifica há três levantamentos.

Em relação à projeção da Selic, a taxa básica de juros da economia, o BC nutriu os índices para 2011 e 2012. Ao primeiro período, o índice estimado pela quarta semana seguida ficou em 12,25%, enquanto ao próximo ano fixou-se em 11,75%.

O relatório Focus decidiu manter o prognóstico de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 em 4,00%, porém para 2011 mostrou-se pessimista, uma vez que arrefeceu o índice de 4,25% de uma semana atrás para 4,21%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços varia 0,8% na semana da Páscoa


Passada a Páscoa, um dos últimos “grandes” feriados do ano, as atividades dos brasileiros voltam à normalidade. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (25) a taxa do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de abril. A variação registrada, de 0,80%, superou em 0,03% o índice descrito na semana anterior.

Das sete classes de despesas sondadas e que compõem o IPC-S, três registraram recuo em suas taxas, com liderança encabeçada por Alimentação, cujo índice desceu de 1,10% para 0,91% entre as duas semanas. Em Educação, Leitura & Recreação ocorreu baixa de 0,48% para 0,36% e em Vestuário de 1,08% para 1,06%.

As demais classes, como é perceptível constatar, delinearam avanço. A categoria com a maior diferença foi Despesas Diversas, ao passar de 0,34% para 0,53%. O grupo Transportes teve taxa acrescida de 1,71% para 1,82%, enquanto Saúde & Cuidados Pessoais minutou elevação de 0,81% para 0,87% e Habitação de 0,35% para 0,38%.

Os itens que apresentaram maior evolução de preços foram cigarro, com índice passando de 1,00% para 1,57%, gasolina, de 3,76% para 4,66%, e medicamentos em geral, de 1,29% para 1,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC varia 0,61% na 2ª quadrissemana de abril


Calculado para a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, examinado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), da 2ª quadrissemana de abril registrou variação de 0,61%, diferença positiva de 0,13% ante a taxa de 0,48% da 1ª quadrissemana.

No levantamento divulgado na terça-feira (19), a FIPE indicou aceleração em todas as sete categorias sondadas. O grupo com a maior elevação foi Vestuário, que passou de 0,29% negativo para 0,13% positivo. A segunda aceleração mais consistente partiu de Saúde, cuja taxa ascendeu de 0,51% para 0,82%.

De acordo com a fundação, a taxa descrita na categoria Alimentação subiu de 0,52% na 1ª prévia de abril para 0,71% agora. Despesas Pessoais descreveu progresso de 0,14% para 0,31% na mesma base comparativa, enquanto em Habitação o índice passou de 0,28% para 0,35%. Fecham o levantamento os grupos Educação, que saltou de 0,12% para 0,13%, e Transportes, cuja taxa progrediu para 1,41%, contra 1,40% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda do IPC-3i – 1º Trimestre 2011


O pessoal da terceira idade é ávido consumidor. Daqui a poucos anos esse público pode até triplicar de número, obrigando o governo brasileiro a pensar em medidas para não causar um rombo maior na Previdência.

Informações enunciadas na quarta-feira (13) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) desacelerou no primeiro trimestre deste ano para 2,18%, contra 2,62% do período igual ao de um ano antes. A variação acumulada nos últimos 12 meses chegou a 5,71%.

O medidor, que examina dados da cesta de consumo de lares majoritariamente circunspectos por pessoas com 60 anos de idade ou mais, registrou baixa de 0,28% entre o último trimestre de 2010 e o período de janeiro a março de 2011.

De acordo com a FGV, das sete classes de despesas sondadas, apenas duas abrangeram baixa, com destaque para Alimentação, ao recuar de 5,15% para 2,63%, seguido por Vestuário, cujo índice baixou de 2,39% para 0,60%.

As outras cinco classes examinadas apresentaram avanço em suas taxas. Em Transportes, o progresso foi de 2,23% para 4,58%, enquanto em Habitação a alta passou de 0,88% para 1,34%. Educação, Leitura & Recreação registrou avanço de 1,87% para 3,19%, Despesas Diversas de 0,85% para 2,79% e Saúde & Cuidados Pessoais de 1,22% para 1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IPCA em Março 2011


Dados conjeturados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) expõem variação de 0,79% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês passado, quase imutável em comparação à taxa de 0,80% de fevereiro. No acumulado anual o índice alcançou 2,44%, portanto superior aos 2,06% do 1º trimestre de 2010.

O IBGE também ressalta que a variação acumulada dos últimos 12 meses encerrados em março abraçou taxa de 6,30%, consideravelmente acima dos cálculos do período imediatamente anterior, ocasião em que 6,01% foram constatados.

Após apresentar desaceleração neste início de ano, os alimentos voltaram a subir. O IBGE indica que o índice de 1,16% de janeiro arrefeceu para 0,23% no período seguinte, mas no mês passado conquistou avanço para 0,75%. Um dos destaques foi a carne, acelerando de -2,81% em fevereiro para -1,42% em março, porém sem interferir significadamente no IPCA, uma vez que no medidor representou participação de -0,04%.

Quem acredita na alta significativa da carne entre fevereiro e março deve se atentar à batata inglesa. Nesse intervalo, a variação subiu de -3,15% para 12,40%. Em seguida apareceram os ovos, cujo índice avançou de 0,66% para 5,08%.

O grupo alimentação não foi o único a conceber alta no recente levantamento do IBGE. De acordo com o instituto, das nove categorias de produtos sondados pelo IPCA, cinco contraíram elevação.

A variação do grupo Habitação passou de 0,32% para 0,46% de março a fevereiro, mesma tendência vislumbrada em Vestuários, de -0,25% para 0,56%, assim como em Transportes, de 0,46% para 1,56%, e em Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,31% para 0,45%.

As baixas ocorreram em Artigos de Residência, de 0,44% para 0,21%, Despesas Pessoais, de 1,43% para 0,78%, Educação, de 5,81% para 1,04%, e Comunicação, de 0,49% para 0,17%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC-C1) – Março 2011


Dados divulgados na quarta-feira (6) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ilustraram variação de 0,80% no Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de março. No acumulado do ano o índice abraça taxa de 2,53%. Já nos últimos 12 meses, o acumulado é de 6,16%.

Das sete categorias de despesa examinadas pela FGV, quatro contabilizaram avanço em seus índices, com claro destaque para o grupo Alimentação, que passou de 0,05% para 1,51%. Em seguida, de acordo com a fundação, apareceram Vestuário, o qual avançou da taxa de -0,20% para 0,75%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,11% para 0,48%, e Educação, Leitura & Recreação, que passou de 0,25% para 0,48%.

Na outra ponta da tabela figuraram as categorias Transportes, que arrefeceu de 0,89% para 0,13% em março, Despesas Diversas, que passou de 2,02% para 0,05% no período, e Habitação, cuja taxa decresceu para 0,25%, contra 0,38% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Variação do IPCA-15 em Fevereiro 2011


Dados apregoados nesta terça-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constataram variação de 0,97% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) neste mês, taxa acima da registrada em janeiro, quando a entidade constatou percentual de 0,76%.

No acumulado dos últimos 12 meses, sinaliza o IBGE, o IPCA-15 bancou índice de 6,08%, levemente superior ao período igual e imediatamente anterior, de 6,04%.

A categoria Educação foi a que registrou a maior variação dentre as demais, com avanço de 5,88%. O instituto pondera que essa alta reflete o reajuste das mensalidades escolares nos cursos de ensino formal, assim como nos cursos de informática, idiomas, entre outros.

O grupo Transportes também foi outro que teve elevação, de 0,89% no mês passado para 1,04% em fevereiro, alta que é justificada pelo reajuste nas tarifas de ônibus urbanos em várias regiões do país.

O IBGE expressa que a categoria Despesas Pessoais apresentou crescimento de 0,74% para 1,17% entre janeiro e fevereiro. No grupo Alimentação, por outro lado, diminuição de 1,21% para 0,57% entre os dois períodos.

As categorias Habitação, Vestuário e Artigos de Residência também apresentaram recuo em seus índices. A primeira registrou baixa de 0,60% para 0,28%, a segunda de 0,83% para 0,13% e a terceira, de 0,58% para -0,13%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice de Preços ao Consumidor (IPC) – Educação e Transporte com as maiores altas


Informações divulgadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) revelam que na 4ª quadrissemana de janeiro o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 1,15% em comparação à 3ª quadrissemana do mês.

De acordo com a Fipe, que calcula as variações dos residentes no município de São Paulo com renda familiar de um a 20 salários mínimos, o grupo Habitação registrou alta de 0,41%.

O grupo Alimentação, por sua vez, ilustrou variação de 0,73% na 4ª quadrissemana de janeiro, e Despesas Pessoais, índice de 0,85%. A maior alta constatada ficou mesmo para a categoria Educação, que saltou 5,61%, seguido por Transportes, que variou 3,18% no período.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe