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IGP-M, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados na sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,42 ponto percentual, passando de 0,43% em março para 0,85% em abril. Nos últimos 12 meses, o indicador já avançou 3,65%. Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o índice já tem taxa acumulada de 1,47%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também sofreu alta, chegando a 0,97% em abril ante 0,42% em março. A taxa relativa aos Bens Finais fechou em 0,78%, crescimento de 0,5 ponto percentual. O item alimentos processados foi o que mais contribuiu para o resultado.

Já o segmento Bens Intermediários fechou o mês em 1,13%, apresentando crescimento de 0,51 ponto percentual se comparado a março. O principal responsável pela alta do setor foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura.

O indicador relativo a Matérias-Primas Brutas sofreu variação positiva e passou de 0,31% em março para 0,97% em abril. A alta foi impulsionada principalmente pelos itens café em grão, minério de ferro e soja em grão.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação menor, passando de 0,48% em março para 0,55% em abril. O maior motivador para o resultado foi o grupo Despesas Diversas, que teve uma alta significativa de 0,07% em março para 2,29% em abril.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,83% em abril ante o resultado de 0,37% em março. O segmento que apresentou a maior alta foi o de Materiais, Equipamentos e Serviços.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-10, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) sofreu variação de 0,7% em abril. O resultado foi divulgado na segunda-feira (16/04). No mês imediatamente anterior, o resultado tinha sido de 0,27%. Já nos últimos 12 meses, o indicador sofreu variação de 3,43%. No acumulado do ano, o IGP-10 já está com 1,09%.

O estudo apontou também que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação de 0,76% em abril. No mês anterior, o índice tinha registrado variação de 0,24%. Os Bens Finais tiveram índice de variação de 0,63% ante 0,27%. O segmento de Alimentos Processados foi o que sofreu maior aceleração, passando de -0,65% para 0,67%.

O setor de Bens Intermediários apresentou variação de 0,82% perante 0,47% de março. Três itens avaliados sofreram alta, sendo que o principal destaque foi o segmento de materiais e componentes para a manufatura, que foi de 0,62% para 0,94%.

O grupo Matérias-Primas Brutas registrou 0,83% ante -0,09%. Os itens que mais contribuíram para o resultado do segmento foram minério de ferro (-1,16% para 0,51%), soja em grão (de 3,17% para 12,43%) e laranja (4,66% para 15,46%).

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,53% em abril perante 0,4% em março. O resultado foi extremamente influenciado pelo setor de Alimentação, que foi de 0,25% para 0,51%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,71%, ficando acima dos 0,19% registrados no mês imediatamente anterior. O segmento de Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,42%.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



FGV – INCC avançou para 1,67% na 2ª prévia de maio de 2011


A atual expansão do setor imobiliário promove acesso de praticamente todas as classes sociais a uma moradia mais segura, com todos os recursos geridos pela Constituição do país. Em grandes centros ou periferias, as construtoras têm aumentado a oferta de imóveis novos, adquiridos nas plantas.

Durante o período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é utilizado como indexador para o reajuste das parcelas do financiamento. De acordo com dados difundidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na quarta-feira (18 de maio), a variação do indicador chegou a 1,67% no segundo decêndio de maio, taxa bastante superior à registrada no período similar de abril, de 0,50%.

A FGV assinala que o índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu de 0,27% para 0,50%. O índice concernente ao custo da Mão de Obra variou com maior consistência, de 0,75% do segundo decêndio do mês passado para 2,90% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou alta em abril de 2011


Dias agitados permeiam os principais noticiários do país. Após o assunto da morte de Osama Bin Laden pelas tropas norte-americanas, um dos motes que mais aparece nos noticiários é o temor por uma possível volta da inflação, tanto que coube a Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), intercederem oralmente.

Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração na taxa do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de 0,61% para 0,50% entre os meses de março e abril. Enquanto isso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu de 0,71% para 0,95%, com destaque para a categoria Transportes.

Outro indicador salientado pela FGV na segunda-feira (9 de maio) foi o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC). No período, a taxa saltou de 0,43% para 1,06%, mas mesmo assim, apenas o item Mão de Obra teve índice em elevação, de 0,37% do mês antepassado para 1,74% no período seguinte. Exerceram sentido contrário os componentes Materiais & Equipamentos, com baixa de 0,52% para 0,46%, e Serviços, de 0,34% para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no segundo decêndio de março (dados de 21 de fevereiro até o último dia 10) para 0,59%, contra taxa de 0,88% do período igual de fevereiro.

Um dos índices que contribui na composição do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,37% no segundo decêndio deste mês, podendo esta ser considerada uma desaceleração em comparação à taxa anterior, de 0,42%.

Materiais, Equipamentos e Serviços descreveram variação de 0,56% entre os dois decêndios, ante índice precedente de 0,67%. Custo de Mão de Obra, por outro lado, manteve sua taxa anterior, de 0,17%.

O setor da construção civil passou a ser uma das boas fontes de investimento para as pessoas que querem simplesmente ter moradia própria como a outras que almejam lucrar ao comprar e vender, poucos meses depois, um imóvel. Estar atento a esse índice é de vital importância, pois é com ele que construtoras reajustam valores de financiamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC apresentou queda em março de 2011


A manutenção da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de materiais de construção, até 31 de dezembro, foi obtida graças à potencialidade do ramo e o fato de os índices serem importantes para o almejado crescimento do Brasil, entre os quais está a infraestrutura.

Especialistas da área acreditam que 2011 será um ano igualmente bom e importante para o ramo se citado 2010. Grande número de empreendimentos deverá ser entregue nos próximos meses, na medida em que lançamentos e pré-lançamentos são anunciados semanalmente por todo o país, seja por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, seja sem qualquer benefício dessa categoria.

Refletindo diretamente as ações pelo setor, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,33% neste mês, taxa abaixo da constatada em fevereiro, de 0,42%. Dos três grupos sondados no levantamento, dois historiaram baixa em seus índices, com destaque para Serviços e Mão de Obra, que arrefeceram de 1,50% para 0,53% e de 0,12% para 0,11%, respectivamente.

A taxa relacionada à categoria Materiais e Equipamentos, porém, acelerou para 0,55% em março, contra índice de 0,50% do mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC apresentou alta em fevereiro de 2011


Ramo com índices positivos ao país, a construção civil deve representar, nos próximos anos, toda a expectativa brasileira com relação à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. A preocupação com a infraestrutura continuará até as vésperas de cada evento, a não ser que uma mudança radical de pensamento aconteça.

Independente desta citação, dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelam alta da variação do Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) de janeiro para fevereiro.

A taxa registrada pela FGV, de 0,37% no mês passado, subiu para 0,39% no atual levantamento. Dos três elementos sondados, somente Materiais e Equipamentos registrou aceleração, de 0,22% para 0,54%. O índice da categoria Serviços baixou de 1,21% para 1,04%, enquanto Mão de Obra passou de 0,32% para 0,12%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – Dados da 1ª apuração de fevereiro de 2011


Informações enunciadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), na quinta-feira (10), indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou aceleração de 0,66% nos primeiros dez dias de fevereiro, consideravelmente acima da taxa constatada no período igual de janeiro (0,42%).

A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou em 0,76% nesse mesmo decêndio de fevereiro, contra índice de 0,40% do período similar de janeiro. A fundação assinala que a variação do índice relativo a Bens Finais ilustrou recuo de 0,36%, de antes, para -0,64%. Em relação a Bens Intermediários, o percentual abalizado foi de 0,73%, contra 0,28%.

A taxa sobre Matérias-Primas Brutas, por sua vez, contabilizou variação de 2,40% no primeiro decêndio deste mês, ante índice anterior de 0,59%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) terminou o primeiro decêndio de fevereiro com percentagem de 0,45%, pouco superior à taxa anterior do período similar de janeiro, de 0,41%.

Outro indicador examinado pela FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) delineou variação de 0,52% no decêndio inicial deste mês, abaixo do mesmo período de janeiro, ocasião em que a taxa chegou a 0,62%. O custo da mão-de-obra representou variação de 0,24%, contra 1,22% de antes. A despesa concernente a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,06% para 0,79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-10, IPA, IPC, INCC e Bens Finais – Janeiro de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou no dia 17 de janeiro dados relacionados a vários medidores econômicos. O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), por exemplo, desacelerou para 0,49% em janeiro, abaixo do percentual de 1,27% registrado entre os dias 11 de novembro e 10 de dezembro de 2010.

Além desse indicador, a FGV contabilizou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou alta de 0,35% neste mês, contra 1,46% constatado em dezembro. Os Bens Finais, segundo a fundação, recuaram para -0,35% no período, contra a taxa positiva de 0,52% de antes.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, minutou desaceleração para 0,90% no primeiro mês deste ano, ante 1,05% descrito em dezembro passado. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram queda nos índices, com destaque para a classe Alimentação, em que a taxa recuou para 1,52%, contra 2,45% notado anteriormente. As carnes bovinas, que em 2010 deram trabalho aos bolsos dos consumidores, caíram de 9,7% para 0,81% no período.

A FGV indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ilustrou variação de 0,50% em janeiro, pouco acima do percentual contabilizado em dezembro (0,49%). Neste quesito somente o grupo Serviços cresceu (0,33% para 0,83%), enquanto Mão de Obra e Materiais & Equipamentos caíram de 0,84% para 0,76% e 0,12% para 0,11%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei