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Importação de gasolina teve alta em janeiro de 2012


A nossa maior produtora petroleira, Petrobras, registrou um aumento de 36% nas importações de gasolina no mês de Janeiro. Foram estimados valores na importação de gasolina deste ano em níveis semelhantes ao ano de 2011, quando chegaram a somar uma quantidade de 45 mil barris/dia. A nova presidente da estatal não forneceu nenhuma quantidade absoluta, nem das importações de janeiro, muito menos das de dezembro do ano passado, onde conseguimos o recorde de importações no volume de 100 mil barris.

A Petrobras pecou ano passado com relação às compras externas de combustíveis, o que pesou e muitos nos resultados da empresa em anos posteriores. Os lucros ficaram comprometidos e as ações na bolsa começaram a registrar leves quedas, construindo um cenário de balança comercial desfavorável.

As importações de gasolina só começaram a acelerar quando, após uma forte redução de safra de cana-de-açúcar no centro-sul do país, onde se produz quase a maior porcentagem de etanol do Brasil, muitos motoristas deixaram de usar o álcool por causa dos preços que acabaram se tornando pouco competitivos frente à gasolina, cujo valor pode e é controlado pela Petrobras.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1



Produtos Chineses podem ter Aumento de Impostos


Para conter os avanços dos produtos importados numa tentativa de manter o aquecimento da economia, o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) estuda elevar as alíquotas de importação de produtos chineses, entre eles vestuário, eletrônicos e têxteis.

Apesar de algumas críticas por parte de setores que julgam a medida como extremista, Pimentel alegou que não está “fechando o mercado”, e sim, criando um sistema para avaliar o desempenho dos preços dos produtos importados e nacionais.

A Câmara de Comércio Exterior, com ministros da área econômica, dará o aval em quais produtos terão incremento em impostos. Antes, na Confederação Nacional da Indústria, Fernando Pimentel disse que analisará todos os casos “com lupa”, já que os aumentos não atingem o setor inteiro.

Por Luiz Leite Amaral



OMC – Brasil – Importações em 2010


A temeridade de inúmeros segmentos de atividade sobre a tendência atual de crescimento das importações em relação às exportações foi confirmada novamente. Segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), o ingresso de produtos importados no Brasil bateu vários recordes e entre os membros do G20 (grupos das 20 maiores economias do planeta), mais outras nações relacionadas pela organização, o país aquele que apresentou a maior alta.

Para se ter ideia do aumento, entre dezembro do ano passado e setembro de 2010, o índice saltou para 46%. De acordo com o Estadão, a valorização da moeda brasileira e a ascensão do mercado doméstico são dois dos principais agentes dessa recorrência.

Em dezembro de 2009, por exemplo, a nação tupiniquim importava montante de US$ 12,8 bilhões, mas em setembro de 2010 o valor cingiu a cifra de US$ 18,7 bilhões. Em outubro, porém, o valor caiu serenamente, mas não o suficiente para alterar a trajetória de crescimento.

O país presidido por Luiz Inácio Lula da Silva já figura nas estatísticas estadunidenses como um dos principais parceiros comerciais, pois é no Brasil que os Estados Unidos possuem o superávit mais elevado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Guerra comercial entre EUA e Brasil


A retaliação do Brasil imposta aos Estados Unidos é manchete em muitos locais do mundo, principalmente nos próprios EUA – os mais interessados no assunto. O jornal Financial Times, de grande circulação no país, pondera que a medida adotada pela nação tupiniquim poderá gerar, em breve, guerra comercial entre ambas as partes.

De acordo com o Portal de Notícias G1, a retaliação brasileira é consequência de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos subsídios do governo norte-americano dedicados aos produtores de algodão do próprio país.

A decisão, que de acordo com o veículo de comunicação valerá daqui um mês, permite, por exemplo, que tanto EUA como Brasil tentem uma solução trabalhada. Segundo Joe Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, a única maneira de poupar qualquer guerra comercial é os norte-americanos ofereceram algo expressivo aos brasileiros.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra e conferir, também, a lista de produtos retaliados, que inclui eletrodomésticos, veículos e cosméticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brinquedos Argentinos não terão mais licença automática de importação no Brasil


Já escutastes aquela frase “com a Argentina, rivalidade até em jogo de bolas de gude”? Pois bem, o embate, que acontece de vez em quando nos gramados de futebol, se estendeu, definitivamente, ao campo econômico.

A Agência Estado divulgou que Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, declarou que a nação brasileira aumentará a lista de itens que têm licença não automática para as importações de brinquedos dos hermanos. Com mais este componente, sobe para 40 o número de itens neste quesito.

Esta é uma rápida resposta do governo brasileiro para com o governo da Argentina, pois o país da presidente Cristina Kirchner passou a exigir de exportadores tupiniquins que brinquedos de nossas terras tenham certificação técnica emitida por lá. Isto tem impedido a venda de inúmeras mercadorias na nação hermana.

Mesmo assim, parece que técnicos dos dois países se encontrarão em São Paulo a fim de debaterem as restrições comerciais recentemente impostas.

Por Luiz Felipe T. Erdei