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Preço dos Imóveis no Brasil estão Fora da Realidade


Robert Shiller, vencedor do Prêmio Nobel de Economia 2013, fez observações relevantes sobre o preço dos imóveis no Brasil, que crescem de forma acelerada nos últimos anos. Nós brasileiros, que queremos comprar ou apenas alugar um imóvel, temos que concordar com Shiller: os preços dos imóveis no Brasil estão simplesmente fora da realidade. Não é apenas fora da realidade brasileira. Comparado a outros países, como os Estados Unidos, nossos preços continuam extremamente altos. E o que mais preocupa é que esses valores sobem rápido demais. O metro quadrado no Brasil chega até a R$ 19 mil. Brasília e alguns bairros nobres do Rio de Janeiro lideram o ranking dos imóveis mais caros do país.

O preço dos imóveis nos Estados Unidos caiu muito depois da crise de 2008, chegando a ficar quase 50% mais barato. O fato dos imóveis nos Estados Unidos estarem com o valor mais baixo do que no Brasil, atrai investidores brasileiros que tem cada vez mais procurado imóveis no exterior, já que no nosso país essa alta tem dificultado a compra de casas e apartamentos.

Essa alta desenfreada pode trazer problemas graves para a economia brasileira, pois há um grande desequilíbrio que pode gerar uma crise, pois o custo do dinheiro (os juros) assim como o preço dos imóveis, é muito alto.

Por Nathalia Henderson



Secovi – SP venda de imóveis caem 40% no prazo de um mês em São Paulo


A imprensa brasileira tem divulgado, semanalmente, dados favoráveis relacionados a imóveis comercializados. O crescimento, justifica o próprio governo, decorre do maior poder aquisitivo da população, acesso ao crédito mais facilitado e, talvez – principalmente –, em virtude dos benefícios concedidos por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, que cede até R$ 23 mil a pessoas de baixa renda.

No entanto, o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) divulgou na última quinta-feira, 15 de julho, que as vendas de residências novas em São Paulo arrefeceu 40% em maio ante abril, com exatamente 1.949 unidades comercializadas. Em confronto ao mês igual do ano passado, o baque foi mais amplo: 51,4%.

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, assegurou que ainda é precipitado imaginar mudança nas tendências. Segundo ele em reportagem noticiada pelo portal de economia Terra, é necessário aguardar dados dos próximos meses para melhor avaliação. Mesmo assim, são esperadas vendas de 37 mil a 38 mil imóveis novos até o final deste ano.

Residências de três quartos representam o maior número nas negociatas, com quase 36% da fatia total. De dois dormitórios, um pouco abaixo, a participação chegou ao percentual de 34%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Venda de Imóveis Novos cai em São Paulo (SP) – Abril 2010


O setor imobiliário representa o nicho que mais cresceu nos últimos meses, fator conquistado pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a materiais de construção e, principalmente, em virtude do programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”, que possibilitou, portanto, o acesso da população com menor renda ao imóvel próprio.

O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) anunciou nesta semana, porém, que a comercialização de residências novas na cidade de São Paulo teve arrefecimento de 21% em abril em comparação a março, embora em confronto anual crescimento de 65,7% fora assinalado, justificativa dada pelo órgão como consequência da crise financeira global no período.

A entidade relatou por meio da agência de notícias Reuters que essa desaceleração é totalmente esperada, uma vez que março é considerado um mês rentabilíssimo em negócios.

Em termos monetários, relacionou a Reuters, o valor alcançado em abril foi de R$ 1,28 bilhão, abaixo em 15,7% em comparação à quantia obtida no mês imediatamente anterior.

Apesar de todos os aspectos mencionados, abril de 2010 foi o melhor quarto mês desde 2004.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Minha Casa, Minha Vida – O sonho da casa própria


O sonho da casa própria nunca esteve tão em evidência como no atual governo federal.

Nos grupos de amigos, nas conversas no ambiente de trabalho, nos anúncios de corretoras e construtoras espalhados pelas cidades, comenta-se sobre as facilidades para adquirir a tão esperada casa própria e livrar-se do aluguel.

Mas, talvez pelo stigma de burocracia e dificuldade que os trâmites de um financiamento dessa natureza sempre carregaram, muita gente não se propõe a buscar mais informações sobre a Campanha Nacional “ Minha Casa, Minha Vida”.

Portanto, para aqueles que como eu, sonham com a aquisição da moradia própria, seguem algumas informações que podem ajudar na tomada de decisão sobre pelo financiamento ou não.

O investimento do Governo Federal destina-se a famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos, com prestações compatíveis com a capacidade de cada uma delas. Além da ausência de burocracia na aprovação de alvarás, licenças e projetos, as famílias contam com a redução e, em alguns casos, até isenção de custos cartoriais, de alíquotas e de seguros. Assegurando também o uso do FGTS para aquisição da moradia.

Com esta Campanha o país sai ganhando de diversas maneiras, gerando mais empregos, e crescimento num parceria do Governo federal com os Estados, Municípios e a iniciativa privada.

Os interessados podem buscar mais informações na Caixa Econômica Federal (www.caixa.gov.br).



FGTS poderá ser utilizado em consórcio imobiliário


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou aos trabalhadores, em 17 de março, quarta-feira, a utilização do benefício para a liquidação e pagamento de parte das prestações de consórcios imobiliários.

Segundo informações do Portal de Economia do Terra, a Caixa Econômica Federal (CEF) relata que o trabalhador brasileiro já pode utilizar o saldo da conta vinculada, desde que procure a administradora do consórcio na qual faz parte para que esta assuma todas as providências necessárias.

A CEF lembra que o serviço estará disponível às pessoas que já foram contempladas com a carta de crédito e que já adquiriram o imóvel. Para, finalmente, fazer uso do benefício, é necessário que a residência esteja situada no local em que o trabalhador exerça ocupação principal ou more há mais de um ano. Além dessas regras principais, o lar e a cota do consórcio precisam estar inscritos no titular da conta vinculada.

Para saber mais detalhes clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa “Minha Casa, Minha Vida” terá Construção de 1 Milhão de Residências


O programa “Minha Casa, Minha Vida” foi um dos estímulos mais visualizados pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva para incentivar a economia e permitir, sobretudo, que a população brasileira passasse a ter acesso à moradia própria. Recentemente, o presidente brasileiro anunciou que mais de um milhão de residências serão construídas.

Em debate com Maurício Funes, presidente de El Salvador, Lula disse que um programa dessa magnitude pode ser viável a partir da cooperação entre Estado e empresários, principalmente se deixadas para trás divergências – totalmente possível se analisados os discursos do presidente.

As novas moradias anunciadas por Lula farão parte do então famigerado PAC-2 (Programa de Aceleração do Crescimento). Para Lula, qualquer obra como as possibilitadas pelo “Minha Casa, Minha Vida” precisa de subsídios do Estado, pois é necessário, sobretudo, resolver um problema crônico em toda América Latina, que é a questão habitacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Minha Casa Minha Vida – São Paulo atinge Meta


O “Minha Casa, Minha Vida”, principal programa habitacional do governo federal, tem favorecido diversas famílias brasileiras. Ao Estado de São Paulo, Valter Nunes, superintendente regional da Caixa Econômica Federal, avalia que a meta de 184 mil unidades estimadas será contratada.

Segundo ele, que teve discurso mensurado pela Agência Estado, isso acontecerá devido às parcerias bem estruturadas entre o governo e a prefeitura paulista. A licitação para a escolha das construtoras seguirá até 10 fevereiro, e cada uma poderá ficar responsável por, no máximo, 600 unidades.

Os locais escolhidos para a implementação de residências sob os moldes da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) são o Jaraguá, a Vila Maria, a Penha, o Parque do Carmo, Ermelino Matarazzo, entre outros.

Jorge Hereda, vice-presidente de Governo da Caixa, acredita que o programa é uma interessante ferramenta disponível à população, pois permite que pessoas com faixas salariais de até três mínimos por mês adquiram residência própria.

Para saber mais detalhes sobre o assunto, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financiamento Imobiliário – Plano Zero Goldfarb


O começo do ano, como todos sabem, é complicado no sentido financeiro. Impostos como IPTU, IPVA, matrícula em escolas particulares e parcelas adquiridas em dezembro tornam o sonho de muitas pessoas pretensiosas em adquirir imóveis um verdadeiro pesadelo.

Em vista disso, a Goldfarb, na finalidade de estimular as vendas e possibilitar as pessoas a conquistarem residência própria, acaba de lançar o Plano Zero.

Aos que assumirem um imóvel da construtora, em Campinas, até 7 de fevereiro, começarão a pagar o financiamento da moradia apenas no meio do ano. Além disso, fogão, geladeira e micro-ondas serão oferecidos como outra forma de estímulo.

Os imóveis oferecidos pela construtora sob o Plano Zero são o Spazio Proença, o Residencial Allegria, o Torres de Bonfim e o Aquarelle Residence, todos localizados em pontos de fácil acesso.

Aos que residem em Campinas podem aproveitar. Quem sabe, futuramente, o Plano Zero da Goldfarb não se estende às demais regiões do país? Assim, o setor da construção civil crescerá ainda mais e não permanecerá estagnado nas condições já oferecidas pelo mercado e nos jogos esportivos entre os anos de 2014 e 2016.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Minha Casa Minha Vida – Construção de Casas Populares


Com o propósito de fazer a bandeira habitacional “Minha Casa, Minha Vida” cair na graça da população, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, anunciou que o governo destinará R$ 3 bilhões ao programa a municípios com até 50 mil habitantes.

Desse montante, quase 35% será destinado à construção de 74 mil moradias distribuídas em pouco mais de 2 mil municípios, selecionados anteriormente em oferta pública. Os recursos correspondem ao orçamento da União e tem por objetivo acolher famílias que recebem até três salários mínimos mensais.

Para afastar qualquer tipo de especulação partidária, conforme ilustra a Agência Estado, em reportagem, Márcio Fortes, ministro das Cidades, relatou que a escolha de cada município teve por base a disponibilidade de terrenos oferecidos pelos governos locais e o déficit habitacional.

Observe outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa mostra aumento na Procura de imóveis para Comprar em São Paulo


Um estudo apregoado pelo Ibope Inteligência, em conjunto a uma pesquisa executada pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis ilustram que o segmento imobiliário atinge um momento importante. Segundo esse levantamento, veiculado pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Agência Estado, 27% das famílias paulistanas estão procurando imóvel para comprar.

Outros dados da pesquisa indicam que 55% dos futuros compradores querem se mudar para uma casa e outros 39% almejam ingressar em um apartamento. Por outro lado, 6% estão em dúvidas quanto ao tipo de habitação preterida e os 9% restantes querem obter um imóvel ainda na planta.

De acordo com o levantamento do Ibope, 40% das famílias paulistanas residem em casas ou apartamentos alugados, enquanto que 12% dividem a habitação com seus pais ou parentes.

Leia mais em aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Secovi estima crescimento de 15% no Setor Imobiliário em 2010


Um crescimento entre 10% e 15% no segmento imobiliário foi estimado pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) para o ano que vem. Isto inclui, principalmente, os lançamentos e vendas previstos no transcorrer de 2010.

Celso Petrucci, economista-chefe da Secovi-SP, teme, porém, em uma possível falta de mão de obra especializada para o ano que vem, bem como um efetivo cumprimento de prazos. Outro fator preponderante, segundo ele, é uma possível carência de materiais envolvidos na construção de imóveis, tais como cimento, fios e cabos elétricos.

Para Petrucci, alguns desafios terão de ser combatidos pelo setor, principalmente a burocracia na aprovação de projetos, dentre eles o mais comentado do momento, o “Minha Casa, Minha Vida”, que atualmente enfrenta obstáculos para ser efetivado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Nova Lei do Inquilinato Apressa Despejo de Devedores


Um projeto viabilizado no dia 29 de outubro promete apressar o procedimento de despejo nos episódios em que o inquilino possui dívidas com a imobiliária ou com o proprietário. A nova Lei do Inquilinato foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, após 18 sem ser tocada.

Para que se torne definitivo, o projeto foi encaminhado à sanção presidencial. Mesmo assim, outro capítulo pode aparecer nesta história: se por algum motivo nove senadores requererem, o intento poderá ser avaliado primeiramente pelo plenário do Senado.

Segundo essa nova lei, apenas enviar um mandado de despejo será o suficiente para que o locatário deixe o imóvel obrigatoriamente. Atualmente, para que o despejo seja efetivado, é necessário que o inquilino receba dois mandados e duas diligências.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Minha Casa, Minha vida – Programa habitacional ajuda famílias que recebem até dez salários mínimos a adquirirem sua casa própria


Começa a operar o novo Programa de Habitação do Governo Federal chamado “Minha Casa, Minha Vida“, para a construção de até 1 milhão de moradias nos próximos anos. O Pacote pretende auxiliar famílias que possuem renda de até 10 salários mínimos a adquirirem um imóvel.

Os interesados que possuem renda familiar de até três salários mínimos poderão efetuar o cadastro nas Prefeituras dos Municípios e nos Governos do Estados, em locais a serem divulgados. A parcela mínima para adquirir uma imóvel será de R$ 50 em dez anos.

Quem recebe de 4 a 10 salários mínimos poderá fazer a simulação do financiamento no site da Caixa, ou procurar uma agência para obter mais informações. Após escolher o imóvel que pretende adquirir, o interessado realiza o financiamento em uma Agência da Caixa.

Na região metropolitana de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, o valor máximo do imóvel a ser adquirido é de R$ 130mil. Municípios com mais de 500 mil habiatantes e demais capitais, o financiamento não poderá utlrapassar R$ 100 mil. Para os demais municípios do Brasil, o valor máximo para a aqusição do imóvel é de R$ 80 mil.

Para mais informações acesse www.caixa.gov.br/habitacao.

Veja a entrevista do Presidente Lula sobre o novo Programa Habitacional: