Destaque em Inadimplência

Atualizações anteriores



Inadimplência registrou o índice de 38,9% em setembro


População adulta que está inadimplente no Brasil foi de 38,9% em setembro deste ano, o equivalente a 57 milhões de pessoas.

O atual cenário econômico do Brasil traz diversas consequências de caráter negativo. Um grande exemplo é quanto ao número de brasileiros inadimplentes. Segundo a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, a CNDL, até o mês de setembro 38,9% da população adulta do Brasil se encontrava na lista de inadimplentes. Portanto, isso é o equivalente a 57 milhões de pessoas.

O cenário de inadimplência é bastante preocupante. No mês de setembro, por exemplo, tivemos um aumento de 5,45% de contas atrasadas por parte dos consumidores quando a comparação é feita com setembro de 2014.

Além dos números aqui divulgados, a CNDL também destacou os principais fatores que estão contribuindo com o aumento da inadimplência em 2015: a perda do dinamismo da economia, bem como a piora nas condições do mercado de trabalho.

Outro dado importante está relacionado à quantidade de dívidas individualmente que não foram pagas: foi registrado um aumento de 6,63% em setembro quando a comparação é feita com o acumulado anual.

Em geral a maior parte da dívida é juntamente com os bancos, ou seja, as instituições financeiras do país são os principais cobradores do país. Ao todo, 48,17% é a taxa total da dívida da qual são merecedoras as instituições financeiras. Apenas no mês de setembro tivemos um aumento de 10,32% em tais débitos.

Já em relação à divisão da dívida por regiões, o grande líder de dívida éo Sudeste. No entanto, outras duas regiões se destacam quando o assunto é o crescimento de inadimplentes: Nordeste e Sul registraram aumentos de 7,85% e 6,84%, respectivamente. As outras regiões do país também registraram aumento: o Centro-Oeste teve um aumento de 6,28%; o Norte viu o número de inadimplentes subir em 4,03%; já o Sudoeste obteve um aumento de 3,18%.

Com isso, é esperado que o país chegue ao mês de dezembro com um crescimento do número de inadimplentes na casa dos 6%. Porém, é importante destacar que é bastante comum que as pessoas quitem as suas dívidas no final do ano. Dessa forma, a expectativa proposta pode variar bastante.

Por Bruno Henrique

Inadimplência



Número de inadimplentes aumentou em julho


Alta de inadimplentes em julho foi de 4,47%, cerca de 57 milhões de brasileiros.

De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo CNDL e também pelo SPC Brasil, o número de inadimplentes no País cresceu 4,47% no mês de julho, ou seja, cerca de 57 milhões de brasileiros fecharam o mês de julho na inadimplência.

O aumento no número de inadimplentes é em comparação com o mesmo período do ano passado. Há vários motivos para este aumento de inadimplentes no País, mas os principais são a crise econômica, a inflação, os altos juros e também o desemprego. A grande maioria dos consumidores que está hoje com o nome na lista de inadimplentes faz parte de um destes grupos.

Quando a crise começou a se agravar no segundo trimestre deste ano, muitos acreditaram que ela não duraria muito tempo e resolveram se arriscar. O crescente desemprego, alta dos juros, inflação disparada, entre outros fatores fizeram com que estas pessoas não estivessem preparadas para enfrentar a crise que vem se prolongando e não dá sinais de que irá melhorar este ano.

E dos mais de 57 milhões de brasileiros inadimplentes, muitos estão devendo empréstimos bancários, contas de serviços e principalmente, pagamentos ao comércio, de acordo com Honório Pinheiro, presidente da CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

Mas o crescimento da inadimplência vem aumentando há mais tempo e a CNDL detectou que desde o início do ano passado o número de inadimplentes vem aumentando, só que agora a situação é bem mais complicada, por causa dos vários fatores acima citados, que dificultam ainda mais para o consumidor reverter sua situação.

Marcela Kawauti, economista do SPC Brasil, apontou que o crescimento da inadimplência está refletindo a piora da economia brasileira nestes últimos meses e também tem o fator do desemprego que faz com que a capacidade do consumidor de saldar suas dívidas caia.

A maior parte das dívidas está relacionada ao setor bancário, com 48,29% dos inadimplentes, depois vem o comércio com 20,14% dos inadimplentes.

Outro fator já esperado para o aumento da inadimplência no País são os setores de água e luz, que após os vários aumentos, contam hoje com um número muito maior de consumidores em atraso com os pagamentos de suas contas.

Por Russel

Inadimplentes



Inadimplência das empresas aumentou no 1º semestre


Alta registrada foi de 9,4% no 1º semestre de 2015. Segundo a Boa Vista SCPC, a taxa de inadimplência vem crescendo de forma rápida e a tendência é que esse crescimento continue em 2015.

Em meio ao cenário da nossa atual economia, muitos problemas vão surgindo e notícias desagradáveis chegam aos brasileiros. A última delas é o fato de que um estudo realizado pela Boa Vista SCPC mostra que a inadimplência das empresas em todo o Brasil conseguiu crescer 9,4% no primeiro semestre de 2015. Confira mais detalhes em relação a este dado na continuação desta matéria.

Vale ressaltar que quando a comparação é feita com um período ainda maior o resultado também não é agradável, pois a tendência de crescimento da inadimplência fica explícita. Saiba que quando a comparação é feita com base no acumulado dos últimos 4 trimestres, ou seja, desde o terceiro trimestre de 2014 mais os dois trimestres de 2015 em relação aos 4 trimestres anteriores a este período, a inadimplência registrou alta de 8,3%. Porém, os resultados ficam ainda piores quando a base de comparação é feita entre o segundo trimestre de 2015 contra o mesmo período em 2014: 10,7%.

A taxa de inadimplência está começando a preocupar muitos especialistas do mercado financeiro. Em 2015 a mesma vem se elevando de uma forma bem mais bruta que períodos passados. No primeiro trimestre de 2015 a mesma tinha chegado ao patamar de 5,8%. Seguindo a linha de aumento, a taxa do segundo trimestre já chega a 8,3%.

É importante ressaltar que, segundo a Boa Vista, a taxa vem crescendo de forma rápida e a tendência é que esse crescimento continue em 2015. Além disso, a empresa também destaca que um dos principais motivos para isso está no atual cenário da grande incerteza da economia brasileira. O cenário econômico de incerteza trouxe diversos aspectos negativos que influenciaram na alta da inadimplência entre as empresas, dentre os quais podemos destacar: retração da atividade industrial e do varejo, alta desaceleração do crédito, alta na inflação e nas taxas de juros.

Levando em consideração toda atual conjuntura econômica do país, a tendência é que a taxa de empresas inadimplentes continue crescendo durante o ano de 2015.

Por Bruno Henrique

Inadimplência das empresas



Inadimplência registrou a maior alta para os meses de janeiro desde 2003


Conforme a Serasa Experian, o índice de inadimplência registrou uma alta em comparação ao último mês de 2014. Conforme dados informados pela Serasa, o índice cresceu 4,1% comparado ao mês de dezembro e teve um incremento de 16,7% ao ser comparado a janeiro de 2014.

Desde o mês de janeiro de 2003 não era registrado um índice de inadimplência tão alto, no primeiro mês deste ano foi registrado um crescimento de 7,1%. Segundo as informações concedidas pelo relatório da entidade, o aumento da taxa foi o resultado de um mercado de trabalho menos aquecido, aumentos nos custos nos transportes, energia, impostos e taxas de IPTU e IPVA, taxas de juro. Ou seja, o problema do brasileiro em honrar seus compromissos é fruto de severas mudanças nos preços administrados, aumentos sazonais nas taxas e impostos, crescimento da taxa de juros, além de outros motivos. Ainda de acordo com a Serasa, este foi o maior ritmo de crescimento de inadimplência registrado nos últimos quatro meses.

Este índice também é composto pelas dívidas não bancárias, isto é, dívidas referentes ao cartão de crédito, lojas (varejo e atacado), prestadoras de serviço, entre outras, no caso desse tipo de dívida a inadimplência teve uma alta de 10,4% no primeiro mês de 2015 perante o mês anterior. De acordo com a pesquisa da Serasa, a dívida perante os bancos teve um crescimento de 0,3%.

Uma situação diferente foi registrada no caso de outros tipos como cheques sem fundo e títulos protestados. O primeiro teve uma queda de 9,9%, já os títulos protestados caíram em 12,3% comparado ao mês de dezembro.

O indicador de inadimplência é um registro da quantidade mensal de anotações de casos de inadimplência no país. Esse índice registra somente os casos de pessoa física e possui uma série histórica iniciada no ano de 1999.

No próprio site da Serasa Experian (www.serasaexperian.com.br/estudo-inadimplencia) é possível encontrar um estudo que mostra o mapa de inadimplência no país no ano passado.  

Por Melina Menezes

Inadimpl?ncia



Serasa Experian espera inadimplência menor em 2013


A Serasa Experian divulgou nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, dados sobre a inadimplência no ano de 2012.

Segundo o órgão deve haver uma diminuição nos não pagamentos tanto de empresas quanto de consumidores no ano que está terminando.

Para a Serasa Experian diversos fatores contribuíram para esta situação como a diminuição do desemprego, aumentos salariais, taxa básica de juros em valores baixos e a melhoria no sistema de crédito bancário no Brasil.

Com isso, é esperado ainda um crescimento da economia doméstica e uma redução maior da inadimplência no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais



Perspectiva de Inadimplência das Empresas – Previsão para o 1º semestre de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian sobre a Perspectiva da Inadimplência das Empresas, o número de empresas devedoras irá continuar elevado no primeiro semestre desse ano.

O índice atingiu o patamar de 103,3, o que representa um crescimento de 0,2% quando comparado ao mês de fevereiro desse ano. Vale lembrar que esse índice é usado pelos consultores para apontar e antecipar todos os movimentos da inadimplência com pelo menos seis meses de antecedência, o fato de ele ter ficado acima do nível 100 representa que o número de empresas com problemas de pagamentos continuará elevado nos próximos meses. 

Vários são os fatores apontados como principais responsáveis por esse quadro, entre eles estão o custo financeiro elevado dessas instituições, a inadimplência de consumidores, fraco crescimento econômico, e a atual conjuntura internacional que é considerada fraca por alguns especialistas. 

A pesquisa também analisou o perfil dos consumidores, segundo o Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor, o número de devedores desse grupo atingiu o nível de 98,5, ou seja, abaixo dos 100 recomendados. Para os consultores da Serasa Experian, nesse caso existe uma tendência de declínio na trajetória que foi fortemente influenciada pelo recuo da inflação e também pelo aumento do salário mínimo no país.

Por Joyce Silva



Inadimplência de pessoas físicas apresentou alta em fevereiro de 2012


A inadimplência referente à pessoa física continua alta no Brasil, as informações são do Banco Central. Segundo a instituição, apesar da média estável apresentada nos últimos meses, o patamar ainda é considerado elevado, sendo que um dos principais responsáveis por esse resultado foi a alta apresentada pelo spread das instituições bancárias. O spread representa a diferença entre os juros cobrados pelos bancos e taxa Selic. 

De acordo com os dados apresentados pelo BC, o número de pessoas devedoras apresentou taxa de 7,6%, enquanto a taxa registrada para empresas foi de 4,1%.

Para Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC, essa aparente estabilidade com relação à inadimplência cresceu gradualmente no ano passado. Mesmo com o crescimento do emprego e da renda, existe uma certa resistência ao declínio desse percentual fazendo com que esses efeitos sejam refletidos nas taxas de juros dos bancos. 

Ainda segundo os dados do BC, o spread médio dos bancos teve variação de 27,8% no mês de janeiro e 28,4% em fevereiro. O patamar para as pessoas físicas teve alta de 45,1%

Maciel atribuiu aos fatores sazonais a responsabilidade por parte da inadimplência, para ele o mês possui maior número de contas a serem pagas como diversos impostos, além de matrículas escolares, entre outras. 

Por Joyce Silva



Condomínios – Queda na inadimplência em 2011


Um levantamento feito pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) mostrou que o número de processos por falta de pagamento em condomínios caiu para 9.947, contra 11.808 registrado em 2010, o que representa uma queda de 15,76%.

O resultado reforça uma queda iniciado a partir de 2007 (15.902), em 2008 (13.084) e em 2009 (11.459).

 Em relação aos processos de dezembro, houve queda de 33,68%, com 579 casos. No mês anterior o índice foi de 873 casos. Já em relação a dezembro de 2010 a queda foi de 27,99%, com 804 casos registrados.

Para o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios, Hubert Gebara, a redução se deve ao bom momento em que vive a economia brasileira, principalmente porque as pessoas estão regularizando suas pendências financeiras com acordos extrajudiciais.

Ele argumenta que o acordo é vantajoso para todas as partes envolvidas, já que uma ação dessa categoria pode levar muitos anos para ser concluída e resolvida.

Outro fator que tem contribuído para essa queda nos percentuais é a lei 13.160, que prevê a possibilidade de protesto aos boletos de condomínio, por isso é aconselhável que os síndicos e as administradoras também procurem negociar com os inadimplentes, principalmente no sentido de conscientizá-los mostrando a importância do pagamento para a manutenção financeira do prédio.

Por Natali Alencar



Serasa – Indicador de Inadimplência das Empresas apresentou queda em abril de 2011


Não é mais novidade alguma notabilizar que a economia brasileira, embora com prognósticos menos otimistas para 2011, apresenta bom nível. O estopim da expansão ocorreu durante o ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) chegou ao índice positivo de 7,5%.

Desde o início de 2011, empresários e consumidores apresentam-se cautelosos quanto ao consumo e a sua continuidade. O mês de abril foi particularmente interessante para as empresas, pois com os feriados de Tiradentes e Páscoa a inadimplência nos negócios arrefeceu 7,9% no confronto aos dados de março.

Segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas construído pela Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, ligada ao consumo, nutriu a criação de receitas por parte das empresas. A Páscoa, que motivou a ida dos brasileiros às compras, e o menor número de dias úteis no mês contribuíram para a queda.

Apesar de o Banco Central (BC) estabelecer medidas de restrição ao crédito para, assim, combater a inflação, o volume elevado de vendas figura como fator de compensação. Mesmo assim, no acumulado de 2011 a inadimplência das empresas cresceu 3% em comparação ao período análogo de um ano atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Inadimplência com cheques sem fundo caiu para 5,8% em abril


Os cheques ainda são um dos principais meios utilizados pelos brasileiros para o pagamento de serviços e compra de bens. Obviamente, o sistema de papel cada vez mais perde seu espaço ante os dinheiros de plástico, vulgo cartões de crédito e débito, mas nada que faça tornar seu uso dispensável.

O Indicador de Cheques Sem Fundo divulgado pela Serasa Experian, na segunda-feira (23 de maio), acusou que a inadimplência com cheques recuou 5,8% no mês de abril em comparação a março. Em taxas mais elucidativas, do total emitido apenas 2,00%, no período, foi devolvido.

Segundo a Serasa Experian, entretanto, o volume de cheques devolvidos aumentou 7,5% no comparativo com abril de 2010. No quadrimestre inicial de 2011, o índice de cheques devolvidos chegou a 1,92%, sensível aceleração frente o percentual de 1,91% do período igual de um ano atrás.

Como é possível presumir, o término do pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA), as principais despesas escolares de início de ano (uniformes e materiais), além do final de parcelamentos de viagens de férias e compras relacionadas ao Natal, incidiram nos dados do levantamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Inadimplência de empresas tem aumento de 1,7% em março


Os consumidores não são os únicos a enfrentarem problemas relacionados à inadimplência, pois o ambiente ainda incerto da economia brasileira também atinge as empresas. Da mesma maneira que a população passa por apertos relacionados à concessão de crédito, pequenas, médias e grandes companhias têm menos facilidades para investir e honrar compromissos.

O Indicador de Perspectiva da Inadimplência das Empresas edificado pela Serasa Experian assinalou avanço de 1,7% em março, para 91,9 pontos. Essa alta, por sinal, é a quarta recorrência mensal seguida, portanto condizente ao mesmo ambiente projetado para consumidores: movimento de crescimento da inadimplência, mas sem grandes nuances.

A perspectiva de avanço do Produto Interno Bruto (PIB) para 4,00% em 2011 (por enquanto), além de outras condições relatadas anteriormente (restrição ao crédito), devem pressionar o custo financeiro das empresas, uma vez que a capacidade de aumentar o caixa deve ficar mais restrita.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor – Crescimento em março de 2011


Os consumidores tiveram poucas dúvidas no momento de adquirir algum serviço ou bem durante a fase de estímulos fiscais promovida pelo governo. Após um negro período conhecido como crise financeira mundial (2008 e 2009), desonerações como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) projetaram a expansão da economia para 7,5% em 2010.

Em 2011 o comportamento deve ser diferente. Para essa ideia, basta citar que o Indicador de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor divulgado pela Serasa Experian apresentou alta de 1,4% em março último, para 99,3 pontos, em outras palavras o oitavo aumento mensal seguido.

A Serasa prevê que esse movimento deve se repetir ao longo do ano, ao menos até o início do último trimestre. A inflação em crescimento, o crédito com índices mais elevados e as perspectivas mais amenas para o Produto Interno Bruto (PIB) são, certamente, os principais motivos para essa escalada.

Apesar de um cenário menos otimista, mudanças drásticas não devem ocorrer, nos próximos meses, segundo concepções da Serasa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor apresentou crescimento em abril de 2011


Adquirir um ou mais produtos e diversos serviços pode fazer com que o consumidor, de qualquer faixa de renda, entre no rol de inadimplentes. Essa situação, nada agradável, pode ser consertada, grosso modo, com uma melhor educação financeira, algo tão recomendado por economistas.

No entanto, parece que os brasileiros não estão seguindo algumas regrinhas básicas. De acordo com o Indicador de Inadimplência do Consumidor relacionado pela Serasa Experian, a inadimplência avançou pelo segundo mês consecutivo em abril, com alta de 1,5% em comparação a março.

A Serasa avalia que essa situação provém do aumento gradual dos índices inflacionários, assim como do próprio endividamento do consumidor, que ainda com a confiança elevada (reflexo de 2010) continua sua procura por novos bens.

O aumento da inadimplência no mês passado, por sinal, foi motivado pelos gastos realizados em feriados prolongados. No período, o índice só não cresceu mais (negativamente) porque o mês contou com 19 dias úteis.

A Serasa aponta que no confronto anual de abril, a inadimplência do consumidor pulou 17,3%. No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, taxa mais assustadora: 20,3%.

O consumidor precisa ter mais que nunca precaução, sobretudo no 2º semestre de 2011. No ano passado, as dívidas adquiridas com veículos, moradia e outros quesitos de valores mais elevados podem começar a ser mais sentidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor – Crescimento em março de 2011


O nível de inadimplência do consumidor neste início de ano é aceitável para o período, pois em dezembro houve crescimento expressivo nos números relacionados às compras de presentes, produtos natalinos e viagens de férias. O mês seguinte (janeiro) continuou a registrar gastos dos consumidores, tais como IPVA, IPTU e materiais escolares.

Mesmo com a injeção proferida pelo 13º salário, apenas uma parcela da população se dispôs a economizar. Levantamento realizado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revela que durante março 76% dos 896 consumidores com alguma pendência têm dois ou mais carnês com certo atraso, índice superior aos 73% do período igual de um ano antes e mais ainda em comparação ao mês análogo de 2009 (47%).

O estudo indica que o aumento da inadimplência, que inclui cheques, tem por causa mais evidente o desemprego, que por si respondeu por 56% das justificativas de atraso nas contas. O descontrole de gastos, situação enfrentada por muitos lares brasileiros, é o segundo motivador, com 41% do total.

O levantamento também assinalou que 41% das pessoas sondadas têm entre 21 e 30 anos e que 34% do total ganham de dois a três salários mínimos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Serasa – Inadimplência do consumidor – Crescimento em janeiro de 2011


O poderio econômico do consumidor aumentou no decorrer de 2010, último ano de gestão do segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As oportunidades de emprego também cresceram, assim como também avançou o consumo. O resultado final, que agregou outros fatores, foi expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, índice insustentável para 2011 em diante, segundo alguns especialistas.

Os primeiros efeitos gerados pelas novas medidas adotadas pelo governo já podem ser sentidos, tanto que o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência do Consumidor registrou crescimento de 2,1% em janeiro sobre dezembro de 2010, a sexta alta seguida, para 95,4 pontos.

De acordo com a Serasa, essa nova elevação ilustra que a inadimplência deve sofrer modificação, ainda neste semestre, em relação à tendência emplacada pelo indicador em 2009, período em que a inadimplência começou a registrar baixas em seus índices. Esse ano, por sinal e para efeito recordativo, marcou a “saída” do Brasil da crise financeira global.

Economistas da Serasa distinguem que as medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC), bem como o atual ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia, devem causar maiores dificuldades no orçamento mensal dos lares brasileiros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência das Empresas – Crescimento em janeiro de 2011


O bom 2010 para a economia brasileira levou quase todos os consumidores e empresários a encararem com mais otimismo suas condições financeiras. A população passou a adquirir bens de valores mais elevados, como serviços diversos, enquanto empreendedores, inclusive do exterior, aumentaram suas margens de investimentos.

Após os números registrados em praticamente todos os meses do ano passado, por quase todos os setores, alguns índices começam a apresentar queda. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência das Empresas, houve avanço de 0,3% no número de empresas inadimplentes em janeiro deste ano em comparação a dezembro de 2010, para 86,1 pontos no período.

A Serasa indica ser esse o primeiro avanço mensal do indicador depois de 20 meses seguidos de baixas. As perspectivas mais amenas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) convergem com o panorama desenvolvido pelo medidor, uma vez que ele tem por característica antever os abalos periódicos da inadimplência em cerca de seis meses.

Em suma, a probabilidade de aumento da inadimplência das empresas é quase certa, mas em índices ligeiros. As medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC) refletem sobre o índice divulgado, situação já prevista desde que a iniciativa fora abordada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência do consumidor – Queda em fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 são bem mais brandas se comparados os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2010. Mesmo assim, endossam economistas, o progresso da economia deve ser acima de 4% – até certo ponto satisfatório para as pretensões do país, entre as quais ser uma das cinco maiores potências em poucos anos.

O consumidor brasileiro, inicialmente, continua confiante neste princípio de ano. A inadimplência, em especial, recuou 4,99% no mês passado em comparação a janeiro. De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a diminuição do indicador se deve à baixa no número de desempregados pelos estados e o baixo movimento das vendas. Vale salientar que fevereiro tem menos dias úteis.

A CNDL assinala que no confronto anual de fevereiro, a quantidade de registros no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) cresceu 10,23%. Assim como em outros estudos, a fraca base comparativa recaiu sobre os números do mês passado, pois nos primeiros meses de 2010 a crise financeira mundial ainda apresentava alguns resquícios.

Nos próximos meses, as comparações anuais devem jogar os índices para baixo, pois no final do primeiro trimestre de 2010 o Brasil começou a experimentar bons números, sobretudo quando citado o PIB.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Inadimplência dos consumidores paulistas apresentou alta em fevereiro de 2011


O cenário econômico brasileiro, no ano passado, correspondeu às perspectivas de economistas, políticos e instituições. Dados reunidos e divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5% em 2010 em comparação a 2009.

As medidas de estímulo adotadas no ano passado incidiram positivamente sobre o aumento da confiança do consumidor e sobre a estabilidade da economia. De acordo com a Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), o nível de endividamento do consumidor paulista pulou de 51,2% em janeiro para 53,8% no mês passado.

Outro indicador que revelou tendência semelhante foi o de contas em atraso, que no início do ano era de 14,7%, avançando para 15,3% no estudo mais recente. A Fecomercio assinala que o paulista está mais confiante com a economia no início de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes em virtude do aumento da massa salarial real e do índice de ocupação.

Em termos mais detalhados, no mês passado 34,3% dos paulistas revelaram ter dívidas por mais de 365 dias, índice mais alto em comparação ao endividamento constatado de três a seis meses (25%) e mais elevado ainda ante os 22,5% referentes a débitos inferiores a três meses.

Os números poderão melhorar após o término do primeiro trimestre, pois a obrigação com o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) aos que possuem carros, bem como o início do ano escolar, permitirão mais dinheiro sobrando em caixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa registrou queda na Inadimplência das Empresas em janeiro de 2011


Iniciar qualquer ano com dinheiro em caixa é um grande desafio para consumidores e empresas. A maior incidência de contas elevadas em virtude dos altos impostos ainda no primeiro trimestre e o pagamento do 13º salário, no caso da pessoa jurídica, trazem desconforto ao setor financeiro.

Entretanto, um dado curioso foi divulgado pela Serasa Experian no dia 25 de fevereiro. De acordo com o Indicador de Inadimplência das Empresas, o índice em questão arrefeceu 0,8% em janeiro deste ano em comparação ao mês imediatamente anterior. Este fato, ou seja, queda no confronto entre o primeiro período de um ano e o último do ano anterior não ocorria desde 2006.

No comparativo anual, segundo a Serasa, a inadimplência das empresas também cedeu, desta vez em 2,1% em janeiro de 2011 sobre o período igual de um ano antes. Para economistas da instituição, a expansão da economia brasileira durante 2010 explica os dados registrados.

Mesmo assim, a desaceleração da economia nos próximos meses deve alterar esse e outros indicadores. Os rumores de que a Selic, taxa básica de juros da economia, aumente mais 0,75% até dezembro é uma das justificativas que levam a crer nessa perspectiva.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência de Micro e Pequenas Empresas – Janeiro 2011


Antes da obtenção do tão sonhado lucro, as empresas devem pagar suas contas em dia para, assim, receberem produtos de que dependem, executar suas atividades com acesso à energia elétrica e água, entre outros. Um planejamento ruim pode fazer com que o negócio se esvaia.

Informações divulgadas pela Serasa Experian indicam que a pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas cedeu logo no início deste ano. De um mil pagamentos efetivados, 947 foram pagos à vista ou com, no máximo, sete dias de atraso, ou seja, índice de 94,7% – abaixo da taxa de dezembro, de 95,4%.

A Serasa aprecia que a pontualidade de pagamento diminuiu em todos os ramos da economia no mês passado, distribuída em 95,3% ao comércio, 94% ao segmento de serviços e 93,3% ao setor da indústria. A questão cambial e a consequente diminuição de competitividade dos produtos nacionais perante os estrangeiros é uma das constatações para a baixa se relacionada à indústria.

Os economistas da Serasa examinam que a diminuição no índice é comum em todo início de ano, pois as vendas realizadas em dezembro anterior causam desaceleração sazonal do patamar de atividade.

Mesmo com essa queda no confronto mensal, janeiro de 2011 se configurou como o melhor dos últimos seis anos na questão pontualidade de pagamentos a partir das micro e pequenas empresas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SPC – Inadimplência do consumidor cresceu em janeiro de 2011


Todo início de ano é marcado por altas contas e dinheiro escasso nos bolsos. Parcelamentos referentes ao Natal e Ano Novo, pagamentos de tributos como o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) são apenas alguns dos elementos que tornam o 1º trimestre mais complicado.

Informações do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) apontam avanço de 5,03% da inadimplência do consumidor no mês passado em comparação a dezembro de 2010. O aumento do índice elucida maior descontrole do orçamento, que, na opinião de Vitor Kock, primeiro vice-presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), é inteligível, pois o período de maiores gastos é justamente este.

Embora tenha explanado tais palavras, Kock avalia, pelos gastos, uma situação de controle, uma vez que no confronto anual entre janeiro e o período análogo do ano passado o índice arrefeceu 10,99%, algo que também reflete a fraca base de comparação em virtude do colapso financeiro global.

Segundo o SPC Brasil, as consultas em janeiro diminuíram 35,64% sobre dezembro, constatação que agrega tanto pagamentos em cheques como compras financiadas. Por outro lado, houve alta de 5,38% em relação ao mês inicial de 2010, parte do período que reuniu boa expansão do Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil



Serasa – Inadimplência das empresas apresentou queda em dezembro de 2010


A expressão "inadimplência" é algo que tanto pessoas físicas como jurídicas querem distância. O desejo, nem sempre real, acarreta em várias medidas, tanto para o sentido ruim como para o bom. Pessoas e empresas que refazem cálculos para melhorar suas contas, com o tempo, podem conquistar sucesso.

Dados expressos pela Serasa Experian por meio do Indicador de Perspectiva de Inadimplência das empresas assinalam baixa em 0,8% no número de inadimplentes em dezembro do ano passado ante o mês imediatamente anterior. Com esse resultado, o patamar obtido chegou a 83,6 pontos.

A Serasa distingue ser esse o 20º recuo mensal seguido do indicador, porém o mais baixo registrado desde maio de 2009. Por isso mesmo, a entidade examina que o processo de diminuição paulatina da inadimplência entre as empresas apresenta certa extenuação.

Os economistas da Serasa preveem que as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem aumentar e pressionar o ciclo de aperto monetário no decorrer deste ano, incidindo diretamente nas despesas financeiras das empresas. Com isso, a inadimplência poderá ostentar números mais neutros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência do consumidor aumentou em janeiro de 2011


A boa disposição da economia brasileira, no ano passado, transformou o período do Natal como um dos melhores da última década. O maior número de pessoas no mercado de trabalho, a remuneração em alta e o acesso ao crédito mais facilitado estimularam os consumidores a realizarem compras, uma vez que este se mostrou confiante para tal.

No entanto, a euforia começa dar vazão a uma tendência nada agradável: aumento das dívidas e dificuldades em honrá-las. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, a inadimplência dos cidadãos saltou para 24,8% em janeiro de 2011 em comparação ao período igual de 2010, a maior alta no confronto anual desde julho de 2002.

Segundo a Serasa, houve queda de 3,3% em janeiro se considerada a comparação com dezembro de 2010. Para os economistas da entidade, o resultado anual reflete a expansão do endividamento dos consumidores, que aumentou consideravelmente no decorrer do ano passado.

O recuo em janeiro de 2011 sobre dezembro de 2010, porém, indica que a inadimplência do consumidor não acompanha a mesma celeridade constatada anteriormente, uma vez que entre maio e dezembro isso ocorreu sem interrupções.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Aumento de cheques sem fundos no final do ano


Os cartões de crédito e débito estão em alta e os cheques, por sua vez, em baixa. Vários fatores explicam essa tendência, tais como menor burocracia para a aprovação e utilização do dinheiro de plástico em inúmeras empresas varejistas, físicas ou virtuais.

Informações divulgadas pela Equifax revelam que o volume de cheques devolvidos no mês passado chegou a 1.664.294, incremento de 4,11% em comparação a novembro de 2010. No confronto com dezembro de 2009, porém, o montante constatado foi 9,47% mais brando.

De acordo com Alcides Leite, consultor do Centro de Conhecimento da Equifax, o aumento das vendas pelo comércio devido às festas de final de ano e o incremento das taxas de juros relacionadas a algumas operações financeiras foram cruciais para o aumento dos cheques devolvidos.

Alcides acredita na possibilidade de incremento dos juros no comércio, situação que deverá exercer certa influência no desempenho dos números da inadimplência, acarretando, com isso, leve aumento.

A assessoria de imprensa da Equifax assinala que em relação ao volume de títulos protestados houve avanço de 2,10% no mês passado ante novembro, porém com queda registrada de 0,59% sobre dezembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SPC – Inadimplência apresentou Queda em 2010


O termo inadimplência é algo que toda e qualquer pessoa quer longe de sua vida financeira. A economia brasileira tem propiciado tanto pontos positivos quanto negativos nesse ínterim e assunto, ou seja, o endividamento tem avançado sucintamente, dependendo da base comparativa, mas ao mesmo tempo a população tem adquirido bens antes inacessíveis.

De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) computou retrocesso de 1,85% na inadimplência constatada em todo 2010 em comparação a 2009. Em dezembro passado o recuo foi de 4,49% ante novembro. Entretanto no comparativo anual do último mês a entidade assinalou progresso de 2,73%.

A CNDL sopesa que as consultas ao SPC cresceram 34% no mês de dezembro em comparação a novembro, e outros 10,59% sobre o mesmo período de 2009. Segundo matéria enunciada pela Band Online, pouco mais de 23,8% dos registros foram cancelados no mês passado sobre novembro, justamente pela inserção do 13º salário na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Inadimplência apresentou Alta em 2010


A confiança do consumidor brasileiro se mantém bem nos primeiros dias deste ano, embora estudos mais precisos ainda devam ser divulgados no transcorrer do mês. Em 2010, a economia do país experimentou bons resultados, refletidos, deste modo, nos índices do Produto Interno Bruto (PIB) e de outros mais. Em contrapartida, a inadimplência figura para atravancar um pouco a vida das famílias.

Release divulgado pela Serasa Experian revela que no ano passado a inadimplência do consumidor avançou 6,3% em confronto a 2009. O levantamento ressalta que o índice foi maior, inclusive, que aquele constatado durante o colapso financeiro global recente, uma vez que a taxa constatada fora de 5,9% no ano retrasado em comparação a 2008.

A alta foi ainda mais evidente no confronto anual entre dezembro de 2009 e 2010. A Serasa indica variação de 20,9%. No comparativo sobre novembro do ano passado, entretanto, o progresso foi de 1,1%.

Economistas da entidade sugerem que os resultados refletem o maior endividamento do cidadão, sobretudo no primeiro trimestre de 2010, quando a economia foi estimulada por meio de uma série de medidas de combate à crise mundial. É possível citar, também, os níveis mais brandos de desemprego, o acesso ao crédito e o aumento da massa salarial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento e Inadimplência do Consumidor – Queda em Dezembro de 2010


Especialistas de todo o Brasil e de vários setores pediram aos consumidores, principalmente no último trimestre do ano passado, para terem maior atenção aos gastos com presentes de Natal, viagens, entre outros. Alguns indicaram a necessidade de planejamento com o 13º salário para, por exemplo, o pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA) e quitação de dívidas contraídas no transcorrer de 2010.

Embora os gastos dos consumidores tenham sido considerados altos para as comemorações de final de ano, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), 46% dos lares brasileiros ilustraram dívidas, índice abaixo dos 50% abalizados em novembro de 2010 e 48% do período igual de 2009.

As contas em atraso também diminuíram. Segundo a federação, o índice de 17% em novembro foi arrefecido para 13% em dezembro, consideravelmente inferior aos 20% se levado em consideração o confronto anual.

A Fecomercio reflete serem essas quedas oriundas do consumidor brasileiro mais confiante, do aumento do número de empregos e da inserção do benefício de final de ano, vulgo 13º, na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Micro e Pequenas Empresas – Inadimplência e Dívidas em Novembro de 2010


Responsáveis por bom número de vagas de trabalho no país, as micro e pequenas empresas sentiram maiores dificuldades em efetuar seus pagamentos pontualmente em novembro. Pesquisa realizada pela Serasa Experian assinala que o comprometimento com as dívidas decresceu de 95,5% no mês retrasado para 95,2% no período seguinte.

A entidade medita que o recuo na pontualidade é proveniente do pagamento da primeira parcela do benefício de final de ano aos trabalhadores (13º salário). Para a entidade, uma das justificativas é de que algumas empresas não delinearam com precisão seu caixa para arcar com esse compromisso.

Embora esse retrocesso tenha se confirmado, de acordo com o portal de Economia UOL a pontualidade no mês passado mostrou-se superior à constatada em novembro de 2009, ocasião em que o índice chegou a 94,5%.

A despesa média dos pagamentos realizados com pontualidade cresceu 5,9% entre outubro e novembro deste ano, abraçando montante de R$ 1.582,29. No confronto anual, a importância média dos pagamentos precisos avançou 8,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Cheques Sem Fundos – Inadimplência aumentou em Novembro de 2010


Em menor uso, vários estabelecimentos comerciais ainda aceitam cheques, porém são pouco bem vistos em postos de gasolinas, padarias de grande porte e restaurantes. Existem lojas que oferecem parcelamento em inúmeras vezes nessa modalidade, enquanto a cartões de crédito, em alguns casos, apenas à vista.

Informações divulgadas na segunda-feira (20/12) pela Serasa Experian por meio de seu Indicador de Cheques Sem Fundos apontaram que após cinco quedas seguidas, o volume desse sistema de pagamentos voltou a aumentar, justamente às vésperas das aquisições de produtos para o Natal.

No mês passado, 1,68% dos cheques emitidos foram devolvidos, índice pouco acima de de outubro (1,56%). Mesmo após a ascensão na percentagem, o número de devoluções é o mais baixo desde 2005.

De janeiro a novembro, de acordo com a Band Online, a inadimplência com cheques abraça índice de 1,77%, mais brando em relação ao período igual de 2009, quando o percentual constatado foi de 2,17%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Inadimplência apresenta maior índice desde 2005


Os estímulos fiscais concedidos pelo governo brasileiro entre o final do ano passado e início de 2010 realmente surtiram efeito, tanto que inúmeros setores angariaram bons resultados, entre os quais o de veículos automotores e o habitacional. Claramente, não é somente esse fator que culmina para o bom ambiente da economia, pois nesse ínterim aparece, por exemplo, acesso ao crédito menos restrito e poder de renda da população em alta.

Ao final do ano, porém, uma constatação que já vinha se anunciando foi confirmada pela Serasa Experian. A inadimplência do consumidor cresceu novamente no mês passado, em 3,5%, a sétima alta consecutiva. Devido a esse índice, novembro deste ano é o pior desde 2005.

No acumulado anual, de acordo com o portal de Economia Terra, a inadimplência sintetiza expansão de 23,2%, o pior período da série histórica desde 2001 e 5% acima do mesmo intervalo de 2009. Segundo a Serasa, o maior endividamento proveniente das datas comemorativas é o grande contribuinte à constatação.

Os itens não-bancários, entre os quais cartões de crédito, prestadoras de serviços, lojas e financeiras, foram os elementos que mais apresentaram celeridade, de 7,7%, enquanto as dívidas com bancos majoraram 2,3% e cheques sem fundo, 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência dos consumidores continua em alta


O Serasa divulgou, nesta segunda-feira (13), a 7ª alta seguida de inadimplência dos consumidores, que cresceu 3,5% em novembro, em comparação com o mês de outubro. A expansão foi a maior desde 2005.

Em comparação com o mesmo mês em 2009, a inadimplência subiu 23,2%, registrando o maior crescimento desde 2001. No acumulado do ano, houve um acréscimo de 5%. Esse crescimento é resultado do aumento do endividamento do consumidor, que acumulou dívidas desde o dia das crianças.

A pesquisa do Serasa também divulgou que a expectativa empresarial de vendas para o Natal é positiva. A venda de varejo será tão forte nessa época que a maioria dos consumidores vai ampliar seu endividamento e destinar seu 13º ao pagamento de dívidas.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Empresas e Consumidores – Inadimplência apresenta estabilidade em Outubro de 2010


Ao longo do ano os consumidores brasileiros contraem dívidas sobre dívidas. A dificuldade em pagá-las depende da educação financeira, o que não implica, diretamente, se a renda é alta ou baixa. Aqueles que não conseguem estabelecer ganhos maiores do que gastos se prejudicam.

Informações divulgadas pela Serasa Experian neste início de semana revelam que o calote dos cidadãos apresentou estabilidade no mês passado, de 6%, após quatro meses consecutivos de baixa. Desde maio do ano passado, quando o índice estava em 8,5%, segundo o portal R7, as dívidas decrescem ou mantém certo equilíbrio.

Não é somente entre as pessoas físicas que a inadimplência é constada. Nas empresas isso também é recorrente, tanto que em outubro constatou-se calote corresponde a 3,5%.

Segundo o Banco Central, a inadimplência mantém estabilidade mesmo em meio a uma alta nos juros estritamente para as famílias, algo oriundo da greve bancária recente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Acertando Suas Contas – Renegociação de Dívidas – São Paulo


Iniciar 2011 sem dívidas é o sonho de todo brasileiro, mesmo que ao longo dos 12 meses seguintes outras sejam contraídas. No intuito de proporcionar a renegociação de débitos, diversas empresas, entre as quais Pernambucanas, Casas Bahia, Credicard, NET, AmBev e Vivo se reunirão dentro do programa “Acertando Suas Contas”, no Pateo do Collegio, situado na região central da capital paulista.

Da última segunda-feira, 22 de novembro, e até o dia 27 cada uma delas disporá funcionários para a renegociação de dívidas. A expectativa deve ser ampla, pois trabalhadores já podem utilizar a primeira parcela do 13º salário para quitar deveres financeiros em atraso.

Na semana passada, segundo o R7, a empresa de análise de crédito Serasa Experian diagnosticou inadimplência proveniente de cheques em 1,78% entre janeiro e outubro de 2010, o menor nível para o período dos últimos seis anos. Apesar desse índice, houve incremento em 1,8% no mês passado devido às aquisições de consumidores para o Dia das Crianças.

O calote nas dívidas com companhias não bancárias, ou seja, financeiras, prestadoras de serviços (água e luz), cartões de créditos em lojas (em geral) cresceu 8,5% entre setembro e outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência no Brasil cresce em Agosto 2010


Economistas da Serasa Experiam divulgaram nesta segunda-feira, 13, um levantamento que aponta crescimento em 11,5% na inadimplência praticada por consumidores brasileiros. Esse é a maior taxa de crescimento da inadimplência desde 2005 para os meses de agosto.

Os analistas apontam a Copa do Mundo como fator preponderante para os gastos excessivos no Brasil, já que muitos produtos eletrônicos de alto valor agregado foram adquiridos em julho.

As empresas de crédito foram as mais caloteadas. Só neste tipo de empresa, a inadimplência teve alta de 5,9%. Os especialistas da Serasa Experiam crêem que, pelos sinais de reaquecimento da economia nacional, essa tendência deverá ser freada rapidamente.

Por Diego Diniz



Aumento da Inadimplência não abala Crédito do Consumidor


O consumidor brasileiro percebeu uma mudança de ares há alguns meses – aliás, poucos meses. Quem antes custava a acreditar na aquisição de bens duráveis e alguns não-duráveis teve de ser obrigado, se esses são os termos ideais, a pensar diferente. Prova dessas preliminares palavras são fruto de tudo o que a imprensa nacional propagou; veículos automotores, produtos da linha branca e, mais além, residências sofreram alta nas vendas.

Após o término da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, especialistas estimavam queda nas vendas de mercadorias e aumento no número de inadimplentes. O Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor, para ninar os cidadãos, relacionou no início desta semana que embora essa seja uma tendência até o final do ano, pouco intervirá na perspectiva de crédito ao consumidor.

Em junho, final do primeiro semestre, o indicador retrocedeu 0,5%, chegando, pois, ao nível de 96,2 pontos, configurando o segundo arrefecimento mensal consecutivo – em maio o tombinho foi de 0,2%. Embora os antenados no assunto possam vir a se preocupar, reportagem apregoada pelo portal de notícias G1 assegura contínuo caminho de ampliação do crédito às pessoas físicas, mesmo que mais amena.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência aumenta com datas comemorativas e copa do mundo


As medidas de estímulos fiscais concedidas pelo governo brasileiro em conformidade com os limites permitidos a cada setor impulsionaram maior consumo da população. Até o primeiro trimestre de 2010, por exemplo, adquirir produtos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), nova moradia ou veículos automotores ficou mais tranquilo.

Após a retirada dos benefícios surgiu no nariz dos consumidores datas comemorativas, como é o caso do Dia das Mães, do Dia dos Namorados e do Dia dos Pais, este último mais recentemente. A Copa do Mundo ocorrida na África, por exemplo, motivou lojistas a incentivarem os brasileiros a comprarem televisores, alimentos e bebidas, portanto, mais gastos.

Este conjunto de fatores e alguns outros não descritos neste artigo tiveram por resultado divulgado nesta semana pela Serasa Experian maior endividamento e aumento nos percentuais de inadimplentes. Somente em julho, de acordo com o portal de notícias G1, houve alta na inadimplência em 3,9% ante período igual de 2009, configurando, pois, o terceiro salto consecutivo no confronto anual.

De janeiro a julho, com os índices positivos nesse ínterim, a inadimplência dos brasileiros apresentou arrefecimento de 1,4% ante o período igual de 2009. Contudo, assinalam economistas da entidade, nos próximos meses, até o final de 2010, a inadimplência deverá crescer mais um pouco.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Brasileira – cai número de inadimplentes


A economia brasileira tem possibilitado de oferecer novos nortes à população e, em especial aos empresários, que passaram a acreditar no país como fonte viável e rentável de lucro sobre lucros. O otimismo, palavra extremamente utilizada quando relacionada ao assunto, surte efeito positivo também ao cumprimento de pagamentos, tanto por parte dos cidadãos como a partir das empresas.

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas divulgado nesta quinta-feira, 29 de julho, assinalou que a inadimplência nas empresas do país cedeu 9% no primeiro semestre deste ano em confronto ao período similar de 2009, configurando portanto, o maior baque percebido nos últimos seis anos – referência aos seis meses iniciais de cada período.

A Serasa relacionou que o número de inadimplentes deverá continuar a cair até o final de 2010; se comparado junho ante maio deste ano, o baque atingiu a marca de 5,8%. De acordo com o portal de notícias G1, os economistas da entidade acreditam que embora o aguardado esfriamento econômico venha a acontecer nos próximos seis meses – até dezembro –, as empresas nacionais continuam a manter sua estrutura de capital tranquila, sem impasses consideráveis, principalmente em virtude do melhor acesso ao crédito a pessoas jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cresce a Taxa de Inadimplência de Consumidores


Conforme divulgado nesta última segunda-feira, 12 de julho, pelo Indicador Serasa Experian, o mês de junho deste ano apresentou um aumento de 5,2% na taxa de inadimplência do consumidor em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já com relação a maio de 2010, apesar de menor, também houve um aumento de 1,1%.

De acordo com economistas da Serasa Experian, os valores sofreram influência do maior grau de endividamento do consumidor especialmente devido a compras efetuadas em datas comemorativas como Dia das Mães e dos Namorados. Além disso, há que se considerar o endividamento em função das ofertas de produtos com IPI reduzido, como no caso de veículos e eletrodomésticos da linha branca.

A tendência é que a taxa de inadimplência sofra um aumento nos próximos meses, mas, nada que fuja ao controle, de acordo com o indicador.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Jornal O Globo



Aumento da Inadimplência em Junho 2010 – Serasa Experian


A excitação vivida pelos consumidores brasileiros ao final do ano passado contribuiu, e muito, às vendas em diversas esferas comerciais do país. No transcorrer de 2009, foi constatado ao Brasil saída do colapso financeiro mundial, provocando, entre diversas consequências, aumento do otimismo da população e de empresários, bem como melhores índices de empregos.

Especialistas, há meses, estimavam aumento da inadimplência entre os consumidores no segundo semestre deste ano, fato já constatado, porém, desde maio. Para junho, revelou o Indicador Serasa Experian, houve aumento de 5,2% no número de inadimplentes em relação ao período igual de 2009 e 1,1% em confronto ao mês imediatamente anterior.

A entidade, em reportagem veiculada pelo portal de economia UOL, assinala que as aquisições de produtos ao Dia das Mães, Dia dos Namorados e Copa do Mundo foram os fatores responsáveis, grosso modo, pelo aumento do endividamento. A compra de mercadorias que antes contavam com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) contribuíram, também, para o aumento, revela a Serasa.

A entidade, por fim, acredita que o número de inadimplentes deverá continuar a ascender nos próximos meses, entretanto, de maneira comedida.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumir cresce 1,9% em maio


O melhor ambiente econômico brasileiro permitiu à população sonhar mais alto, tanto que nos últimos meses o otimismo e o melhor acesso ao crédito fizeram as compras dispararem em alguns setores. Somado a isso também se confere aos segmentos automotivo, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e construção civil a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até março passado.

Como já era aguardado por especialistas, a inadimplência do consumidor assinalou em maio elevação de 1,9% em relação ao mês igual do ano passado, a primeira alta no confronto anual desde outubro de 2009, conforme informações obtidas no indicador Serasa  Experian.

Reportagem do portal mercado UOL descreve que analistas estimam perspectivas otimistas para o crescimento econômico, permitindo avaliar que não existirá um aumento muito acima dos atuais níveis de inadimplência no próximo semestre.

Em dados mensurados, as dívidas não cumpridas com financeiras e cartões de crédito ascenderam 8,1% no mês passado em comparação a abril, à frente de débitos com as instituições bancárias, que suplantaram o percentual de 2,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda na Inadimplência em 2010 – Serasa Experian


Todo início do ano é delicado a grande parte da população brasileira, pois as compras de Natal, Páscoa e, não distante, Dia das Mães, além do pagamento dos tradicionais impostos, põem em xeque o recebimento do 13º salário, que se mal utilizado não faz diferença alguma no rendimento individual.

No entanto, 2010 tem se configurado como um ano atípico, não somente pela alta nas vendas em vários segmentos, mas por apresentar queda no número de inadimplentes. De acordo com a Serasa Experian, o índice de consumidores dentro dessa ordem caiu em 5,2% no primeiro quadrimestre deste ano ante período igual de 2009. A entidade assegura, conforme divulgado pelo portal de notícias G1, ser esse o maior baque já registrado em uma década.

Analistas atuantes na Serasa conferem a diminuição de inadimplentes ao atual ritmo do crescimento econômico brasileiro, além do maior poder aquisitivo da população e o número de vagas mais elevado disposto no mercado. A oferta de crédito a pessoa física e melhores facilidade para renegociação de dívidas são outros dois fatores mencionados pela entidade.

Quer ler mais informações? Acesse o link do G1.

Por: Luiz Felipe Erdei



Inadimplência cai 0,3% em março


Informações originárias do Banco Central (BC) revelam que a inadimplência de pessoas físicas no pagamento de seus empréstimos baqueou 0,3% de fevereiro para março, atingindo, então, 7%. Segundo avaliação do órgão, é o menor patamar diagnosticado desde o terceiro mês inicial de 2008.

O portal dinheiro do UOL sugere, também, que em créditos adquiridos por empresas, a inadimplência de 3,7% vista em fevereiro caiu para 3,6% em março. Neste caso, os inadimplentes só são considerados caso os empréstimos atinjam atraso superior a 90 dias corridos.

Apesar de todo início de ano a tendência ser de alta na inadimplência, o Brasil parece ter se saído bem nesse ponto, uma vez que as compras de Natal somadas ao pagamento de impostos como IPTU e IPVA, além de reajustes nos preços em diversos setores, ocasiona falta de poder aquisitivo por parte da população.

Quer saber mais informações, tais como volume de operações de crédito pelo país? Acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número de Endividados no Brasil cai entre Março e Abril 2010


Apesar de qualquer início de ano ser estritamente carregado de novas pessoas devedoras, seja devido a prestações contraídas durante as festas de final de ano, seja em virtude do pagamento de impostos como IPTU e IPVA, estudo levantado pela Confederação Nacional de Comércio (CNC) indica que o total de endividados caiu cinco pontos entre março e abril, para 58%.

Dos 17,8 mil consumidores consultados em todas as capitais federativas do Brasil, a pesquisa revelou, também que o índice de cidadãos com algum tipo de dívida ou conta em atraso recuou de 27,3% em março para 24,4% em abril. Carlos Tadeu de Freitas Gomes, chefe da divisão econômica da CNC, avalia que o início de 2010 é atípico, pois conforme mencionado, é bem mais comum o aumento da inadimplência.

O portal de economia do Estadão ilustra outro ponto incluso na pesquisa feita pela entidade. De março para abril, houve queda de 2,1% no Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF).

Para saber mais informações sobre o assunto, principalmente em relação a outros pontos analisados pela CNC, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor diminui


De acordo com estudo da Serasa Experian, a inadimplência do consumidor no primeiro trimestre de 2010, em relação a igual período de 2009, caiu 6,7%. Foi o maior recuo registrado em comparações do primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 2000. Os economistas da Serasa apontam como motivos principais o aquecimento do mercado de trabalho e o crescimento da renda do brasileiro.

Vale ressaltar, no entanto, que no primeiro trimestre de 2009 o Brasil ainda sofria mais intensamente os efeitos da crise. Os economistas preveem que a inadimplência do consumidor continuará em queda no restante do primeiro semestre do ano.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto



Inadimplentes em serviços básicos não terão nome em SPC


Um projeto aprovado pelo Senado promete por fim a inúmeros questionamentos entre a população brasileira. Segundo o instrumento documental, as companhias fornecedoras de serviços públicos, dentre elas de água, telefonia e energia elétrica não poderá relacionar consumidores inadimplentes em cadastros de proteção ao crédito.

O portal dinheiro do UOL indica que a suspensão de serviços só poderá ser feito mediante conhecimento prévio do consumidor de, no mínimo, 30 dias. O aviso terá de abarcar, inclusive, o valor da dívida, das taxas e encargos e, também, dos juros.

Em relação a órgãos públicos, tais como hospitais e escolas, a intervenção ou contenção dos serviços deverá satisfazer critérios e prazos que resguardem condições mais substanciais de conservação do funcionamento desses estabelecimentos.

O UOL afirma que a proposta seguirá para a Câmara e que caso seja aprovada sem qualquer tipo de mudanças pelos deputados envolvidos, o projeto será encaminhado para sanção de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil.

Confira a matéria-base das informações acima, integralmente, em www1.folha.uol.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SPC divulga Queda Número de Inadimplentes no Brasil – Março 2010


O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgaram, juntos, que o percentual de inadimplentes pelo Brasil teve retração de 2,79% em março deste ano ante o mês igual de 2009. Ambas as instituições avaliam que essa queda se deve à fraca base de comparação do ano passado em virtude da crise financeira global.

Apesar desse baque, se março deste ano for comparado a seu mês antecessor, há aumento na taxa de inadimplência em quase 11,7%, justificado pela CNDL sob o mote de que o segundo mês de cada ano possui menos dias úteis – além das festividades comemoradas durante o Carnaval.

Embora exista esse contrabalanço, a inadimplência recuou 2,91% no primeiro trimestre de 2010 em comparação aos três primeiros meses de 2009. A disposição para o atual mercado a 2010, conforme mencionado pelas entidades e veiculado pelo portal de notícias G1, é de expansão, originado, principalmente, pelo aumento do salário mínimo e pelo maior poder aquisitivo das classes D e E.

Confira outros dados divulgados pela CNDL e pelo SPC aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Devedores Serasa SPC – Nome no Sistema de Proteção ao Crédito


O nome de uma pessoa quando inserido em órgãos de proteção ao crédito, uma correspondência é enviada a sua residência, bem como esclarecido qual empresa solicitou sua inserção. Após tentativas de regularização, conforme legislação, a solicitação é efetivada como garantia das empresas de sua continuidade no mercado, afinal uma constante de inadimplentes pode gerar sua falência.  Não se trata de defesa aos devedores, mas de facilitar para ambas as partes – devedor e cobrador – que a situação seja resolvida.

Estamos numa era de globalização. Então, por que não disponibilizar acesso sem prazos e gratuito, as condições financeiras pela internet? Desconsiderado intenções desonestas, se o indivíduo não tem dinheiro nem para honrar seus compromissos, como exemplo, uma conta de luz, como poderá pagar para acessar todos os seus débitos e, assim, planejar como quitá-los? Esta situação não está mais fazê-lo permanecer na dívida do que facilitar sua passageira dificuldade?

por Patricia Gujev



Inadimplência de Empresas Diminuiu em Fevereiro 2010


A Serasa Experian divulgou em 24 de março, quarta-feira, que a inadimplência entre as empresas brasileiras retrocedeu 10,7% no mês passado em relação a janeiro deste ano, sinalizando, então, o maior baque constatado desde agosto de 2009, ocasião na qual a crise financeira mundial começava a dar seus primeiros passos para ser controlada em território tupiniquim.

A entidade revela, também, que a inadimplência constatada nas empresas de grande porte teve tombo de quase 31%, enquanto as médias empresas baquearam 20,3% e as pequenas “apenas” 9,7%. Além desse fator, um comparativo entre o primeiro bimestre de 2010 ante período igual do ano passado apontou retração de 11,6% na inadimplência de pessoas jurídicas.

Para a Serasa, conforme atesta o Portal de Economia Terra, a queda das variações foi originada, em primeira instância, pelo volume menor de títulos protestados, bem como por cheques devolvidos. Em contrapartida, as dívidas não honradas em relação a bancos conservaram-se no mesmo nível e não interferiram nos resultados divulgados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência – Brasil tem menor taxa desde 2004


Todo início de ano é complicado à população brasileira, pois as aquisições realizadas no Natal e as altas despesas em impostos, tais como IPVA e IPTU, colaboram para que a inadimplência comece a apresentar desenvolvimento substancial.

Entretanto, o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor revela um baque de 2,2% em fevereiro deste ano ante o mesmo mês do ano passado com relação aos pagamentos honrados dos consumidores. Esse pequeno tombo é o maior observado desde fevereiro de 2004.

Além disso, fevereiro passado em comparação ao primeiro mês deste ano configurou queda de 3,1%, em virtude, segundo a instituição, da maior cautela entre os cidadãos.

O levantamento da Serasa avalia que o recuo constatado na inadimplência, observado em financeiras e nos cartões de crédito, puxou o declínio dos percentuais; esse segmento colaborou, por sua vez, com 1,5% dos 3,1% de baque assinalado pelo indicador.

No acumulado anual, segundo a Serasa, a inadimplência recuou 5,3%, o maior índice de queda constatado desde o ano 2000.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência das Empresas – Janeiro 2010 – Índicador Serasa Experian


O começo do ano parece ter surtido efeito positivo sobre as companhias de origem brasileira. O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas assinalou uma redução na inadimplência para o segmento em 14,6% no primeiro mês de 2010 em relação a janeiro de 2009.

A Serasa avalia, também, que a queda registrada é a maior constatada desde março de 2008. A retomada do crescimento pelo Brasil é outra justificativa apregoada pelo instituto como fator determinante para a redução de empresas com essa característica dita negativa.

Além dessa avaliação, a Serasa indica que o recuo das empresas consideradas de médio porte foi de 25,7% em  janeiro deste ano ante o mesmo mês do ano passado. Já nas pequenas empresas, fortemente atingidas pela crise financeira mundial, a queda foi de 12,9% nesse período base.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência 2010 – Pesquisa PEIC – Diminuição Dívidas em São Paulo


O brasileiro parece ter feito bom uso do 13º salário, pensado bastante e direcionado parte do rendimento “extra” a quitação de contas e pagamento de dívidas contraídas em 2009. Um levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), constatou que houve menor volume de pessoas endividadas.

Em fevereiro, a PEIC registrou que 43% dos lares brasileiros, em São Paulo, estavam com dívidas, 1% abaixo do primeiro mês de 2010. De percentuais para números, aproximadamente 51 mil famílias deixaram de ser consideradas endividadas.

De acordo com a assessoria de imprensa da Fecomercio, 12% dos lares brasileiros possuem contas atrasadas, uma retração de 2% se comparado o mês de fevereiro a janeiro, o que indica, segundo a instituição, que 60 mil famílias efetuaram pagamentos de suas contas em atraso.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dívidas Condomínio – Inadimplência de Moradores Diminui em São Paulo


Inadimplência é sempre uma palavra assustadora a qualquer cidadão do mundo. Para alguns, ter seu nome inscrito em órgãos de proteção ao crédito, por exemplo, significa vergonha, falta de cumprimento para com suas obrigações. Embora isso não seja 100% verdade, há pessoas que pensam exatamente desta maneira.

Discursos à parte, um estudo executado pela Lello, empresa de administração de condomínios de São Paulo, a partir de pesquisas entre aproximadamente 60 mil apartamentos, assinala baque de 17,8% no índice de inadimplência em residências condominiais da capital paulista em 2009.

Ainda para o estudo, a redução no número de inadimplentes em dois anos foi de 23,3%, devido a dois fatores determinantes, segundo o Canal Executivo do UOL: a recuperação econômica no ano passado e a lei estadual que permitiu a inscrição de condôminos em serviços de proteção ao crédito.

Para saber mais detalhes acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cheques devolvidos – Serasa revela queda


Inúmeras pesquisas assinalaram desde dezembro do ano passado, que o Brasil ingressaria em 2010 com bons números em diversos pontos de análise, tais como aumento do emprego, desenvolvimento sadio do PIB, taxa inflacionária regulada, entre outros fatores.

Recentemente, a Serasa revelou que a proporção de cheques devolvidos em janeiro de 2010 foi de exatamente 1,673 milhão em todo o Brasil, aproximadamente 1,85% dos documentos emitidos no período, segundo o Portal de Notícias G1. Com base nisso, o próprio instituto indica que esse é o menor percentual contabilizado em 16 meses.

A Serasa, então, confirma alguns pontos de vista proferidos por diversas autoridades brasileiras. De acordo com o órgão, o aumento do número de postos de trabalho e o maior poder aquisitivo (geral) dos consumidores, físicos e jurídicos, contribuíram para o bom rendimento divulgado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda Inadimplência do Consumidor – Janeiro 2010


O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor avaliou que a inadimplência da população brasileira apresentou queda de 8,1% em janeiro deste ano comparativamente ao mesmo mês do ano passado. Com esse dado apregoado nota-se, segundo o Portal de Economia do UOL, ser esse o maior baque constatado desde 1999.

Segundo o órgão, o percentual só atingiu tal status porque no primeiro mês de 2009 a crise financeira mundial atingia violentamente e praticamente todos os países. Além disso, revela a Serasa, as condições mais benéficas de crédito e o uso do 13º salário para a quitação de dívidas contribuíram para o alcance desse recorde.

Somente em janeiro deste ano, por exemplo, a devolução de cheques por falta de fundos a partir de pessoas físicas caiu mais de 16%, enquanto as dívidas não honradas retrocederam em aproximadamente 5%.

Para se informar sobre outros percentuais, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Queda da Inadimplência do consumidor em 2009


A empresa de análise de crédito Serasa Experian, instituto responsável pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, revelou que a inadimplência do consumidor, no Brasil, fechou o ano de 2009 com um percentual de quase 6%. O resultado é menor que o constatado em 2008, que atingiu 8%.

Para especialistas, essa queda deve-se ao fato de que o país passou a se recuperar com austeridade da crise financeira mundial, além, claro, da geração de vagas de emprego e da regularização do crédito. No ápice da crise, conforme divulgou a Agência Estado, a inadimplência de pessoa física tinha crescido, em dezembro de 2008, 12,8% em relação ao período igual de 2007.

O desenvolvimento do país, conforme avalia a própria Serasa Experian, deram maior segurança econômica e possibilitaram que esse índice avaliativo apresentasse o baque apresentado no primeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número de inadimplentes poderá cair ainda mais em 2010


Os efeitos pós-crise financeira sob o Brasil parecem ter dado vazão a várias melhorias em diversos pontos de análise. Um deles é a queda da inadimplência, conforme atesta Roberto Alfeu Pena Gomes, presidente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) do Brasil.

Em reportagem transmitida pela Agência Estado, o executivo alegou que o baque no número de inadimplentes poderá chegar para além de 15%, percentual próximo ao verificado em 2008, quando alcançou o índice de 14,9%.

De acordo com Gomes, o resultado só é possível por causa da recuperação dos postos de trabalho e a renda potencial dos consumidores. Por incrível que pareça, segundo ele, as pessoas com renda salarial mais baixa contribuíram amplamente para a recuperação econômica.

O Produto Interno Bruto (PIB), para o executivo, poderá crescer 6,1% neste ano, provavelmente o terceiro maior do globo terrestre, atrás somente da China e da Índia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Financeira Aumentou Dívidas de Brasileiros


Um levantamento feito pelo Banco Central ilustra que durante a crise financeira, num período estipulado entre agosto de 2008 e agosto deste ano, quase 3,6 milhões de brasileiros adquiriram dívidas superiores, no sistema financeiro, a R$ 5 mil. De acordo com a instituição, financiamentos no segmento imobiliários e os chamados créditos consignados foram as operações que mais apresentaram “desenvolvimento”.

O Sistema de Informações de Crédito norteia que, no fim de agosto de 2009, quase 21 milhões de pessoas mantinham empréstimos superiores ao valor já mencionado em instituições financeiras. Isto registra um aumento de quase 21% em relação ao denotado 12 meses antes.

Mesmo assim, avalia o governo, isso é saudável, pois mostra que houve cessão de privilégios às famílias brasileiras para que adquirissem bens e imóveis, além de propagarem seu consumo. O governo, novamente, acredita que isso propiciou, inclusive, ferramentas para a nação reagir bem e velozmente à crise financeira. Mas, e o povo? Endividado permanecerá, enquanto o Brasil “cresce”?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Famílias Paulistanas contraem novas dívidas mas honram seus pagamentos


O mundo econômico realmente é uma caixinha de surpresas. O discurso das autoridades brasileiras passou a ser o mesmo: estamos crescendo, vamos ser a quinta maior economia do mundo em 2016, ninguém nos segura etc. Por isso, inúmeras famílias paulistanas se utilizaram do otimismo e da confiança para contrair novas dívidas, o que pode ser, ou não, prejudicial – não ao governo, mas a elas próprias.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), desenvolvida pela Fecomercio, indica que em novembro 1,656 milhão de famílias paulistanas apresentaram endividamento, 5% a mais do que o percentual percebido em outubro. Mesmo assim, em relação ao penúltimo mês do ano passado, há uma queda de 3% no número de endividados.

Para Adelaide Reis, economista da Fecomercio, a contínua concessão de crédito ao consumidor explica o endividamento, bem como o reaquecimento da atividade econômica e a evolução do mercado de trabalho. Mesmo assim, apenas 14% das famílias apresentaram inadimplência, o que, segundo Adelaide, é uma das mais baixas já constatadas desde 2004.

Por isso, estima-se que não somente o Natal será bem recheado e favorável ao comércio, mas também o transcorrer dos anos, principalmente com a proximidade das competições esportivas no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número de Inadimplentes com Cheques cai em Outubro


Um estudo executado pelo Serasa Experian aponta que o volume de cheques sem fundos no país teve um retrocesso em outubro, o que permitiu a consideração de ser, então, o menor percentual percebido desde setembro do ano passado, ocasião na qual a crise econômica mundial atingia seu auge.

Em outubro deste ano, a inadimplência com cheques registrou a marca de 1,92%, com redução de 1% em relação a setembro e recuo de 4,5% em detrimento ao antepenúltimo mês de 2008. Para a Serasa Experian, esta é a primeira ocasião, em 2009, que se nota uma queda igual ao mesmo mês de 2008.

Entre os motivos listados pelos técnicos da empresa há a volta do crescimento econômico e o aumento dos empregos formais, isto é, com carteira assinada, além de juros mais baixos e a recuperação de renda do trabalhador. Ainda para os técnicos, o 13º salário pode nortear positivamente uma queda saliente no volume de cheques sem fundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de inadimplência apresenta queda de 5,88% entre setembro e agosto de 2009


Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que a taxa de inadimplência de setembro para agosto apresentou queda de 5,88%. Essa informação tem por base o número de registros incluídos no Serviço de Proteção ao Crédito.

Ainda de acordo com o órgão, o acumulado no ano apresentou taxa de inadimplência em uma variação negativa de 12,01%. Em relação a setembro do ano passado, houve derrocada de 3,85% na taxa.

Para Roberto Alfeu Pena Gomes, presidente do SPC Brasil, esses números favoráveis devem-se ao crescimento da renda real do trabalhador, à oferta de empregos e por último e não menos importante, taxas de juros reduzidas. Segundo ele, os dados indicam que o comércio está aquecido. E que venha o Natal!

Por Luiz Felipe T. Erdei